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Sobre advtec

  • Data de Nascimento 27-09-1973 (44 anos)

Informações gerais

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    Uberlândia - MG
  • Sexo
    Masculino
  1. Olá a todos. Olá, BCP. Revisei todos os resistores. Não há nenhum aberto. Como mencionei no início deste tópico, troquei os transístores que se queimaram e, dentre eles, um dos que formam o par diferencial. De fato, aproveitei e troquei os dois (BC327). Sem sucesso na análise do circuito, voltei a atenção para o par diferencial novamente. Me certifiquei de comprar originais e troquei, novamente, os dois transístores. Problema resolvido. Saída em zero volt e sinal perfeito na saída. Resolvido. Bons trabalhos.
  2. Excelente ideia. Farei isso. Obrigado.
  3. Prezados, saudações. Estou reparando uma caixa amplificada Staner 60 F/MI que foi ligada em 220V enquanto chaveada em 110V. A ponte retificadora, os transístores de potência de saída (um 2SC5198 e um 2SA1941) queimaram e um transistor PNP (BC327) do controle de Bias também queimou. Foram trocados. Toda a placa foi revisada e não encontrei mais nada com problema. De fato, acabei trocando todos os transístores dela por novos. E fiz o mesmo em relação aos operacionais do pré amplificador, mesmo ante o fato de que estes são "protegidos" por diodos zener. Também troquei os zener. Entretanto, não consigo zerar a saída (ela não tem ajuste de 0V e nem de bias). Aliás, a saída está alta: com 40V, que é a tensão positiva da fonte, medida em relação a terra (comum) (a fonte é simétrica e o amplificador usa par complementar NPN - PNP). Para completar a dificuldade, não encontrei o esquema eletrônico desta caixa. Como a saída não zera, eu removi os transístores de saída e notei que ainda há a mesma tensão na saída, o que me faz concluir que o transístor driver NPN está em condução. Estes testes e medições foram feitos sem sinal de entrada e sem alto falante na saída (e nem dá pra ligar ele mesmo, em razão desta tensão alta presente na saída). Alguém já vivenciou algo parecido? Alguma sugestão? Alguém possui o esquema desta caixa? Agradeço-vos, desde já. Advtec.
  4. Olá a todos. Tenho um Acer Aspire 3690, cuja fonte já não é mais original. Ele vinha tendo um problema de desligar subitamente, então suspeitei do conector DC da fonte e o troquei. Mas o problema não foi sanado. A bateria dele estava ruim, então a troquei por nova (4.400mAh), suspeitando que ela estivesse sobrecarregando a fonte e causando o desligamento súbito (fonte desarmando + bateria sem carga = desligamento). Com a bateria nova e o notebook desligado, ela carregou normalmente (a fonte esquentou bastante) e deixei o note funcionando por pouco mais de 4 horas, para descarregar a bateria e poder recarregá-la novamente (ao menos o manual da bateria disse para fazer isso para "equalizar" os seus elementos). Na segunda carga, a luz da bateria ficava piscando, sem carregar a bateria e, com muita insistência e o note desligado, a bateria carregou novamente. Entretanto, na terceira carga a luz da bateria (led laranja) piscou algumas vezes e desligou e a bateria não carrega. Tirando a bateria e ligando o note sem ela, só com a fonte, ele funciona, mas desliga subitamente. Não é mau contato no conector, pois esta hipótese eu eliminei. Ligando ele com a bateria nova, no boot ele dá uma mensagem do tipo "Não está usando uma fonte Acer" (com a bateria velha ele não faz isso), e fica fazendo um loop e repetindo esta mensagem e não avança no boot. A fonte não é original, mas é de 19V @ 3,42A. Se eu coloco a bateria velha (2.200mAh) com a fonte, ele faz boot e o sistema diz, como era de se esperar em razão da bateria ruim, que está conectado mas não carregando, até que o desligamento súbito ocorre. A fonte está com 19,36V na saída, tensão que se mantém mesmo quando o note desarma (abri a fonte e a monitorei - a menos que ela desarme e rearme muito rapidamente, não vi a tensão na saída cair), o que me leva a crer que é note que está "se desligando". O fato de o note emitir essa mensagem de "Não está usando uma fonte Acer" me leva a suspeitar que tem algo a ver com a bateria nova (tempo de carga maior em razão da maior capacidade de corrente da bateria nova, calculado no boot???). Neste caso, uma fonte de capacidade de corrente maior resolveria? Podem me ajudar? Desde já, agradeço as colaborações. Bons trabalhos.
  5. Opa ... tópico esquentando! Está parecendo que, resolvendo a questão da luz estranha ao emissor, o projeto vai funcionar bem. Parece que não vai precisar nem de fazer o darlington que "pitaquei". Bons trabalhos. Adriano
  6. Bcpetronzio, eu temia isso, rsrsrs. Não conheço nenhuma oficina que tenha um testador de tubos. Montei um aqui (falei dele em outro tópico) e o usei para testar o tubo de uma TV LG de 29", e o teste funcionou direitinho (o resultado do teste é uma medida de corrente na emissão dos catodos, em miliamperes). Usei para testar esse tubo agora e a emissão, pelo teste, dos três catodos, está bem baixa. Há algum problema em eu ligar o aparelho com a placa do tubo desconectada do tubo? A ideia é medir as tensões nos pontos que citei acima com a placa fora do tubo, para eu ter uma ideia. Neste caso, devo pelo menos aquecer o filmamento? (isso eu posso fazer com o testador que montei) Obrigado novamente. Adriano.
  7. @rodrigocirilo, a ideia ao baixar o resistor pull-down era provocar o efeito ocorrido no stop do projeto. Primeiramente, observando o que você mencionou, mais o exposto pelos colegas, penso que você terá que direcionar os receptores, como o tailandês fez, mesmo se for fazer alterações no circuito eletrônico. Quanto ao transistor chaveando para o terra: fiz alguns projetos com PIC e percebi que nesta configuração a eficiência é muito boa. E, no caso de seu projeto, que precisa de velocidade, nesta configuração entendo que ficará melhor, porque você não ficará tão dependente desse divisor de tensão. Bom, não é que vá deixar de haver um divisor de tensão, mas, veja só: depois que você fizer a calibração que o seu projeto já possui (suponho que você deixaria o sistema no limiar da detecção pelo PIC), bastará qualquer sinal na base do transistor para "completar" a detecção. É a mesma ideia que você já implementou, mas chaveando para o terra o resultado, a meu ver, será bem melhor. Veja as figuras anexas: a de nº 1 faz com que, na passagem do projétil, os fotodiodos diminuam a condução, tornando a base menos positiva e, com isso, elevando a tensão de coletor. Seria uma detecção, portanto, de nível alto no pino do PIC. A de nº 2 faz com que, na passagem do projétil, os fotodiodos diminuam a condução, tornando a base menos positiva (ou mais negativa) e, por se tratar de um transistor PNP, fazendo com que a tensão de emissor caia. Seria uma detecção, portanto, de nível baixo no pino do PIC. No seu caso aí, antes de partir para mudanças mais drásticas de seu hardware, acho que vale a pena tentar a configuração darlington da primeira ideia. Neste caso, você pode usar sim os BC337. Bons trabalhos. Adriano.
  8. Rodrigo, seu raciocínio está correto. Entretanto, prevejo que o aumento de corrente será bem pequeno. A ideia da alteração no resistor de emissor é justamente fazer um referencial de tensão negativa maior para ver se, fazendo somente isso, você já consiga bons resultados. Outra coisa que me ocorreu agora é o fato de a base do transistor estar em estado, digamos, de "irrelevância", principalmente quando os fotodiodos não estão em condução. Isso pode colocar o transistor numa região "desconfortável" e, conseguintemente, "instável", da curva de trabalho. Que tal, então, você polarizar a base, referenciando-a ao terra por meio de um resistor? Neste caso, entendo que possa ser um resistor de valor alto, algo em torno de 10K (atenção à corrente dos fotodiodos - com 10K e 5V, por exemplo, a corrente ficará, na condição mais exigente, em 0,5mA). Com isso, você terá o transistor polarizado, sempre. Creio que você consiga fazer testes na sua placa sem muitas dificuldades. Vou aguardar os resultados, torcendo para dar certo. Ah ... claro ... diz aí pra gente, quando o circuito funcionar, a velocidade do projétil - se puder, claro ... agora fiquei curioso heheheheeh. Bons trabalhos. Adriano.
  9. Prezados, boa tarde. Substituí Q905 por um novo, o problema da tela azul persiste. Encontrei R966 (que no caso deste chassi é de 1K) em curto total (um SMD minúsculo). Fiz a troca, e o defeito persiste. Fiz testes com Q906 fora da placa. Também, montei o transistor como o Bcpetronzio sugeriu, e também troquei C909. Na placa, não tem o Q909 e GD93 é um jumper. Então, o coletor de Q905 tem como "carga" R963 (testado e bom), R966 (substituído), R903 (testado e bom, mas na placa ele e os demais dos catodos são de 1,2K) e, finalmente, o catodo. R928 está testado e bom. Na placa PCI SPOT Q612 estava em curto entre coletor e emissor. Troquei por um BC337. O som voltou ao normal. Os demais componentes da PCI SPOT foram testados e, pelo menos do ponto de vista de testes com multímetro, estão bons. Devo desconfiar mais dessa PCI SPOT? As tensões apontadas no esquema para os pinos 50, 51 e 52, que são as saídas RGB do micro (3,0V) estão bem baixas (1,08V). Portanto, na placa do tubo a tensão de base de Q905 está com 1,08V (vem do pino 52 do micro, que está com a tensão baixa). O coletor de Q905 está com 193V e o emissor com 0,88V. R937 e R929 estão testados e bons. Fiz teste com C907 fora da placa. Percebi que o micro esquenta bem rápido. Devo pensar em substituí-lo? Se sim, ainda se encontra esse micro? Mais alguma ideia? Novamente, muito obrigado. Abs. Adriano.
  10. Olá, colega. Está me parecendo que o seu problema está na relação "velocidade" X "sensibilidade" do sistema. Os diodos IR são dispositivos rápidos - mais rápidos do que os transistores IR. A princípio, a meu ver, você acertou em escolher fotodiodos, a fototransistores, para esta aplicação. Em contrapartida, os fotodiodos são menos sensíveis do que os fototransistores. Se você aumentou a distância (de uma placa para outra) entre o emissor IR e os fotodiodos, você "enveredou" para a "deficiência" dos fotodiodos, ou seja, a sua menor sensibilidade. A esta distância, eles não estão detectando, pelo menos suficientemente, a interrupção do feixe IR que o pequeno projétil provoca. E, para completar a questão, a pouca percepção que os fotodiodos têm da passagem do projétil ainda precisa ser "enxergada" pelo transistor que está formando um divisor de tensão com o resistor pulldown no pino do PIC. Para contornar o problema e você não ter que enveredar para o uso de amplificadores operacionais, vou fazer uma sugestão que você talvez aproveite (já que o seu código está funcionando e você já constatou o funcionamento do projeto na configuração física anterior da parte sensora). Inicialmente, entendo que você deveria mudar, numa outra versão de seu projeto, a forma de "ver" esse sinal, colocando o transistor como chave para o terra e resistor de pullup. Mas, vamos tentar aproveitar o seu projeto que já está feito. Que tal tentar aumentar a amplificação do transistor, usando a configuração darlington? Coloque outro transistor NPN no circuito, com o coletor ligado no coletor do que já existe, o emissor ligado na base do que já existe e a base ligada no anodo do primeiro fotodiodo da série. Sugiro baixar o resistor do emissor de 10K para 4,7K. É possível que a grande amplificação que o par darlington proporcione, aliada aos mecanismos de calibração que você implementou no projeto, resolva o caso. Um "pitaco" quanto ao código: quando for o momento da medição, nada mais no PIC deve consumir recurso de máquina, a não ser o timer. Isso porque, penso que o seu timer deva fazer overflows muito rápidos para dar conta da aplicação. Finalmente: caso vá fazer o que sugeri, antes disso, apenas tente baixar o resistor de pulldown e faça testes. Penso que você poderia baixar, primeiro, para os 4,7K que sugeri, até o valor de 1K (na hipótese mais exigente, 1K em 5V resulta em apenas 5mA). Bons trabalhos e bons disparos. Adriano.
  11. E não custa lembrar que, mesmo com o aparelho desligado, há um acúmulo de elétrons capaz de dar um choque pra ninguém botar defeito, mesmo muito tempo depois de o televisor desligado. Tome bastante cuidado ao manusear a região da "chupeta" e o cabo que vem do flyback para o tubo. Se for sacar a "chupeta" do tubo, com tudo desligado, engate primeiro uma ponta de um condutor bem isolado no aquadag (aquela cordoalha que percorre por detrás do tubo - ela é um terra) e, a outra ponta (sempre segurando na parte isolada - e bemmm isolada) e, a outra ponta, primeiro você a passa em cima da "chupeta" (já deve perceber alguma descarga), depois, a insira com cuidado e lentamente entre a ventosa da "chupeta" e o tubo até ouvir a descarga (se fizer isso logo depois de desligar a TV vai ser uma cacetada). Tem meio de evitar a cacetada, mas aí a processo fica "sem emoção" rsrsrs. Dê uma olhada aqui: http://www.electronica-duartes.com/descarregar_trc.php Sem o resistor citado no artigo, a "emoção" se fará presente. Ressalto que, depois que você saca a "chupeta", alguns elétrons vão se desgarrar "dentro do tubo", então, ao manusear por ali novamente, repita o processo no orifício de alta tensão do tubo. Bons trabalhos. Adriano.
  12. Novamente, obrigado. Consegui encontrar para comprar o 2SC2482. Vou trocá-lo para ver o resultado. Interessante a substituição do DTC pelo BC337. O resistor em série com a base é de 22K, não é? Grato pelas orientações. Após a substituição, volto com os resultados. Abs. Adriano.
  13. Prezados, boa tarde. Troquei o Q612 (PCI SPOT) e o som voltou ao normal (coloquei um BC327 com a pinagem ajustada). Mas, a tela azul com retraço e sem caracteres continua. Eu desconfiava da tensão baixa na base de Q905, que deveria ser, pelo esquema, de 2,5V, mas está com apenas 1,04V. Acontece que no pino 52 de Q501 (micro) tem um pouquinho mais do que esta tensão, apenas 1,08V. Mas, medindo os pinos 51 e 50 do micro, encontrei essas mesmas tensões (e deveriam ser, pelo esquema, de 3V). Testei a alimentação do micro, que está normal (5V nos pinos 9 e 55). Ao testar a tensão do pino 48, encontrei 0V, enquanto o esquema diz 3,4V. Ao procurar por GD52 na placa principal (acima do pino 48 no esquema) encontrei, em seu lugar, um jumper para o terra isolado. Como este pino está colocado em terra e é ligado ao terminal 25 do soquete que vai para a placa do tubo, o resultado é que os terminais 25 e 24 da placa do tubo estão curto circuitados no terra isolado, situação que constatei também com medições. A placa do tubo não possui os transistores Q907, Q908 e Q909 e nem os componetes que os "circundam". R963 está normal, ao menos do ponto de vista de medida com multímetro. O mesmo se diz de Q905. De toda forma, vou trocar este transistor (estava tendo dificuldade de achar, mas parece que uma das lojas daqui o tem). Já retirei o Q906 da placa (um SMD) e liguei a TV sem ele, a tela azul permanece. De toda forma, pergunto: vocês conhecem algum transistor que o substitua, ainda que não seja um SMD? Devo desconfiar do capacitor de screen (C902)? Alguma ideia? Abs. Adriano.
  14. Marcio, obrigado novamente. Sim, da forma como está a tela ainda está azul. Removi o Q906 da placa e a tela continuou azul (com retraço - o retraço aparece junto com a tela azul com ou sem o Q906 na placa). Os 9V estão presentes no pino 23 da placa do tubo (está com 9,3V). O emissor de Q905 está com apenas 0,88V. De fato, a base não está polarizada como no esquema, que deveria ter 2,8V, mas só tem 1,08V. Bom: essa base é polarizada justamente pelo sinal de saída do azul (B-OUT). Seguindo o esquema, verifica-se que este sinal vem do pino 52 do micro, através de um resistor de 220ohms (na placa principal), passando por um resistor de 100ohms (na placa do tubo). No pino 52 do micro tem que ter 2,9V. Vou tentar trocar o Q612 (vou ter que tentar achar alguma coisa que o substitua aqui na minha sucata ou esperar o fim do feriado) porque ele está em curto e não quero ligar a TV com ele assim. Depois, vou checar essa linha do sinal de saída do azul até a base do Q905. Muito embora, mesmo assim, essa tela não tinha que estar azul, não é? Estou no caminho correto? Abs. Adriano.
  15. Prezado Marcio, muito obrigado pelas orientações. Removi o transistor Q906 (que você destacou no desenho anexo à sua mensagem) e liguei o aparelho. O defeito permanece. Voltei o transistor para a placa. Prestei atenção na tela do tubo e o ponto branco se forma no momento que desligo o aparelho, mas logo desaparece instantaneamente. Estou encontrando problemas para verificar a polarização dos demais transistores, porque a placa do tubo aqui é diferente da placa do esquema. Mas, tenho as seguintes medidas: O coletor de Q905 está com 193V, a base está com 1,08V e o emissor com 0,88V. O pino 11 do conector da placa do tubo, que vem da placa principal, está com 196V (o esquema informa 200V). Manuseando a placa, quando encostei o dedo em Q402 percebi que ele se soltou da placa. Refiz a solda. Eu já tinha visto problemas nas soldas nos transistores da placa do tubo desta TV e refiz todas. Aproveitei para dar uma olhada com lupa nas soldas do micro e, também, estavam bem feias, com sinais de solda desfeita em volta de vários pinos. Refiz todas as soldas dele. Bem: como citei na primeira mensagem, eu fiz uma substituição do transistor na placa PCI SPOT (Q612) por outro que entendi equivalente. Não obstante o som tenha voltado ao normal, ao ligar o aparelho agora, após o que mencionei acima, o som novamente sumiu. Testei o transistor Q612 e, novamente, está em curto entre coletor e emissor. Será que a substituição não foi bem-sucedida? O que pode estar fazendo ele entrar em curto? Se não entendi errado, ele tem por carga em seu coletor o pino 3 de HF01, as bases de dois 2sc2878A, além do sinal de mute do micro. Os demais transistores da placa do tubo, testados por multímetro digital, se demonstram bons. Eu pensei em substituir este transitor Q906, mas não o encontrei nas lojas daqui. Há algum substituto, ainda que não seja SMD? Falando em substituto, há um substituto mais conhecido para eu substituir o transistor da placa SPOT? Quando removi Q906 eu deixei C909 se perder (um SMD minúsculo pertinho do transistor - descuidei com a estação de ar quente), de modo que coloquei um cerâmico no lugar. Espero que isso não sejam mais um problema. Alguma ideia? Novamente, muito obrigado. Adriano.

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