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Timer para chuveiro com pausa


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Não estou entendendo a diferença, @Sérgio Lembo. Mas também não gostei.

 

1 hora atrás, .if disse:

De fato sem terra phô dêu.

 

Você está relaxada demais da conta, uai.

 

1 hora atrás, .if disse:

penso que o triac aberto não há corrente portanto nem tensão suficiente pra dar choque debaixo da água

 

Suposto que seja um isolante infalível...

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Aos mestres ("com carinho", como diz o filme): aqui em casa tem um chuveiro de 7500w alimentado com 220v do tipo multitemperaturas. Se girar o potenciômetro para o limite de um dos lados, a água sai fria. E nesse momento, medindo a corrente na caixa de disjuntores no ramal que vai exclusivamente ao chuveiro, aparece zero.

 

advanced.jpg.4a8b450dc8a868cdd541aa2c808916d0.jpg

 

 

O diâmetro do braço que sai da parede, na altura do potenciômetro, é algo perto de 9cm. Ou seja não é grande. E não parece esquentar, já que ali tudo é PVC, que amolece até com chama de vela.

 

O que será que tem naquele circuito?

(Não, @.if, desculpa mas não vou abrir só prá ver o que tem dentro e depois contar, que o chuveiro é muito caro prá isso.)

 

Será que os componentes do circuito que ele usa para até cortar a corrente poderiam servir de inspiração para nosso colega @Silvatsc?

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De fato o meu é deste. E sim foi a inspiração que tive também. De fato o 1º que adaptei há anos foi este

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Nada + é que um dimmer. O detalhe diferenciado é o uso da água fria pra dissipação do triac. E sim, um sistema com triac/moc no meu ver pode cortar a corrente da fase monofásica sem maiores problemas. Já o bifásico considere as considerações do Serjão.

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12 minutos atrás, rmlazzari58 disse:

E não parece esquentar, já que ali tudo é PVC, que amolece até com chama de vela.

 

Kkkk... chama de vela é fogo autêntico! Não sabia que era frio.

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@.if

O que mais pega na sua proposta é a segurança. Temos abaixo desse chuveiro uma pessoa molhada e descalça com os pés no chão molhado. Note que na mecânica interna do chuveiro o diafragma sempre liga ou desliga os 2 fios simultaneamente. É item de segurança, não dá para negociar. Na proposta passa-se a ter uma indesejável dependência de uma boa qualidade do terra. O correto é que terra e neutro sejam distintos mas na deplorável prática andam juntos.

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Serjão de fato a proposta que sugeri não é pra usuário comum ou seja não é produto comercial. Foi apenas um adicional à do contator e direcionado à quem tem ligeiras noções de elétrica e quer gastar 1 pouco menos. Não a considero totalmente insegura pelo já exposto e também por ser o exato circuito de um chuveiro eletrônico. Ex. prático é o meu chuveiro que é o da foto: como tenho aquecedor solar seu controle fica (quase) sempre no zero e com as duas fases vivas 220 sempre nele.. e sim tem um terra 1/2 boca.

Ok.. não sou pessoa comum mas... tento né 😁

Ah e quase esqueço de mencionar... sugiro ao autor seguir a você e me ignorar ok?

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3 horas atrás, alexandre.mbm disse:

 

Kkkk... chama de vela é fogo autêntico! Não sabia que era frio.

Não é frio, é menos quente. Na parte amarela da chama da vela tem até quem ponha o dedo, para posar de machão em festa de criança.

 

Mas cada tipo de fogo tem uma temperatura. Fogo de álcool, então, é quase frio, testa lá, rs...

(Brincadeira, não testa não. Mas que é menos quente, isso é.) Isso é bom de saber prá quem solda, quem fecha solda com macarrão contrátil... ixi, na eletrônica, se não pensar em calor, ou vira pirofóbico ou piromaníaco ;)

 

 

1 hora atrás, .if disse:

Não a considero totalmente insegura pelo já exposto e também por ser o exato circuito de um chuveiro eletrônico.

Fiquei pensando nisso. Dessa forma, se a pessoa não tem um terra confiável, a rigor, o que? Nem deveria botar chuveiro elétrico em casa...

 

Sem desprezar nem um pouquinho a boa vontade e o rigor técnico do Serjão, pelo contrário, agradecendo, acho que desenvolver a ideia do triac+moc seria legal. Inclusive sem muita parafernália dá até para pensar em algo que desarme os dois, moc e triac caso um deles caia. Dá até para pensar em um conjuntinho desses por fase, em sistema bifásico, como o diafragma do chuveiro desconecta as duas fases.

 

 

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Ainda não entendi a falta de segurança em se usar um triac num chuveiro. 

Vários chuveiros comerciais tem isso. 

Se o problema for a carcaça do triac encostar no cano de metal pra refrigerar, basta um isolante de mica ou silicone. 

 

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2 horas atrás, rmlazzari58 disse:

Mas cada tipo de fogo tem uma temperatura. Fogo de álcool, então, é quase frio, testa lá, rs...

 

Eu sabia. Mas a chama da vela me parece das mais quentes; como um fogo de lenha.

 

Dizem que o fogo do butano é frio por ser azul. Aí já não sei... pois temos os maçaricos para contradizer um tanto disso.

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2 horas atrás, rmlazzari58 disse:

Fiquei pensando nisso. Dessa forma, se a pessoa não tem um terra confiável, a rigor, o que? Nem deveria botar chuveiro elétrico em casa...

Vou falar pela minha experiência com chuveiros 220V. Nunca usei o de 110V.

Numa situação com canos de PVC em que omite a ligação do terra sempre que se liga ou desliga o chuveiro tem-se um breve momento de choque na torneira metálica. O breve momento é resultado do fato que o par de contatos do diafragma não serem exatos no momento da conexão ou desconexão. Então no breve momento em que apenas uma fase está ligada a linha dágua fica energizada e a torneira dá choque. O ato de aterrar suprime esse efeito pois o fio terra está localizado na entrada dágua e protege a linha dágua de propagar choque. Essa é uma situação em que o choque é breve, não provoca maiores danos pela brevidade do evento e não repetibilidade contínua.

Sobre o uso de triac para esse fim. Nessa aplicação, a dissipação de calor pelo triac não configura perda de eficiência pois ao transferir o calor para a água via cano metálico contribui para o objetivo final que é o aquecimento da água. Para evitar os efeitos acima descritos então o uso de 2, um por fase. Por favor, nem pensar em controle por angulo de fase. Com o uso de dente de serra analógico ou digital que não deve ser síncrono com a rede, assíncrono é recomendado, com um período que abrigue no mínimo 6 semi-ciclos e utilizando MOC com disparo zero grau consegue-se regular a temperatura sem ferrar com o fator de potência. Essa forma de regular era cara antes do MOC zero grau ser lançado. Hoje não se tem mais essa justificativa.

Pelo descrição acima se terá na prática um PWM que controlará quantos semiciclos inteiros a resistência ficará ligada dentro de um período fixo. O não sincronismo com a rede permitirá que a regulação tenha valor médio fracionado sem que se tenha que fracionar o semi-ciclo.

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55 minutos atrás, Sérgio Lembo disse:

Numa situação com canos de PVC em que omite a ligação do terra sempre que se liga ou desliga o chuveiro tem-se um breve momento de choque na torneira metálica.

 

O diafragma de um barato Bello Banho da Lorenzetti é uma coisa lenta. Aquilo fica tenso... a água ferve, antes do desligamento!

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E ainda tem uns relés de estado sólido, tipo um moc, como os (sem fazer propaganda) Fotek, que não são tão caros assim (uns R$ 50 cada) e prometem conduzir 220v/40A tranquilamente. Mas tem outras marcas, também. Aí só teria que inverter a lógica do programa: em vez do relé conduzir quando desativado, conduz quando ativado. Ou seja, caso o pai deseje desligar o timer, seria apenas passar por cima do contador de tempo. Já vi à venda inclusive com dissipador. (Venda casada? Pode isso, Arnaldo? rs...) E caso a pessoa goste de segurança extrema, poderia usar um por fase.

 

De novo, sem fazer propaganda, só como exemplo, olha o Fotek aí. (mas tem outros similares)

 

 

SSR40DA.pdf

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Voltando ao assunto do título do tópico, o que acha de usar arduíno, como foi sugerido, e um teclado matricial, onde cada pessoa digita sua senha, ou até mesmo um leitor e cartões RFID, onde cada pessoa teria o seu, e cada pessoa poderia ter o tempo de banho controlado individualmente

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Serjão a medida que fui lendo seu relato fui concordando ainda mais com tuas conjecturas. Desligar só uma fase, a outra fica na água o que implica que tal circuito não é mesmo apropriado pra meros mortais: o terra é condição sine qua non. O que permite manter a dúvida: como o chuveiro eletrônico comercial, que mantém a condição tão temida por ti, tratam tal situação? A obrigatória menção no manual de se ter um terra não conta.

 

15 horas atrás, rmlazzari58 disse:

algo que desarme os dois, moc e triac caso um deles caia. Dá até para pensar em um conjuntinho desses por fase, em sistema bifásico, como o diafragma do chuveiro desconecta as duas fases.

A princípio basta desarmar o moc e o triac não liga mais. Quanto a 2ª conjectura faz um pouco de sentido e sim e podeira ser um caminho do meio. O choque seria no máximo o da corrente de gate do triac.. o que pode não ser totalmente pequeno. Além de 2 triacs de potência já se aproxima do preço de um contator... ou não... não pesquisei.

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Só prá botar lenha na fogueira, esse timer precisaria cortar a energia ao chuveiro e não fornecer essa energia. Se o timer falhar (bateria do arduino, fonte de carga dessa bateria, travamento do processador, incêndio total no timer), que os banhos possam continuar sendo tomados. O timer precisaria ter um "normalmente fechado", será que não?

 

(Se bem que... como é que algo pode cortar sem ser o que fornece, né? "Não me tires o que não me podes dar", rs...)

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36 minutos atrás, rmlazzari58 disse:

Só prá botar lenha na fogueira, esse timer precisaria cortar a energia ao chuveiro

A bateria 9v não aguenta muito. Se for normalmente permissivo basta cortar a alimentação dele.

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Qualquer coincidência  com os links que eu já havia publicado é mera semelhança

3 horas atrás, Sérgio Lembo disse:

Esse aguenta 40A. Na Baú da Eletrônica por 8 reais

3 horas atrás, Sérgio Lembo disse:

Contator para 32A vão de 60 a 120 reais

A propósito bem vindo ao meu mundo. Viu só? Nem doeu muito

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2 horas atrás, Sérgio Lembo disse:

A bateria 9v não aguenta muito.

Talvez um conjunto bateria 18650 LiÍon + TP4056 + um carregadorzinho de celular...

 

Uma bateria dessa fornece facilmente 500mA por horas, sei lá... se for daquelas de 3.000mAh, dá uma 4 horas ou + em seguida, sem recarregar. Som consome variável, né? Depende da música...

 

Mas quanto pode consumir um moc? Um moc consome igual a um led comum? Se bem que moc = led + um transistor que tem lá dentro, não é isso?

 

(Quando a gente terminar o projeto, os filhos do colega @Silvatsc já casaram e mudaram, rs...)

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2 horas atrás, rmlazzari58 disse:

Só prá botar lenha na fogueira, esse timer precisaria cortar a energia ao chuveiro e não fornecer essa energia. Se o timer falhar (bateria do arduino, fonte de carga dessa bateria, travamento do processador, incêndio total no timer), que os banhos possam continuar sendo tomados. O timer precisaria ter um "normalmente fechado", será que não?

Eu tinha pensado na mesma coisa. Uma possível solução seria um relé ligado no NF, e o desligamento do chuveiro ser feito ligando o relé. Só não sei se tem relé com NF que aguente a carga do chuveiro.

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@rmlazzari58

Se preocupar com o consumo do equipamento com falta de energia não faz sentido. Sem energia = sem banho quente. Use fonte, desnecessário uso de pilha.

@Thiago Miotto Se raciocinar em corte vai complicar. Mais fácil raciocinar em autorizar. Simplifica tudo.

Esquece relé para a carga. Use um relé barato para acionar a bobina de um contator.

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3 minutos atrás, Sérgio Lembo disse:

Se raciocinar em corte vai complicar. Mais fácil raciocinar em autorizar. Simplifica tudo.

Não entendi. Em termos de programação do MC seria a mesma coisa.
Claro que se implementar o que propus, "o hack do banho quente infinito" seria desligar a fonte do arduino

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Ou use triac, mas o sistema de dissipação não sairá barato. Contator é muito mais simples.

Li proposta que o acionamento cortaria a energia. Com a energia normalmente cortada e dependente do MC para ser ligada resolve-se a questão.

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