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Pendrive USB 3.0 funcionará em meu computador com porta USB 2.0?


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Eu tava indo comprar pendrive e vejo que tem dois tipos: USB 2.0 que armazena 128gb por 120 reais e USB 3.0 que armazena 1TB por 120 reais. Ou seja, é o mesmo preço e armazena mais. Mas o que significa esse USB 3.0? Vou poder usar no meu computador? eu sou burro quanto as coisas de computação, nao sei se posso comprar

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@amc24 USB 3.0 é um padrão novo de USB que transmite mais dados em transferência.

 

Agora 1TB de pendrive é suspeito, tem mais cara de ser falso do que ser original.

 

Já vi uns pendrives que diz ter isso e no fim é falso.

 

 

O importante para você pegar um pendrive, é que a ponta USB dele seja igual a de cabos USB padrão ou de outro pendrive, que é a USB-A, formato padrão para encaixar na USB do PC, sem ligação a versão se é 2.0 ou 3.0.

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@amc24 2.0 e 3.0 se referem a taxa de transferência, 3.0 é mais rápido, em teoria se leva menos tempo pra transferir o mesmo arquivo.

Mas fique de olho nas dicas do @Elder Nauvirth , pendrive de 128Gb é bem comum, agora de 1Tb eu só vi da china até hoje, desse preço ai é pra suspeitar.

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Como achei curioso o fato de ser 1TB dei uma googlada e achei até de 2TB pelo mesmo preço. Li um ou 2 comentários e de fato não tinha esta capacidade. De fato é bom confirmar... pra nós. Caso compre, gentileza nos confirmar a veracidade ok? Sei que o teste de encher 1TB de dados é bem demoradinho - pode demorar horas - mas seria um bom agregado de conteúdo 🙂

Em tempo... alguns podem ter algoritmo de compactação o que aumenta artificialmente sua capacidade. Algo como ele "zipa" o arquivo na sua memória.

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  • BCP alterou o título para Pendrive USB 3.0 funcionará?
  • Membro VIP

Se a porta no computador não for 3.0, o pendrive funcionará na velocidade da versão que ela for, por exemplo, um USB 2.1.

 

@.if, qual a razão desse teste? Não basta dar uma olhada nas propriedades da partição (sistema de arquivos)?

 

@Elder Nauvirth , não me lembrava de já ter visto pendrive que não fosse USB A; mas o Google acabou de me mostrar! Agora tem uns pendrive com segundo plugue: Tipo C ou V8 (OTG).

 

usbc.jpg.d71a34ccbd46b230eada5a160c833047.jpg

 

Está me parecendo que o V8 é a versão 3.0 do plugue Micro USB. Não tenho certeza.

 

Aliás, o apelidado "Micro USB" (acima) na verdade é o  Micro-B.

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@alexandre.mbm De fato amigo está correto com as informações adicionais.

 

Eu não tinha especificado a questão de USB 3.0 e 2.1, pois se o usuário for leigo, pode acabar gerando mais duvidas ainda, porém, sim, está amplamente correta a informação de velocidade.

 

Já quanto a padrões de USB, hoje temos os Pendrives para celular, que tem conexão USB-C ou a micro-USB.

 

Eu tenho um Sandisk dual de 16gb que consigo usar no pc e no celular, claro que não é para usar ao mesmo tempo, mas a ideia é que você passe algo entre os dispositivos.

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3 horas atrás, alexandre.mbm disse:

, qual a razão desse teste? Não basta dar uma olhada nas propriedades da partição (sistema de arquivos)?

O pendrive ali descrito pelo autor do tópico tem jeito de ser falso por causa do preço baixo. 

Se você olha lá nas propriedades pode realmente indicar que cabe 1TB de arquivo, mas se realmente for falso vai dar erro bem antes... 

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6 horas atrás, Renato.88 disse:

O pendrive ali descrito pelo autor do tópico tem jeito de ser falso por causa do preço baixo. 

Se você olha lá nas propriedades pode realmente indicar que cabe 1TB de arquivo, mas se realmente for falso vai dar erro bem antes... 

 

Com certeza é falso.

Quando começaram a surgir os Pen-Drives, algum falsário esperto implementou um sistema de compressão de dados em temp real, tipo um ZIP, dentro do chip controlador de memória do pendrive.

E claro, alterou a tabela de arquivos para mostrar um tamanho bem maior do que o real.

A velocidade do Pen-drive caia bastante também por causa da necessidade de compactar/descompactar os dados em tempo real.

Cansei de ver esses pen-drives falsificados serem vendidos na região da Santa Efigenia, vinham bem embalados como se fossem mesmo originais...

 

Provavelmente ressuscitaram essa ideia novamente...

 

Um teste simples : pegue alguns arquivos e crie um arquivo .ZIP de pelo menos um Gb de tamanho.

Veja qual é o espaço livre que o pen-drive diz que tem, e anote.

Faça a cópia desse arquivo .zip para o pen-drive, e veja o novo espaço vazio que ele reporta após a cópia.

A diferença tem de ser o tamanho do arquivo .ZIP. Se for maior, por exemplo o dobro, pode apostar que é falsificado.

 

Paulo

 

 

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Me fez lembrar... antigamente havia uma tal memória cache que era opcional na compra de um pc. Custava uma mini fortuna mas com ela o desempenho do pc era bem maior. Pois bem... me deparei com uma memória cache placebo ou de farinha. Sério... Os terminais eram todos em curto e não havia nenhuma conexão com a pci. O curioso é que a própria bios 'reconhecia' a cache ou seja tava mancomunada com o sistema. Como a maioria dos usuários era completamente sem noção, como admitiu o autor do tópico, achava que tinha um computador top com altas memórias cache kk.

 

Também me fez (não) lembrar que havia no sistema DOS um driver que colocava no config.sys e autoexec.bat que compactava transparentemente o sistema do hd... tentando lembrar o nome ...  nunca usei...

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Em 17/04/2021 às 14:03, .if disse:

Também me fez (não) lembrar que havia no sistema DOS um driver que colocava no config.sys e autoexec.bat que compactava transparentemente o sistema do hd... tentando lembrar o nome ...  nunca usei...

A gente comprou um programa da Norton que prometia fazer isso, também não lembro o nome. Mas o i/o de disco ficou insuportávelmente lento.

 

Talvez seja um recurso para esses pendrives promissões: o tempo que gasta  prá ler, gravar... Se demorar muito, vai ver tá compactando. Ou como o Paulo disse, copiar um arquivo só de texto e um outro, zipado, e verificar os tamanhos.

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4 horas atrás, .if disse:

Me fez lembrar... antigamente havia uma tal memória cache que era opcional

 

Também me fez (não) lembrar que havia no sistema DOS um driver que colocava no config.sys e autoexec.bat que compactava transparentemente o sistema do hd... tentando lembrar o nome ...  nunca usei...

 

Não me lembro de algum PC ter tido memória cache opcional, o que havia e e eu vendí bastante na época dos 286 E 386 era o coprocessador matemático 8087, 80287 e 80387, o pessoal que usava aquelas planilhas enormes comprava sem pestanejar...

 

Sobre a compactação do seu HD em tempo real :

 

Uma empresa americana criou essa tecnologia por hardware, você comprava essa placa e instalava em seu PC, chamava -se Stacker, eu tinha essa placa em meu micro, e funcionava muito bem, era um tipo de coprocessador dedicado em compactação / descompactação.

 

A Microsoft comprou a empresa e pegou a tecnologia, e acabou usando o próprio processador existente para fazer isso sem hardware nenhum, bastava simplesmente um drive no Config.sys e pronto.

 

Mesmo nos 486 dx-2 e 386-40 Mhz que eram os tops naquela época o desempenho do software chegava perto da metade do desempenho da placa original da Stacker.

 

Nessa mesma época eu usava o gerenciador de memória Quarterdeck, que também foi comprado pela Microsoft e tornou-Se fundamental como software integrante do Windows 95 em diante.

 

Haviam muitos drivers que eram carregados no Config.sys, e usavam um monte de memória convencional ( aquela abaixo dos 640K originais usados pelos PÇs XT ) e comprometiam o funcionamento de alguns programas; o Quarterdeck permitia usar a memória estendida  ( aquela acima dos 640K e abaixo dos 1 Mb ) para carregar todos os drivers nelas e assim liberava quase todo os 640K para nossos programas .

 

Saudades desse tempo...  mas a parte ruim é que a Microsoft tornava a vida dessas pequenas empresas um inferno, sempre processado elas por quebra de alguma patente deles, e no final acabavam vendendo a empresa para eles....

 

Paulo

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Em 17/04/2021 às 18:44, aphawk disse:

Não me lembro de algum PC ter tido memória cache opcional

Sinistro você - logo você Paul ... pow - não se lembrar. Quanta solidão 😢 .

Havia até soquetes pra elas...

img-7aa7253c.jpeg?fit=scale

...

647px-COAST_CPU.jpg300px-Cache-on-a-stick_module.jpg

https://en.wikipedia.org/wiki/Cache_on_a_stick

 

E reconectando o passado ao presente tópico usb,...  lembrei... era o tal driverspace...

https://en.wikipedia.org/wiki/DriveSpace

 

Tipo assim... Ele não lê quando não é mencionado ... apenas ouve o que escrevemos, portanto o que pensamos. Como O mencionei senti vontade pedir-Lhe perdão por ti 😁

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Voltando ao tópico

Pendrives falsos tem o software de controle falsificado, fazendo eles acreditarem que tem aquela capacidade a mais. Mas depois de encher a capacidade real, ele começa a sobrescrever a memória em outros lugares.


Este é o programa que uso para testar pendrives e SDs: https://www.heise.de/download/product/h2testw-50539
Ele grava o pendrive inteiro e depois lê.

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@.if ,

 

Não lembrei porque isso não era opcional kkkkk  isso de cache L2 externo nunca havia existido... foi introduzido apenas nos primeiros processadores Pentium porque o bicho ficou grande demais e não cabia o cache L2 dentro kkkk.  e essa memória cache fazia parte da motherboard, o que havia de opcional era apenas o tamanho dela quando da compra da motherboard !

 

Nunca vi e nem comprei uma motherboard para esses Pentiuns que não tivesse o cache já instalado...

 

Nem imaginei que havia algum esperto que vendia a motherboard sem esse cache e depois oferecia o cache como "opcional" kkkkk mas como o mundo inteiro diz, aqui é a terra de Gérson né , "o negócio é levar vantagem em tudo, cerrrrrrto !

 

De qualquer maneira isso de cache em chips externos só acontecia com os primeiros modelos de Pentium de baixa velocidade, logo surgiram os modelos MMX que já tinham o cache e novas instruções embutidos.

 

Sobre o Driverspace .... a verdade está lá fora :

 

Stacker

 

Que saudades desse tempo ...

 

Paulo

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1 hora atrás, aphawk disse:

Sobre o Driverspace

 

Falei em Norton mas na verdade foi o Stacker que a gente comprou, Paulo. O Norton que a gente comprou apenas era capaz de manipular arquivos comprimidos, para check disc, defrag, essas coisas. Mas o que a gente comprou era software, não placa...

 

Agora, sobre a tal Lei de Gerson... o nome completo nunca revelado do Bill Gates sempre foi William Henry Gerson Gates, rs... Essa lei só virou brasileira depois de importada e isso foi antes de inventarem PCs.

 

(Brincadeira, o nome do cara é sem o "Gerson")

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Minha memória da cache de farinha (ok em duplo sentido) que vi com meus próprios olhos fora corroborada há décadas literalmente...

e sim era opcional no sentido que o sistema funcionava sem ela e pelo simples fato de ela ser soqueteada.

Na época quando o 486 vinha do paraguai havia opções de 'montagem' algo como: 4M/8M de ram, com/sem cache, modem 14000/28800 e etc. Mas como você era rico escolhia sempre a top e nem se preocupava com detalhes kk.

Mas me lembro também de algumas m.b. que tinha cache (de farinha ou não) soldada na pci. Aí sim não era opcional.

Daqui há muitos anos eu ainda quero sentir saudades dos dias de hoje kk... Passado... presente.😁

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13 horas atrás, Thiago Miotto disse:

depois de encher a capacidade real, ele começa a sobrescrever a memória em outros lugares

 

Simplesmente começa a corromper tudo?!

 

Vixe...

 

13 horas atrás, Thiago Miotto disse:

Este é o programa que uso para testar pendrives e SDs: H2Testw (alemão)

 

Ele grava o pendrive inteiro e depois lê.

 

Recorri ao Google Translator.

 

Citação

Uma memória principal (RAM) com defeito também gera relatórios de problemas do H2Testw. Para descartar isso, você pode tes a memória principal com Memtest86+.

 

Além disso, um cabo com defeito ou uma porta USB quebrada pode causar o problema. Para descartar essas causas do problema, se um problema for relatado, outro teste deve ser realizado desde o início com um cabo diferente em uma porta USB diferente.

 

Citação

Em princípio, H2Testw suporta todos os suportes de dados. Além de um stick USB ou um cartão de memória, um disco rígido ou SSD também pode ser verificado quanto a problemas. Cartões SD, cartões micro SD e CompactFlash são suportados para cartões de memória. Com um cartão SD ou cartão micro SD, H2Testw também pode lidar com os tipos SDHC e SDXC.

 

A página ainda menciona o F3 como segunda alternativa em Linux, já que a primeira seria o próprio H2Testw rodando em cima do Wine.

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Minha intenção com as citações não foi desfazer dos cuidados. Foi, pelo contrário, trazer a informação em português. Aquela página de download até que é bem rica em texto. Ela recomenda que o dispositivo a ser testado seja esvaziado antes, dedicado exclusivamente ao teste.

 

"F3", o nome do utilitário alternativo para Linux,  significa: Fight Flash Fraud ou Fight Fake Flash. A página menciona que nos países de língua inglesa o tópico está em alta. Realmente é novo pra mim.

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3 horas atrás, alexandre.mbm disse:

"F3", o nome do utilitário alternativo para Linux,  significa: Fight Flash Fraud ou Fight Fake Flash. A página menciona que nos países de língua inglesa o tópico está em alta. Realmente é novo pra mim.

Bem útil!

 

Valeu!

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@.if ,

 

Eu me lembro da primeira placa-mãe Pentium que eu montei, era um Pentium 75 Mhz que levava um pau violento do 486 dx4-120 Mhz ....

 

A decepção foi enorme... imagina sem o cache externo deveria ser mais lento que um 286 ....

 

@rmlazzari58 ,

 

O Stacker 2.0 era muito bom, eu também instalei ele em vários micros, até chegar o Dos 6.0, o qual logo eu também substitui pelo DR. DOS 6.0 que era bem mais completo.

 

Olha, o Bill Gates era um cara esperto demais, ele merecia ter o nome Gérson também .... mas naquela época de Secretaria Especial de Informática ( SEI ) e a tão aplaudida Reserva de Mercado para os fabricantes nacionais, tinha muita coisa errada e um monte de Gersons ... Eu corrí risco de vida por muitos anos, não podia revelar o que eu descobri em 1986 pois o meu nome, o da minha equipe e o da diretoria da empresa em que trabalhava ficou "anotado", com a ordem bem clara : nada seria divulgado ou haveriam represálias para todos, e a empresa, mesmo sendo Multinacional, obedeceu direitinho para não perder os seus principais clientes ( Petrobras e Eletrobrás ), e desde aquela época os Gersons se multiplicaram .... hoje eu já posso falar disso sem temores.

 

Eu gostava dos programas do Peter Norton, os utilitários eram fantásticos, e o Anti-vírus funcionava muito bem, até a Microsoft "comprar" a tecnologia e embutir nos Windows mais modernos  ( e que não funcionam nem de longe igual ao Norton Antivírus)  .

 

Alguns chamam isso de Progresso, eu já vejo como "eliminação de concorrentes" ...

 

Paulo

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11 minutos atrás, aphawk disse:

Alguns chamam isso de Progresso, eu já vejo como "eliminação de concorrentes" ...

Sim, uma das coisas mais legais de se aposentar é poder se dar ao luxo de não ficar competindo, de poder procurar ser legal com todo mundo. Essa, como você bem o disse, "eliminação de concorrentes", o tal do "posso até não ser capaz de ganhar mas pelo menos sou capaz de fazer você perder", é, a meu ver o oposto de progresso. Se fosse possível calcular a diferença entre o que as pessoas realizam e o que poderiam realizar se não houvesse tal "eliminação", se não houvesse sabotagem de potencial das pessoas - inclusive entre pessoas que se amam -, com certeza daria um número astronômico. "Competitividade extrema", "política agressiva (agressiva, é mole?) de vendas", "quero liberdade, não leis!" são dogmas que nos prendem, humanos, a um passado de barbárie, neandertais, a atrasos lamentáveis.

 

Grande, enorme angústia...

 

Agora, na minha visão não é Bill Gates, é um sistema muito maior que essa pessoa, um sistema que envolve interesses geopolíticos, que envolve economia mundial, que desvincula trabalho e dinheiro de forma tão vil, cruel que... é só ver o tanto de gente que trabalha e o tanto que vive bem.

 

Enfim... caros administradores, por favor desculpem o off topic.

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  • OPiantino alterou o título para Pendrive USB 3.0 funcionará em meu computador com porta USB 2.0?

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