<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0"><channel><title>An&#xE1;lises: Análises</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/page/2/</link><description>An&#xE1;lises: Análises</description><language>pt</language><item><title>Teste do Headset Psyko 5.1 da Psyko Audio Labs</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-psyko-51-da-psyko-audio-labs-r35505/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_HeadsetPsyko5.1daPsykoAudioLabs.jpg.6ba7b9ff4bdca00f594f04e833d617ff.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	Já tem algum tempo que entrevistamos James Hildebrandt, fundador e CEO do Psyko Audios Labs, que anunciou uma criação revolucionária em termos de headset 5.1 voltado para games. <a href="https://www.clubedohardware.com.br/artigos/audio/entrevista-com-o-inventor-da-psyko-labs-r35058/" target="_blank" rel="">Vale a pena ver o que ele teve a dizer durante a conversa</a>. Mas, agora, chega aquele momento em que o técnico cala a boca e o time entra em campo para mostrar se, de fato, tinha todo aquele futebol. Como de praxe, vamos examinar as características físicas do produto para depois comentar como ele se saiu nos testes.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_pendurado.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O Psyko 5.1 PC Gaming Headset
</p>

<p>
	O aparelho é realmente grande. O que seria a alça que passa pela cabeça é, na verdade, o centro nervoso do headset, onde estão localizados os dutos de ar que distribuem os sons para as saídas nos fones. Eles funcionam como caixas de som esticadas, conduzindo o som pelo ar. A parte interna, em contato com o topo da cabeça, tem dentes almofadados para distribuir o peso de maneira confortável. Sim, o Psyko é bem mais pesado do que headsets comuns, mas a aparência induz a pensar que ele seja mais pesado do que realmente é, pois afinal os dutos de ar não pesam tanto assim.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_alca.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: A alça da cabeça
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_almofadas.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: A parte interna da alça
</p>

<p>
	Os fones têm almofadas envoltas em tecido, um subwoofer e duas caixinhas em miniatura de cada lado da orelha. Parece realmente um home theater em miniatura ao redor do ouvido do usuário.  Para aliviar o calor de horas de uso, a tampa do fone abre um pouco para ventilar. Acompanha um microne para ser plugado no fone direito.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_fones.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: Os fones
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura5_caixas.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 5</strong>: As caixas internas
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura6_tampa.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 6</strong>: Tampa de ventilação
</p>

<p>
	[pagination="Conectando o Psyko"]
</p>

<p>
	Além do headset em si, o sistema Pskyo ainda inclui um amplificador com as conexões 5.1. O cabo que sai do fone tem que ser ligado às entradas coloridas respectivas no amplificador, de onde partem dois cabos: o de força, para a rede elétrica, e o de som para ser ligado ao PC, também seguindo o esquema de cores. Todas as conexões de áudio são em plugues 3,5 mm (“bananinha”). Basta seguir a indicação colorida da placa de som 5.1 do PC, sem complicação.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura7_amplificador.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 7</strong>: Frente do amplificador
</p>

<p>
	Se o usuário não tiver uma placa 5.1, é preciso fazer uma pequena gambiarra. Utilize as três tomadas de áudio traseiras e uma das duas frontais, que são reconfiguráveis via software dentro do Windows. Porém, como os cabos do amplificador são unidos, será necessário arrumar um extensor para que um deles alcance a tomadas frontal. Uma vez plugados, abra o gerenciador de áudio da Realtek e habilite as tomadas como quiser. Não fica um solução esteticamente agradável, mas funciona.
</p>

<p style="text-align: center;">
	 <img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura8_costas_amplificador.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 8</strong>: Traseira do amplificador
</p>

<p>
	A frente do amplificador apresenta um botão de volume à direita (que também serve para ligá-lo), um controle de intensidade do grave e da ambiência do som surround, e um mostrador luminoso indicando os canais de som ativos no momento.
</p>

<p>
	Com tudo plugado e o programa do Windows reconhecendo o Psyko, chegou a hora boa de jogar e colocar o headset à prova.
</p>

<p>
	[pagination=" Testando o Psyko"]
</p>

<p>
	O slogan do produto diz que ele é “o início da era do som como arma”. Parece algo saído da adaptação de <em>Duna </em>para os cinemas, em que uma arma sônica é usada pelos rebeldes do planeta desértico Arrakis (arma que só existe no filme, não no livro). Referências nerd à parte, a ideia do Psyko é que a imersão e ambiência sejam fatores que auxiliem o jogador a melhorar o desempenho. Quem joga FPS, os jogos de tiro em primeira pessoa, sabe como a informação da aproximação de um inimigo e da direção de um combate pode determinar a sobrevivência ou não, em alguns casos. E, claro, um grave retumbante e efeitos sonoros bem reproduzidos dão a sensação de se estar em pleno combate, aumentando a adrenalina e a curtição do jogo.
</p>

<p>
	Antes de jogarmos, testamos a configuração do som 5.1 e do desempenho técnico do headset. Usamos faixas de áudio disponíveis na internet para esse fim, como os oferecidos gratuitamente pelo site <a href="http://www.lynnemusic.com/surround.html" target="_blank" rel="external nofollow">Lynne Music</a> e <a href="http://www.stealthsettings.com/bass-effects-dolby-digital-dts-thx-surround-speakers-test.html" target="_blank" rel="external nofollow">Stealth Settings</a>. O primeiro oferece um arquivo em que uma voz identifica, um a um, o canal que está sendo tocado. O outro site contém faixas com testes de som da THX, alguns com elementos de vários filmes e games, outros que exigem bastante do subwoofer. O teste foi impressionante, especialmente com o som que saiu das caixas traseiras. Ele realmente surgiu por trás do ouvido, envolvendo o fone. Não é preciso ter ouvido musical para captar as nuances, mas quem tiver mais aptidão vai curtir o envolvimento sonoro.
</p>

<p>
	Para curtir todo o potencial do headset, colocamos o jogo que julgamos o melhor em termos de som dos últimos tempos: Battlefield Bad Company 2. O game já impressiona em um headset normal, mas quando o Psyko entrou em cena foi preciso recalibrar o volume do jogo e a potência do amplificador para não sermos sobrepujados pelo som em si. Com tudo certinho, a imersão foi de cinema. Um dos momentos mais impressionantes do teste foi tentar escapar do helicóptero inimigo. Ao corrermos para o abrigo de uma casamata, foi possível ter noção do posicionamento da aeronave pelo som surround retumbando no headset, sem precisar confiar no minimapa. Escapamos pelo outro lado e ainda deu para chegar a uma artilharia com vida. É uma sensação que só quem joga aprecia, especialmente quando o equipamento aumenta a percepção de realismo.
</p>

<p>
	O peso é um fator a ser considerado: apesar de ser mais leve do que aparenta, o Psyko ainda assim é mais pesado e “trambolho” que a concorrência, e isso ao longo do tempo cansa mais do que o normal. As soluções para torná-lo confortável são eficientes, mas o nível de tolerância vai depender de cada um. Só ressaltamos que ele realmente não é pesado como o design leva a crer. O ideal seria poder prová-lo, mas como ele é um produto importado no Brasil, não é possível tirá-lo de uma prateleira para testar o conforto.
</p>

<p>
	O headset proporcionou uma sensação de surround parecida com aquela encontrada no ambiente externo de um home theater, cumprindo a promessa de seu criador James Hildebrandt, que havia dito que a experiência ocorria de forma natural, sem parecer uma simulação de surround.
</p>

<p>
	[pagination="Especificações"]As principais especificações do headset Psyko 5.1 da Psyko Audio Labs são:<br>
	<br>
	<strong>Especificações do Headset</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Impedância: 32 Ω (canais frontais, central e traseiros) e 90-120 Ω (subwoofer, por fone)
	</li>
	<li>
		Sensibilidade: 103 dB
	</li>
	<li>
		Conectores: 3,5 mm
	</li>
	<li>
		Peso: 540 g
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Especificações do Amplificador</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Impedância de entrada: 1 KΩ nominal, 950 Ω mínimo
	</li>
	<li>
		Impedância de saída: &lt; 1 Ω
	</li>
	<li>
		Potência: 125 mW mínimo por canal com todos os canais ativos, 1 kHz, 425 mW mínimo com apenas um canal ativo, 1 kHz
	</li>
	<li>
		Limite de sinal: +/- 3 Volts (6 Vpp)
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Outros</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.psykoaudio.com/" rel="external nofollow">http://www.psykoaudio.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço médio nos EUA*: USD 199,99
	</li>
</ul>

<p>
	* Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste.[pagination="Conclusões"]
</p>

<p>
	Abaixo você confere um resumo do que achamos do headset Psyko 5.1 da Psyko Labs.
</p>

<p>
	<strong>Pontos Fortes</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Apoio confortável para a cabeça
	</li>
	<li>
		Facilidade de instalação
	</li>
	<li>
		Som surround 5.1 perfeito e natural, em uma experiência digna de home theater
	</li>
	<li>
		Design futurista combina com projeto revolucionário e diminui a sensação de “trambolho”
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Tamanho pouco prático para transporte
	</li>
	<li>
		Um pouco pesado
	</li>
	<li>
		Vendido ao preço de USD 200 nos EUA (já considerado caro por lá), o aparelho já foi visto por R$ 1.200 no Brasil, mais do que o triplo
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">35505</guid><pubDate>Tue, 23 Nov 2010 17:56:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Headset sem Fio World of Warcraft da Creative</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-sem-fio-world-of-warcraft-da-creative-r35404/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_HeadsetsemFioWorldofWarcraftdaCreative.jpg.599a046766687085aa1e4561ce6f6dd8.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	Um rápido aviso: não é preciso curtir/jogar World of Warcraft, o maior MMORPG do mundo, para apreciar esse headset sem fio que a Creative Labs lançou. Claro que os fãs (como nós) vão apreciar o design inspirado no jogo e o software que distorce a voz imitando personagens do RPG, mas o World of Warcratf Wireless Headset é indicado para quem procura uma solução sem fio para jogar e queira um som excelente aliado a um extremo conforto. O usuário joga durante horas sem sentir peso na cabeça ou pressão nos ouvidos e curte um som de alta qualidade. É difícil conter os elogios logo assim de primeira, então vamos nos concentrar em descrever o headset.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="World of Warcraft Wireless Headset" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_wowhead.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O World of Warcraft Wireless Headset.
</p>

<p>
	A primeira impressão é que o headset é um tremendo trambolho. Ele tem alto-falantes grandes, do tipo que encobrem todo o ouvido, acolchoados com couro, e uma haste também com interior acolchoado. Porém, o conjunto é bem leve, feito de plástico, e até recomendamos que seja transportado na charmosa bolsa de couro que acompanha o headset, para evitar que se parta dentro de uma mochila.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="World of Warcraft Wireless Headset" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_wowfalante.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: Detalhes dos alto-falantes.
</p>

<p>
	No ouvido esquerdo ficam os botões de volume (na borda cheia de runas), o botão de emudecer o microfone, e mais o liga/desliga/sincronismo com a unidade USB sem fio, que transmite o som via radiofrequencia de 2.4GHz. Há ainda uma entrada mini USB para carregar o headset, que funciona mesmo com a bateria recebendo carga nova. O microfone é destacável e pode ser retirado para que o WoW Headset funcione como um fone de ouvido comum. Os alto-falantes giram no próprio eixo para compactar e transportar o headset e tem discos luminosos que entraremos em detalhes na próxima seção.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="World of Warcraft Wireless Headset" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_wowcontrole.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: O conjunto de controles.
</p>

<p>
	[pagination="Configuração e Personalização"]
</p>

<p>
	Para os fãs de World of Warcraft, o headset apresenta dois emblemas representando as facções em disputa no mundo de Azeroth – a “Horda” e a “Aliança”. A Creative também promete lançar conjuntos individuais baseados em classes e raças do jogo, contudo, por enquanto, existem apenas essas duas opções. O usuário pode trocar os discos transparentes com o auxílio de pequena ferramenta fornecida com o headset.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="World of Warcraft Wireless Headset" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_wowluz.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: Emblema iluminado.
</p>

<p>
	O headset funciona imediatamente ao ser ligado. Conecte o transmissor USB a uma porta vazia, ligue o cabo do headset para que ele ganhe a primeira carga e o Windows 7 prontamente baixa um driver, reconhece o aparelho e pergunta se quer se tornar o padrão para a máquina. Para tirar o máximo do WoW Wireless Headset, contudo, é preciso baixar o programa de configuração do site da Creative Labs, que permite tirar proveito da equalização com certificação THX. Acreditem: vale a pena tanto em termos de desempenho, quanto de diversão. Explicamos a seguir.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="World of Warcraft Wireless Headset" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura5_wowconfig.gif" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 5</strong>: O programa de configuração.
</p>

<p>
	Através do programa, é possível controlar a iluminação (até 16 milhões de tons de cores) dos emblemas ou até desligá-la, e usar a equalização para realçar vozes e graves, por exemplo. O software permite criar perfis a serem associados com games, conversas via VOIP, audição musical e outros fins. Em nosso caso, o realce de voz foi ótimo, pois jogamos World of Warcraft e Modern Warfare 2 nos comunicando com os amigos via ligação Skype. Tentamos aumentar muito os graves, mas a resposta foi tão cinematográfica que realmente parecíamos estar no meio de um tiroteio no Iraque. Depois de alguns ajustes, descobrimos a melhor regulagem para o nosso gosto e salvamos. É possível também criar teclas de atalho para emudecer o microfone, trocar os perfis e alterar a equalização. Bacana.
</p>

<p>
	O software ainda permite uma brincadeira que, até agora, ainda não cansou os companheiros de jogatina: alterar a voz para vários tipos de personagens de World of Warcraft, como “orc fêmea”, “velho da aldeia”, “elfo”, “felguard” (um soldado demoníaco). É pura gaiatice e garantia de muitas risadas. Não tem nada a ver com o desempenho do produto, porém é um detalhe legal a mais.
</p>

<p>
	[pagination="Usando o Headset "]
</p>

<p>
	Uma expressão define bem o WoW Wireless Headset: conforto absoluto. Enfrentamos maratonas diárias de três horas – e algumas de cinco a sete de jogatina – e nem sentimos o aparelho na cabeça. Orelhas completamente envolvidas, boa imersão (não ouvimos o celular tocar várias vezes por perto), sem pressão no lado ou topo do crânio. A borda macia também não comprime a haste de óculos para quem precisa deles. Levamos um tempinho ajustando o som ao nosso gosto e de acordo com as características de cada jogo, o que é legal pois o headset torna as conversas mais claras e a ambiencia da trilha e efeitos sonoros de cada título.
</p>

<p>
	A bateria, com efeitos no talo e as luzes ligadas no máximo, piscando, é consumida em cinco horas e simplesmente acaba, sem um aviso sonoro. É preciso manter o cabo à mão para voltar a carregá-la e ouvir/dizer alguma coisa. Com tudo apagado e sem tantos efeitos, aí a bateria dura até mais do que oito horas. O microfone unidirecional dobra-se em direção à boca e tem bom isolamento do som de fora.
</p>

<p>
	Para outras funções, o WoW Wireless Headset também se sai muito bem. Teve excelente resposta para ouvir música e ver filmes graças à equalização e filtros de som, mas é claro que não é um fone de ouvido profissional de estúdio. Ele trabalha dentro da faixa de resposta de frequencia de 20 Hz a 20 kHz e tem imãs de neodímio de 40 mm.
</p>

<p>
	Quanto ao desempenho sem fio, a transmissão por radiofrequencia não sofreu interferência do celular ou do roteador. O alcance varia de acordo com a disposição dos aposentos e paredes do ambiente. Na casa de um amigo que também tem um WoW Wireless Headset, ele conseguia ir até a cozinha pegar um café e continuava a conversar conosco; para nosso azar, o nosso aparelho funciona até dez passos do PC e para de funcionar justamente a um passo da porta da geladeira, retomando o trabalho assim que voltamos ao corredor. Nada ruim, mas queríamos pegar nossa cerveja continuando o papo com os colegas.
</p>

<p>
	Já testamos aqui vários headsets e o WoW Wireless Headset aposentou todos eles: não dá para superar o conforto, qualidade de som, imersão e a liberdade de ter menos um fio pendurado na máquina. Ele é bem caro, mesmo para os padrões americanos (USD 160), e aqui no Brasil custaria uma fábula, mas vale a pena pedir para aquele amigo viajando ou parente que mora nos EUA para enviar para cá. Só não conte para os colegas de jogo: na próxima partida, mude a voz para o “velho da aldeia” e espere pelas gargalhadas do outro lado da linha.
</p>

<p>
	[pagination="Principais Especificações"]As principais especificações do World of Warcraft Wireless Headset da Creative são:<br>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Transdutores de imã de neodímio de 40 mm
	</li>
	<li>
		Resposta de frequencia do alto-falante: 20 Hz - 20 kHz
	</li>
	<li>
		Impedância do alto-falante: 32 ohms
	</li>
	<li>
		Sensibilidade do alto-falante (1 kHz): 112 dB/mW
	</li>
	<li>
		Resposta de frequencia do microfone: 100 Hz - 7 kHz
	</li>
	<li>
		Impedância do microfone: 2.2 Kohms
	</li>
	<li>
		Sensibilidade do microfone (1 kHz): -48 dBV/Pa (unidirecional)
	</li>
	<li>
		Relação sinal-ruído sem fio: acima de 87 dB
	</li>
	<li>
		Bateria recarregável de polímero de lítio
	</li>
	<li>
		Duração da carga: quatro horas
	</li>
	<li>
		Duração da bateria: de cinco a nove horas
	</li>
	<li>
		Banda de transmissão sem fio: 2.4 GHz ISM
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://us.store.creative.com/Sound-Blaster-World-Of-Warcraft-Wireless/M/B002L6GCP8.htm" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.creative.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço sugerido nos EUA: US$ 159,99
	</li>
</ul>

<p>
	[pagination=" Conclusões"]Abaixo você confere um resumo do que achamos do headset sem fio World of Warcraft da Creative.<br>
	<br>
	<strong>Pontos Fortes</strong><br>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Ótima equalização e ajustes de som
	</li>
	<li>
		Grave possante e voz cristalina
	</li>
	<li>
		Conforto absoluto
	</li>
	<li>
		Alto-falantes giratórios para transporte
	</li>
	<li>
		Acabamento de primeira com bolsa de couro
	</li>
	<li>
		Menos um fio ligado ao PC
	</li>
	<li>
		Fãs de WoW vão babar com o visual
	</li>
	<li>
		Aparência robusta
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Não há aviso sonoro quando a bateria vai acabar
	</li>
	<li>
		Preço alto nos EUA vira astronômico aqui no Brasil
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">35404</guid><pubDate>Sat, 19 Jun 2010 21:14:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Fone de Ouvido Arctic Cooling E361-WM</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-fone-de-ouvido-arctic-cooling-e361-wm-r35315/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_FonedeOuvidoArcticCoolingE361-WM.jpg.5a79b8fce05c93c2792d80dbac94f95b.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]De vez em quando, empresas resolvem atuar em outra área e batem um bolão. Foi o que aconteceu com Arctic Cooling, cujo nome já anuncia que trabalha com coolers, que se arriscou na seara dos fones de ouvido com o modelo intra-auricular Arctic Sound E361-WM. Ele vem com um pequeno microfone para ser usado com iPhones, smartphones e até mesmo fazer as vezes de um headset em um PC ou laptop. O resultado foi muito bom em vários aspectos, como vamos conferir no teste a seguir.<br>
	 
</p>

<div>
	<img alt="fone E361-WM" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_fonesolto.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1:</strong> O fone Arctic Sound E361-WM da Arctic Cooling.
</div>

<p>
	<br>
	O E361-WM vem na cor preta ou branca. Recebemos o modelo branco para testar. Os fones são de alumínio para inserção direta no canal do ouvido com ponta de silicone. Aliás, ele vem com três pares de pontas de silicone - um pequeno, outro médio e, por fim, um grande – para que o usuário escolhe o mais adequado para a orelha. Tem cabo de 1,3 metro, conector P2 (3,5 mm) banhado a ouro em ângulo, e um prendedor de camisa. No cabo do auricular direito fica o pequeno microfone retangular.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<div>
	<img alt="fone E361-WM" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_closenosfones.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: Detalhe dos fones.
</div>

<p>
	<br>
	Para funcionar como headset, a Arctic Cooling incluiu um adaptador que separa o canal de audição e o de microfone também com conectores de 3,5 mm. Além dos três pares de pontas de silicone, adaptador e clipe, o E361-WM vem com um estojinho circular, fechado com zíper, com um miolo oco e protuberante onde o usuário pode enrolar o cabo e guardar os fones no meio. Se você é do tipo cuidadoso que gosta de cada coisa em seu lugar, e odeia enrolar um fone de qualquer forma e jogar no fundo da mochila, esse estojinho é um sonho tornado realidade.
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<div>
	<img alt="fone E361-WM" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_acessorios.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: Acessórios.
</div>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<div>
	<img alt="fone E361-WM" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_caixinha.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: Enrolado na estojinho.
</div>

<p>
	[pagination="Testando o Arctic Sound E361-WM"]Como o fone tem dupla função, tanto para ouvir música como servir de headset, realizamos o teste em etapas. Primeiramente, plugamos em nosso iPod Touch (testado <a href="https://www.clubedohardware.com.br/analises/eletronicos/teste-do-ipod-touch-de-2a-geracao-r34960/" rel="" target="_blank">aqui</a>) e ouvimos uma seleção musical variada, incluindo podcasts. O grande destaque ficou para o baixo possante e que não distorcia os demais canais quando ouvimos gêneros como música eletrônica e hip-hop. A audição do podcast Forcecast (sobre Star Wars), que baixamos semanalmente, foi tão cristalina que parecia que os apresentadores estavam na sala conosco. Como o fone é intra-auricular e ainda permite a escolha do tamanho adequado da ponta de silicone, a vedação do som externo foi muito satisfatória, garantindo uma grande imersão musical. É bom compensar um pouco o volume para não ficar tonto após algumas horas de uso. Apesar de inútil em um iPod convencional, o microfone apresenta um controle que permite pausar/retomar a execução de uma música, o que é utilíssimo quando se está curtindo um som na rua e é preciso parar para ouvir alguém, por exemplo.<br>
	<br>
	Para testá-lo como headset, apelamos para o iPhone de um amigo. Nesse caso, o controle do microfone permite que o usuário deixe uma chamada em espera e atenda outra. Para usá-lo em um laptop e PC, precisamos do adaptador que separa os canais de som e microfone. O E361-WM funcionou adequadamente no Skype. Não foi preciso levar o microfone à boca, ele captou bem o som na altura em que fica no cabo direito.<br>
	<br>
	Em uma análise final, aprovamos o baixo possante e o som cristalino de um fone de ouvido que não tem pretensões de ser um produto especifico para audiófilos. A inclusão de um microfone o torna uma ótima alternativa para um headset portátil, especialmente para usuários de smartphones. E o acondicionamento e acabamento caprichados só somam pontos na avaliação. O E361-WM já virou o companheiro inseparável de nosso iPod.[pagination="Principais Especificações"]As principais especificações do fone Arctic Sound E361-WM da Arctic Cooling são:
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Conector de 3,5 mm
	</li>
	<li>
		Resposta de Frequência: 18- 26,000 Hz
	</li>
	<li>
		Impedância: 32 Ω
	</li>
	<li>
		Sensibilidade: 105 dB/mW
	</li>
	<li>
		Potência máxima: 15 mW
	</li>
	<li>
		Cabo de 1,3 m
	</li>
	<li>
		Peso: 5 g
	</li>
	<li>
		Inclui três tamanhos de espumas, estojo de transporte e separador de voz e som.
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.arctic.ac//catalog/product_info.php?cPath=81_83&amp;mID=512&amp;page=spec" rel="external nofollow" target="_blank">http://www.arctic.ac/</a>
	</li>
	<li>
		Preço sugerido nos EUA: US$ 34,95
	</li>
</ul>

<p>
	[pagination="Considerações finais"]
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	Veja abaixo um resumo do que achamos deste produto. 
</p>

<p>
	<strong>Pontos Altos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Grave forte e sem distorção
	</li>
	<li>
		Belo estojo de armazenamento
	</li>
	<li>
		Três tamanhos de fones confortáveis
	</li>
	<li>
		Imersão sonora
	</li>
	<li>
		Funciona bem como headset
	</li>
	<li>
		Microfone tem controle de pausa de execução de música
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Ponto Fraco</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		O controle do microfone podia ser mais fácil de acionar.
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">35315</guid><pubDate>Tue, 16 Mar 2010 14:31:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Headset Hammer E-Sport da Zowie</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-hammer-e-sport-da-zowie-r35232/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_HeadsetHammerE-SportdaZowie.jpg.87b9033094f2e1992b09aeb924635390.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	Com a febre dos jogos multiplayer, ter um headset — o conjunto formado por fone de ouvido e microfone — tornou-se fundamental para que o jogador possa se comunicar entre os companheiros e, eventualmente, com os adversários. A Zowie entrou no mercado com produtos voltados para jogos e, dentre os lançamentos de estreia está o headset Hammer E-Sport. O estilo lembra os fones de ouvido clássicos de DJs das antigas — um amigo chegou a chamá-lo de “Paradise Garage”, referindo-se à boate novaiorquina dos anos 70/80 onde surgiu a vertente garage da house music. O modelo tem grandes falantes que cobrem toda a orelha, uma estrutura reforçada para evitar rompimentos da haste de cabeça e a que sustenta o microfone, além de contar com um extensor de cabo que é útil para quem fala ao telefone (no caso Skype) caminhando pelo quarto. Vamos examiná-lo em detalhes.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="headset Hammer" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_hammer_port.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O Hammer.
</p>

<p>
	O Hammer inclui dois conjuntos de almofadas, um de couro, outro de tecido, para atender à preferência do freguês. Teoricamente, o de couro é mais indicado para ouvir músicas e outras atividades multimídias, enquanto o de tecido, que esquenta menos, é bom para horas de jogatina. Vai do gosto pessoal de cada um mas, realmente, a almofada de tecido é mais fresca.
</p>

<p>
	No meio do cabo há um grande módulo com chaveamento para microfone mudo/aberto, controle de volume e clipe para camisa. Ele podia ser um pouco menor, mas ao menos segue a linha visual “grande” do Hammer e não deixa que o usuário acidentalmente acione o botão que silencia o microfone.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="headset Hammer" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_almofadas_port.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: As almofadas.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="headset Hammer" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_controle_port.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: O módulo de controle.
</p>

<p>
	Falando no microfone, ele também é grande e vem protegido em um bocal de plástico. Comentaremos sobre seu desempenho a seguir.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img alt="headset Hammer" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_microfone_port.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: Detalhe do microfone.
</p>

<p>
	[pagination="Instalando e Usando o Hammer"]
</p>

<p>
	Bem, um headset é a coisa mais simples do mundo de instalar. Não vem com manual, nem driver. Duas conexões bananinha, uma para o estéreo e outra para o microfone e pronto. Como já dissemos, há um extensor de cabo para facilitar a vida, apesar de que isso cria mais um emaranhado de longos fios pela mesa e atrás do PC.
</p>

<p>
	O Hammer faz jus ao nome na solidez. A haste de cabeça é de alumínio emborrachado, o que o deixa confortável e, ao mesmo tempo, impede que se rompa. Deixamos o headset cair (não de propósito, mas com mesa atulhada de coisas isso acaba acontecendo) e continuou funcionando sem problemas, nem quebrou o microfone.
</p>

<p>
	Quanto ao microfone, o teste sempre depende dos amigos, que comentaram que estavam nos ouvindo muito bem durante as partidas de Alliance of Valiant Arms e conversas via Skype. Na verdade, por conta do formato direcional e da proteção de plástico, o microfone ficou protegido do zumbido do ventilador do quarto, que sempre era captado por outros modelos. Voltado para a boca, o microfone só registrou o que interessa: a voz. O único problema deste design e de a haste ser tão sólida a ponto de precisar de certa força para descê-la é que é difícil beber com o headset. Tínhamos que praticamente tirá-lo da cabeça para beber ou usar um canudo.
</p>

<p>
	Quando ao conforto, mesmo grande o Hammer caiu bem, as opções de almofadas permitem que o usuário aproveite o que lhe dá mais conforto, a haste não incomoda na cabeça e só passamos por aquele problema ao tentar beber com o headset na cabeça. O isolamento é bom, sem impedir que se ouça um celular tocando em casa, por exemplo.
</p>

<p>
	Já na parte de som, o Hammer não fez jus ao nome. Nada de grave martelando, pelo contrário. As baixas frequências são muito anêmicas, as explosões ocorrem de maneira aguda e apática, sem estouro mesmo. O Hammer reproduz os demais sons, especialmente voz, muito bem, mas falta pegada nos momentos de ação. A ambiência é eficiente, sabe-se de onde os tiros e passos vêm, porém o som não é encorpado. Isso torna o Hammer ruim para ouvir música, porque aí mesmo é que os graves fazem tremenda falta. Ficou só como opção para jogos mesmo.
</p>

<p>
	[pagination="Especificações"]
</p>

<p>
	As principais especificações do headset Hammer
</p>

<ul>
	<li>
		Frequência de resposta do alto-falante: 15 – 25.000 Hz
	</li>
	<li>
		Dimensão do alto-falante: 40 mm
	</li>
	<li>
		Impedância : 32 Ω
	</li>
	<li>
		Sensibilidade : 98 dB +/- 4dB
	</li>
	<li>
		Tamanho do cabo: 3 metros (1,2 metro com extensor de 1,8 metro)
	</li>
	<li>
		Conectores: 3,5 mm banhados a ouro
	</li>
	<li>
		Frequência do microfone: 60 – 10.000 Hz
	</li>
	<li>
		Direção do microfone: Uni-direcional
	</li>
	<li>
		Impedância do microfone: Baixa
	</li>
	<li>
		Sensibilidade do microfone: -57dB +/- 4dB
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.zowiegear.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=23&amp;Itemid=61" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.zowiegear.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço médio nos EUA*: USD 59.00
	</li>
</ul>

<p>
	* Pesquisado no site Shopping.com no dia da publicação deste teste.
</p>

<p>
	[pagination="Conclusões"]<strong>Pontos Fortes</strong><br>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Dois conjuntos de almofadas
	</li>
	<li>
		Resistente, mas não deixa de ser confortável
	</li>
	<li>
		Microfone bem voltado para a boca
	</li>
	<li>
		Extensor de cabo (que alguns podem não apreciar)
	</li>
	<li>
		Chaveamento de som mudo/aberto bem definido no módulo de controle
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Graves anêmicos, sem potência
	</li>
	<li>
		Inadequado para ouvir música ou filmes
	</li>
	<li>
		Haste dura e desenho do microfone atrapalham beber ao usar o headset
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">35232</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:08:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Headset 5.1 Ear Force HPA-2 da Turtle Beach</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-51-ear-force-hpa-2-da-turtle-beach-r35077/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_headset5.1EarForceHPA-2TurtleBeach.jpg.a8c5de86a08c9a04c7e9c061b8cebde0.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	Não é preciso ser um audiófilo de carteirinha para curtir um som de home theater. Hoje o termo “5.1” está difundido entre os que gostam de um som turbinado, indo muito além do estéreo de nossos pais. Para quem não tem espaço/grana para montar um sistema do gênero ligado ao computador – e também gosta de curtir seus jogos e músicas sem incomodar a família – existe a opção de ter um headphone 5.1, que é praticamente como colocar um home theater em volta da cabeça. O Ear Force HPA-2 da Turtle Beach é um modelo voltado para quem curte games e assistir um DVD no PC, aproveitando o som surround dos jogos e dos filmes sem incomodar a vizinhança. Vamos ao teste.<br>
	 
</p>

<div>
	<img border="0" style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_tartaruga.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O conjunto do Ear Force HPA-2.
</div>

<p>
	O conjunto inclui o headset em si, que é bem grande (mesmo) e um conjunto de fios que assusta de início. Há um cabo com quatro conectores bananinha (canais frontais central/subwoofer, microfone e surround) e um USB para passar energia ao pequeno amplificador. Este fica em outro cabo, que deve ser ligado ao primeiro por meio de um plugue DIN, e que se conecta ao headset em si. Existe um adaptador para ligá-lo diretamente a um home theater, ou conjunto de caixas 5.1 já previamente conectadas ao PC, que não usamos. Por fim, o microfone é encaixável no fone esquerdo. Ao todo, os cabos somam 3,5 metros.<br>
	 
</p>

<div>
	<img border="0" style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_headsetsozinho.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: O headset.
</div>

<p>
	<br>
	O amplificador conta com um volume central, além de controles individuais para os canais central, frontal, surround e subwoofer (graves). Ele fica a meio caminho do headset, podendo ser deixado em cima da mesa pois vai sobrar fio para o usuário ficar sentado (há um clipe para prender o cabo na roupa).
</p>

<div>
	<img border="0" style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_amplificadorzinho.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: O amplificador.
</div>

<p>
	[pagination="Instalando o Ear Force HPA-2"]O Ear Force HPA-2 funciona em qualquer PC moderno porque, <a href="https://www.clubedohardware.com.br/artigos/audio/como-conectar-caixas-de-som-51-ao-seu-pc-r34585/" target="_blank" rel="">como você pode conferir neste tutorial do Clube do Hardware</a>, “atualmente quase todos os micros possuem áudio de seis canais on-board, ou seja, já possuem este recurso integrado à placa-mãe”. Então basta plugar os conectores bananinha segundo o esquema de cores sugerido no manual do headset, configurar as saídas de som de acordo via Painel de Controle. Atenção: é preciso ter uma porta USB disponível para ligar o amplificador. Não levamos mais do que três minutos para deixar o aparelho funcionando.<br>
	<br>
	É aconselhável deixar o volume dos controles individuais para os canais central, frontal, surround no máximo, e controlar a altura do som pelo controle geral. Porém, como a resposta do canal do subwoofer é bem possante, especialmente em jogos/filmes com explosões e trilha sonora retumbante, nessa caso controlamos individualmente o volume dos graves para a cabeça não estourar. Acredite: o Ear Force HPA-2 é bem forte nas baixas frequências, especialmente se o usuário calibrar bem a mixagem da placa de som do PC através do seu driver.[pagination="Usando o Headset"]Mesmo sendo bem grande, com peso de cerca de 340 gramas, o Ear Force HPA-2 é muito confortável. Ele tem uma tira de couro macia que se ajusta à cabeça do usuário e fones acolchoados e cobertos por veludo que envolvem toda a orelha. Por dentro deles há quatro falantes responsáveis pelo som. O microfone é dobrável e pode ser posicionado como o usuário quiser, perto ou longe da boca. O único porém diante do tamanho do headset é o espaço que ele ocupa, incluindo o amplificador, e os cabos longos.<br>
	<br>
	Depois de esmiuçar o aparelho, vem a parte boa de nossos testes: colocar o produto a campo jogando, ouvindo música e vendo filmes. Encaramos partidas de Call of Duty 4 que ganharam nova vida com a dimensão espacial dos tiros vindo detrás, o ganho de potência das granadas, e uma experiência, no geral, de maior imersão. Colocamos o DVD de Gladiador para rodar, logo na batalha de abertura, também com flechas zunindo e a retumbante trilha sonora, e foi impressionante. Mas lembre-se de colocar o seu programa tocador de DVD para 5.1. Por fim, tocamos uma seleção eclética que ia do pop dançante do Black Eyed Peas ao rock pesado do Metallica, passando por Frank Sinatra, e a resposta foi ótima, com os graves roubando a cena novamente.<br>
	<br>
	Apesar do seu tamanho meio trambolho, fios compridos e da necessidade de um espaço à mesa para o ampiflicadorzinho, o Ear Force HPA-2 da Turtle Beach já virou nosso headset de estimação aqui, mandando para a gaveta o excelente <a href="https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-razer-piranha-r34935/" target="_blank" rel="">Razer Piranha que já testamos</a>.<br>
	<br>
	[pagination="Principais Especificações"]
</p>

<p>
	As principais especificações do headset Ear Force HPA-2 da Turtle Beach são:<br>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Falantes frontais e traseiros de 40mm, com impedância 32 ohms e resposta de frequência 20- 20.000Hz
	</li>
	<li>
		Falantes centrais de 30mm, com impedância 32 ohms e resposta de frequência 80- 16.000Hz
	</li>
	<li>
		Subwoofer de 30mm, com impedância 16 ohms e resposta de frequência 20- 500Hz
	</li>
	<li>
		Microfone com resposta de frequência 50- 15kHz
	</li>
	<li>
		Peso do headset: 337g
	</li>
	<li>
		Quatro entradas bananinha 3.5mm
	</li>
	<li>
		Peso do amplificador: 110g
	</li>
	<li>
		Fonte de energia: entrada USB
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.turtlebeach.com/product-detail/headsets-legacy/ear-force-hpa2/237" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.turtlebeach.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço sugerido nos EUA: USD 99.95
	</li>
</ul>

<p>
	[pagination="Conclusões"]<strong>Pontos Fortes</strong>:<br>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Excelente amplificação de graves
	</li>
	<li>
		Imersão em jogos e filmes com som 5.1 de home theater
	</li>
	<li>
		Ótimo para jogos, música e ver DVD no PC
	</li>
	<li>
		Confortável e muito macio, não incomodando após horas de uso
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>:
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>

<ul>
	<li>
		Fios muito compridos
	</li>
	<li>
		Necessidade de espaço para o amplificador
	</li>
	<li>
		Conjunto final grande
	</li>
</ul>

<p>
	 
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">35077</guid><pubDate>Mon, 22 Jun 2009 18:50:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste dos Headphones Cresyn CS-HP500 e C750E</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-dos-headphones-cresyn-cs-hp500-e-c750e-r35049/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_HeadphonesCresynCS-HP500_C750E.jpg.7bf452c481d969216a94a8334c393b94.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução "]
</p>

<p>
	Ter um iPod não basta para curtir um bom som. É preciso fones de ouvido de qualidade, que reproduzam música com fidelidade. Recebemos da Cresyn dois modelos diferentes: o auricular (que entra no canal do ouvido) C750E e o HP500, que segue a linha tradicional, com alça sobre a cabeça, só que é dobrável e portátil. Ambos têm bolsas de couro para transporte, e o C750E ainda vem com um par extra de pontas de tamanho diferentes, para melhor ajuste na orelha de cada um. Analisamos os dois por bom tempo, passeando com nosso iPod Touch (testado <a href="https://www.clubedohardware.com.br/analises/eletronicos/teste-do-ipod-touch-de-2a-geracao-r34960/" target="_blank" rel="">aqui</a>).
</p>

<p>
	O C750E tem cabo de 1,2 metro, conector estéreo de 3,5 mm ("P2") banhado a ouro em ângulo, e um prendedor de camisa. Os fones em si são em formato T para inserção direta no canal do ouvido. Como adiantamos, o conjunto conta com um par extra de pontas de borracha para ajuste em diferentes tamanhos de orelha, e também para substituir uma eventual perda (esperamos que ninguém perca DENTRO do ouvido!).
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_C750Eport.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O C750E.
</p>

<p>
	Já o HP500 vem com dois conectores, ambos banhados a ouro, o mini de 3,5 mm e o maior, de 6,3 mm. O cabo de 1,5 m é pequeno para esse tipo de fone de ouvido, mas haja vista que o modelo é voltado para uso portátil, aprovamos o comprimento. Andamos com ele pela rua e mesmo assim tivemos que enrolar um pouco o cabo e enfiar no bolso, ou pareceríamos um ciborgue com defeito, com fios à mostra. Há uma dobradiça na alça acolchoada e outras duas nos fones em si, que permitem dobrar o conjunto inteiro, prática comum a alguns headphones para DJs.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_HP500port.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: O HP500.
</p>

<p>
	[pagination="Testando os Dois Modelos"]
</p>

<p>
	Antes de mais nada, vamos revelar os parâmetros de nosso teste. Apesar de curtirmos uma boa música eletrônica com graves treme-terra, colocamos o HP500 e C750E diante de uma seleção eclética que ia do velho e bom Dean Martin, sets do DJ Neo Filigrante, trilha sonora sinfônica de John Williams ao balanço pop-black de Justin Timberlake. Tudo isso e mais um pouco rodando em nosso iPod, onde alternávamos passeios com os dois modelos.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_detalhefoneport.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: Detalhe do C750E.
</p>

<p>
	Como esperávamos, por estar inserido no canal do ouvido o C750E simplesmente bloqueou todo o som externo da rua. A música saia direto do iPod para o nosso cérebro. Por conta disso, tivemos que baixar o volume em que normalmente ouviríamos com os fones brancos do aparelho da Apple (que, aliás, deram pau semanas depois da compra). O grave soou forte e encorpado diante das limitações de um fone tão pequeno. Registro perfeito das vozes dos cantores e altos na medida. Um verdadeiro banho nos fones da Apple. A imersão sonora da primeira vez nos deixou um pouco fora de órbita quando desligamos o iPod, mas o uso contínuo tornou a experiência absolutamente normal. Não usamos o pregador de camisa pois passamos o cabo por dentro da mesma, mas entendemos que é uma boa para quem usa por fora, saindo de uma mochila, por exemplo.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_fonedobradoport.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: O HP500 dobrado.
</p>

<p>
	O HP500 provou estar no limite da portabilidade. O conjunto não era grande demais para usarmos em plena rua, nem pequeno a ponto de trocamos por um fone como o C750E. Talvez os fones em si pudessem ser um pouco maiores para melhor envolver a orelha, mas não tivemos problema nem sentimos desconforto quanto a isso. O modelo bloqueou boa parte do ruído que vinha da rua, mas não promoveu a imersão de seu pequeno colega. Em termos de fidelidade de som, o resultado foi bom, mas não excepcional. Os graves podiam ser mais fortes, e no geral faltou certo dinamismo ao som. Ainda assim, sem sermos puristas ao extremo, o HP500 agradou bastante.
</p>

<p>
	[pagination="Especificações do Fone CS-HP500"]
</p>

<p>
	As principais especificações do fone Cresyn CS-HP500 são:
</p>

<ul>
	<li>
		Conector 3,5 mm banhado à ouro com adaptador para 6,3 mm
	</li>
	<li>
		Resposta de Frequência: 20 Hz - 27 kHz
	</li>
	<li>
		Impedância: 35 Ω
	</li>
	<li>
		Sensibilidade: 100 dB/mW
	</li>
	<li>
		Potência máxima: 1 W
	</li>
	<li>
		Cabo de 1,5 m
	</li>
	<li>
		Peso: 124 g
	</li>
	<li>
		Inclui bolsa de transporte
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.cresyn.com/product/product_View.php?seq=17&amp;producttype=2&amp;pstatus=A" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.cresyn.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço sugerido nos EUA: US$ 39.99
	</li>
</ul>

<p>
	[pagination="Especificações do Fone C750E"]
</p>

<p>
	As principais especificações do fone Cresyn C750E são:
</p>

<ul>
	<li>
		Conector de 3,5 mm banhado à ouro
	</li>
	<li>
		Resposta de Frequência: 8 Hz - 27 kHz
	</li>
	<li>
		Impedância 24 Ω
	</li>
	<li>
		Sensibilidade: 97 dB/mW
	</li>
	<li>
		Potência Máxima: 80 mW
	</li>
	<li>
		Cabo de 1,2 m
	</li>
	<li>
		Peso: 4 g
	</li>
	<li>
		Inclui três tamanhos de pontas e bolsa de transporte
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.cresyn.com/product/product_View.php?seq=25&amp;producttype=1&amp;pstatus=N" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.cresyn.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço sugerido nos EUA: US$ 99.00
	</li>
</ul>

<p>
	[pagination="Conclusões Finais do CS-HP500"]
</p>

<p>
	<strong>Pontos Fortes</strong>:
</p>

<ul>
	<li>
		Dobrável e portátil
	</li>
	<li>
		Confortável
	</li>
	<li>
		Vem com bolsa de transporte
	</li>
	<li>
		Entrada de som com adaptador
	</li>
	<li>
		Bloqueia boa parte do ruído externo
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>:
</p>

<ul>
	<li>
		Graves podiam ser mais fortes
	</li>
	<li>
		Faltou certo dinamismo ao som
	</li>
</ul>

<p>
	[pagination="Conclusões Finais do C750E"]
</p>

<p>
	<strong>Pontos Fortes</strong>:
</p>

<ul>
	<li>
		Imersão total
	</li>
	<li>
		Bloqueia completamente o som externo
	</li>
	<li>
		Vem com bolsa de transporte e fones extras
	</li>
	<li>
		Ótimo som para seu pequeno tamanho
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Ponto Fraco</strong>:
</p>

<ul>
	<li>
		Pode causar algum desconforto por ficar tão dentro do ouvido
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">35049</guid><pubDate>Wed, 27 May 2009 23:45:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Headset ClearChat PC Wireless da Logitech</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-clearchat-pc-wireless-da-logitech-r34622/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_HeadsetClearChatPCWirelessdaLogitech.jpg.a85290ed516dc275fb29fe35f026642d.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	Sempre gostamos de testar as novidades wireless do mercado. Convenhamos: não há nada pior que fios e mais fios se emaranhando pela mesa. O Clear Chat PC Wireless da Logitech é uma opção de headset (conjunto fone de ouvido + microfone) que além de dar adeus ao fio é legitimamente plug-and-play, sem dar necessitar de instalações complicadas ou aplicativos. Ele se mostrou mais indicado para comunicação VOIP do que mesmo jogar e ouvir músicas, como veremos em nosso teste.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_conjunto.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O conjunto do Clear Chat.
</p>

<p>
	O conjunto inclui o headset em si, uma fonte para carregá-lo, um transmissor USB e uma base extensora (com fio) para o transmissor. O Clear Chat é composto por uma tira de metal acolchoada e um microfone maleável que pode ser dobrado em direção à boca. A haste do microfone sobe e desce. Ele surge do fone esquerdo, enquanto que no fone direito ficam os controles de volume e mudo, o botão liga/desliga, e a entrada para a fonte. As almofadas ficam sobre um suporte móvel para se ajustarem melhor aos ouvidos do jogador.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_haste.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: Haste emborrachada.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_controlesdireito.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: Controles no fone direito.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_microfone.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: Microfone à esquerda.
</p>

<p>
	[pagination="Instalando o Clear Chat"]
</p>

<p>
	É sempre um alívio quando algo pode ser usado assim que é tirado da caixa. Ou quase: o Clear Chat precisa de umas duas horas sendo carregado na tomada para que possa ser usado. Mas assim que esse procedimento inevitável aconteceu, já estávamos usando o Clear Chat poucos minutos depois. Bastou espetar o transmissor USB no computador e usar o Painel de Controle do Windows para indicar o Clear Chat como nossa saída de áudio e microfone (assim evitamos conflitos com outros aparelhos) que o aparelho estava funcionando sem problemas.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura5_carregador.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 5</strong>: Carregador e base do transmissor.
</p>

<p>
	De início, instalamos o conjunto base + transmissor na parte traseira do PC. A base, que tem um fio de dois metros, serve para ampliar o alcance do fone – a Logitech diz que o som chega a 9 metros do transmissor, mas em nosso teste o som começou a falhar a uma distância bem menor. Como queríamos ter a experiência completamente wireless, dispensamos a base do transmissor e espetamos a unidade diretamente na USB da parte traseira do PC. Testamos também a unidade de radiofrequência ligada à segunda porta USB disponível em nosso teclado <a href="https://www.clubedohardware.com.br/analises/entrada/teste-do-teclado-logitech-g15-r34851/" target="_blank" rel="">G15</a>, da mesma Logitech. Ficou ótimo, pois poupamos uma USB traseira do computador e usamos uma das adicionais do teclado que estava ociosa. Agora o teclado serve para conectar o mouse e o headset.
</p>

<p>
	[pagination="O Clear Chat em Ação"]
</p>

<p>
	O produto faz jus ao nome: a conversa é realmente clara e cristalina. Testamos via comunicadores como MSN e aplicativos VOIP. Os interlocutores sempre elogiaram a clareza de nossa voz. Durante nossas obrigatórias partidas de Team Fortress 2, a equipe em que jogávamos confirmou que ouvia nossa voz perfeitamente. Infelizmente, o som em si do game – explosões, tiros e música de abertura – não tinha pegada. Era funcional, regular apenas, diferente do headset com fio Piranha, da Razer, que já <a href="https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-razer-piranha-r34935/" target="_blank" rel="">testamos</a>. Parte da culpa reside em as almofadas do Clear Chat serem pequenas, não envolvendo o ouvido e permitindo que o som ambiente se misture ao que o usuário ouve. Para ouvir música, então, o Clear Chat realmente não é opção: o som mediano deixa as músicas sem graça.
</p>

<p>
	A operação em si é bem simples: com os controles diretamente no fone esquerdo, é fácil aumentar ou diminuir o volume, ou mesmo emudecer o microfone (ele tem um LED vermelho que indica estar mudo). Assim que a unidade é ligada, o LED vermelho se acende, mas logo apaga, indicando que o microfone está captando som. O Clear Chat é pequeno e confortável, e jogamos durante horas sem sentir incômodo algum. A Logitech garante que a carga dura umas seis horas, o que bate mais ou menos com nosso uso. Fique de olho na cor do LED ao lado do botão liga/desliga: quando ficar vermelho, já é hora de recarregar o headset. Nós nos distraímos e ficamos sem energia durante uma partida de Team Fortress 2; teria sido mais sério em uma conversa de negócios via Skype, por exemplo. A bateria é recarregada em 2,5 horas.
</p>

<p>
	A transmissão de som é feita pela frequência 2.4 GHz, também usada por outros aparelhos como telefone sem fio. Não sentimos efeito de nenhuma interferência na banda.
</p>

<p>
	[pagination="Especificações"]
</p>

<p>
	As principais especificações do Clear Chat PC Wireless da Logitech são:
</p>

<ul>
	<li>
		Headset sem fio USB
	</li>
	<li>
		Resposta de frequência do fone de ouvido: 20-20.000 Hz
	</li>
	<li>
		Resposta de frequência do microfone: 100-10.000 Hz
	</li>
	<li>
		Sensibilidade: 62 dBV/μBar; 42 dBV/Pa +/-3 dB
	</li>
	<li>
		Protocolo sem fio: 2,4 GHz
	</li>
	<li>
		Alcance: 9 metros
	</li>
	<li>
		Autonomia da bateria recarregável: 6 horas
	</li>
	<li>
		Tempo de recarga: 2,5 horas
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.logitech.com/index.cfm/webcam_communications/internet_headsets_phones/devices/4226&amp;cl=br,pt" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.logitech.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço médio nos EUA*: USD 80.00
	</li>
</ul>

<p>
	* Pesquisado em Newegg.com no dia da publicação deste teste.
</p>

<p>
	[pagination="Conclusões"]
</p>

<p>
	<strong>Pontos Fortes</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Instalação simples
	</li>
	<li>
		Liberdade sem fio
	</li>
	<li>
		Confortável
	</li>
	<li>
		Controles de fácil acesso
	</li>
	<li>
		Microfone maleável
	</li>
	<li>
		Ótimo para comunicação de áudio via internet
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Alcance menor do que o anunciado
	</li>
	<li>
		Qualidade de som mediana
	</li>
	<li>
		Não serve para escutar música
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">34622</guid><pubDate>Tue, 09 Dec 2008 18:13:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Headset Razer Piranha</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-headset-razer-piranha-r34935/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_HeadsetRazerPiranha.jpg.a02f5abd81449b649cfc36b679940d9c.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	É muito chato jogar partidas online de Counterstrike, Team Fortress 2 e títulos do gênero sem um headset – o conjunto formado por fone de ouvido e microfone. É mais rápido usar a voz para pedir uma ajuda a um companheiro de equipe ou avisá-lo de um inimigo sorrateiro do que parar a ação para digitar o alerta. Quem já não viu seu personagem morrer ao escrever um pedido que poderia ter sido feito sem tirar os olhos da tela e a mão do mouse? Por isso o jogador sério confia em um bom headset. A Razer, companhia conhecida pelos estilosos teclados e mouses voltados para esse público, colocou no mercado o headset Piranha, com a alcunha pomposa de “gaming communicator”. É o modelo de entrada de uma linha que ainda conta com o Barracuda, aparelho mais possante. Vamos ao teste de campo do Piranha.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img border="0" style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_fone.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O headset Piranha.
</p>

<p>
	[pagination="O headset Piranha"]
</p>

<p>
	Já ficamos impressionados com a embalagem. Nada daquele cartão com o headset socado dentro de um blister: o Piranha vem em uma caixa revestida de camurça, moldada ao seu contorno e com reentrâncias para as conexões de som e USB. Apresentação caprichada. Pena que o cabo de 3 metros tenha levado um considerável tempo para ser tirado por conta dos vários buracos onde foi enrolado. Apesar da luta inglória para soltá-lo, ficamos impressionados com a apresentação geral.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_caixa.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: A caixa caprichada.
</p>

<p>
	O headset em si é ajustável para vários tamanhos de cabeça. Uma vez feito o ajuste, ele só retoma o formato normal se outra vez o usuário quiser alterar seu tamanho. O topo é acolchado e vazado, tanto para não esquentar muito o cocuruto do jogador, como para tornar o Piranha mais leve. As almofadas são de tamanho médio (ao contrário do Barracuda, que é daqueles fones que tomam toda a orelha). Muito confortáveis e arejadas, elas ficam sobre um suporte móvel para se ajustarem melhor aos ouvidos do jogador. O microfone fica em uma haste que sobe e desce. A haste é feita de borracha dobrável e pode ser inclinada em direção à boca do jogador; porém, não vimos necessidade diante do bom alcance do microfone. Tornou-se um elemento a menos a atrapalhar a visão da partida.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_almofada.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: Detalhe da almofada e microfone.
</p>

<p>
	O fio é um capítulo à parte. Saindo do fone em si e até chegar ao controle de volume, que pode ser preso à roupa por um clipe, ele é revestido por tecido; depois segue normal até sua ponta, com conectores “bananinha” para saída de som e microfone, além de um plug USB que serve apenas para iluminar com luz azul o símbolo da Razer (uma cobra de três cabeças) presente nos fones e no clipe. O comprimento do cabo é um ponto controverso: para alguns, seus 3 metros podem ser úteis; outros o verão como mais um contribuinte para o constante caos dos cabos ligados ao PC. Em nosso teste, ele formou um enorme emaranhado que atiramos sem a menor cerimônia para trás de nosso monitor LCD. O que os olhos não vêem...
</p>

<p>
	Os controles de volume e mudo presentes no clipe não são bons. Com contatos frágeis, o simples roçar com a camisa pode provocar o desligamento do som ou o aumento brusco do volume. Isso aconteceu em algumas partidas de Team Frostress 2 e durante uma conversa que mantivemos via Skype, o que foi muito frustrante. Resultado: deixamos de usar o clipe preso à roupa e o colocamos sobre a mesa, sempre com cuidado para isso não acionar a mudez do som. Se tivesse botões mais precisos e confiáveis, teríamos mantido sua função original.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_clipe.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: O clipe com controles de áudio.
</p>

<p>
	[pagination="Usando o Piranha"]
</p>

<p>
	À exceção dos problemas que tivemos com o clipe e o comprimento exagerado do cabo, o Piranha proporcionou ótima experiência de audição/comunicação durante horas seguidas de jogatina de Team Fortress 2. Os ouvidos não ficaram suando nem doloridos após muito tempo de uso. Ouvimos com clareza nossos colegas de trincheira online – que também responderam nos ouvir muito bem – e não tivemos problemas diante da música e efeitos sonoros da partida, que foram reproduzidos fielmente e com bom volume. Os fones almofadados cancelaram o som ambiente da casa, criando uma experiência de imersão na jogatina.
</p>

<p>
	Como headset, o Piranha cumpriu seu objetivo de maneira bem superior ao modelo brasileiro “genérico” (e baratinho) que usávamos. Infelizmente, por razões que a razão desconhece, um produto que custa US$ 60 nos EUA ganha uma absurda etiqueta de R$ 360 nas prateleiras do Brasil varonil. Ou seja: muitos jogadores continuarão a depender dos modelos baratinhos e que nem de longe têm o desempenho de um Piranha - o bicho, aqui em nosso país, tem realmente um apetite voraz por dinheiro.
</p>

<p>
	Testamos ainda para ouvir música, no que o Piranha se saiu de maneira satisfatória, apesar de, é claro, estar longe de ser um fone profissional. O produto não envolve o ouvido nem dá noção de ambiência sonora, assim como não tem reforço de graves – mas, convenhamos, essa não é sua proposta. Ele, como diz a alcunha proposta pela Razer, é mesmo um “comunicador para jogos”. Já virou peça obrigatória de nosso arsenal virtual.
</p>

<p>
	[pagination="Especificações"]
</p>

<p>
	As principais especificações do headset Razer Piranha são: 
</p>

<ul>
	<li>
		Fones almofadados
	</li>
	<li>
		Dois conectores de 3,5 mm + USB para alimentar LEDs azuis
	</li>
	<li>
		Alças com regulagem de altura
	</li>
	<li>
		Iluminação azul nos fones e controle de volume
	</li>
	<li>
		Microfone unidirecional ajustável com cancelamento de ruído
	</li>
	<li>
		Controle de volume para o fone de ouvido e mudo para o microfone com clipe integrado
	</li>
	<li>
		Cabo de 3 metros
	</li>
	<li>
		Peso: 226 gramas
	</li>
	<li>
		Dois canais (estéreo)
	</li>
	<li>
		Frequência de resposta do microfone: 80Hz ~ 15kHz
	</li>
	<li>
		Frequência de resposta do fone: 18Hz ~ 22kHz
	</li>
	<li>
		SPL do fone de ouvido: 114dB (@ 1kHz / 1Vrms)
	</li>
	<li>
		Sensibilidade do microfone: -38dB (@ 1kHz / 1V/Pa)
	</li>
	<li>
		Impedância do microfone: ~2K
	</li>
	<li>
		Impedância do fone de ouvido: 32
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.razerzone.com.br" ipsnoembed="false" rel="external nofollow">http://www.razerzone.com.br</a>
	</li>
	<li>
		Preço médio nos EUA*: US$ 59,00
	</li>
	<li>
		Preço médio no Brasil: R$ 360,00
	</li>
</ul>

<p>
	* Pesquisado no site Shopping.com no dia da publicação deste teste.
</p>

<p>
	[pagination="Conclusões"]
</p>

<p>
	<strong>Pontos Fortes</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Som fiel e de qualidade
	</li>
	<li>
		Não deixa os ouvidos doloridos nem suando após horas de uso
	</li>
	<li>
		Apoio de cabeça acolchoado
	</li>
	<li>
		Microfone retrátil e flexível não atrapalha visão de jogo
	</li>
	<li>
		Apresentação e empacotamento estilosos
	</li>
	<li>
		Fissurados em neon vão gostar da iluminação opcional (que, porém, consume uma porta USB)
	</li>
	<li>
		Funciona tanto para games como para quem usa comunicadores do tipo MSN e Skype
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		O cabo excessivamente comprido pode não ser do agrado de todos
	</li>
	<li>
		Controles frágeis de volume e mudo no clipe de roupa
	</li>
	<li>
		Preço obsceno para o mercado brasileiro. A matemática para transformar um produto de US$ 60 em um de R$ 360 é completamente incompreensível e injustificável.
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">34935</guid><pubDate>Wed, 30 Jul 2008 20:27:00 +0000</pubDate></item><item><title>Teste do Fone de Ouvido Sem Fio Logitech FreePulse</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/teste-do-fone-de-ouvido-sem-fio-logitech-freepulse-r34874/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_LogitechFreePulse.jpg.5f3e2e5c8b3c692c8cfc9fde6905e8d7.jpg" /></p>
<p>
	[pagination="Introdução"]
</p>

<p>
	Uma das pragas da tecnologia moderna é o acúmulo de fios. Cada novo equipamento bacana traz consigo o transtorno de mais cabos e conexões. Enquanto o utópico futuro 100% sem fio não chega, dá para ir se livrando de alguns cabos. O do fone de ouvido é um deles, por exemplo: basta usar o FreePulse da Logitech. É um modelo que recebe o som enviado por um dispositivo Bluetooth conectado a qualquer aparelho de som, seja um iPod, um PC ou mesmo um home theater. Com um alcance de 11 metros, haste flexível, fones confortáveis e qualidade de som muito boa, o Freepulse é uma solução para quem quer dar adeus a pelo menos um dos vários fios da vida moderna.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura1_fonedeouvido.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1</strong>: O fone Freepulse.
</p>

<p>
	[pagination="O Fone e Seus Periféricos"]
</p>

<p>
	O pacote do FreePulse inclui o fone de ouvido em si, o transmissor Bluetooth (quase do tamanho de uma caixa de fósforos), adaptadores para MP3 e um carregador com duas conexões, tanto para o fone quanto para o Bluetooth. O Freepulse é daqueles fones em que a haste não é presa no alto da cabeça, e sim fica virada para trás, na nuca. Ele é preso nas próprias orelhas, através de pequenas alças de silicone. O mesmo material, aliás, também envolve a haste de liga de aço flexível, impedindo que ocorra um típico acidente de fone de ouvido: a quebra da haste.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura2_transmissor.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2</strong>: o transmissor Bluetooth e seus conectores.
</p>

<p>
	O conjunto de conectores cobre oito opções de aparelhos: iPod nano, mini, 4ª geração de iPod (modelos de 20 e 40 GB), 5ª geração de iPod (modelos de 30 e 60 GB), Microsoft Zune e um tocador de MP3 genérico. É plenamente possível plugar o transmissor Bluetooth a um iPod sem o conector; porém, com ele, a fixação fica mais garantida, tornando o conjunto um único aparelho. Testamos em nosso iPod Mini velho-de-guerra e ficou bem fixo. É bom ver que a Logitech se lembrou de modelos de iPod cujo suporte periférico foi abandonado pela Apple, como o caso de nosso Mini. Infelizmente, dado o seu tamanho, o FreePulse não vem com adaptadores para as duas gerações de iPod Shuffle – o que não impede que a unidade Bluetooth funcione nesses modelos. Também o testamos em nosso shuffle de 2ª geração.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura3_DoisIpods.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 3</strong>: O transmissor Bluetooth preso a um iPod shuffle e a um mini.
</p>

<p>
	Para que o FreePulse funcione, é necessário carregar as baterias não-removíveis de lítio do fone de ouvido e o dispositivo Bluetooth. O carregador vem com um cabo de duas pontas que dá conta dos dois aparelhos e faz o serviço em 2 horas e meia. Usamos por vários dias, em viagens de metrô, idas ao supermercado e passeios afins sem que precisássemos recarregar o FreePulse. O manual afirma que a bateria dura seis horas de funcionamento contínuo.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura4_carregador.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 4</strong>: O carregador.
</p>

<p>
	[pagination="Usando o FreePulse"]
</p>

<p>
	Bem, não é preciso exatamente um PhD em eletrônica para colocar um fone de ouvido para funcionar. O transmissor Bluetooth tem que estar no aparelho de som – repetimos, não precisa ser um tocador de MP3, até a TV da sala serve, desde que tenha uma saída de som do tipo “bananinha” – e o fone de ouvido, obviamente, vai para a cabeça. Ele é muito confortável, especialmente as almofadas (que vem com refil por conta de eventuais rasgos), proporcionando uma experiência auditiva agradável e com bom reforço aos sons graves.
</p>

<p>
	O momento de ligar é que a coisa fica complicada: teoricamente, basta apertar um botão no fone e outro no dispositivo Bluetooth, e esperar a luz azul do led de ambas as unidades indicar que está funcionando. Só que o conjunto custa muito a ligar e, como é um botão, e não uma chave, o usuário fica na incerteza se realmente o apertou corretamente. Não foram poucas as vezes em que andamos vários quarteirões ouvindo o “som do silêncio”, frustrados e apertando insanamente os botões (do fone e do transmissor) até que finalmente a transmissão ocorresse. Uma chave pequena, tipo liga/desliga, daria a garantia de que o usuário está fazendo a coisa certa – em dado momento até duvidamos que nosso iPod Shuffle estivesse ligado (ele não tem monitor), tamanha a espera pelo som. O desligar também é demorado. Cancelamos o som do iPod e o FreePulse levou muitos minutos até sua luz azul se apagar de vez, o que vai consumindo sua bateria sem que esteja sendo usado – o que também deixa o usuário na incerteza se apertou devidamente ambos os botões dos aparelhos.
</p>

<p style="text-align: center;">
	<img style="height: auto;" alt="spacer.png" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/figura5_botoes.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 5</strong>: Detalhe dos botões de liga/desliga.
</p>

<p>
	Sobre o alcance, usamos o FreePulse ligado ao iPod na cintura. Também plugamos no PC e fomos até a cozinha ouvindo a música perfeitamente. É difícil imaginar que alguém queira ir além disso. O FreePulse permite aumentar e diminuir o volume da música com toques no disco da orelha esquerda, onde também ficam o botão de liga/desligar, o controle “mudo” e a pequena conexão para o carregador da bateria. Uma pena que não haja controle integrado com iPod para pular faixas de música ou pausar, como se o disco auricular fosse a roda de controle do tocador de MP3 da Apple.
</p>

<p>
	[pagination="Principais características"]
</p>

<p>
	As principais características do fone de ouvido sem fio Logitech FreePulse são: 
</p>

<ul>
	<li>
		Conexão: plug 3,5 mm
	</li>
	<li>
		Protocolo: Bluetooth 2.0 com taxa de dados otimizada via tecnologia EDR
	</li>
	<li>
		Resposta da frequência sem fio: 2,4 GHz
	</li>
	<li>
		Alcance da transmissão: 11 m
	</li>
	<li>
		Peso: 57 g
	</li>
	<li>
		Carregador: Voltagem internacional (100-240 V)
	</li>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.logitech.com/index.cfm/speakers_audio/headphones/devices/212&amp;cl=br,pt" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.logitech.com</a>
	</li>
	<li>
		Preço médio nos EUA*: US$ 98,00
	</li>
</ul>

<p>
	* Pesquisado no site Shopping.com no dia da publicação deste teste.
</p>

<p>
	[pagination="Conclusões"]
</p>

<p>
	<strong>Pontos Fortes</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Dispensa fio e é mais confortável que fones de ouvido internos
	</li>
	<li>
		Haste flexível evita quebras
	</li>
	<li>
		Som grave e muito bom
	</li>
	<li>
		Funciona em qualquer aparelho de som com plug “bananinha”
	</li>
	<li>
		Adaptadores para iPod deixam a unidade Bluetooth bem fixa
	</li>
</ul>

<p>
	<strong>Pontos Fracos</strong>
</p>

<ul>
	<li>
		Processo de ligar/desligar lento e confuso
	</li>
	<li>
		Não há controles de tocar/pausar/pular faixa no fone
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">34874</guid><pubDate>Thu, 20 Mar 2008 17:13:00 +0000</pubDate></item><item><title>Fones XGear Com Vibra&#xE7;&#xE3;o da XFX</title><link>https://www.clubedohardware.com.br/analises/audio/fones-xgear-com-vibra%C3%A7%C3%A3o-da-xfx-r34533/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/monthly_2026_03/CDH_XGearComVibraodaXFX.jpg.ee135f66140bb3d93361d070852d4c2e.jpg" /></p>
<p>
	Normalmente não escrevemos sobre caixas de som ou fones de ouvido, mas este novo fone de ouvido que a XFX vai lançar em breve é realmente muito bacana e merece a nossa atenção por causa da sua função de vibração. Assim como gamepads que vibram, este fone de ouvido vibra quando há explosões ou outros efeitos sonoros em seu jogo predileto. Realmente muito maneiro.
</p>

<p>
	Alguns jogos, como o Battlefield 2, estão vindo com função de voz sobre IP (VoIP), que permite que você fale com outros jogadores, desde que você tenha um fone de ouvido com microfone.
</p>

<p>
	O acabamento deste produto é realmente muito bom, além de possuir a função de vibração, fazendo com que suas partidas fiquem ainda mais realistas.
</p>

<p align="center">
	<img alt="Fones XGear Com Vibração da XFX" border="0" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/xfx_01.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 1:</strong> Fones XGear Com Vibração da XFX.
</p>

<p align="center">
	<img alt="Fones XGear Com Vibração da XFX" border="0" style="height: auto;" data-src="https://www.clubedohardware.com.br/uploads/cms/oldcmsimages/xfx_02.jpg" src="https://www.clubedohardware.com.br/applications/core/interface/js/spacer.png"><br>
	<strong>Figura 2:</strong> Fones XGear Com Vibração da XFX, vista traseira.
</p>

<p>
	A alimentação necessária para fazer a função de vibração funcionar vem de uma porta USB ou de um par de pilhas palito (AAA). O fone tem ainda controle de volume em seu cabo, que tem 2,5 m de extensão.
</p>

<p>
	O único problema que vemos neste produto é o seu preço, que possivelmente será muito maior do que outros produtos sem a função de vibração.
</p>

<ul>
	<li>
		Mais informações: <a href="http://www.xfxforce.com" target="_blank" rel="external nofollow">http://www.xfxforce.com</a>
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">34533</guid><pubDate>Thu, 29 Sep 2005 05:40:00 +0000</pubDate></item></channel></rss>
