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sandrofabres

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Sobre sandrofabres

  • Data de Nascimento 21/03/1990 (30 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Itanhaem
  • Sexo
    Prefiro não dizer

Meu PC

  • Processador
    486dx

Outros

  • Biografia
    uma pessoa espiritual
  1. Pessoal, tenho o seguinte cenário: o meu patrão usa um computador da Apple com Mac OSX , nele ele instalou o office completo, inclusive o Microsoft Outlook. Ele deseja que todos eventos(festas, compromissos, dia de aniversário e reuniões) criados em seu calendário no MS Outlook no computador Apple, também apareçam na agenda do seu app Outlook instalado em seu celular Android praticamente na hora ou poucos minutos depois. Bom, o agravante é que as contas de e-mail dele são de domínio próprio, são 3. Eu instalei as contas de e-mail dele no seu app celular do Outlook no LG dele mas não há sincronização alguma. O que ele põe na agenda do seu app Outlook no celular LG não vai para a agenda do seu MS Outlook no Mac dele e vice versa, ele disse que isso é possivel sim mas eu nunca vi. O que eu devo fazer? Já transformei uma das contas dele em conta microsoft mas a sincronização não ocorre, se fosse com a agenda do mac seria mais fácil, mas é com a agenda do outlook que ele quer. O que eu faço? Será que o microsoft exagnge sync faz isso ou eu devo desistir alegando que isso não existe sem app de terceiros? grato.
  2. @Flávio Pedroza Obrigado, funcionou! Eu nunca iria pensar em usar a classe de forma estática e mesmo assim ter que colocar o objeto gerado por essa classe ao lado dela novamente. Se alguém me mostrasse sem eu testar eu diria que seria uma hipérbole, só que não. Obrigado.
  3. Bom , até que thread em c++ é até mais fácil do que em outras linguagens que eu conheço, mesmo assim, se eu fosse criar uma linguagem, simplesmente eu deixaria ainda mais fácil a criação de thread: dá mesma forma que temos static, public private e outras coisas para se mostrar o que a função é, eu inventaria os 'qualificadores' parallel e sequential, por exemplo: parallel void Acelerador(); para função ficar rodando sem ter que terminar para o próximo código debaixo dela rodar. Enfim, é apenas uma ideia... Vai que um gênio que esteja vendo esse forum cria uma linguagem e se inspira nessa minha dica, né? Mas voltando ao assunto, eu sei que não é usual ficar escrevendo o código da função(implementando) dentro da própria classe, mas eu vejo fazendo isso em vários códigos e não dá problema algum, eu acho mais prático e nunca deu erro, acontece que eu estou tentando passar um objeto e um membro dele para um thread, e ele dá o erro: Motor::combustao': non-standard syntax; use '&' to create a pointer to member Já refiz o código para usar ponteiro e e comercial e nada deu certo. O mais engraçado é que se eu não uso classe e objeto, o thread funciona de maneira tão fácil que eu até me sinto culpado. Sim gente, quando eu consigo escapar das burocracias de tipagem (char pra string e vice versa) dessa linguagem, eu me sinto culpado, como se tivesse cometido um crime, um pecado, sei lá... Bom, segue o código abaixo meu que deu o erro acima: #include <iostream> #include <thread> using namespace std; class Motor { public: void combustao() { while(1){ cout << "rodando" << endl; } } }; int main() { Motor MotorTurbo; thread ChaveIgnicao(MotorTurbo.combustao); ChaveIgnicao.join(); return 0; } E o mais gozado, o IDE que eu uso não acha nenhum erro de sintaxe, o erro só aparece em tempo de compilação. Alguém saberia fazer o MotorTurbo pegar combustão pegando thread através de POO?
  4. Até entendi o propósito do namespace, mas o uso de classe e objetos já não dariam jeito nisso? Tipo: ClassedoJoaquimDaPadaria o; o.cout << "esse é o meu cout, só meu e melhorado"; Mesmo assim, o material ficou muito prático e fácil de entender. Poderia fazer um falando de funções que terminam com [] , coisa mais doida sô
  5. Exato, você comentou acima que os operadores <> significavam templates e que isso era igualzinho em JAVA mas me mostrou um print de um template do Microsoft Docs onde se dá um exemplo do que é um template em C++. Confuso! Desculpe, mas você citou templates dando exemplos de iterators, se as duas coisas fossem iguais não teriam nomes diferentes. iterators em C++ exige inclusão de arquivo cabeçalho com o próprio nome iterator , alem disso os seus vetores herdam métodos como begin(). Já templates não necessita arquivo de cabeçalho adicional e os métodos feitos com ele não ganha .begin() de hrança. Ok, String herda Object mas nem por isso eu posso sair por aí dizendo impunemente que 'String' é um termo inventado por pessoas limitadas na linguagem e que na verdade Object é String e depois vir aqui pedir desculpas por parecer arrogante citando a documentação só para corroborar isso: Object nome="Joãozinho da Silva"; Até funciona, mas Object aceita outros tipos e não é feita pra isso. Você deu exemplo de Iterator usando vetor em C++ dizendo que era template e que isso era igualzinho em Java, estou até agora procurando na sua documentação onde em java eu uso template<typename T> para com isso gerar uma lista usando a palavra vetor... Quanto ao nome Collection, também não sou eu que acho, o nome está na própria documentação que você mostrou e o que ele é em termos de linguagem, eu não discuti. Mas da forma que você explica, então seria correto eu parar de usar a palavra generics para usar Object kkkkkkkkkk, a afinal a documentação também me permite fazer isso e eu posso ter os mesmos resultados. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. adicionado 35 minutos depois Perfeito, a sua argumentação é sempre o que os outros dizem multiplicado por -1 ... Entendo. Se você criou isso, eu não sei, mas a ideia de exemplificar o que é templates usando-se iterator aqui, foi sua. Veja que você mesmo trouxe depois o exemplo claro da Microsoft Docs , autoridade no assunto, que destoa completamente do seu. A prova disso é que com o exemplo da Microsoft Docs, qualquer um aprende a montar um template na hora, com o seu exemplo não. Ah não! Agora vamos aumentar a digressão ainda mais discutindo sobre o que é força de expressão e figura de linguagem. Ok, dá uma olhada nesse link https://www.dicio.com.br/forca-de-expressao/ É obvio que eu sei que docs não é seu, mesmo porque eu coloquei Oracle nele, isso foi usado por mim para reforçar a ideia que foi você que o trouce, da mesma forma que um amigo meu, não quer dizer que seja um ser humano cuja propriedade do corpo dele seja minha... Mas ele é igualzinho , como você mesmo disse, de C++ para o java? Mostra pra mim nesse link como eu uso template<typename T> no genérics do java pra criar um, afinal, quem não sabe que templates são igualzinho em C++ e em Java é porque não sabe Java, como você mesmo disse. Alem de deixar subtendido que interator e generics e collection são as mesmas coisas. Eita esse povo da Sun gostava de ser redundante heim! É tipo dizer que e casa é um tijolo só porque é feita de vários deles... (ai ai lindo! não é assim que banda toca!)
  6. Esses conceitos podem até serem de muito antes mas não foi o UCSD P que a Microsoft tentou implementar uma versão dele para ela usar e por isso acabou tendo que pagar uma multa milionária à Sun. P-System++ mas sim o J++ não foi à toa. A Microsoft tinha a intenção de implantar o seu próprio java nas máquinas com Windows 95, se realmente ela tivesse se inspirado unicamente nos conceitos mais antigos de maquina virtual de bitcodes e não no java, ela não teria feito algo tão arriscado e oneroso como fez com o seu J++ mas sim teria feito o dotnet antes de perder na justiça a briga com a Sun. É na natureza da Microsoft perceber tardiamente o sucesso dos outros para comprar ou destruir depois criando uma versão sua. Não me admiro se no futuro não tiver um Microsoft Linux, mas isso foge ao foco do assunto.
  7. A definição de template que você postou da Microsoft Docs(c++) é bem diferente da Oracle Docs (java) Você poderia me dizer , como os códigos abaixo seu podem ser chamados de template se você precisou de duas linhas fazendo exatamente a mesma coisa diferenciando-se apenas pelo tipo que elas manipulam sendo que a ideia de template é justamente evitar código duplicado desnecessário para fazer as mesmas coisas usando-se tipos diferentes. std::vector<int> vetor_de_int{ 0,1,2,3,4,5 }; std::vector<string> vetor_de_string { "muito", "complicado", "esse", "lance", "de", "template?" }; E no seu docs Oracle não cita que Templates é igual a Collection List Generics só pelo fato de se ter uma superclass Generics. Se for assim, eu gostaria de saber então como fazer um método genérico em java que receba como argumentos boolean, byte, char, short, int, long, float e double e imprima em arquivos diferentes os tipos recebidos usando-se apenas: List<Frutas> fruta = new ArrayList<Frutas>(); Afinal um template em c++ que você citou da microsoft acima, é capaz de fazer isso.
  8. E por que você precisou de mais de 19 linhas para explicá-los? Pois é, mas você estava falando de Java sendo que a figura acima se refere a C++... Veja com as suas próprias palavras: "--Pois é: você não aprendeu sobre a existência de TEMPLATES. Isso é o que significam esses operadores <tipo> chamados por alguns de parenteses angulares. Isso é igualzinho em java então também não aprendeu em java, uma das linguagens que criticou inicialmente." Pelo o que você me ensinou, template é igualzinho em java demonstrando um vetor... Até onde eu sei, em JAVA, pegar um tipo, colocá-lo entre operadores de menor e maior para designar/garantir o que(tipo) um 'array' irá receber para depois exibir via iterator , se chama Colection List Generics, a sua função é gerenciar listas. Já o template em C++ que você printou do docs microsoft se refere à criação de um único método que poderá trabalhar com tipos diferentes sem eu precisar reescreve-lo a cada parâmetro de tipo diferente ou seja, um é uma espécie de coringa para funções para o 'preguiçoso' não perder tempo com sobrecarga, outro mexe com listas de coisas tipo {"feijão", "arroz", "manga", "pipoca" ... } .
  9. Pois é: se leu até aqui já sabe que é outro TEMPLATE e que simplesmente indica que essa rotina vai retornar um unique_ptr para a classe Window_Manager Espero que tenha entendido algo. Se quiser os programas de teste inteiros avise e eu posto aqui. não tem mais que umas 20 linhas cada um. Se tiver dúvidas volte a escrever. Mas templates em c/c++ não teria que começar com essa palavra Template bla bla bla alguma coisa? Me desculpe a ignorância.
  10. Templates? Eu chamo isso em Java de " Collections Lists" onde o que está entre < e > é como se fosse um 'contrato' obrigando que a lista seja preenchida apenas por itens daquele tipo especificada entre < e > para depois um iterator, como você fez, ir processando um a um. adicionado 53 minutos depois Nem os próprios programas(acessórios) do Windows são feitos com .Net , kkkkkkk! Nenhum programa pequeno que precise ser passado em uma máquina danificada como uma ferramenta de antivirus do tipo Kaspersky Virus Removal Tool, vai ser feita usando a trolha dos framework 4,5,6,7,8,1000 do .Net , nenhum programa famoso que eu conheço é feito em dotnet , veja o exemplo do app zello(chat de voz estilo rádio tx) , ele é pequeno, funciona, é rápido e não é cheio de DLLs, me pergunte se ele é feito em dotnet. Alguém já construiu algum sistema operacional ou linguagem famosa usando dotnet? Eu não conheço. Será que isso tudo é coincidência ou é uma forma de nos apegarmos a soluções microsoft que nem mesmo a microsoft usa? kkkkkkkk O office foi feito .Net? Se é tão bom programar em .net porque nem a MS usa pra si? Bom por essas questões que eu considero programar em dotnet fofo mas limitado. A microsoft criou o .Net por raiva de não poder fazer um java para si sem levar um processos bilionários nas costas, portanto a ideia que eu tenho do dotnet é quase a mesma para o java, por mais que seja gostoso programar em java, você sabe que certas coisas você não ira se dar bem o usando como por exemplo fazer um módulo efi para o bios ou fazer um driver. Pra mim, uma linguagem real deve permitir eu criar soluções que não dependam dela ou da empresa que a fez e que possam controlar o hardware disponível. Ok, eu gosto de Java mas imagine ter que criar ferramentas de recuperação de sistemas nessa linguagem...
  11. Quando somos iniciantes em C / C++, achamos que sabemos um pouco, aí vemos alguns programadores fazendo algo que seja realmente útil e descobrimos que não sabemos P* nenhuma! As linguagens mais fáceis e menos burocráticas ou são interpretadas(o que dá a sensação de se estar fazendo programação mas sim brincando de programar) como java, python e as dotnetdavida ou apresentam um estilo de sintaxe feio e quadrado tipo VB ou Delph. Aí notamos que programação de verdade se faz com C/C++ e ASM. Aí vai e vem e vemos exemplos estranhos que nos fazem refletir: 'Nossa! Não sei nada dessa linguagem, vou desistir!' ou pelo 'grandiosismo'( exemplos homéricos envolvendo empresas e situações fora da nossa realidade) dos exemplos dados nas páginas de ajuda oficiais e dos que dominam a linguagem ou do excesso de perfeccionismo de quem posta um código para os outros aprenderem com exemplos grandes e corretinhos(com rotinas de erros e boas práticas que um iniciante AINDA não precisa) , isso afugenta. Vejam alguns exemplos abaixo de algumas páginas de 'ajuda' que mais complicam do que ajudam: 1) O 'e' comercial no fim de uma varíavel, como assim? eu aprendi que & é pra retornar o endereço de alguma coisa e ficava antes da var, mas... void WindowManager::OnButtonRelease(const XButtonEvent& e) {} 2) Eu aprendi que int só precedia uma variavel, só que não... drag_start_frame_pos_ = Position<int>(x, y); Vejam... Esse Position acima é o que? Uma função doida? Uma variável? Um inteiro que é comparado se é menor que é int? Buguei a minha mente! 3) O uso de dois pontinhos precedido por nada, eu estou acostumado a usar :: precedido por classes ou coisas(namespace) como std e achava que essa a regra, até um dia ver isso: ::std::lock_guard<mutex> lock(wm_detected_mutex_); ou using ::std::max; 4) Esse <WindowManager> perdido entre maior e menor? funções ou classe não são precedidos pelo tipo do que retorna? , nesse caso, essa ai debaixo é precedida por duas coisas e uma dela entre menor e maior, o que é isso jezuis? unique_ptr<WindowManager> WindowManager::Create(const string& display_str)
  12. Muito bom! Agora eu achei uma utilidade prática para os ponteiros.
  13. Muito bem, figura risonha sinistra! Você estava certa! Refiz o programa acima e funcionou usando o E comercial. O deixei assim: #include <iostream> #include <string> using namespace std; void Petismo(int *eleitor) { int *lula = eleitor; *lula = 13; } int main() { int bEleitor = 17; // mudando o valor de bEleitor usando ponteiro ao invés de return Petismo(&bEleitor); // imprimindo o valor alterado depois de se chamar o método Petismo() cout << bEleitor << endl; return 0; }
  14. Em primeiro lugar eu queria saber qual o nome da prática de se mudar o valor da variável-parâmetro da função via ponteiro, por acaso seria Bypass? Gente, sou novato e não sei. Vou ser sincero, pra programação simples, a única utilidade prática dos ponteiros, pra mim , é enganar o tipo char quando se precisa fazer uma string que na verdade é um array de letrinhas. Eu sei que C++ é baseada nos tempos onde o programador precisava criar apps que precisavam calcular bit a bit para as coisas, hoje em dia isso ficou mais para programação de drivers , mesmo assim as esquisitices do C/C++ ficaram, vide o parto que é a conversão de tipos e o uso de array pra camuflar um 'tipo string' verdadeiro. Pensando nisso eu gostaria de achar mais utilidades práticas para o ponteiro na minha vida, então fiz o seguinte modelo que não deu certo : int bEleitor = 17; Petismo(&bEleitor); void Petismo(int *bEleitor) { int *lula = &bEleitor; *lula = 13; } // onde cout << bEleitor <<endl; deveria imprimir 13 e não 17 apos rodar-se a função Petismo(bEleitor); Com isso eu poderia retornar várias informações de uma vez só, sem precisar return, algumas APIs do windows gostam de fazer isso, eu queria fazer também, porém o exemplo acima não funcionou dando o erro: In function 'void Petismo(int*)': 8:21: error: cannot convert 'int**' to 'int*' in initialization. Como a função acima funcionaria para mudar um valor de uma variável sem precisar usar return e nem variáveis 'globais'?

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