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deathcon4

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Reputação

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Sobre deathcon4

  • Data de Nascimento 11-12-1968 (50 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Rio de Janeiro, RJ
  • Sexo
    Masculino

Meu PC

  • Processador
    X2 260G
  • Placa-mãe
    Asus

Outros

  • Ocupação
    Programador
  • Interesses
    Carros, Filmes
  1. Não estou pedindo para resolver, e sim para dar somente uma indicação de como passar para a linguagem de programação a expressão. O resto do programa eu faço. Está claro. Quero saber como colocar o exemplo que eu dei em um algoritmo. Devo lançar as variáveis assim: ax, bx, cx, uma constante 180, pois vou comparar os valores para descobrir x. O problema é como colocar a expressão, não sei se isso está correto, entro com a, b e c e depois faço x + a + b + c = 180, depois quando houver a divisão a, b, ou c = 180/x. x + 3x + 5x = 180 x <- 1 + 3 + 5 = 180 Para a equação do segundo grau é fácil: calcular Delta e depois a raiz r1= ((-b)+sqrt(delta))/(2*a); não tem x, e não precisa mudar a variável de lado na igualdade. x <- 9 = 180. Esse é o problema, eu tenho os valores, 1, 3 e 5, porém não sei o que fazer com a variável x que vai receber o valor final do cálculo, a atribuição, condicionais, etc, é outra coisa, isso posso resolver. Quem puder dar uma pallhinha, agradeço.
  2. Prazer a todos. Tem um exercício no qual quero montar um algoritmo para descobrir quanto vale a variável x de uma equação na soma dos ângulos de um triângulo. Sabemos que a soma tem de dar 180 graus. Tenho este exemplo: x + 3x + 5x = 180. Quero determinar o valor de x. Minha dificuldade é como linearizar esta expressão e como dizer quando a variável muda de lado. X aqui tem o valor de 20. Obrigado.
  3. Verdade. Não levei em consideração se um ou mais lados for zero ou negativo. Vou testar e ver o resultado. adicionado 7 minutos depois As vezes tem raiz de 2, raiz cúbica. São números fracionários. adicionado 49 minutos depois Com números negativos sempre dá como resposta de que não é possível ser um triângulo. Com zeros, também diz não ser um triângulo, lógico para como zeros. Para números negativos também está correto, por causa da função abs, que sempre retorna um valor positivo. É igual ao módulo da matemática. | a |. Por isso sempre nega a condição do triângulo, o que ao meu ver está errado. O jeito é escrever uma outra condicional, que agora sei como é, para valores negativos, sem a função abs, como vi em outros algoritmos sobre o mesmo tema.
  4. Obrigado. Tem de separar a função e comparar uma a uma. Agora entendi. Não é possível comparar com duas expressões matemáticas ao mesmo tempo como fazemos na tabela verdade ou numa expressão matemática como colocamos no papel. Pensei que interpretasse da mesma forma e vindo da esquerda para a direita. Só é possível com um operador e não mais de um, pois o interpretador do visualg não vai entender.
  5. Prazer a todos. Tenho dúvida quanto a um algoritmo. É simples. Saber se há condições para a existência de um triângulo. Fiz o algoritmo, porém não entendo porque o visualg não interpreta corretamente a condicional. Var // Seção de Declarações das variáveis a,b,c,sub1,sub2,sub3:real Inicio // Seção de Comandos, procedimento, funções, operadores, etc... escreval("Entre com o 1º lado") leia(a) escreval("Entre com o 2º lado") leia(b) escreval("Entre com o 3º lado") leia(c) O problema está na linha abaixo. O visualg diz que não encontra a palavra "então" se (abs(b - c) < a < b + c) e (abs(a - c) < b < a + c) e (abs(a - < c < a + então escreval("A figura é um triângulo.") senao escreval("A figura não é um triângulo") fimse No lugar das figuras é b e parênteses fechando a função. O sistema não aceita quando tento colocar a letra b com o parênteses. abs() é a função absoluto ou módulo de um número. Obrigado a todos.
  6. Eu também estou com o mesmo problema. Não consigo acesso à porta nenhuma.
  7. Ate agora não consegui, vou tentar com um teste profundo.
  8. Eu tinha duas partições. O Windows não queria reinstalar, assim eu utilisei o comando diskpart. O problema é que dei comando clean e depois format. Eu entrei antes na partição e no volume que eu queria formatar para não mexer na outra. Não sei o que aconteceu, a outra partiçao também despapareceu. É possivel recuperar essa partição. Nada foi alocado nela, é como não existisse, a autra partição que era a C está alocada para instalar o Windows. Tem como recuperar esses dados? Obrigado.
  9. Como não trata-se de overclock e sim de outro assunto. Creio ser aqui que devo Postar. Ainda está ou saiu de linha os processadores XII? Obrigado.
  10. deathcon4

    Problemas com make

    Sempre que tento compilar um programa, aparece um erro. Testei comum programa simples. A mensagem que aparece abaixo é esta: make: *** [se.o] Error 1 Mesmo que seja um simples se. Como resolvo isso? Obrigado
  11. Valeu pela ajuda, agora ficou fácil. Vou sempre que possível criar um .h para a interface e prototipação e o cpp para a implementação. Pode acontecer como você disse de não poder separar, ai coloco tudo no .h. É só ter discernimento e saber quando colocar as coisas em cada lugar. Obrigado.
  12. Fiz como você explicou. O arquivo .h como protótipo separado da implementação. Também experimentei colocar o protótipo e a implementação juntos no arquivo .h e também funcionou. Tenha dúvida ainda. É possível chamar diretamente um arquivo cpp?
  13. Estou com de dúvida de como faço para chamar arquivos externos. Estou testando uma coisa bem simples para entender. Arquivo principal: #include <cstdlib> #include <iostream> #include "Biblio.hpp" #include "area_tri.cpp" using namespace std; int main(int argc, char *argv[]) { double p, q, r; cout << "P? "; cin >> p; cout << "Q? "; cin >> q; r = soma(p,q); cout << "Soma= " << r << endl; system("PAUSE"); return EXIT_SUCCESS; } Arquivo externo: #include "Biblio.h" double soma(double a, double { return a + b; } Arquivo cabeçalho: #ifndef BIBLIO_H #define BIBLIO_H double soma(double a, double ; #endif arquivo externo 2: { int com, larg, area; cout << "Entre com o comprimento"; cin >> com; cout << "Entre com a largura"; cin >> larg; area = com * larg; cout << "A area vale: " << area << endl; } Minhas dúvidas: Sempre tenho que criar um arquivo cabeçalho para chamar um arquivo externo e tenho de chamá-lo através de uma função no arquivo principal? Tentei chamar o arquivo externo 2 sem colocar qualquer função no principal, mas ele fica dando erro de compilação acusando a falta de toquens ; e {. No arquivo externo 2 tenho de declarar novamente as bibliotecas? Obrigado.
  14. Minha dúvida é sempre que eu for chamar um arquivo externo, tenho de criar dois arquivos?Um com a extensão .h e outro coma extensão.cpp além do arquivo principal. Não posso criar somente o arquivo .h com todo o código que eu quero e depois chamar no arquivo principal do projeto sem precisar criar outro arquivo .cpp? Obrigado desde já Deathcon4

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