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Felipe_Ribas

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Sobre Felipe_Ribas

  • Data de Nascimento 13/03/1989 (30 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Brasília
  1. O mais simples seria introduzir um indutor em série com o falante apenas. Não precisa saber numero de espiras nem nada, apenas indutância resultante: Só estime corretamente o tamanho do indutor de acordo com o circuito, mas a frequencia de corte se dará apenas pela indutancia do componente.
  2. Tenta botar os cabos de vela supressivos, rever a fiação toda do som e os aterramentos, antes de fazer um filtro pra ruído. As vezes o microfusivel da saida RCA do som tambem ja foi pro saco (acontece principalmente nos pioneer).
  3. Teoricamente ficaria ruim, mas me diga você aí. Pelo que você ouviu, ficou ruim? Ouça algumas musicas que você ja tem costume de ouvir e faça a comparação. De repente ouça as mesmas musicas num bom fone pra ver e comparar
  4. hm... mas aí você vai ter varios degraus. Abaixo de Fc1 e Fc2 teu modulo enxerga 8 ohms. Entre Fc1 e Fc2 vai enxergar o paralelo de 8 com um dos blocos (vai dar algo entre 2 e 4 ohms). E acima de Fc1 e Fc2 vai enxergar 2 ohms. Ou seja, pra um mesmo volume de som, vai entregar bem mais potencia nos agudos. Provavelmente seu som ficará desbalanceado e terá que compensar muito nos médios e graves.
  5. Cara, existe muita coisa envolvida no projeto de um amplificador. Pra começar existe um compromisso duro entre ganho e linearidade. você não pode simplesmente pegar uns transistores e amplificar um sinal muito baixo num ganho altissimo, pois você vai trabalhar em regiões não lineares da curva do transistor. Por isso existem amplificadores divididos em estagios. Alem disso, um componente muitissimo importante é a fonte e toda a parte de alimentação. Tem muito amplificador no mercado que usa componentes excelentes, mas vem com uma fonte meia boca. Dependendo da demana de corrente a resposta do amplificador não fica totalmente estável, fora a questão de ruídos externos. As vezes tambem existem muitos componentes extras pra proteções e compensações pontuais. Enfim, é tanta coisa pra se pensar... fora a propria diferença de qualidade dos componentes. Não adianta você simplesmente pegar uma senoide e simular ela entrando e ver ela saindo. Talvez se você pegar ele na pratica e fizer o mesmo com um gerador de sinais e um osciloscopio, terá o mesmo resultado. A diferença vem na dinamica, varias ondas junto, diferenças de temperatura, ruídos externos e etc. Nessas situações você consegue ver quais amplificadores se mantém coerentes ou não. Um exemplo clássico é a faixa de resposta em frequencia. Por mais que a gente só ouça de 20Hz até 20kHz, muitos amplificadores hi-end as vezes atingem resposta estável até 200 ou 300kHz, porque quando se mistura varias componentes harmonicas (música), existem picos e transientes que não podem ser representados apenas com uma senoide simples. Dessa forma, se o amplificador talvez só atenda às especificações mínimas, talvez em situações específicas ou em situações limites ele não atenda bem a sua necessidade.
  6. Então, talvez o que esteja acontecendo é que você cortou numa frequencia razoavelmente alta, então a grande potência que é entregue (que é nas frequencias mais graves) acaba sendo só pro CS, que é 8 ohms. Tipo, abaixo da Fc de ambos capacitores, o modulo enxerga 8 ohms, que é apenas o CS em ação. Apenas acima dos Fc's que o equivalente dá aproximadamente 2 ohms no total. Tu poderia usar 1 capacitor apenas em vez de 2
  7. Mas igual, se você está pretendendo acionar com 6,8V e uma corrente razoavel na base, então certamente você poderá tirar proveito dessa diferença na hora de acionar o relé. Com certeza a corrente do ultimo transistor (o que vai acionar o relé propriamente dito) vai ser bem menor quando tiver 2uA na base do primeiro, comparado a quando você chegar na tensão de trabalho = 6,8V. Basta dimensionar corretamente esses ganhos pra que com uma corrente baixinha assim não acione nada.
  8. Se tua corrente na base vai ser tão baixa, acho que não tem motivo pra preocupação, já que a corrente de coletor é produto da corrente de base pelo ganho, você pode até acionar o transistor, mas terá uma corrente estão baixa de coletor que provavelmente não vai acionar seu relé. Como falaram aqui, nada como testar na proto pra ver.
  9. Cara, você pode usar uma gramatura mais fina. Eu uso de 90 a 120 e funciona bacana. E outra, que eu saiba, deixando um certo tempo no ácido, esse papel que fica entre as trilhas acaba saindo e ali vai corroer do mesmo jeito. Se ainda assim tu quiser um método melhor, faz pelo método fotográfico. Dá mais trabalho mas se tu pega a manha traz um resultado bem bom.
  10. Tudo se resume a flexibilidade. Antigamente você queria um circuito pra uma aplicação X e daí você tinha que procurar uma memoria ROM que fizesse exatamente aquilo. Se você mudava a função do seu produto, já era todos teus ROM`s, teria que comprar um novo com a nova função desejada. Depois surgiram os chips que você que podia gravar, mas uma vez gravados já era. Dessa forma tu podia pelo menos implementar a logica que você quisesse sem ter que ficar procurando um chip pronto que fizesse exatamente o que você queria. Mais além surgiram os regraváveis que você pode alterar a logica interna pra mudar a função do chip. Desses aí vieram os PICs, ATMegas, 8051, etc... fácil gravação e fácil regravação e, além de tudo, integram tudo num chip só. Antigamente você tinha um microprocessador que comandava os periféricos externos como memoria, portas de entrada e saída pra interface, etc. Hoje em dia um único pic vem com memoria volatil, memoria nao volatil, portas USB, portas digitais, portas anaogicas, conversor AD, clock interno ou externo, e mais uma infinidade de funções. Porque nao vem gravados de fabrica? Porque cada pessoa faz um uso diferente, programa uma logica diferente, e utiliza recursos diferentes.
  11. Tem certeza que tava em bridge? Tem certeza que em bridge ele só aguenta um minimo de 4 e nao 2?
  12. heheheh claro, entendo. Então, era mais ou menos o que eu tinha entendido mesmo. Se teu modulo só aguenta 2 ohms normal e 4 quando usado em bridge, então a ligaçao 1 e 2 torrarão as saídas, não? Porque em parte do spectro audivel a impedancia resultante (acima de Fc), ficaria em aproximadamente 2 ohms. A ligação 3 porém deve funcionar porque você vai ter uma impedancia resultante de aproximadamente 2,67 nos canais de baixo e 8 nos canais de cima. Talvez dê pra fazer alguma outra ligação ainda, tem que pensar com calma. O que nos restringe é o fato do CS ser limitado pra alta frequencia. Mas da maneira como tu fez a ligação 3 é ideal porque você consegue, por meio do ganho de cada canal, ajustar mais agudo ou menos agudo. Tambem, com os CS estarão sozinhos num canal, não tem problema a alta impedancia nas ondas agudas, não afetará os outros AF`s.
  13. Bom, o teu desenho ta um tanto confuso, mas a ideia basica eu entendi. Mas tipo, é errado você falar "CS em paralelo ao modulo". Não tem como uma alto falante estar em paralelo com o modulo, só se ele tivesse ligado na bateria do carro direto, ou no RCA do CD, que ambos não existem. Ou quando tu diz "6x9 em paralelo no capacitor". Pra ficar bem claro, seria ideal tu dizer que o elemento está em série ou paralelo com outro elemento tal, EM RELAÇÃO a um terceiro elemento. Digo isso porque quando começa a misturar muito AF num mesmo sistema, é importante saber em relação a quem você ta dizendo que tá em serie paralelo. E no desenho, tuas linhas sempre são intermediadas pelos AFs, dando a impressao que ta tudo em serie. Bom, mas de qualquer forma, eu sugiro a abordagem inversa. Vamos fazer o seguinte: pelo que vi tu pretende ligar, em cada canal, um full range que tu chama de CS, mais um 6x9 e 2 de 6 polegadas, sendo que o 6x9 e os de 6 irão ser filtrados só pra frequencias mais altas, certo? Segundo passo, você pretende estabelecer o minimo de impedancia de quanto, na equivalencia final de todo conjunto de AF's? E terceiro, qual modulo você ta usando? Daí ja vejo aqui quantos canais, quais impedancias e possibilidades de bridge e entender melhor. Dei uma relida no desenho, ainda nao compreendi 100%, mas se foi o que eu entendi, então acho que a hipotese 1 e a hipotese 2 sao basicamente a mesma coisa, onde você só substitui 1 capacitor por 2, correto? No caso, um teria metade da frequencia de corte do outro, apenas. Mas igual, acima da frequencia de corte, tu teria aproximadamente 2 ohms de impedancia final. porém, abaixo disso você teria 8 ohms de impedancia final apenas do CS. Seria um sistema mal dimensionado, pois o som falaria muito mais acima do corte do que abaixo. No caso, teria que introduzir um filtro passa baixas tambem. Seria como ter um crossover no som, pra poder separar as frequencias em vez de só filtrar as mais altas.
  14. Bom, vamos por partes. Não acho que uma fonte simetrica no teu carro seja algo estão complicado de fazer, mas tb acho que nao tem necessidade. Faz um filtro passivo e ja era. CASO fosse fazer uma fonte simetrica, você poderia fazer uma +6/-6 com a bateria que ja existe. Ou então, colocando outra bateria, fazer uma +12/-12. Não seria estão trabalhoso como tu pensa eu acho, basta usar a segunda bateria apenas pro -12 e deixar o restante da fiação do carro toda original, fazendo um terra comum. porém tu teria uma bateria extra e uma fiação nova pra um dos polos dela apenas pra ter um -12 só pra criar um filtro ativo, sendo que tu podes usar um filtro passivo sem menores problemas. Adicionando o resistor no filtro passivo de 1 ordem nao torna de segunda ordem porque na verdade o termo 'primeira ordem' e 'segunda ordem' está relacionado com o fato do comportamento do circuito que pode ser descrito com equações diferenciais de primeira e segunda ordem, respectivamente. No caso, com ou sem resistor você tem um circuito RC (mesmo sem resistor, onde a parte R do circuito seria a parte resistiva da bobina do AF). E um circuito RC é de primeira ordem. Quando você adiciona um indutor, você cria um circuito RLC, onde seu comportamento é oscilatorio amortecido, e a descrição da oscilação se dá por meio de uma equação diferencial de segunda ordem. Quanto ao paralelo que você fez com a luz, não entendi muito bem a tua primeira e segunda pergunta. 1)tu quer saber se existe um espectro de som? Se for isso, existe sim. O ser humano em geral ouve de 20Hz a 20kHz. Abaixo de 20Hz começa a ficar tão grave que a gente passa a não ouvir mais direito, mas muitas vezes conseguimos SENTIR esse som, que faz vibrar o lugar onde estamos, ou até mesmo a roupa que estamos usando. E de 20kHz pra cima é MUITO agudo, tem até alguns aparelhos que só reproduzem até 15kHz. Módulos de amplificação tanto caseiros como pra áudio de carro, quando são de qualidade muito boa, geralmente reproduzem de 10-15Hz até 100kHz e as vezes até mais. Mesmo que não conseguimos ouvir frequencias acima de 20kHz, eles são projetados assim pra conseguir reproduzir transientes muito rápidos, já que a música não é apenas uma senoide perfeita. 2)Tolerancia em relação a que? Pra não queimar o modulo tu diz? Se for isso, basta seguir as recomendações do modulo. Se o minimo dele é 4 ohms por exemplo, basta que toda sua associação de filtros e AF`s sempre deixem a impedancia resultante maior ou igual a 4 em todo o espectro que o som trabalha. Lembrando, dessa forma vai ser muito difícil queimar o alto falante ou a saída do modulo por excesso de corrente, porém você não está salvo das queimas. Muitas vezes a queima do modulo está relacionada com a distorção. Quando o modulo está trabalhando acima de 0dB ou, na maioria dos casos, acima de 3/4 do botão de volume/ganho do modulo, o som passa a sair distorcido. Essa distorção faz o cone trabalhar de forma muito irregular, podendo as vezes até travar numa determinada posição e podendo queimar o sistema. Mantendo, portanto, o modulo em 0dB no máximo, e utilizando AF`s onde a potencia real máxima é maior ou igual à potencia de saída do modulo, e a impedancia resultante maior ou igual à impedancia minima requerida pelo modulo, tu dificilmente vai queimar algo. Lembrando que estamos falando de equipamentos razoaveis pra cima, com especificações corretas e confiáveis. 3)Eu vi essa ligação uma vez, não acreditei nela mas pelo que li funciona sim. No teu exemplo acho que não faria diferença, já que a associação em série dos capacitores vai dividir o valor pela metade. Tu teria então o equivalente ao capacitor bipolar. Porém, na prática talvez mude alguma coisa sim porque o modelo real do capacitor não é apenas capacitancia, mas também indutancia e resistencia. Se nao me engano já li alguem falando que era melhor um bipolar do que 2 eletroliticos polarizados em serie(despolarizados). Eu particularmente preferi botar no meu os bipolares pela praticidade de emendar no fio (fica apenas um componente, em vez de 2, na fiação). 4)Cara, eu tava com essa duvida tambem, mas pelo que andei lendo, muitos amplificadores geralmente não passam de 12v (no caso, da tensão de alimentação da bateria). Ou seja, pra um amplificador que suporta o minimo de 4 ohms, ele geraria 144/2 = 72W por canal. Quando se tem mais do que isso (aqueles amplificadores bem fortes), é dai quando o amplificador possui um circuito interno chaveador como os de fonte chaveada, pra elevar bastante a tensão. De qualquer forma, pega a saída de potencia média por canal, multiplica pela impedancia minima e tira a raiz quadrada. você vai ter a tensão maxima que ele chega. Após isso, bote uma margem em cima. Então se você tem por exemplo uma saída de 200w por canal, a 4 ohms, daria raiz de 800 = 28,28V. Botaria daí um capacitor de 35V de repente ou até mais pra garantir (mas acho que de 35 estaria bom). Como falei antes, tudo isso é supondo que você vai dimensionar tudo corretamente, e que os dados dos fabricantes estejam corretos, e que você vai fazer bom uso do som. Ah, e outra coisa pra se lembrar, não existe o termo potência RMS! O correto é potência média! Potência RMS não tem significado físico. A correta utilização de RMS é apenas pra tensão e corrente. Se você aplicar o mesmo calculo da integral pra potencia, você chega nu valor de potencia RMS que nao diz nada e nao representa nada. O termo correto, potencia média, é o termo que referencia a potência real do aparelho, que é calculado pelo produto da corrente RMS com a tensão RMS. Muitos e muitos fabricantes e artigos por aí usam erroneamente o termo potencia RMS, infelizmente. Mas se você fizer os calculos, verá que apesar de multiplicar uma corrente RMS por uma tensão RMS, você encontra um valor diferente do que se você calcular a potencia RMS pela integral.
  15. Pois é, a potencia de 2.200W só seria valida se tivéssemos algo como uma fonte de corrente (muito potente por sinal) que forçasse 1A no resistor de 2k2. Mas provavelmente é algo como faller falou, alguma fonte de 14v com capacidade de 1A, mas que uma vez inserido um resistor no meio do caminho, vai alterar a dinamica da coisa, inclusive a corrente.

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