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angela

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  1. olha eu n fiz o forum por download fiz por site ai não sei se vai
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  3. Olha eu fiz um forum igual a esse so que não sei colocar em portugues se alguem sabe me ajude Por Favor
  4. angela

    FlatOut 2

    e não e por nada não mas tu coloco so fotos de capotagem e batidas eu vou colocar umas maneiras ai no post principal pra vocês falou
  5. angela

    Fuji Golf

    Áqui é proibido a pirataria,por favor leia as Regras
  6. angela

    GTA Vice city

    Por favor coloque sua pergunta no Topico Oficial do GTA Vice City
  7. Olhem o que eu achei A produtora Rockstar divulgou que "Grand Theft Auto: Vice City Stories", o segundo da série para o portátil PSP, sairá em 3 de novembro, em vez de sair em 20 de outubro, como havia sido estabelecido anteriormente. "Vice City Stories" terá como cenário a cidade que dá nome ao game e é baseada na Miami dos anos 80. A inspiração declarada é o seriado de TV "Miami Vice", um dos mais importantes da época em que se passa o jogo. O game acontece dois anos antes de "Vice City", lançado originalmente para PlayStation 2 em 2002, tendo como protagonista Vic Vance, irmão de Lance. Vic aparece logo no começo de "Vice City", quando morre numa transação de drogas. "Grand Theft Auto: Vice City Stories" é, por ora, um jogo exclusivo para PSP.
  8. angela

    Enchanted Arms

    esta altura, o Xbox 360 já conta com uma boa variedade de jogos, mas um gênero em particular ainda engatinha: o RPG. É verdade que o primeiro título do tipo para o console, "The Elder Scrolls IV: Oblivion", foi de arrasar - quiçá um dos melhores da história em todos os videogames. Mas, apesar do gênero ser primordial para o sucesso de um videogame no Japão, esse estilo "ocidental" também não agrada muito por lá. Por isso, "Enchanted Arms" tem a missão de representar o gênero entre os japoneses. A produtora From Software seguiu a receita à risca, incluindo quase todos os maneirismos e lugares-comuns do jeito oriental de fazer RPG. E trouxe um pouco de novidade, porque ninguém é de ferro. O resultado é um jogo seguro, mas longe de empolgar. UOL Analise De estudante a salvador do mundo "Enchanted Arms" é um RPG com batalhas em turnos. Os encontros com os inimigos, basicamente, são aleatórios, e não há ação envolvida nos combates. Todos os trejeitos do título levam aos games da série "Final Fantasy", talvez o oitavo episódio em particular, devido ao seu clima ligeiramente futurista. A história não tem nada de original. Atsuma é um estudante relapso da universidade Enchant, especializada em magias. É uma espécie de Hogwarts, a escola do bruxinho Harry Potter, só que muito mais futurista. Nessa época, os encantos são banais, mas há mil anos a humanidade conhecia a arte mágica de construir criaturas artificiais, que ficaram conhecidas como golems. Mas, assim como aconteceu a revolta das máquinas no livro "Eu, Robô" de Isaac Asimov, essas criaturas também se voltaram contra seus mestres, iniciando uma grande guerra. Os mais poderosos, chamados de devil golems, foram aprisionados. Nos primeiros capítulos do game, uma delas, conhecida como a rainha do gelo, fica livre e adivinhe para quem sobrou para salvar o mundo? Sim, o próprio Atsuma, que parece esconder um passado misterioso, pois ele possui um braço demoníaco. Quem já viu algum RPG japonês, não encontrará muitas dificuldades. O roteiro é similar a vários do gênero: nas cidades - ou na universidade de onde a história começa -, fale com todo mundo até encontrar algum personagem que avance o enredo. Ou seja, usando as informações recebidas, o jogador tem que ir para o próximo destino. Batalha de xadrez Em meio a isso tudo, podem acontecer batalhas. No começo, são alguns colegas querendo tirar satisfações. Sendo assim, eles não são muito fortes, o que é ideal para pegar o jeito nos combates, onde se concentram as principais novidades. Na verdade, o sistema é similar ao de "Mega Man Battle Network", RPG da Capcom para Game Boy Advance. Ou seja, há um componente de jogo de estratégia. Quando a batalha começa, seu grupo, de até quatro guerreiros, está espalhado numa arena retangular de 3 por 4 casas, assim como os inimigos, mas em seu próprio "campo", de igual tamanho. O intuito é deslocar os personagem e utilizar os diversos golpes. Cada um deles tem um alcance e uma área efetiva diferente. No final das contas, é como um quebra-cabeça, cujo intuito é posicionar os lutadores para que realizem seus melhores ataques. Se não gostar do movimento, basta cancelar e começar de novo. O turno apenas começa quando o jogador confirmar sua seleção. Com isso, os combates ficam mais estratégicos, mas os inimigos, ao menos os que aparecem nas batalhas aleatórias, não costumam oferecer muita resistência. O ponto fraco é que tende a ficar mais comprido também, mas há um recurso automático em que próprio computador se encarrega de mexer as peças durante um turno. Não espere muita esperteza da máquina; ela apenas quebra um galho, mas é suficiente para os combates do dia-a-dia. Já contra inimigos mais fortes e/ou chefes, o próprio jogador deve querer comandar pessoalmente o confronto. Contra esses oponentes mais resistentes, é necessário um mínimo de eficiência, senão o destino é refazer todo o trajeto desde o último "save". Além dos diversos golpes, chamados de "skills", há também os ataques EX, mais poderosos e abrangentes - alguns deles chegam a afetar todo o campo adversário. É claro que esse tipo de ofensiva gasta muito mais energia EP, necessária para usar os ataques e habilidades. Criatura e criador O seu grupo pode ser formado por personagens humanos - os integrantes dependem do roteiro - ou ter golems como reforço. O primeiro dessas criaturas você ganha, mas os seguintes devem ser criados pelo próprio jogador. Eles são feito nas lojas, que são representadas por uma estrutura que parece uma pedra preciosa preta. Os requisitos para fabricar um golem é ter um "core" (núcleo), que pode ser comprado ou adquirido. Em suas andanças, você encontrará alguns monstros que já estão no mapa, e eles geralmente liberar os tais itens. Geralmente, eles são a base para reproduzir a criatura que você acabou de enfrentar. Depois, basta ter alguns outros ingredientes. No total, são mais de 100 desses golems espalhados pelo jogo inteiro. Cada um deles tem força e uma série de golpes particulares, e evoluem como um personagem comum. Esse mesmo processo se aplica às armas dos personagens. Os seus golpes também são comprados. Mas, além de ter dinheiro, é preciso ter pontos chamados SP para aprender os ataques. A lista fica cada vez maior com o tempo, mas apenas cinco podem ser usados de cada vez. O que ajuda a evitar perda de tempo é que seu grupo recupera a energia logo que o combate é encerrado, evitando chamar a tela de itens ou magias para curar os feridos. Isso não quer dizer que vai ser sempre assim: toda vez que recuperar o HP ou ser ressuscitado, gasta-se VP, pontos de vitalidade, e quando este chega a zero, o poder de cura se encerra. Nesse caso, é necessário visitar uma das estações de recuperação para encher o VP novamente. As partes de exploração são simples. O caminho basicamente é linear, tendo um ou outro beco alternativo onde se escondem alguns baús e inimigos especiais. Há diversos dispositivos, mas quase todos eles se resumem a apertar o botão A para serem ativados. A aventura dura cerca de 40 horas. Mas se tiver como objetivo juntar todos os golems possíveis, o tempo é maior, é claro. Há alguns minigames, como bingo, roletas e caça-níqueis. A coleção de monstros servirá para as modalidades multiplayer via Xbox Live. Nelas, você coloca seu grupo para enfrentar o time do outro jogador. As partidas podem valer ou não pontos para o ranking, mas a modalidade parece ter sido colocada apenas para estampar na capa que o game tem um multiplayer online. Se as batalhas tivessem a profundidade que tem um "Pokémon", por exemplo, poderia ser bem mais proveitoso. Maquiagem digital A produção visual lembra a de títulos como "Final Fantasy", mas sem a mesma sofisticação. As cenas em computação gráfica têm ótima qualidade, e até se aproximam do nível da produtora Square Enix. Essas cenas são usadas em longas tomadas de ação e de impacto. Ainda há outros tipos de cenas, feitas com a tecnologia do próprio game. Aqui também há boas animações e modelagem de personagens. Os problemas começam com os cenários. Há até alguns belos, como o festival que aparece no começo do jogo, mas a maioria faz o estilo "bonitinho arrumadinho". Ou seja, os ambientes são simples e quadradinhos, mas mascarados com texturas bem definidas e iluminação exagerada. No final, fica até agradável, mas é pouco para um console de nova geração. O número de pessoas e objetos interativos também deixa a desejar, pois a maioria dos ambientes é deserta. As caixas e barris, quando quebram, simplesmente somem, sem deixar rastros. As cenas de diálogos também incomodam. O texto é até competente, mas as animações dos avatares é totalmente robótica. Isso deixa o personagem Makoto, que tem estereótipo do homossexual - ao menos como os japoneses vêem um ### -, com trejeitos ainda mais carregados em faniquitos. Além do mais, a dublagem em inglês é ruim. Sendo assim, o melhor pode ser trocar as falas para o japonês, que ao menos, são mais competentes. Os textos continuam em inglês. A leitura do DVD é rápido, e não incomoda ao trocar de tela ou entrar em batalha. Mas, por outro lado, o acesso ao disco rígido vai ficando cada vez mais penoso, podendo levar quase um minuto para salvar o jogo. O mais irritante é que a cada carregamento ou gravação, o jogo pergunta qual dispositivo você quer usar, mesmo que tenha apenas um. A trilha sonora é tí#### de RPGs japoneses, misturando composições de gênero meio indefinido e algo que lembra orquestra. A música da batalha parece um pouco dramático demais, e por isso tende a cansar, mas, no geral, as escolhas caem bem com o clima do game. Os efeitos sonoros seguem a mesma qualidade. RPG-padrão na nova geração "Enchanted Arms" seguiu à risca a cartilha-padrão de produção de um RPG japonês. Se quase não há novidade, ao menos foi tudo feito com alguma qualidade e traz um sistema de batalha interessante e sem estresse, graças a opção de automatizar e de acelerar a animação. Por outro lado, a história possui clichês demais e os cenários são simples para um console de nova geração. Faltou um pouco de substância para ficar encantador.
  9. bem mas pelo menos gandalfnho ele deve gostar de jogos
  10. angela

    Winning Eleven 10

    Winning Eleven 10 trouxe mudanças significativas à série. A série sempre teve um viés que tende para o simulador e o lado ruim é que o andamento poderia não ser tão fluído quanto se poderia desejar. Agora, a produtora deixou o jogo mais ágil e mais fácil de fazer os gols, sem, no entanto, perder as características estratégicas que marca a franquia. Um dos pontos revisados foram as animações, que ganharam novos quadros de movimento, principalmente nas situações que o jogador fica sem controle, como por exemplo, num desequilíbrio. Novos dribles foram adicionados, como um que se inspira no jogador inglês Stanley Matthews, falecido em 2000, conhecido como o "mago dos dribles". Também há um movimento chamado finta em "V", além de retomar o "Slide Dribble", acionado com o botão R2. Entre as novas modalidades está uma chamada International Challenge, que será uma versão mais global do Nippon Challenge, de "Winning Eleven 9". Nesse modo, o jogador escolherá um dos 46 países e simulará a trajetória da equipe até chegar ao campeonato mundial, passando por fases de eliminatórias. O formato de competição variará conforme a confederação a qual o país pertence: América, Ásia, África ou Europa. Mais seis equipes aparecem com seus nomes reais: o clube alemão Bayern de Munique e as seleções da Holanda, Itália, Inglaterra, Argentina e Espanha. Outros quatro times nacionais, sem licenciamento, foram incluídas na lista de países: Trinidad e Tobago, Angola, Gana e Togo. Eles estavam presentes na Nippon Challenge na edição do ano passado, mas não em controle do jogador. Alguns ajustes foram feitas em modalidades tradicionais. Na Master League, por exemplo, há uma opção que permite descartar a curva de progressão de um atleta. Além disso, haverá uma opção para mudar de formação de forma mais simples. Durante o jogo, foi acrescentado um comando que permite fazer jogadas ensaiadas apertando os botões L1 e R1. A produtora também prometeu melhorar a inteligência artificial do juiz. Existe também uma modalidade chamada Random Selection Match, na qual os jogadores que compõe um time será escolhido aleatoriamente . na versão japonesa, a narração e comentários continuam a cargo de Jon Kabira e Tsuyoshi Kitazawa, com Teruo Kawamoto como repórter de campo. Por outro, Adriano, craque da seleção brasileira e da Inter de Milão, será capa da ersão européia, conhecida como "Pro Evoltuion 6".
  11. bem se precisar é so falar
  12. actualizado com uma imagem e um vídeo http://jogos.uol.com.br/player/psp/grandth....jhtm?videoId=0
  13. Um dos grandes momentos antológicos da história dos videogames foi a reação dos criadores de Doom jogou Duke Nukem 3D pela primeira vez, e ao chegar na parte onde o herói destrói um prédio, ele disse: "P*&% M%$#@! Isso é demais! Como não pensamos nisso antes???". A atitude do clone de Schwarzenegger, somada à jogabilidade ousada e até mesmo forçada, ajudou a transformar Duke Nukem em um dos mais carismáticos heróis dos jogos eletrônicos. E não é coincidência que a 3DRealms ressaltou todos esses aspectos em seu vídeo de Duke Nukem Forever. A primeira coisa que se percebe é que a equipe aproveitou muito dos NPCs de Half-Life, colocando bastante gente no mundo do jogo para interagir com o herói. Ele constantemente encontra alguns sobreviventes que clamam pela ajuda do loiro bombado, e todo o ambiente parece cuidadosamente construido para garantir realismo. Aliás, essa é outra página emprestada de Half-Life. Os ambientes não são apenas realistas (quer dizer, quantos jogos de tiro não se passam em gigantescos castelos modernos... mas você nunca encontra um banheiro?), mas eles também são totalmente interativos: você pode derrubar portas com seus pés, comprar doces nas máquinas e até mesmo jogar pinball em uma das máquinas! E se tudo isso não fosse surpreendente, dois outros detalhes chamam atenção no vídeo: a trama será muito bem feita (veja a conversa de Nukem com o general) e muitos veículos serão usados: Jet Skis, motos, carros, tanques... O único problema é que, como todo bom jogo da 3DRealms, a data de lançamento é "quando estiver pronto". O jeito é esperar - duvido que alguém vá se decepcionar.
  14. Pessoal não sei se vocês perceberam mas já existe um Tópico para isso feito pelo Monst Wanted
  15. Como se passa dois anos antes, haverá algumas construções em andamento O primeiro "Grand Theft Auto" para o PSP, "Liberty City Stories", teve a missão de popularizar o portátil, tarefa que cumpriu muito bem, ao menos nos EUA. A franquia, maior sucesso da atual geração de consoles, já está acostumada a ser "killer app" - abreviação de "aplicativo matador", com grande apelo para vender consoles - a cada nova aparição. Se "Liberty City" fez um paralelo com "Grand Theft Auto III", lançado originalmente para PlayStation 2, "Vice City Stories", o próximo capítulo para o PSP, está intimamente ligado a "Grand Theft Auto: Vice City", também originário no PS2. Na verdade, o game para PSP conta o que aconteceu em 1984, ou seja, dois anos antes de "Vice City". O jogador encarna Victor Vance, irmão de Lance. Vic, como é chamado, aparece nas cenas iniciais de "Vice City" e é morto pela SWAT no meio de uma negociata. Em "Vice City Stories", Vic é um ex-marine de 28 anos, recém-saído da corporação. Sendo assim, o personagem nada muito bem e pode pilotar jet-skis. O fato de os personagens não conseguirem nadar em "Vice City" foi alvo de piadas na franquia concorrente "Driver". É claro que o personagem pode roubar diversos tipos de veículos - há novos modelos de carros -, como é marca registrada na série "Grand Theft Auto", mas Vic também pilota helicópteros. O controle das motocicletas foi melhorado. Aliás, há um modo de visão em primeira pessoa quando estiver em veículos. A fictícia Vice City é baseada na ensolarada Miami e, sendo assim, está sujeita a furacões. Esse é um dos novos efeitos climáticos do game. Os ventos fortíssimos podem ser fatais para o seu personagem, caso não busque abrigo. O jogador pode se certificar da aproximação desses desastres naturais ouvindo o rádio, que tem programação variada e traz uma seleta trilha sonora que remonta à época, sem falar nos hilários talk-shows e comerciais. A produtora afirma que a cidade será muito maior que no "Vice City" original. Como o enredo se passa dois anos antes, há algumas construções em andamento e lugares que estão em condições diferentes, mas grande parte será comum aos dois games. Agora, a profundidade de visão está bem melhor que em "Liberty City Stories" e pode até mesmo ultrapassar as versões para PlayStation 2. Isso quer dizer que estruturas mais distantes também estão representadas, o que é complicado em máquinas de menor capacidade, como é o caso do PSP. Novamente, o jogador pode passear por uma enorme cidade virtual. O carregamento de dados é feito de forma dinâmica, ou seja, acontece ao mesmo tempo em que Vic se desloca, sem precisar interromper a ação. O interior dos prédios ganhou mais variedade, mas, desta vez, há um pequeno intervalo para acesso ao UMD. O protagonista não pode escalar muros, um recurso existente em "San Andreas", mas a produtora diz que isso não será necessário. As animações dos personagens foram revistas. De modo geral, tudo foi aperfeiçoado para ser mais natural. O tráfego e os pedestres têm reações mais humanas, além de aparecerem em concentração maior. Mas a produtora também tomou o cuidado de não fazer aparecer o mesmo modelo de personagens numa mesma tela. A seleção de cores promete ser mais rica, reproduzindo um belíssimo pôr-do-sol e todo seu espetáculo luminoso. As missões prometem ser mais complexas. Num dos primeiros empregos de Vic, ele banca o dublê, e precisa pilotar um jet-ski numa determinada rota, a fim de gerar cenas espetaculares. Assim como em "Liberty City Stories", se você morrer ou for pego pela polícia, pode retomar a missão entrando num táxi estacionado em frente ao hospital ou à delegacia. Como no primeiro "GTA" para PSP, o presente episódio também traz uma modalidade multiplayer via rede sem fio. O funcionamento deve ser similar ao antecessor. "Grand Theft Auto: Vice City Stories" é um jogo exclusivo para PSP, mas, como "Liberty City Stories", ganhou uma versão para PlayStation 2. Screenshots

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