Compartilhandoecursos
Após executar as configurações descritas, os micros já estarão se comunicando na rede. Você pode testar isso navegando através do ícone "Ambiente de Rede" da área de trabalho, como mostra a Figura 7.

Figura 7: Visualizando a rede através do Ambiente de Rede.
Compartilhando Diretórios
Para compartilhar diretórios, basta clicar com o botão direito sobre ele (através do Meu Computador ou então do Explorer), escolhendo a opção "Compartilhamento", como mostra a Figura 8. É claro que isso deve ser feito no micro onde estão os diretórios que você deseja compartilhar com os outros micros da rede.
Você pode compartilhar qualquer unidade de arquivos, incluindo discos rígidos, disquetes, Zip-drives e unidades de CD-ROM.
Importante notar que, ao compartilhar um diretório, você estará automaticamente compartilhando todos os diretórios abaixo dele. Portanto, se você quiser compartilhar um disco inteiro (ou uma partição inteira), basta compartilhar o diretório raiz.

Figura 8: Configurando o compartilhamento de diretórios.
Na configuração de compartilhamento você pode definir qual tipo de acesso os usuários terão àquele diretório (se leitura somente ou se acesso completo) e ainda definir senhas para acesso. Você deve, ainda, dar um nome pelo qual o diretório será conhecido pelas outras máquinas (no exemplo da Figura 8, compartilhamos a partição
com o nome "DADOS", pois é uma partição contendo arquivos de dados que serão utilizados por todos os micros da rede. Você pode ainda adicionar um comentário ao diretório.
Após habilitar o compartilhamento, o diretório aparecerá com o símbolo de compartilhamento (uma mãozinha), indicando que aquele diretório está sendo compartilhado. No micro da Figura 9, compartilhamos todas as unidades (menos o disquete), inclusive o Zip-drive.

Figura 9: Compartilhando os discos do micro.
Dica: Para facilitar a manutenção e a procura por arquivos compartilhados em redes ponto-a-ponto, sugerimos que você crie uma localização única para todos os arquivos que serão compartilhados. No micro que usamos de exemplo, ele possuía um disco rígido de 2 GB, particionado em dois de 1 GB, onde a primeira partição era usada por programas e a segunda, para o armazenamento de dados. Além disso, como os demais micros da rede não possuíam outra unidade de disco que não o disco rígido com uma única partição, a partição
("DADOS", vide figuras 8 e 9) era vista pelos demais micros também como uma unidade "D:", como veremos no próximo tópico. Desta forma, independentemente de que micro você trabalhasse, os dados estariam na unidade D:. No micro local ela representaria a partição D:, enquanto nos demais micros ela seria esta mesma partição sendo acessada via rede, sendo também chamada de D:.

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