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poletto

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    ouro preto M.G.
  1. @maicon camera Olá, tenho um inversor com esta mesma PCB em mãos, com uma cadeia de componentes fritos por um curto no resistor de frenagem. O colega teria a disponibilidade de fotografar / lembrar os valores dos componentes R45, c20, VZ13, VT5 e VT4? (ficam na parte central da PCB, logo acima dos opto-acionadores dos IGBT's) Grato, e desculpe por ressucitar o tópico.
  2. Vixe, esse tópico foi resgatada de uma cova profunda hein!? hehe. Nunca segui com o projeto, então nem posso falar muito. Hoje, olhando em retrospecto, eu optaria por admitir um tempo mais longo para a carga das baterias, simplificando todo o projeto, já que permitiria usar componentes mais "mundanos".
  3. Bom dia galera, o retificador de solda de um amigo pifou, e como era bem velho, a especificação está apagada nos diodos originais, a única informação que consegui inferir é o encapsulamento, padrão DO-9 , ou DO-205AB. Pois bem, os diodos que eu consigo a preços acessíveis (entre 60 e 110 reais cada), são o SKR 240 (semikron), D300U (American semi), e A2A-260 (Aegis). Para meu deleite, os datasheets usam parâmetros diferentes nas medições, o que me deixou com a pulga atrás da orelha na hora de comparar. A impressão que tive é que o SKR240 é o mais robusto, seguido pelo D300U, e o Aegis por u
  4. Galera, estou perdido quanto aos cálculos para dimensionar MOVs Tenho em mente que o pico da rede (180 ou 315v), deve ser abaixo da tensão de breakdown do varistor, só que em todo lugar dizem que é para aplicar a tensão RMS da rede... o que me soa estranho, pois quando junto na minha cabeça a crista da senóide (de 150 a 180v), com o gráfico da corrente em breakdown, a única possibilidade que vejo é MOV esquentando.
  5. Posso estar enganado, já tem um tempo que fussei sobre levitrons, mas ao que me consta, a ideia é usar um eletroimã para gerar um campo toroidal (em forma de funil), e fazer com que algo flutue nesse campo.(Seja repelido pelo campo). Partindo daí temos 2 jeitos: ou você usa imãs permanentes, o que é mais simples, e ai você terá isso: Ou você pode usar uma bobina. para repelir um imã permanente;onde a bobina gera um campo que substitui o imã da base, e levita o peão. Note que a polaridade do campo imã do peão deve ser oposta á do campo da bobina, e que o centro de gravidade do peão deve
  6. Não sei qual a especificação do disco original, mas esses piezos tem uma especificação diferente para cada forma física. é o formato da cerâmica, e a disposição dos eletrodos que vai definir como ele vai se deformar, e baseado na deformação máxima da cerâmica, podemos definir a amplitude da senóide(Volts), e a corrente (Ampéres). Não é como ligar uma lâmpada, que se tiver corrente de sobra na fonte não faz a menor diferença. se você superdimensionar o gerador de senóide, vai raxar a pastilha. Se subdimensionar, vai ter uma potência de saída baixa, portanto baixa eficiência na aplicação(Desentu
  7. Huummm... nesse caso recomendaria aproveitar o timer, a cuba e a casca, e reprojetar só o gerador de senóide. já que você é versado em importação, fica mais fácil trazer os discos dos states, só procurar no ebay por "barium titanate".. depois vou pegar o que eu tenho aqui de sucata, e ver se consigo fazer um caminho das pedras, mas a topologia final vai depender e muito dos seus conhecimentos de desenho e montagem em eletrônica, e disponibilidade de material. Lembrando que primeiro você tem que escolher um modelo de piezo, e depois dimensionar o excitador para aquele disco específico. não
  8. Compre uma no mercadolivre por r$50, frete grátis. O disco de titanato de bário é fácil de achar no ebay, mas fica absurdamente caro trazer um só pra cá. Os modelos de 50 conto já vem com uma cuba de Inox por estampagem profunda, e um timer digital. a cuba sosinha te custaria mais de 50 reais, e o timer digital é absolutamente simples, mas tem uma implementação tão ajeitada no modelo chinês que até aproveitei um de sucata para outros projetos. Quanto ao circuito de controle, é bastante simples, e muito bem implementado no produto chinês, gera uma senóide flutuante (não-grounded) de 1500v,
  9. Boa tarde galera, estou desenhando um conversor Dc-Dc, baseado nesses cálculos: [Datasheet] http%3A%2F%2Fwww.onsemi.com%2Fpub%2FCollateral%2FMC34063A-D.PDF Ton/Toff = 1,46 Ton+Toff=10Us Ton=5,93Us, Toff=4,07Us Cfrequencia=237Pf, Ipk=1,288A, Rsense=0,244R Lmin=94,16UH, Csaida(min)=133UF Bom, a ideia é alimentar um equipamento de 8Watts em 48v, a partir de um banco de baterias de 24v (20-29v) mas eu diria que é sem chance de aplicar o circuito padrão do datasheet, portanto estou pulando para o circuito padrão com transistor NPN externo[Fig.12a]. A pergunta é: posso usar um IRF3205
  10. No caso de sistemas alimentados por conversores DC-DC, digamos que a saída é fixa em 36v 10A, por exemplo, para alimentar o sistema de som do seu módulo. admitindo uma eficiência utópica de 100%, o conversor, a "fonte" interna do módulo, puxaria em 14v, 360/14=25A. se esse módulo não foi desenhado com um circuito de proteção contra sub-tensão, assim que a alimentação atingir o limiar mínimo de operação do controlador da fonte, este acionará os mosfets da fonte, e tentará alimetar o módulo, drenando uma corrente absurdamente alta da entrada, que em 7v beiraria um curto. isso pode (e é o que acr
  11. Galera, estou pensando numa forma simples e não-dependente de CI's dedicados para interfacear um Arduino e um MicroSD. Andei pensando em colocar um led verde em série, para gerar a queda de tensão, talvez um zener de 2,7v, e para proteger o MOSI, usar um zener de 3v3. estou tentando simplificar isso ao máximo pois estou usando um soquete garimpado de um celular, e usar CI's ia dar muita dor de cabeça... ia ter que montar numa protoboard só pra isso, e espero conseguir resolver isso direto no flat, pra facilitar a minha vida, e ver se economizo a fortuna que o pessoal do mercado livre quer por
  12. Galera, estava preparando uma fonte 24v, e reparei que o retificador do secundário dela é um D92-02 ( este cara aqui) , que tem uma tensão reversa de 220v, e uma Irms média de 10A por fase, ou 20A no chip. chegam do trafo para esse cara retificar, 350w, e eu pretendo abusar um pouquinho dessa garota.. ( por isso abri pra dar uma reforçada).. 350/24 = 15 ampéres, então eu diria que esse danadinho ai está sendo esguelado, e que 220v de block num secundário onde a reversa dificilmente ultrapassa os 30 é um absurdo. esse negócio vai ter um vf de 1.1v, eu acho que é um diodo sériamente mal dimensi
  13. como funciona um estabilizador de núcleo saturado?? isso presta para colocar numa repetidora de rádio?? ( fica num fim de linha, tem 13km de linhas de 13kv especificamente para esse morro... toda semana a cemig esta lá substituindo as chaves matheus, e eu trocando o no-break...) como faço para estabilizar a energia da rede lá?
  14. Ninguém tem uma ideia de quais pinos da serial ficam sempre em 0 ou 1, ou de como forçar eles pra 0 ou 1 para servirem de alimentação?
  15. Vai depender de como o 8051 interpreta as instruções... qual a capacidade desse cara em MIPS?? 1 MIPS = 1 mega instruções por segundo, logo, a cada mips a mais que você tiver, vão ser um milhão de "NOP" a mais no loop pra conseguir o intervalo desejado... teoricamente ainda tem o tal do overhead, dependendo da forma como você fizer esse loop, mais a partir daqui não me atrevo a falar mais nada, já que nunca peguei num 8051...

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