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Mikhail Kosevich Volkov

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Tudo que Mikhail Kosevich Volkov postou

  1. No mercado de hoje, termos como "double shot", "double injection", "laser", "PBT" e "ABS" são utilizados para categorizar as teclas de teclados, porém o que realmente significam? Materiais: Comecemos pelos materiais empregados na fabricação dessas teclas, os quais podem ABS, PBT, POM ou outros materiais mais obscuros como policarbonato. O ABS, ou Acrilonitrila Butadieno Estireno, é uma resina composta pelos monômeros cujos nomes compõem a sua sigla, que comumente possui baixa resistência a abrasão e erosão pelo uso, porém ao utilizar ABS de boa qualidade, esse malefício se torna diminuto ao ponto que tal desgaste apenas se mostra de forma significativa após anos de serviço. O acabamento ideal para não demonstrar esse desgaste é o acabamento brilhoso, pouco comum e pouco desejado entre usuários. A sensação de digitar em teclas de ABS é descrita como "superfície molhada", devida ao baixo coeficiente de atrito dessa resina. Devido a ser um plástico amorfo, ele degrada e sua cadeia molecular se desfaz na presença de isopropanol e outros solventes presentes em certos produtos como limpa contatos e o WD40 multiuso. É o material que produz as legendas mais limpas e definidas, permitindo fontes menores ou mais detalhadas no processo de sobremoldagem. Wyse ASCII, um teclado com teclas em ABS. Fonte da foto: Mikhail Kosevich Volkov, 2019 O PBT, ou Polibutileno Tereftalato, parente do PET, é um plástico cristalino com alta resistência a abrasão e baixo atrito, gerando a sensação de tato mais áspero. É altamente resistente a produtos químicos, porém, ele tende a encolher e deformar após moldado, o resultado disso é que teclas fabricadas com esse material geralmente apresentam deformações nas legendas, caso sejam feitas com injeção dupla, e no formato da tecla como visível em teclas longas. Teclados antigos que tinham teclas em PBT geralmente utilizavam uma barra de espaço feita em ABS devido a essa característica. Assim como POM, sua estrutura também dificulta a oxidação do aditivo antichamas, reduzindo o amarelamento. Tecla de espaço injetada em PBT. Fonte da imagem: Mikhail Kosevich Volkov, 2024 O POM, ou Polióxido de Metileno, é similar ao ABS, porém com atrito ainda menor, e maior resistência física a abrasão. É utilizado na indústria por essas características em peças que sofrerão atrito, como quase todo miolo de switch tipo MX. Além disso, é um plástico cristalino, o que o torna mais resistente quimicamente. Sua estrutura cristalina dificulta a oxidação do elemento antichamas, o que faz teclas brancas em POM permanecerem brancas por muito mais tempo que as de ABS. Por ser mais raro, é difícil encontrar exemplares de teclados que venham com elas. Qual tipo é melhor depende das suas prioridades, em teclados baratos, não há razão para optar por algo senão ABS, pois PBT e POM são materiais mais caros, e injeção dupla barata do primeiro resulta em teclas com letras tortas. Outros tipos mais obscuros como nylon e policarbonato não possuem características muito especiais, o primeiro deles sendo um material cristalino em sua forma pura, porém geralmente é misturado a materiais amorfos usados como carga mineral para aumentar sua resistência, e o segundo é um plástico amorfo que compartilha das mesmas desvantagens do ABS, porém pode ser injetado de forma transparente permitindo ver os switches abaixo. Materiais utilizados em impressão 3D são muito recentes para se aferir seus benefícios, porém geralmente não são utilizadas teclas produzidas dessa forma pelo custo e qualidade do acabamento. Todos eles apresentarão diferentes perfis de som. A diferença entre perfis como Cherry, XDA, DSA, OEM e outros e a espessura das teclas também impactam no som, o qual é um aspecto completamente pessoal. Teclado com teclas transparentes. Fonte da imagem: Lofree Métodos de impressão: Atualmente o método de impressão mais famoso é o double shot, também conhecido na indústria como "2k injection", "double injection" ou sobremoldagem. Esse método consiste em primeiro injetar uma peça em um molde menor contendo o desenho da tecla, e então transportá-la para um molde com o formato final da tecla para que o resto seja injetado sobre ela, formando por fim uma única peça. As legendas ficam com uma distinção nítida entre a legenda e cor de fundo, também é um tipo de impressão que permite a passagem de luz caso utilizado um material translúcido ou até mesmo transparente na legenda. Há exemplos de teclas, principalmente produzidas na antiga União Soviética, Coréia do Sul e Japão, que possuem 3(triple shot) ou mais estágios de injeção para legendas em diferentes cores, porém seu custo causou a queda de tais opçòes em tempos recentes. É o método mais durável que permite iluminação. Seu custo depende do material empregado e estágios, e tende a ser o tipo mais caro de "impressão" disponível comercialmente. Para baratear o processo, algumas empresas decidiram adotar uma estrutura mais simples na peça de legenda, obrigando a escolha de uma fonte que permita o vazamento da resina para preencher os espaços dentro das letras, dando origem às famosas fontes com letras cortadas presentes nos teclados baratos. Fonte da imagem: Mikhail Kosevich Volkov, 2024 Dye sublimation, ou sublimação de pigmento, consiste em esquentar um pigmento até seu ponto de sublimação e forçar os seus vapores a "tingir" o plástico da tecla. Isso pode ser feito até mesmo em casa aquecendo uma folha de papel com a imagem desejada impressa prensada sobre a tecla, em um processo similar à impressão de imagens em camisetas customizadas praticada por lojas. Similarmente, é possível através desse processo imprimir qualquer imagem em uma tecla clara. Sua durabilidade é igual à de sobremoldagem, porém não permite iluminação e as legendas ficam com bordas mais difusas no plástico. Seu custo é relativamente baixo comparado ao anterior, porém continua mais caro que impressão a laser, e apenas funciona quando o pigmento é mais escuro que o material de fundo. Uma alternativa para obter letras coloridas claras em teclas escuras é, simplesmente, injetar a tecla na cor desejada e sublimar o pigmento escuro sobre toda a tecla exceto na legenda, porém o custo é extremamente alto devido à complexidade e quantidade de material utilizado, tornando preferível a sobremoldagem. Fonte da imagem: Mikhail Kosevich Volkov, 2024 Impressão a laser possui 3 tipos: O processo de fotoablação pode ter 2 nomes dependendo de seu nível: laser coloring e laser engraving. O primeiro é o processo em que múltiplas camadas de pigmento são colocadas nas teclas e o laser remove uma ou duas camadas de pigmento para exibir uma cor diferente sob ela. É uma alternativa de menor custo para sobremoldagem de 3 estágios. Já o segundo é mais potente e remove totalmente a tinta expondo o plástico sob o pigmento, é o segundo tipo de impressão que permite iluminação, e o único que permite desenhos complexos iluminados. Os pontos negativos e durabilidade de ambos são similares, e consistem no desgaste da camada superior, expondo o que há em baixo. A tinta pode alterar o tato das teclas significativamente, pois os dedos já não fazem contato com o plástico da tecla, porém com a tinta. Fonte da imagem: Um amigo que decidiu permanecer anônimo, 2024 Laser foaming é um processo em que pequenas bolhas são feitas no plástico a fim de fazer uma resina escura apresentar cor clara, com o foco correto é possível imprimir legendas, porém é um processo não muito utilizado e quando as micro bolhas se quebram a tecla começa a se apagar. Similarmente, laser charring utiliza o mesmo laser, porém com uma potência maior, para queimar o plástico, de cor clara, no formato da legenda, é um processo mais durável. Fonte da imagem: Mikhail Kosevich Volkov, 2018 Pad printing é um processo em que se cola um adesivo na tecla, sendo mais barato que todos os demais, e está presente em diversos teclados baratos, como o Logitech K120, e mesmo teclados com teclas customizadas a pedidos de empresas, como meu Wyse ASCII. O ponto negativo, como pode ser visto na tecla "SEND" do meu teclado, é o desgaste do adesivo, em que as legendas somem pedaço a pedaço com o uso. É o mais utilizado no mercado. Teclado Wyse ASCII com tecla customizada desgastada. Fonte da imagem: Mikhail Kosevich Volkov, 2024 Um caso específico são teclas com impressão lateral, as quais podem ser feitas com qualquer um dos métodos mencionados, porém aumentam o custo nos processos de sobreinjeção e nos quais há legendas tanto no topo quanto na frente das teclas. Algumas fabricantes empregam uma tecnologia nas legendas principais, e outra nas secundárias devido à complexidade. Teclas sobreinjetadas do Leopold FC900R com legendas laterais e convencionais. Fonte da imagem: Mikhail Kosevich Volkov, 2024 Impressão por tinta é pouco utilizada, porém ainda se vê em conjuntos de teclas temáticos. A vantagem é a possibilidade de, com uma tecla clara e menor custo que sublimação, imprimir qualquer coisa em qualquer tecla. Não há exemplares suficientes para aferir suas desvantagens até o momento em que escrevo este tópico. Há outros tipos de impressão ainda mais obscuros, como gravação mecânica e degradação por luz ultravioleta para alterar a cor da resina na parte exposta, porém são pouquíssimo utilizadas em teclados comerciais, e mesmo industriais. Conclusão: Há diversos materiais e métodos de impressão para teclas de teclado. ABS e PBT estão consolidados há várias décadas no mercado, e por um bom motivo: as características e aplicação de ambos são suficientes para suprir todos os usos, seja a resistência química e mecânica do PBT, ou o baixo custo e facilidade de moldagem do ABS. Quanto aos métodos de impressão, a escolha entre os melhores acaba entre sublimação de pigmento e sobremoldagem, pois os demais tipos não oferecem a mesma qualidade e durabilidade. Pad printing com bons materiais pode durar bastante, passando de uma década, porém sendo uma aplicação de baixíssimo custo, é raro encontrar dispositivos que executam bem esse método, como os Dell Podule II, Lenovo Preferred (com teclas enter coloridas) e o Logitech K120. A decisão de qual material por parte das fabricantes deve ser feita de acordo com a necessidade de seus clientes na faixa de mercado que pretendem atender. No mercado geral, essa escolha cai sobre o comprador, já que ambos materiais atendem igualmente o uso normal dos teclados, deixando a preferência como o maior fator de escolha quando o orçamento a permite.
  2. @Denilson Amorim, boa tarde! Há anos a Kemove tinha um modelo muitíssimo recomendado, o Snowfox, bom ver esse nome de novo após tantos anos! A julgar pela construção, realmente parece ótimo. O chassi de aço me agrada. Entre blue, brown e red a escolha é por preferência, como os demais apontaram. Na realidade o evento tátil onde ocorre a mudança de perfil elástico ocorre mais ou menos meio onde é o ponto de atuação, a "jaqueta" cai e faz o barulho, um brown é similar, porém não possui a "jaqueta" separada para emitir o barulho. Praticamente todo switch tipo MX tem o ponto de atuação no meio. No princípio a jaqueta havia sido projetada para que houvesse histerese. Como eu disse, não há o som, porém há o evento tátil nos brown. O red não é mais silencioso e não tem evento tátil algum, esse "mais duro" que falam dá impressão de mola mais pesada, o que não é o caso, ele é o mais leve entre os três, e todos batem seco no fundo do curso como não são switches silent que possuem amortecimento. O perfil de força dos teclados pode ser visto nos gráficos feitos pelo Haata aqui, mas geralmente teclados "clicky" possuem evento tátil um pouco mais dramático. O próprio anúncio menciona vindo com Kailh, mecânico convencional. São ótimos switches. Em teoria sim, mas teclados ópticos já caíram de fama e as opções estão caindo em favor dos teclados convencionais pois a tecnologia atualmente é menos confiável e muito mais difícil de reparar, geralmente condenando o teclado caso haja algum defeito. A diferença de tempo de resposta vindo do debounce time dos switches com contatos metálicos é em torno de uns 5ms pela especificação da Cherry e Alps, mas pode ser de até uns 20ms caso a fabricante queira que o teclado realmente dure um bom tempo, coisa que é inútil para o ser humano em qualquer capacidade reativa pois mesmo uma largada queimada é 100ms. Um Logitech K120 já possui latência total de 30ms, e teclados PS/2 geralmente possuem ainda menos, eu mesmo possuo um teclado PS/2 operando a 1000Hz, que possui tempo de resposta mais baixo que um óptico na prática devido à ausência de negociação do polling, e um teclado projetado nos anos 80 com um conversor, e não percebo diferença entre ambos em nenhuma atividade. Eu não recomendo ler anúncio de empresas que contém conflito de interesse no assunto, teclados ópticos apenas possuem uma vantagem real, que é a redução de atrito nas teclas, a de não ter chance de double click já não importa muito pois a taxa de falha deles é maior que a taxa de double click nos convencionais, são muito susceptíveis à poeira e quase todos os projetos deles atualmente não são apropriados para fazê-los durar todo seu potencial. Há fabricantes como a Zowie e a Wooting que a abandonaram devido à alta taxa de problemas em relação aos convencionais pela tecnologia atual estar na infância, a Razer não abandona pois investiu muita grana para a Bloody desenvolver o LK Libra e licenciar, e a Redragon já possui taxas altas de defeito desde 2017. É possível que algum dia esses teclados durem bastante, porém teclados mecânicos e de membrana convencionais já passam dos 30 anos, bastando configurar bem o debounce time e usar bons materiais. A vida útil dos ópticos sendo medidos em horas e não em desgaste por uso dificulta isso, pois ele estará a gastando mesmo com o PC desligado caso ele esteja suspenso ou caso haja energia na porta USB como ocorre por padrão em algumas placas-mãe. Caso algum dia realmente consigam fazer durar as 50 mil horas que alguns prometem, eu não terei nenhuma objeção quanto a essa tecnologia, mas as empresas mais respeitáveis que adotaram eles estão os abandonando, enquanto isso há exemplares de IBM Model M chegando aos 40 anos em pleno funcionamento, e também de Topre, e de Cherry, os 3 patenteados em 1984. Há dois tipos de detecção de atuação da tecla que compartilham dos benefícios dos ópticos, sendo eles impossibilidade de repetição de teclas por desgaste, eliminando necessidade de debounce time, e menor atrito no curso da tecla, porém sem os malefícios pois suas tecnologias já são muito bem representadas nas indústrias: os teclados magnéticos de efeito hall (mesma tecnologia utilizada em gatilhos de controles de consoles) e os eletrostáticos capacitivos, no caso Topre. Também há teclados muito mais velhos que isso que eram usados em sistemas da União Soviética com efeito hall que ainda estão funcionando. A questão de tempo de resposta importa mais na consistência dele no caso de jogos de ritmo que realmente no tempo em geral pois o tempo em um teclado decente já é bem abaixo que o tempo de reação humana e outros fatores como processamento devido ao protocolo USB já matam boa parte dos benefícios que teriam do ponto de vista de máquina. Se fosse escolher uma tecnologia para ser considerada superior, eu votaria por efeito hall, e capacitivo pela capacidade de durar muito mais, resistência a sujeira e também terem níveis analógicos com precisão.
  3. @pedro bresolin , boa tarde! Bem-vindo ao Clube do Hardware! Sem problemas o problema é o contrário, nesse caso teria de cortar os pinos de plástico, mas o teclado que suporta switch com 5 pinos, suporta os de 3 também sem problemas. Os furos são feitos para estabilizar os switches em teclados sem chassi.
  4. @bankaiir, boa tarde! Bem-vindo ao Clube do Hardware! Não vale a pena investir nesse teclado. O preço mínimo para troca de switches costuma rodar em torno dos 100-120 reais sem contabilizar os switches em si. Caso quiseres um teclado que dá para customizar os switches e não tenhas experiência de solda, recomendo o Monsgeek MG108 e o MG75, apesar deles não possuírem iluminação. No mais, apenas troque as teclas dele apenas se estiverem gastas, o kit Redragon A101 é um kit decente, e a maioria dos kits ANSI double-shot do Aliexpress serão OK. Recomendo usares esse teclado até parar de funcionar direito, ou vendê-lo para comprar outro caso realmente queiras um customizado e não tenhas orçamento para comprar um sem a venda dele.
  5. @RNzx , eu recomendo o Kuba Disco, está em um preço excelente nesta loja na versão roxa.
  6. @R Nicolas, e é. É algo que se compra por gosto, não por necessidade. Qualquer coisa melhor que um K120 não fará diferença fora em jogos de ritmo para termos práticos, não te trará nenhum benefício prático real, e é difícil achar algo que dure tanto quanto ele dentre mecânicos abaixo dos 300 por precisarem de materiais bem mais caros. Se quiser algo acima pra ter uma experiência melhor, ter certas funções, e etc, que são coisas que não são necessárias, o preço realmente é alto por causa da complexidade. Dos meus teclados atualmente, 2 são de 1995, um é de 2015, um é de 2017 e um é de 2019, eu compro usado mesmo porque não pago preço cheio por teclado caro sendo que consigo reparar caso dê problemas. E aqui em casa temos um Logitech K120 também de 2017. O Redragon K552 e o Logitech K120 foram os únicos teclados novos comprados nessa casa, e o Redragon é o de 2015, quando ainda eram bons.
  7. Creio que estejam referindo aos Outemu de faixas mais altas como o silent cream yellow, não confiaria na Outemu novamente após terem reduzido a qualidade tão bruscamente em 2017, lesaram consumidores ao mesmo tempo que as empresas que tinham contrato pra fornecimento das peças. "Tipo de plástico que escorrega nas teclas" creio que esteja referindo àquelas teclas que são impressas a laser como do Husky que acabam ficando escorregadias né? Basta comprar um kit da Redragon depois, mas com o tempo até mesmo esses vão ficar escorregadios, não é um problema significativo e não são todos os teclados que o têm. O Blizzard é 60% e o Hailstorm 65%, eu recomendei menor pois pelo que entendi não quer numérico e não há TKL nessa faixa com qualidade decente e ABNT2. Os Redragon têm problema de controladora direto então nem de recomendar um e depois pegar switch Akko ou Huano dá mais infelizmente. Com numérico recomendaria o Logitech K120. Bom saber dessa opção! Eu não sabia que existia, ao menos a Mancer parece ser de uma fabricante diferente que a Eastern Times(que fabrica Redragon, Gamdias e T-Dagger) então ao menos deve estar livre dos problemas de controladora. Está errado, não foi meramente "um exemplo", e o K120 é o que recomendo baseado em experiência e anos de pesquisa, não há nenhuma melhoria mensurável em jogos por usar um teclado mecânico que realmente venha do equipamento e não de um efeito placebo. Há jogadores profissionais de Starcraft II que utilizavam teclados de membrana no auge sem problema algum, e teclados mecânicos já eram muito bem representados na Coréia do Sul, mesma história jogadores de OSU!, ambos tendo necessidade muito maior de ações por minuto que praticamente qualquer jogo de FPS e maioria senão toda a gama dos jogos competitivos no mercado atualmente. Além disso o delay entre apertar a tecla e o computador reconhecer do Logitech K120 é menor que muitos teclados mecânicos se igualando ao Unicomp Model M. Vide aqui a resposta total do K120 . E há também muita gente que considera o IBM Model M(o original que a Unicomp comprou as ferramentas pra continuar produção) como melhor para jogar que a maioria dos modernos, sendo ele um teclado de membrana (ainda que seja mecânico) e de escritório também. Para jogos, contanto que não tenha rollover tão ruim que impeça uso de conjuntos de teclas necessários, teclado é teclado, a eletricidade não tem atraso mensurável na membrana comparado ao circuito de cobre então tudo depende apenas da controladora e não tipo de teclado. Se realmente importasse estaríamos utilizando teclados PS/2 até hoje porque não tem delay de negociação de pacote, eu mesmo tenho um Wyse ASCII com uma controladora que traduz o protocolo entre 4p4c proprietário e USB, além de ter uma varredura de matriz de aproximadamente 167Hz(varredura geralmente é o dobro do polling real) ao que vi no tópico do rapaz que programou o conversor, o que faz ele ser uma lesma comparado a um K120, e também tenho um Leopold FC900R que opera por PS/2 a aproximadamente 1000Hz de polling, sendo mais rápido que mesmo alguns teclados ópticos presentes no mercado, e claro, um Logitech K120, eu pessoalmente não sinto diferença nenhuma entre os 3 em termos funcionais fora experiência ao digitar. Eu também tenho um Redragon Kumara de 2015, que foi meu primeiro teclado mecânico, e um BTC 5139 também convertido para USB, e eu digo que sinceramente dizer que teclado X ou Y vai ser melhor ou pior para jogo que não seja de luta ou de ritmo que realmente são mais sensíveis em consistência entre os polls por dependerem de treinamento de memória muscular e não em reação fora o caso de rollover insuficiente é mito, já que a reação do corpo humano fica acima dos 100ms(que é medida de largada queimada no atletismo), e ainda assim há quem consiga ter desempenho muito mais alto que a média mesmo utilizando teclados de escritório convencionais.
  8. @R Nicolas, cara que vídeo horroroso... Acho que nenhuma informação aí dá pra salvar porque até sobre o switch brown o rapaz está errado... Eu pegaria o K120 se quiser algo sem retroiluminação, o Machenike K500 ou Husky Hailstorm se quiser com. Tem também o Logitech KB 535 sem retroiluminação. Não vejo muitas outras opções de boa qualidade nessa faixa hoje em dia.
  9. Fabricado pela Silitek (Lite-On) a julgar pelo código, mesma fabricante do KB216, os teclados deles são muito bons e duram bastante! O KB522 é feito pela Logitech.
  10. @yJpbrr , boa noite! Sugiro manteres teu atual e guardar até poderes pegar um Husky Blizzard ou Husky Hailstorm. São os únicos que atendem teus requisitos, mas infelizmente saem uns 50 reais acima de tua faixa. Mesmo pra uso casual e apenas digitação, um switch inferior significa durabilidade pífia, teclados com Outemu têm falhas geralmente no período de 6 meses a 2 anos de uso, o que é inaceitável visto que a média dos Logitech K120 e Microsoft 600 parece passar dos 10 anos. Fora isso o rapaz pediu com layout ABNT2, é meio difícil nessa faixa de preço mas esse não serviria.
  11. @N-Kyoki, boa noite! Bem-vindo ao Clube do Hardware! Teste colocar a bomba para trabalhar em 100% e se isso não funcionar, provavelmente deixaste o plástico do bloco ao instalá-lo e terás de removê-lo reinstalar com pasta térmica nova.
  12. @YellowStone, boa noite! Recomendo comprares um Logitech K120, pois sinceramente não haverá nenhuma vantagem de desempenho em qualquer teclado melhor que ele e os mecânicos abaixo do Machenike K500(com Huano) como o TGT mencionado acima são vagabundos e não duram nada. Mouse deixo para os demais pois há quem conhece mais que eu aqui, e fone, recomendo a compra de um Headroom MS16 ou algum dos intrauriculares que o pessoal recomenda do Aliexpress, pois fone completo mesmo retiraria muito do valor do mouse, senão recomendaria um Havit H2002D.
  13. Provavelmente também deves ter visto o vídeo que eu fiz em 2019. Apesar de eu não ter dito que só é caro por ter o nome "gamer", rs. Se puderes, manda o vídeo aqui nas respostas para que eu possa vê-lo. A todo modo, redobro o que disse naquela época: a diferença real entre teclados em termos práticos está na qualidade de fabricação e de projeto. Hoje em dia é mais fácil comprar teclado mecânico de alta qualidade porque teclados não-mecânicos acessíveis de alta qualidade são escassos. Um exemplo de não-mecânico de alta qualidade é Topre. No final das contas, o que vai diferir mais é o teu gosto pessoal. Em quesitos de jogos, se o rollover não te atrapalhar, é impossível ter diferença de desempenho mensurável fora de jogos de ritmo, e há jogadores de OSU! que jogam com teclados de membrana e têm desempenho altíssimo, então a diferença fica mais na qualidade da controladora que no tipo de teclado. Há teclados mecânicos que utilizam membrana ao invés de switches tradicionais, e sinceramente acho extremamente interessante esses teclados com buckling springs, eu teria outro facilmente se aparecer oportunidade de comprar um da Alps, e não da IBM como já tive. Mas em questão de qualidade de construção, nos dias de hoje realmente mas um teclado mecânico da Redragon, por exemplo não vai aguentar tanta pancada quanto um Logitech K120 em termos de digitação pesada. Existem teclados com cúpula de borracha também com diferentes perfis elásticos (vide a seção sobre design dos domos deste artigo) e a sensação de digitar entre um mecânico convencional e eles é gosto, há muita gente que prefere Topre a mecânicos e eu mesmo uso o meu BTC 5139 tranquilamente mesmo tendo o meu Wyse ASCII e Leopold FC900R, e também o BTC que testei na casa do @Ferox Graxaim tem sensação mais mecânica que o Leopold pois os switches Cherry MX silent red dele amortecem mais que o BTC. A maioria dos mecânicos no mercado são lixos que duram menos de um ano de uso, às vezes menos de 6 meses, com switches genéricos que daria na mesma que um teclado de membrana porcaria, mas olhando pela disponibilidade de opções de boa qualidade como Microsoft 600, Dell KB216 e KB522, etc, e mecânicos que utilizam switches Huano, Kailh, Gateron, Cherry ou outros de alta qualidade é maior a chance comprar um bom mecânico atirando no escuro que um bom teclado de membrana. Geral por geral pelo mercado de hoje em dia teu comentário não está errado. No caso de uso mais intenso, sinceramente, tanto faz. Sendo de boa qualidade um teclado de membrana vai passar dos 30 anos em operação, assim como um bom teclado mecânico. Já vi e já tive exemplo de ambos. Mas hoje o único teclado de membrana de alta qualidade que pode ser comprado é o Unicomp Model M pois desconheço outros modelos que realmente são feitos para mais de 30 anos de serviço como aquele.
  14. @Ryann Tavares, o teu uso é leve perto de uso de frente de caixa onde são utilizados teclados Logitech K120 em alguns casos. Os que recomendei vão atender o requisito. Porém apenas recomendo que te atentes quanto à impressão das teclas, sublimação de pigmento nunca vai desgastar mas não suporta iluminação, então se as do Logitech gastarem, já sabes qual comprar. Pelo valor eu diria que o Logi K835 tá valendo a pena.
  15. @Esraeu, se o áudio mono não ficar com tudo praticamente mudo, não há problema com a caixa, então nenhum falante está invertido. É capaz que tenha sido alguma configuração no jogo ou no PC, por via das dúvidas, eu reinstalaria o driver de áudio da placa-mãe.
  16. @Esraeu, exato, ocorreria em todo som mono também, por isso imagino que possa ser o caso. Se testar no mono e não constatar o problema de volume reduzido, ou se testar com outros dispositivos e o problema sumir em vídeos que toquem o mesmo som que fica baixo, pode ser treta do Windows mesmo.
  17. @Ryann Tavares, o Logitech é um teclado extremamente básico em construção, mas deve tranquilamente durar mais de 10 anos se usarem bons switches, já que não descriminam quem os fabrica no site, e programarem direito a controladora. Realisticamente, pode se esperar uns 5 anos de uso, pois a maioria das empresas hoje em dia tem o péssimo hábito de reduzir o debounce time para ter ganho de resposta que na prática é praticamente inútil, a custo da durabilidade. As teclas podem começar a gastar ou quebrar com o tempo, conhecendo histórico dos mecânicos da Logi, mas aí basta comprar aquelas que sugeri da Romoral no aliexpress com impressão em sublimação de pigmento (dye sub).
  18. @Esraeu, é pouco comum, mas há uma chance que a fase de um dos canais de áudio esteja soldada invertida dentro da caixa de som. Tenta tocar um som mono através de celular ou do PC, e se o som mono realmente ficar nulo, é solda feita errada na fábrica.
  19. @Ryann Tavares, boa tarde! Todo teclado decente dura mais de 5 anos, como o Logitech K120 que facilmente passa disso e continua indo por até além de 10 anos. Na faixa dos 500 reais, eu recomendo montares um Monsgeek MG108 ou o Monsgeek MG75 com um kit de switches Gateron ou Kailh, e um jogo de teclas de tua preferência, recomendo da Romoral pela impressão por sublimação, se quiser retroiluminado o kit Redragon A101 ANSI, apesar de um pouco difícil de achar hoje, é decente, porém como este teclado não tem retroiluminação, teria de buscar outro modelo. Se quiser que faça barulho, recomendo o Kailh Box White, se quiser linear, recomendo o Gateron yellow, se quiser silencioso, infelizmente só tem o Outemu Silent Cream Yellow, o qual não confio muito por ser de empresa ruim. Para um teclado silencioso com switches bons, vais ter que comprar Kailh Box Silent ou Cherry MX Silent. Também vale lembrar que há switches que suportam LEDS e switches que não suportam LEDs. Dentre teclados já prontos, no Brasil há o AKKO 5087, também disponível em branco com azul, e o AKKO 3087 V2 World Tour Tokyo.
  20. @EwertonDantas790 , boa tarde! Bem-vindo ao Clube do Hardware! O melhor fone para FPS nessa faixa é o Superlux HD668B, o segundo melhor o Samson SR850, e o terceiro melhor é o Arcano SHP80 todos fones que não possuem isolamento acústico nem microfone. Para fones com isolamento acústico e headsets, não existe nenhuma justificativa de pegar algo que não o Havit H2002D, pois todo o resto ou é o mesmo fone(como o Fallen Morcego que é um Havit remarcado), é inferior, ou tem diferença tão pouca que não compensa a grana a mais.
  21. @Leo.l, o Superlux tem almofadas de PVC, leva uns 2 anos pra rachar e precisar trocar, e almofadas de veludo como as que custam uns 15 reais no Aliexpress melhoram o som dele de qualquer forma, então não é um problema as meus olhos. O Samson SR850 tem uma versão que já vem com almofadas de tecido, que são as que estou usando no meu HD668B agora, são boas. A faixa de PVC na tiara começou a rachar com 3 anos de uso no Samson, e só nas bordas, e de qualquer forma a peça de reposição é 15 reais no Aliexpress também caso precisar, é mais possível o cabo dar problema que a faixa que sustenta ele. Almofadas de tecido são até que raras em fones mais baratos, o que é irônico porque elas costumam ser mais baratas que courino. A questão do microfone é como eu falei, melhoria nessa faixa, só fone separado de microfone mesmo. Eu sugiro manteres o Redragon nesse caso. Um Cloud Alpha vai ser melhor, mas nem de longe o suficiente para justificar a diferença de preço ou a troca, e ainda vai ser inferior ao Superlux. Dado o que disseste, um Logitech G435 estaria de bom tamanho pra ti. Não há garantia do som ser melhor que o teu, mas ao menos é todo de tecido, é sem-fio, e a garantia da Logitech é a melhor que existe.
  22. @Leo.l, nessa faixa de preço, creio que o melhor que vai caber é um Superlux HD668B ou Arcano SHP300 com algum microfone de mesa. Em termos de headsets, talvez tenha algo melhor, mas não há muita coisa interessante no mercado que realmente dê para considerar um upgrade nessa faixa.
  23. @Leo.l, boa tarde! Qual o orçamento? Não recomendo headset algum, apenas headphones acima do Redragon Hero. Modelos como o Superlux HD668B dariam um salto absurdo para jogos FPS, e também beneficiam de um investimento em uma fonte de áudio superior como um Hiby FC3. Outros fones que recomendo são o Samson SR850, que é inferior ao Superlux, o Kuba Disco, que possui isolamento acústico. Não sei se funcionariam bem para jogos, mas o Sony MDR 7506 e o Arcano SHP300 são bons fones, assim como o AKG K240 e K240 MKII. Não recomendo o Arcano SHP80 pelo peso e porque o plástico da tiara pode trincar.
  24. @CDP_Fernando, boa tarde! Recomendo fortemente a compra do Logitech K120 e do Logitech M90, são muito superiores em qualidade a esses dois modelos da Exbom, como também em desempenho. O mouse claramente vai ter desempenho bem inferior ao Redragon Cobra, ainda que dure bem mais, mas sinceramente, caso possível, eu recomendaria trocar os switches dele, a depender do custo do serviço.

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