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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.

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  1. Erro de entrada e saída. Segundo a mensagem, há uma falha no dispositivo durante a instalação. Talvez na mídia, talvez no próprio leitor/gravador. Sugiro fazer instalação pela USB com pendrive.
  2. WoeUSB (para Linux) ou WinUSB (para Windows) é uma ferramenta que pode ser usada para criar um pendrive de instalação do Windows a partir de uma imagem ISO ou diretamente de um DVD de instalação. Tanto pode ser usado de forma gráfica, que evidentemente é a mais fácil e intuitiva, como em linha de comando. WoeUSB / WinUSB pode criar um pendrive de instalação do Windows no formato UEFI ou Legacy. Para instalar no Mint Linux ou no Ubuntu e similares, use os três comandos abaixo no terminal: $sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8 $sudo apt update $sudo apt install woeusb Ao fazer uso do programa,muito cuidado para não errar o alvo (target), ou seja, o destino da gravação. Ele formata automaticamente o pendrive. Observe a imagem abaixo e imagine se eu errasse o alvo e escolhesse o HD.
  3. Seagate Barracuda ST1000DM010 e Toshiba HDWD110XZSTA, ambos de 1 TB, são excelentes opções.
  4. Já era tempo. Mais do que tempo. Arch e Manjaro também abandonaram o desenvolvimento de versões 32-bit. Um certo grupo criou um Manjaro-32 que não é Manjaro nem é reconhecido pelo desenvolvedores do Manjaro. A distribuição chega mesmo a sugerir e a indicar outras distribuições 32-bit para os interessados: "Since Arch Linux is dropping 32 Bit support (except for multilib packages) and many people asking what next and giving numerous recommedations for distros repeating themselves on and on - I’m creating a central topic to give reference for distros which still support 32 Bit x86 hardware." Na lista divulgada estão listados o Puppy Linux (que se destina mesmo a máquinas muito antigas), MX Linux, Mint e Xubuntu, dentre alguns outros. Em seu manual o Manjaro também faz questão de dizer que foi baseado no Arch, mas que não é o Arch nem é uma distribuição Arch. E que tem inclusive repositório próprio. O Manjaro é a distribuição que mais cresce nos últimos tempos.
  5. Com o BIOS em UEFI, o HD precisa estar formatado como GPT. Dentro do instalador, pressione as teclas SHIFT+10, irá abrir o Prompt de comando, a seguir cole os comandos: Diskpart [Enter] List Disk [Enter] Select Disk 1 [Enter] "Selecione o seu HD na lista" Clean [Enter] Convert GPT [Enter] (Se apresentar erros, tente Convert MBR e deixe o BIOS em Legacy) Creat Partition Primary [Enter]
  6. Abra o powershell como administrador e digite o comando abaixo para listar todos esses Bloatware: DISM /Online /Get-ProvisionedAppxPackages | select-string Packagename Caso queira removê-los, aplique então o comando: DISM /Online /Remove-ProvisionedAppxPackage /PackageName:PACKAGENAME Onde PACKAGENAME é tirado da lista obtida com o comando anterior. Após remover os que quiser, reinicie o computador. Porém não remova Windows Store nem Cortana. Se remover a Cortona, o Pesquisar do menu deixa de funcionar.
  7. Provavelmente o UEFI Boot está desativado no BIOS. Entre no Setup (tecla Del, F2 ou outra indicada pelo seu notebook) e ative.
  8. Exato. Está na aba Security da penúltima screenshoot que ele postou.
  9. Não é que o Windows 10 seja perfeito, longe disso. Mas quanto menos porcaria instalar melhor, sem dúvida. O segredo do Windows 10 está não só numa boa instalação, mas também, e principalmente, nas configurações pós-instalação. Tem gente que de fato é viciada em instalar tudo quanto é porcaria. Desfragmentador de memória RAM por exemplo é o cúmulo. Quem faz isso vive ainda na era do Windows 98. Claro que não fará mal usar certos utilitários de reconhecida reputação como o Contig, para desfragmentar o disco de tempos em tempos, e o CCleaner para algumas limpezas. O Windows 10 quanto mais memória tiver, mais memória vai alocar, o que é um gerenciamento normal da memória disponível. Bem instalado e configurado não apresentará problema de HD em 100% nem de consumo anormal de processador e memória. Indispensável desativar o Defender e botar um bom antivírus (nada de Avast ou AVG); evitar ao máximo aplicativos 32-bit; desativar a desfragmentação agendada; desativar notificações; reduzir a memória virtual a no máximo 2GB; desativar os aplicativos inúteis Microsoft e os serviços indicados como recomendado desativar pelo utilitário abaixo, que facilita o trabalho: https://www.oo-software.com/en/shutup10/update O resultado final é um sistema limpo e estável, sem HD a 100%, sem problema com memória, sem consumo de CPU além do normal. Como o meu na figura abaixo.
  10. Só fazer como ele fez: baixar a ISO, criar o pendrive com o próprio utilitário da Microsoft que é baixado primeiro e instalar. Não há necessidade de alterar no BIOS o Boot mode select. Mas se o intuito for instalar sistemas antigos, é hora de cair a ficha: só Windows 10 ou Linux. Windows XP is dead; Windows 7 is dead; Windows Vista was born stillborn; Windows 8 was born stillborn too.
  11. Qualquer PC com Athlon 64, Pentium 4 Cedar Mill, Core 2 Duo ou Pentium Exxxx com 2GB ou mais de memória vai ter melhor rendimento e maior estabilidade com um sistema 64-bit, embora haja evidentemente um maior consumo de memória. E isso acontece porque só um sistema operacional 64-bit atende as necessidades plenas de um processador 64-bit, que é justamente a função de processar dados em 64-bit. Os requisitos para o Windows 10 64-bit são inclusive os mesmíssimos para o Windows 7: processador 64-bit (qualquer um), 2GB de memória, 20GB de espaço livre e capacidade gráfica não anterior ao DX9. De resto é absurdo alguém sugerir sistema 32-bit para alguém que não tenha algo anterior ao Athlon 64 ou ao Pentium Cedar Mill por muitas razões diferentes: 1 - Máquinas 32-bit dificilmente são encontradas hoje em dia fora da China e dos países mais pobres da Ásia, de modo que as melhores distribuições Linux já estão extinguindo suas distros 32-bit; o argumento de que "programas 64-bit não funcionam em sistemas 32-bit, mas programas de 32-bit funcionam em sistemas 64-bit" já deixou de ser real porque os programadores já não estão forçando essa compatibilidade nos códigos de programação, o que tornava a programação mais demorada e dispendiosa, de modo que diminui a cada dia o número de programas 32-bit que funcionarão em Windows 64-bit e, de resto, funcionavam ou funcionam com menor capacidade e maior grau de incompatibilidades, conflitos e estabilidade; 3 - não fosse por conta de países como China e Brasil a Microsoft sequer teria lançado versão 32-bit do Windows 10; e tal versão foi lançada não por necessidade, já que ninguém instala Windows 10 num Celeron D ou num Sempron antigo, mas em função desse mito que técnicos mal formados absorvem e disseminam desde tempos antigos, resistentes a qualquer mudança que lhes exija maiores conhecimentos e saída da caixinha de conforto. Todo computador velho que encontro há anos pelo caminho (e 90% dos usuários brasileiros usam um Core 2 Duo ou um Pentium E até hoje) teve um vendedor ou técnico mal formado que botou um Windows 7 32-bit, e em todos que passaram pelas minhas mãos (incontáveis) eu retirei o sistema e botei um 64 no lugar, tornando as máquinas bem mais produtivas, estáveis e menos necessitadas de manutenção. Claro que é sempre recomendável, também, um upgrade da memória, porque 4GB atualmente é o padrão para uso típico confortável. Isso quando é possível. Mas daí a dizer por aí que se a máquina tiver menos de 4GB é melhor botar um sistema 32-bit é uma grande bobagem. "Ain, mas instalei o 64-bit numa máquina com 2GB e travou" é argumento de quem foge de problema mudando de sistema operacional. Quando o SATA começou a substituir o IDE, esses mesmos diziam "não recomendo SATA, instalei e travou"; quando foi lançado o Windows XP, esses mesmos diziam: "não recomendo, instalei e travou, daí voltei pro 98" e assim por diante. Não fosse as novas gerações de processadores não trabalharem mais com Windows 7 jamais eles iriam para o Windows 10, tal como jamais teriam saído do XP para o 7 se o XP ainda tivesse drivers e compatibilidade para máquinas atuais. Da mesma forma, jamais sairiam de sistemas 32-bits se não fosse o caso de sistemas 32-bit não reconhecerem 4GB ou mais de memória. Confundem um fato real, o de que é preciso sistema 64-bit para 4GB ou mais de memória, com a fantasia de que com menos de 4GB de memória teria de ser sistema 32-bit. Nem teria de ser, nem é recomendado que seja.
  12. Ele em outro tópico diz ter um HD Seagate comum de 500GB, o que não justifica a necessidade de instalação de driver durante a instalação do Windows 10. Suponho que seja simples configuração correta do disco no setup da máquina. No caso de notebooks com mSATA, aí de fato a Intel torna disponível o driver necessário: https://downloadcenter.intel.com/download/27681/Intel-Rapid-Storage-Technology-Intel-RST-User-Interface-and-Driver?v=t
  13. Não sou um testador de distribuições Linux. Faço uso da minha e pronto. Mas de tempos em tempos dou uma passada de olhos nas que estão mais em voga, ou seja, entre as dez primeiras no ranking da DistroWatch. Embora o Xubuntu ocupe ali a 29ª classificação (no ranking de interesse do público), resolvi dar uma espiada rápida nele já que o Ubuntu propriamente dito continua a não ser do meu agrado por uma série de fatores e inclusive também pelo Gnome3. Entre o Gnome e o Deepin, não há dúvida que eu ficaria com o segundo (refiro-me à interface e não à distribuição chinesa). Mas entre o Gnome3 e Unity, eu sem dúvida prefiro o Gnome3. O Xubuntu 18.04, conhecido também como Xubuntu Bionic Beaver, causou-me boa impressão de um modo geral, exceto pela barra de tarefas na parte superior, dando-me a sensação de que foi criado para vesgos. E não havia jeito de trazê-la para baixo facilmente, nem arrastando-a, nem fuçando as configurações diversas. Foi preciso ir ao Google e vi que há nos fóruns diversas pessoas com o mesmo problema e a mesma dúvida, que no entanto se soluciona facilmente: é preciso ir na extremidade esquerda da barra para movê-la (depois de destravá-la, é claro). Pegando no centro ela não se mexe. E não adianta fuçar as propriedades da barra nem outras configurações. Depois de levar a barra para baixo, alterar o wallpaper e mudar o tema, foi quase como estar usando meu velho Mint 19 Xfce. Todas as distribuições com Xfce são um tanto semelhantes e, no caso das que se baseiam no Debian, um tanto mais parecidas. Então o que há realmente de diferente entre o Xubuntu 18.04 e o Mint 19 Xfce? Só detalhes e diferenças entre alguns aplicativos padrão. O Mint traz o Xed como editor de texto, o Xubuntu traz o MousePad, que também está no Manjaro; o Mint traz a calculadora padrão, que deve ser nativa do Xfce, o Xubuntu traz a Mate Calculator, ambas bonitinhas e não muito diferentes; o Mint traz o Xviewer como visualizador padrão de fotos, o Xubuntu tem um tal de Ristreto que não me agradou, mas melhora se desativar a barra de thumbnail (thumbnail bar); o Mint tem o próprio reprodutor de vídeo, mas também instala o VLC Player e me leva a instalar o mpv Player, que eu prefiro; o Xubuntu tem o Parole, que considerei visualmente muito simpático, mas que dá xubu com alguns formatos de vídeo e portanto o mpv continua mais adequado; o Mint vem com o chato Rhythmbox que eu desinstalo imediatamente e instalo o Audacious no lugar, o Xubuntu usa como padrão o mesmo Parole dos vídeos (e até que fica interessante configurando nele umas visualizações), mas nada impede que o Audacious ou outro qualquer seja instalado. No mais ambos fazem uso dos mesmos repositórios e comandos típicos do Debian, o que os torna quase uma mesma distro. Notei apenas mais uma diferença marcante: no Xubuntu, como no Manjaro Xfce, o menu Iniciar é invertido. O grupo de programas fica do lado direito e os aplicativos listados do lado esquerdo. Um tanto estranho para quem usa o Mint e conhece o Windows, mas já tinha visto que no Manjaro também é assim. Não sei se é o Mint que fez modificação para ficar na ordem esperada ou se é algo nativo do Whisker Menu. O Xfce não é bom por ser mais leve e consumir menos memória -- mesmo porque isso não faz tanta diferença em máquinas modernas. O Xfce é bom e recomendado por ser prático, bastante personalizável, produtivo e também bonito, quando se dá a ele os retoques necessários com temas, ícones, janelas, cores. Muito embora o Manjaro com o Deepin fique um tanto mais bonito que qualquer outra interface. Abaixo é o menu do Mint 19 Xfce.
  14. Pode ser, em princípio, qualquer um. Aplicaram um tema dark, deslocaram a barra de tarefas (painel) para cima e colocaram o dock Plank embaixo. Não é, porém, distribuição com KDE, Gnome, Cinamonn ou Deepin. Parece mesmo que tem a interface Xfce.

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