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Placa-Mãe Chaintech CT-7VJL Apogee

       
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Teste com a placa-mãe Chaintech CT-7VJL Apogee, baseada no chipset VIA KT333, para a plataforma soquete 462.

Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

A Chaintech lançou na Computex 2002 a sua série de placas-mães Apogee, como já havíamos falado em nossa série de artigos sobre a Computex. A Chaintech sempre foi uma empresa com design conservador e algo eles resolveram inovar. Como atualmente as placas-mães de alto desempenho apresentam pouca diferença de desempenho entre elas (basta ver os resultados dos nossos testes), os fabricantes resolveram apelar para outros diferenciais para seduzir seus clientes.

A série Apogee traz vários diferenciais sobre as placas-mães das empresas concorrentes. Para começar, a caixa tem um visual fantástico. Ela é bem maior do que as caixas de placas-mães comuns, já que a série Apogee é, na verdade, um kit contendo vários recursos extras, que falaremos daqui a pouco. Nós testamos o modelo CT-7VJL, que é para processadores da AMD, mas há uma série de placas-mães programadas para serem lançadas dentro dessa série, incluindo placas para processadores Intel.

 



Figura 1: Caixa da placa-mãe Chaintech CT-7VJL.

 



Figura 2: Caixa da placa-mãe Chaintech CT-7VJL, costas.

O kit Apogee é igual para todas as placas-mães dessa série, por isso falaremos dele primeiro. Esse kit consiste em cabos IDE redondos, que facilitam a circulação de ar dentro do gabinete (importantíssimo nesses tempos de altas temperaturas); par de fone de ouvidos para efeito surround sem a necessidade de se ter quatro caixas de som; painel frontal C-Box, que pode ser instalado em uma baixa de 3 1/2" e contém quatro portas USB, entrada mic in e saída speaker do som on-board; e uma caixa contendo os CDs que acompanham a placa. Além dos drivers e utilitários, o kit Apogee vem com uma versão do Linux, a Thiz Linux.

 



Figura 3: Kit Apogee.

O cabo IDE redondo é realmente um diferencial dessa placa-mãe. Quando estivemos em Taiwan vimos nas lojas locais o preço de um cabo desses, e era em torno de NT$ 400 ou R$ 30. Mas não é só o cabo IDE que é bem trabalhado. Na Figura 4 você vê também o cabo que liga a placa de som on-board ao painel frontal (C-Box), repare que ele possui uma qualidade superior aos cabos que normalmente vêm com outras placas-mães.

 



Figura 4: Cabo IDE redondo e cabo do som on-board.

Mas como o cabo IDE melhora o desempenho do micro? Na verdade, ele não melhora o desempenho de processamento, mas facilita a circulação de ar dentro do gabinete. Isso significa uma melhor ventilação, ou seja, menos calor, o que aumenta a vida útil do seu micro. Além de aumentar, indiretamente, as chances de um overclock ser mais bem sucedido (já que o calor é um dos inimigos do bom overclock). Na Figura 5 você observa como fica o interior de um gabinete usando os cabos IDE redondos.

 



Figura 5: Interior do gabinete usando os cabos IDE redondos.

 

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