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MOR_AL

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  1. Bom. Eu estudei essa matéria em 1974, no terceiro ano da faculdade. O tempo passou e eu não mexi mais com esse assunto. ESQUECI TUDO!!! Me desculpe se estiver errado (e provavelmente posso estar). O campo não seria exatamente girante. ACHO que as outras duas bobinas, com o capacitor e defasadas tanto elétrica, como mecanicamente de 90º, criam uma força tangencial no rotor. Isso é um torque (força x raio de giração x 2). O 2 é porque são duas forças diagonalmente opostas e em sentidos opostos. Na medida que o rotor gira, o novo trecho do rotor, que entra em frente das bobinas sem o capacitor, vai possuir as mesmas forças. Parece que o rotor possui bobinas simples de ferro e mecanicamente inclinadas em sua periferia, que criam polos opostos aos das bobinas. Então vão sempre existir duas forças opostas na superfície do rotor. É claro, que as bobinas, com e sem o capacitor, não produzem campos eletromagnéticos pontuais. Elas ficam distribuídas circularmente ao longo do estator. Então sempre haverão dois torques resultantes. Me desculpem se errei na explicação, mas se eu fosse responsável em projetar um motor destes, eu pensaria deste jeito. MOR_AL Outro detalhe, que ocorreu com o meu ventilador, é que os mancais (peças que suportam o eixo do rotor) não são rolamentos. Na maioria dos ventiladores "caseiros", os mancais são peças onde o eixo gira sobre uma camada lubrificante e o próprio material dos mancais são "escorregadios", para que o eixo gire com o mínimo de atrito. Com o tempo de uso, o óleo existente DENTRO dos mancais acaba e a superfície de contato entre eles passa a ter maior atrito, gastando o próprio mancal. Os mancais são ocos e dentro deles tem o tal óleo. O óleo é expulso para o contato com o eixo através de micro furos internos. Uma vez que você tiver que colocar óleo nas superfícies de contato do mancal com o eixo, significa que o mancal já deixou de funcionar como deveria. Aí será sempre necessário lubrificar estas superfícies. E tem mais. O óleo deve ser fino, para que ele possa entranhar entre as superfícies de contato. Colocando óleo mais grosso, vai ocorrer dele, motor, ter dificuldade de partir, pois não entranhará e secará, aumentado o atrito estático. Isso aconteceu comigo. Agora eu tenho que acrescentar periodicamente óleo fino. Eu uso os de máquina de costura. De tempos em tempos, eu deixo cair um pouco de thinner, para retirar o óleo velho e grudado e lubrificar novamente. MOR_AL
  2. Ops. Falha minha. O correto é DÉCIMOS de volt. MOR_AL
  3. @MbR2XgD Procure por "placa de circuito impresso" no YouTube, que tem muitas dicas. Recomendo o método térmico de transferência do toner. O que usa ferro de passar roupas. Fiz um tutorial há muitos anos e segue o arquivo PDF. Boas montagens. Confecção de Placa de Circuito Impresso por Meio de Transferência Térmica1Compactado1.pdf MOR_AL Em tempo: Vide a postagem #7 do tópico seguinte.
  4. Ontem estava montando um projeto. Como era muito sensível a ruído, eu não usei a minha nova fonte FrankNipa por causa do chaveamento interno. Temia que a fonte introduzisse um ruído no teste do circuito. Usei a minha outra fonte Minipa, que possuo, pois ela é analógica, não tendo chaveamento. Ocorre que depois de algum tempo, a tensão "regulada e estabilizada" da fonte Minipa, começou a variar no dígito dos décimos de unidade, tornando as tensões do circuito malucas. Desliguei a fonte e passei a usar a fonte FrankNipa. Para a minha surpresa, a fonte não introduzia o ruído devido ao chaveamento interno. E digo mais ainda!!! Quando liguei a FrankNipa no dia seguinte, a tensão apresentada foi igual a que eu tinha deixado quando a desliguei. inclusive o dígito dos centésimos de volt. Durante o período que ficou ligada, a fonte não apresentou variação de tensão. A exceção ocorreu quando eu solicitei mais corrente da que havia estabelecido. Apenas aumentei o limite de corrente e tudo voltou ao normal. Estou esperando a minha segunda fonte Minipa queimar, para torná-la segunda fonte Franknipa, hehehe. MOR_AL
  5. Olá @rmlazzari58 Obrigado por responder. Quanto ao papel, eu já o tenho há um bom tempo e o escolhi como o que apresenta a melhor transferência do toner para a placa. Quanto a temperatura do ferro de passar roupas, eu acabei achando a que melhor transfere o toner para a placa. Na época em que eu não tinha impressora laser (aliás, foi a melhor compra, pois a impressora jato de tinta, além de beber toda a minha tinta, entupia as cabeças impressoras e os cartuxos são um furo no bolso) eu ia tirar Xerox, mas sempre saía com pouco toner, mas o suficiente para o texto ficar normal. Continuo achando que estou usando o toner velho. Consegui recuperar uma transferência térmica. Não ficou boa, mas dará para utilizar a placa. Vou ter que aumentar a capacidade de corrente com solda em alguns filetes. MOR_AL
  6. Olá! Já faço as minhas placas para os meus protótipos há várias décadas e acredito ter chegado ao ponto ótimo em termos de qualidade. Já fiz com os métodos Silk-Screen, transferência térmica e fotográfico. Em termos de rapidez e facilidade de confecção escolhi o método da transferência térmica com ferro de passar roupas. Devido a mudança de endereço, dentre outros motivos, passei cerca de um ano ou mais sem fazer nenhuma placa. Meu toner, comprado naquelas garrafas de 1kg, já tem mais de 2 anos, talvez 3 ou 4. Recentemente fiz duas plaquinhas para o meu interfone e tive alguma dificuldade até chegar satisfatoriamente na placa com o toner. Ontem eu quis fazer a placa de um detector de metais e começaram os problemas. Ora o toner teimava em permanecer no papel, ora ele não grudava perfeitamente na placa e fiz isso com papel correto que tenho aqui, por diversas vezes. Antes de imprimir no papel, abri minha impressora laser, limpei-a e coloquei nova carga de toner. Com a impressão o mais forte possível, a quantidade de toner chega a ser percebida ao tato, o que é oótimo. Estou desconfiado do toner. Todas as outras variáveis envolvidas permanecem ok. Algum de vocês já teve ocorrência semelhante, usaram este método com sucesso, mas encontraram problemas posteriores? Fico no aguardo de algum retorno. MOR_AL
  7. Boa pergunta. Tem um vídeo que trata de paralelismo de mosfets. Assista e talvez encontre a resposta. Eu assisti há algum tempo... https://www.youtube.com/watch?v=EjPM9l0aiwA Um lembrete em forma de sugestão: Eu ouvi muito som de rock com o volume nas alturas. Hoje tenho problemas com audição. Recomendo fortemente evitar aumentar muito o volume do som. MOR_AL
  8. @Macgyver30 Há cerca de 51 anos (foi à partir de 1973), eu aprendi válvulas, projetava e testava no laboratório da faculdade. O tempo passou e hoje posso estar errado. 1 - A polarização das válvulas (corrente de placa) é determinada pela tensão entre catodo e a grade (valor negativo). O my (equivalente ao beta dos transistores) é bem determinado (se ainda me lembro, vale 17) e diferentemente dos transistores, quase não varia. A gente tinha as curvas de polarização das válvulas, projetava e o ganho cravava com as medidas em laboratório. Com a tensão de polarização de grade nula (como está na figura) vai depender de R26. Essa corrente é da ordem de mA. Essa polarização pode estar correta. Acho que a tensão de alimentação é +70V, certo? Pergunto se ela é suficiente, pois costumávamos usar mais de 100v. Quanto a este estágio não posso acrescentar mais nada. 2 - Com relação ao segundo estágio, a grade não possui polarização cc. É costume se colocar um resistor de valor bem elevado para o terra. 3 - R24 e R25 poderiam ser substituídos pela soma dos dois ou algo próximo. 4 - A associação paralela dos mosfets (na saída), não precisam da resistência de source, basta a de gate. Com transistores é que isso é válido. A variação da corrente é negativa em relação a temperatura. 5 - Finalmente. Aparentemente, o som dos amplificadores valvulados possuíam um som melhor, que os transistorizados, MAS o motivo é outro. Quando o sinal era alto, a ponto de saturar (ou quase) o estágio de saída é que a diferença aparecia. As válvulas não saturavam como os transistores. Com os transistores a tensão varia bruscamente, perto da saturação. Já com as válvulas este fato não ocorre, provocando não uma transição brusca, mas sim uma transição suave, ou seja, UMA DISTORÇÃO MENOR. ...E tem mais. Este efeito, da quase saturação, só costumava a aparecer no último estágio de saída (o que é óbvio). Quase todos os amplificadores valvulados possuíam a classe AB, semelhante aos transistorizados. PORÉM, Como as tensões de alimentação (B+) eram altas, às vezes mais de 300V, implicava em correntes baixas. Os falantes de 8 Ohms como costumavam ser, necessitavam de corrente muito maior, para transferir a potência. POR ISSO, QUASE SEMPRE tinha um transformador para converter a alta tensão e baixa corrente, em baixa tensão e alta corrente. ISSO também podia limitar a tensão distorcida de modo a adoçar as bruscas transições, reduzindo a distorção harmônica (em relação aos amplificadores transistorizados e não de forma absoluta) a de intermodulação. Do que eu expus, como diria o @.if, eu: 1 - Acredito que não haja necessidade de usar válvulas como pré-amplificador, já que o sinal é baixo nesta etapa e não vai distorcer. 2 - Para se usar válvulas e ter aquele efeito mencionado, elas teriam que se encontrar na saída e quase que forçosamente, seria necessário um trafo de saída. 3 - O hummm, mencionado pelo @.if era proveniente do baixo valor dos eletrolíticos na etapa retificadora, ou envelhecidos com o uso. Outro fator importante era a alimentação dos filamentos das válvulas, geralmente com a frequência da rede. Isso era considerado um problema nos amplificadores. Os fios tinham que ser o mais curtos possível, trançados e longe dos fios de sinal, principalmente devido aos resistores de grade de 1M Ohm, comum nas entradas das válvulas. Em tempo: 1 - Havia um ou outro amplificador sem trafo de saída. Seriam diversas válvulas em paralelo, para aumentar a corrente. 2 - Em 1974, um colega me apresentou um amplificador queimado. Se não me engano era um Ipame. Ele tinha os três componentes magnéticos: Um trafo de força na rede, que produzia os 6,3 volts para os filamentos e uma alta tensão para ser retificada e filtrada, para alimentar as placas das válvulas. Tinha um choque (indutor) para reduzir o ripple da alta tensão retificada. Possuía também, um trafo de saída. Cada componente desses pesava mais de um quilo. Eu usei as válvulas 12AX7, 12AU7 na etapa de baixa potência e dois EL-34, com grade (ou placa?) de ouro. Foi o meu primeiro projeto valvulado mais sério. Espero não ter te desestimulado com minhas colocações. Para potências altas, hoje se costuma usar amplificadores de áudio classe D. MOR_AL
  9. @Mega Blaster Eu fiz um tutorial, com exemplos, que inclui a lei de Kirchhoff. Está em PDF. Não sei se o fórum aceita anexos em PDF. Vou tentar incluir, mas se não der, me indique um modo de chegar às suas mãos. MOR_AL Conceitos Preliminares.pdf
  10. Veja a figura que eu reproduzi do vídeo. A finalidade da equação 8 é a de se determinar i2. A equação 2 veio de um RAMO Vcc, R2, RF e VOMi. Mas o trecho do ramo da equação 2, que é e+Mi, RF e VOMi, só possui uma incógnita, que é i2. Então, pode-se aproveitar parte de equação 2 para chegar na equação 8. Ainda ficou alguma dúvida? MOR_AL
  11. @Gabriel Florencio Correia Já identifiquei a sua dúvida. No momento tenho um compromisso, pretendo sanar a sua dúvida, ou ainda hoje, ou amanhã. MOR_AL
  12. Finalmente hoje terminei de instalar os dois circuitos que produzem um tom em uma sirene de automóvel. O circuito do transmissor encontra-se dentro da caixa que contém os fios do interfone. Na saída da caixa (na cozinha) encontra-se o interfone. Este é transparente para o meu circuito. Funciona como funcionava. A foto seguinte é a do receptor, que contém a sirene. A caixa já existia. Era de uma fonte antiga. Detalhes: 1 - Em algum momento eu observei que o sinal do Rx (da campainha de 433MHz) inverteu. Em razão disso, o circuito do acionamento da sirene foi feito para esta condição. Para minha surpresa, ao montar tudo, observei que o sinal não mais invertia, sorte que outro pino do CI 4069 possuía o sinal invertido. Apenas dessoldei o fio do pino 6 e soldei no pino 5. Aí tudo funcionou. 2 - Apesar da tensão de alimentação da sirene ser de 12V (para automóvel), que produzia um som ensurdecedor dentro de casa, usei a tensão de um carregador XingLing, que fornece 5,6Vcc. Mesmo assim a altura do som ficou alta (os vizinhos também ouviam). Por este motivo é que reduzi a altura do som com uma tampa azul na frente da sirene. Os 4 furos na tampa serviram para calibrar a altura do som para níveis apropriados. 3 - O led vermelho indica que a fonte XingLing está funcionando e o led branco indica que o receptor de 433MHz também. Este led é de alta iluminação, apesar de ter reduzida corrente. 4 - A peça plástica redonda no centro é parte da carcaça do receptor 433MHz, que contém o falante original. Como quando o falante estava funcionando, a corrente solicitada era maior que a fonte poderia suportar, inseri um resistor de 330 Ohms em série. Apesar do som neste falante ter reduzido, ele é perfeitamente audível porque a sirene toca antes, me alertando. 5 - Outro detalhe, que me surpreendeu, foi que mesmo o receptor da campainha (433MHz) se encontrar dentro da caixa de alumínio, não percebi redução na distância de detecção entre o Tx da campainha e este receptor. 6 - A sirene toca brevemente (durante 1,2s projetado) enquanto tiver sinal de ring. 7 - O ponto negativo, caso considerado, é que ao se colocar o fone no gancho, a sirene também toca por 1,2s. 8 - Tinha uma outra preocupação de um possível problema, que felizmente não ocorreu. Pensei que durante a conversa, a sirene poderia tocar. Isto não ocorre. 9 - Tenho uma campainha na porta de casa (outro Tx), que aciona a sirene com os mesmos 1,2s, quando tocada. Isso acabou sendo um ponto positivo. hehehe. MOR_AL
  13. @bcp Este link é consequência deste que segue. O link de um tópico à seguir possui 4 links de vídeos no YouTube, mostrando como calcular o comparador por histerese. Está na postagem #13. https://www.clubedohardware.com.br/forums/topic/1641648-como-calcular-frequência-pwm/#comment-8569897 MOR_AL
  14. Tem um tópico aqui, que mostro, com vídeos que criei, que apresentam todas as equações, simulações e testes do cálculo de comparadores com histerese, (inversor ou não). Pesquise, ou talvez algum colega consiga encontrar o tópico. Confesso que eu tenho alguma dificuldade em encontrá-lo aqui. MOR_AL
  15. É, eu já havia pesquisado. Esta opção só seria válida, caso houvessem diversas pontas a consertar. Era o meu caso, mas optei pelos parafusos, pois: 0 - Já tinha os parafusos. 1 - Foi a primeira opção que encontrei. 2 - Custo inferior. 3 - Tinha como soldar os parafusos (para aumentá-los). Os bastões de latão custavam em média mais de R$ 50,00 (cada bastão mais transporte). @Henrique - RJ É semelhante a um dos que eu tenho. Eu consegui retirar com alicate, com movimentos de rotação. Vejo que já foi muito usado e que você deve ter um carinho especial por ele. Eu o guardaria e pensaria em adquirir outro. MOR_AL

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