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rjjj

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Sobre rjjj

  • Data de Nascimento 17-02-1995 (23 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Acre, Brasil
  • Sexo
    Masculino

Outros

  • Biografia
    -
  • Ocupação
    Universitário
  • Interesses
    Jogos, Animes, Tecnologia
  1. Cada display terá que ter um decodificador de BCD para 7 segmentos, como o 74LS47 e o 74LS48 . Isso significa, então, que sua calculadora deverá operar com saídas em BCD. Mesmo que faça as operações matemáticas com binário normal, os resultados finais terão que ser convertidos para BCD para mostrar nos displays. Espero ter ajudado .
  2. Considerando que um dado vai ter no máximo 6 faces, há 6 possibilidades de entrada em BCD : 0 - 0000 1 - 0001 2 - 0010 3 - 0011 4 - 0100 5 - 0101 Isto é, pode-se aplicar o mapa de Karnaugh com don't care nas saídas que não sejam dessas entradas (ou seja, de 0110 até 1111). Esse exercício é resolvido criando um mapa de Karnaugh para cada ponto de saída do dado, considerando os binários correspondentes a cada face possível de entrada. Basta gerar um coluna de resultado por vez na tabela-verdade. Espero ter ajudado .
  3. Uma solução é fazer um conversor corrente-tensão com amp-ops, de modo a obter esta tensão em função da corrente de entrada: Com isso vindo de um sistema linear derivado das faixas numéricas mencionadas : O circuito, contudo, precisaria de uma fonte de alimentação externa para atender ao máximo de 30 V da saída. Espero ter ajudado .
  4. Para fazer o cálculo mesmo da potência no eixo a partir das variáveis elétricas de entrada do motor de indução (sistema eletromecânico), tem-se que saber o circuito equivalente dele, ou seja, seriam necessários mais dados : http://electricalacademia.com/induction-motor/three-phase-induction-motor-equivalent-circuit/ Segue, contudo, uma dica para estimativas aqui no Brasil: se você possui um motor trifásico real ou isto é uma situação prática, consulte a Tabela 16 da Norma ND-5.1 da CEMIG: http://www.cemig.com.br/pt-br/atendimento/Documents/ND_5_1_MAIO_2013.pdf Espero ter ajudado .
  5. Agora que você mencionou, talvez a corrente de magnetização do trafo (naturalmente distorcida) esteja predominando na ausência de uma corrente significativa no secundário . Sobre a corrente drenada no primário ser muito alta para o gerador de funções, depende da carga no secundário também. Acho que um gerador profissional de bancada já teria disparado alguma proteção ou simplesmente queimado se fosse o caso. Só o que sei é que a tensão de saída de um gerador de funções, via de regra, é projetada para não variar com a corrente de carga (no máximo por volta de 100 mA). Espero ter ajudado .
  6. @André_André Converse com o membro do fórum que fez o tópico abaixo. Acredito que ele é o melhor aqui para discutir sobre esse tema . Espero ter ajudado .
  7. A resposta em frequência do transformador está dando a ele uma característica de diferenciador : No livro The Electronics Handbook é apresentado o circuito equivalente completo de um transformador linear, contendo características resistivas, capacitivas e indutivas. Lembre-se de que na prática não é fácil construir um transformador de fonte chaveada com a perfeição exigida . Espero ter ajudado .
  8. Para alimentar o clock do sistema através de um oscilador interno, no PIC18F4550 há os registradores de 8 bits CONFIG1H (fuse bits FOSCn), definido em tempo de gravação, e OSCCON para controles em tempo de execução . https://www.embarcados.com.br/pic18-e-seu-sistema-de-clock/ No site acima há explicações facilitadas e um exemplo em código usando INTOSCIO_EC que, diferente de HS, é uma configuração que aplica oscilador interno. Espero ter ajudado .
  9. @Glauber Rodrigues Pelas pesquisas que fiz, a teoria da amostragem é atribuída a Shannon, mas foi aplicada à teoria da informação na mesma época por Kotelnikov na Rússia. A utilização desses conceitos por Whittaker, porém, já era anteriormente datada da Primeira Guerra Mundial. Espero ter ajudado .
  10. Pela teoria, mantendo-se a mesma reta de carga (VCC e RC), a corrente quiescente de base IB(Q) e consequentemente o ponto de operação Q têm que ser rebaixados graficamente para se atingir o efeito de corte parcial da senóide : Espero ter ajudado .
  11. @Tito Fisher O uso do encapsulamento único torna a distribuição térmica equilibrada nos diodos, mas não garante características elétricas iguais (matching), de fato. É sempre bom deixar uma folga em relação aos limites . @albert_emule Também pensei nos MOSFETs pelo baixíssimo RDS no estado de ligado, mas os diodos internos provavelmente dissipariam mais potência que o canal. O link abaixo é interessante para mostrar a conexão de MOSFETs como diodos : http://www.muzique.com/lab/zenmos.htm @97lcoutinho Você quer ligar em série o diodo com a bateria ? Talvez seja melhor você desenhar um esquema elétrico para encontrarmos alternativas mais inteligentes. Espero ter ajudado .
  12. @97lcoutinho Monte na PCB uma dupla de diodos Schottky em encapsulamento único : Dá para encontrar, por exemplo, um 30CTQ100 em TO-220 no Mercado Livre: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-888174934-2x-diodo-retificador-30ctq100-to-220-schottky-30a-100v-_JM https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-978128422-diodo-30ctq100-original-kit-com-2-_JM Espero ter ajudado .
  13. @97lcoutinho Não coloque diodos de potência em paralelo, sobretudo operando perto dos limites: Current sharing in parallel diodes. Adote uma das outras sugestões dadas aqui no tópico . Espero ter ajudado .
  14. @matheus19 Vejo que há uma série de fenômenos físicos associados a esse processo. Já pensou em usar um relé para isso ? É mais lento, porém é capaz de suportar faíscas em seus contatos. Espero ter ajudado .
  15. Se não tiver um diodo de 30 A, um SCR também alcança essa corrente, além de possuir as características do diodo as quais você deseja : https://www.electroschematics.com/12184/555-ic-tutorial/ No tutorial acima há um simples circuito de disparo de SCR com o CI 555. Espero ter ajudado .

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