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  1. Do ponto de vista do micro que tem o site disponível, não existe sequer a noção de rede, interna ou externa. Apenas um programa de computador, aguardando uma conexão em um conjunto determinado de portas. Acessar nesse micro http://127.0.0.1:8096 teria efeito idêntico a uma conexão roteada por dezenas de hosts a partir de outro micro na internet, terminando pelo encaminhamento em seu roteador para esse micro. Através da conexão transmite os dados do site
  2. Talvez eu não tenha sido claro, mas é como eu expliquei. Você escreve o site e publica em um micro aí na rede, com o seu vídeo. Em princípio o site vai estar disponível na porta 80 ou 81. Você então entra nas configurações do servidor que está usando altera para essa que quer usar, 8096 se precisa usar essa porta na sua rede local. Para o acesso via internet faz como está no outro post, configura o encaminhamento e "fixa" o endereço IP do servidor web.
  3. Pode ligar um micro no outro pelo cabo e assim testa o cabo e os adaptadores de rede dos micros. VEja se consegue transferir arquivos e tal. Dai pra frente continua os testes. Quanto ao wifi, no seu ponto de acesso fixe um canal, tipo 3 ou 11 para o wifi e veja o que acontece com os celulares. Isso ficou estranho Como é isso? exemplo?
  4. Não, não tem a ver com o nome do computador. No caso de cada compartilhamento esse usuário é o que vai determinar as permissões de acesso. Então em redes sem domínio, redes em que os usuários são autenticados em cada estação, em geral é mais simples ter um usuário em comum para começar. Um dos usuários é "todos" só que "todos" não tem senha e aí as novas versões de Windows não mostram os compartilhamentos se o usuário que está acessando não tem conta na máquina alvo... Depois eu posto uma imagem que talvez ajude adicionado 43 minutos depois Olá! Esses mecanismos de acesso são meio herdados de como era antigamente no Unix e que passou ao Linux e ao MacOS que são derivados. Você pode dar permissões de acesso por "usuário, grupo ou entidades de segurança interna" no Windows. Veja essa tela no windows 10: é assim desde o Windows 95. Note que você pode dar acesso completo a alguns usuários e de leitura para outros, para cada compartilhamento. Um dos grupos é "todos", como eu disse. Mas não existe o usuário todos e nem é mais possível o compartilhamento anônimo. O que você fez ao usar "mapear unidade de rede" foi criar uma conexão permanente e vai ter o mesmo efeito. Podia usar o comando NET USE na linha de comando também, algo como Net Use Z: \\leticia-pc\pasta senha /Persistent:yes Nas configurações padrão de segurança do Windows quando você abre "rede" no explorer e tenta "abrir" um computador da rede para ver os compartilhamentos públicos, se ainda não tem qualquer conexão com ele, o acesso é negado. Sempre achei isso incoerente quando há compartilhamentos públicos naquela estação, mas assim é. Na terminologia do Windows, o usuário é autenticado como ele mesmo na estação alvo, então para encurtar, crie uma conta nesses termos. Veja no comando NET no exemplo que não cita o usuário, só a senha... Essa opção /Persistent também não é muito coerente: ao invés de ter um padrão --- que devia ser NO --- ou ser obrigatória, o padrão é o do último uso. Sim, ele se lembra do último uso mas não te diz qual foi e depois eu é que sou estranho Espero ter ficado mais claro...
  5. Muitos dos problemas desse tipo acontecem por não ter nesse novo PC uma conta de usuario que esteja presente nos outros. Por simplicidade, confirme que estejam todos no mesmo grupo de trabalho e crie no novo micro uma conta de usuario que voce sabe que tem em seu pc por exemplo. Abra sessao e efetue logoff Vá no seu pc e veja se consegue acessar o novo micro. Deve conseguir. Va no novo micro e veja se consegue acessar o seu. Em geral é isso. O nome da rede é irrelevante. Apenas o nome do grupo de trabalho importa nesse caso.
  6. Olá Gigabit usa as 8 vias do cabo então apenas verifique se seus cabos estão assim. Muitas instalações tem cabos só com quatro vias. E às vezes tem cabos de oito vias com defeito em vias que não eram usadas em fast ethernet --- 100 mbps --- e não eram problema até hoje. Em teoria precisaria de cabos CAT5e pelo menos. Em relação às conexões, como foi alertado, vai ter conectividade normal em toda a rede, mas restrita à velocidade do link mais lento... Ou seja: se tem micros com placas gigabit ligados em switch gigabit ou rota que só passe por switch gigabit ok, conexão gigabit. Se tiver no caminho ou na ponta uma placa fast ethernet então vai ficar com os 100mbps
  7. Os roteadores são equivalentes. Seu adaptador vai funcionar sem problemas
  8. Olá. Tem outro computador e outro cabo de rede para testar? Pode ligar dois computadores por um cabo e testar assim as placas de rede e o cabo antes de tudo. Podemos guiar isso passo a passo. Então agora usa wifi no computador através de um adaptador?E os celulares não encontram a mesma rede? Qual o ponto de acesso que usa?
  9. Olá. Talvez seja uma questão de nomenclatura, mas as portas não são "criadas". A porta é só um número. Usar a porta 8096 significa que um programa está rodando na rede, aguardando conexão por essa porta 8096. Para se conectar você precisa de outro programa, que vai acessar o endereço de rede desse seu programa e tentar se conectar na porta 8096. Se você precisa se conectar a ele pela internet em geral você vai na tela de configuração do roteador e vai na opção de redirecionamento de portas: é um formulário. Lá você cria uma entrada e preenche de acordo. Você pode até mudar o número, para ocultar essa informação. Ex: Você tem na sua rede 192.168.20.0 uma máquina que está em 192.168.20.200, endereço via DHCP, e tem um servidor de banco de dados atendendo na porta 8096. Seu modem está em 192.168.20.100. Então você vai lá na programação do roteador em 192.168.20.100 e configura o servidor DHCP para dar sempre esse endereço 192.168.20.200 para seu servidor. Afinal se ele mudar vai quebrar seu esquema, certo? Aí você vai na opção de redirecionamento de portas e cria uma regra tipo porta 6908 transferir para porta 8096 em 192.168.20.200. É só um formulário. Assim se alguém estiver monitorando sua rede não vai saber o número cero da porta na rede interna. E o tráfego que vier para sua rede na porta 6908 vai acabar certinho em seu servidor na porta 8096
  10. Nada como ter grandes metas! Bem, são seus planos. Eu não seguiria esse caminho, mas sei que é o caminho mais comum. Eu daria prioridade à infra-estrutura e o Gennera, usaria um servidor DHCP em cada rede primária, limitaria o tráfego dos abusados alunos, implementaria um servidor simples de arquivo e impressão na área administrativa e tal, como falei tempos atrás. De volta a rede: o que você procura é algo comum: interligar suas redes primárias com links de alta velocidade, segregar o tráfego para diminuir riscos, diminuir latências e broadcasts. É comum usar links de 10Giga para interligar as redes, e Gigabit nas redes, quando se tem muito tráfego --- e algum dinheiro. No seu caso já seria grande vantagem usar Gigabit para interligar as redes primárias --- acadêmica, financeira e administrativa por exemplo --- e usar Fast Ethernet para as conexões de rede como é hoje. E ir trocando conforme passar o tempo e aparecer a verba. No seu caso seu servidor ajudaria bem, do modo como você está planejando. Como uma placa de rede gigabit PCI ou PCI-x custa na faixa de uns R$30 e você talvez tenha alguns micros aí que já tenham uma embutida, bastaria agregar uma segunda em cada setor. Então ligaria as redes usando esses micros, via Gigabit, com boa performance e baixa latência. E aí ligaria os roteadores ou switches que você já tem nesses micros, que são chamados gateways de rede. É claro que você pode usar um ou mais micros comuns, instalar Linux em cada um, configurar os pacotes xyz plus para fazer controle de tráfego, controle de acesso, DNS com cache, firewall, compartilhamento de arquivos e tal. E colocar uma antena bem grande no teclado e criar um link com Goiania super rápido. Tudo com muitas siglas e tal. Mas administrar isso não é assim automático. Automatizar requer experiência. Mas pode ir nesse sentido com o tempo. dd-wrt é exatamente isso para começar, afinal: um computador bem simples, rodando Linux. Eis como criar uma ponte de rede em windows 10 num micro simples com duas placas gigabit, uma onBoard: E fica assim: Totalmente transparente, sem configuração mas sem controle nenhum. Só para criar os links Gigabit sem equipamento, programação ou dinheiro. De um lado da ponte você liga o roteador, do outro um switch e pronto. Em termos de performance, a menos que a máquina Windows tenha uma carga totalmente anormal, vai rodar sem qualquer stress. Considerando os processadores e quantia de memória desses roteadores rodando dd-wrt, realmente não daria pra comparar. Se o seu link pra internet não for Gigabit, pode preservar as placas gigabit para os links onde tenha gigabit dos DOIS lados, claro. Como eu disse, tem muitas maneiras de resolver essas coisas de sistema e networking e tal. Em geral uso essas mais sofisticadas, mas essas simples também resolvem muitas vezes, e a simplicidade ás vezes seduz... Bom trabalho
  11. Olá! Seu desenho está ótimo! Entre o que eu disse no outro post e o que você disse, atente para o fato do que é conexão de entrada e o que é conexão de saída. Mas SIM, você poderia ter o sinal da TV passando pelo cabo ethernet. O que eu te mostrei por exemplo naquela foto está ligado O cabo de rede é o cabo de entrada, como seria o cabo coaxial. Pelas razões que eu já te expliquei o cabo coaxial é um pesadelo em termos de flexibilidade e de custo. Essa era a conexão de rede local padrão para os computadores até o fim dos anos 80, e me lembro do inferno que era na época. E antes a gente usava cabos seriais que tinham até 25 vias e tinha que soldar: Assim que o padrão Ethernet ficou disponível isso foi totalmente esquecido. Esse é um problema que você conhece melhor que todo mundo, porque é um dos poucos a ter três redes de cabo coaxial convivendo num mesmo imóvel de tamanho aparentemente normal. Cabos para a VIVO, a NET e antena coletiva. E instalou você mesmo, então sabe do que eu estou falando em termos de problema. Isso sem contar com a #$%#%^$%#^#$ do majestic ponta azul... Ao invés de um desenho, vou comentar uma consulta que recebi aqui. Peguei uma planta de um imóvel novo, projeto do arquiteto JJ abram, que vai ficar pronto no ano que vem em São Paulo. É uma planta comum e tomei a liberdade de pegar um rascunho do site da construtora, sem boa resolução pro nosso caso. Me perdoe, mas não tenho tempo de achar um desenho mais adequado. O apartamento tem uns 100m2, 3 dormitórios, varanda e uma planta convencional, com 3 quadrados para área intima social e serviços. E serve como exemplo Vamos imaginar que você vai ligar seus equipamentos lá mais ou menos da mesma maneira que em sua casa. O que vou dizer não é a expressão da verdade, não existe isso, e há muitas maneiras de ligar tudo, e sempre é preciso ver o mapa dos dutos por uma razão que acho que você descobriu sózinho em sua casa Mas em 15 minutos de conversa, eis uma possibilidade: Onde está a bolinha vermelha pode estar o roteador da VIVO, logo na entrada, no começo de todos os dutos, lá na área de serviço. Fácil. Vamos considerar o mínimo de equipamento adicional: um switch a mais só, 16 portas Gigabit, uns 300 reais talvez. 100 reais se for fast ethernet. A bolinha verde é um possível lugar pro switch, no dormitório central. Acho até que no apartamento decorado é um escritório mesmo. A bolinha azul vai para marcar o lugar do AC750, bem perto do switch e centralizado no imóvel. Talvez só tenha sinal fraco de wifi no quarto do outro canto, já que nessa planta os elevadores ficam para o outro lado. Isso porque elevadores e os aparelhos de cozinha são os maiores geradores de problema pro wifi. Considere 3 decoders da VIVO para a TV, uma linha telefonica da VIVO no roteador, e o interfone. Ali onde está o rotedor já vem um cabo lá de fora do apto pro telefone fixo, que não está em uso, e pro interfone, então já está ao lado mesmo do roteador Agora os cabos: do roteador lá na area de servico você põe o sinal do telefone de volta na parede, porque os cabos já estão ali mesmo: é só desligar da entrada do ap e ligar os dois fios no roteador da vivo com um cabo RJ12 comum. Corta uma ponta e emenda no fio, liga a outra no roteador. E aí pode plugar o telefone em qualquer das caixinhas que tem pela casa já. Um cabo de rede sai de uma porta LAN do roteador e vai pelo duto direto pro quarto central, e duas ficam livres para usar ali mesmo na área de serviço, como você faz hoje em sua casa. No quarto central você liga esse cabo que vem da área de serviço no seu switch. Restam 15 portas. Uma vai pro AC750 e é preciso ver qual o duto mais favorável. Claro que ele es'ta no comodo ao lado então não tem nada de especial. Quem sabe dá pra colocar no teto, quem sabe dentro do forro se tiver gesso como nesse caso aí da foto... Aí você vai na caixinha de telefonia nesse quarto central onde está o switch e vai ver que tem ao menos dois dutos, em geral de 3/4". Então você passa 4 cabos para um lado, quatro cabos para o outro. E vê onde vão sair. Por isso te falei do valor de uma planta dos dutos e de escolher o ponto central para colocar o switch. Veja lá na planta: bem provável que os cabos passem desse quarto central para a suite master e de lá por baixo dos banheiros para o último quarto. Então você vai ter já dois pontos de rede em cada um dos outros quartos. Do outro lado vai para a área social então você vai acabar com 4 pontos pela sala e varanda. Seu switch tem 16 portas. Usou 10 até aqui: uma vindo do roteador, uma indo pro AC1750, 4 para cada lado do duto. Restam 6 pra usar no escritório em si. Ao contrário do coaxial, você não precisa colocar terminadores nem tem perdas por atenuação por deixar sem nada. No AC1750 (bolinha zul) não vai usar nada via cabo por hora, então tem 3 ou 4 livres, dependendo de ter usado a porta WAN ou LAN para conectar o AC1750 com o switch na bolinha verde. Então você tem esses pontos de rede: - 2 na área de serviço - 2 na suite master - 2 no dormitório do canto - 6 no dormitório central - 3 ou 4 na sala de estar no AV1750 - 4 na área da sala/varanda/cozinha a distribuir pelos dutos Quase 20 pontos livres. Possivelmente naquelas caixinhas como te mostrei, prontos para qualquer uso, inclusive telefone e interfone, já que os RJ11 encaixam nos soquetes dos RJ45 perfeitamente. E a TV? Então, você pega cada decoder da VIVO e liga na rede com um cabo ethernet, em qualquer ponto da rede da casa. Liga na força com o outro cabo. Liga na TV com o cabo HDMI ou RCA. Pronto. Pode ligar hoje os 3 na varanda, amanhã um na cozinha. O da suite passar para a área de serviço para ver um programa enquanto trabalha no PC na área de serviço. Tudo dentro da lei. Tem mais dinheiro? contrata mais pontos e usa onde quiser, na mesma hora. Não precisa passar mais cabos. Nem coaxial nem Ethernet Quer aumentar a rede? Fácil. Diminuir? Fácil. Se quiser ver como é a conexão me envia uma mensagem particular com um endereço de telefone ou e-mail e eu te envio um vídeo com as imagens do aparelho da VIVO tentando "achar o pai" na rede e se conectando. Mas é idêntico ao do micro. No final é isso aí na tela: Isso que te descrevi é só para dar uma ideia de um procedimento para um apartamento parecido com o seu. Acabei de explicar isso pra um pessoal aqui. Escrevi de novo porque é mais fácil no meu tempo e então assim você pode transpor para o seu caso que é bem parecido. Note que esses problemas só aparecem em casas. Em instalações comerciais já tem dutos apontando para uma área central a partir de vários pontos. Pelo caso de redes de dados e PABX. Isso é o que eu disse dias atrás sobre a topologia dos dutos, estrela ou barramento. Bom trabalho
  12. Olá! Quando fala em "fazer tudo certinho" quer dizer que tem um plano para essa máquina em particular, imagino. Vai ser um servidor de arquivos? um gateway de rede? um controlador de acesso tipo firewall de entrada/saída? Um novo servidor DHCP? Ou isso tudo? Tem muitas maneiras de usar isso tudo. Note que esse micro tem 2 placas gigabit mas você pode acrescentar sem problemas outras duas ou três se a topologia da rede mostrar alguma razão pra isso. Como seus roteadores não são gigabit e sua rede tem muito tráfego, pode ser interessante usar esse micro ligado a outros que tenham conexão gigabit para criar links gigabit entre suas redes, como financeiro e alunos, sem gastar quase nada e quase sem configuração. Afinal uma placa de rede é o mais barato recurso desses que falamos. E a diferença de Fast Ethernet para Gibabit é enorme, inclusive em termos de tempos de latência. E os cabos são os mesmos, Cat5e ou Cat6, com as 8 vias. Então você pode ligar roteadores diretamente em seus ambientes fim, interligados por links passivos Gigabit, quase sem investimento. Uma versão modesta de um ambiente empresarial complexo, com unidades estanques interligadas por links rápidos
  13. Olá! Estou descrevendo assim com exemplos, detalhes, contra-exemplos, imagens, referências históricas, roteiro de implantação e tal, porque essa sua necessidade é algo que está ficando muito comum, com os roteadores modernos com poucas portas, as casas com muitos dispositivos, os dutos apertados, as redes sem fio com mais potência, o suporte mínimo das operadoras, o treinamento deficiente dos técnicos das operadoras nas tecnologias em uso e tal... Admiro sua paciência e a de quem ler isso tudo, na verdade. Mas pode ser útil. Por outro lado quase ninguém que eu vejo tem a iniciativa de fazer algo como o que você vem fazendo em sua casa nesses anos, seja pela falta de iniciativa, de custo, de experiência ou qualquer outra razão. De volta à sua casa e sua questão: você não precisa fazer nada para levar o sinal da TV para o cabo de rede. Nada. Veja o caso do acesso a internet: você não faz nada para seu computador acessar a internet: só liga a placa de rede à sua rede com um cabo Ethernet ou adaptador wifi. O resto em geral roda no automático. Não foi descrever tudo o que acontece nessa comunicação porque são muitas coisas e foge do tema aqui. E não tenho tempo. Mas se está curioso por um aspecto em particular pergunte. Em resumo um outro cabo de rede está ligado ao roteador da operadora e o conjunto de protocolos do TCP/IP faz o resto. No caso da TV é a mesma coisa. No caso da VIVO, quando você liga um decodificador ele entra no ar e começa a procurar o modem. Tenta pelo coaxial, pela porta de rede e se pudesse abriria uma portinha chamaria o roteador pelo nome. Ok, exagerei um pouco :). Se você tem 4 pontos ou 1 ou 12 todos fazem isso. Se o decodificador não acha o modem em um certo tempo ele desiste e dá uma mensagem na tela da TV. E de tempos em tempos tenta de novo. Agora se ele encontra o modem aí ele vê quem é quem, os dados de pagamento, o pacote contratado e tal. E ele recebe um endereço de rede IP para que cada decodificador possa receber seus programas em separado. E aí gera a imagem pelo outro lado, as saídas HDMI e RCA Mais claro agora?
  14. Foi o adicionado 33 minutos depois Também não entendi. Mas veja um exemplo: suponha que na parede você tem isso: Vou te mostrar 3 versões: Nessas caixas, nos mesmos cabos, você pode ligar o telefone, a TV, o interfone, os computadores, os adaptadores PLC, outros switches ou roteadores. É a beleza da rede IP e a condição da internet, que é uma rede IP, existir. Barato e flexível. Note que os conectores RJ12, de telefone e interfone, encaixam no RJ45... Em muitos casos, usando Fast Ethernet, a gente passa dois ramais e um ponto de rede num único cabo ethernet. Em outros se usa dois fios para passar energia para o roteador ou switch que está do outro lado do cabo --- PoE, power over ethernet --- usando um cabo só. Agora de volta a a TV: Duas ligações complicadinhas ou nem tanto: O cabo de rede trás o sinal da TV. O cabo de força trás a energia. O cabo HDMI ou os cabos RCA levam imagem e som para a TV ou home theater. Só isso. Compare com o inferno de levar um cabo coaxial, e eventualmente querer mudar de lugar... Só por umas horas. EXEMPLO de um efeito colateral: Esse é o painel traseiro de um monitor para computador comum, Full HD, mesma resolução da VIVO. Tem 3 entradas, HDMI, VGA e DVI, comum. Pode estar ligado no seu computador via DVI por exemplo. E ele está no escritório, onde não tem TV. Então eu trago o decodificador da VIVO, que é pequeno e leve, ligo na tomada. Ligo o cabo HDMI atras do monitor, ligo um cabo de rede no decodificador e pronto: TV. O monitor não tem som? Alguns não tem falantes. Então você pega um cabo P2-P2, desses que usa pra ligar o celular no som, e liga na entrada de som do laptop ou de algum PC --- o verde e pronto. Acabou a necessidade? Leva o aparelho de volta. Isso funciona na varanda, no quintal, na piscina, no quarto de hóspedes. Toda vez em que você quer uma TV num lugar mas não vai pagar como R$40 por mês pra ter um ponto extra e contando com a possibilidade de levar um cabo até o local.... E nesse exemplo dependendo da instalação e necessidade você pode usar o cabo de rede para levar energia para o decodificador, já que ele é Fast Ethernet e só usa 4 vias na conexão. Assim sobe UM cabo até o decodificador e UM cabo até a TV, para agradar ao arquiteto que fica sempre reclamando da infraestrutura e dos cabos... E pode até deixar o decodificador dentro do armário, invisível, passando um repetidor IR, aquele "olhinho" para algum lugar super discreto para não ter nenhum cabo e nenhum LED interferindo no projeto do cara... Já passei por isso, para ajudar um amigo num shopping. Não implementei, só dei a receita.
  15. Mas o que acontece com o duto? Ele não tem resistência e desabou com o peso? Ele rasga ao usar o guia de cabos? Dobrou em algum trecho e prendeu os cabos? Todas as opções Imagino o tamanho do problema Em relação ao router, não vou repetir tudo o que já disse, mas um switch conectado ao seu roteador é o caminho. Deixe o roteador da VIVO como está, eles são responsáveis por configuração e suporte e tudo, Se você trocar o produto vai ficar por sua conta. É muito mais simples e barato agregar um switch em qualquer ponto de sua rede. E não vai precisar de informações técnicas da VIVO nem da cooperação dos técnicos

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