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albert_emule

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Sobre albert_emule

  • Data de Nascimento 16/01/1993 (27 anos)

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    salvador
  1. Coloquei a plaquinha antiga que tenho para funcionar adicionado 8 minutos depois É o pulso quadrado que aciona o TRIAC Lembrando que TRIAC pode ser acionado só com DC que ele responde em AC. O pulso presente na foto do meio faria a ventoinha ser acionado em 220V recebendo o equivalente a 127Vac. Só que o circuito tem um tipo de realimentação. Um sinal DC faz mudar o ângulo de disparo do TRIAC. Com isso eu posso realimentar nos 220V. Daí se a tensão cai para 180Vac, o ângulo de disparo muda. Aquele pulso quadrado passa a acionar mais pro lado esquerdo, compensando a potência no ventilador. Só preciso dimensionar essa realimentação com algum filtro que retifique dos 220V e depois passe para valores DC.
  2. Faz uns anos que fiz esse controle. Eu testei e funcionou: Vou ter que reaproveitar o circuito
  3. Uma solução simples usando LDR adicionado 6 minutos depois
  4. Uma ideia bastante minimalista. adicionado 0 minutos depois Ótimo projeto adicionado 0 minutos depois É de indução adicionado 5 minutos depois Olha que o cara fez: Questão agora é estabilizar para o motor receber sempre 110V, mesmo que a tensão abaixe de 220V para 180VV.
  5. Preciso que uma ventoinha destas funcione em 220V mas com rotação estabilizada, pois onde irá funcionar, os 220V pode cair até para 180V. A ideia é selecionar a ventoinha para 110V e usar um circuito para pegar os 220V e manter saindo sempre 110V. Lembrando que é AC. Alguma ideia?
  6. Isso que é complicado em fonte linear. Nem tem mais vantagem estas fontes Só os transistores para operar em linear, o custo fica muito elevado. Ainda tem o dissipador gigante e mais um ventilador potente. Sem condições Um simples mosfet IRF1404 já atenderia com folga numa fonte destas com o uso de PWM. Com um minusculo dissipador e um ventilador muito pequeno. A etapa de potência pode ser toda feita com peças de ATX velha. Lá tem o diodo de alta correte. Tem o indutor Tem os capacitores. Precisaria apenas criar um circuito de controle e adicionar um mosfet IRF1404.
  7. O canal do leandro é tipo manual do mundo, só que meio Hardcore. Ele atrai um público que curte trabalhos com ferramentas e do "faça você mesmo". Essa pessoa não sou eu.
  8. Um negócio destes só por PWM. Vá por mim. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1199534524-regulador-tenso-corrente-step-down-ajustavel-dc-dc-300w-9a-_JM?quantity=1#position=4&type=item&tracking_id=8f37c276-54c0-4663-adc4-757626dbc869 Acredito que seja possível fazer 3 placas destas trabalharem juntas usando um mesmo potenciômetro.
  9. Olha o que os gringos andam fazendo: http://www.ko4bb.com/Solar_Optimizer/
  10. Isso é verdade. Um micro facilita de modo que o analógico não fica viável. Ou não prático Isso. Existe até um CI para isso. Verdade. Até aí eu pensei igual. Mas paralisei meu pensamento na forma de varredura da potência. O controle PWM deve aumentar a largura dos pulsos até a potência ser a máxima. Quando a potência for a máxima, aumentar mais ainda a largura dos pulsos faria a potência cair. Devido a isto o controle PWM deve estabilizar a largura dos pulsos em função da queda de potência. A prioridade é sempre aumentar a largura dos pulsos para obter potência máxima. Mas deve parar de aumentar e estabilizar quando a potência tender a cair. Ou mesmo se a luminosidade cair e fizer a corrente cair, o PWM deve ficar com largura de pulsos mais fina. O problema é como fazer isso.
  11. É possível fazer um controlador MPPT todo analógico? Abaixo segue um gráfico de um painel solar. Vemos que um painel solar se comporta como se fosse um diodo zener na questão da tensão. A tensão só varia com o calor. Mas varia pouco. A variação da luz só faz variar a corrente: Sol forte vai dar conte máxima. Sol fraco vai gerar menos corrente. O painel solar é basicamente uma fonte de corrente. Apresentado o painel solar, vamos ao problema: Se colocarmos uma carga que venha a exceder a corrente máxima gerada pelo painel, a tensão começa a cair, aí a potência fornecida cai pois começa a sair do ponto de máxima potência que chamam de MPPT. Um painel que tivesse 320 watts, iria gerar 10.6 amperes em 30V. Se a carga exceder e vir a ter uma tendência de consumir muito, no painel a corrente continuará em 10,6 amperes. Mas a tensão começa a cair. Devido a isto a potência gerada cai. Eu tenho como fazer um controlador analógico com realimentação através de TL431 monitorando a saída doa painel solar. Daí se a tensão do painel começa a cair, a realimentação limita a potência de um conversor Buck atuando diretamente no PWM. Mas isso não é ser MPPT, pois não busca o ponto de potência máxima. Se o painel variar a tensão devido a temperatura, já sai do ponto de potência máxima. Daria para fazer o verdadeiro MPPT analógico?
  12. Aquilo que estávamos conversando. É tão viável que já tem equipamentos no mercado. https://www.terra.com.br/amp/noticias/dino/distribuidora-lanca-geradores-de-energia-solar-grid-zero,2d705ef10da1156913de28f1c78a50f6ye4lo8qh.html "A ALDO SOLAR, uma das principais distribuidoras de equipamentos para geração de energia solar do país, anuncia no mês do meio ambiente, mais um lançamento que deve revolucionar o mercado fotovoltaico no país: geradores de energia solar GRID ZERO. São geradores trifásicos (380v) desenvolvidos para se conectar à rede com injeção zero. Este sistema tem a função de gerar energia e atender o autoconsumo imediato."
  13. A minha ideia não é Grid Tie. É Off-grid Seria bom para usar em ar condicionado inverter por exemplo: O lado bom é não ter burocracia. Já que é OFF-GRID não vai injetar. Vai apenas estar classificado como uma chave que comuta cargas, tipo uma automação. Não lembro adicionado 7 minutos depois Não só conheço, como participo de grupo de engenharia dedicado a instalação de geração distribuída. Até mesmo faço reparo nestes inversores.

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