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albert_emule

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  1. Arruíno se demostrou algo complexo demais para essa função. O intuito era ser simples. Por isso miudei para eletrônica analógica: Na simulação esse sistema auto-oscilante se demostrou eficiente em tudo. Além de rejeitar qualquer distorção de forma de onda, ainda estabiliza em tempo real, sem delay. O oscilador eu já tenho funcionando, todo analógico com 3 transistores. Uma curiosidade é que essa técnica é muito usada em amplificador classe D auto-oscilante. Eu só modifiquei o capacitor alí no comparador para oscilar em 25Khz. Gera o PWM perfeito que o ardiíno deveria gerar.
  2. Na distorção dos amplificadores valvulados, uma forma de harmônica é gerada, a qual costuma agradar a um certo grupo de pessoas, mais do que nos transistorizados. Quando você aumenta o som até que a onda comece a distorcer, é notável a preferência desse pequeno grupo de pessoas, pelo som do amplificador valvulado. Além disso, mesmo em volumes normais, já se percebe a presença de certas harmônicas que um amplificador transistorizado reproduziria com perfeição e essa perfeição não é desejada pelo grupo de saudosistas. Talvez pelo fato deles terem vivido na época dos valvulados e isso traz uma certa nostalgia. Essas características harmônicas conferem uma identidade única ao som. Não que isso seja necessariamente vantajoso; Para alguns, pode ser até considerado desfavorável. No entanto, há um grupo de pessoas que aprecia essa qualidade sonora peculiar. É como uma Harley Davidson: Consome muito combustível, é um projeto antigo, ruidosa e menos eficiente, mas há um grupo de pessoas que valoriza exatamente essas características singulares.
  3. O mundo analógico é mais fácil de fazer funcionar. Veja um excelente oscilador para servir de base para o inversor senoidal:
  4. Enquanto vocês desenvolvem o código, vou testar um módulo chinês chamado EGS002. Esse módulo chinês possui uma opção no microcontrolador para alterar o PWM de unipolar para bipolar. O que aconteceu é que os drivers IR2110 queimaram. Portanto, eu vou remover esses drivers e coletar o sinal PWM diretamente do microcontrolador, o que fará com que funcione da mesma forma que este projeto do Arduino. Assim, se estiver funcionando com o módulo EGS002 chinês, também funcionará com o Arduino.
  5. O mais normal é ver uma senoide com ondulação em dente de serra. PWM não vai ver, pois a indutância do trafo filtra o PWM.
  6. Fui testar agora. A senoide desse está esquisita. Parece que é mais fácil fazer isso em analógico Esse parece estar bom. Qual é esse código?
  7. Estou com um nobreak de 2000Va que funciona com esse PWM. Vou ligar um motor de 70W nele, para ver como se comporta.
  8. Ficou top demais. É justamente isso que precisava. Agora a próxima etapa do projeto é gravar no arduino, e testar lá naquele circuito que fiz. Poderia enviar o código em arquivo de texto, para eu ver o que mudou? Embora eu não entenda muito. Mas fiquei curioso. A ideia é trabalhar no inversor com center tap:
  9. O amarelo é o PWM do canal A. Verde é o PWM do canal B.
  10. Lembrando que o PWM deve ficar como está. Só deve inverter a lógica, como quem coloca uma porta inversora. Eu poderia fazer isso no circuito externo. Mas já deixa o inversor que deveria ser simples, começar a complicar.
  11. Eu não entendo de programação. Se você puder já fazer a inversão e deixar o código disponível, eu já faço os estes no circuito
  12. @.if Consegui um código com pro inversor lá. Fiz o Microsoft copilot (Uma espécie de chat GPT) modificar um código de PWM unipolar para PWM bipolar. É um código para o arruíno nano. Porém está saindo apenas em um pino. Teria que sair em dois pinos, para acionar dois mosfets. Preciso que o sinal PWM que sai no pino 9, também saia no pino 10 com lógica invertida: Quando o sinal no pino 9 for de nível alto, o sinal do pino 10 deve ser de nível baixo. Quando o sinal do pino 10 for de nível alto, o sinal no pino 9 de ser de nível baixo. dessa forma, teremos dois sinais PWM que irão acionar os mosfets do esquema do inversor que foi apresentado aí na foto. Não estou conseguindo fazer essa inversão de sinais. #include <avr/io.h> #include <avr/interrupt.h> #include <math.h> #define SinDivisions (200) static int microMHz = 16; static int freq = 60; static long int period; static unsigned int lookUp[SinDivisions]; static char theTCCR1A = 0b10000010; void setup() { double temp; period = microMHz*1e6/freq/SinDivisions; for(int i = 0; i < SinDivisions; i++) { temp = sin(i*2*M_PI/SinDivisions)*period/2 + period/2; // Adicionado metade do período lookUp[i] = (int)(temp+0.5); } TCCR1A = theTCCR1A; TCCR1B = 0b00011001; TIMSK1 = 0b00000001; ICR1 = period; sei(); DDRB = 0b00000110; pinMode(9, OUTPUT); } void loop(){;} ISR(TIMER1_OVF_vect) { static int num; if(num >= SinDivisions) { num = 0; } OCR1A = OCR1B = lookUp[num]; num++; }
  13. Curiosamente, a maioria são inversores de onda modificada, inclusive os de marcas tradicionais e sérias. Algumas pessoas na área de energia solar têm preconceito com a onda modificada, mas ela até que funciona bem. Tenho um cliente que utiliza energia solar em toda a casa, em um sítio, alimentado por um inversor de onda modificada OTTO. Ele alimenta desde geladeiras, televisores, eletrodomésticos, bombas d'água até ferramentas elétricas de construção. E funciona há mais de 3 anos. No entanto, existem desvantagens: placas eletrônicas que usam fontes capacitivas geralmente acabam danificadas. Além disso, os motores produzem um barulho exagerado. O ventilador parece uma subestação, então o amigo @Felipe Lundgren precisa avaliar se o barulho não atrapalhará o seu sono. Mas o que dizem sobre queimar motores e outros problemas é mais um mito. Se isso realmente acontecesse, meu cliente na zona rural isolada já teria notado os eletrodomésticos queimando nesses 3 anos. Detalhe: A água que ele utiliza, inclusive para irrigar plantações, é toda bombeada com alimentação em onda modificada.

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