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Marcos FRM

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    Boston/MA
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Meu PC

  • Processador
    Pentium MMX 166
  • Placa-mãe
    FIC VT-503
  • Memória
    32 MB EDO
  • HDs
    2,1 GB Fujitsu
  • Sistema Operacional
    Windows 95
  • Browser
    Netscape
  1. Estou em situação parecida. A empresa que fornece a eletricidade aqui está falida e a qualidade do serviço piorando. Qualquer ventania ou temporal, mesmo que rápidos, é queda de luz na certa. Para esses casos emergenciais, em que as constantes quedas atrapalham nosso fluxo de trabalho, sou da opinião que mesmo UPS fajuto (line interactive) serve, desde que o inversor gere onda senoidal. O cálculo ganho/malefício ainda compensa nessa situação. @KairanD UPS online senoidal está custando muito mais. Esse valor de 1200 é justamente o que se encontra de modelos line interactive com inversor senoidal.
  2. Basicão, né? Programa de clonagem que não suporta dispositivos de tamanhos diferentes nem GPT tem que ser jogado no lixo. Pesquise sobre sysprep /generalize. Serve justamente para isso e é robusto. https://docs.microsoft.com/en-us/windows-hardware/manufacture/desktop/sysprep--generalize--a-windows-installation Sysprep pode ser configurado com dezenas (talvez centenas) de opções usando a ferramenta "Gerenciador de Imagens de Sistema" presente no Windows ADK.
  3. Faça uma captura de tela das configurações que está usando no Rufus.
  4. Ou Sysprep + qualquer ferramenta de clonagem decente (sou fã do Ghost, mas há outras).
  5. Exato. E como é difícil às vezes convencer o povo da diferença! Exemplo: semanas atrás dei uma olhada num Dell PowerEdge T110 II, modelo de entrada, que está rodando há uns 10 anos sem incomodar. Foi reiniciado durante todos esses anos apenas para concluir as atualizações do Windows e na migração do Server 2008 R2 para o Server 2012 R2. Não tem comparação com desktops.
  6. Obviamente tem que instalar e configurar no servidor. Depois acessar através do cliente, que tem versão para Windows. O Debian tem pacote pronto no repositório, chama-se openvpn . Depois recorra ao Google com "debian openvpn server configuration" que dará milhões de resultados.
  7. Não sei como você executa o script, mas acho mais fácil colocar um rótulo no sistema de arquivos do pendrive e usar: blkid -L "ROTULO" A saída do comando conterá o caminho completo do dispositivo (/dev/sdb1, por exemplo).
  8. Sim, com awk, sed, etc. Porém antes poderia dar mais detalhes sobre o script? Pois filtrar a saída do log do kernel não é algo muito robusto. Talvez exista ferramenta específica para obter a informação requerida.
  9. Depende do firmware. E existem milhões de implementações diferentes. Há modelos que sim, zeram todos os blocos TRIMados. Outros que agendam a zeração pra quando o drive estiver inativo (e não tem como saber quando isso acontecerá, pois depende da necessidade de reciclar blocos para novo uso). E outros que não fazem nada e simplesmente ignoram o comando. https://git.kernel.org/pub/scm/linux/kernel/git/torvalds/linux.git/tree/drivers/ata/libata-core.c?h=v5.4#n4567 /* * As defined, the DRAT (Deterministic Read After Trim) and RZAT * (Return Zero After Trim) flags in the ATA Command Set are * unreliable in the sense that they only define what happens if * the device successfully executed the DSM TRIM command. TRIM * is only advisory, however, and the device is free to silently * ignore all or parts of the request. * * Whitelist drives that are known to reliably return zeroes * after TRIM. */ Portanto, TRIM pode apagar dados. Não é garantido que o faça. A única forma garantida é escrever alguma coisa no disco inteiro. Preferencialmente de uma fonte de dados pseudo-aleatórios e uma última passada com zeros. O comando shred disponível do Linux é simples para este fim. https://man7.org/linux/man-pages/man1/shred.1.html Para Windows deve haver algo similar. Talvez o SDelete: https://docs.microsoft.com/en-us/sysinternals/downloads/sdelete
  10. Apenas programas muito ruins de clonagem funcionam dessa forma, copiando setor a setor (trilha é uma terminologia obsoleta). Programas decentes entendem o particionamento e as estruturas do sistema de arquivos em uso e adaptam-as de acordo com o tamanho de destino. Essa adaptação pode ser configurável ou não. Exemplo: os volumes são redimensionados mantendo a mesma proporção do disco de origem. Ou é oferecida opção para o usuário manualmente especificar os tamanhos a serem usados no disco de destino, tendo como possibilidade inclusive deixar espaço não particionado. Aliás, ferramenta só pode levar em conta o tamanho dos dados armazenados num sistema de arquivos se entendê-lo. Do contrário precisará copiar tudo, setor a setor.
  11. Na tela do instalador aparecem: GUID 0FC63DAF-8483-4772-8E79-3D69D8477DE4 é uma partição GPT do tipo "Linux filesystem" (https://en.wikipedia.org/wiki/GUID_Partition_Table). Esta do meu exemplo tem um sistema de arquivos XFS dentro (https://en.wikipedia.org/wiki/XFS). Neste exemplo, bastaria excluir a partição (na tela ali tem um botão "Excluir" à mão) e instalar no "Espaço não alocado" para o Windows criar o layout padrão dele: partição EFI, MSR, etc. Ou personalizar o particionamento, de acordo com o gosto do freguês. O instalador comporta-se de forma diferente do sistema instalado neste quesito.
  12. As partições enxerga; o que não entende é o sistema de arquivos que tem dentro.
  13. VPN. Pesquise como configurar o OpenVPN no servidor. Existe cliente para Windows que funciona bem.
  14. Não. Você criará o arranjo RAID com a ferramenta do BIOS selecionando apenas os dispositivos que quiser. Os demais ficam fora e são acessados diretamente.

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