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Marcos FRM

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Meu PC

  • Processador
    Pentium MMX 166
  • Placa de vídeo
    Trident TGUI9680
  • Placa-mãe
    FIC VT-501
  • Memória
    16 MB EDO
  • HDs
    2,1 GB Fujitsu
  • Sistema Operacional
    Windows 95
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    Netscape

Meu Console

  • Modelo
    Super Nintendo
  1. No sistema "live", antes de rodar o instalador, abra o GParted, selecione, caso necessário, o disco correto na parte superior direita, depois vá no menu "Dispositivo -> Criar tabela de partições". Em "Selecionar novo tipo de tabela de partições:", coloque "gpt" e clique em "Aplicar". Só isso; não crie nenhuma partição. Esse processo apagará tudo no disco. Depois de completar, feche o GParted, abra o instalador e use o particionamento automático. Assim, nós excluímos qualquer possível problema relacionado ao disco.
  2. Não use Legacy. Mantenha UEFI, preferencialmente com secure boot ativo se for suportado pelo Mint (acho que é sim). Tem coisa a ser salva no disco ou pode apagar tudo?
  3. Essa tela indica que o maldito CSM está ativo. Desative-o!
  4. CSM Support -> Disabled. Essa porcaria de CSM tem que queimar no inferno. Procure por atualização de BIOS. A Gigabyte tem disponibilizado atualizações que mudam as configurações padrão para serem mais amigáveis ao Windows 11; ou seja, estão finalmente desativando o legado carcomido graças ao Windows 11.
  5. Os integrados "hi-fi" para áudio são muito bons. Tinha (ainda tem?) uma cena DIY de amplificadores caseiros, alguns vendidos em kits, inaugurada com o LM3875 no início dos anos 2000 (ou final de 90, não lembro). Alguns CIs da STMicro (TDA7294/TDA7293, classe AB também) entregam quase 100W com boa qualidade e fácil construção -- poucos componentes adicionais. Áudio transistorizado (ou, melhor, CIzado, kkk) tem boa qualidade faz tempo usando componentes adequados. Para pré-amps tem outra penca de bons modelos de variados preços [1] . Por mim as válvulas ficam para os guitarristas, que as adoram... kkk [1] http://nwavguy.blogspot.com/2011/08/op-amp-measurements.html
  6. Sim. Pela foto postada pelo @Renato.88 esse "Terror 20W" usa um CIzinho chinfrim -- a válvula existe para dar charme. Os LM3875 e LM3886, por outro lado, são CIs premium, classe AB, de alta potência mesmo (50~60W), mono (precisa de dois para fazer um amplificador estéreo). Tem também uns TDAs classe AB que rivalizam com eles em potência e qualidade de som. Edit: não vou pré-julgar. Talvez não seja chinfrim. Edit2: resumo http://www.bloguetronica.com/2012/03/serie-overture-da-national.html .
  7. É uma situação complicada. Existem bons CIs amplificadores de áudio. Dois dos mais populares: LM3875 e LM3886. Ambos fazem um belo estrago, mas precisam de uma fonte decente. Com esses capacitores raquíticos aí é difícil...
  8. Nota: meu post #5 por motivos misteriosos estava sob moderação. Agora, está no ar. Enquanto o Windows Explorer não aproveita o recurso, FastCopy e TeraCopy têm suporte: https://fastcopy.jp/ https://www.codesector.com/teracopy
  9. Parece que os últimos drivers da nVidia para Linux (da metade do ano passado para cá) são mais compatíveis, suportando Wayland: https://www.phoronix.com/scan.php?page=news_item&px=NVIDIA-495.29.05-Linux Há muito tempo atrás quando tentei usá-lo numa placa da marca, nem KMS suportava (hoje suporta). Aqui está a mudança que acontecerá no Fedora 36 ativando o Wayland por padrão no GNOME com o driver proprietário: https://fedoraproject.org/wiki/Changes/WaylandByDefaultOnNVIDIA
  10. Não tenho ideia. Uma coisa é clara pela documentação: sem o elemento longPathAware declarado como "true" no manifesto do binário, mesmo com a opção ativa no registro, a API não será modificada (para o aplicativo em questão) removendo o limite dos 260 caracteres. Caso seja "true", ainda requer a API Unicode (com final "W", como CreateFileW, MoveFileW, etc). Concordo que é um absurdo nos dias de hoje, porém a plataforma Windows é assim: os caras estão sempre pisando em ovos para não quebrar compatibilidade com programas bugados. O motivo para tal recurso não ser habilitado automaticamente para todos os programas é que a API teve o limite de 260 caracteres por várias décadas e a Microsoft teme nem todos os códigos saibam lidar com o novo limite -- imagine que, num programa qualquer de terceiros, as rotinas que, por exemplo, alocam memória para armazenar o caminho (uma string da linguagem C, digamos) tenham limite rígido de 260 caracteres, ou explodam ao alocar 32767 caracteres (o novo limite, a propósito). Então tem que ser opt-in: o aplicativo precisa dizer que suporta. Mesmo assim, é evidente que os aplicativos da própria Microsoft deveriam ser os primeiros a suportarem isso. Esse recurso é suportado desde o Windows 10 1607. As coisas se moverem muito lentamente. Por um lado é bom pois é difícil haver quebradeira. Por outro, uma mudança bem-vinda com essa demora uma eternidade para popularizar. https://github.com/pbatard/rufus/blob/v3.17/src/rufus.manifest#L8 https://github.com/qbittorrent/qBittorrent/blob/release-4.4.0/src/qbittorrent.exe.manifest#L40 Alguém teria que descobrir por que cargas d'água a Microsoft não implementou pelo menos no Windows Explorer... ?
  11. O aplicativo precisa dizer que suporta nomes longos (longPathAware), do contrário a API "nova" não será exposta pelo Windows. Resta saber se os desenvolvedores de aplicativos estão se preocupando em tornar seus programas compatíveis...
  12. Os certificados raiz embutidos no Windows 7 estão pré-históricos e alguns devem ter expirado -- o sistema está carcomido, com 12 anos a esta altura do campeonato. Baixando e instalando as atualizações dos certificados manualmente deve resolver: https://www.catalog.update.microsoft.com/Search.aspx?q=Certificate+update Tem que ver quais são necessárias. Acho que a Microsoft faz atualizações cumulativas (instalando a última é suficiente), mas não tenho certeza. Em dúvida, pesquise no Google. Ou tente isto: https://asher.tools/root-certificate-updater Ou, melhor ainda, use um Windows mais moderno.
  13. A mídia de instalação do Windows 10, bem como o sistema depois de instalado, tem suporte nativo para eMMC. É um driver genérico, que funciona bem, do mesmo tipo que a Microsoft desenvolveu para AHCI e NVMe. Já instalei em alguns desses notebooks low end da Positivo com eMMC e o instalador funciona de boa em UEFI: detecta, particiona, formata, bonitinho. Num deles até fiz o teste mudando para Legacy/CSM (havia opção) e continuava iniciando pelo eMMC. O eMMC do tópico deve ter ido pro brejo. Afinal, Positivo não é conhecida pela alta qualidade dos seus produtos, né... Observação: acho que o Windows 8.1 trouxe suporte nativo a eMMC, porém tem que pesquisar para ter certeza.
  14. CentOS 7 é muito velho para uma máquina dessas. Talvez a Red Hat até possa fazer backport em futuras versões, mas, até chegar lá, é melhor usar algo mais novo. CentOS Stream 8 provavelmente funcionará sem dificuldades. Cuide que o CentOS 8 não-Stream foi descontinuado e não recebe mais atualizações de segurança. Se você está procurando algo nos moldes do CentOS tradicional a partir da versão 8, terá que migrar para os novos clones do RHEL que surgiram, em especial os dois mais populares Rocky e AlmaLinux: https://rockylinux.org/ https://almalinux.org/

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