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Rafael Coelho

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Sobre Rafael Coelho

  • Data de Nascimento 23/08/1972 (47 anos)

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    Pelotas/RS
  • Sexo
    Masculino

Outros

  • Biografia
    Editor-chefe do Clube do Hardware
  1. Boa dica, vamos tentar incluir fotos macro nos próximos testes.
  2. Pelo "conjunto da obra" (ótima tela, desempenho, etc) e boa relação custo/benefício. As câmeras são apenas razoáveis, mas não conhecemos nenhum smartphone nessa faixa de preço que tenha câmeras realmente boas.
  3. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do smartphone Motorola One Action "Analisamos o Motorola One Action, smartphone intermediário com tela IPS de 6,3 polegadas e que traz uma "câmera de ação". Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  4. O Motorola One Action é um smartphone intermediário com tela IPS de 6,3 polegadas com resolução Full HD+ (2520 x 1080), que tem como diferencial trazer uma "câmera de ação" embutida. Confira! O Motorola One Action faz parte da linha Motorola One, que ainda oferece o Motorola One original, o One Macro, o One Vision, o One Zoom e o One Hyper, cada um com uma câmera "especializada" para alguma tarefa específica. No caso do One Action, o foco está na sua câmera traseira secundária, que é uma "câmera de ação", voltada para esportes, que oferece estabilização digital e campo de visão ultra aberto. O smartfone tem referência XT2013-1L, e está disponível nas cores "Azul Denin" (que é o modelo que testamos), "Branco Polar" e "Aquamarine", todos com 4 GiB de RAM de 128 GiB de armazenamento. A Figura 1 mostra a caixa do One Action. Figura 1: embalagem Dentro da embalagem, além do smartphone, encontramos o carregador de 10 W, um cabo USB tipo C, ferramenta para abrir o compartimento dos cartões SIM, fone de ouvido (com ponteiras de silicone extras), manual do usuário e uma capa de silicone transparente. Figura 2: acessórios A Figura 3 revela a frente do One Action. A tela ocupa quase toda a frente do aparelho, com bordas muito finas. Figura 3: o Motorola One Action Como a tela ocupa quase toda a frente do aparelho, a câmera frontal, de 12 Mpixel, é localizada em um orifício no canto superior esquerdo da mesma. Figura 4: câmera frontal A Figura 5 mostra a traseira do aparelho, que é de plástico, mas passa uma boa impressão. Aqui podemos ver a câmera de ação (apenas para vídeo) de 16 Mpixel, a câmera principal de 12 Mpixel, o sensor de profundidade de 5 Mpixel, o flash LED e, no centro do aparelho, o sensor de impressões digitais. Figura 5: traseira Na Figura 6 vemos a parte superior do One Action, onde encontramos o orifício do microfone auxiliar e o conector para headset. Figura 6: parte de cima Na parte inferior estão localizados o microfone, o conector USB tipo C para transferência de dados e carga da bateria, e o alto-falante. Figura 7: lado de baixo Na lateral direita é possível ver o botão liga/desliga e os botões de ajuste de volume. Figura 8: lateral direita Já na lateral esquerda, temos apenas o compartimento para os chips nano-SIM e cartão de memória microSD. Figura 9: lateral direita A Figura 10 mostra o slot para os chips nano-SIM e o cartão de memória aberto. O One Action suporta cartões microSD de até 512 GiB, mas o compartimento para cartões de memória é compartilhado com o segundo chip nano-SIM. Figura 10: compartimento para chips SIM e cartão de memória Já na Figura 11, vemos o detalhe das câmeras traseiras, mais o sensor de profundidade e flash LED, além do sensor de impressões digitais. As câmeras são ligeiramente salientes na tampa traseira do smartphone, mas isso não atrapalha quando você utiliza a capinha de silicone. Figura 11: câmeras traseiras O One Action usa um processador Exynos 9609, que tem oito núcleos, sendo quatro Cortex-A73 rodando a 2,2 GHz e quatro Cortex-A53 rodando a 1,6 GHz. O motor gráfico é o Mali-G72 MP3. O smartphone tem 4 GiB de RAM e 128 GiB de armazenamento. Em relação ao design, o One Action é bonito e elegante. Seu corpo e traseira são de plástico, mas com um ótimo acabamento, assim como já tínhamos visto no Samsung A30. E, como a maioria das pessoas vai utilizar o smartphone dentro de uma "capinha" protetora, na prática a única parte do aparelho que é vista no dia-a-dia é a sua tela. A tela IPS de 6,3 polegadas tem resolução Full HD+ (2520 x 1080), densidade de pontos de 432 ppp. A tela é de boa qualidade, e mesmo sendo IPS e não AMOLED, oferece imagens claras e cores vivas, com boa visualização de qualquer ângulo. A resolução Full HD+ é excelente para este tamanho de tela. O One Action mede 160,1 mm de comprimento, 71,2 mm de largura e tem espessura de 9,2 mm, pesando 176 g. Assim, ele é grande e não é tão fino e leve quanto muitos aparelhos do mercado, mas ainda assim tem uma boa "pegada". A qualidade de som é excelente para um aparelho desta categoria. O aparelho suporta dois chips nano-SIM e redes 4G LTE. Ele suporta Wi-Fi padrão 802.11ac com banda dupla. O One Action que testamos veio com o sistema operacional Android 9.0 (Pie), mas logo após ser ligado pela primeira vez, recebeu a atualização para o Android 10. Na verdade, ele usa o "Android One", que não é um sistema operacional diferente do Android "tradicional", mas sim um programa de parceria entre o Google e os fabricantes de smartphones, onde os modelos "Android One" vêm com o sistema operacional "puro e original", sem a inclusão de aplicativos extras (muitos dos quais inúteis) ou modificações, e, além disso, há o compromisso de atualizações frequentes do sistema operacional por pelo menos dois anos, incluindo as novas versões lançadas neste período. Desta forma, o modelo vem com poucos aplicativos pré-instalados, resumindo-se praticamente aos básicos do Google, além de um único aplicativo "Moto" que serve para configurar atalhos por gestos e tela. A Figura 12 mostra a tela inicial quando você liga o smartphone pela primeira vez. Figura 12: tela principal Na Figura 13 vemos os poucos aplicativos pré-instalados. Você pode instalar novos aplicativos utilizando a loja Google Play. Figura 13: lista de aplicativos O smartphone usa uma bateria de lítio de 3500 mAh. Testamos a duração da bateria com o aplicativo PCMark, que indicou uma duração de 11:41 h com atividade variada. Esta é uma ótima marca, que significa que você pode utilizar o aparelho um dia inteiro sem recarregar, e provavelmente até dois dias se fizer uso moderado. Por outro lado, o carregador "rápido" que vem com ele é de apenas 10 W, levando mais de 2 horas para uma carga completa. Para um celular com foco nas câmeras, podemos dizer que estas são apenas razoáveis. A câmera traseira para fotos tem 12 Mpixels e abertura f/1,8. Há um sensor de profundidade utilizado para gerar o efeito de desfoque de fundo ("modo retrato"). Esta câmera é capaz de capturar boa fotos em situações ideais (alta luminosidade e sem movimento), mas as imagens com pouca luminosidade ficam bem abaixo do conseguido em smartphones mais caros. A câmera frontal tem sensor também de 12 MPixel, mas abertura f/2,0, de forma que também vai funcionar bem em ambientes bem iluminados, mas sofre com pouca luz. Tanto a câmera principal quanto a câmera frontal filmam em resolução 4K a 30 fps, o que é excelente. Já o destaque do aparelho é a "câmera de ação", que é uma segunda câmera traseira, com abertura de 117 graus, que só serve para vídeos (não faz fotos), filmando no máximo em Full HD, até 60 fps (não suporta resolução 4K). Para utilizá-la, primeiro você deve abrir a câmera do smartphone, depois mudar o modo de foto para vídeo, e então clicar em um ícone que troca para a câmera de ação. O que torna esta câmera especial é, primeiramente, o fato de que ela filma na horizontal enquanto o smartphone está na posição vertical, o que facilita para filmar com apenas uma mão quando você está, por exemplo, praticando algum esporte. Além disso, ela possui uma estabilização por software, que funciona bem para evitar pequenas tremidas. Esta câmera, porém, não tem uma qualidade tão boa quanto uma câmera de ação "de verdade", como uma GoPro. Além disso, o smartphone não tem certificação de resistência à água ou poeira, o que tira um pouco do sentido de ser uma câmera de ação. Você pode verificar a qualidade das fotos tiradas com o smartphone, sem edição, clicando nos seguintes links: foto 1, foto 2, foto 3, foto 4. Para verificarmos o desempenho do One Action, rodamos alguns apps de teste de desempenho: o teste Work 2.0 do PCMark, que simula o uso do aparelho em atividades reais, o teste Sling Shot Extreme do 3DMark, que mede o desempenho em gráficos 3D, e o AnTuTu 8.2.2, que faz vários diferentes testes incluindo processamento, gráficos 3D, velocidade da memória e do armazenamento, combinando-os em uma pontuação final. Comparamos o desempenho do One Action com o Samsung A30, que testamos recentemente, e que está na mesma faixa de preço. Também incluímos o ASUS Zenfone Max Pro (M2), que custa um pouco mais, apenas por curiosidade. De qualquer forma, os três aparelhos pertencem ao segmento intermediário. No teste Work 2.0 do PCMark, o One Action foi 35% mais rápido do que o Galaxy A30. Já no teste Sling Shot Extreme do 3DMark, o One Action foi 135% mais rápido do que o Galaxy A30. Já no AnTuTu 8.2.2, o One Action foi 57% mais rápido do que o Galaxy A30. As principais especificações do One Action incluem: Dimensões: 160,1 x 71,2 x 9,2 mm Peso: 181 gramas Tela: 6,3”, 2520 x 1080, IPS Sistema operacional: Android 10 Processador: Samsung Exynos 9609, quatro núcleos Cortex-A73 a 2,2 GHz e quatro Cortex-A53 a 1,6 GHz Motor gráfico: Mali-G72 MP3, incorporada ao processador RAM: 4 GiB Armazenamento: 128 GiB Leitor de cartão de memória: sim, MicroSD até 512 GiB GPS: sim Rádio FM: sim Sensores: acelerômetro, giroscópio, proximidade, bússola, luz ambiente e leitor de impressões digitais Suporte a SIM: dois nano-SIM Redes: GSM 850/900/1800/1900 MHz, WCDMA bandas 850/900/1700/1900/2100 MHz, LTE bandas 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 12, 17, 28 e 66 Wi-Fi: IEEE 802.11ac NFC: sim Bluetooth: sim, 5.0 Câmera traseira: 12 Mpixel, f/1,8 Câmera frontal: 12 Mpixel, f/2,0 Flash: sim, traseiro Tempo de bateria: 11:41h (medido) Bateria: 3,7 V, 3500 mAh Li Ion, não removível Mais informações: https://www.motorola.com.br Preço no Brasil: R$ 1.100,00 O One Action é um excelente smartphone intermediário em vários quesitos. A tela é excelente, a bateria tem boa duração e o desempenho é superior ao de modelos concorrentes e até ao de smartphones mais caros. A relação custo-benefício também é muito boa e, como quase todo smartphone intermediário, as fotos com boas condições de luminosidade são muito boas, mas com pouca luz as fotos são, na maioria, ruins. Já o que deveria ser o destaque do aparelho, a "câmera de ação", é apenas um recurso interessante, já que ela não filma em 4K, além de o aparelho não ter resistência à água ou poeira. Também não há como você fixar o smartphone, por exemplo, em seu capacete. Assim, se você realmente quer uma câmera de ação para filmar sua prática esportiva, ainda vai precisar comprar uma. Pontos fortes Tela grande e de alta qualidade Boa duração de bateria Filma em 4K com a câmera principal e com a câmera frontal Tem sensor de impressões digitais Usa conector USB tipo C Ótimo desempenho Android One, sem jogos ou aplicativos extras pré-instalados Pontos fracos Não suporta dois chips SIM e cartão microSD simultaneamente Não filma em 4K com a câmera de ação Não traz certificações de resistência à água ou poeira
  5. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Placa-mãe Gigabyte B450 AORUS M "Analisamos a Gigabyte B450 AORUS M, placa-mãe intermediária soquete AM4 para processadores AMD Ryzen, fabricada no Brasil." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  6. A Gigabyte B450 AORUS M é uma placa-mãe intermediária soquete AM4 para processadores Ryzen da AMD, baseada no chipset B450 e fabricada no Brasil pela Digitron da Amazônia. Vamos analisá-la em detalhes e ver o que ela oferece. Mesmo com o lançamento, no ano passado, do novo chipset topo de linha X570, o B450 ainda é o mais recente chipset intermediário para o soquete AM4. As principais diferenças entre o B450 e o X570 estão nas pistas PCI Express. Além do X570 suportar a conexão PCI Express 4.0, ele traz 16 pistas PCI Express, oito para slots de expansão e oito para interfaces para unidades de armazenamento. Já o B450 traz apenas seis pistas PCI Express controladas pelo chipset, e elas são padrão 2.0. O B450 também não permite que as 16 pistas PCI Express do processador sejam divididas em dois slots (configuração x8/x8). Além disso, o B450 traz uma configuração de portas USB mais simples: são duas portas USB 3.2 Gen 1 e duas USB 3.2 Gen 2, enquanto o X570 oferece oito portas USB 3.2 Gen 2. Lembre-se que ainda há portas USB controladas pelo processador. Porém, assim como o X570 (e o X470), o B450 também é desbloqueado para overclock e suporta RAID (0, 1 e 10) tanto de unidades SATA quanto de SSDs NVMe, além de suportar a tecnologia StoreMI (clique aqui para ler nosso teste desta tecnologia). Importante notar que as placas-mãe baseadas no chipset B450 são capazes de suportar processadores Ryzen de primeira, segunda e terceira geração, mas essa compatibilidade depende do modelo de placa-mãe e da versão da BIOS. A Gigabyte B450 AORUS M, na versão atual (BIOS F40), é compatível com as três gerações de processadores Ryzen. Esta informação está em destaque na caixa da placa-mãe, inclusive. Você pode conferir a placa-mãe Gigabyte B450 AORUS M na Figura 1. Ela usa o padrão micro ATX, medindo 244 x 244 mm. Figura 1: placa-mãe Gigabyte B450 AORUS M No chipset B450, apenas as pistas PCI Express controladas pelo processador (24 nos processadores Ryzen sem vídeo integrado, sendo 16 para placas de vídeo, quatro para um slot M.2 e quatro para comunicação com o chipset) são padrão PCI Express 3.0; as linhas PCI Express controladas pelo chipset são padrão 2.0. Assim, mesmo que você instale um processador Ryzen de terceira geração e uma placa de vídeo compatível com PCI Express 4.0, o sistema só trabalhará no padrão PCI Express 3.0 (ou 2.0), já que o chipset B450 não suporta o padrão mais recente. A Gigabyte B450 AORUS M traz dois slots PCI Express x16 e um slot PCI Express 2.0 x1. O primeiro slot PCI Express x16 é 3.0 e depende do processador instalado: se for um Ryzen sem vídeo integrado, ele trabalhará a x16; com um Ryzen com vídeo integrado, será x8. O segundo slot PCI Express x16 é controlado pelo chipset e trabalha sempre no padrão PCI Express 2.0 x4. Há ainda um slot M.2, compatível com SSDs até 22110, com conexão SATA-600 e PCI Express 3.0 x4. Figura 2: slots O slot M.2 vem equipado com dissipador, que pode ser visto removido na Figura 3. Figura 3: dissipador do slot M.2 Os processadores AMD têm um controlador de memória embutido, o que significa que é o processador, e não o chipset, que define que tecnologia e qual a quantidade máxima de memória que pode ser instalada. A placa-mãe, porém, pode ter uma limitação de quanta memória pode ser instalada. O controlador de memória dos processadores soquete AM4 suporta memórias DDR4 até 3.200 MHz (nos Ryzen de terceira geração), 2.933 MHz (nos de segunda geração) ou 2.667 MHz (primeira geração). De acordo com a Gigabyte, a B450 AORUS M suporta memórias de até 3.600 MHz em overclock. A B450 AORUS M tem quatro soquetes de memória. De acordo com a Gigabyte, esta placa-mãe suporta até 64 GiB se você usar quatro módulos de 16 GiB. Para habilitar o modo de dois canais, você deve instalar dois ou quatro módulos de memória. Se for utilizar dois módulos, deve instalá-los no segundo e quarto soquetes. Figura 4: soquetes de memória; instale dois ou quatro módulos para máximo desempenho O chipset AMD B450 é uma solução de chip único. Ele oferece seis portas SATA-600, suportando RAID (0, 1 e 10). A B450 AORUS M traz estas seis portas. Uma das portas é compartilhada com o slot M.2, então se você instalar um SSD SATA neste slot, apenas cinco portas estarão disponíveis. As portas SATA são instaladas na borda da placa-mãe, conforme podemos ver na Figura 5. Figura 5: as seis portas SATA-600 O chipset AMD B450 suporta seis portas USB 2.0, duas portas USB 3.2 Gen 1 e duas portas USB 3.2 Gen 2. Há ainda quatro portas USB 3.2 Gen 1 controladas diretamente pelo processador. A Gigabyte B450 AORUS M oferece seis portas USB 2.0, duas no painel traseiro e quatro disponíveis através de dois conectores localizados na placa-mãe. Ela também oferece seis portas USB 3.2 Gen 1, quatro no painel traseiro da placa-mãe (todas tipo A, controladas pelo processador) e duas disponíveis através de um conector na placa-mãe (controladas pelo chipset). Ainda há duas portas USB 3.2 Gen 2 no painel traseiro, ambas tipo A, controladas pelo chipset. Esta placa-mãe suporta áudio no formato 7.1, gerado pelo chipset usando um codec Realtek ALC892, que oferece uma relação sinal/ruído de 95 dB para as saídas analógicas e até 90 dB para as entradas analógicas, resolução de 24 bits e taxa de amostragem de até 192 kHz. Estas especificações são boas para o usuários comum, mas o usuário que pretende trabalhar profissionalmente capturando e editando áudio analógico pode precisar investir em uma placa de som com melhor definição. Toda a seção de áudio é fisicamente separada dos outros circuitos, o que reduz a interferência e ajuda o circuito de áudio a atingir suas relações sinal/ruído nominais. Além disso, o circuito de áudio capacitores japoneses específicos para áudio da marca Chemicon. As saídas de áudio analógico são independentes. A Figura 6 mostra a seção de áudio da placa-mãe. Figura 6: circuito de áudio A Gigabyte B450 AORUS M traz uma porta de rede Gigabit Ethernet, controlada por um chip Realtek RTL8118. Na Figura 7 podemos ver o painel traseiro da placa-mãe. Aqui temos um conector PS/2 para teclado ou mouse, duas portas USB 2.0, saída DVI-D, saída HDMI, quatro portas USB 3.2 Gen 1 (azuis), duas portas USB 3.2 Gen 2 (vermelhas), uma porta Gigabit Ethernet e conectores de áudio analógico. Note que esta placa-mãe traz saídas de vídeo, mas elas só são habilitadas caso você utilize um processador com vídeo integrado. Figura 7: painel traseiro da placa-mãe A placa-mãe tem LEDs RGB sob o setor de áudio (visíveis através da trilha transparente), além de conectores para coolers e fitas RGB. Ela traz quatro LEDs indicativos de problemas durante a inicialização, em casos de erros de processador, memória, placa de vídeo ou carregamento de boot. Na Figura 8, podemos ver os acessórios que acompanham a B450 AORUS M. Figura 8: acessórios O circuito regulador de tensão da Gigabyte B450 AORUS M tem 11 (8+3) fases para o processador. O regulador de tensão usa um chip controlador Renesas ISL95712. Cada fase utiliza dois transistores, modelos NTMFS4C06N e NTMFS4C10N. O circuito regulador de tensão é mostrado na Figura 9. Figura 9: circuito regulador de tensão A Gigabyte B450 AORUS M usa capacitores eletrolíticos sólidos e as bobinas desta placa-mãe são de ferrite. Se você quer aprender mais sobre o circuito regulador de tensão, leia o nosso tutorial sobre o assunto. A placa-mãe analisada tem algumas opções de overclock. Abaixo, nós listamos as mais importantes (BIOS F40): Clock base: de 100 MHz a 119 MHz em incrementos de 1 MHz Diferença de tensão do processador: de -0,300 V a +0,300 V em incrementos de 0,006 V Diferença de tensão CPU SOC: de -0,300 V a +0,300 V em incrementos de 0,006 V Tensão da memória: de 1,100 V a 1,500 V em incrementos de 0,01 V Figura 10: opções de overclock Figura 11: opções de temporização da memória Figura 12: ajustes de tensão As principais especificações da Gigabyte B450 AORUS M incluem: Soquete: AM4 Chipset: AMD B450 Super I/O: ITE IT8686E ATA Serial: seis portas SATA-600, controladas pelo chipset (RAID 0, 1 e 10) USB 2.0: seis portas USB 2.0, duas no painel traseiro e quatro disponíveis em dois conectores na placa-mãe USB 3.2 Gen 1: seis portas USB 3.0, quatro no painel traseiro (tipo A) e duas disponíveis em um conector na placa-mãe USB 3.2 Gen 2: duas portas USB 3.1, no painel traseiro (uma tipo A) Vídeo on-board: produzido pelo processador (quando disponível), uma saída DVI-D, uma saída HDMI Áudio on-board: Áudio on-board: produzido pelo chipset em conjunto com um codec Realtek ALC892 (7.1 canais, relação sinal/ruído de 95 dB para as saídas e 90 dB para as entradas, 24 bits, 192 kHz) Rede on-board: uma porta Gigabit Ethernet controlada por um chip Realtek RTL8118 Fonte de alimentação: EPS12V Slots: um slot PCI Express 3.0 x16 (trabalhando em x16 ou x8, dependendo do processador), um slot PCI Express 2.0 x16 (trabalhando a x4), um slot PCI Express 2.0 x1, um slot M.2 22110 SATA-600/PCI Express 3.0 x4 Memória: quatro soquetes DDR4-DIMM (até DDR4-3600, máximo de 64 GiB) Conectores para ventoinhas: um conector de quatro pinos para o cooler do processador e dois conectores de quatro pinos para ventoinhas auxiliares Recursos extras: LEDs RGB no setor de áudio, LEDs indicativos de problemas na inicialização Número de CDs/DVDs fornecidos: um Programas incluídos: utilitários da placa-mãe Mais informações: https://www.gigabyte.com Preço médio nos EUA*: US$ 85,00 Preço médio no Brasil: R$ 600,00 * Pesquisado na Newegg.com no dia da publicação deste artigo. Quando a AMD anunciou o novo chipset topo de linha X570, há quase um ano, especulou-se que em seguida poderia ser lançado um novo chipset intermediário, que provavelmente seria batizado de B550. Até esta data, porém, este chipset não foi lançado ou anunciado, o que significa que o B450 continua sendo o chipset intermediário mais atual da fabricante. Um novo chipset para este segmento de mercado não está ainda fazendo falta, já que o B450 é compatível tanto com os Ryzen de primeira e segunda geração quanto com os de terceira, e seus recursos são bastante completos para a linha intermediária, oferecendo, por exemplo, RAID e suporte a overclock. Recursos mais avançados, como suporte a mais de uma placa de vídeo, maior quantidade de SSDs PCI Express e compatibilidade com PCI Express 4.0, só são realmente necessários em um chipset topo de linha. Assim, a Gigabyte B450 AORUS M é uma típica placa-mãe intermediária. Ela traz todos os recursos importantes atualmente para o usuário comum, como slot M.2 (com dissipador), seis portas USB 3.2 Gen 1, duas portas USB 3.2 Gen 2, seis portas SATA-600, suporte a RAID, etc. O circuito de áudio e o regulador de tensão são intermediários, mas de boa qualidade. Os recursos de overclock são básicos, mas suficientes para quem deseja extrair um pouco mais de desempenho de seu processador. Os poucos pontos que sentimos falta foram uma porta USB tipo C (vários dispositivos atuais utilizam esta conexão) e um segundo slot M.2, já que atualmente os SSDs com este formato estão cada vez mais populares (e baratos) e não é raro um usuário utilizar mais de um dispositivo deste tipo. Assim, para quem procura uma placa-mãe intermediária, com bons recursos, e excelente relação custo-benefício, a Gigabyte B450 AORUS M é uma ótima escolha.
  7. Ele suporta até 3.200 MHz oficialmente, mas suporta 3.600 MHz e até mais tranquilamente.
  8. A velocidade pode ser selecionada na interface, você pode configurar como silenciosa, média ou sempre no máximo.
  9. A Synology DS218+ é uma unidade NAS (armazenamento de rede) com duas baias para discos rígidos ou SSDs SATA, suportando até 32 TB de armazenamento total, RAID, uma porta Gigabit Ethernet e suporte a até três unidades USB. Analisamos este produto a fundo e testamos o seu desempenho. Confira! Uma unidade NAS (Network Attached Storage, armazenamento ligado à rede) é um dispositivo que contém uma ou mais unidades de armazenamento e que, quando conectado a uma rede local, funciona como um servidor de arquivos, podendo ser acessado de qualquer um dos dispositivos ligados à rede, seja para compartilhamento de arquivos, backup, servidor de mídia ou várias outras aplicações. É um tipo de dispositivo cada vez mais necessário em empresas, escritórios e até mesmo residências onde vários computadores ou dispositivos precisam compartilhar arquivos ou armazenar uma grande quantidade de dados, tais como fotos, vídeos, músicas e arquivos de trabalho. O DS218+ é um NAS fabricado pela Synology, baseado em um processador Celeron J3355 e trazendo duas baias para dispositivos SATA, que suporta várias aplicações como servidor de mídia (fotos, vídeos e áudio), gravador de vídeo de câmeras de segurança, servidor web, servidor de email, dentre outras. Falaremos das demais das características do produto ao longo da nossa análise. A Figura 1 mostra a caixa do Synology DS218+. Figura 1: embalagem Na Figura 2, você confere o conteúdo da embalagem: fonte de alimentação, cabo de alimentação, um pequeno guia de instalação, parafusos para instalação de unidades de 2,5 polegadas, um cabo de rede, além do NAS propriamente dito. Figura 2: acessórios Você confere o DS218+ nas Figuras 3 e 4. Ele mede 165 x 108 x 232 mm (AxLxP) e pesa 1,3 kg. Figura 3: o Synology DS218+ Figura 4: o Synology DS218+ Vamos ver mais detalhes do produto nas próximas páginas. A tampa frontal é fixada por pressão e é facilmente removida. Na Figura 5, podemos ver a frente do Synology DS218+ sem esta tampa. Note as duas baias do lado esquerdo e, do lado direito, os LEDs indicadores, um conector USB 3.2 Gen 1, o botão de backup e o botão liga/desliga. Figura 5: tampa frontal removida Na Figura 6, vemos a traseira do Synology DS218+. Aqui vemos uma saída de ar com ventoinha, um orifício de botão de reset, duas portas USB 3.2 Gen 1, uma porta Gigabit Ethernet, um orifício para dispositivos de segurança padrão Kensington, uma porta eSATA e o conector para a fonte de alimentação. Figura 6: traseira do Synology DS218+ Para remover as baias, basta levantar a presilha superior e deslizar cada gaveta para fora. A instalação de discos rígidos de 3,5 polegadas é feita sem ferramentas ou parafusos, mas unidades de 2,5 polegadas são fixadas com parafusos convencionais. Figura 7: removendo as baias Na Figura 8, vemos um soquete do tipo SODIMM para expansão de memória (RAM) do dispositivo. Ele aceita módulos DDR3L de até 4 GiB. Figura 8: soquete para expansão de memória Na próxima página, vamos ver o Synology DS218+ por dentro. Para abrir o produto, basta desencaixar e deslizar a tampa do lado esquerdo, removendo-a. Então, vemos a estrutura dos trilhos das gavetas, como você pode conferir na Figura 9. Figura 9: aberto Removendo a estrutura metálica, podemos retirar a placa principal do Synology DS218+. A Figura 10 mostra o lado da solda da placa, onde vemos os dois soquetes SODIMM DDR3L para memória RAM, um deles já ocupado por um módulo de 2 GiB. O produto aceita instalação de até 6 GiB de memória. Figura 10: lado da solda da placa A Figura 11 mostra o lado dos componentes da placa do Synology DS218+, onde destaca-se o dissipador do processador. Figura 11: placa do Synology DS218+ Na Figura 12, com o dissipador removido, vemos o processador Celeron J3355 (dois núcleos, cache 2 MiB, clock base 2,0 GHz, clock turbo 2,5 GHz, TDP de 10 W). No canto superior direito, vemos um chip de memória flash que armazena o firmware do NAS. Figura 12: dissipador removido Para testar o Synology DS218+, inicialmente instalamos dois discos rígidos Seagate IronWolf de 10 TB, modelo ST10000VN0008, de 7.200 rpm e 256 MiB de cache. Estes discos são voltados ao uso em unidades NAS, com diversas otimizações para este tipo de aplicação, trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, com monitoramento de integridade, prevenção a falhas e sensores de vibração. Figura 13: discos rígidos utilizados Também testamos o Synology DS218+ com um SSD modelo Seagate IronWolf 110 SSD de 480 GiB (ZA480NM10001). Trata-se de um modelo de SSD desenvolvido para utilização em unidades NAS. Figura 14: inserindo as gavetas com os discos rígidos Após instalar os discos dentro do NAS, conectá-lo à rede e ligá-lo, é necessário configurar o Synology DS218+. Para isso, o primeiro passo é baixar e instalar o Synology Assistant. Ao executá-lo, ele reconhece o NAS e mostra a tela da Figura 15. Figura 15: tela do Synology Assistant Clicando no NAS desejado, uma janela do navegador é aberta. Ao fazer isso pela primeira vez, surge uma tela inicial de configuração. Figura 16: tela inicial de configuração Antes da configuração propriamente dita, o dispositivo procura por novas versões do firmware. Como foi encontrada, ele baixa e instala a versão mais atualizada. Figura 17: atualização de firmware O próximo passo é dar um nome ao dispositivo e criar uma conta de administrador. Figura 18: criação de conta de administrador A seguir, você pode criar uma conta no serviço QuickConnect da Synology, que permite o acesso remoto ao NAS. Figura 19: criação da conta Synology O próximo passo é decidir se você vai instalar os pacotes recomendados. Estes pacotes são aplicativos que dão acesso aos vários recursos do DS218+, como servidor de mídia, backup, etc. Recomendamos pular esta etapa e instalar posteriormente os pacotes que você vai usar. Figura 20: instalação dos pacotes Logo em seguida, já temos a tela inicial da interface. Aqui você pode personalizar os ícones e os "widgets", como o monitoramento de recursos e de integridade do sistema, além de vários outros disponíveis. Figura 21: tela inicial da interface O "painel de controle" oferece algumas opções de configuração, como a administração das pastas compartilhadas e contas de usuário. Figura 22: painel de controle Apesar de a configuração ter sido rápida e simples, não gostamos do fato de ela ter escolhido a configuração dos discos sem oferecer opções. Quando clicamos em "gerenciador de armazenamento", descobrimos que os dois discos rígidos instalados tinham sido configurados em RAID 1 (espelhamento), quando queríamos configurá-los, inicialmente, como RAID 0. Clique aqui para entender melhor o que é RAID. Figura 23: configuração Para podermos configurar como queríamos, tivemos de apagar o "pool de armazenamento" que o sistema tinha criado automaticamente. O sistema operacional DSM da Synology utiliza o conceito de "pool", ou seja, um arranjo de uma ou mais unidades, onde serão criados os "volumes", onde ficam as pastas compartilhadas. Infelizmente, para apagar o "pool" existente, tivemos primeiro de desinstalar quase todos os pacotes (aplicativos), pois o "pool" estava sendo utilizado por eles. Figura 24: removendo o arranjo anterior Após removermos o "pool", ficamos com os dois discos rígidos livres para configurar como queríamos. Figura 25: discos rígidos instalados Agora, pudemos criar um novo "pool". Figura 26: criando um novo pool Ao criar manualmente um "pool de armazenamento", você pode escolher o tipo de RAID. Além dos já conhecidos RAID 1 (espelhamento, para maior confiabilidade), RAID 0 (divisão de dados, para maior capacidade e desempenho), JBOD (para maior capacidade com unidades de tamanhos diferentes), há a opção "Basic", onde um pool é composto de apenas um disco rígido simples, ou "SHR" (Synology Hybrid RAID), que é uma versão do RAID 1 onde você pode modificar as configurações posteriormente. Figura 27: escolha do modo RAID Depois de escolher o modo RAID, você seleciona quas unidades serão utilizadas no arranjo. Figura 28: seleção de unidades Depois de criado o "pool", você deve criar um "volume", que é similar a uma partição. Tanto que você pode criar mais de um volume dentro de um único "pool". Figura 29: criação do volume Ao criar o volume, você deve selecionar o tipo de sistema de arquivos, que é o formato como os arquivos e pastas são gravados no volume. O DS218+ aceita o sistema de arquivos ext4 (nativo do Linux, com mais compatibilidade) ou Btrfs, que permite recursos avançados de NAS, como instantâneos. Como veremos mais adiante, o desempenho é maior com o sistema ext4. Figura 30: escolha do sistema de arquivos Depois de criar o volume, você deve criar uma ou mais pastas a serem compartilhadas. O nome que você dará à pasta é o nome pelo qual ela será encontrada na rede. Figura 31: criação de pastas compartilhadas Você tem opção de criptografar a pasta compartilhada. Figura 32: opção de criptografia Por fim, escolha algumas opções como a verificação de dados ou a quota de usuário (máximo espaço que cada usuário pode utilizar), caso necessário. Figura 33: opções finais de criação de pasta Após a criação da pasta compartilhada, esta estará disponível na sua rede local para gravação e leitura de arquivos. Você pode ainda mapear cada pasta de rede no seu computador, de forma a acessá-la por meio de uma letra de unidade. Fizemos vários testes com o Synology DS218+: testamos com os dois discos rígidos de 10 TB em RAID 0, depois com os discos rígidos em RAID 1, com um disco rígido sozinho (sem RAID) e, finalmente, com SSD de 480 GiB. Em cada um dos testes com os discos rígidos, repetimos o teste utilizando tanto o sistema de arquivos ext4 quanto Btrfs. Como houve redução de desempenho em todos os testes quando o sistema Btrfs era utilizado, em comparação com os testes com o ext4, deixamos nos gráficos apenas o comparativo dos sistemas de arquivos no primeiro teste, para maior clareza. Assim, nos gráficos a seguir, quando o sistema de arquivos não é especificado, é porque foi utilizado o ext4. Para termos um comparativo de desempenho, também rodamos o mesmo teste em outro dispositivo NAS: o ASUSTOR AS5202T, que testamos há alguns meses. Este dispositivo tem várias características similares às do DS218+, como ter duas baias e suporte a aplicativos. Em todos os testes, os dispositivos NAS estavam conectados diretamente a um switch padrão Gigabit Ethernet, onde também estava ligado o computador utilizado nos testes. Note que o NAS da ASUSTOR é compatível com portas Ethernet 2.5G (2,5 vezes mais rápidas do que o padrão Gigabit Ethernet), mas como switches deste padrão ainda são praticamente impossíveis de encontrar no Brasil, consideramos o uso de um switch padrão Gigabit Ethernet mais adequado. Durante nossos testes, usamos a configuração listada abaixo. O único componente variável entre cada sessão de testes foi o modelo e a configuração do NAS, conforme descrito. Note que nós utilizamos o programa CrystalDiskMark versão 6.0.2. A versão 6 utiliza um sistema de medida diferente das versões anteriores. Assim, não é possível comparar diretamente os resultados obtidos em versões diferentes. Configuração de hardware Processador: Ryzen 9 3900X Placa-mãe: MSI MEG X570 GODLIKE Memória: 32 GiB DDR4-3600, quatro módulos G.Skill Triden Z Royal de 8 GiB trabalhando a 3.400 MHz Unidade de armazenamento de boot: Intel 905P de 960 GiB Monitor de vídeo: Samsung U28D590D Fonte de alimentação: EVGA 750BQ Gabinete: Thermaltake Core P3 Configuração de software Sistema operacional: Windows 10 Home 64-bit Programas utilizados CrystalDiskMark 6.0.2 x64 Margem de erro Adotamos uma margem de erro de 5% em nossos testes, o que significa que diferenças de desempenho de menos de 5% não são consideradas significativas. Assim, quando a diferença de desempenho entre dois produtos for de menos de 5%, consideramos que eles têm desempenhos equivalentes. Rodamos o teste com o CrystalDiskMark, deixando o programa em modo padrão, que usa dados aleatórios (não compactáveis), também com cinco repetições e um arquivo de teste de 1 GiB. No teste de leitura sequencial com profundidade de fila igual a 32, o desempenho foi igual em todos os casos, claramente limitado pela velocidade das portas de rede. Já no teste de escrita sequencial com profundidade de fila igual a 32, também o desempenho foi o mesmo em todos os casos. No teste de leitura com blocos de 4 kiB, oito threads e profundidade de fila igual a oito, novamente o desempenho foi o mesmo em todos os casos. No teste de escrita com blocos de 4 kiB, oito threads e profundidade de fila igual a oito, o desempenho do DS218+ foi similar em todas as configurações com sistema de arquivos ext4, mas inferior quando era utilizado o sistema Btrfs. Em todos os casos, o DS218+ foi mais rápido (até 79%) do que o ASUSTOR AS5202T. No teste de leitura com blocos de 4 kiB e profundidade de fila 32, todos os testes mostraram o mesmo desempenho. No teste de escrita com blocos de 4 kiB e profundidade de fila igual a 32, obtivemos uma variação significativa de desempenho, com destaque positivo para o uso com dois discos rígidos em RAID 0 e com o uso de um SSD, quando o desempenho foi 18% mais alto do que com RAID 1 ou sem RAID. A queda de desempenho ao utilizar o sistema de arquivos Btrfs, com RAID 0, foi de 28 porcento. Já no teste de leitura aleatória com blocos de 4 kiB, o desempenho foi similar em todos os testes com o DS218+. Já o AS5202T foi mais lento em até 33%. No teste de escrita aleatória com blocos de 4 kiB, o desempenho do DS218+ variou em até 14%, mas sem um padrão claro. De qualquer forma, ele foi mais rápido do que o modelo da ASUSTOR em todos os casos. As principais especificações da unidade NAS Synology DS218+ incluem: Dimensões: 165 x 108 x 232 mm (A x L x P) Peso: 1,3 kg Baias: 2 baias de 3,5 ou 2,5 polegadas, compatíveis com interface SATA-600 Processador: Celeron J3355 Memória: 2 GiB DDR3L-1866 Interface: Gigabit Ethernet Portas USB: 3 portas USB 3.2 Gen1, uma porta eSATA Mais informações: https://www.synology.com/ Preço médio nos EUA*: US$ 300,00 Preço médio no Brasil: R$ 2.100,00 * Pesquisado na Newegg.com no dia da publicação deste teste. O Synology DS218+ é, basicamente, um computador com processador de baixo consumo, otimizado para trabalhar como servidor de armazenamento. Estas otimizações incluem o gabinete (compacto e com duas baias removíveis para unidades de armazenamento), o gerenciamento de energia e o sistema operacional, desenvolvido especificamente para esta finalidade. Por ser um computador, o que diferencia o que o Synology DS218+ pode ou não pode fazer é o seu software. Neste ponto, ele é bem mais do que uma simples unidade de armazenamento de rede, podendo trabalhar como gravador de vídeo de câmeras de segurança, servidor web, servidor de email, servidor de mídia, unidade de backup inteligente, etc. São tantas aplicações que preferimos focar nossa análise no aparelho em si e a suas funções mais básicas, já que testar todas as aplicações possíveis do produto levaria um tempo demasiadamente longo. Em nossos testes ficou claro que o desempenho do Synology DS218+ é limitado pela interface Gigabit Ethernet. Com o próprio nome diz, esta interface oferece uma largura de banda de 1 gigabit por segundo, o que, considerando que 1 byte tem 8 bits, corresponde a uma taxa de transferência máxima teórica de 125 MB/s. Assim, a taxa medida de 118 MB/s significa que o dispositivo está utilizando toda a taxa disponível na prática, o que é ótimo. Por isso, não vimos ganho de desempenho ao utilizar um SSD em vez de um disco rígido, como veríamos no caso de dispositivos de armazenamento internos. Também o uso de duas unidades em RAID 0 (sejam discos rígidos ou SSDs) apresenta apenas a vantagem de propiciar mais espaço de armazenamento, não fornecendo "o dobro de desempenho" como em um arranjo RAID 0 interno. Por outro lado, o uso de RAID 1 (espelhamento) é bastante interessante, já que você não perde seus dados caso uma das unidades venha a falhar. Nesse caso, basta remover a unidade defeituosa e substituí-la por uma nova, que o NAS automaticamente reconfigura tudo, sem que você precise desligar o dispositivo. Em comparação com o modelo da ASUSTOR, vemos um empate técnico na maioria dos testes, causado, também, pela limitação de taxa de transferência imposta pela interface de rede. Em alguns testes, porém, o DSS218+ foi significativamente mais rápido. É bom lembrar que, ao utilizar um NAS, você deve evitar o padrão "Fast Ethernet" (100 Mbit/s), que limita muito o desempenho do produto: se os seus switches e roteadores são deste padrão, será necessário trocá-los por modelos Gigabit Ethernet (também chamados de 10/100/1000). Outra vantagem do Synology DS218+ são as portas USB 3.2 Gen 1. Nelas, você pode instalar até três discos rígidos externos ou mesmo "pendrives"; basta conectá-los que eles ficam automaticamente disponíveis para todos os dispositivos com acesso ao NAS. Além disso, você pode conectar uma impressora a uma dessas portas, de forma que o DS218+ passe a funcionar como servidor de impressão. Assim, com tantos recursos, o Synology DS218+ é um excelente auxiliar para quem tem uma "casa digital" ou mesmo um pequeno negócio, e precisa de um sistema de armazenamento de rede poderoso e flexível. Seu principal ponto fraco é o preço alto, embora ele seja ligeiramente mais barato do que o seu concorrente.
  10. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste da unidade NAS Synology DS218+ "Testamos o Synology DS218+, um NAS (unidade de armazenamento de rede) com duas baias, baseado em um processador Celeron J3355, suportando encriptação e diversas funções extras." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  11. Segundo a página da ASUS, não suporta. Claro, isso não quer dizer que não funciona, apenas que o fabricante não garante o funcionamento. https://www.asus.com/br/Motherboards/TUF-GAMING-X570-PLUS/HelpDesk_CPU/
  12. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Placa-mãe ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR "A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR é uma placa-mãe intermediária superior para processadores AMD Ryzen, baseada no chipset X570 e fabricada no Brasil. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  13. A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR é uma placa-mãe soquete AM4 para processadores Ryzen da AMD, baseada no chipset X570, com componentes de certificação militar e fabricada no Brasil pela Foxconn no polo industrial de Manaus. Vamos ver quais recursos ela oferece. O AMD X570 é o mais recente chipset topo de linha para o soquete AM4, lançado juntamente com os processadores Ryzen de terceira geração. Ele traz algumas diferenças em relação ao seu antecessor, o X470 (que, por sua vez, era praticamente idêntico ao X370): a presença de oito portas USB 3.2 Gen 2 (o X470 tinha apenas duas) e suporte a oito pistas PCI Express 4.0 para uso por slots de expansão e mais oito pistas PCI Express 4.0 para uso por periféricos. Como a maioria das placas-mãe baseadas no chipset X570, a ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR é compatível com processadores Ryzen de segunda e terceira gerações, com ou sem vídeo integrado, mas não com os de primeira geração. Você pode conferir a placa-mãe ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR na Figura 1, que usa o padrão ATX, medindo 305 x 244 mm. Figura 1: placa-mãe ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR A principal novidade do chipset X570 é o suporte a pistas PCI Express 4.0. Nas plataformas anteriores, as pistas controladas pelo processador eram PCI Express 3.0 e as controladas pelo chipset eram PCI Express 2.0. A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR vem com um slot PCI Express 4.0 x16, um slot PCI Express 4.0 x16 (trabalhando a, no máximo, x4) e três slots PCI Express 4.0 x1. O primeiro slot PCI Express x16 é controlado pelo processador e só funcionará no padrão 4.0 caso ele seja um Ryzen de terceira geração. Caso seja instalado um Ryzen de segunda geração, este slot trabalhará no padrão PCI Express 3.0. Note ainda que processadores Ryzen com vídeo integrado oferecem apenas oito pistas PCI Express, de forma que se você utilizar um desses modelos, o este slot funcionará como x8. Há ainda dois slots M.2, ambos até 22110, suportando SSDs SATA-600 ou PCI Express 4.0 x4. O primeiro slot M.2 só é compatível com PCI Express 4.0 caso seja utilizado um processador Ryzen de terceira geração, caso contrário ele trabalhará como PCI Express 3.0 x4. A placa-mãe suporta a tecnologia CrossFire com duas placas de vídeo. O primeiro slot PCI Express x16 é coberto por uma armadura metálica que ajuda a reduzir interferências eletromagnéticas, além de aumentar a resistência mecânica do slot. Figura 2: slots O segundo slot M.2 vem com dissipador de calor. A Figura 3 mostra este dissipador removido. Figura 3: slot M.2 sem o dissipador Os processadores AMD têm um controlador de memória embutido, o que significa que é o processador, e não o chipset, que define que tecnologia e qual a quantidade máxima de memória que pode ser instalada. A placa-mãe, porém, pode ter uma limitação de quanta memória pode ser instalada. O controlador de memória dos processadores soquete AM4 suporta memórias DDR4 até 3.200 MHz (nos Ryzen de terceira geração) ou 2.933 MHz (nos de segunda geração). De acordo com a ASUS, a TUF Gaming X570-PLUS/BR suporta memórias de até 4.400 MHz em overclock. A TUF Gaming X570-PLUS/BR tem quatro soquetes de memória. De acordo com a ASUS, esta placa-mãe suporta até 128 GiB se você usar quatro módulos de 32 GiB. Para habilitar o modo de dois canais, você deve instalar dois ou quatro módulos de memória. Quando instalar dois módulos de memória, você deve instalá-los no segundo e no quarto soquetes (soquetes cor cinza). Figura 4: soquetes de memória; instale dois ou quatro módulos para máximo desempenho O chipset AMD X570 é uma solução de chip único. Ele oferece até doze portas SATA-600 (dependendo da configuração escolhida pelo fabricante da placa-mãe), suportando RAID (0, 1 e 10). A TUF Gaming X570-PLUS/BR traz oito destas portas. As portas SATA são instaladas nas bordas da placa-mãe, conforme podemos ver na Figura 5, com quatro delas rotacionadas em 90 graus, de forma que não sejam bloqueadas por placas de vídeo. Figura 5: as oito portas SATA-600 controladas pelo chipset Segundo a AMD, o chipset AMD X570 suporta quatro portas USB 2.0 e oito portas USB 3.2 Gen 2. Há ainda quatro portas USB 3.2 Gen 2 controladas diretamente pelo processador. Para mais informações sobre os diferentes padrões de portas USB, leia nosso artigo "Tudo o que você precisa saber sobre o padrão USB 3.2". A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR oferece quatro portas USB 2.0, disponíveis através de dois conectores localizados na placa-mãe. Ela também oferece três portas USB 3.2 Gen 2, todas no painel traseiro da placa-mãe (uma tipo C e duas tipo A), controladas pelo chipset. Ainda há seis portas USB 3.2 Gen 1, quatro no painel traseiro (controladas pelo processador) e duas em um conector na placa-mãe, controladas pelo chipset. A placa-mãe tem um bom circuito de áudio, que utiliza o codec Realtek S1200A, (7.1 canais, relação sinal/ruído de 108 dB para as saídas analógicas e de 103 dB para as entradas analógicas, sem mais informações disponíveis). O codec é coberto por uma blindagem, toda a seção de áudio é fisicamente separada dos outros circuitos e os capacitores desse circuito são de fabricação japonesa. As saídas de áudio são independentes e a placa-mãe também vem com saída de áudio SPDIF óptica. A Figura 6 mostra a seção de áudio da placa-mãe. Figura 6: circuito de áudio da placa-mãe A placa-mãe analisada tem uma porta de rede Gigabit Ethernet, controlada por um chip Realtek L8200A. Na Figura 7 podemos ver o painel traseiro da placa-mãe, com uma porta PS/2 compartilhada para teclado ou mouse, quatro portas USB 3.2 Gen 1, uma porta USB 3.2 Gen 2 (tipo C), uma saída DisplayPort, uma saída HDMI, uma porta Gigabit Ethernet, duas portas USB 3.2 Gen 2 tipo A, saída SPDIF e conectores de áudio analógico. Note que esta placa-mãe possui saídas de vídeo, mas elas só serão habilitadas caso você utilize um processador com vídeo integrado. Figura 7: painel traseiro da placa-mãe A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR tem LEDs RGB no lado da solda, na borda próxima aos slots de expansão. Você pode controlar a iluminação pelo sistema Aura Sync RGB da ASUS. Na Figura 8, podemos ver os acessórios que acompanham a TUF Gaming X570-PLUS/BR. Figura 8: acessórios O circuito regulador de tensão do processador da ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR utiliza 14 fases para o processador, com projeto digital. O regulador de tensão é controlado por um chip Digi+ ASP1106GGQW. Cada fase principal usa um circuito integrado Vishay SiC639, que contém tanto o MOSFET "lado alto" quanto o "lado baixo". O circuito regulador de tensão é mostrado na Figura 9. Figura 9: circuito regulador de tensão A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR usa capacitores eletrolíticos sólidos (5K Black) e as bobinas desta placa-mãe são de ferrite. Se você quer aprender mais sobre o circuito regulador de tensão, leia o nosso tutorial sobre o assunto. A placa-mãe analisada tem várias opções de overclock. Abaixo, nós listamos as mais importantes (BIOS 1405): Tensão do processador: de 0,750 V a 2,000 V em incrementos de 0,00625 V Tensão SOC: de 0,750 V a 1,800 V em incrementos de 0,00625 V Tensão da memória: de 1,200 V a 1,800 V em incrementos de 0,005 V Tensão VDDG CCD: de 0,700 V a 1,800 V em incrementos de 0,001 V Tensão VDDG IOD: de 0,700 V a 1,800 V em incrementos de 0,001 V Tensão 1.0V SB: de 1,000 V a 1,050 V em incrementos de 0,05 V Tensão 1.2V SB: de 1,200 V a 1,250 V em incrementos de 0,05 V Tensão CPU 1.8V: de 1,800 V a 1,850 V em incrementos de 0,05 V Tensão VTTDDR: de 0,675 V a 0,875 V em incrementos de 0,005 V Tensão VPP da memória: de 2,500 V a 2,800 V em incrementos de 0,005 V Figura 10: opções de overclock Figura 11: opções de temporização da memória Figura 12: ajustes de tensão As principais especificações da ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR incluem: Soquete: AM4 Chipset: AMD X570 Super I/O: Nuvoton NCT6798D-R ATA Paralela: nenhuma ATA Serial: oito portas SATA-600, controladas pelo chipset (RAID 0, 1 e 10) SATA externa: nenhuma USB 2.0: quatro portas USB 2.0 disponíveis em dois conectores na placa-mãe USB 3.2 Gen 1: seis portas, quatro no painel traseiro (controladas pelo processador) e duas disponíveis em um conector na placa-mãe (controladas pelo chipset) USB 3.2 Gen 2: três portas no painel traseiro (duas tipo A e uma tipo C), controladas pelo chipset Vídeo on-board: produzido pelo processador (quando disponível), uma saída DisplayPort, uma saída HDMI Áudio on-board: produzido por um chip Realtek S1200A (7.1 canais, relação sinal/ruído de 108 dB para as saídas e de 103 dB para as entradas, sem mais informações fornecidas), saída SPDIF óptica on-board Rede on-board: uma porta Gigabit Ethernet controlada por um chip Realtek L8200A Buzzer: não Interface infravermelha: não Fonte de alimentação: EPS12V + ATX12V Slots: um slots PCI Express 4.0 x16 (trabalhando em x16), um slot PCI Express 4.0 x16 (trabalhando a x4), três slots PCI Express 4.0 x1, dois slots M.2 SATA-600/PCI Express 4.0 x4 Memória: quatro soquetes DDR4-DIMM (até DDR4-4400, máximo de 128 GiB) Conectores para ventoinhas: dois conectores de quatro pinos para o cooler do processador e quatro conectores de quatro pinos para ventoinhas auxiliares Recursos extras: iluminação RGB Número de CDs/DVDs fornecidos: um Programas incluídos: utilitários da placa-mãe Mais informações: https://www.asus.com/ Preço médio nos EUA*: US$ 190,00 Preço médio no Brasil: R$ 1.100,00 * Pesquisado na Newegg.com no dia da publicação deste artigo, para a ASUS TUF Gaming X570-PLUS. Normalmente, placas-mãe produzidas no Brasil são modelos de entrada, básicos e de baixo custo. É a primeira vez que vemos uma placa-mãe de categoria superior produzida no país, o que é uma boa iniciativa da ASUS, ainda mais por se tratar de um modelo da linha TUF do fabricante, que se propõe a unir durabilidade, confiabilidade e boa relação custo-benefício. A ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR é uma placa-mãe "intermediária superior" por estar em uma categoria acima das placas-mãe intermediárias, mas não pode ser chamada de "topo de linha", tanto pelos seus recursos quanto pelo seu preço, bem inferior ao dos modelos como a ASUS ROG Crosshair VIII Hero (WI-FI) que analisamos recentemente. Mesmo assim, ela traz todos os recursos do mais recente chipset topo de linha para a plataforma AM4, o X570, como portas USB 3.2 Gen 2, oito portas SATA-600 e compatibilidade com o padrão PCI Express 4.0. A seção de áudio da placa-mãe é bastante competente, usando um codec de alta qualidade. Outros pontos de destaque são o circuito regulador de tensão com componentes de alta durabilidade e a iluminação RGB, além das boas opções de overclock. O ponto negativo da placa-mãe fica na falta de recursos extras como interface Wi-Fi, Ethernet 2.5G ou mais slots PCI Express x16. Porém, é preciso lembrar que a imensa maioria dos usuários não precisa destes recursos extras, o que significa que a ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR vai suprir plenamente as necessidade de praticamente qualquer usuário. Assim, se você está montando um computador baseado em um processador Ryzen de terceira ou segunda geração e quer uma placa-mãe com um bom equilíbrio entre durabilidade, recursos e preço, a ASUS TUF Gaming X570-PLUS/BR é uma excelente escolha.
  14. Sim, usamos o Ryzen 7 3700X. Obrigado por avisar!

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