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MOR

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Sobre MOR

  • Data de Nascimento 23-06-1952 (66 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Mangaratiba, RJ
  • Sexo
    Masculino
  1. @Isadora Ferraz Ok. MOR_AL
  2. @rmlazzari58 Isso é válido quando o consumo de corrente das duas metades da fonte simétrica forem iguais. Caso contrário, vai deixar de ser simétrica. MOR_AL
  3. Bom, vamos lá! Esse amplificador trabalha em classe AB, quase classe B. Isso significa que os transistores de saída (TR111 a 114) TEM que se encontrar quase cortados, quando não há som no falante. Então a função do ajuste de VR2 é a de fazer TR110 conduzir mais ou menos, gerando uma determinada tensão entre o seu coletor e emissor. Essa tensão, subtraída das tensões base-emissor dos transistores TR108 e TR109, produzem uma tensão constante entre as bases de TR111 a TR114 e o ponto comum de R116 a R119. A finalidade da existência destes 4 transistores é a de aumentar a corrente no falante. MAS esses transistores devem ser casados. Como isso é quase impossível, incluem-se resistores de emissor (R116 a R119). Isso evita que as correntes de emissor dos transistores de saída (TR111 a TR114) fiquem muito diferentes, podendo até reduzir a diferença a praticamente quase zero. Então. VR2 deve ser ajustado para fornecer o mínimo de distorção na senóide com uma carga resistiva. PORÉM, quanto menor for a distorção na senóide, MAIOR será a corrente quiescente dos transistores de saída. Isso não é bom, pois produz muita potência nos transistores, mesmo sem som nos falantes. O que se faz é usar um gerador de sinal em 1kHz e uma carga resistiva e ir, PARTINDO DO CORTE DOS TRANSISTORES DE SAÍDA, aumentando essa corrente quiescente. O normal é que a corrente quiescente não deve chegar a um máximo de uns 50mA. MAS CADA AMPLIFICADOR TEM O SEU VALOR ESPECIFICADO EM PROJETO. Portanto, procure saber qual é este valor. Geralmente se encontra na documentação do amplificador... E não ultrapasse esse valor. Outro ponto é que, como supõe-se que os transistores de saída estejam com quase a mesma corrente, o projetista considerou que bastaria medir a corrente em apenas um dos transistores (TR112), para acionar a proteção do amplificador. Isso é normal de se fazer. Resumindo: 1 - A tensão no ponto comum dos resistores R116 a R119 TEM que ser nula, com a ausência de sinal, mas com carga (falantes). Algumas dezenas de milivolts pode ser tolerada. 2 - Ajuste VR2 para a minima distorção da senóide, mas que a corrente nos transistores de saída situem-se dentro do valor especificado de polarização (sem sinal, porém com carga dos falantes). 3 - Em último caso, para proteção, retire R119 do emissor de TR112 e coloque no emissor do transistor que esteja queimando primeiro. Isso não é recomendado, porque estará combatendo a consequência e não a causa do problema, mas pode poupar a vida dos transistores de saída. MOR_AL
  4. @Isadora Ferraz O valor da resistência aumentou bastante. De 1,5 Ohms para uns 8 Ohms. Vou descartar este trafo. Amanhã estarei comprando outro e vou medi-lo para comparar. O detalhe é que não tem fuga com o multímetro, que é alimentado com tensão de 9Vcc, mas com 127Vca a coisa muda de figura. MOR_AL
  5. @Isadora Ferraz Vou medir outra vez a indutância e a resistência do trafo. Medidor 1: L = 230mH, Rs = 3,8 Ohms Medidor 2: L = 215mH, Rs = 6,5 Ohms Multímetro: R = 9 Ohms. MOR_AL
  6. O núcleo (ferro) do meu está íntegro. Apenas retirei o secundário e substituí por duas espiras com 50mm2 de área da seção transversal. MOR_AL
  7. O problema é que não sei onde está indo todo excesso de corrente de primário (10A). Na verdade essa corrente já foi medida com o valor de 2,5A, mas a última vez que medi deram 10A. Não tive coragem de esperar algo esquentar, como o ferro, ou o enrolamento primário. O zumbido que ele produz é alto, típico de sobrecorrente, diferentemente do barulho que um u ondas faz. Tenho quase certeza que o trafo está com problemas, mas só poderei saber ou quando testá-lo a ponto de identificar a causa, ou de compará-lo com outro. Visualmente não me parece nada chamuscado. Vou ver se consigo outro trafo para poder compará-lo com este que possuo. MOR_AL
  8. Olá! Alguém já montou ou tem um aparelho de solda-de-ponto feito com trafo de micro-ondas? Fiz um projeto, mas parece que meu trafo está em curto parcial. Assisti diversos vídeos de pessoas que fizeram. Cheguei às conclusões baseados nesses vídeos. Claro que não tem nenhum mistério fazer uma solda de ponto com trafo de u ondas. Mas, para o meu azar, não deu certo. Explico: 1 - Retirei o secundário do trafo de u ondas. 2 - Coloquei 2 espiras com fio encapado com 50mm2 como secundário. 3 - Fiz um temporizador com período entre 0,1s e 1,5s. Ao testar, usando duas lâmpadas de 200W em // (mas em série com o trafo), começou uma vibração e ficou nisso. Pensei. A única diferença da minha solda de ponto com as outras é o timer. Se bem que já vi um vídeo que o sujeito colocou um timer e funcionou. Retirei o timer, mas continuava o zumbido. Decidi medir a indutância do primário, com o secundário sem carga. Medi cerca de 200mH, o que em 117Vca daria uma corrente de magnetização de (Vca / wL) = 117 /(377 x 0,2) = 117/75,4 = 1,55A. Medi a resistência do primário e encontrei cerca de 1,5 Ohms, além do que o medidor acusava quando suas ponteiras se encontravam em curto. Liguei o trafo com as lâmpadas em série e medi a corrente. Deu 2,5A. Inconclusivo. Tinha medido a tensão no trafo e deu quase 100Vca, o que prova que o trafo estava quase com toda a tensão de 127Vca. Sei que 400W das lâmpadas é insuficiente para estarem em série com o trafo, mas era isso que eu tinha. Como tinha medido L = 0,2H, decidi retirar as lâmpadas, já que havendo indutância, a corrente não poderia subir muito. Além disso, minha bancada tem um disjuntor. Qualquer coisa o disjuntor abriria. Medi uma corrente, sem carga, com cerca de 3,5A. Rapidamente, medi a tensão no secundário, que bateu com o esperado de 1,3Vca. Coloquei dois fios em paralelo no secundário, que tirei de um rabicho de fio flexível. Como esperado, os fios vaporizaram. Depois medi novamente a corrente no primário e obtive quase 10A. Medi a resistência entre os dois fios do primário e o ferro do trafo. Aberto, como esperado. Conclusão: Sei que o trafo deve estar em curto, mas além do excesso da corrente de primário, não medi nada que pudesse indicar o problema. Então pergunto se alguém já mediu a corrente de primário do trafo de u ondas sem carga no secundário (corrente de magnetização)? MOR_AL
  9. V1 é uma onda senoidal com 220Vrms = 311 x Seno (2 x pi x 60). Os quadradinhos pequenos com alguma identificação, são pontos de conexão. Ex.: O quadradinho com indicação "1" é uma conexão entre a saída retificada com um dos terminais de R4. Os símbolos parecendo um Y inclinado informam ao simulador para mostrar a tensão no ponto do circuito onde se encontram. Depois a gente pensa em adaptar para as necessidades. MOR_AL
  10. MOR

    127v para 90v dc

    O @Hamilton Puga mencionou que a alimentação dos leds é de 90Vcc. Sendo a tensão da rede 127ca, quase que fica caracterizado o problema. Faltaria somente a corrente cc de consumo. Pensar em colocar uma alimentação do tipo rabo quente, não seria uma boa escolha, porque a capacitância aumenta com a diminuição da tensão diferencial. Este produto já deve ter sua fonte vendida no comércio, o que deve ser mais barato e menos trabalhoso, que a hipótese de se projetar e montar um circuito para ele (leds). MOR_AL
  11. Simulei um circuito que deu certo até o momento. Meu app que simula o circuito (Simetrix) reclamou que ele possui muitos nós, por isso tive que fazer por partes. A geração dos pulsos é feita com a retificação de onda completa, que atua em um transistor, que atua em um foto-acoplador. O foto-acoplador é para isolar os circuitos. Ele envia o sinal a um 555 na configuração mono-estável. Os pulsos de saída são enviados ao triac, que aciona o indutor em série com ele. Meu simulador não possui dois terras diferentes, ou ele tem mas eu não sei. Então tive que conectar alguns pontos no terra, sem que fosse correto. Se você puder, inclua o circuito no LTspice e teste. Aproveite para me mandar o arquivo que ele gera (.asc). Assim eu poderei acrescentar um mono estável controlado por tensão. Segue o circuito. MOR_AL
  12. Engraçado! Quando eu estava abrindo o LTspice, para simular o seu circuito, o app solicitou e eu consenti na atualização. O app deveria identificar os diodos. Então estou entendendo que você quer fazer com os componentes que tem aí, na sucata. Com eles os indutores ficam grandes e o capacitor também. Além disso, vai trabalhar apenas com ondas em 60Hz. Provavelmente terás que incluir dois filtros LC série. Um para 3x60Hz e outro para 5x60Hz. Então vamos retornar às origens e considerar apenas o circuito original, o da figura 1.2 da postagem #5. O início do projeto está na postagem #14. Vamos considerar também a postagem #17. Vamos evoluir daí, ok? Todas as outras opções passo a desconsiderar. MOR_AL
  13. Mas além disso, não tem que ter as características de tensão e de corrente? Como você conseguiu simular, você tem o arquivo spice do diodo. Pode passá-lo? Estou achando que o seu circuito tem um custo maior de componentes. Quanto ao meu circuito sugerido, parece ser mais simples. Outro problema. Gerar um PWM para uma senóide é fácil, o difícil é gerar um PWM para senóide em que haja sincronismo com a onda triangular que o gera. Explico melhor. O pico da onda triangular em HF deve coincidir com o 0º e 180º. Caso isso não ocorra, não haverá simetria nos instantes antes e depois desses pontos. Isso gera pulsos estreitos e mais frequências junto com 60Hz. Pode-se evitar isso ao se desligar o PWM nos ângulos próximos ao zero da tensão senoidal, já que neles a potência é muito pequena frente à potência total. Além disso, só vai estressar ainda mais a chave de comutação, com pulsos estreitos. O circuito de potência sugerido poderia ficar algo como na próxima figura. Ciclos 1 (on) e 2 (off) referem-se ao ciclo positivo em 60Hz. Ciclos 3 (on) e 4 (off) referem-se ao ciclo negativo em 60Hz. Nos períodos 2 e 4 prevejo interação entre os dois indutores. Até o momento prevejo apenas duas chaves, dois diodos, dois indutores e um capacitor. MOR_AL
  14. @albert_emule Tentei simular o seu circuito, mas ele só foi até 450us. Não encontrou os diodos. Quanto ao meu último circuito, teria que partir de uma tensão retificada da rede. É o Vcc. Liga Vcc com Vcc e os dois pontos comuns. Retire um capacitor e um resistor. O ciclo positivo funciona com as correntes 1 (chave on) e 2(chave off). O ciclo negativo funciona com as correntes 3 e 4. O capacitor não deve ser grande, apenas para tirar o ruído, mas deixar passar os 60 Hz. MOR_AL

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