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MOR

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Sobre MOR

  • Data de Nascimento 23/06/1952 (67 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    Mangaratiba, RJ
  • Sexo
    Masculino
  1. Bom. Não consegui fazer os gravadores USB-to-TTL funcionarem de jeito nenhum. Aqueles que usam o CI CP2102. Pesquisei na internet e consegui que o meu PC identificasse o gravador. Criou uma porta virtual correta. Videos literalmente copiados do YouTube com esse gravador, que gravaram direito, informavam erro na minha montagem. Depois tentei outros gravadores e com nenhum funcionou. Aí observei as opções de conexão no avrdudess. Lá tinha uma configuração de conexões que estavam presentes nesse gravador. soldei terminais nos pontos certos e alterei os pinos para coincidir com a configuração do avrdudess. Também não funcionou. Foi sugerido que eu fizesse um teste de loop back com o gravador. Liguei o TxD no RxD. Consegui uma taxa de 56200 (ou algo próximo a este valor). Mas nas minhas montagens com o ATmega na protoboard não funcionava. Em tempo; consegui gravar com a mesma placa na protoboard, mas com outros gravadores (serial (DB9) e USBasp Xingling). Então não era a montagem na protoboard. Acho que já investi cerca de 40 a 50 horas nesse gravador sem exito. Finalmente desisti de fazer funcionar e, com certeza, os 4 gravadores que comprei vão ter um destino sombrio, quase que reduzidos às junções P e N, hehehe. . Grato a todos que contribuíram. Vou formar um arquivo.PDF da experiência de gravação e deixar na nuvem. MOR_AL
  2. Valeu pela dica. Amanhã, se der tempo, vou tentar resolver o problema do gravador USB - Serial com o CP2102. MOR_AL
  3. Não, não está ....: Poxa! Atualizei ele há cerca de uma ou duas semanas. Mas qual programador você usa? avrdudess? Você precisou fazer muita coisa, até poder gravar com o USBasp? Bom! Finalmente descobri como gravar com o gravador USBasp e com o programador avrdudess. O zadig-2.4.exe resolveu. O que ocorria é que o drive estava quase correto. Apesar do W8.1 identificá-lo, ainda não era o suficiente. Vi num vídeo do YouTube como fazer. Anotei integralmente o procedimento. Agora tenho duas maneiras de gravar o ATmega. Uma via serial física e outra via USB, via USBasp. Para gravar com o USBasp tenho SEMPRE que colocar ANTES o drive via zadig-2.4.exe. O detalhe é que depois que retiro o gravador da porta USB, o drive via zadig também vai embora, retornando o anterior. @Sérgio Lembo Valeu pelas dicas. Quando se tenta de tudo sem sucesso, parte-se para o improvável. Já tinha alterado o reset. Com capacitor em série, sem capacitor ... Tenho uns 4 gravadores USB - Serial, que produz uma porta COM virtual. É com o CI CP2102. Este me custou cerca de 30 horas de dor de cabeça. Vou ver se o zadig.exe também resolve o problema. Depois posto aqui. Em tempo: Depois de verificar se consigo gravar com este gravador via programador avrdudess e inclui-lo no trabalho que estou fazendo, vou dispor para quem estiver interessado. []'s MOR_AL
  4. Devo estar cometendo um erro sistemático. Pois tanto o programador USB-Serial, com CP2102, quanto o USBasp clonado, estão instalados corretamente (o W8.1 os reconhece). Porém, já gravei, com sucesso, em diversos Atmegas (m328p e m8) mais de uma vez, via porta física serial e com diversos programadores. Já investi mais de 80 horas em ter mais de um modo de gravar o firmware no Atmega. Estou quase desistindo desses dois gravadores via porta USB. Talvez fosse melhor comprar um USBaps original, mas tenho medo de acontecer o mesmo, pois ainda não identifiquei o problema. MOR_AL
  5. Já troquei por vários m328 e m8. Agora até coloquei uma fonte regulada externa. Nada! MOR_AL
  6. Olá pessoal! Passando para um segundo programador..... Instalei o drive do CP2102 com sucesso. O problema é que ele não funciona em nenhum dos programadores da seguinte lista: Arduino, Ponyprong, Avrdudess e outros. Já fiz cerca de 50 tentativas e em nenhuma obtive sucesso. Já troquei o ATmega 328 por outros. Com todos tive sucesso em gravar com um circuito simples via porta serial e com diversos programadores. Inclusive tentei com outros pinos disponíveis na plaquinha de CI. Usei os seguintes pinos: RTS, DTR, TxD e CTS. Esta última configuração usando os pinos RST, SCK, Mosi e Miso, respectivamente. Para esta configuração usei o programador Avrdudess em um modo que refletia as relações entre as pinagens da plaquinha do gravador com as do microcontrolador. Também segui fielmente os passos de um vídeo do YouTube, que mostra um procedimento de gravação usando esta plaquinha. No vídeo foi usado o Arduino, assim como em meu teste. Ocorre que no vídeo funcionou (gravou corretamente), mas aqui o problema se repetiu. Tenho três gravadores idênticos, comprados no Ebay e com os três ocorre o mesmo problema. Já montei e desmontei o hardware com o microcontrolador e não consegui fazer gravar o microcontrolador. Alguém teria alguma sugestão, além de jogar fora esses três programadores? Grato. Em tempo: O meu programador é semelhante a este do vídeo. MOR_AL
  7. Pessoal! Estou reiniciando meus estudos com os microcontroladores AVR. Depois de já começar a estudar, comecei a ter que gravar o arquivo.hex na flash do microcontrolador. O famoso PiscaLed.hex. Aí recomeçaram os trabalhos mais chatos. Gravar um Atmega. Não quero usar a IDE do Arduino, pois já sei o procedimento. Quero conseguir gravar com outros programadores e outros gravadores. Tenho os seguintes gravadores: Serial conectado à porta COM. Esse eu montei dentro do conector DB9 mesmo. É tão simples, que não dava nada por ele, mas já tinha funcionado antes. USBasp pirata, comprado no Ebay. Não funcionava. Esse eu penei para converter em USBasp. Ainda não testei, mas meu PC já o identifica como USBasp. USB simulando a porta serial. Com saídas DTR, RxD, TxD, +5V, GND e +3,3V. Baixei os seguintes programadores: Arduino. Esse eu não vou testar, pois já tenho conhecimento de como fazê-lo. AVRDUDESS BascAvr Extreme Burner AVR ISP Programmer. Esse é para porta paralela do PC. Não quero usar. PonyProg PROGISP. Agora que já passei um bom tempo atualizando os programadores e o gravador USBasp, comecei a tentar gravar mesclando programador com gravador. Já terminei de testar o gravador serial conectado à porta COM. Funcionou com os seguintes programadores: AVRDUDESS, PonyProg e PROGISP. Não consegui fazer funcionar com os seguintes programadores: Bascom e Extreme Burner AVR. Caso alguém tenha interesse em saber como fiz funcionar, é só comentar. Em seguida vou passar para o gravador USB simulando a porta serial. MOR_AL
  8. 1 - Não conheço circuito com capacitor em trafo com center tape (Push-Pull). 2 - O @albert_emule tem razão, só vi o circuito com capacitor e trafo com apenas um primário, em circuitos com tensões retificadas da rede. Valores altos de tensão retificada. MOR_AL
  9. @Sérgio Lembo Imagine que o CI forneça o PWM perfeitamente simétricos. As chaves, principalmente os transistores possuem diferentes tempos de comutação. A onda quadrada nos coletores vai gerar correntes positivas e negativas no trafo. Imagine que os ciclos positivos (ou negativos) possuem tempos levemente diferentes entre si, ou também que possuem tensões levemente diferentes entre os dois primários. Então o valor médio da corrente no trafo não vai ser nulo. Aí é que é gerada a componente de tensão cc e de corrente cc. Como o Albert postou, o pessoal costuma a não colocar o tal capacitor. Os trafos tem que ser enrolados muito bem, imagino que com os dois primários ao mesmo tempo, para não haver diferença entre eles. Quanto mais enrolamentos, maior será a indutância e menor será a corrente de magnetização. Esta é que causa o problema. Nos projetos em livros, há uma percentagem ótima, que fornece um compromisso custo benefício. Tal percentagem é tal, que aceita-se um determinado pico de corrente de magnetização e aceita-se uma redução de cobre. Quanto ao tal capacitor em série com o primário do trafo, que é comutado com 12V e para uma corrente de 50A. Calculei o valor deste capacitor, considerando cerca de 5% da tensão de 12V sobre ele, em 25kHz. É o caso da carga ser alimentada pela bateria de 12V, quando não há energia elétrica na rede. O valor deu uns 53uF. Considerando-se que não se sabe qual terminal seria o positivo e qual seria o negativo, tal capacitor deveria ser constituído por dois eletrolíticos de uns 100uF em série, back-to-back. Para reduzir a Resistência Série Equivalente (RSE), os capacitores de 100uF deveriam ser constituídos pela associação paralela de alguns capacitores. Essas indutâncias parasitas é que vão produzir a corrente de magnetização. O circuito equivalente (simples) de um trafo é um trafo ideal com uma indutância em série (ou o equivalente em paralelo). O trafo ideal possui um valor puramente resistivo Rcarga * (Np/Ns)^2. Os trafos de ferrite podem possuir um acoplamento entre os seus enrolamentos próximo de 1, ou 100%, o que reduz bastante a corrente de magnetização. Mas tem uma contrapartida. Se a partida não for do tipo suave, a corrente de inicial pode levar o trafo à saturação. Uma técnica antiga era colocar um pequeníssimo gap entre os dois ferrites. Algo como 25um, ou 1/4 da espessura de uma folha de papel para impressora. Com isso a corrente de partida ficava reduzida. MOR_AL
  10. Não entendi direito o que você quis dizer. Numa fonte com transformador do tipo push-pull, ou half-bridge,com semiciclos assimétricos, geram um saldo residual de tensão cc no enrolamento primário, que cria uma corrente cc. Esta corrente altera o ponto de operação da curva BxH. A variação da corrente alternada no primário pode levar o núcleo à saturação. Dependendo do núcleo, o valor de B, para H=0, pode ser pequeno ou pode ser grande. Quando for grande, as chances de saturar são maiores e vice-versa. MOR_AL
  11. Com tape central não impede a saturação devido a corrente CC. Com esses CIs, que fornecem um PWM mais simétrico e com os dead times, que evitam a condução dos dois mosfets ou dos dois transistores, simultaneamente, o problema fica minimizado. Porém, a corrente equivalente no primário do trafo tem uma componente cc devido a resistência da carga multiplicada pela relação (Np / Ns)^2, somada a corrente de magnetização. Essa corrente de magnetização tem que ser desviada para um componente, caso contrário, vai ser entregue aos mosfets ou aos transistores. Daí a presença de snubbers. A corrente equivalente cc segue a forma de onda quadrada do PWM somada à corrente de magnetização, que começa com uma reta inclinada positivamente e essa inclinação pode aumentar devido a entrada na região do joelho da curva BxH do núcleo. Se o tempo de condução for maior ainda, a corrente de magnetização entra na região de saturação, quando o circuito equivalente do trafo se comporta como um trafo com núcleo de ar. Aí a limitação da correte é ditada pela fonte retificada. A queda de tensão no primário cai muito, ficando esta diferença nos mosfets ou nos transistores. Eles então queimarão, ou devido ao excesso de corrente, ou devido ao excesso de potência neles. MOR_AL
  12. @GuilhermeGB Eu ainda alteraria um pouco o seu circuito. É improvável que tanto os mosfets como os tempos do PWM sejam perfeitos. Isso pode gerar um nível cc de corrente no trafo, levando-o a saturar. Costuma-se introduzir um capacitor em série com o circuito. Caso haja desequilíbrio no sistema, o capacitor ficará com o nível cc impedindo a corrente cc no trafo e, consequentemente, impedindo-o de saturar (por este motivo). Pesquise por fontes half-brigde, mas observe a presença do tal capacitor. MOR_AL
  13. @Danie1 Net0 Seu circuito vai, provavelmente, queimar os transistores por dois motivos: 1 - Você está ligando dois transistores ao mesmo tempo que está desligando ou outros dois. O desligamento é mais lento que o ligamento. Então, vai haver momentos em que os 4 transistores estarão conduzindo.... Do Vcc direto para o terra. 2 - Os dois transistores de cima tem que ser PNP e tem que alterar a lógica de acionamento deles. Como está, vai ficar alguma tensão nos transistores de cima ao conduzirem, fazendo que dissipem (ou tentem) uma potência proibitiva. MOR_AL
  14. Agora entendi. Se eu quiser apenas ler o estado da porta C, uso Registro = PINC. Agora, se eu quiser escrever algo na porta C, uso o PORTC = PORTC (| ou &) (Registro ou valor). MOR_AL
  15. O detalhe é que a leitura ou escrita não é simples. Isso ocorre também nos PICs. Veja o que consta no manual do 328p, traduzido pelo Google Tradutor... e minhas pequenas alterações na didática. "Todas as portas do AVR possuem uma verdadeira funcionalidade de leitura-modificação-gravação, quando usadas como portas de E / S digitais gerais. Isso significa que a direção de um pino de porta pode ser alterada, sem alterar acidentalmente a direção de qualquer outro pino com as Instruções SBI e CBI. O mesmo se aplica ao alterar o valor do inversor (se configurado como saída) ou ativando / desativando a capacidade dos resistores de pull-up (se configurados como entrada)." MOR_AL

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