Ir ao conteúdo
Entre para seguir isso  

Teste da Fonte de Alimentação Coletek PSN-250M

       
 28.431 Visualizações    Testes  
 28 comentários

Testamos mais uma fonte de marca nacional de baixo custo, desta vez a Coletek PSN-250M, que segue o padrão SFX12V. Será que presta? Confira.

Teste da Fonte de Alimentação Coletek PSN-250M
Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

Estamos testando hoje mais uma fonte de marca nacional de baixo custo, a Coletek PSN-250M de 250 W, que segue o padrão SFX12V, padrão usado por computadores compactos (SFF). Será que presta? Confira.

Assim como diversas outras fontes da marca, a PSN-250M é fabricada pela CWT.

Coletek PSN-250M
Figura 1: Fonte de alimentação Coletek PSN-250M

Coletek PSN-250M
Figura 2: Fonte de alimentação Coletek PSN-250M

A Coletek PSN-250M, por seguir o padrão SFX12V e ser direcionada a computadores compactos, possui dimensões extremamente reduzidas: 6,3 x 12,5 x 10 cm (A x L x P). Ela usa uma ventoinha com rolamento de esferas de 60 mm em sua parte traseira (Jamicon JF0615B1H).

Sendo um produto de baixo custo, esta fonte não possui circuito PFC e é baseada na obsoleta topologia meia-ponte.

Ela obviamente não tem nenhum sistema de cabeamento modular e também não traz proteção de nylon em nenhum de seus cabos. Todos os fios são 20 AWG, isto é, são mais finos do que o mínimo recomendado (18 AWG). Os cabos inclusos são:

  • Cabo principal da placa-mãe com conector de 20/24 pinos, 32 cm de comprimento
  • Um cabo com um conector ATX12V, 31 cm de comprimento
  • Um cabo com dois conectores de alimentação SATA, 34 cm até o primeiro conector, 15 cm entre conectores
  • Um cabo com dois conectores de alimentação para periféricos e um conector de alimentação para unidades de disquete, 33 cm até o primeiro conector, 15 cm entre conectores

A configuração de cabos desta fonte mostra que ela definitivamente é um produto de baixo custo, mas como ela é voltada a computadores compactos, possivelmente o fato de os cabos serem curtos não será um problema.

Coletek PSN-250M
Figura 3: Cabos

Vamos agora dar uma olhada no interior desta fonte de alimentação.

Compartilhar



  Denunciar Artigo
Entre para seguir isso  

Comentários de usuários




Talvez ela merecesse o selo bomba por ter explodido ao puxar mais de 250W, já que a tensão abaixo do normal, até onde eu sei, não faz queimar, "apenas" desligar. E fico pensando, quanto custam 2 capacitores Y, 1 capacitor X, 1 bobina e 2 varistores? numa loja eletronica qualquer, isso não fica mais do que 5 conto... porque os fabricantes teimam em não colocar isso?

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Fiquei esperando pelo selo bomba enquanto a página carregava :P

Realmente, não dá pra entender porque economizam em componentes baratos como os capacitores de filtro. Se pra nós já não é caro, imagine pra um fabricante que compra em toneladas. Inadmissível um corte de custos desses.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Eu realmente não vi toda essa bomba também. Apesar disso, testes de regulação de tensão tão detalhados como na XbitLabs ajudariam na avaliação dessa fonte, que não é uma má opção num orçamento extremamente limitado. Esta fonte também dá uma coça em muitas na questão do ripple elétrico, onde fontes da CWT costumam se sair bem.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Talvez ela merecesse o selo bomba por ter explodido ao puxar mais de 250W, já que a tensão abaixo do normal, até onde eu sei, não faz queimar, "apenas" desligar.

Não existe talvez não. Toda fonte que trabalha fora da especificação coloca o computador em risco e é uma bomba.

E fico pensando, quanto custam 2 capacitores Y, 1 capacitor X, 1 bobina e 2 varistores? numa loja eletronica qualquer, isso não fica mais do que 5 conto... porque os fabricantes teimam em não colocar isso?

E quanto custaria 20 mil unidades desses componentes para fabricar 20 mil unidades de fontes?

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
E quanto custaria 20 mil unidades desses componentes para fabricar 20 mil unidades de fontes?

Tamabém acho sacana*** da parte deles economizar tanto, afinal o preço a mais que não seria muito mais caro acabaria sendo embutido no preço final mesmo(_(. Mas seria um produto melhor.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Tamabém acho sacana*** da parte deles economizar tanto, afinal o preço a mais que não seria muito mais caro acabaria sendo embutido no preço final mesmo(_(. Mas seria um produto melhor.

Ou seja, fontes ruins não deviam ser fabricadas. Mas o mundo não é assim. Eles estão interessados no lucro, então cortar custos é essencial. O que eu disse não é para justificar, é para explicar. Quem quer produto melhor, compre produto melhor. Se o consumidor não comprar o produto ruim, o lojista não vende. E se o lojista não vender, o importador não importa. E se o importador não importar, o distribuidor não distribui. E o fabricante deixa de fabricar porque não dará lucro, não terá saída. Educar o consumidor, este é o único caminho.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Há uma redundância num trecho do teste:

A configuração de cabos desta fonte mostra que ela definitivamente é um

produto de baixo custo, mas como ela é voltada a computadores compactos,

possivelmente o fato de os cabos serem curtos possivelmente não será um

problema.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Mais uma vez, a etiquetagem errada só para enganar o consumidor... acho que está faltando é o pessoal entrar com algum processo em cima dessas empresas pois as mesmas estão lezando os consumidores com isso... Cadê a droga do procom e do inmetro que não vê uma coisa dessa....Pra obrigar os fabricantes a mudarem o tipo de plug da tomada que só ferrou com tudo mundo pois agora precisa-se adaptador pra tudo..., esses órgãos foram rapidos... mas para corrigir um item de extrema nessecidade pro consumidor, ninguem vê nada.... desse jeito as etiquetas não servem pra nada....

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Curioso notar o uso de 19,5 A em +12 V, quando a fonte só pode entregar entregar 18 A nesta linha, durante o teste 8.

Interessante também notar o uso de 2 A nas linhas de +3,3 V e +5 V em uma fonte de 250 W. Em uma fonte de 750 W, o Clube do Hardware aplica uma carga de 10 A nestas linhas. Ou seja, além de desonsiderar os limites impostos na etiqueta, nem a regra de três está sendo seguida aqui, então para a metodologia de testes do Clube do Hardware a demanda de um PC aumenta mais proporcionalmente nas linhas de +5 V e +3,3 V do que em +12 V. Isso é extremamente contraditório. Por uma regra de três, considerando-se a carga puxada de uma fonte de 750 W, deveria estar se requisitando aqui 3,3 A nestas linhas. Mas não seria exatamente isso, até porque nas fontes de 700 a 850 W sempre se requisita os mesmos 10 A nestas linhas.

Um outro item importante que está faltando no teste é quanto à regulação de tensão das outras linhas, sem ser a de +12 V. Aliás, seria muito melhor que a partir dos próximos testes publicassem os valores nominais obtidos em todas as linhas e em todos os testes.

Abraço

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Como a CWT ainda continua no mercado ????

Incrível...

Não precisa demonizar a fabricante não. A CWT se situa numa posição confortável no mercado, pois faz todos os tipos de fontes, das ruins até as melhores. Essa marca faz a série CX atual da Corsair e as TX M, só para ter uma ideia. É uma fabricante que chega a ser melhor que muitas, pois já nesse teste dá pra ver que a fonte mais pé rapada da fabricante dá uma coça em muitas fontes da FSP e da HEC em nível de ripple. Até em fontes da Enermax...

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Alguém ai tem um link para eu saber qual a forma que o CdH seleciona/escolhe suas fontes para teste?

Bom, tem o que os próprias empresas mandam por iniciativa própria, e tem mais uma parte que é comprada pelo próprio Clube do Hardware. Aqui dá para sugerir fontes para testes.

http://forum.clubedohardware.com.br/sugestoes-fontes-alimentacao/516084

Abraço

Como a CWT ainda continua no mercado ????

Incrível...

A fonte do seu PC da assinatura é fabricada pela CWT.

Enfim, a CWT não é um OEM qualquer, e sim um dos maiores fabricantes de fontes do mundo. Tem essas lnhas vagabundas mesmo, como as PUF e as PSN, mas tem também coisa muito boa, como as linhas DSA, DSAII, DSG e PUC. Fabrica várias fontes da Corsair. Fabrica também para a Thermaltake, para a Enermax (o que é estranho, visto que a Enermax também fabrica fontes), para a Zalman, para a Adata e já fez muitas das fontes da Antec, só para citar alguns exemplos. Ainda por cima ganha também fabricando para marcas obscuras como a Coletek. Não é por acaso que são gigantes.

Abraço

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

É como as empresas automobilísticas... A VW fabrica a Mer.. do Gol 1000, enquanto faz também o "luxoso" Touareg. Além disso, muito do que é usado nos AUDIs é usado em alguns VW e vice-versa. Analogia fácil essa né?

Foi como alguém aí disse, só educando o consumidor isso poderá mudar. Enquanto existir alguém comprando produto barato, vai ter alguém para fabrica-lo. (por isso também existe tanta gente vendendo droga, haha)

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Não concordo em partes com o "selo bomba" pois ja vimos produtos bem piores, e a fonte cumpriu bem com sua proposta, tendo niveis bons de tensão e de ruído. Sendo ainda de grande oferta no mercado brasileiro, é uma opção "menos ruim" em relação a fontes "500W nominal" que imundam as lojas, queimando Mobo e por ai vai.

Abraços.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Não concordo em partes com o "selo bomba" pois ja vimos produtos bem piores, e a fonte cumpriu bem com sua proposta, tendo niveis bons de tensão e de ruído. Sendo ainda de grande oferta no mercado brasileiro, é uma opção "menos ruim" em relação a fontes "500W nominal" que imundam as lojas, queimando Mobo e por ai vai.

Abraços.

Mas não adianta nada a fonte ser boa se ela trás informações falsas nas etiquetas.... ou seja o consumdor compra pesando que é um produto, e na verdade é outro.... Exemplo ; é mesma coisa que você comprar uma Coca-cola de 2 litros(lacrada) no mercado, na etiqueta diz que o produto é coca-cola e que contem 2 litros na garrafa, mas quando leva pra casa, você descobre , em vez de ter 2 litro, você mediu e tinha somente 1,5 litros....mas na etiqueta dizia coca-cola 2 litros... isso é só um exemplo..

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Mas não adianta nada a fonte ser boa se ela trás informações falsas nas etiquetas.... ou seja o consumdor compra pesando que é um produto, e na verdade é outro.... Exemplo ; é mesma coisa que você comprar uma Coca-cola de 2 litros(lacrada) no mercado, na etiqueta diz que o produto é coca-cola e que contem 2 litros na garrafa, mas quando leva pra casa, você descobre , em vez de ter 2 litro, você mediu e tinha somente 1,5 litros....mas na etiqueta dizia coca-cola 2 litros... isso é só um exemplo..

Sabemos que a etiqueta está incorreta, mas já é um avanço o fabricante descrever como "fonte PSN-250M" o que ja é um avanço em relação a inúmeros produtos fantasiosos que existem no mercado. Claro que a Coletek poderia mudar as informações e incluir os varistores no projeto. Mas já é um avanço, o usuário que entende de etiqueta jamais irá comprar um produto tão simples.

Abraços.

Alias, desculpe tantos "avanços" na resposta rsrsrs mas fiquei impressionado positivamente com o teste, esperava um resultado muito pior.

:D

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
O que custa a fabrica instalar uma proteção contra sobretensão? É caro rs?

Esta fonte tem proteção contra sobretensão, ver texto. O que ela não tem é proteção contra sobrecarga de potência.

Há uma redundância num trecho do teste:

A configuração de cabos desta fonte mostra que ela definitivamente é um produto de baixo custo, mas como ela é voltada a computadores compactos, possivelmente o fato de os cabos serem curtos possivelmente não será um problema.

Corrigido, obrigado por informar o erro.

Curioso notar o uso de 19,5 A em +12 V, quando a fonte só pode entregar entregar 18 A nesta linha, durante o teste 8.

Isso é irrelevante, já que a etiqueta da fonte é falsa, e as informações presentes nela não estão corretas e não são confiáveis. Basta ver que a etiqueta informa que há dois barramentos de +12 V quando a fonte na realidade usa um projeto de barramento único.

Alguém ai tem um link para eu saber qual a forma que o CdH seleciona/escolhe suas fontes para teste?

http://forum.clubedohardware.com.br/sugestoes-fontes-alimentacao/516084

Abraços,

Gabriel Torres

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Incrível que lojas de informática de "esquina" geralmente tem produtos como estes ... e nem por isso cobram mais barato, ao contrario cobram como se fosse um produto de 1ª linha.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

Isso é irrelevante, já que a etiqueta da fonte é falsa, e as informações presentes nela não estão corretas e não são confiáveis. Basta ver que a etiqueta informa que há dois barramentos de +12 V quando a fonte na realidade usa um projeto de barramento único.

Abraços,

Gabriel Torres

A etiqueta da fonte é tão falsa que tiveram o cuidado de verificar que com mais de 18 A, a tensão da linha de +12 V sai das especificações. Aquela informação, sendo verdadeira, era irrelevante?

O verdadeiro problema é que a etiqueta aqui só serve para ver quantos barramentos de +12 V a fonte realmente tem. Eu sei que é errado que a fonte informe que tem barramentos de +12 V quando realmente não as tem.

Eu não cheguei a comentar detalhaamente no post anterior, mas até 300 W, a carga da linha de +12 V sobe proporcionalmente mais do que nas linhas de +3,3 V e +5 V. De 300 a 650 W a carga sobe mais proporcionalmente nas linhas de +3,3 V e +5 V do que em +12 V. De 600 a 900 W sobe mais nas linhas de +12 V. Acima disso, volta a subir mais nas linhas de baixa tensão. Isso é reflexo da universalização das cargas, que ao meu ver, está muito mal feita.

Nem a alegação para fazer tal padronização realmente convence, que é a de que se adota este tipo de padrão devido à forma como um PC demanda a energia da fonte. A contradição está aí: se um PC demanda mais da linha de +12 V, por que o uso de padrões que em alguns mmomentos demandam mais das linhas de baixa tensão em termos proporcionais?

E como realmente notar isso no teste de uma fonte?

Um exemplo interessante disto é o teste da PC Power & Cooling Silencer MK III 600 W.

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-PC-Power-and-Cooling-Silencer-Mk-III-600-W/2416/7

As cargas inicias nas linhas de +3,3 V e +5 V era 1 A em cada uma no primeiro teste. No teste 5, esta carga saltou para 8 A, ou seja, 8 vezes mais do que no início. Enquanto neste teste o padrão de carga destas linhas aumentou 8 vezes, com a linha de +12 V o aumento foi de 5,25 vezes (de 8 para 42 A).

Outro exemplo: Corsair CX430 V2

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Corsair-CX430-V2/2273/7

Enquanto a carga em +5 V e +3,3 V aumentou 7 vezes (de 1 A no primeiro teste para 7 A no último), a carga em +12 V aumentou apenas 5 vezes. Ainda assim, violou os limites de correntre em +12 V. A etiqueta era falsa?

Mais um: Corsair TX750 V2

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Corsair-TX750-V2/2210/7

Aqui a carga aumentou 5,4 vezes em +12 V, Já em +3,3 V e +5 V ela aumentou 5 vezes.

Vamos lá...

Enermax NAXN 82+ 550 W

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Enermax-NAXN-82+-550-W/2411/7

5 vezes em +12 V, 6 vezes em +3,3 V e +5 V. Repare que nas linhas de baixa tensão são usados 6 A, e 40 A em +12 V. Ainda violou os limites de corrente em +12 V,e com isso a regulação de tensão desta linha saiu dos 3%. A etiqueta era falsa?

Agora compare esta primeira Enermax com a Enermax Platimax 600 W

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Enermax-Platimax-600-W/2401/7

Aqui a coisa fica mais bizarra, porque se aumenta 10 vezes em +5 V e +3,3 V do primeiro teste até o último. Mas o mais curioso não é isso. O mais curioso é a comparação. Numa fonte de 600 W, a carga no teste 5 em +12 V 1,5 A, ou 7,5%. Já nas linhas de +3,3 V e +5 se aumenta elas em 66%.

Vou puxar o teste 4 da Corsair TX850 V2.

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Corsair-TX850-V2/2289/7

No teste 4, é extraído 684 W dda fonte. Ou seja, mais do que na Enermax Platimax 600 W. Mais a 684 W, é aplicada uma carga de 8 A nesta fonte, enmquanto que na Enermax Platimax no teste de 600 W a carga nestas linhas é de 10 A!!!! Pergunto: é assim mesmo que funciona a demanda de um PC?

Agora as cargas de +3,3 V e +5 V aumentam enquanto a potência da fonte diminui. Então aparece a Seventeam ST-650PWL. Apesar dela ser uma fonte mais potente que a Enermax Platimax, nas linhas de +3,3 V e +5 V se puxou 8 A.

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Seventeam-ST-650PWL/2181/7

Na Enermax ECO80+ 620 W, se puxou 6 A nestas linhas. Como?

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Enermax-ECO80+-620-W/1704/7

Na SeaSonic S12II Bronze SS-520GB, se puxou 8 A em +3,3 V e +5 V. O mesmo na Antec High Current Gamer 520 W. A SeaSonic S12II Bronze diz que tem duas linhas de +12 V, o que não é verdade. A etiqueta era falsa?

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-Seasonic-S12II-Bronze-520-W/1935/7

Na ADATA BN-550, foram 6 A nesta linhas. O engraçado é que nesta fonte se puxou menos das linhas de baixa tensão, mas se violou os limites em +12 V, enquanto na SeaSonic se puxou mais fdas linhas de baixa tensão, mas nem chegou a se encostar no limite de 40 A em +12 V. Aliás, as fontes têm exatamente os limites de corrente em +12 V. A etiqueta da ADATA era falsa?

http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-da-Fonte-de-Alimentacao-ADATA-BN-550/2258/7

Aí então, noto uma coisa: em fontes de 520 W e 550 W com o mesmo limite de corrente em +12 V, em uma se ultrapssa os limites de corrente em +12 V e na outra não. Ah peraí, na de 520 W se demanda 8 A nas linhas de +3,3 V e +5 V, nas de 550 W, se demanda 6 A nesta mesma linha!!!! Caramba!!!!!

E aí chego finalmente na Coletek. A etiqeuta dela era falsa mesmo? Será que essa foi a primeira fonte que quando se ultrapassou o limite de corrente em +12 V ela saiu da especificação? Não foi. O problema é que aqui o quadro é inverso. Aqui, a carga da linha de +12 V sobe mais do que deveria subir, e não que a etiqueta é falsa.

O mais engraçado é dizer que esses são os padrões de um consumo de um PC. Isso apenas atrapalha a interpretação do usuário leigo, que lẽ aquilo e tira a conclusão de que se trata de uma boa ou uma má fonte para o seu PC, principalmente pelo teste dizer que aquilo representa o consumo de um PC. Além de usar isso como motivo para desconsiderar a etiqueta, ou então dizer que faz isso porque a etiqueta é falsa, essa afimação não é verídica, pois a demanda dos PCs não é refletida pelos testes de carga do Clube do Hardware, o que é comprovado pelas próprias inconsistências da metodologia.

Aliás, romper os limites da etiquerta deste modo nem tem cabimento, e etiqueta falsa não é justificativa. O certo seria colocar nos testes a verdadeira relação entre demanda da linha de +12 V e das outras linhas em relação à etiqueta das fontes, e não sair executando tais testes desta maneira.

Na verdade, seria muito melhor fazer uma revisão geral desta atuial metodologia, revisando os padrões atuais de testes de carga, incorporando novos testes, e deixando de modo mais claro os critérios para a recomendação das fontes, além da adição de novas regras para recomendá-las.

Não quero negar com isto que esta Coletek seja uma porcaria. Não dá para respeitar uma fonte que não tenha nada no estágio de filtragem de transientes.

Não quero de modo nenhum ser mal educado, apenas estou expondo as falhas dos testes daqui. Afinal, não queremos que fontes como esta Coletek acabem sendo melhores do que os testes delas...

Abraço...

Editado por ignacho

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites
Curioso notar o uso de 19,5 A em +12 V, quando a fonte só pode entregar entregar 18 A nesta linha, durante o teste 8.

Esse detalhe tinha me passado despercebido e de fato pode livrar a fonte do selo bomba. 18A é bem compatível com uma fonte de 250W e é um limite que deveria ter sido respeitado nos testes de carga máxima. Possivelmente ficaria dentro da especificação. Menos mal para ela. De qualquer forma é uma fonte ruim pela ausência de proteção, pela falta de filtragem, pelos capacitores Asia´x, pelo obsoleto projeto meia-ponte, pela eficiência abaixo de 80% (nem tão ruim pelo preço, mas considero o conjunto de fatores) e pela falta de PFC ativo (idem). Não recomendada. Mas possivelmente aprovada nos testes.

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites

A fonte do seu PC da assinatura é fabricada pela CWT.

Enfim, a CWT não é um OEM qualquer, e sim um dos maiores fabricantes de fontes do mundo. Tem essas lnhas vagabundas mesmo, como as PUF e as PSN, mas tem também coisa muito boa, como as linhas DSA, DSAII, DSG e PUC. Fabrica várias fontes da Corsair. Fabrica também para a Thermaltake, para a Enermax (o que é estranho, visto que a Enermax também fabrica fontes), para a Zalman, para a Adata e já fez muitas das fontes da Antec, só para citar alguns exemplos. Ainda por cima ganha também fabricando para marcas obscuras como a Coletek. Não é por acaso que são gigantes.

Abraço

So que tem uma diferença, quando enermax, zalman e varias outras empresas que vendem produtos de qualidade e essas coletek

Quando empresas como enermax chegam para a Cwt e pedem para ela fabricar uma fonte, elas ja chegam com o projeto da mesma quase pronto, faltando fazer apenas os teste de pre produçao, onde a unica coisa que muda e a fabricante dos componentes, todas essas unidades de produçao sao mandadas de volta a enermax, que testa todas e escolhe uma, que se torna a unidade final

Ja empresas como coletek chegam a cwt e perguntam, qual e o projeto de fonte de 250w mais barato que você tem? Quanto fica 10000 unidades? e sem os componente de filtragem? Negocio fechado, vou encomendar as etiquetas de 350w!

Compartilhar este comentário


Link para o comentário
Compartilhar em outros sites



Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário






Sobre o Clube do Hardware

No ar desde 1996, o Clube do Hardware é uma das maiores, mais antigas e mais respeitadas publicações sobre tecnologia do Brasil. Leia mais

Direitos autorais

Não permitimos a cópia ou reprodução do conteúdo do nosso site, fórum, newsletters e redes sociais, mesmo citando-se a fonte. Leia mais

×