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wildmantda

RESOLVIDO Windows oem comprado.

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Boa tarde galerinha.

 

Em 2013 eu comprei na Login (fabricante muito conhecida e requisitada na região) um notebook Intel core i5, já com o Windows 7 Home Basic licenciado e incluso. Acontece que, na época, por ignorância eu não sabia que as licenças do Windows são divididas em FPP e OEM, e que a licença OEM é um bela de uma furada, porque se você tiver qualquer problema com sua maquina o hardware e o software é perdido! Busquei na internet e nas minhas pesquisas, eu percebi que alguns concordam e outros discordam. Eu faço parte dos que discordam, já que se você pagou por algo (e pagou, afinal qualquer varejista repassa o ônus da licença ao consumidor) você tem o direito a utiliza-lo no minimo ao prazo que é anunciado o suporte, e não seria absurdo falar: vitalicio!

 

Enfim, resumindo: Gostaria de saber o que vocês acham disso? E se tem alguma maneira de transferir essa licença a outra maquina? 

 

Gostaria de esclarecer que não estou fazendo apologia á pirataria, afinal em momento algum eu falei ou dei entender que nós devemos utilizar software pirateado. O que eu estou questionando è: Se você pagou por algo, esse produto está descriminado em sua NF (afinal tenho NF), lá é descriminado o valor do software (299 reais), e você não tem direito a utiliza-lo como bem entender. (obs: só quero utilizar eu meu novo pc, o notebook está péssimo e pretendo sucatea-lo)

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@wildmantda

Segundo a Microsoft, "Licenças OEM de sistemas operacionais vivem e morrem junto com cada computador, ou seja, elas não são transferíveis".

http://www.microsoft.com/brasil/windows/empresas/licenciamento.aspx

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Moralmente, concordo com você.

 

Porém, a prática não é ilegal (e claro, nem tudo que é legal, é justo e vice-versa).

 

Note que a licença OEM possui preço diferenciado e é informada a limitação de uso. Portanto, a prática está em conformidade com o CDC.

 

Você não é dono do software. Ele continua sendo propriedade da Microsoft. O que ela negocia com você é a venda e compra de uma licença que garante o direito de uso. 

 

Uma licença pode ter seus direitos negociados. No caso da OEM, a licença é para que você use o software apenas naquela máquina.

 

A licença FPP não é irrestrita também! É limitada para uso em uma única máquina por vez. Sua diferença é a portabilidade.

 

Qual a "vantagem"? Bom, levando em conta que um laptop e desktop costumam durar uma média de até 5 anos e que ao final desse período, provavelmente outro S.O. será lançado, você economiza para a troca no futuro.

 

É um "produto diferente" e com preço diferente (geralmente, vejo que custa metade do preço da versão FPP), visando o upgrade futuro.

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Vamos por partes:

1 - O software OEM tem um custo menor (imagine se não fosse!), porque é direcionado a integradores, que o inserem em um hardware, ao qual ele fica definitivamente associado. Isto tem como objetivo principal, incentivar a utilização do software em maquinas novas, as quais, teoricamente, tendem a permanecer mais tempo no mercado, aumentando assim a base instalada do software que se pretende promover.

2 - Nem sempre o integrador cobra um preço justo pelo software OEM. É possível que alguns se aproveitem do desconhecimento da maioria das pessoas para ter um lucro maior, fazendo comparações de preços de um software OEM com outro FPP. Quando a "vitima" descobre a realidade, anos depois, já é tarde para reclamar, como aconteceu com você. Mas o integrador estava ciente de que a política de licenciamento do software OEM é mais restritiva, ele apenas não disse isso a você, explicitamente, por não ser do interesse dele e também porque você não perguntou. O fabricante do software não tem culpa, ele oferece ambas as versões, com preços diferenciados. Se esses preços são justos ou não, já é uma outra discussão.

3 - Como, teoricamente, o software OEM é licenciado para uma única máquina (aquela na qual ele é ativado), não existe nada de errado. A validade do software é vitalícia, mas refere-se à vida útil da máquina e não do proprietário da mesma. Desde que a máquina não sofra mudanças "radicais", o software continuará ativo durante muitos anos, sem problemas.

4 - Em um caso extremo, como troca da placa-mãe por outra de marca e/ou modelo diferente, a máquina perde a sua característica original, portanto o problema não é do fabricante do software e sim do integrador ou do proprietário da máquina, que deixou de atender os requisitos da política de licenciamento.

5 - Mesmo assim, a Microsoft não é radical nesse ponto. Já aconteceu comigo de trocar a placa-mãe e o processador por outros diferentes, o Windows exigir uma nova ativação e eu conseguir reativá-lo. Liguei para a Microsoft, expliquei que a placa-mãe queimou e que eu tive que substituí-la por outra pois a original não existia mais no mercado. Eles simplesmente me passaram um novo código de 25 caracteres e eu ativei novamente o meu Windows OEM, sem muitos questionamentos da parte deles.

Resumindo: Não sofra por antecipação, as coisas são flexíveis e fluem até bem, dentro de certos limites. É claro que se você começar a ligar lá toda semana, querendo ativar o mesmo código, cada vez em uma máquina diferente, eles vão estrilar, e com razão.

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Moralmente, concordo com você.

 

Porém, a prática não é ilegal (e claro, nem tudo que é legal, é justo e vice-versa).

 

Note que a licença OEM possui preço diferenciado e é informada a limitação de uso. Portanto, a prática está em conformidade com o CDC.

 

Você não é dono do software. Ele continua sendo propriedade da Microsoft. O que ela negocia com você é a venda e compra de uma licença que garante o direito de uso. 

 

Uma licença pode ter seus direitos negociados. No caso da OEM, a licença é para que você use o software apenas naquela máquina.

 

A licença FPP não é irrestrita também! É limitada para uso em uma única máquina por vez. Sua diferença é a portabilidade.

 

Qual a "vantagem"? Bom, levando em conta que um laptop e desktop costumam durar uma média de até 5 anos e que ao final desse período, provavelmente outro S.O. será lançado, você economiza para a troca no futuro.

 

É um "produto diferente" e com preço diferente (geralmente, vejo que custa metade do preço da versão FPP), visando o upgrade futuro.

 

Sim que é bem mais barato mas ainda assim não concordo! Sobre isso, irei buscar meu direito em algum tribual! Rsrs MS que me espere!

 

E agora o que faço? Utilizo linux até la? kkkk

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E agora o que faço? Utilizo linux até la? kkkk

Em 19/11/2015 às 15:59, Wal SJC disse:

Vamos por partes:

1 - O software OEM tem um custo menor (imagine se não fosse!), porque é direcionado a integradores, que o inserem em um hardware, ao qual ele fica definitivamente associado. Isto tem como objetivo principal, incentivar a utilização do software em maquinas novas, as quais, teoricamente, tendem a permanecer mais tempo no mercado, aumentando assim a base instalada do software que se pretende promover.

2 - Nem sempre o integrador cobra um preço justo pelo software OEM. É possível que alguns se aproveitem do desconhecimento da maioria das pessoas para ter um lucro maior, fazendo comparações de preços de um software OEM com outro FPP. Quando a "vitima" descobre a realidade, anos depois, já é tarde para reclamar, como aconteceu com você. Mas o integrador estava ciente de que a política de licenciamento do software OEM é mais restritiva, ele apenas não disse isso a você, explicitamente, por não ser do interesse dele e também porque você não perguntou. O fabricante do software não tem culpa, ele oferece ambas as versões, com preços diferenciados. Se esses preços são justos ou não, já é uma outra discussão.

3 - Como, teoricamente, o software OEM é licenciado para uma única máquina (aquela na qual ele é ativado), não existe nada de errado. A validade do software é vitalícia, mas refere-se à vida útil da máquina e não do proprietário da mesma. Desde que a máquina não sofra mudanças "radicais", o software continuará ativo durante muitos anos, sem problemas.

4 - Em um caso extremo, como troca da placa-mãe por outra de marca e/ou modelo diferente, a máquina perde a sua característica original, portanto o problema não é do fabricante do software e sim do integrador ou do proprietário da máquina, que deixou de atender os requisitos da política de licenciamento.

5 - Mesmo assim, a Microsoft não é radical nesse ponto. Já aconteceu comigo de trocar a placa-mãe e o processador por outros diferentes, o Windows exigir uma nova ativação e eu conseguir reativá-lo. Liguei para a Microsoft, expliquei que a placa-mãe queimou e que eu tive que substituí-la por outra pois a original não existia mais no mercado. Eles simplesmente me passaram um novo código de 25 caracteres e eu ativei novamente o meu Windows OEM, sem muitos questionamentos da parte deles.

Resumindo: Não sofra por antecipação, as coisas são flexíveis e fluem até bem, dentro de certos limites. É claro que se você começar a ligar lá toda semana, querendo ativar o mesmo código, cada vez em uma máquina diferente, eles vão estrilar, e com razão.

 

Sim, mas até a versão OEM deveria existir um numero de ativações. Ex: 03 a 05 ativações. Claro, em um unico hadware por vez. Mas vou buscar meus direitos, o valor que eu paguei é quase de uma licença FPP, ao qual é muito mais vantajoso. Contrato? Bom o contrato foi assinado unilateralmente entre MS e revendas, eu mesmo não sabia disso e não assinei nada a não ser da compra do computador. Enfim, de todo caso por falta de informação eu comprei gato por lebre. 

 

Obrigado pelos esclarecimentos.

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Sim, mas até a versão OEM deveria existir um numero de ativações. Ex: 03 a 05 ativações. Claro, em um unico hadware por vez. Mas vou buscar meus direitos, o valor que eu paguei é quase de uma licença FPP, ao qual é muito mais vantajoso. Contrato? Bom o contrato foi assinado unilateralmente entre MS e revendas, eu mesmo não sabia disso e não assinei nada a não ser da compra do computador. Enfim, de todo caso por falta de informação eu comprei gato por lebre. 

 

Obrigado pelos esclarecimentos.

Se for no mesmo hardware, você consegue ativar diversas vezes, pois a máquina na qual foi feita a ativação original tem um número único de identificação que fica registrado no sistema de ativação on-line.

O problema começa quando esse número de identificação muda e você não consegue ativar on-line.

Aí tem que ligar para a Microsoft e toda aquela história que eu já contei acima...

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O seu único argumento plausível em uma eventual ação será a falta de informação suficientemente precisa, no ato da compra, sobre a característica do produto, aliado ao argumento da venda casada.

 

No que dará? Bom, tenta a sorte e depois conta o resultado aqui! Vai depender totalmente da cabeça do juiz.

 

Boa sorte!

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No que dará? Bom, tenta a sorte e depois conta o resultado aqui! Vai depender totalmente da cabeça do juiz.

 

Boa sorte!

Pessoal sobre o fato, em contato com a MS eles verificaram minha ID do windows e informaram que pelo tipo de licença, não é permitida a transferência. Ou seja, perdi minha maquina e junto com ela meu Windows. Já liguei pro meu advogado e ele ficou de estudar o caso e me dar um retorno. Após o sinal dele, saberei se vale a pena entrar com uma ação contra a MS e a Login. Posto aqui o desenrolar da historia!

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Poste aqui as considerações feitas pelo advogado e o andamento do feito, caso venha a mover uma ação.

 

Boa sorte!

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