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TonhoE

O que gostei e não gostei no Xubuntu 18.04

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Não sou um testador de distribuições Linux. Faço uso da minha e pronto. Mas de tempos em tempos dou uma passada de olhos nas que estão mais em voga, ou seja, entre as dez primeiras no ranking da DistroWatch.  Embora o Xubuntu ocupe ali a 29ª classificação (no ranking de interesse do público), resolvi dar uma espiada rápida nele já que o Ubuntu propriamente dito continua a não ser do meu agrado por uma série de fatores e inclusive também pelo Gnome3.  Entre o Gnome e o Deepin, não há dúvida que eu ficaria com o segundo (refiro-me à interface e não à distribuição chinesa). Mas entre o Gnome3 e Unity, eu sem dúvida prefiro o Gnome3.

 

O Xubuntu 18.04, conhecido também como Xubuntu Bionic Beaver, causou-me boa impressão de um modo geral, exceto pela barra de tarefas na parte superior, dando-me a sensação de que foi criado para vesgos.  E não havia jeito de trazê-la para baixo facilmente, nem arrastando-a, nem fuçando as configurações diversas. Foi preciso ir ao Google e vi que há nos fóruns diversas pessoas com o mesmo problema e a mesma dúvida, que no entanto se soluciona facilmente: é preciso ir na extremidade esquerda da barra para movê-la (depois de destravá-la, é claro).  Pegando no centro ela não se mexe. E não adianta fuçar as propriedades da barra nem outras configurações.

 

Depois de levar a barra para baixo, alterar o wallpaper e mudar o tema, foi quase como estar usando meu velho Mint 19 Xfce. Todas as distribuições com Xfce são um tanto semelhantes e, no caso das que se baseiam no Debian, um tanto mais parecidas. 

 

Então o que há realmente de diferente entre o Xubuntu 18.04 e o Mint 19 Xfce? Só detalhes e diferenças entre alguns aplicativos padrão.  O Mint traz o Xed como editor de texto, o Xubuntu traz o MousePad, que também está no Manjaro; o Mint traz a calculadora padrão, que deve ser nativa do Xfce, o Xubuntu traz a Mate Calculator, ambas bonitinhas e não muito diferentes; o Mint traz o Xviewer como visualizador padrão de fotos, o Xubuntu tem um tal de Ristreto que não me agradou, mas melhora se desativar a barra de thumbnail (thumbnail bar); o Mint tem o próprio reprodutor de vídeo, mas também instala o VLC Player e me leva a instalar o mpv Player, que eu prefiro; o Xubuntu tem o Parole, que considerei visualmente muito simpático, mas que dá xubu com alguns formatos de vídeo e portanto o mpv continua mais adequado; o Mint vem com o chato Rhythmbox que eu desinstalo imediatamente e instalo o Audacious no lugar, o Xubuntu usa como padrão o mesmo Parole dos vídeos  (e até que fica interessante configurando nele umas visualizações), mas nada impede que o Audacious ou outro qualquer seja instalado. 

 

No mais ambos fazem uso dos mesmos repositórios e comandos típicos do Debian, o que os torna quase uma mesma distro.

 

Notei apenas mais uma diferença marcante: no Xubuntu, como no Manjaro Xfce, o menu Iniciar é invertido. O grupo de programas fica do lado direito e os aplicativos listados do lado esquerdo. Um tanto estranho para quem usa o Mint e conhece o Windows, mas já tinha visto que no Manjaro também é assim. Não sei se é o Mint que fez modificação para ficar na ordem esperada ou se é algo nativo do Whisker Menu.

 

O Xfce não é bom por ser mais leve e consumir menos memória -- mesmo porque isso não faz tanta diferença em máquinas modernas. O Xfce é bom e recomendado por ser prático, bastante personalizável, produtivo e também bonito, quando se dá a ele os retoques necessários com temas, ícones, janelas, cores.  Muito embora o Manjaro com o Deepin fique um tanto mais bonito que qualquer outra interface. 

 

Abaixo é o menu do Mint 19 Xfce.

 

menu.png

Editado por TonhoE
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