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Pincipi

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Tudo que Pincipi postou

  1. As coisas mudam e não é que achei a solução: Agora só falta achar um jeito de fazer o reset sem utilizar este equipamento muito caro. Se eu tivesse uma tonelada de baterias usadas até compensava comprar um destes. No estilo de outros vídeos: https://youtu.be/bnLq-hlduMc Apenas fazendo um curto circuito entre o positivo da bateria e o positivo da BMS :
  2. Trata-se de um Dell Vostro 3560 e fui trocar os alto falantes dele, quando na remontagem com pressa me confundi com a posição original do cabo flat que seria esta: E acabei montando do outro jeito: Na hora não deu nada e após usar por alguns minutos algumas teclas deixaram de repente de responder e ao abrir para verificar: Vi que haviam se formado dois vincos na dobra do flat. Lição aprendida, quando for remontar, observar a dobra anterior e montar com a mesma dobra original porque se fizer outra dobra oposta vai romper o cabo em algum ponto. Caso alguém tenha uma solução de recuperar o flat eu agradeço.
  3. O projeto original desta moto é Premium, com características de ser mais leve e destinada a levar menos peso, o projeto é para levar apenas uma pessoa de baixo porte, sem o cavalete central e outras coisas mais para ser mais leve e foi alterado depois para atender necessidades de quem faz a encomenda do kit dela, ai vem as adaptações como a pedaleira para o garupa e o bagageiro traseiro que não são originais, são adaptações, como são também o mata cachorro No caso específico do bagageiro ou melhor, da adaptação de um bagageiro traseiro, o novo projeto da adaptação previa apenas prender um capacete e nada mais, o que ocorre é que o bagageiro é utilizado para encaixar um baú que deveria levar além do capacete apenas alguns acessórios leves como capa de chuva e no final acaba levando também as compras do mercado e mais alguma carga extra na parte de cima que somado ao peso do garupa acaba dando uma carga extra com efeito alavanca para o qual o chassis não foi projetado. Quanto mais distante o peso do centro da moto, maior é o efeito alavanca. Este bagageiro adaptado se for usado apenas com um capacete não quebra nunca mas, se for usado com baú mais algum peso extra vai forçar também o chassis da moto que acaba rompendo na linha do acento. O projeto do chassis não prevê uso em buracos ou desníveis, foi projetado para andar em pistas planas como um tapete e aqui no Brasil se for usado nas ruas normais ou em fora de estrada, com qualquer peso extra, acaba trincando no berço da coluna de direção. Pelo menos é isso que o pessoal fala ou comenta à respeito.
  4. Não leve a mal mas, não podia perder a oportunidade:
  5. Outro registro histórico, única Shineray SHE-S no dia da mobilidade elétrica de 2023: E olha que no evento só tinham veículos elétricos. Voltando na questão do bagageiro, o meu também trincou no período da garantia e a Shineray se dispôs a realizar a troca imediata por outro no estoque. Acontece que eu tenho informações privilegiadas que relatam que a liga do aço deste bagageiro é de baixa qualidade, motivo pelo qual muitos deles simplesmente trincam mesmo carregando pouco peso e decidi não trocar, vou mandar fazer outro bagageiro que fique sobre a parte do garupa e ainda permita remover o banco. Usuários relataram que fizeram a solda de reforço e depois o bagageiro trincou em um outro ponto. Outra opção seria deixar de usar bagageiro, assim, não correria o risco de trincar o chassis.
  6. Continuando no monitoramento achei importante divulgar detalhes técnicos da abertura da bateria a começar pela norma NR10 segurança de instalações e serviços em eletricidade para o qual o interessado em mexer na bateria deve estar certificado dentro da validade de dois anos, se o serviço for feito em altura como por exemplo em cima de um ônibus, o interessado deve também estar certificado na NR35 e se for fazer o serviço confinado num fosso ou buraco deve estar certificado em outra norma e se você não quer saber de se certificar, saiba pelo menos que tensões acima de 60V contínuos ou 36V alternados são fatais conforme o lugar do corpo, digamos que pise nos fios a energia vai passar pelas pernas e vai ficar estéril ou se acontecer de tocar com as mãos, a energia vai passar pelo coração e no caso desta bateria em especial, a corrente continua vai deixar o indivíduo preso, travado, retesado com a musculatura contraída sem possibilidade de se movimentar, inclusive de respirar ou de bater o coração. A única forma de soltar é usando uma espécie de S com um lado preso na pessoa que vai socorrer e o outro lado preso na pessoa sendo eletrocutada, ai tem que puxar usando o peso do corpo para soltar o indivíduo da corrente elétrica para então iniciar os procedimentos de ressuscitação. Se não acredita então, faça o curso de NR10. O alerta foi dado e se mesmo assim vai abrir a bateria, lembre de usar luva de borracha coberta por luva de raspa, não se esquecendo do óculos de proteção, só a luva de borracha acaba rasgando fácil e o óculos vai proteger de uma eventual faísca. Para a pessoa conseguir ser eletrocutada vai depender de muitos fatores, dentre eles a quantidade de ácido úrico que produz nas mãos. Faltou só o detalhe técnico da emissão de gases pela bateria que causaria um desmaio imediato ao ser inalado, de fato este tipo de emissão só "deve" ocorrer no carregamento ou descarregamento quando a bateria está com defeito, não sendo normal ser liberado na fase de repouso. Achei necessário tirar a tampa e observar melhor o plástico para tirar medidas e fazer cálculos de quanto o material seria capaz de suportar, já que o projeto original não inspira confiança, são apenas dois pontos de plástico que vão suportar os 18,850 Kg e na minha opinião de leigo curioso as alças deveriam estar apoiadas nos quatro parafusos da parte de cima da bateria, desta forma se manteria a originalidade e teria a segurança necessária para movimentar o peso sem o risco da alça romper e a bateria cair. Creio eu que um zarelho faria esta função, uma ponta presa ao parafuso e a outra ponta presa a alça, também teria que comprar mais quatro parafusos de igual rosca e um pouco maiores. O projeto deste zarelho está em execução, se der certo eu publico como fazer. Outras formas de alças podem ser cogitadas e o que não dá certo é alça fixa ou imóvel que acaba batendo na trava da tampa da moto ou então na própria tampa da moto, conforme a posição em que a bateria é encaixada. As pessoas estão colocando uma alça de mala presa a quatro parafusos no centro da tampa e eu acredito que este plástico da tampa vai se deteriorar e romper igual romperam os dois pontos de apoio da minha bateria. Para esta alça não ficar batendo com o tremor da moto se usa uma mangueira de plástico nela. Conversando com funcionários da Shineray a solução está em trocar a bateria e eventualmente se fosse a alça que tivesse quebrado e a base ou tampa estivesse inteira, eles tirariam a alça de outra bateria com defeito e fariam a troca. No meu caso eu disse que não quero trocar a bateria porque ela está muito boa, simplesmente é a melhor das três baterias que tenho, é a que rende mais quilometragem. Ainda aguardo uma resposta do que vão fazer. O meu problema é furar a tampa para encaixar uma alça ou então um pino no lugar dos que quebraram e desta forma perder a garantia. Meu projeto seria cortar uma haste de ferro de toner e encaixar no lugar dos pinos quebrados. Enquanto isto, soltei os quatro parafusos e ergui a tampa: O primeiro detalhe observado é que tem um anel de vedação que se encaixa num sulco da parede lateral, esta parede tem 5,7 mm de espessura. A finalidade deste anel é vedação para evitar a entrada de líquidos e poeira, se olhar com atenção na foto, vai ver o ponto de contato da borracha no metal do case. O próximo detalhe observado é que abrir a tampa é uma operação difícil e complexa, a fiação é apertada e não tem espaço ou ângulo para elevar a tampa: A única forma seria cortar o conduíte preto para poder deslocar os fios de descarga para dentro e assim conseguir espaço para elevar a tampa o suficiente para alguma manutenção como troca da BMS ou fazer apenas o encaixe de uma BMS com bluetooth. Caso queira remover as células, precisa de duas pessoas, uma para segurar o case e outra para segurar o PAC de baterias e tem que usar força para puxar porque o espaço é bem justinho, apenas o peso dos PACs não é o suficiente para saírem da caixa. Aprendi uma coisa, quando ver uma bateria destas sem o conduíte, é porque ela foi aberta por algum motivo. Pensei em soltar os cabos do conector Anderson 50A e cobrir com um plástico para passar o conduíte mas, este é muito fino e mal se passam os fios, quanto mais os conectores juntos, além do que, o risco de curto circuito é grande, basta os pinos do conector se tocarem ou estarem próximos o suficiente para criar um arco voltaico. Na hora de fechar a tampa encontrei mais uma dificuldade, a BMS se deslocou e ficou embaixo de uma das quatro pontas de plástico que ficam nos cantos, tem que ficar ajustando a posição da BMS para poder encaixar a tampa e apertar os parafusos. E também na hora de fixar os parafusos de volta, tem que fazer ajustes: Para poder encontrar o buraco da rosca, realmente é uma aventura para poucos.
  7. Sim e não. A maior probabilidade é problema de solda BGA que acontece muito nestes HP como pode ser apenas uma leve oxidação em alguma parte como no conector de memória. Só abrindo ele para diagnosticar.
  8. Acho que deve ser broca de diamante: A ponta dela ficou dourada com o metal da parte que foi raspada: Acima o terminal entre a pilha e a mola do interruptor e abaixo o polo negativo da pilha, este é um dos pontos de contato: Abaixo a mola do LED, não sei se dá para perceber a parte raspada: E abaixo a rosca da parte 2 que rosqueia na parte 1, só dá para perceber os riscados da escova bem de perto: A inspiração veio daqui: Eu pensei em lixar ponto a ponto remontar e ver o que acontecia mas, não quis perder tempo em descobrir o ponto exato que estava dando problema e passei a broca em tudo. Eu só não soube expressar minha gratidão a todos aqui porque estou quebrando a cabeça em saber se compro um cabo balancer de 80A ou de 120A num outro projeto ao mesmo tempo que recupero arquivos e pesquiso sobre PACS de baterias para VE, uma doidera só.
  9. Se ligou o cooler significa que tem energia indo para ele e com certeza é algo na placa-mãe. Tire a bateria e tire o carregador, mantenha o botão de ligar pressionado por dez segundos e solte, coloque apenas o carregador e mantenha o botão de ligar pressionado por dez segundos e solte. Veja se ele dá algum sinal de vida como acender ou piscar de LED ou tela e movimento no cooler.
  10. Não consegui achar o manual deste HP G42 para saber o significado dos LEDs. O fato de não acender com o carregador ligado pode ser que a bateria já esteja carregada e também pode ser que não esteja indo energia para o notebook, isso depende de saber o esquema dos LEDs dele, como também pode ser que a placa-mãe pifou total ou ainda que deu mau contato em algum lugar. Teria que ir fazendo os testes: 1- ver se tem energia na tomada elétrica ligando outro aparelho; 2- ver se tem saída de energia no carregador usando um multímetro. 3- tentar ligar o carregador sem a bateria.
  11. Ficou assim; eu desmontei tudo, completamente até o interruptor, menos as soldas das molas e do LED. Comecei do zero. Testei cada componente individualmente e tudo Ok. Testei cada junção separadamente com garras jacaré e tudo Ok. Porém quando juntava a terceira junção dava perda de continuidade. Explicando melhor, parte 1 cabeça com LED, parte 2 corpo com bateria e parte 3 ponta com interruptor. Parte 1 com parte 2 Ok, parte 2 com parte 3 OK. Parte 1 com parte 2 com parte 3 não liga. Desisti da ideia de descobrir onde estava ocorrendo o defeito, estou com muitos projetos ao mesmo tempo e preciso dela funcionando para iluminar. Perdi a paciência e passei a broca em todos os pontos de contato, inclusive as pontas das molas, usei uma escova de metal nas roscas, limpei com pano, passei graxa de silicone apenas nos anéis de vedação, os de borracha, remontei e ela funcionou sem falhas, sem mau contato e necessidade de bater para dar contato. Nunca saberei qual foi exatamente o ponto de contato que dava defeito. Revisão de 20 anos está completa e agora segue a observação para ver quando vai voltar dar mau contato.
  12. A oxidação do alumínio ou da liga utilizada na carcaça deve ser a chave da questão, quando rosqueia não passa energia e quando uso garras jacaré a energia passa. Eu já tentei lubrificar com graxa de silicone e com graxa comum, o resultado foi desastroso, não passa energia enquanto não limpar e raspar a superfície. Ainda não tentei graxa com cobre porque não quero gastar uma grana e não sei fazer uma caseira. A bateria é recarregável, tem um plug para recarga e entra prensada nas parede internas, é muito difícil ficar tirando e colocando.
  13. Se der, compare as telas do Crystaldiskinfo.
  14. Eu estava pensando em colocar fio de cobre fino nas roscas e agora juntando com a ideia de uma espécie de veda rosca, vou amassar o fio com martelo e ver no que dá mas, antes vou tentar o papel alumínio que é mais fácil. Na ponta da mola, não adiantou lixar ou polir, vou pingar solda e raspar. no terminal de cobre vou tentar um cotonete de bombril para brunir por dentro.
  15. Eu comprei esta lanterna em 2004 e ela sempre teve problema de mau contato de vez em quando, que eu resolvia batendo ela na mão como um martelo, ocorre que em alguns anos de uso a célula 18650 vai ficando fraca e eu a substituo, neste momento se segue um desespero para poder recuperar a funcionalidade dela, fico desmontando e remontando por dias seguidos até conseguir fazer funcionar e agora precisei trocar de novo a célula por outra nova: A troca é simples, na original a célula era encapada com um termo retrátil e eu substitui por durex comum, no lado positivo tem uma mola dentro da parte branca e no lado negativo tem uma placa lógica onde eu soldo a ponta do terminal na parte de trás da célula e depois de tudo montado tem que ligar o carregador nela para ativar e ter energia nos pontos indicado em + e -. Se não ligar o carregador os pontos ficam sem energia. As partes do LED e do interruptor não tem problema, funcionam perfeitamente, já fiz os testes com garras jacaré, o problema ocorre nos três pontos destacados em vermelho, nas duas roscas e no terminal dourado, mais exatamente entre o terminal dourado e a mola interna. O melhor procedimento que encontrei foi limpar bem e arrouxar ou apertar com muita força as roscas para obter contato e continuidade elétrica e no caso entre a mola e o terminal se resolve com a pancada quando dá mau contato, este mau contato é o LED ficar fraco. Cansei de ficar administrando este problema e peço ajuda numa forma simples de resolver as questões de falta de condutividade elétrica e mau contato sem gastar muito dinheiro.
  16. Tem algo no seu fone de ouvido que atrai as formigas. Aqui em SP basicamente tem dois tipos de formigas, as pequenas e as grandes. No meu caso apenas as pequenas se manifestam na área da cozinha ou no banheiro. Elas se locomovem procurando por algo que sirva para fazer um fungo crescer e se alimentam dele, marcam o lugar que passam com um feromônio. Eu sempre mato as que vejo e limpo a superfície para apagar o rastro. Já usei repelente eletrônico para formiga e não funcionou. O que funcionou mesmo foi um gel na seringa, coloquei um pouco em pontos estratégicos onde elas passam e várias delas ficaram em torno consumindo o gel e levando para o ninho, em algumas semanas elas começaram a morrer, se espalhando pelo caminho. De fato o gel levado impedia o crescimento do fungo e elas foram morrendo mas, não pararam de levar o gel dia a dia. As vermelhinhas morreram e algumas semanas depois surgiram as cinzentas e todo o processo se repetiu até parar de aparecer formiga. Meses depois as vermelhinhas voltam a aparecer e seguidamente vou repetindo o processo. Apenas uma boa limpeza constante as mantém afastadas.
  17. Certo, não observei direito o post. Acho que o Crucial foi a sua melhor escolha, ainda bem que não pegou o PNY.
  18. Para toda regra tem uma exceção. Foi muito bom ter colocado a situação dele dois anos depois. Eu me lembro da época em que os SSD começaram a ser vendidos e apareceu uma enxurrada de anúncios de PNY Sata com defeito, problema de reballing. Na minha mente eu passei a acreditar que a marca PNY seria problema de dor de cabeça na certa e paguei bem mais caro por um EVO.
  19. Eu tive dupla interpretação ao ler, entendi que com o primeiro SSD não tinha o problema que a parece no segundo SSD nas mesmas condições. Se for isso, é um indicio de algum problema no segundo SSD.
  20. Quem vê a apresentação de uma empresa como sendo certificada com alguma ISO tem a tendência a pensar que o produto é melhor que o produto de outra empresa não certificada, quando ocorre que na realidade a certificação ISO está relacionada a um conjunto de requisitos estabelecidos e não a qualidade do produto em si, se quiser saber mais sobre o mundo da qualidade total, existem vários cursos gratuitos e pagos no mercado que irão lhe abrir a cabeça. Enfim; se você está lendo este texto é porque está descontente com algum produto ou prestação de serviço de uma empresa certificada, veja bem, faz parte do sistema ter um canal de reclamação ou de comunicação entre o cliente e a empresa que pode funcionar ou não funcionar no sentido de solucionar o problema e é ai que entra o nosso assunto de reclamar na prática contra uma empresa certificada ISO e para expor nossa aula vamos pegar como exemplo a empresa bola da vez que está deixando seus clientes muito descontentes e insatisfeitos, digamos que tenha feito uma compra ou uma reserva com direito a um lindo número de protocolo #171171 e depois resolveu cancelar: A empresa tem os canais por telefone, pela internet e pessoalmente na loja para aceitar o seu pedido de cancelamento, inclusive vão entrar em contato para saber o motivo e vão oferecer diversas alternativas para lhe manter como cliente, como brindes, descontos e outras promessas de prazos. Tudo faz parte do processo que é como uma pesquisa de satisfação, primeiro identifica o problema, depois direciona para o setor que revê o processo e passa a corrigir a falha apontada que neste caso prático, ao dar entrada no cancelamento nenhum protocolo ou possibilidade de acompanhamento do andamento é disponibilizado pela empresa, ou seja, o cliente fica apenas com o protocolo inicial de compra do qual apenas consegue ver que o pedido está ativo e o prazo de entrega, não consegue visualizar que foi dado entrada no cancelamento. O cliente pode reclamar no suporte da empresa: Digamos que a sua reclamação seja a não entrega do produto ou serviço, neste caso a solução implícita seria a entrega do produto ou serviço dentro do prazo estabelecido e se isto não ocorrer, já tem todas as condições para reclamar na instância superior mas, antes de irmos para lá vamos mostrar o outro lado da didática do funcionamento do sistema: Digamos agora que a sua reclamação foi a falta de um protocolo ou de uma transparência no sentido de visualizar o andamento do cancelamento, ou seja, você não reclamou da não entrega do serviço ou produto, esta reclamação foi encaminhada ao setor e tomaram a providência de implantar no sistema uma forma de acompanhar o andamento do cancelamento, ocorreu que demitiram quem implantou o sistema e contrataram outra pessoa, o cara que entrou não tem acesso ao sistema antigo que permanece como está e cria um novo sistema paralelo para o acompanhamento do cancelamento fornecendo um novo protocolo #171 no qual você pode acompanhar e verificar que seu cancelamento está em processamento e que deverá ocorrer em 30 dias, neste caso a certificação ISO funcionou perfeitamente porque foi identificado uma anomalia que foi corrigida e o processo teve a fluidez esperada, em outras palavras a esperança ou promessa de que vai receber seu dinheiro está de pé porque este é o produto no final do processo, diferente do caso em que o produto no final do processo seria a entrega do bem ou do serviço. Este tipo de reclamação não habilita a entrar com a reclamação na instância superior porque se tornou um caso solucionado, a esperança ou promessa foi entregue dentro do prazo. Entendeu? Continuando na explanação, você já viu que o seu caso não foi solucionado e quer formalizar sua queixa na empresa certificadora, então, deve procurar nos canais de atendimento quem concedeu a certificação e o respectivo meio de comunicação. No caso de nossa empresa bola da vez estas informações não estão disponíveis e será necessário fazer a pesquisa prática para se chegar no meio de contato: Já sabemos o nome da empresa e a norma ISO a qual está certificada, na sequência vamos pesquisar na consulta de empresas ABNT: Em resposta ao nome da empresa apareceu a ISO dela: O que nos importa saber agora são: -Padrão normativo; -Organismo Certificador; -Se é ou não acreditado pela CGRE; -Escopos e; -Situação. O padrão normativo é a norma a qual tudo está vinculado, em nosso caso prático é uma norma ABNT e em outros casos poderia ser outra norma não nacional, esta norma está à venda no site da ABNT e também pode ser encontrada numa simples pesquisa pelo nome da norma seguida por PDF, a finalidade dela é determinar como será concedida a certificação e também como é a hierarquia a qual vamos seguir as etapas. Lembrando, primeiramente reclamamos na empresa certificada, a próxima a registrar a reclamação é a empresa certificadora e acima desta seria o organismo acreditador. A nossa empresa de exemplo está com a certificação ativa e se estivesse inativa, seria outra história por estar se apresentando como certificada e não estar certificada. Agora que sabemos quem é responsável por quem, vem a parte de saber como eles se comprometeram e para isso temos que seguir a mesma metodologia de pesquisar no site. Antes de prosseguir, fica o adendo sobre o nome desta empresa em especial estar ligada ao evento de Brumadinho e ai já é outro assunto, a ser comentado em outro lugar. O que interessa saber agora são as normas estabelecidas e basta ler todos os documentos relativos que o site fornece, separar aquilo que não está em conformidade e usar como argumento da reclamação. Tendo os argumentos prontos, seguimos a pesquisa no site: Neste caso, clique em certificação e auditoria, depois em trânsito, veículos e ferrovias, depois em veículos rodoviários e por fim em motos, triciclos, quadriciclos. Que é exatamente o escopo da certificação. Role a página até chegar em contato. Ufa! Finalmente chegamos no local onde reclamar: Escolha reclamação, elogios ou criticas e exponha seus argumentos. Nesta fase seguiremos os mesmos fundamentos da fase anterior, ou melhor explicando, conforme o argumento exposto, o sistema vai corrigir alguma falha sem inativar a concessão ou vai inativar a concessão. Se você usar algum argumento que não seja o caso de inativação, não abre precedente a reclamar na próxima instância (acreditadora) e se você usar argumento que enseja inativação da concessão, abre precedente para reclamar na próxima instância. A terminologia varia muito de uma situação para outra e aplicando ao nosso caso prático, observemos parte do material disponibilizado: Cancelamento acima e suspensão abaixo: Digamos que tenha escolhido a opção de reclamar pela não entrega do produto e que esta não entrega se prolonga por mais de seis meses, pela lógica é um caso de cancelamento que também pode se enquadrar em suspensão, tudo depende de como vai expor seus argumentos e provas. Lembrando que ao entrar com a reclamação, esta passa a ser interna e o que acontece lá dentro da empresa, fica lá dentro, o que eles vão fazer ou deixar de fazer é responsabilidade deles. Muitas cabeças são cortadas dentro do sistema sem você saber. Se você reclamou na empresa certificada e não teve solução, pode reclamar na empresa certificadora e se também não teve solução pode reclamar na empresa acreditadora e se não tiver solução pode ir reclamar com o papa porque depois disto não há mais nada a fazer. Espero ter ajudado e me proponho a tentar fornecer mais informações caso precise. Eu já estive dentro do sistema de qualidade total e muitas coisas funcionam maravilhosamente cada mais para melhor e outras vão piorando cada vez mais com a interação do sistema de qualidade total entre o cliente e o fornecedor de mercadorias ou prestador de serviços.
  21. Entrou mais um lote de doação de uma empresa ligada a mobilidade elétrica: O data sheet delas é este: EPT-2745-33_Lithium_Guangxi_Xhuo'neng.pdf mobility-scooter-TEW004.pdf A história do ciclo de vida delas é muito diferente das que vem em notebooks a começar que células de notebook não servem para serem usadas em PACs de baterias de veículos elétricos, desde o ônibus ou Tesla, passando por motos e scooters até o patinete, a grande diferença é a capacidade de fornecer muita energia por um período de tempo. Tudo começou na na China onde foram fabricadas e saíram 100% funcionais com plena capacidade de operação e foram montadas em PACs com as controladoras, foram testadas e embaladas com a carga indicada para o armazenamento por um longo tempo, as caixas seguiram rapidamente para os containers e foram embarcadas em poucos dias nos navios. Foi aqui que começou a tragédia, as caixas eram de papelão e não eram as latas seladas utilizadas no transporte aéreo. O transporte pelo mar prosseguiu com altas temperaturas durante o dia e muito frio à noite, a maresia penetrou implacavelmente nos pacotes até a chegada no porto brasileiro quando entrou em ação a fase final ou o tiro de misericórdia, o desembaraço aduaneiro, meses ou anos se passaram com os containers armazenados ao relento, sol e chuva, quando finalmente puderam seguir adentro do território brasileiro em direção aos armazéns. Ai veio a inspeção do controle de qualidade, bateram o olho nelas e nem precisou fazer qualquer teste, já foram condenadas como perda total. O mundo da mobilidade elétrica exige muito das células, são muitos os conceitos em torno das baterias e podemos comparar a um grupo de ginastas fazendo agachamento e levantamento, todos ao mesmo tempo, cada agachamento é uma descarga e cada levantamento é uma recarga, considerando que elas tivessem saído da fábrica agora e passassem a serem utilizadas em algum veículo elétrico, tudo funcionaria perfeitamente pelos 400 ou mais ciclos indicados no data sheet. Para então se começar o envelhecimento de uma ou outra célula que depois de agachar não consegue mais se levantar tão rapidamente como as demais células e até mesmo não consegue se levantar mais, ou não consegue ser recarregada e permanece com a carga baixa ou descarregada. O que aconteceu no transporte é que o ambiente a que as células foram expostas causou o envelhecimento precoce em algumas delas e se o vendedor entregar assim do jeito que estão para o cliente, com certeza funcionarão por alguns dias e apresentarão perda de potência ou rendimento, fazendo com que o cliente deixe de acreditar na marca. Graças a Deus este comerciante teve a consciência de trocar as baterias por novas, transportadas por avião em caixas hermeticamente lacradas, antes de lançar o produto no mercado. A sucata foi encaminhada para uma empresa especializada que realizou a desmontagem do PAC e testou individualmente cada célula, fixando nela um adesivo coma a informação da capacidade medida e a resistência. A parte que apresentava sinais de vazamento, resistência acima de 50 e que não segurava mais carga foi separada e encaminhada para a reciclagem, as demais que ainda conseguiam manter carga seguiram para o dono dar um destino a elas, uma segunda vida útil fora do circuito da mobilidade, estas entraram como material de aulas práticas no curso de manutenção. Oito delas vieram parar na minha mão e eu as apresento assim como estão. Segue abaixo a tabela com os dados do adesivo e os dados colhidos com o meu aparelho medidor de capacidade: Nº - mAh - Res - V inicial - mAh medido - V final 1- 2593 - 17 - 4,09 - 2200 - 3,09 2- 2589 - 18 - 4,09 - 2265 - 3,18 3- 2589 - 16 - 4,07 - 2223 - 3,12 4- 2589 - 18 - 4,09 - 2242 - 3,05 5- 2556 - 17 - 4,11 - 2321 - 3,11 6- 2560 - 17 - 4,09 - 2177 - 3,14 7- 2504 - 17 - 4,09 - 2203 - 3,24 8- 2425 - 19 - 4,07 - 2155 - 3,07 Curioso relatar como é a questão do retrabalho em células, quando são desmontadas ainda ficam resíduos da solda ponto e tanto a cabeça como o fundo da célula é raspado: À direita apenas raspado e à esquerda depois de raspado a célula vazou um pouco e oxidou, notem que nestas condições a célula mediu 0,11 Volts e depois que foi raspada de novo passou a medir 4,07 Volts. Ainda no retrabalho, se a capa estiver rasgada, coloca-se outra capa. Interessante observar que também tem o conceito de rearranjo de células, quando se medem e se selecionam e são remontadas em um novo PAC e é aqui que entram aqueles anúncios de PACs de células abaixo do valor do mercado, verdadeiras bombas. A imagem dos raspados nas células não coube, excedi o espaço deste post.
  22. Com todo o respeito eu já formei minha opinião sobre o que está acontecendo aqui com base na minha experiência pessoal com a marca Kingspec e aposto que não é problema de software. Tenho quase certeza de que por fora os dois SSD devem ser iguais, ou melhor a etiqueta das capas devem ser iguais e que do lado de dentro são diferentes, um deles tem uma controladora e o outro tem outra controladora diferente. Por isso que um dá erro e o outro não. Sem abrir os SSD basta comparar as telas do Crystal disk info e verá que as firmwares são diferentes. E abrindo os SSD, vai ver que fisicamente são diferentes. O que ocorre é que esta marca aproveita peças recicladas de baixa qualidade para montar os SSD. São exatamente os mesmos SSD que são vendidos como sendo originais de outra marca. https://www.clubedohardware.com.br/forums/topic/1516716-testando-SSD-kingspec-240gb-do-aliexpress-lixo-eletrônico/
  23. Tópico dedicado a indicação de cursos de mobilidade elétrica no geral, gratuitos ou pagos, que façam treinamento de utilização e recarga, manutenção mecânica, elétrica e eletrônica e certificação tanto de apresentação do produto do fabricante como a certificação para a manutenção. Conhece algum? Indique aqui.
  24. Esta informação é extremamente importante porque se um deles funciona de boa, significa que o problema é no outro e que não precisa fazer mais testes no equipamento ou no software para se determinar a origem. Agora ficou fácil de diagnosticar o defeito e ver se tem solução. Qual é a marca e o modelo dos SSDs?
  25. Se fosse comigo eu tentaria descobrir se o SSD não é mais uma maldita falsificação chinesa e depois ver se em outro computador consegue instalar o Win10.

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