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O maior problema da nova tomada brasileira
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Conclusões

Em resumo, se nós tivéssemos algum poder de decisão junto à ABNT e ao Inmetro, faríamos as seguintes mudanças no sistema de tomadas brasileiro, assumindo não ser economicamente viável trocar totalmente o sistema elétrico do Brasil para 230 V a 50 Hz:.

  • Manteríamos as tomadas NBR 14136 apenas para a tensão 220 V a 60 Hz (que é única no mundo) e adotaríamos a tomada Norte-Americana para a tensão de 127 V a 60 Hz.
  • Não sendo possível, adotaríamos chanfrados delimitadores que permitiriam que plugues de aparelhos 127 V só entrassem em tomadas 127 V e plugues de aparelhos 220 V só entrassem em tomadas 220 V. Aparelhos com fontes universais (“full range”) teriam um plugue compatível com os dois tipos de tomada.
  • Faríamos um trabalho de divulgação maciço da importância dos dispositivos DR em ambientes “molhados” (banheiros, cozinhas, áreas de serviço, garagens, tomadas externas etc.), de forma a acelerar a instalação de aterramento em escritórios e residências construídos antes de 1997 e que ainda não tenham aterramento. Clique aqui para entender a importância disso.
AUTOR
Gabriel Torres
Gabriel Torres
Editor Executivo

Gabriel Torres criou o Clube do Hardware em maio de 1996, onde escreve artigos e coordena o trabalho dos nossos diversos colaboradores. É também autor de 24 livros sobre hardware, redes e eletrônica. Foi, de 1996 a 2007, colunista do suplemento de informática do jornal O DIA (RJ). Morou nos Estados Unidos de 2007 a 2013 e atualmente mora na Austrália.

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