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Placa-mãe ASRock Z390 Phantom Gaming SLI

       
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Demos uma olhada na ASRock Z390 Phantom Gaming SLI, placa-mãe para processadores Intel Core i de oitava e nona gerações, que traz uma porta Ethernet 2.5G. Confira!

Placa-mãe ASRock Z390 Phantom Gaming SLI
Rafael Coelho Editor-chefe do Clube do Hardware

Introdução

A ASRock Z390 Phantom Gaming SLI é uma placa-mãe intermediária superior soquete LGA1151 baseada no novo chipset Intel Z390, suportando os processadores Core i de oitava e nona geração (ambos com codinome “Coffee Lake”). Ela traz iluminação RGB, dois slots PCI Express 3.0 x16, seis portas SATA-600 e uma porta Ethernet 2.5G. Vamos dar uma boa olhada nela!

O chipset Z390 é o mais recente modelo topo de linha para processadores Core i de oitava e nona geração (“Coffee Lake”). Embora o Z390 tenha sido lançado juntamente com os processadores Core i de nona geração, as placas-mãe baseadas nele são também compatíveis com processadores de oitava geração, e vice-versa: placas-mãe baseadas nos demais chipsets da série 300 (Z370, H370, B360 e H310) são também compatíveis com os processadores de nona geração. Porém, apesar de as placas-mãe baseadas em chipsets série 300 utilizarem o mesmo soquete LGA1151 das gerações anteriores, elas não são compatíveis com processadores Core i de sexta (“Skylake”) e sétima (“Kaby Lake”) geração.

O Z390 é praticamente idêntico ao seu antecessor Z370, oferecendo 24 pistas PCI Express 3.0 controladas pelo chipset, seis portas SATA-600, suporte a memória Optane e às tecnologias Smart Response (que permite utilizar um SSD padrão SATA como cache para o disco rígido principal), Smart Connect (que permite que o computador receba e-mails e atualize páginas mesmo em modo de suspensão) e Rapid Start (inicialização mais rápida).

Há apenas duas diferenças entre o Z370 e o Z390: o Z390 oferece seis portas USB 3.1 geração 2 (o Z370 não tem portas USB 3.1 geração 2) e suporte ao padrão Intel CNVi, onde parte do hardware necessário para uma interface de rede sem fio IEEE 802.11ac está integrado ao chipset, e basta um módulo RF instalado em um slot M.2 específico para que a placa-mãe tenha o recurso Wi-Fi.

A placa-mãe analisada faz parte da nova família da ASRock, batizada de "Phantom Gaming", e que tem como característica principal a presença de uma interface de rede Ethernet de 2,5 Gbps, que é um novo padrão derivado do Ethernet 10G.

Você confere a placa-mãe ASRock Z390 Phantom Gaming SLI na Figura 1. Ela usa o padrão ATX, medindo 305 x 224 mm.

ASR-Z390PhantomGSLI-01.jpg

Figura 1: placa-mãe ASRock Z390 Phantom Gaming SLI

Editado por Rafael Coelho

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Comentários de usuários


Placa bem bacana, eles poderiam colocar o espelho traseiro fixo nessas placas, creio que não aumentaria tanto o valor e daria uma aparência muito mais elegante e bonita. Mas uma vez um grande trabalho Rafael!

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4 horas atrás, Rhuan Fort disse:

eles poderiam colocar o espelho traseiro fixo nessas placas

me pergunto por que isso não é regra nos chipsets mais top de linha(z370/z390/x370/x470) pelo menos nos modelos intermediarios pra cima...

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Em 22/11/2018 às 14:34, rusty1 disse:

me pergunto por que isso não é regra nos chipsets mais top de linha(z370/z390/x370/x470) pelo menos nos modelos intermediarios pra cima...

 

Em 22/11/2018 às 14:34, rusty1 disse:

me pergunto por que isso não é regra nos chipsets mais top de linha(z370/z390/x370/x470) pelo menos nos modelos intermediarios pra cima...

Não seria por dificuldade de adaptação em todos os gabinetes?

 

Legal a placa, uma dúvida que sempre tive: faz sentido a placa ter esse cuidado com o áudio (capacitores específicos e circuito separado) e usar um Codec de entrada com essas relações Sinal/Ruído?

 

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Em 24/11/2018 às 18:11, mattaus disse:

 

Não seria por dificuldade de adaptação em todos os gabinetes?

 

Legal a placa, uma dúvida que sempre tive: faz sentido a placa ter esse cuidado com o áudio (capacitores específicos e circuito separado) e usar um Codec de entrada com essas relações Sinal/Ruído?

 

 

Acredito que o mercado ainda pense que o consumidor final é que deve fazer o investimento em áudio.

 

Até porque, para ter qualidade de verdade, a placa custaria o olho da cara...

 

Hoje, quem quer um pouco mais, compra uma interface de áudio de entrada e já tem um resultado melhor que o sistema de áudio da mobo mais high end disponível.

 

No final das contas, para jogar e ouvir MP3 em caixa de baixa qualidade e nesses headset "gamers"...o áudio das mobos já está muito além do suficiente.

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