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Qual comprar? dell,hp ou lenovo


guibuse

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Como você disse, eles são mais ou menos equivalentes e haveria muito pouca diferença no uso cotidiano entre eles. As comodidades oferecidas é que pesariam mais.

 

O Dell ganha no tamanho do HD (embora seja discutível se sua namorada vai usar tudo isso num notebook) e no peso, 100 g mais leve. Mas acho que entre os três, eu compraria o da Lenovo, que tem ótima reputação quanto à usabilidade, vem com duas saídas USB 3.0, que os outros não têm (experimente fazer um backup num HD externo USB 2.0 e num USB 3.0 para ver a diferença...), e ainda por cima é mais barato. O da HP também é um bom modelo (e os alto-falantes são Altec Lansing, espetaculares), mas eu ficaria com um pé atrás devido à política indecisa desse fabricante nos últimos tempos, que já chegou a anunciar sua saída do mercado de PCs, para depois voltar atrás.

 

Agora, uma coisa que só se acha em reviews específicos e em depoimentos de usuários (Newegg e Amazon são ótimas para isso) é a duração real da bateria, e esse é um ponto que eu olharia com muita atenção antes de tomar a decisão final. Também olharia relatos de problemas específicos (por exemplo, se aquele modelo não esquenta demais).

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Ultimamente a HP está pecando mesmo com seus notebooks... tive um recente que alem de esquentar muito tinha um problema da série que a dobradiça da tela quebrava e a tela ficava solta... sem falar que na empresa onde trabalhei usavam muito HP e só dor de cabeça. Esquentam muito, dão muito problema na tela. Estão se preocupando só no design e esqueceram de fazer um produto de qualidade.

 

O note da DELL é uma ótima máquina, melhor marca na minha opinião se tratando de suporte / garantia. Eu acho que os notes da DELL tem se tornado mais frágeis ultimamente, mas continuam com um padrão de qualidade excelente. De qualquer forma não acho que valha a pena essa diferença de preço para o lenovo (vi agora o DELL por 1900).

 

Eu comprei exatamente esse modelo da lenovo semana passada por 1079 no boleto (no extra)...

Quanto a lenovo não tenho tanta experiencia com a marca (de uso no dia a dia), mas já vi vários e bons notes feitos por ela. Ouvi falar muito bem da marca. Só fiquei com o pé atrás porque a lenovo comprou a CCE, tenho medo de vir um CCE disfarçado.. mas vamos ver.. Vi esse note na loja e achei ele bem construído, não esquentava muito, e um hardware para atender as necessidades básicas da maioria dos usuários com folga. O áudio dele é espetacular.. realmente diferenciado, muito bom pra um note desse nível de preço. A lenovo está com o suporte em casa, tentando chegar ao nivel da DELL nesse quesito, achei interessante a preocupação da empresa em agradar os clientes :D

 

Entre esses ai iria no Lenovo fácil... ainda mais se conseguir uma promoção igual peguei...

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A Lenovo ainda é relativamente desconhecida no Brasil, porque só recentemente passou a investir mais no nosso mercado, e também porque durante alguns anos vendeu seus notebooks com a marca IBM. A Lenovo não é da IBM; é uma empresa chinesa, mas foi quem comprou o negócio de PCs da IBM, quando a inventora do dito cujo resolveu se concentrar em outras áreas e sair desse mercado. Logicamente, a Lenovo levou na compra também toda a tecnologia e o know-how da IBM, além do direito de usar a marca IBM por alguns anos - o que a Lenovo fez e retardou seu reconhecimento em alguns mercados, como o nosso.

 

A legendária linha ThinkPad, que era da IBM e muitos consideram que tem a melhor interface de usuário do mundo (o que a Apple, é claro, contesta e certamente não sem boa dose de razão), continua sendo produzida pela Lenovo e continua respeitadíssima e elogiadíssima (e caríssima - sempre foi e ainda é um produto premium e símbolo de status). A Lenovo não é pouca coisa - é nada menos que o maior fabricante de notebooks do mundo e muito respeitada pela qualidade dos seus produtos, que herdou da IBM, mantendo a qualidade.

 

Quanto à compra da CCE, empresa brasileira que conseguiu o milagre de sobreviver mesmo sendo unanimemente reconhecida como fabricante de produtos de má qualidade (já ouvi várias piadas a respeito dela, como as de que a sigla quereria dizer "Comecei Comprando Errado" ou "Conserta, Conserta, Estraga"...), se isso aconteceu foi porque a CCE sempre focou no mercado das classes C/D/E, competindo no preço e investindo pesado numa ampla rede de distribuição de alcance nacional. Acredito que tenha sido especificamente este último item que a tornou atraente para a Lenovo, interessada em investir no mercado "emergente" do Brasil e crescer nele rapidamente.

 

Considerando o tamanho da Lenovo em nível internacional e o tamanho (ainda) insignificante da CCE e dos negócios brasileiros no total da empresa, acho praticamente impossível que isso se reflita numa piora da qualidade dos produtos. É como se a Sony comprasse, digamos, a Britânia e de repente todo mundo começasse a torcer o nariz para o PlayStation e as TVs Bravia, desenvolvidos do outro lado do mundo, no Japão - isso não teria o menor cabimento. Muito pelo contrário, a qualidade da CCE (supondo que a Lenovo mantenha a marca) é que vai subir, e muito.

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@goyta

 

Entendo seu ponto de vista sobre a CCE / Lenovo. Mas todos nós sabemos que o que manda para as empresas é $$$. Essa linha G400S da Lenovo é uma linha de entrada, não se compara com a ThinkPad que de fato possui notes de primeira linha.

 

Por isso minha preocupação sobre a lenovo pegar alguma linha da CCE e vender com a marca Lenovo aqui no Brasil (para a linha G400, não para a ThinkPad).

 

E sobre a história da Lenovo eu já conhecia ela, sei que é outra empresa e não tem nada a ver com a IBM. A IBM focou no seu mercado corporativo de servidores que é de onde vinha a grande parte do seu lucro naquela época.

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@goyta

 

Entendo seu ponto de vista sobre a CCE / Lenovo. Mas todos nós sabemos que o que manda para as empresas é $$$. Essa linha G400S da Lenovo é uma linha de entrada, não se compara com a ThinkPad que de fato possui notes de primeira linha.

 

Por isso minha preocupação sobre a lenovo pegar alguma linha da CCE e vender com a marca Lenovo aqui no Brasil (para a linha G400, não para a ThinkPad).

Bastaria pesquisar para ver que a linha G400 é vendida no mundo todo, e que mesmo no Primeiro Mundo há mercado e necessidade para linhas de entrada, o que significa menos recursos, mas não necessariamente qualidade inferior. Ou alguém acha que o modelo mais básico e barato de mouse da Logitech é vagabundo? Também tem acabamento perfeito, funciona supermacio, é ergonômico e dura anos a fio.

O mercado de PCs é extremamente competitivo e as margens de lucro são reduzidíssimas (eles não chegam a ganhar 10 dólares em cada máquina vendida, e há casos em que uma única chamada telefônica prolongada ao suporte técnico deles já come todo o lucro obtido naquela unidade); só a Apple, por causa do seu modelo de negócios único, tem margens de 30-40%, o que para os padrões americanos é quase obsceno.

Para lidar com essas baixas margens, a mentalidade típica de uma empresa brasileira é tentar baixar o custo de produção usando componentes de qualidade inferior e mais baratos. É o que faz a Positivo, por exemplo, e o que fazia a CCE nas suas linhas de eletrônicos. Mas lá fora, o papo é outro, porque se você fizer isso, o mercado rejeita seu produto e você ainda por cima tem um prejuízo colossal com as devoluções e garantias, que o pessoal lá aciona mesmo, sem a menor hesitação e sem o menor pudor. (Note-se que eles lá não têm nada parecido com o nosso Código de Defesa do Consumidor e não são obrigados a fazerem isso, mas fazem assim mesmo, porque isso é prática consagrada de mercado e os consumidores colocariam a empresa na lista negra se não fizessem isso.)

Criar uma linha separada do mesmo produto com qualidade inferior para venda no Terceiro Mundo também não é econômico, pois duplicação de projeto nunca é. Eu já vi problemas com produtos da LG produzidos no Brasil, por exemplo, para citar uma empresa que tem fábrica aqui e importa muito poucos dos produtos que vende. Mas quando você procura na Internet, vê que esses problemas não são culpa da fábrica brasileira - quando ocorrem, é no mundo todo.

Ter uma versão local mais "fuleira" de um produto até ocorre no mercado de automóveis, por exemplo, mas a realidade desse mercado é outra, primeiro porque mesmo os projetos globais já têm que sofrer um significativo grau de adaptação ao mercado local de qualquer maneira, e segundo porque as margens de lucro da indústria automobilística são muito maiores que as da indústria de computadores. Elas podem se dar ao luxo de relaxar a qualidade conforme o mercado. Na área de eletrônicos e Informática, isso é dar um tiro no próprio pé.

Ainda se encontram notebooks, netbooks e tablets com a marca CCE, e acredito que a Lenovo vá manter a marca claramente separada durante algum tempo, para ajustar a subsidiária numa fase de transição. Mas ela não seria louca de colocar o próprio nome num produto inferior, mesmo que fosse para venda num mercado "emergente". Para uma empresa global e que depende da sua reputação para vender em volume para mercados exigentes, isso seria suicídio.

 

E sobre a história da Lenovo eu já conhecia ela, sei que é outra empresa e não tem nada a ver com a IBM. A IBM focou no seu mercado corporativo de servidores que é de onde vinha a grande parte do seu lucro naquela época.

Não é bem assim. Os servidores eram lucrativos e a linha AS/400, em especial, foi um sucesso estrondoso, mas ainda assim, os servidores eram e ainda são uma fração muito pequena da receita da IBM.

A venda da linha de PCs para a Lenovo aconteceu numa época em que a IBM estava mudando radicalmente de foco. A maior parte da receita da IBM já não vinha mais de hardware - nem de PCs, nem de periféricos, nem de servidores, nem de mainframes, setor que nunca acabou de todo e no qual ela é líder mundial absoluta. Vinha, como vem até hoje, de serviços, consultoria, desenvolvimento de soluções integradas, especificação e administração de data centers, essas coisas.

O mesmo ocorre com a HP, que hoje vive muito mais de serviços e consultoria do que de vender hardware, e foi por isto que ela cogitou de acabar com sua participação no mercado de PCs, mas a reação fortemente negativa do mercado mostrou que sua imagem dependia muito daquele cartão de visitas, mesmo que não desse muito lucro por si só (ou até desse prejuízo). Até a Dell, que ainda é uma empresa essencialmente de hardware, tem uma receita cada vez maior vinda dos serviços.

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@goyta Será que dá pra arriscar um CCE hoje já?

Olhe, se fosse um netbook, em que as expectativas são mesmo baixas, tanto em termos de recursos quanto de durabilidade, e se o preço fosse mesmo muito barato, eu talvez ficasse tentado. Mas nada mais sofisticado que isso, e mesmo assim eu ainda ficaria com um pé atrás.

Meu palpite é que a CCE está em fase de transição para ser realmente absorvida pela Lenovo e que esta não vai interferir muito por enquanto, embora tenha o cuidado de manter as linhas de produtos muito bem separadas, para não queimar o filme da marca principal. Acho que a tendência a médio prazo é a CCE desaparecer, enquanto a Lenovo capitaliza em cima do que realmente lhe interessa: a invejável rede de distribuição da CCE. Mas é claro que os executivos da Lenovo podem ter outros planos e outras prioridades.

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Também estou sabendo dessa história da lenovo/cce,meu tio comprou no note cce é com pouco mais de um ano de uso o teclado já não funciona mais.

 

Mas é como o amigo falou ali, '' É como se a Sony comprasse, digamos, a Britânia e de repente todo mundo começasse a torcer o nariz para o PlayStation e as TVs Bravia, desenvolvidos do outro lado do mundo, no Japão - isso não teria o menor cabimento. Muito pelo contrário, a qualidade da CCE (supondo que a Lenovo mantenha a marca) é que vai subir, e muito.''


Também estou sabendo dessa história da lenovo/cce,meu tio comprou no note cce é com pouco mais de um ano de uso o teclado já não funciona mais.

 

Mas é como o amigo falou ali, '' É como se a Sony comprasse, digamos, a Britânia e de repente todo mundo começasse a torcer o nariz para o PlayStation e as TVs Bravia, desenvolvidos do outro lado do mundo, no Japão - isso não teria o menor cabimento. Muito pelo contrário, a qualidade da CCE (supondo que a Lenovo mantenha a marca) é que vai subir, e muito.''


Sim eu vi,tanto o dell quanto o lenovo quando eu postei o link estava mais barato nesses links postados.

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Bastaria pesquisar para ver que a linha G400 é vendida no mundo todo, e que mesmo no Primeiro Mundo há mercado e necessidade para linhas de entrada, o que significa menos recursos, mas não necessariamente qualidade inferior. Ou alguém acha que o modelo mais básico e barato de mouse da Logitech é vagabundo? Também tem acabamento perfeito, funciona supermacio, é ergonômico e dura anos a fio.

 

[...]

 
Bom entendo seu conhecimento do assunto e respeito. Também não acho provável que a Lenovo faça isso, mas eu sou do tipo que não duvida de nada que as empresas podem fazer para ter lucros.
 
Se o note é vendido no mundo todo, excelente!!! fico mais tranquilo. Ele é feito no Brasil, mas deve usar o mesmo projeto do vendido lá fora.
 

Não é bem assim. Os servidores eram lucrativos e a linha AS/400, em especial, foi um sucesso estrondoso, mas ainda assim, os servidores eram e ainda são uma fração muito pequena da receita da IBM.

 

[...]

 

 

você já viu a lista de software que a IBM tem? É coisa assustadora... eu não tinha noção até começar a trabalhar com eles há uns 4 anos atrás no mundo corporativo (os servidores de onde trabalhava eram todos da IBM). A IBM investiu muito comprando várias empresas de software para agregar ao seu portfólio.

 

Novidades sobre o note:

 

Chegou hoje!! :D

 

Até agora só alegria. Teclado muito bom de digitar (um pouquinho barulhento), bateria durando mais de 4 horas em uso normal com brilho no máximo e trabalhando no office / internet, máquina bem rápida, peso e tamanho bons (há notes menores e mais leves, porém mais caros).

 

O único contra até agora é que o note esquenta um pouco na parte do touchpad e dos lados dele, bem onde a mão fica encostada para digitar.

 

Depois vou procurar um modelo de review pra fazer um desse meu, uma excelente opção de notebook!

 

EDIT: O audio: um capitulo a parte... acho q só se compara aos Sony que já ouvi que custavam uns 1000 dólares lá nos EUA. Qualidade excelente e muito alto também. Nota 1000 pra Lenovo nesse quesito, ainda mais se tratando de um note de entrada.

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  • Membro VIP

@LiveTheMusic ai sim ein! hahahaha olha cara, tem alguns videos no youtube ensinando a fazer a troca do processador de notebooks, dá uma pesquisada lá que você vai encontrar, inclusive ensinando a troca da pasta térmica, limpeza de coolers, limpeza geral e várias outras coisas

 

o meu notebook da samsung é guerreiro! antes sofria com quedas em frames por causa da temperatura, quando vi um vídeo ensinando como limpar, fiz a limpeza e ele ficou um filezinho, sem problema nenhum, o modelo do meu note é um RF411!!

 

o seu note da assinatura (HP Pavillion dv6-3080br) não conheço muito bem, mas com certeza tem vídeos no youtube sobre como trocar o processador dele, que é um Phenom II Quad Core P920, dá uma pesquisada que tu acha irmão!

 

Abraço!

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  • 2 semanas depois...

Para quem ainda desconfia da Lenovo como um "fabricante desconhecido", além de ter a tecnologia de PCs da IBM, agora há mais duas novidades. A Lenovo está numa estratégia agressiva de expansão em nível mundial e acaba de fazer mais duas comprinhas: semana passada comprou a divisão de servidores da IBM, mais ou menos nos mesmos moldes da aquisição da linha de PCs anos atrás - ou seja, quem comprar um servidor IBM a partir de agora, vai ser da Lenovo - e acaba de comprar nada menos que a Motorola Mobility do Google. Então, quem comprar um celular Motorola daqui para a frente, vai ser um celular Lenovo, na verdade.

A Lenovo pagou 2,3 bilhões de dólares pelo negócio de servidores da IBM e 2,91 bilhões pela Motorola Mobility. Pagou 5,21 bilhões de dólares só por essas duas aquisições em apenas uma semana. Isso é o equivalente a 50 vezes a premiação da Mega-Sena da Virada, a do Ano Novo e a maior do ano, e mais de 300 vezes a premiação de uma Mega-Sena acumulada comum do meio do ano.

Empresinha fuleira essa, não? ;)

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