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Rafael Coelho

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  1. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste da placa de vídeo ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition "Testamos a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition, placa de vídeo do segmento intermediário superior voltada para quem quer jogar em Full HD e alta taxa de quadros, ou mesmo em resoluções mais altas. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  2. Depois do lançamento da GeForce RTX 2070 SUPER pela NVIDIA, começaram a aparecer modelos com projeto diferente do modelo de referência (chamado atualmente de Founders Edition). A ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition (código ROG-STRIX-RTX2070S-A8G-GAMING) é um desses modelos. A GeForce RTX 2070 SUPER é basicamente um modelo melhorado da GeForce RTX 2070, se aproximando muito da RTX 2080, tendo 8 GiB de memória GDDR6 rodando a 14 GHz e acessada a 256 bits. Ela é baseada no chip TU104 (o mesmo utilizado na GeForce RTX 2080), com 2.560 núcleos de processamento ativos (enquanto a RTX 2070 tem 2.304 núcleos), 40 SMs, 40 núcleos RT e 320 núcleos Tensor. O clock base da GeForce RTX 2070 SUPER de referência traz clock base de 1.605 MHz e clock turbo de 1.770 MHz. A ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition usa o mesmo clock base, mas o clock turbo é de 1.800 MHz, o que significa que é apenas 1,7% superior ao da versão Founders Edition. A configuração de memória é a mesma do modelo FE, 8 GiB de memória GDDR6 rodando a 14 GHz, com interface de 256 bits, resultando em uma largura de banda de 448 GB/s. O TDP da GeForce RTX 2070 SUPER é de 215 W, e ela suporta arranjos SLI. A Figura 1 mostra a caixa da ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition. Figura 1: a caixa da ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition Você confere a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition na Figura 2. Ela usa um enorme cooler com três ventoinhas. Note que as ventoinhas têm uma moldura em torno das pás, o que segundo a fabricante proporciona um fluxo de ar mais direto para os dissipadores. Figura 2: a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition Atualmente, não há concorrente direta para a GeForce RTX 2070 SUPER, já que a AMD não oferece qualquer placa na mesma faixa de preço. Assim, vamos comparar a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition com o seu modelo de referência (Founders Edition). Na tabela abaixo, comparamos as principais especificações das placas de vídeo incluídas neste teste. Os preços foram pesquisados na Newegg.com no dia da publicação do teste. Placa de vídeo Clock dos núcleos Clock turbo Clock da memória (efetivo) Interface de memória Taxa de transferência da memória Memória Núcleos de processamento TDP DirectX Preço ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition 1.605 MHz 1.800 MHz 14,0 GHz 256 bits 448 GB/s 8 GiB GDDR6 2.560 215 W 12.1 US$ 585 GeForce RTX 2070 SUPER Founders Edition 1.605 MHz 1.770 MHz 14,0 GHz 256 bits 448 GB/s 8 GiB GDDR6 2.560 215 W 12.1 US$ 500 Você pode comparar as especificações destas placas de vídeo com outras através dos nossos tutoriais “Tabela comparativa dos chips Radeon da AMD (desktop)” e “Tabela comparativa dos chips GeForce da NVIDIA (desktop)”. Agora vamos dar uma olhada mais de perto na placa de vídeo testada. A ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition tem 300 mm de comprimento e ocupa três slots. Ela usa três ventoinhas de 90 mm. Na Figura 3 podemos ver os conectores de vídeo da placa, sendo dois conectores DisplayPort 1.4, dois conectores HDMI 2.0b e um conector USB tipo C. Figura 3: conectores de vídeo Na Figura 4 vemos a parte de cima da placa. Os logotipos acendem com LEDs RGB. Podemos ver também os dois conectores de alimentação PCI Express de oito pinos. Figura 4: vista de cima Na Figura 5 vemos a extremidade da placa de vídeo, que é aberta. Aqui podemos ver um conector RGB de quatro pinos, para controlar ventoinhas ou fitas de LED para que acendam com a mesma cor da iluminação da placa de vídeo, e dois conectores de quatro pinos para controlar ventoinhas de gabinete pela placa de vídeo. Figura 5: extremidade Na Figura 6 podemos ver o conector NVVLink, que serve para conectar duas placas de vídeo em SLI, bem como um botão que serve para ligar ou desligar a iluminação da placa. Figura 6: conector SLI e botão dos LEDs Já na Figura 7 vemos uma pequena chave que seleciona entre as duas BIOS da placa de vídeo. Por padrão, há uma BIOS "normal" e outra que limita as ventoinhas para um funcionamento mais silencioso. Figura 7: chave seletora de BIOS Na traseira da placa de vídeo, vemos uma placa protetora de metal. Figura 8: placa protetora A Figura 9 mostra o lado da solda da placa analisada, depois de removida a tampa protetora. Figura 9: placa protetora removida A Figura 10 mostra o enorme cooler principal removido. Este cooler tem seis heatpipes e também fica em contato com os transistores do circuito regulador de tensão. Note que há uma moldura metálica por baixo do cooler. Figura 10: cooler removido Removendo a moldura metálica, que fica em contato com os chips de memória, podemos ver a placa de circuito impresso. Figura 11: moldura removida A Figura 12 nos dá uma visão geral da placa de circuito impresso. Note que há oito chips de memória. Figura 12: visão geral Na Figura 10 podemos ver o chip NVIDIA TU104. Figura 13: chip TU106 Na Figura 14 vemos um dos chips de memória Micron MT61K256M32JE-14 (D9WCW), que tem velocidade máxima nominal de 14 GHz. Assim, esta memória já está trabalhando em sua velocidade máxima. Este é o mesmo chip de memória encontrado em várias placas de vídeo recentes, como a GeForce RTX 2080, a GeForce RTX 2080 Ti e a GeForce RTX 2060 SUPER FE. Figura 14: chip de memória O circuito regulador de tensão tem 10+2 fases, como podemos ver na Figura 15. Figura 15: regulador de tensão As principais características da ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition incluem: Chip gráfico: NVIDIA GeForce RTX 2070 SUPER (TU104) Memória: 8 GiB GDDR6 Conexão: PCI Express 3.0 x16 Conectores de vídeo: dois DisplayPort, dois HDMI, um USB tipo C Consumo de energia: 215 W Fonte de alimentação recomendada: 650 W Cabos e adaptadores que vêm com a placa: nenhum Número de CDs/DVDs que acompanham a placa: um Jogos e programas incluídos: drivers da placa Mais informações: https://www.asus.com/ Preço sugerido nos EUA: US$ 585,00 Preço médio no Brasil: R$ 3.200,00 Durante nossas sessões de teste, usamos a configuração listada abaixo. Entre um teste e o outro, o único componente variável era a placa de vídeo sendo testada. Nos jogos, rodamos os testes em resolução Full HD (1920 x 1080) e 4K (3840 x 2160). Configuração de hardware Processador: Ryzen 9 3900X Placa-mãe: MSI MEG X570 GODLIKE Cooler do processador: PCYES NIX RGB 360 mm Memória: 32 GiB DDR4-3600 G.Skill Trident Z Royal, quatro módulos de 8 GiB configurados a 3.400 MHz Unidade de boot: Intel 905P de 960 GiB Gabinete: Thermaltalke Core P3 Monitor de vídeo: Samsung U28D590 Fonte de alimentação: EVGA 750 BQ Configuração de software Windows 10 Home 64-bit Versões dos drivers Driver de vídeo NVIDIA: 441.87 Software usado 3DMark Battlefield V Deus Ex: Mankind Divided F1 2018 GTA V Mad Max Red Dead Redemption 2 Shadow of the Tomb Raider The Witcher 3: Wild Hunt Margem de erro Adotamos uma margem de erro de 3%. Assim, diferenças abaixo de 3% não são consideradas significativas. Em outras palavras, produtos com diferenças de desempenho abaixo de 3% são considerados tendo desempenho semelhante. O 3DMark é um programa composto por vários testes que verificam o desempenho 3D do computador. Rodamos os testes Time Spy, Fire Strike Ultra e Sky Diver. O teste Time Spy mede o desempenho nativo em DirectX 12, rodando testes na resolução de 2560 x 1440. Neste teste, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. O teste Fire Strike Ultra mede o desempenho em DirectX 11 e é voltado a computadores “gamer” de alto desempenho. Ele roda na resolução 4K. Neste teste, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Já o teste 3DMark Sky Diver é voltado a computadores intermediários com simulações DirecX 11. Ele roda em 1920 x 1080. Neste teste, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Battlefield V Battlefield V é o mais recente título da série de jogos de tiro em primeira pessoa da EA, lançado em novembro de 2018, que utiliza o motor Frostbite 3, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho jogando a fase "Nordlys", com opções gráficas em “alta”. Medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Os resultados abaixo, em Full HD e 4K, estão em quadros por segundo. No Battlefield V em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition foi 4% mais rápida do que a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Deus Ex: Mankind Divided Deus Ex: Mankind Divided é um RPG de ação e elementos de FPS, lançado em Agosto de 2016, que utiliza o motor Dawn, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, com DirectX 12 ativado, opções gráficas em “alto”, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner. Os resultados abaixo, em Full HD e 4K, estão em quadros por segundo. No Deus Ex: Mankind Divided em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. F1 2018 F1 2018 é um jogo de corrida de carros lançado em agosto de 2018, que utiliza o motor EGO 4.0. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, com opções gráficas em “alta” e suavização TAA. Medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner. Os resultados abaixo, em Full HD e 4K, estão em quadros por segundo. No F1 2018 em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Grand Theft Auto V O Grand Theft Auto V, ou simplesmente GTA V, é um jogo de ação em mundo aberto lançado para PC em abril de 2015, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, sempre no mesmo ponto (parte em que a câmera acompanha o voo do avião). Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada como “muito alta” e MSAA em 2x. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No GTA V, em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition obteve o mesmo desempenho da GeForce RTX 2070 SUPER FE. Mad Max O Mad Max é um jogo de ação em mundo aberto lançado em setembro de 2015, utilizando o motor Avalanche. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos a introdução do mesmo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Rodamos o jogo com a qualidade gráfica em “muito alta”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Mad Max, em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Red Dead Redemption 2 O Red Dead Redemption 2 é um jogo de ação e aventura lançado para PC em novembro de 2019, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner na última cena do teste. Rodamos o jogo em resolução Full HD e 4K, com a qualidade de imagem configurada na primeira opção de "priorizar qualidade". Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No Red Dead Redemption 2, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Em 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition também ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Shadow of the Tomb Raider O Shadow of the Tomb Raider é um jogo de aventura e ação lançado em setembro de 2018, baseado em uma nova versão do motor Foundation. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos o teste de desempenho embutido no mesmo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência, com DirectX 12 habilitado, qualidade gráfica “alta” e TAA habilitado. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Rise of the Tomb Raider, em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. The Witcher 3: Wild Hunt O The Witcher 3: Wild Hunt é um RPG em mundo aberto, lançado em maio de 2015 e baseado no motor REDengine 3. Para medir o desempenho usando este jogo, ficamos andando pelo primeiro cenário do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada em “ultra”. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. Neste jogo, em Full HD, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition ficou empatada com a GeForce RTX 2070 SUPER FE. Em nossos testes, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition obteve desempenho similar ao do modelo de referência a NVIDIA (Founders Edition), como era de se esperar por conta de seus clocks similares. A maior vantagem do modelo da ASUS é o seu enorme sistema de refrigeração, que faz com que ela seja muito fria e silenciosa, mantendo-se praticamente inaudível mesmo quando exigida. A plena carga, medimos um ruído de apenas 41 dBA, e a temperatura do chip chegou no máximo a 60 graus Celsius (com temperatura ambiente de 21 graus Celsius). Durante os testes, o clock máximo chegou a 1.935 MHz, mantendo-se em torno dos 1.900 MHz o tempo todo. Nossos testes mostram que a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition tem desempenho de sobra para rodar qualquer jogo em resolução Full HD em altas taxas de quadros, alcançando mais de 144 fps na maioria dos títulos. Além disso, ela também segura alguns jogos em resolução 4K e taxas de quadros em torno de 60 fps, embora nos mais exigentes você vá precisar baixar um pouco as opções gráficas. Por extrapolação, ela com certeza é uma ótima opção para jogar em resolução de 1440p. O ponto negativo desta placa é o seu preço: ela é substancialmente mais cara do que o modelo de referência e que os modelos mais baratos baseados no mesmo chip, e o seu desempenho não é mais alto do que o dos modelos mais baratos. Assim, se você procura uma placa de vídeo do segmento intermediário superior, para jogar em Full HD com alta taxa de quadros, 1440p ou mesmo em 4K em alguns casos, e está disposto a pagar mais caro por um projeto de refrigeração extremamente eficiente para que sua placa de vídeo funcione fria e silenciosa o tempo todo, a ASUS ROG Strix GeForce RTX 2070 SUPER Advanced edition é uma ótima escolha.
  3. No site da placa (link disponível na terceira página do artigo) tem o nome e a biografia do artista.
  4. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste da placa de vídeo PCYES GeForce GTX 1660 OC "Testamos a PCYES GeForce GTX 1660 OC, placa de vídeo com 6 GiB de memória e voltada a jogos em resolução Full HD. Vamos ver o que ela oferece." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  5. Depois do lançamento da GeForce GTX 1660 SUPER, a GeForce GTX 1660 manteve-se no mercado como uma opção mais em conta, focada em jogos exigentes rodando em Full HD. Ela faz parte da arquitetura Turing e utiliza o chip TU116, que é fabricado em processo de 12 nm e tem TDP, na GeForce GTX 1660, de 120 W. Na GeForce GTX 1660, o chip TU116, também utilizado na GeForce GTX 1660 Ti e na GTX 1660 SUPER, tem apenas 22 SMs ("Streaming Multiprocessors") habilitados, dos 24 disponíveis no chip. Seu acesso à memória é de 192 bits, utilizando memória GDDR5 rodando a 8 GHz (largura de banda de 192 GB/s), enquanto a GTX 1660 Ti usa memória GDDR6 rodando a 12 GHz (largura de banda de 288 GB/s) e a GeForce GTX 1660 SUPER utiliza memória GDDR6 rodando a 14 GHz (largura de banda de 336 GB/s). A GeForce GTX 1660 tem 1.408 núcleos, com clocks de referência de 1.530 MHz (clock base) e 1.785 MHz (clock Boost). No modelo da PCYES que testamos hoje, o clock base é de 1.530 MHz e o clock Boost é de 1830 MHz, o que significa um overclock de 2,5% sobre o clock Boost de referência. A placa tem três anos de garantia, sendo dois anos de garantia normal e mais um ano de garantia estendida, para a qual você deve cadastrar a placa no site do fabricante. Podemos ver a caixa da PCYES GeForce GTX 1660 OC na Figura 1. Figura 1: caixa da PCYES GeForce GTX 1660 OC Você confere a PCYES GeForce GTX 1660 OC na Figura 2. Figura 2: a PCYES GeForce GTX 1660 OC Utilizando os preços praticados nos EUA, a concorrente direta da GeForce GTX 1660 é a Radeon RX 5500 XT, desta forma, vamos comparar o modelo analisado com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6GB, com a ASUS ROG STRIX RX 5500XT e com a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G. Na tabela abaixo, comparamos as principais especificações das placas de vídeo incluídas neste comparativo. Os preços foram pesquisados no dia da publicação do teste. Placa de vídeo Clock dos núcleos Clock turbo Clock da memória (efetivo) Interface de memória Taxa de transferência da memória Memória Núcleos de processamento TDP DirectX Preço no Brasil PCYES GeForce GTX 1660 OC 1.530 MHz 1.830 MHz 8,0 GHz 192 bits 192 GB/s 6 GiB GDDR5 1.408 120 W 12.1 R$ 1.149 Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6GB 1.530 MHz 1.830 MHz 8,0 GHz 192 bits 192 GB/s 6 GiB GDDR5 1.408 120 W 12.1 R$ 1.040 ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT 1.737 MHz 1.845 MHz 14,0 GHz 128 bits 224 GB/s 8 GiB GDDR6 1.408 130 W 12.1 R$ 1.450 MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G 1.737 MHz 1.845 MHz 14,0 GHz 128 bits 224 GB/s 8 GiB GDDR6 1.408 130 W 12.1 R$ 1.400 Você pode comparar as especificações destas placas de vídeo com outras através dos nossos tutoriais “Tabela comparativa dos chips Radeon da AMD (desktop)” e “Tabela comparativa dos chips GeForce da NVIDIA (desktop)”. Agora vamos dar uma olhada mais de perto na placa de vídeo testada. A PCYES GeForce GTX 1660 OC tem 235 mm de comprimento e ocupa dois slots. Ela usa duas ventoinhas de 90 mm com rolamentos de esferas. Na Figura 3 podemos ver os conectores de vídeo da placa: um DisplayPort, um HDMI 2.0b e um DVI-D. Figura 3: conectores de vídeo Na Figura 4 vemos a parte de cima da placa. Aqui vemos o conector de alimentação PCI Express de oito pinos. O faixa em torno do logotipo GeForce GTX acende com LEDs brancos. Figura 4: vista de cima Na Figura 5 vemos a extremidade da placa de vídeo, que é parcialmente fechada. Figura 5: extremidade A Figura 6 mostra o lado da solda da placa analisada. Ela não tem placa protetora. Note que o cooler é bem mais comprido do que a placa de circuito impresso. Figura 6: lado da solda A Figura 7 mostra o a placa de vídeo com o dissipador de calor removido. Note que este dissipador fica em contato com o chip gráfico, com as memórias e com os transistores do circuito regulador de tensão. O cooler tem dois heatpipes. Figura 7: cooler removido Temos uma visão geral da placa na Figura 8. Note que há seis chips de memória GDDR5 em torno do chip gráfico, cada um conectado ao chip gráfico através de 32 linhas de dados, perfazendo os 192 bits existentes no barramento de memória. Figura 8: cooler removido Na Figura 9 podemos ver o chip TU116, fabricado em 12 nm. Figura 9: chip gráfico TU116 Na Figura 10 vemos um dos chips de memória GDDR5 Samsung K4G80325FC-HC25. O clock nominal deste chip é de 8 GHz, o que significa que ele já está trabalhando em sua velocidade máxima. Figura 10: chip de memória O circuito regulador de tensão, de três fases, é mostrado na Figura 11. Figura 11: circuito regulador de tensão As principais características da PCYES GeForce GTX 1660 OC incluem: Chip gráfico: GeForce GTX 1660 (TU116) Memória: 6 GiB GDDR5 Conexão: PCI Express 3.0 x16 Conectores de vídeo: um DisplayPort, um HDMI e um DVI-D Consumo de energia: 120 W Fonte de alimentação recomendada: 450 W Cabos e adaptadores que vêm com a placa: nenhum Número de CDs/DVDs que acompanham a placa: um Jogos e programas incluídos: nenhum Mais informações: https://www.pcyes.com.br/ Preço médio no Brasil: R$ 1.149,00 Durante nossas sessões de teste, usamos a configuração listada abaixo. Entre um teste e o outro, o único componente variável era a placa de vídeo sendo testada. Nos jogos, rodamos os testes em resolução Full HD (1920 x 1080). Configuração de hardware Processador: Ryzen 7 3700X Placa-mãe: Gigabyte B450 AORUS M Cooler do processador: AMD Wraith Prism Memória: 16 GiB DDR4-3200 Geil EVO X, dois módulos de 8 GiB configurados a 3.200 MHz Unidade de boot: Crucial P1 de 1.000 GiB Gabinete: Lian-Li PC-T60 Monitor de vídeo: Philips 236VL Fonte de alimentação: EVGA 750 BQ Configuração de software Windows 10 Home 64-bit Versões dos drivers Driver de vídeo NVIDIA: 442.19 Driver de vídeo AMD: 20.2.1 Software usado 3DMark Battlefield V Deus Ex: Mankind Divided F1 2018 GTA V Mad Max Red Dead Redemption 2 Shadow of the Tomb Raider The Witcher 3: Wild Hunt Margem de erro Adotamos uma margem de erro de 3%. Assim, diferenças abaixo de 3% não são consideradas significativas. Em outras palavras, produtos com diferenças de desempenho abaixo de 3% são considerados tendo desempenho semelhante. O 3DMark é um programa composto por vários testes que verificam o desempenho 3D do computador. Rodamos os testes Time Spy, Fire Strike Ultra e Sky Diver. O teste Time Spy mede o desempenho nativo em DirectX 12, rodando testes na resolução de 2560 x 1440. Neste teste, a PCYES GeForce GTX 1660 OC empatou com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G e foi 16% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. O teste Fire Strike mede o desempenho em DirectX 11 e é voltado a computadores “gamer” de alto desempenho, rodando na resolução Full HD. Neste teste, a PCYES GeForce GTX 1660 OC ficou empatada com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, foi 4% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e 5% mais rápida do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Já o teste 3DMark Sky Diver é voltado a computadores intermediários com simulações DirecX 11. Ele roda em 1920 x 1080. Neste teste, a PCYES GeForce GTX 1660 OC obteve desempenho semelhante ao da Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, sendo 6% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e 7% mais rápida do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Battlefield V Battlefield V é o mais recente título da série de jogos de tiro em primeira pessoa da EA, lançado em novembro de 2018, que utiliza o motor Frostbite 3, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho jogando a fase "Nordlys", com opções gráficas em “alta” e resolução Full HD. Medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo, usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Battlefield V, as quatro placas de vídeo obtiveram desempenho similar. Deus Ex: Mankind Divided Deus Ex: Mankind Divided é um RPG de ação e elementos de FPS, lançado em agosto de 2016, que utiliza o motor Dawn, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner, com DirectX 12 ativado e opções gráficas em “médio”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Deus Ex: Mankind Divided, também as quatro placas de vídeo obtiveram desempenho semelhante. F1 2018 F1 2018 é um jogo de corrida de carros lançado em agosto de 2018, que utiliza o motor EGO 4.0. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner, com opções gráficas em “alta” e suavização TAA. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No F1 2018, a PCYES GeForce GTX 1660 OC empatou com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, sendo 3% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e 4% mais rápida do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Grand Theft Auto V O Grand Theft Auto V, ou simplesmente GTA V, é um jogo de ação em mundo aberto lançado para PC em abril de 2015, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner sempre no mesmo ponto (parte em que a câmera acompanha o voo do avião). Rodamos o jogo em resolução Full HD, com a qualidade de imagem configurada como “muito alta” e MSAA em 2x. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No GTA V, a PCYES GeForce GTX 1660 OC foi 19% mais rápida do que a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, 14% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e 13% mais rápida do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Mad Max O Mad Max é um jogo de ação em mundo aberto lançado em setembro de 2015, utilizando o motor Avalanche. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos a introdução do mesmo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner. Rodamos o jogo na resolução Full HD, com a qualidade gráfica em “muito alto”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Mad Max, a PCYES GeForce GTX 1660 OC foi 4% mais rápida do que a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G e 10% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Red Dead Redemption 2 O Red Dead Redemption 2 é um jogo de ação e aventura lançado para PC em novembro de 2019, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner na última cena do teste. Rodamos o jogo em resolução Full HD, com a qualidade de imagem configurada na primeira opção de "priorizar qualidade". Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No Red Dead Redemption 2, a PCYES GeForce GTX 1660 OC obteve desempenho semelhante ao da Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, sendo 25% mais lenta do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e 22% mais lenta do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Shadow of the Tomb Raider O Shadow of the Tomb Raider é um jogo de aventura e ação lançado em setembro de 2018, baseado em uma nova versão do motor Foundation. Para medir o desempenho utilizando este jogo, medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner durante o teste de desempenho embutido no jogo, com DirectX 12 habilitado, qualidade gráfica “alta” e TAA habilitado. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Shadow of the Tomb Raider, a PCYES GeForce GTX 1660 OC ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, e foi 9% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. The Witcher 3: Wild Hunt O The Witcher 3: Wild Hunt é um RPG em mundo aberto, lançado em maio de 2015 e baseado no motor REDengine 3. Para medir o desempenho usando este jogo, ficamos andando a cavalo pelo primeiro cenário aberto do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner. Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada em “alta” e resolução Full HD. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. Neste jogo, a PCYES GeForce GTX 1660 OC empatou com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, sendo 14% mais rápida do que a MSI Radeon RX 5500 XT GAMING X 8G e do que a ASUS ROG STRIX Radeon RX 5500 XT. Nossos testes mostraram que a PCYES GeForce GTX 1660 OC obteve tem desempenho similar ao da Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, o que não é surpresa, já que ambas têm as mesmas especificações. Já em relação às concorrentes diretas, baseadas no chip Radeon RX 5500XT, ela é ligeiramente mais rápida (entre 4% e 14%) na maioria dos jogos, embora seja equivalente em alguns títulos e um pouco mais lenta em certos casos. Sobre o modelo testado da PCYES, trata-se de uma placa de construção simples e robusta, com bom desempenho térmico. Com uma temperatura ambiente de 22 graus Celsius, o chip gráfico não passou de 67 graus Celsius, e o ruído das ventoinhas atingiu um patamar máximo de 50 dB, o que é razoavelmente silencioso. Só sentimos falta de a placa desligar as ventoinhas quando não está sendo exigida, o que é uma tendência atualmente. Durante as sessões de jogo, o clock dos núcleos ficou oscilando em torno de 1.965 MHz, chegando a um máximo de 1.995 MHz. Assim, a PCYES GeForce GTX 1660 OC mostrou-se uma placa de vídeo eficiente em temperatura e consumo. Se você encontrá-la por um valor similar ao de outros modelos baseados no mesmo chip, é uma boa opção para quem quer rodar os jogos atuais em resolução Full HD com taxas de quadros acima de 60 fps, sem gastar muito.
  6. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do smartphone ASUS ROG Phone II "Testamos o ASUS ROG Phone II, smartphone voltado para jogos, com processador Snapdragon 855+, 12 GiB de RAM, 512 GiB de armazenamento e tela AMOLED de 120 Hz. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware http://www.clubedohardware.com.br
  7. Testamos o ROG Phone II, segunda geração do smartphone voltado para jogos da ASUS. Ele utiliza processador de alto desempenho, tem tela de 6,59 polegadas de 120 Hz e tempo de resposta de 1 ms, bateria de alta capacidade e diversos recursos para jogos. Vamos analisá-lo a fundo. Jogar no smartphone é uma realidade cada vez mais comum, e muitos jogos para dispositivos móveis estão bastante avançados, bem diferentes do tradicional joguinho da cobra ("Snake") de alguns anos atrás. Assim, era só uma questão de tempo que surgissem smartphones voltados para jogos, com foco no desempenho, qualidade da tela e de som, além de recursos extras. O ASUS ROG Phone II traz muitos recursos, a começar pelo seu hardware. Ele está disponível no Brasil em duas versões, o ROG Phone II (ZS660KL-1A038BR) e o ROG Phone II Ultimate (ZS660KL-1A037BR), que foi o modelo que testamos. O modelo "básico" tem 8 GiB de RAM e 128 GiB de armazenamento e custa R$ 4.500, enquanto o modelo Ultimate tem incríveis 12 GiB de RAM e 512 GiB de armazenamento, custando também incríveis R$ 6.300. As demais características são iguais nos dois modelos, como o processador Snapdragon 855+, a tela AMOLED com resolução Full HD+ (2340 x 1080) e taxa de atualização de 120 Hz, e a bateria com capacidade de 6.000 mAh. O modelo mais simples vem com o adaptador de energia de 18 W, enquanto o modelo mais caro traz um carregador de 30 W. Ambos estão disponíveis apenas na cor preta. A Figura 1 mostra a caixa do ROG Phone II, que tem o formato de uma torre hexagonal. Figura 1: embalagem Dentro da embalagem, além do smartphone, encontramos o carregador HyperCharge de 30 W, um cabo USB tipo C, ferramenta para abrir o compartimento dos cartões SIM, manual do usuário, o "aero case" (capinha vazada em plástico) e o "AeroActive cooler II", um cooler com ventoinha para auxiliar na dissipação do calor durante as sessões de jogo. O carregador se destaca por trazer uma porta USB tipo C nas duas pontas (em vez da habitual tipo A em uma das extremidades), o que é muito prático. O exemplar que recebemos veio sem fones de ouvido. Figura 2: acessórios A Figura 3 revela a frente do ROG Phone II. A tela de 6,59 com polegadas e proteção Gorilla Glass 6 tem bordas maiores do que as vistas recentemente em smartphones topo de linha, o que é proposital para melhorar a "pegada" do smartphone para jogar, visto que bordas finas demais poderiam gerar toques acidentais na tela. Também podemos ver os dois alto-falantes, que proporcionam som estéreo. O sensor de impressões digitais fica sob a tela. Figura 3: o ROG Phone II Por conta das bordas não muito finas, a câmera frontal fica fora da tela, ao lado do alto-falante superior. A posição da câmera é pensada para que você possa transmitir a imagem do seu rosto enquanto joga. Figura 4: câmera frontal A Figura 5 mostra a traseira do aparelho, que é de vidro. Aqui podemos ver as câmeras traseiras, o flash LED e o sensor de foco, além de uma saída de refrigeração. Há linhas que refletem diferentes cores e, ao centro, o logotipo da ASUS ROG, que é iluminado por LEDs RGB. Figura 5: traseira Na Figura 6 vemos a parte superior do ROG Phone II, onde encontramos apenas o orifício do microfone auxiliar. Figura 6: parte de cima Na parte inferior estão localizados o conector USB tipo C para transferência de dados e carga da bateria, o conector de 3,5 mm para fones de ouvido e dois microfones. Figura 7: lado de baixo Na lateral direita é possível ver o botão liga/desliga e os botões de ajuste de volume, além de mais um microfone auxiliar. Assim, o ROG Phone II tem um total de quatro microfones, para evitar que você cubra as entradas de som com as mãos ao jogar. Figura 8: lateral direita Já na lateral esquerda, temos um conector proprietário formado por dois conectores USB tipo C, para os diversos acessórios que a ASUS oferece para o smartphone. Você pode utilizar o conector da esquerda para ligar o carregador, enquanto estiver jogando. Estes conectores vêm cobertos por uma tampa de borracha, e o aparelho vem com mais duas dessas tampas, para o case de você perdê-la. Também vemos o compartimento para os chips nano-SIM. Figura 9: lateral direita A Figura 10 mostra o slot para os dois chips nano-SIM. O ROG Phone II não suporta cartões de memória. Figura 10: compartimento para chips SIM Já na Figura 11, vemos o detalhe das câmeras. A principal tem sensor de 48 MP (gerando por padrão fotos de 12 MP), abertura f/1,79 e campo de visão de 79 graus. Ao lado fica a câmera ultra grande angular, de 13 MP, abertura f/2,4 e campo de visão de 125 graus. Também vemos o flash LED e o sensor laser para foco auxiliar. Ao lado direito, vemos uma abertura que faz parte do sistema de resfriamento do smartphone, que utiliza internamente um dissipador com câmara de vapor. Figura 11: câmeras traseiras Na Figura 12 vemos o ROG Phone II com o protetor "Aero case" instalado. Esta "capinha", que parece um exoesqueleto, é de plástico duro e protege principalmente os cantos do smartphone. Figura 12: Aero case instalado A Figura 13 mostra o acessório "AeroActive Cooler II", que acompanha o modelo Extreme, instalado. Trata-se de um cooler ativo (com ventoinha) que é ligado ao conector lateral e ajuda a manter o smartphone mais frio durante sessões de jogo mais longas. Além disso, ele traz um conector de alimentação e um um conector extra para fone de ouvido, que fica numa posição mais interessante para utilizar o fone de ouvido enquanto você joga segurando o smartphone na horizontal com ambas as mãos. Figura 13: cooler ativo instalado Outro recurso muito interessante do ROG Phone II são os "air triggers", duas áreas sensíveis ao toque próximas aos cantos do aparelho. Você pode programar a função destes sensores, que reconhecem toque ou deslizamento, com diferentes níveis de pressão, individualmente para cada jogo, definindo onde eles vão atuar na tela, normalmente sendo utilizados para acelerar (em jogos de corrida) ou atirar (em jogos de tiro). Na Figura 14 vemos o detalhe do "air trigger" do lado direito. Figura 14: air trigger O ROG Phone II usa o processador Qualcomm Snapdragon 855+, que tem oito núcleos Kryo 485 rodando com clock máximo de 2,96 GHz. O motor gráfico é o Adreno 640. Este processador tem clock destravado, tanto nos núcleos quanto no motor gráfico. O modelo testado tem 12 GiB de RAM e 512 GiB de armazenamento, enquanto há outro modelo que tem "apenas" 8 GiB de RAM e 128 GiB de armazenamento. Em termos de design, fica claro que o foco aqui é em desempenho e jogabilidade, e não conforto e portabilidade. Trata-se de um smartphone grande e pesado, que mede 170,99 mm de comprimento, 77,6 mm de largura e 9,48 mm de espessura, e pesa 240 g. Assim, ele pode não caber dentro de um bolso de calça ou de uma bolsa pequena. Seu aspecto geral tem uma aparência arrojada e agressiva, mas com um conjunto harmonioso e com excelente acabamento. A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução Full HD+ (2340 x 1080) e densidade de pontos de 391 ppp. A tela é de excelente qualidade, oferecendo imagens claras e cores vivas, com visualização perfeita de qualquer ângulo. A resolução Full HD+ é suficiente, mas para este tamanho de tela, poderia ser interessante uma resolução Quad HD, embora isso fosse gerar um impacto negativo no desempenho dos jogos. Além da ótima qualidade de imagem, a tela destaca-se pela taxa de atualização de 120 Hz com tempo de resposta de 1 ms. A latência de resposta ao toque é de 49 ms, o que segundo a ASUS é bem abaixo dos demais smartphones do mercado. A qualidade de som é um dos pontos altos do aparelho, sendo o smartphone com melhor áudio que já vimos. Os dois alto-falantes com amplificadores dedicados fornecem um som estéreo real quando você segura o aparelho na horizontal, e suportam o padrão DTS:X, que simula um som multidimensional e rivaliza com o Dolby Atmos. O aparelho suporta dois chips nano-SIM e redes 4G LTE. Ele suporta Wi-Fi padrão 802.11ad com banda dupla. O ASUS ROG Phone II vem com Android 9 e, até o momento em que testamos, não havia disponibilidade de atualização para o Android 10. A interface de usuário é a chamada ROG UI, bastante semelhante à Zen UI vista nos demais aparelhos da ASUS, mas com algumas personalizações. Outro destaque do aparelho são os recursos ROG Armoury Crate e ROG Game Genie. O ROG Armoury Crate é uma biblioteca de jogos, que centraliza todos os jogos instalados e permite que você defina diferentes opções para cada título, como bloqueio de notificações, taxa de atualização e brilho da tela, a até mesmo overclock no motor gráfico. Já o ROG Game Genie é uma barra de ferramentas que você pode ativar durante os jogos para configurar o smartphone, exibir informações (temperatura, taxa de quadros, clock, etc) e personalizar os Air Triggers, dentre outras funções. Por falar em Air Triggers, estes dois sensores ultrassônicos localizados nas bordas do smartphone são pensados para serem utilizados com os dedos indicadores das duas mãos quando você segura o smartphone na horizontal. Você pode configurar o aparelho para que, ao tocar neles, um determinado ponto na tela (por exemplo, o botão de atirar) seja pressionado virtualmente. Os Air Triggers são sensíveis à pressão e ainda podem ser utilizados como um comando deslizante para, por exemplo, andar ou correr em um jogo do tipo tiro em primeira pessoa. Sua latência é mais baixa do que um toque na tela (20 ms) e eles oferecem resposta tátil por meio de vibração configurável. Testamos em alguns jogos e o uso dos Air Triggers realmente mostrou-se bastante interessante, facilitando muito a entrada de comandos. Fora esses recursos de otimização de jogos, o modelo vem com poucos aplicativos pré-instalados, resumindo-se praticamente aos básicos do Google. A Figura 15 mostra a tela inicial quando você liga o smartphone pela primeira vez. Figura 15: tela principal Na Figura 16 vemos os poucos aplicativos pré-instalados. Você pode instalar novos aplicativos utilizando a loja Google Play. Figura 16: lista de aplicativos Podemos ver a tela da biblioteca de jogos do ROG Armoury Crate na Figura 17. Figura 17: ROG Armoury Crate Outro destaque do ROG Phone II é a sua bateria de 6000 mAh. Testamos a duração da bateria com o aplicativo PCMark, que indicou uma duração de 10 h e 48 min com atividade variada. Esta é uma ótima marca se levarmos em conta o seu chip de alto desempenho. Com uso moderado, com poucas horas de jogo, ele aguenta perfeitamente dois dias de uso sem recarregar. O carregador do modelo testado também é digno de nota. Trata-se de um carregador de 30 W que dá conta de carregar a enorme bateria do ROG Phone II rapidamente. Em nossos testes, partindo da bateria com 1% de carga, após 15 minutos, a bateria já estava com 20% de carga. Em uma hora de carga, a bateria já tinha chegado a 75% e a carga total finalizou em cerca de 1h e 40 minutos. Outro detalhe interessante é que o ROG Phone II pode ser utilizando para carregar outro dispositivo: basta conectar outro smartphone em sua porta de carregamento, para que ele funcione como um "power bank". Sendo um smartphone voltado a jogos, as câmeras do ROG Phone II não são o destaque do aparelho, mas também não decepcionam. São três câmeras, duas na traseira e uma frontal. A câmera principal tem sensor Sony IMX586 de 48 MP com abertura f/1,79, utilizando quatro pontos do sensor para gerar cada ponto da foto, de forma a gerar fotos de 12 MP. Este recurso permite um melhor processamento da imagem e é usado em alguns outros modelos de diferentes marcas. As fotos tiradas por esta câmera são de boa qualidade, principalmente em condições ideais. As fotos com baixa iluminação sofrem um pouco, perdendo qualidade. A câmera oferece modos especiais, como retrato (que simula um desfoque do fundo), modo noturno, panorama, lapso de tempo e câmera lenta. Ela permite tirar fotos com a resolução total do sensor, que ganha em resolução mas perde em qualidade, gerando fotos mais escuras. Além da câmera principal, há uma segunda câmera traseira grande angular ("ultra wide"), com ângulo de abertura de 125 graus, com resolução de 13 MP e abertura f/2,4. Esta é uma opção válida quando você realmente precisa enquadrar um objeto muito grande, mas qualidade desta câmera é inferior à da câmera principal. De qualquer forma, já vimos vários aparelhos onde a câmera grande angular é muito ruim, como o Samsung Galaxy A30 e o ZenFone 4, o que não é o caso aqui, onde ela é razoável, pelo menos com boa iluminação. A câmera frontal sensor de 24 MP e lentes com abertura f/2,2, também utilizando quatro pixels do sensor para cada pixel da foto. gerando imagens de 6 MP. Você pode optar por fotos de 24 MP, porém com menor qualidade geral. Esta câmera é razoável e tem como objetivo principal a transmissão de vídeos. A câmera principal filma em resolução até 4K, com 60 fps. Já a câmera grande angular filma em 4K, mas apenas a 30 fps, ou em Full HD a 60 fps. A câmera frontal não filma em 4K, suportando apenas Full HD a 60 fps. As três câmeras suportam estabilização eletrônica de vídeo. Você pode verificar a qualidade das fotos tiradas com o smartphone, sem edição, clicando nos seguintes links: Foto 1 (normal), Foto 2 (grande angular), Foto 3 (normal), Foto 4 (grande angular), Foto 5 (48 MP), Foto 6 (normal), Foto 7 (grande angular). Para verificarmos o desempenho do ROG Phone II, rodamos alguns apps de teste de desempenho: o teste Work 2.0 do PCMark, que simula o uso do aparelho em atividades reais, o teste Sling Shot Extreme do 3DMark, que mede o desempenho em gráficos 3D, e o AnTuTu 8.2.4, que faz vários diferentes testes incluindo processamento, gráficos 3D, velocidade da memória e do armazenamento, combinando-os em uma pontuação final. Comparamos o desempenho do ROG Phone II com o do Samsung Galaxy S9, que é o smartphone mais topo de linha que temos à disposição no momento. Mesmo tratando-se de um aparelho lançado há mais de um ano, o Galaxy S9 ainda é uma referência em desempenho, utilizando o chip Snapdragon 845, antecessor do Snapdragon 855+ utilizado no ROG Phone II. No teste Work 2.0 do PCMark, o ROG Phone II foi 67% mais rápido do que o Galaxy S9. Já no teste Sling Shot Extreme do 3DMark, o ROG Phone II foi 35% mais rápido do que o Galaxy S9. Já no AnTuTu 8.2.2, o ROG Phone II foi 65% mais rápido do que o Galaxy S9. As principais especificações do ASUS ROG Phone II incluem: Dimensões: 170,99 mm x 77,6 mm x 9,48 mm Peso: 240 gramas Tela: 6,59”, 2340 x 1080, AMOLED Sistema operacional: Android 9 Processador: Qualcomm Snapdragon 855+, oito núcleos Kryo 485 a até 2,96 GHz Motor gráfico: Adreno 640, incorporada ao processador RAM: 12 GiB Armazenamento: 512 GiB Leitor de cartão de memória: não GPS: sim Rádio FM: sim Sensores: acelerômetro, giroscópio, proximidade, bússola e leitor de impressões digitais (sob a tela) Suporte a SIM: dois nano-SIM Redes: GSM 850/900/1800/1900 MHz, WCDMA bandas 850/900/1900/2100 MHz, LTE bandas 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 12, 13, 17, 18, 19, 20, 28, 29, 32, 34, 38, 39, 40, 41 e 46 Wi-Fi: IEEE 802.11ad NFC: sim Bluetooth: sim, 5.0 Câmera traseira: 48 MP, f/1,79 + 13 MP f/2,4 Câmera frontal: 24 MP, f/2,2 Flash: sim, traseiro Tempo de bateria: 10:48 h (medido) Bateria: 3,7 V, 6000 mAh Li Ion, não removível Mais informações: https://www.asus.com/ Preço no Brasil: R$ 6.300,00 O ASUS ROG Phone II acerta naquilo que se propõe: ser um smartphone poderoso para jogar, com vários recursos que ajudam a tornar mais confortável ficar jogando no celular por um longo tempo. Seus maiores destaques são a sua ótima tela, seu excelente som, sua bateria de alta capacidade e, claro, o seu chip poderoso. Os botões virtuais "Air Triggers" ajudam bastante a ergonomia do jogo, e a grande capacidade de personalização do ambiente de jogo faz com que você consiga configurar o aparelho para extrair o melhor de cada título. Porém, se você é adepto dos smartphones compactos, leves e finos, esqueça o ROG Phone II. O mesmo design que o torna excelente para segurar com as duas mãos para jogar o faz volumoso demais para colocar no bolso dianteiro de uma calça jeans ou para caber em uma bolsa pequena. Não adiantaria nada ter um hardware tão poderoso e ficar limitado a jogar por pouco tempo antes de ter de procurar uma tomada, e nesse quesito o ROG Phone II não decepciona, oferecendo uma bateria suficiente para segurar toda essa potência. E o carregador de 30 W do modelo Extreme, versão que testamos, "enche o tanque" em pouco tempo. Uma pena que o modelo mais barato (ou melhor dizendo, menos caro) não traz esse mesmo carregador; naquele modelo, a carga da bateria provavelmente é bastante demorada. As câmeras cumprem seu papel, entregando fotos compatíveis com as de um aparelho intermediário superior, mas não chegando ao nível das câmeras encontradas nos aparelhos topo de linha. O cooler ativo que vem com a versão testada é bem bacana mas, na verdade, não chega a ser necessário. Mesmo sem o uso do acessório, durante os jogos o aparelho fica morno, mas não quente demais a ponto de incomodar. Segundo o sensor do Game Genie, a temperatura em uma sessão de jogo chegou a no máximo 38 graus celsius, em um dia quente com temperatura ambiente de cerca de 25 graus celsius. O grande ponto negativo do ASUS ROG Phone II é, sem dúvida, o seu preço, que já é alto no modelo com 8 GiB de RAM e 128 GiB de armazenamento, mas que é ainda mais alto no modelo Extreme. Com isso, o ROG Phone II é um excelente smartphone para jogar, mas infelizmente é um aparelho para poucos. A ASUS ainda oferece vários acessórios para o ROG Phone II, como uma segunda tela, um suporte com controles físicos que o deixa parecido com o Nintendo Switch, uma interface para espelhar a tela do smartphone em uma TV ou monitor, dentre outros. Pontos fortes Excelente desempenho em jogos Tela grande e de alta qualidade Qualidade de som incrível Ótima "pegada" para jogar Botões programáveis nas bordas do smartphone Ótimos recursos de software para otimizar os jogos Não tem orifícios ou chanfros na tela Filma em 4K a 60 fps com a câmera principal Tem sensor de impressões digitais sob a tela Boa duração de bateria Pontos fracos Muito caro, principalmente na versão testada Grande e pesado Não suporta cartão microSD Não filma em 4K com a câmera frontal Não traz certificações de resistência à água ou poeira
  8. Como explicamos no teste, apenas o retângulo que diz "GT 1030 - 2048MB - DDR5" é um adesivo.
  9. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Falsificação de placas de vídeo "Analisamos uma placa de vídeo falsificada, que foi vendida como sendo uma GeForce GT 1030, mas que na verdade era um modelo inferior "maquiado". Veja como identificar uma placa falsificada e como evitar cair nesse golpe." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  10. Chegou às nossas mãos uma placa de vídeo, vendida como sendo uma GeForce GT 1030, mas que no final das contas era falsificada. Com isso é feito? Como descobrir se uma placa de vídeo é falsa? Como evitar cair nesse golpe? É o que veremos neste artigo. Falsificação de peças de hardware não é algo novo: desde chips de cache de memória, cartuchos de tinta para impressoras, até processadores Intel e AMD, já analisamos vários casos. Aparentemente, o alvo preferidos dos falsificadores, atualmente, são as placas de vídeo. Um amigo comprou uma placa de vídeo, desconfiou que fosse falsa, e nos emprestou para que déssemos uma olhada. Assim, chegamos nesta placa de vídeo da marca AFOX (fabricante de Hong Kong), que foi vendida como se fosse uma GeForce GT 1030, mas que na verdade é outro modelo. Podemos ver a caixa da placa na Figura 1. Note que o retângulo onde consta o modelo ("GT 1030"), quantidade e tipo de memória é um adesivo colado na caixa, não fazendo parte da serigrafia original da mesma. Figura 1: caixa da AFOX Na Figura 2, vemos a suposta GeForce GT 1030. Figura 2: a placa de vídeo suspeita Agora vamos dar uma olhada mais de perto na placa de vídeo suspeita. Na Figura 3 vemos o lado da solda da placa de vídeo. Aqui temos uma etiqueta, com código de barras, onde consta o suposto modelo. Pesquisando pelo código, encontramos apenas links para páginas de lojas no Paraguai. Sob a etiqueta há dois chips de memória. Figura 3: lado da solda Removendo o cooler, vemos o chip gráfico e mais dois chips de memória de vídeo. Figura 4: cooler removido Olhando o chip gráfico em detalhe, vemos a marcação "GP108-300-A1", que corresponde ao modelo de chip realmente utilizado na GeForce GT 1030 verdadeira. Porém, esta marcação tem uma serigrafia borrada e claramente diferente do restante do chip. Figura 5: chip gráfico Os chips de memória são da Samsung, modelo K4G41325FC-HC04, de 512 MiB de capacidade e clock máximo de 5 GHz. Figura 6: chip de memória As instalarmos a placa de vídeo suspeita em um computador, ela foi reconhecida automaticamente, já que os drivers da NVIDIA já estavam instalados. Ao consultarmos o Gerenciador de Dispositivos do Windows 10, ela aparecia como sendo uma GeForce GT 1030. Figura 7: tela do Gerenciador de Dispositivos Porém, ao rodarmos o GPU-Z, que é um famoso programa para verificar as especificações da placa de vídeo, ele já mostra o aviso "[FAKE]" ao lado do nome da placa de vídeo, além de um ícone de alerta em amarelo, o que nos dá a indicação clara que é uma placa falsificada. Figura 8: tela do GPU-Z Comparamos as especificações da placa de vídeo suspeita com a de uma GeForce GT 1030 verdadeira. Depois disso, procuramos em nossa Tabela comparativa dos chips GeForce da NVIDIA (desktop) qual seria o modelo verdadeiro da placa de vídeo que tínhamos em mãos, e descobrimos que a GeForce GT 730 (GDDR5) tinha exatamente as mesmas especificações. Placa de vídeo Clock dos núcleos Clock turbo Clock da memória (efetivo) Interface de memória Taxa de transferência da memória Memória Núcleos de processamento Interface Chip gráfico GeForce GT 1030 (verdadeira) 1.227 MHz 1.468 MHz 6,0 GHz 64 bits 48 GB/s 2 GiB GDDR5 384 PCI Express 3.0 x16 GP108 Placa de vídeo testada 902 MHz 902 MHz 5,0 GHz 64 bits 40 GB/s 2 GiB GDDR5 384 PCI Express 2.0 x8 GK208 GeForce GT 730 902 MHz 902 MHz 5,0 GHz 64 bits 40 GB/s 2 GiB GDDR5 384 PCI Express 2.0 x8 GK208 Logo, fica claro que a placa suspeita era, na verdade uma GeForce GT 730 com a BIOS adulterada para exibir o nome "GeForce GT 1030". Embora ambas tenham a mesma quantidade de núcleos, podemos ver que há várias diferenças entre elas, principalmente em relação à tecnologia (o desempenho normalmente evolui de uma geração para outra) e aos clocks. Decidimos rodar alguns testes de desempenho para ver como a placa falsificada se saía. Infelizmente, não temos no momento nenhuma GeForce GT 730 e nem uma GeForce GT 1030 no laboratório, o que seria o ideal para a comparação. Então, rodamos os testes na placa falsificada, e também em uma GeForce GT 630 da Zotac que tínhamos por aqui. Decidimos incluir os dados obtidos quando testamos a GeForce GT 1030 da Gigabyte. Desta forma, esta comparação deve ser encarada apenas como uma curiosidade, já que o teste da GT 1030 "verdadeira" foi feito em outra configuração de hardware, outra versão de drivers, etc. De qualquer forma, como a pontuação do 3DMark costuma ser razoavelmente confiável e depende fortemente da placa de vídeo, trata-se de uma comparação interessante. Durante nossas sessões de teste, usamos a configuração listada abaixo. Configuração de hardware Processador: Ryzen 7 3700X Placa-mãe: Gigabyte B450 AORUS M Cooler do processador: AMD Wraith Prism Memória: 16 GiB DDR4-3200 Geil EVO X, dois módulos de 8 GiB configurados a 3.200 MHz Unidade de boot: Crucial P1 de 1.000 GiB Gabinete: Lian-Li PC-T60 Monitor de vídeo: Philips 236VL Fonte de alimentação: EVGA 750 BQ Configuração de software Windows 10 Home 64-bit Versões dos drivers Driver de vídeo NVIDIA: 442.19 Software usado 3DMark O 3DMark é um programa composto por vários testes que verificam o desempenho 3D do computador. Rodamos os testes Fire Strike e Sky Diver. O teste Fire Strike mede o desempenho em DirectX 11 e é voltado a computadores “gamer”, rodando na resolução Full HD. Neste teste, a placa falsificada foi 54% mais lenta do que a GeForce GT 1030 verdadeira, e 95% mais rápida do que a GeForce 630. Já o teste 3DMark Sky Diver é voltado a computadores intermediários com simulações DirecX 11. Ele roda em 1920 x 1080. Neste teste, a placa falsificada também foi 54% mais lenta do que a GeForce GT 1030 verdadeira, sendo 94% mais rápida do que a GeForce 630. Também decidimos rodar alguns jogos populares, para ver se a placa falsificada suportaria um jogo casual. No PUBG Lite, em resolução Full HD e qualidade gráfica no "médio", medindo a taxa de quadros com o MSI Afterburner por três vezes em sequência, obtivemos uma média de 44 fps, com o 1% mínimo ficando em 31 fps. Também testamos no CS:GO, medindo da mesma forma, com resolução Full HD e qualidade gráfica "média", e obtivemos uma média de 71 fps, com o 1% mínimo em 52 fps. Assim, esta placa de vídeo pode até ser utilizada para jogos antigos ou pouco exigentes, mas mesmo nesse caso o desempenho vai ser bastante baixo. Ficou claro, desde o princípio, que a placa de vídeo era falsificada. Isso não significa que ela não seja uma placa de vídeo "de verdade" ou que seja fabricada de forma fraudulenta: tudo indica que algum distribuidor ou vendedor pegou uma GeForce GT 730, modelo já fora de linha há anos, e a "maquiou" para vender como se fosse uma GeForce GT 1030, que é um modelo de entrada ainda atual. Isto foi feito de várias formas. Primeiro, colando etiquetas na caixa e na própria placa de vídeo, indicando o modelo mais atual. Além disso, para que o comprador mais leigo não desconfie, a BIOS é editada e o nome da placa que lá consta é modificado. Assim, ao abrir o Gerenciador de Dispositivos, o nome que aparece é "GeForce GT 1030". E como descobrir se a sua placa de vídeo é falsa? O jeito como nós fizemos é bem simples: basta baixar e rodar o GPU-Z, e comparar as especificações que ali aparecem com as oficiais, que você pode consultar em nossa Tabela comparativa dos chips GeForce da NVIDIA (desktop). Além disso, as versões mais recentes do GPU-Z já avisam diretamente que a placa é falsa. Note, porém, que algumas especificações podem ser diferentes das oficiais sem que isso signifique que a placa de vídeo é falsa. Os clocks, por exemplo, podem ser diferentes. Até mesmo a quantidade, o tipo, a largura do barramento e a largura de banda da memória pode ser completamente diferente, já que (principalmente nos modelos mais básicos) os fabricantes costumam oferecer modelos com memória mais lenta. A própria GeForce GT 1030 "verdadeira" pode ser encontrada tanto na versão com memória GDDR5 quanto em uma versão com memória DDR4. E como evitar cair nesse golpe? A dica mais básica é comprar placas de vídeo apenas de fabricantes conhecidos e que dêem suporte no Brasil, e em lojas conhecidas. É muito mais provável que este golpe ocorra em placas importadas de forma irregular. Caso vá comprar pela internet, nova ou usada, de algum particular ou de um vendedor pequeno, peça para a pessoa lhe enviar uma tela do GPU-Z mostrando os detalhes da placa. Se tiver dúvidas, utilize nosso fórum para pedir ajuda e tirar suas dúvidas. Mas se você comprar uma placa dessas, vai estar correndo algum tipo de risco? Não. O único problema é que você estará pagando o preço de uma placa de vídeo mais recente, para ter uma placa antiga e que vale menos. Porém, tenha em mente que este tipo de placa de vídeo de baixo custo, mesmo no modelo verdadeiro, não é voltado para jogos, mas apenas para ser utilizada em atividades gerais (navegação na internet, edição de textos, exibição de mídia, etc) em computadores onde não há vídeo integrado ao processador.
  11. Sem querer passar pano para a Intel ou para qualquer empresa, mas em caso de processadores (e produtos de alta tecnologia em geral), o grosso do custo está na pesquisa e desenvolvimento, e não na fabricação de cada produto. Assim, se a empresa gastou bilhões para desenvolver um produto, e gasta poucos dólares para fabricá-lo, ela tem que somar os dois preços. Depois de vender o produto por um tempo X, o gasto em desenvolvimento já se pagou e o produto pode baixar. Ou então, caso o produto não esteja vendendo bem, ela pode baixar para reduzir o lucro. Além disso, qualquer empresa vai vender qualquer produto pelo maior valor que ela conseguir, enquanto tiver gente comprando, mesmo que a margem de lucro seja absurdamente grande, isso é o básico do capitalismo. Eu pessoalmente só acho que seja "falta de decência" quando estamos falando de "produtos" que a pessoa não pode optar se vai ou não adquirir, como remédios e cirurgias.
  12. Alessandro, não existe produto que seja recomendado para todos, pois as pessoas têm necessidades diferentes. Assim, caso o produto seja recomendado em algum caso, nós damos o selo. Os casos no qual o produto é recomendado (ou não) são sempre discutidos ao longo do artigo, principalmente nas conclusões. No caso específico dos celulares, cada pessoa tem suas prioridades: quem gosta de jogar não abre mão do desempenho, quem usa para assistir séries quer uma boa tela e uma bateria com grande duração, e há pessoas para as quais a câmera é o mais importante. Assim, o celular mais recomendado para cada pessoa vai variar. Nós não damos o selo de "Produto Recomendado" quando o produto não é recomendado em nenhuma situação, o que é bem raro mesmo atualmente. O produto não recebe o selo caso seja uma péssima compra para qualquer pessoa.
  13. Se ele custasse 2 mil dólares, certamente não daríamos o selo de "Produto Recomendado". Mas ele custa a metade disso. Em como o @Shaman93 bem citou, ele pode valer a pena para uma empresa que precise de um processador para rodar trabalhos que vão gerar lucro. Assim, não precisa ser ricaço para comprar um, basta que você dependa do desempenho do seu PC para trabalhar e ganhar dinheiro. Claro, se você estiver pensando no usuário doméstico que vai acessar o facebook e jogar um CS, realmente ele não é recomendado. Até porque não foi feito para isso.
  14. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do mouse HyperX Pulsefire Dart "Testamos o HyperX Pulsefire Dart, mouse sem fio para jogos, com carregamento sem fio padrão Qi e resolução de até 16.000 dpi. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  15. O Pulsefire Dart é um mouse para jogos da HyperX, que pode ser usado com ou sem fio, com bateria interna com carregamento sem fio padrão Qi e resolução de até 16.000 dpi. Usamos esse mouse por alguns dias e aqui está a nossa análise completa. Por terem um tempo de resposta menor, mouses para jogos utilizam cabo USB, já que uma conexão sem fio pode apresentar uma latência mais elevada. O Pulsefire Dart, porém, pode ser utilizado com ou sem fio e, em ambos os modos, conta com uma taxa de varredura de 1.000 Hz, o que significa que seu tempo de resposta é de 1 ms, o que é excelente mesmo para um mouse voltado para jogos. Outro destaque do modelo é sua compatibilidade com carregamento sem fio padrão Qi, que é o mais comum atualmente, sendo adotado pela maioria dos fabricantes de smartphones e demais dispositivos. Assim, se você possui uma base de carregamento sem fio compatível, basta colocar o mouse em cima dela que ele estará carregando sua bateria. Porém, ele não vem com uma base, então caso você não possua uma base compatível com padrão Qi, deverá adquirir uma, ou então utilizar o carregamento convencional, através do cabo USB. A Figura 1 mostra a embalagem do Pulsefire Dart. Figura 1: embalagem Na Figura 2, podemos ver o conteúdo da embalagem: um guia rápido, o mouse, o receptor de 2,4 GHz e o cabo com adaptador. Figura 2: conteúdo da embalagem O conjunto de cabo e adaptador do Pulsefire Dart é bastante interessante. O cabo, de 1,8 m de comprimento, utiliza conector tipo A (que vai ligado ao computador) em uma ponta e um conector tipo C em outra, que pode ser ligado ao mouse ou ao adaptador. Este adaptador permite que você conecte o receptor de 2,4 GHz ao cabo, mantendo-o próximo ao mouse, o que garante a baixa latência, mesmo se o seu computador ficar longe ou abaixo da sua mesa. Se a bateria do mouse acabar, basta desconectar o conector USB tipo C do adaptador e ligá-no diretamente no mouse, que vai seguir funcionando com fio, enquanto carrega a bateria. Figura 3: cabo, adaptador e receptor O HyperX Pulsefire Dart tem um corpo médio para grande e é destro, ou seja, é ergonômico apenas para uso com a mão direita. Ele é voltado para usuários que utilizam a pegada tipo palma (onde a palma da mão fica apoiada sobre o mouse) ou com a ponta dos dedos (também chamada de "garra" ou "claw"). Ele pode não ser ideal para pessoas com a mão muito pequena. A parte superior é em plástico e as laterais são de couro sintético almofadado. Na parte superior, temos os dois botões principais, a roda e um pequeno botão para troca de resolução. Figura 4: vista superior Na lateral esquerda do HyperX Pulsefire Dart vemos dois botões programáveis. Logo abaixo, há uma área almofadada, em couro sintético. Figura 5: lateral esquerda Na lateral direita, temos apenas mais uma área almofadada em couro sintético. Figura 6: lateral direita Na parte frontal do mouse, vemos um conector USB tipo C, tanto para a carga de bateria quanto para o uso com cabo. Figura 7: visão frontal Na parte inferior, vemos o sensor Pixart PMW3389, com resolução nativa de 16.000 dpi. Aqui também temos uma chave liga-desliga e os pés deslizantes. Não há nenhum tipo de sistema para ajuste de peso do mouse. Figura 8: visão inferior Tanto o logotipo da HyperX quanto a roda de navegação são iluminadas por LEDs RGB. Figura 9: iluminação ligada O programa para configuração do Pulsefire Dart é chamado NGENUITY. Após instalado, ele reconhece o mouse imediatamente e oferece três abas de opções, uma para controle de iluminação, uma para configuração dos botões e uma para ajuste de resolução. Ainda há uma indicação do nível de bateria do mouse e a opção de selecionar a taxa de varredura, entre 125 Hz e 1.000 Hz. Na aba de iluminação ("lights"), você pode configurar uma cor sólida ou efeitos RGB diversos. Figura 10: configuração de iluminação Na aba de configuração dos botões, você pode selecionar uma entre diversas ações para cada um dos botões do mouse. Figura 11: configuração de botões Já na aba "sensor", você pode configurar a resolução do mouse. Por padrão, ele vem com três perfis, selecionáveis por meio do pequeno botão na parte de cima do mouse, com 800 dpi, 1600 dpi e 3200 dpi. Você pode modificar estes perfis ou incluir até mais dois outros perfis. Você pode configurar uma cor para identificar cada perfil pelos LEDs. Figura 12: mouse iluminado Depois de alguns dias utilizando o Pulsefire Dart para trabalho e jogos, ficamos bastante satisfeitos com o produto. Inicialmente, estranhamos o fato de ele ser muito leve, pois estávamos acostumados com um Logitech G502, que utilizávamos com todo o peso possível. É uma pena o Pulsefire Dart não ter recursos de ajuste de peso. Gostamos muito da precisão dos movimentos, tanto em trabalho de edição de fotos quanto nos jogos, e em nenhum momento sentimos qualquer tipo de atraso. O mouse é muito confortável mesmo para longos períodos, e a bateria facilmente durou cinco dias sem necessidade de carga. Segundo a HyperX, o Pulsefire Dart tem bateria para 50 h de funcionamento com os LEDs ligados, ou até 90 h se você desligar a iluminação. Um ponto que incomodou um pouco foi o clique da roda de navegação, que é muito sensível. Assim, enquanto estávamos rolando páginas, várias vezes o mouse abriu outra aba sem que quiséssemos efetuar esta ação. As principais especificações do mouse HyperX Pulsefire Dart incluem: Tipo de mouse: destro Conexão: USB ou sem fio 2,4 GHz Botões: seis Sensor: Pixart PMW3389 Resolução de rastreamento: até 16.000 dpi Velocidade máxima: 450 ips Aceleração máxima: 50 G Durabilidade dos botões: 50 milhões de cliques Taxa de varredura: 125 Hz, 250 Hz, 500 Hz ou 1.000 Hz Tempo de resposta: 1 ms Duração da bateria: 50 h Dimensões: 124,8 x 73,9 x 43,6 milímetros Cabo: 180 centímetros Peso: 110 g (sem cabo) Mais informações: https://www.hyperxgaming.com/ Preço médio no Brasil: R$ 630,00 O HyperX Pulsefire Dart consegue aliar o desempenho e o baixo tempo de resposta de um mouse "gamer" à praticidade de um mouse sem fio. De quebra, traz carregamento sem fio, embora infelizmente você precise adquirir uma base carregadora caso queira usar este recurso e ainda não possua uma. Achamos ele muito confortável, mas leve demais, porém tenha em mente que esta é uma questão bastante pessoal, já que muitas pessoas preferem um mouse leve. Pontos fortes Excelente acabamento, com laterais almofadadas revestidas de couro sintético Ótimo desempenho Suporta taxa de varredura de até 1.000 Hz Muito confortável Pode ser usado com ou sem fio Suporta carregamento com ou sem fio Bateria com bastante autonomia Permite um bom nível de configuração Pontos fracos Muito leve Não oferece ajuste de peso Clique da roda de navegação muito sensível Não vem com a base para carregamento sem fio Um tanto caro
  16. @Augusto 26 Movemos sua dúvida para o local correto.
  17. É que não faz muito sentido comparar o Core i9-10980XE com um Ryzen 7, já que a diferença de preço é muito grande. O ideal seria compará-lo com o Ryzen Threadripper de 24 núcleos, mas infelizmente a AMD não envia esses processadores para teste.
  18. Excelente ideia, obrigado. Na verdade nós medimos o clock, nos dois casos o processador ficou em 3,8 GHz quando todos os núcleos estavam sendo exigidos. Já para a medição de potência, o ideal seria se nós medíssemos com um wattímetro, já que a medida efetuada por software não é totalmente confiável, mas apenas uma estimativa.
  19. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do processador Core i9-10980XE "Testamos o Core i9-10980XE, processador da Intel com 18 núcleos, 36 threads e clock máximo de 4,8 GHz. Vamos ver se ele é mais rápido do que o seu antecessor, o Core i9-9980XE." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  20. O Core i9-10980XE é o processador da Intel para computadores de mesa mais topo de linha no momento. Com 18 núcleos e 36 threads, clock base de 3,0 GHz e clock turbo máximo de 4,8 GHz, ele tem 24,75 MiB de cache L3, TDP de 165 W e usa o soquete LGA2066. Vamos testá-lo e ver se ele é superior ao seu antecessor, o Core i9-9980XE. O processador testado faz parte da décima geração de processadores Core i da Intel, sendo baseado na arquitetura Cascade Lake-X, fabricada em 14 nm. A diferença mais visível entre o Core i9-10980XE e o Core i9-9980XE está nos clocks máximos: enquanto o modelo de nona geração tem clock base de 3,0 GHz e clock turbo de 4,5 GHz, o modelo mais recente tem o mesmo clock base, porém clock turbo máximo de 4,8 GHz. Além disso, o modelo mais recente tem 48 pistas PCI Express 3.0 (o modelo de nona geração tinha 44 pistas) e suporta até 256 GiB de memória RAM, enquanto o anterior suportava no máximo 128 GiB. O clock máximo da memória suportado oficialmente também aumentou de DDR4-2666 para DDR4-2933. Porém, a diferença mais importante é o preço: o Core i9-9980XE tem um preço sugerido nos EUA de US$ 2.000, enquanto o Core i9-10980XE deve ser encontrado, também nos EUA, pela metade deste valor, o que é uma excelente notícia. Usando o soquete LGA2066, o chipset X299 e não trazendo vídeo integrado, ambos são considerados parte do segmento HEDT (high-end desktop), voltados a aplicações profissionais que exijam grande quantidade de núcleos de processamento, como renderização de imagens, processamento de vídeo, simulações e computação científica. Um dos diferenciais dessa plataforma é o acesso à memória em quatro canais. A plataforma principal para computadores de mesa da Intel (voltada a computadores para jogos, uso de internet, tarefas de escritório e mesmo aplicações relativamente pesadas) atualmente utiliza o soquete LGA1151, acessa memória em dois canais e tem como processador mais topo de linha o Core i9-9900KS, que nós já testamos. Obviamente, as duas plataformas têm patamares de preço bem diferentes. A AMD também oferece concorrentes nas duas plataformas: os processadores Ryzen Threadripper são voltados ao segmento HEDT e os processadores Ryzen são voltados ao segmento de jogos, escritório e aplicações profissionais onde não se justifica o investimento nos modelos mais caros. Na Figura 1 vemos o processador Core i9-10980XE testado. Figura 1: o Core i9-10980XE O Core i9-10980XE não tem um concorrente direto da AMD, já que nenhum processador atual da AMD custa em torno de US$ 1.000. O modelo mais próximo é o Ryzen Threadripper 2970WX, que custa US$ 1.250 e tem 24 núcleos, além do mais recente Ryzen Threadripper 3960X, também com 24 núcleos, mas que custa US$ 1.400. A AMD também oferece um modelo da plataforma AM4, o Ryzen 9 3950X, que custa US$ 750 e tem 16 núcleos. Infelizmente, a AMD não nos enviou nenhum desses modelos, de forma que vamos comparar o Core i9-10980XE apenas com o seu antecessor, o Core i9-9980XE. Utilizamos uma GeForce RTX 2080 Ti, que é a placa de vídeo mais topo de linha disponível no momento, em todos os testes. Com isto, esperamos que o desempenho dos jogos e programas seja limitado pelo processador, o que nos permite ver a diferença de desempenho entre os processadores. Vamos comparar as principais especificações dos processadores testados na próxima página. Nas tabelas abaixo, comparamos as principais características dos processadores incluídos neste teste. Os preços utilizado são os valores sugeridos pela Intel. TDP significa Thermal Design Power e é a máxima quantidade de calor que o processador pode dissipar. Processador Núcleos HT/SMT IGP Clock Interno Clock Turbo Núcleo Tecn. TDP Soquete Preço nos EUA Core i9-10980XE 18 Sim Não 3,0 GHz 4,8 GHz Cascade Lake-X 14 nm 165 W LGA2066 US$ 1000 Core i9-9980XE 18 Sim Não 3,0 GHz 4,5 GHz Skylake-X 14 nm 165 W LGA2066 US$ 2000 Abaixo, podemos ver a configuração de memória de cada processador. Processador Cache L2 Cache L3 Suporte à Memória Canais de memória Core i9-10980XE 18 x 1 MiB 24,75 MiB Até DDR4-2933 Quatro Core i9-9980XE 18 x 1 MiB 24,75 MiB Até DDR4-2666 Quatro Durante nossas sessões de teste, nós usamos a configuração listada abaixo. Entre as sessões de teste, o único componentes variável foi o processador sendo testado, além da placa-mãe para acompanhar os diferentes processadores. Configuração de hardware Placa-mãe: ASRock Fatal1ty X299 Professional Gaming i9 Cooler do processador: PCYES NIX RGB 240 mm Memória: 16 GiB, quatro módulos DDR4-2933 Kingston de 4 GiB configurados a 2666 MHz ou 2933 MHz, conforme a velocidade máxima suportada pelo processador Unidade de boot: Kingston A2000 de 1.000 GiB Placa de vídeo: GeForce RTX 2080 Ti Monitor de vídeo: Philips 236VL Fonte de alimentação: EVGA 750BQ Configuração do sistema operacional Windows 10 Home 64 bit NTFS Resoluçao de vídeo: 1920 x 1080 Versões dos drivers Versão do driver NVIDIA: 442.19 Software utilizado 3DMark Blender Cinebench R20 CPU-Z 1.86 Handbrake PCMark 10 WinRAR 5.5 V-Ray Benchmark Deus Ex: Mankind Divided F1 2018 Rainbow Six Siege Red Dead Redemption 2 Shadow of the Tomb Raider Margem de erro Nós adotamos uma margem de erro de 4%. Assim, diferenças abaixo de 4% não são consideradas relevantes. Em outras palavras, produtos com diferença de desempenho abaixo de 4% são considerados tendo desempenhos equivalentes. PCMark 10 O PCMark 10 é um programa de teste de desempenho que utiliza aplicativos reais para medir o desempenho do computador. Nós rodamos o teste padrão, que inclui testes de abertura de programas, navegação na internet, digitação de textos, edição de fotos, conversa por vídeo, edição de vídeo, vídeo conferência e renderização. Vamos analisar os resultados. No teste Home do PCMark 10, o Core i9-10980XE ficou em empate técnico com o Core i9-9980XE. 3DMark O 3DMark é um programa com um conjunto de testes de desempenho que criam cenários e simulações de jogos 3D. O teste Time Spy mede o desempenho em DirecX 12, o teste Fire Strike mede o desempenho DirectX 11 e é voltado a computadores topo de linha para jogos, enquanto o teste Sky Diver também mede desempenho DirectX 11, mas é voltado a computadores intermediários. Finalmente, o teste Cloud Gate mede o desempenho em DirectX 10. No teste Time Spy, o Core i9-10980XE foi 4% mais lento do que o Core i9-9980XE. No teste Fire Strike, o Core i9-10980XE foi 6% mais lento do que o Core i9-9980XE. No teste Sky Diver, o Core i9-10980XE foi 5% mais rápido do que o Core i9-9980XE. Cinebench R20 O Cinebench R20 é baseado no software Cinema 4D. Ele é muito útil para medir o ganho de desempenho obtido pela presença de vários núcleos de processamento ao renderizar imagens 3D pesadas. Renderização é uma área onde ter um maior número de núcleos de processamento ajuda bastante, pois normalmente esse tipo de software reconhece vários processadores (o Cinebench R20, por exemplo, reconhece e utiliza até 256 núcleos de processamento). Já que nós estamos interessados em medir o desempenho de renderização, nós rodamos o teste CPU, que renderiza uma imagem “pesada” utilizando todos os processadores ou “núcleos” – tanto reais quanto virtuais – para acelerar o processo. O resultado é dado como uma pontuação. No Cinebench R20, o Core i9-10980XE obteve desempenho similar ao do Core i9-9980XE. Blender O Blender é um programa de renderização de imagens e filmes que utiliza todos os núcleos do processador. Nós utilizamos o programa para renderizar uma imagem pesada em um projeto chamado Gooseberry Benchmark. O gráfico abaixo apresenta o tempo em segundos gasto na renderização, de forma que, quanto menor o valor, melhor. No Blender, ambos os processadores também obtiveram resultados semelhantes. CPU-Z O famoso programa de identificação de hardware CPU-Z vem com uma ferramenta simples de medição de desempenho, utilizando apenas um núcleo e também todos os núcleos disponíveis. Note que os resultados foram todos obtidos com a mesma versão do programa (1.87), já que não é possível comparar resultados obtidos com versões diferentes. No teste que mede o desempenho de apenas um núcleo, o Core i9-10980XE foi 7% mais rápido do que o Core i9-9980XE. Já no teste que utiliza todos os núcleos disponíveis, o Core i9-10980XE foi 6% mais rápido do que o Core i9-9980XE. Handbrake O HandBrake é um programa de conversão de vídeo de código aberto. Convertemos um vídeo .mov de seis minutos em resolução Full HD em um arquivo .MP4, utilizando o perfil de saída “Fast 1080p30”. Os resultados estão em segundos, de forma que valores mais baixos são melhores. No Handbrake, o Core i9-10980XE foi 3% mais rápido do que o Core i9-9980XE. WinRAR Uma tarefa na qual o processador é bastante requisitado é na compactação de arquivos. Rodamos um teste, onde uma pasta com 4.385 arquivos, totalizando 9,5 GiB, foi compactada em um arquivo utilizando o WinRAR 5.61. O gráfico abaixo mostra o tempo gasto em cada teste. No WinRAR, o Core i9-10980XE foi 4% mais lento do que o Core i9-9980XE. V-RAY O V-Ray Benchmark é uma ferramenta de medição de desempenho do processador e da placa de vídeo em tarefas de renderização de imagem. Ele renderiza duas imagens, uma utilizando o processador (CPU) e outra a placa de vídeo (GPU). Rodamos o teste nos processadores testados e comparamos o tempo gasto no teste CPU no gráfico abaixo. No V-Ray Benchmark, ambos os processadores ficaram em empate técnico. Nos testes com jogos, medimos e colocamos nos gráficos os valores de taxas de quadros média e a média dos 1% mínimos. Vamos fazer o comparativo utilizando os valores de taxa média, enquanto a taxa de 1% mínimo fica como informativo para que você possa tirar suas próprias conclusões. Em todos os testes, medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições de 60 s em sequência. Deus Ex: Mankind Divided Deus Ex: Mankind Divided é um RPG de ação e elementos de FPS, lançado em Agosto de 2016, que utiliza o motor Dawn, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, com DirectX 12 ativado, em 1920 x 1080 (Full HD), com a qualidade de imagem configurada em “baixa”. Os resultados estão expressos em quadros por segundo (fps). Neste jogo, comparando a taxa de quadros média, o Core i9-10980XE foi 8% mais rápido do que o Core i9-9980XE. F1 2018 F1 2018 é um jogo de corrida de carros lançado em agosto de 2018, que utiliza o motor EGO 4.0. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, em 1920 x 1080 (Full HD), com a qualidade de imagem configurada em “médio” e MSAA desligado. Os resultados estão expressos em quadros por segundo (fps). Neste jogo, comparando a taxa de quadros média, o Core i9-10980XE foi 13% mais rápido do que o Core i9-9980XE. Rainbow Six Siege O "Tom Clancy's Rainbow Six Siege" é um jogo estilo FPS tático lançado em dezembro de 2015, baseado no motor AnvilNext, que é DirectX 11. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos o teste de desempenho embutido no mesmo, com qualidade gráfica “alto”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. Neste jogo, o Core i9-10980XE empatou com o Core i9-9980XE. Red Dead Redemption 2 O Red Dead Redemption 2 é um jogo de ação e aventura lançado para PC em novembro de 2019, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner na última cena do teste. Rodamos o jogo em resolução Full HD, com a qualidade de imagem configurada no mínimo. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. Neste jogo, o Core i9-10980XE também ficou empatado com o Core i9-9980XE. Shadow of the Tomb Raider O Shadow of the Tomb Raider é um jogo de aventura e ação lançado em setembro de 2018, baseado no motor Foundation. Para medir o desempenho usando este jogo, utilizamos o teste embutido no mesmo, com qualidade gráfica configurada como “média” e antiserrilhamento desligado. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No Shadow of the Tomb Raider, o Core i9-10980XE ficou em empate técnico com o Core i9-9980XE. Como todos os processadores da plataforma LGA2066, o Core i9-10980XE tem multiplicador de clock destravado, significando que é possível fazer overclock nele modificando apenas o seu multiplicador de clock. Primeiramente, é preciso prestar atenção na forma como o clock deste processador funciona. Seu clock base é de 3,0 GHz, seu clock turbo é de 4,6 GHz, e ainda há o clock "Turbo Boost Max 3.0" de 4,8 GHz. Este clock de 4,8 GHz é alcançado apenas quando há apenas um ou dois núcleos ativos. Fizemos alguns testes com o Prime95 (programa que utiliza plenamente os núcleos de processamento, e que permite escolher o número de núcleos utilizados), e vimos que, com as 36 threads em uso, o processador trabalhava a 3,8 GHz. Na configuração original (sem overclock), no teste do Prime95 com 36 threads a 100% de carga, a temperatura do encapsulamento chegou a 71 graus Celsius, com temperatura ambiente de 30 graus Celsius e utilizando um sistema de refrigeração líquida intermediário (PCYES NIX RGB 240 mm). Em nossos testes de overclock, conseguimos atingir com estabilidade o clock de 4,3 GHz (100 MHz x 43) em todos os núcleos, com as tensões padrão. Acima disso, havia um erro acusado pelo Prime95. Segundo o programa HWMonitor, neste caso o processador estava consumindo uma potência de 247 W. Nesta configuração, rodamos o Cinebench R20 e obtivemos 9.671 pontos, 11% acima do obtido com os clocks no padrão, o que é um ótimo ganho de desempenho com overclock. O interessante é que nós chegamos a fazer o processador funcionar com todos os núcleos a 4,8 GHz. Porém, nessa situação, ele rapidamente atingia a temperatura limite (110 graus Celsius) e entrava em "throttling", ou seja, reduzia automaticamente o clock para evitar danos por superaquecimento. Neste teste, o HWMonitor informava um consumo de pico de 364 W e podíamos notar que todo os sistema, incluindo as mangueiras e o radiador do sistema de refrigeração, estavam extremamente quentes. Isso nos leva a crer que o Core i9-10980XE, mesmo em seus clocks padrão, precisa de um excelente sistema de refrigeração. E caso você queira tentar fazer overclock, deve ter um sistema de refrigeração a água topo de linha. De qualquer forma, lembre-se que a capacidade de overclock de um processador depende da placa-mãe, do sistema de refrigeração, e também da sorte, pois dois processadores de mesmo modelo podem alcançar diferentes taxas de clock máximas. Ficou claro em nossos testes que o Core i9-10980XE não trouxe nenhum aumento de desempenho em relação ao seu antecessor, o Core i9-9980XE. Em alguns testes, o modelo novo foi até mesmo um pouco mais lento. Isso era de se esperar pois, embora o clock turbo máximo seja um pouco mais alto, o Core i9-10980XE utiliza o mesmo clock do modelo de nona geração quando todos os núcleos estão em uso. Assim, a grande novidade deste modelo é o seu preço, que é metade do Core i9-9980XE. Isto é claramente uma resposta aos modelos mais recentes da AMD, que oferecem uma quantidade de núcleos próxima (ou até maior) do que os 18 deste processador, por um preço bem abaixo dos US$ 2.000 que custava o modelo anterior. Assim, hoje a Intel oferece um processador de 18 núcleos pelo mesmo preço que, nas gerações anteriores, disponibilizava modelos de 10 núcleos. Infelizmente não pudemos comparar o Core i9-10980XE com os modelos próximos da AMD. É preciso ter em mente de que o Core i9-10980XE não é um processador voltado a computadores para jogos. Ele só faz sentido se você utiliza aplicações que realmente tiram vantagem de uma grande quantidade de núcleos. Profissionais de edição de vídeo digital e de produção de animações 3D, por exemplo, vão ter uma enorme vantagem de desempenho ao utilizar este processador, o que vai justificar um investimento tão alto, ainda mais se levarmos em conta que você precisa ainda investir em uma placa-mãe topo de linha, uma fonte "parruda" e um sistema de refrigeração líquida de boa qualidade. Um ponto positivo do Core i9-10980XE é o fato de ele utilizar a mesma plataforma X299, que já existe no mercado há quase três anos. Com isso, esta plataforma está madura, placas-mãe são fáceis de encontrar e menos caras do que se fosse necessário comprar uma placa-mãe recém-lançada. Além disso, ele é uma ótima opção para quem já tem um computador para trabalho baseado nesta plataforma, porém com um processador mais antigo como o Core i9-7900X ou, especialmente, o Core i7-7740X. Assim, embora não traga nenhum avanço significativo em termos de desempenho em relação ao seu antecessor, o Core i9-10980XE ainda é um processador muito potente para aplicações profissionais e, graças ao preço bem mais baixo, traz a Intel de volta como uma opção viável no mercado HEDT.
  21. Infelizmente a AMD não nos enviou Radeon RX 580, e a RX 590 eles pediram de volta. Já a comparação com a GTX 1650 e com a GTX 1060 não faz muito sentido, já que são placas de segmentos de preço diferentes da placa testada. Obrigado por avisar do erro!
  22. E se fossem colocados mais dois chips na placa (afinal, o PCB tem espaço para isso), ela simplesmente não seria mais uma Radeon RX 5600XT, e sim uma RX 5700. Basicamente, a RX 5600XT é uma RX 5700 com dois chips de memória a menos.
  23. Obrigado! Realmente seria ideal ter incluído essas placas no comparativo, mas infelizmente a AMD não tem uma política de deixar as placas com os veículos. adicionado 1 minuto depois Obrigado! Está na página 2 do artigo, ela ocupa 3 slots.

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