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Rafael Coelho

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  1. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Placa-mãe ASRock X299 Taichi CLX "A ASRock X299 Taichi CLX é uma placa-mãe topo de linha soquete LGA2066, para processadores Intel série X. Vamos ver o que ela oferece." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  2. Sua resposta está no primeiro parágrafo do artigo...
  3. O comentário sobre nosso teste de durabilidade de bateria está na última página.
  4. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste da placa de vídeo ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition "Testamos a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition, placa de vídeo com foco na qualidade de refrigeração, durabilidade e resistência. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  5. A TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition é uma placa de vídeo da ASUS, baseada no chip gráfico GeForce GTX 1660 da NVIDIA, com foco na durabilidade, qualidade e resistência. Vamos analisá-la em detalhes. Depois do lançamento da GeForce GTX 1660 SUPER, a GeForce GTX 1660 manteve-se no mercado como uma opção mais em conta, focada em jogos exigentes rodando em Full HD. Ela faz parte da arquitetura Turing e utiliza o chip TU116, que é fabricado em processo de 12 nm e tem TDP, na GeForce GTX 1660, de 120 W. Na GeForce GTX 1660, o chip TU116, também utilizado na GeForce GTX 1660 Ti e na GTX 1660 SUPER, tem apenas 22 SMs ("Streaming Multiprocessors") habilitados, dos 24 disponíveis no chip. Seu acesso à memória é de 192 bits, utilizando memória GDDR5 rodando a 8 GHz (largura de banda de 192 GiB/s), enquanto a GTX 1660 Ti usa memória GDDR6 rodando a 12 GHz (largura de banda de 288 GiB/s) e a GeForce GTX 1660 SUPER utiliza memória GDDR6 rodando a 14 GHz (largura de banda de 336 GiB/s). A GeForce GTX 1660 tem 1.408 núcleos, com clocks de referência de 1.530 MHz (clock base) e 1.785 MHz (clock Boost). Na placa testada, cujo nome-código é TUF3-GTX1660-O6G-GAMING, o clock base é de 1.500 MHz e o clock Boost é de 1860 MHz, o que significa um overclock de 4% sobre o clock Boost de referência. Esta versão da ASUS faz parte da sua linha TUF (The Ultimate Force), que traz modelos de placas-mãe (como esta e esta) e placas de vídeo com foco na maior robustez e durabilidade. Podemos ver a caixa da ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition na Figura 1. Figura 1: caixa da ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition Você confere a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition na Figura 2. Figura 2: a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition Já testamos outro modelo da GeForce GTX 1660, e você pode conferir aqui o seu desempenho em comparação com vários outros modelos de placas de vídeo. Hoje, como nosso objetivo é analisar este modelo específico da ASUS, vamos compará-la diretamente à Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6GB. Na tabela abaixo, comparamos as principais especificações das placas de vídeo incluídas neste teste. Os preços foram pesquisados no dia da publicação do teste. Placa de vídeo Clock dos núcleos Clock turbo Clock da memória (efetivo) Interface de memória Taxa de transferência da memória Memória Núcleos de processamento TDP DirectX Preço no Brasil ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition 1.500 MHz 1.860 MHz 8,0 GHz 192 bits 192 GiB/s 6 GiB GDDR5 1.408 120 W 12.1 R$ 1.200 Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6GB 1.530 MHz 1.830 MHz 8,0 GHz 192 bits 192 GiB/s 6 GiB GDDR5 1.408 120 W 12.1 R$ 1.140 Você pode comparar as especificações destas placas de vídeo com outras através dos nossos tutoriais “Tabela comparativa dos chips Radeon da AMD (desktop)” e “Tabela comparativa dos chips GeForce da NVIDIA (desktop)”. Agora vamos dar uma olhada mais de perto na placa de vídeo testada. A ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition tem 263 mm de comprimento e ocupa três slots. Ela usa três ventoinhas de 80 mm com rolamentos duplos, o que segundo a ASUS faz com que tenham uma vida útil duas vezes maior do que as convencionais. Na Figura 3 podemos ver os conectores de vídeo da placa: um DisplayPort 1.4, um HDMI 2.0b e um DVI-D. Figura 3: conectores de vídeo Na Figura 4 vemos a parte de cima da placa. A ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition não traz o conector NVLink, já que apenas os modelos topo de linha (RTX 2080 e RTX 2080 Ti) suportam SLI. Aqui vemos o conector de alimentação PCI Express de oito pinos. Próximo ao logotipo da série TUF, há uma pequena faixa com LEDs RGB. Figura 4: vista de cima Na Figura 5 vemos a extremidade da placa de vídeo, que é aberta. Figura 5: extremidade Na traseira da placa de vídeo, vemos uma placa protetora de plástico. Figura 6: placa protetora A Figura 7 mostra o lado da solda da placa analisada, depois a tampa protetora ser removida. Figura 7: chapa protetora removida Na Figura 8 vemos a parte superior do cooler da ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition (moldura plástica com as ventoinhas) removida, expondo o dissipador. Figura 8: moldura com as ventoinhas removida A Figura 9 mostra o dissipador removido. Ele tem dois heatpipes que ficam em contato direto com o chip gráfico. O dissipador também fica em contato com os chips de memória. Note como há seis chips de memória GDDR5 em torno do chip gráfico, cada um conectado ao chip gráfico através de 32 linhas de dados, perfazendo os 192 bits existentes no barramento de memória. Figura 9: cooler removido Na Figura 10 podemos ver o chip NVIDIA TU116, o mesmo utilizado na GeForce GTX 1660 SUPER e na GTX 1660 Ti. Figura 10: chip NVIDIA TU116 Na Figura 11 vemos um dos chips de memória GDDR5 SK hynix H5GC8H24AJR. Este chip tem clock máximo nominal de 8 GHz, de forma que não há margem para aumentar o clock da memória sem exceder suas especificações. Figura 11: chip de memória O circuito regulador de tensão, de quatro fases, é mostrado na Figura 10. Figura 12: circuito regulador de tensão As principais características da ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition incluem: Chip gráfico: NVIDIA GeForce GTX 1660 Memória: 6 GiB GDDR5 Barramento: PCI Express 3.0 x16 Conectores de vídeo: um DisplayPort, um HDMI e um DVI-D Consumo de energia: 120 W Fonte de alimentação recomendada: 450 W Cabos e adaptadores que vêm com a placa: nenhum Número de CDs/DVDs que acompanham a placa: um Jogos e programas incluídos: nenhum Mais informações: http://www.asus.com Preço médio no Brasil: R$ 1.200,00 Durante nossas sessões de teste, usamos a configuração listada abaixo. Entre um teste e o outro, o único componente variável era a placa de vídeo sendo testada. Nos jogos, rodamos os testes em resolução Full HD (1920 x 1080). Configuração de hardware Processador: Core i7-9700K a 4,8 GHz Placa-mãe: ASRock Z390 Extreme4 Cooler do processador: GamerStorm MAELSTROM 120T Memória: 16 GiB DDR4-2933 HyperX Predator RGB, dois módulos de 8 GiB configurados a 2.666 MHz Unidade de boot: Crucial P1 de 1.000 GiB Gabinete: Lian-Li PC-T60 Monitor de vídeo: Philips 236VL Fonte de alimentação: EVGA 750 BQ Configuração de software Windows 10 Home 64-bit Versões dos drivers Driver de vídeo NVIDIA: 441.41 Software usado 3DMark Battlefield V Deus Ex: Mankind Divided F1 2018 GTA V Mad Max Shadow of the Tomb Raider The Witcher 3: Wild Hunt Margem de erro Adotamos uma margem de erro de 3%. Assim, diferenças abaixo de 3% não são consideradas significativas. Em outras palavras, produtos com diferenças de desempenho abaixo de 3% são considerados tendo desempenho semelhante. O 3DMark é um programa composto por vários testes que verificam o desempenho 3D do computador. Rodamos os testes Time Spy, Fire Strike Ultra e Sky Diver. O teste Time Spy mede o desempenho nativo em DirectX 12, rodando testes na resolução de 2560 x 1440. Neste teste, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. O teste Fire Strike mede o desempenho em DirectX 11 e é voltado a computadores “gamer” de alto desempenho, rodando na resolução Full HD. Neste teste, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition obteve desempenho similar ao da Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. Já o teste 3DMark Sky Diver é voltado a computadores intermediários com simulações DirecX 11. Ele roda em 1920 x 1080. Neste teste, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition também ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. Battlefield V Battlefield V é o mais recente título da série de jogos de tiro em primeira pessoa da EA, lançado em novembro de 2018, que utiliza o motor Frostbite 3, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho jogando a fase "Nordlys", com opções gráficas em “alta” e resolução Full HD. Medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo, usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Battlefield V, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition e a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G obtiveram desempenho semelhante. Deus Ex: Mankind Divided Deus Ex: Mankind Divided é um RPG de ação e elementos de FPS, lançado em agosto de 2016, que utiliza o motor Dawn, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner, com DirectX 12 ativado e opções gráficas em “médio”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Deus Ex: Mankind Divided, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. F1 2018 F1 2018 é um jogo de corrida de carros lançado em agosto de 2018, que utiliza o motor EGO 4.0. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner, com opções gráficas em “alta” e suavização TAA. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No F1 2018, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition foi 4% mais lenta do que a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. Grand Theft Auto V O Grand Theft Auto V, ou simplesmente GTA V, é um jogo de ação em mundo aberto lançado para PC em abril de 2015, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner sempre no mesmo ponto (parte em que a câmera acompanha o voo do avião). Rodamos o jogo em resolução Full HD, com a qualidade de imagem configurada como “alta” e MSAA em 2x. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No GTA V, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. Mad Max O Mad Max é um jogo de ação em mundo aberto lançado em setembro de 2015, utilizando o motor Avalanche. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos a introdução do mesmo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner. Rodamos o jogo na resolução Full HD, com a qualidade gráfica em “muito alto”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Mad Max, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition obteve desempenho semelhante ao da Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. Shadow of the Tomb Raider O Shadow of the Tomb Raider é um jogo de aventura e ação lançado em setembro de 2018, baseado em uma nova versão do motor Foundation. Para medir o desempenho utilizando este jogo, medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner durante o teste de desempenho embutido no jogo, com DirectX 12 habilitado, qualidade gráfica “alta” e TAA habilitado. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Shadow of the Tomb Raider, ambas as placas de vídeo obtiveram desempenho similar. The Witcher 3: Wild Hunt O The Witcher 3: Wild Hunt é um RPG em mundo aberto, lançado em maio de 2015 e baseado no motor REDengine 3. Para medir o desempenho usando este jogo, ficamos andando a cavalo pelo primeiro cenário aberto do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo com o MSI Afterburner. Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada em “alta” e resolução Full HD. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. Neste jogo, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC edition também ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G. Em nossos testes, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC obteve um desempenho bem semelhante ao da Gigabyte GeForce GTX 1660 OC 6G, entregando desempenho suficiente para rodar qualquer jogo recente e exigente em resolução Full HD e taxa de quadros acima de 60 fps. Assim, a imensa maioria dos consumidores não vai precisar de mais poder de fogo do que esta placa de vídeo é capaz de entregar. Além do bom desempenho e de uma ótima relação custo-benefício, é bom lembrar que o foco da ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC, como todos os componentes da série TUF, está na resistência, durabilidade e robustez. Isto ficou bem claro ao analisarmos o produto, principalmente em seu sistema de refrigeração: um cooler simples, grande e robusto, com heatpipes em contato direto com o chip gráfico. Além disso, as três ventoinhas "parrudas" tem 20 mm de altura (diferentemente da imensa maioria das placas de vídeo que usa ventoinhas de perfil baixo), rolamento duplo e certificação de resistência à poeira IP5X. Este cooler superdimensionado mostrou-se bastante eficiente: em nossos testes, com temperatura ambiente de 27 graus Celsius e à plena carga, o chip gráfico chegou a no máximo 74 graus Celsius. A placa também foi relativamente silenciosa, chegando a um máximo de 54 dBA de ruído. O clock do chip gráfico chegou a 1.935 MHz durante os nossos testes. Assim, se você procura uma placa de vídeo robusta e durável, com desempenho suficiente para jogar qualquer jogo atual em resolução Full HD e taxas de quadros de mais de 60 fps, a ASUS TUF Gaming X3 GeForce GTX 1660 OC é uma excelente opção.
  6. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do gabinete PCYES Alpha "Testamos o PCYES Alpha, gabinete em formato cubo com painéis de vidro temperado e ventoinhas RGB de 200 mm. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  7. O PCYES Alpha é um gabinete tipo cubo com painéis laterais, frontal e superior em vidro temperado e duas ventoinhas com LEDs RGB de 200 mm, uma no painel frontal e uma no painel superior. Vamos ver o que ele oferece. Como você pode ver nas Figuras 1 e 2, todos os painéis principais (esquerdo, direito, superior e frontal) são em vidro temperado. A estrutura interna é de aço e plástico. O gabinete tem quatro peças de metal que lembram esquis, que servem como pés e alças e dão ao produto um aspecto futurista. Figura 1: o gabinete PCYES Alpha Figura 2: o gabinete PCYES Alpha Vamos analisar este gabinete mais de perto nas próximas páginas. O painel frontal do Alpha é de vidro temperado fumê, e a iluminação da ventoinha fica bastante visível. Há grandes entradas de ar nas laterais e na parte inferior. Figura 3: painel frontal O vidro é fixado por quatro suportes de pressão, de forma que basta puxá-lo firmemente para removê-lo. Na Figura 4 você confere a ventoinha frontal de 200 mm com LEDs RGB (especificações não fornecidas). Há um espaço de 18 mm entre a ventoinha e o painel de vidro, de forma a permitir o fluxo de ar adequado. Figura 4: painel removido Na parte superior do painel frontal, vemos os conectores, botões e LEDs. Aqui temos os LEDs indicadores de atividade de disco rígido e ligado, duas portas USB 3.0, botão de controle da iluminação, botão de reset, o botão liga/desliga, conectores para microfone e fones de ouvido e duas portas USB 2.0. Figura 5: botões e conectores O painel superior também tem um painel de vidro temperado fumê, fixado por quatro suportes de pressão. Figura 6: painel superior Removendo este painel, vemos a ventoinha de 200 mm, também com LEDs RGB. Aqui há um espaço de cerca de 5 mm para entrada de ar para a ventoinha, sendo que o ar entra através de abertura nas laterais e no painel traseiro. Figura 7: painel superior removido No painel inferior do PCYES Alpha não há qualquer abertura. Figura 8: painel inferior O painel traseiro do PCYES Alpha é pintado em preto. Aqui podemos ver que o gabinete é divido em dois compartimentos: o da placa-mãe, à direita (vendo o gabinete por trás), e o da fonte de alimentação e dispositivos de armazenamento, à direita. O produto tem espaço para uma ventoinha de 80 mm (não incluída) no painel traseiro. Há duas aberturas de 20 mm para a instalação de mangueiras para sistemas de refrigeração líquida externos, com tampas que devem ser quebradas para que possam ser utilizadas. O gabinete tem sete slots de expansão, todas cobertas por tampas não reaproveitáveis, isto é, que devem ser quebradas para que os slots possam ser utilizados. Figura 9: painel traseiro Agora, vamos dar uma olhada no interior do gabinete. Os painéis laterais também são fixados por suportes de pressão. A bandeja da placa-mãe não tem abertura que permita acesso à placa suporte do cooler do processador sem a necessidade de remover a placa-mãe do gabinete, o que faz sentido, pois a fonte de alimentação é instalada atrás desta bandeja. Há aberturas que permitem passar os cabos entre os dois compartimentos. O gabinete suporta placas-mãe ATX e menores. Figura 10: visão geral Figura 11: visão geral A Figura 12 mostra uma visão geral do compartimento da placa-mãe. As placas de expansão são fixadas por parafusos comuns. Você pode instalar coolers de processador de até 145 mm de altura e placas de vídeo de até 310 mm de comprimento, a menos que você instale um radiador de 240 mm; neste caso o comprimento máximo vai depender do tamanho do sistema que você instalar. Figura 12: visão geral Na Figura 13 vemos a parte frontal do compartimento da placa-mãe. Aqui você pode instalar um radiador de 120 mm ou 240 mm. Figura 13: local para instalação de radiador A fonte de alimentação é instalada na parte superior de seu próprio compartimento, ficando bem visível no painel esquerdo do gabinete, de forma a valorizar fontes que utilizem ventoinhas com LEDs. Não há nenhum tipo de filtro de ar. O gabinete acomoda fontes de alimentação de até 190 mm de profundidade. Figura 14: compartimento da fonte de alimentação O Alpha oferece duas baias para unidades de 3,5 polegadas (que também podem acomodar unidades de 2,5 polegadas) e três baias para unidades de 2,5 polegadas. A Figura 14 mostra uma das gavetas para unidades de 3,5 ou 2,5 polegadas. Sob ela, há uma baia para unidades de 2,5 polegadas. Estas baias utilizam fixação com parafusos comuns. Você ainda pode utilizar o espaço atrás desta baia para acomodar os cabos não utilizados da fonte de alimentação. Figura 15: baia de 3,5/2,5 polegadas Na Figura 16, vemos à esquerda uma baia removível para unidades de 3,5 polegadas (fixadas sem uso de parafusos) ou 2,5 polegadas (fixadas por parafusos comuns). À direita, vemos outra baia para unidades de 2,5 polegadas, na bandeja da placa-mãe. Para fixar ou remover uma unidade desta baia, é necessário remover a placa-mãe. Figura 16: baias de 3,5 e 2,5 polegadas Já na Figura 17, vemos as baias removidas. Note que é possível instalar outra unidade de 2,5 polegadas por baixo desta gaiola, ou até mesmo uma unidade interna de 5,25 polegadas. Figura 17: baias de armazenamento As principais especificações do gabinete PCYES Alpha incluem: Estilo: cubo Aplicação: ATX e padrões menores Material: aço revestido de zinco (SECC) de 0,6 mm Fonte de alimentação: não vem com o produto Cores disponíveis: preto Painel lateral: vidro temperado Dimensões: 451 x 313 x 398 mm (A x L x P) Peso bruto: 10,1 kg Peso líquido: 8,3 kg Baias: duas baias internas de 3,5 ou 2,5 polegadas, três baias internas de 2,5 polegadas Slots de expansão: sete Comprimento máximo da placa de vídeo: 310 mm Altura máxima do cooler do processador: 145 mm Ventoinhas: duas ventoinhas de 200 mm com LED RGB, uma no painel frontal e uma no painel superior (nenhuma informação fornecida) Ventoinhas opcionais: uma ventoinha de 80 mm no painel traseiro Recursos extras: controlador RGB Mais informações: https://www.pcyes.game/ Preço médio no Brasil: R$ 900,00 Na Figura 18 você confere um sistema completo, com uma placa-mãe ATX, montado no PCYES Alpha. Figura 18: sistema montado Nas Figuras 19 e 20 você confere o PCYES Alpha ligado, com duas diferentes configurações dos LEDs RGB. Figura 19: ligado Figura 20: ligado O destaque do PCYES Alpha é realmente o seu visual. Os quatro painéis principais de vidro temperado, com as grandes ventoinhas de 200 mm com LEDs RGB, juntamente com o controlador que permite modificar a cor e o estilo de iluminação entre várias diferentes opções, torna o gabinete extremamente chamativo e impactante. Fora isso, o seu design transparente permite que você aprecie a iluminação de todos os seus componentes, incluindo a fonte de alimentação. Assim, ele é uma ótima opção para quem está montando um sistema cheio de componentes com LEDs, sejam RGB ou de cor única. Além disso, ele tem um bom espaço interno, uma boa refrigeração e um design que facilita a organização dos cabos. Pontos fortes Visual impactante Bom espaço interno Grandes ventoinhas RGB nos painéis frontal e superior Controlador RGB com diversos modos de iluminação Painéis laterais, superior e frontal em vidro temperado Suporta radiador de até 240 mm de comprimento Tem duas portas USB 3.0 e duas USB 2.0 Pontos fracos Preço alto Nenhum filtro de ar Não possui sistema de fixação de placas sem ferramentas Fabricante não fornece especificações técnicas das ventoinhas
  8. Trazemos hoje a análise da ASRock TRX40 Creator, placa-mãe topo de linha soquete sTRX4 baseada no novo chipset TRX40, para processadores Ryzen Threadripper de terceira geração e voltada a criadores de conteúdo. Os processadores Ryzen Threadripper são os modelos da AMD para o mercado HEDT (high-end desktop), ou seja, são voltados para aplicações profissionais que necessitam de alto desempenho. Os Ryzen Threadripper de primeira (leia o teste aqui) e de segunda geração utilizam placas-mãe soquete TR4 (como esta), que trazem o chipset AMD X399. Recentemente, a AMD lançou os Ryzen Threadripper de terceira geração, fabricados em processo de 7 nm, só que eles não são compatíveis com as placas-mãe utilizadas pelos modelos anteriores. Os novos Ryzen Threadripper, de terceira geração, utilizam o soquete sTRX4 e o chipset TRX40. O soquete sTRX4, apesar de ser mecanicamente igual ao soquete TR4, tem (segundo a AMD) uma pinagem diferente, de forma que processadores TR4 não são compatíveis com placas-mãe sTRX4, e vice-versa. A principal novidade do chipset TRX40 é o suporte a PCI Express 4.0, a exemplo do que já vimos no chipset X570. O sistema todo (processador e chipset) oferece 88 pistas PCI Express 4.0, 12 portas USB 3.2 Gen 2 (de 10 Gbps) e até 20 portas SATA. A comunicação entre o chipset e o processador se dá por meio de oito pistas PCI Express 4.0. Você pode conferir a placa-mãe ASRock TRX40 Creator na Figura 1. Ela usa o padrão ATX, medindo 305 x 244 mm. Figura 1: placa-mãe ASRock TRX40 Creator Como mencionamos na página anterior, a principal novidade do chipset TRX40 é o suporte ao padrão PCI Express 4.0. A ASRock TRX40 Creator vem com quatro slots PCI Express 4.0 x16, todos controlados pelo processador. Graças à enorme quantidade de pistas oferecidas pela plataforma, o primeiro e o terceiro slots trabalham sempre na velocidade x16, e o segundo e o quarto sempre a x8. Assim, se você utilizar quatro placas de vídeo, eles vão trabalhar na configuração x16/x8/x16/x8. Esses slots vão funcionar no padrão PCI Express 4.0 apenas se a placa instalada for compatível; caso contrário, eles trabalharão no padrão PCI Express 3.0. Há ainda três slots M.2 para SSDs. Os dois primeiros são 2280 e suportam PCI Express 4.0 x4. O terceiro é 22110 e suporta conexões PCI Express 4.0 x4 e SATA-600. Os três são equipados com dissipadores. A placa-mãe suporta as tecnologias CrossFire e SLI com até quatro placas de vídeo. Os quatro slots PCI Express x16 são cobertos por uma armadura metálica que ajuda a reduzir interferências eletromagnéticas, além de aumentar a resistência mecânica dos slots. Figura 2: slots Os slots M.2 vêm com um dissipadores de calor. A Figura 3 mostra estes dissipadores removidos. Figura 3: slots M.2 sem o dissipador Os processadores atuais têm um controlador de memória embutido, o que significa que é o processador, e não o chipset, que define que tecnologia e qual a quantidade máxima de memória que pode ser instalada. A placa-mãe, porém, pode ter uma limitação de quanta memória pode ser instalada. O controlador de memória dos processadores soquete TRX40 suporta memórias DDR4 até 3.200 MHz, em configuração de até quatro canais. De acordo com a ASRock, a TRX40 Creator suporta memórias de até 4.666 MHz em overclock. A TRX40 Creator tem oito soquetes de memória, suportando até 256 GiB se você usar oito módulos de 32 GiB. Para habilitar o modo de quatro canais, você deve instalar quatro ou oito módulos de memória. Se instalar apenas dois módulos, o processador vai acessar a memória em dois canais. Figura 4: soquetes de memória; instale quatro ou oito módulos para máximo desempenho O chipset AMD TRX40 é uma solução de chip único. Ele oferece até doze portas SATA-600, mais até oito portas gerenciadas pelo processador, sendo que o número total depende da configuração escolhida pelo fabricante da placa-mãe, suportando RAID (0, 1 e 10). A TRX40 Creator traz uma dessas portas em um slot M.2 e oferece mais oito portas SATA-600. Na TRX40 Creator as portas SATA são instaladas na borda da placa-mãe, conforme podemos ver na Figura 5, rotacionadas em 90 graus, de forma que não sejam bloqueadas por placas de vídeo. Nesta imagem também podemos ver um conector de alimentação PCI Express de seis pinos, que leva alimentação auxiliar para os slots de expansão. Figura 5: as oito portas SATA-600 Segundo a AMD, o chipset AMD TRX40 suporta quatro portas USB 2.0 e oito portas USB 3.2 Gen 2. Há ainda mais quatro portas USB 3.2 Gen 2 controladas diretamente pelo processador. Para mais informações sobre os diferentes padrões de portas USB, leia nosso artigo "Tudo o que você precisa saber sobre o padrão USB 3.2". A ASRock TRX40 Creator oferece duas portas USB 2.0, disponíveis através de um conector localizado na placa-mãe. Ela também oferece oito portas USB 3.2 Gen 1, quatro no painel traseiro e quatro em dois conectores na placa-mãe. Ainda há três portas USB 3.2 Gen 2, duas no painel traseiro da placa-mãe (ambas tipo A), e uma disponível em um conector. Ainda há uma porta USB 3.2 Gen 2x2, tipo C, em uma pequena placa auxiliar localizada no painel traseiro, controlada por um chip ASMedia ASM3242. Outro destaque desta placa-mãe é o circuito de áudio, que utiliza o codec Realtek ALC1220 (7.1+2 canais, relação sinal/ruído de 120 dB para as saídas analógicas e de 113 dB para as entradas analógicas, resolução de 32 bits, taxa de amostragem de 192 kHz). Há ainda um segundo codec, modelo Realtek ALC4050H (especificações não divulgadas) e um amplificador NE5532 exclusivos para a saída de áudio de fones de ouvido. Todos os capacitores desse circuito são específicos para áudio, da japonesa Nichicon. As saídas de áudio são independentes e banhadas a ouro, e a placa-mãe também vem com saída de áudio SPDIF óptica. A seção de áudio é fisicamente separada do restante dos circuitos por uma trilha, o que reduz interferências e permite que os componentes atinjam suas especificações nominais. A Figura 6 mostra a seção de áudio da placa-mãe. Figura 6: circuito de áudio da placa-mãe Outro destaque da placa-mãe é a sua placa de rede sem fio, padrão Wi-Fi 6 (IEEE 802.11ax), modelo Intel AX200NGW, que também fornece conexão Bluetooth 5.0. Na Figura 7 você confere o módulo contendo esta placa de rede, que já vem instalada em um soquete M.2 dedicado próximo ao painel traseiro. Figura 7: placa de rede sem fio A placa-mãe analisada tem duas portas de rede, uma de 2,5 Gbps controlada por um chip Realtek Dragon RTL8125AG, e outra padrão 10G (10 Gbps) controlada por um chip AQUANTIA AQC107. Na Figura 8 podemos ver o painel traseiro da placa-mãe, com botão BIOS Flashback (que permite atualizar a BIOS sem a necessidade de instalar processador ou memória), conector PS/2 para teclado ou mouse, duas portas USB 3.2 Gen 1, conectores das antenas da placa de rede sem fio, botão Clear CMOS, saída SPDIF, os conectores de áudio analógico, a porta Ethernet 2.5G, duas portas USB 3.2 Gen 1, a porta Ethernet 10G, duas portas USB 3.2 Gen 2 e a porta USB 3.2 Gen 2x2 tipo C. Figura 8: painel traseiro da placa-mãe A ASRock TRX40 Creator vem com um mostrador de dois dígitos que informa o código de erro em caso de problemas de inicialização, e botões de reset e liga/desliga, que podem ser vistos na Figura 9. Figura 9: mostrador de códigos de erro e botões A Figura 10 mostra o chip AQUANTIA AQC107, responsável por controlar a porta de rede Ethernet 10G. Este chip vem com um pequeno dissipador, removido para a foto. Figura 10: chip de rede Ethernet 10G Na Figura 11, vemos o módulo onde fica a porta USB 3.2 Gen 2x2 e o seu chip controlador ASMedia ASM3242. Esta porta oferece taxa de transferência de até 20 Mbps, o dobro da porta USB 3.2 Gen 2. Figura 11: módulo USB 3.2 Gen 2x2 Os acessórios que acompanham a TRX40 Creator são mostrados na Figura 12. Figura 12: acessórios O circuito regulador de tensão do processador da ASRock TRX40 Creator utiliza oito fases de alta potência para o processador, com projeto digital. O circuito regulador de tensão é resfriado por um dissipador ativo (com ventoinha) e heatpipe, mostrado na Figura 13. Figura 13: dissipador do circuito regulador de tensão O regulador de tensão é controlado por um chip Renesas ISL69247. Cada fase usa um circuito integrado Renesas ISL99390, de 90 A. Parte do circuito regulador de tensão é mostrado na Figura 14. Figura 14: circuito regulador de tensão Na Figura 15 podemos ver os capacitores do circuito regulador de tensão principal, que ficam pelo lado da solda da placa-mãe. São capacitores de tântalo no formato SMD. Figura 15: capacitores Os demais capacitores da ASRock TRX40 Creator são capacitores eletrolíticos sólidos da Nichicon (12K Black Cap). Além disso, as bobinas desta placa-mãe são de ferrite, com especificação de 90 A. Se você quer aprender mais sobre o circuito regulador de tensão, leia o nosso tutorial sobre o assunto. As principais especificações da ASRock TRX40 Creator incluem: Soquete: sTRX4 Chipset: AMD TRX40 Super I/O: Nuvoton NCT6683D-T ATA Paralela: nenhuma ATA Serial: oito portas SATA-600 (RAID 0, 1 e 10) USB 2.0: duas portas, disponíveis em um conector na placa-mãe USB 3.2 Gen 1: oito portas, quatro no painel traseiro e quatro disponíveis em dois conectores na placa-mãe USB 3.2 Gen 2: três portas, duas no painel traseiro (ambas tipo A) e uma em um conector na placa-mãe Vídeo on-board: não Áudio on-board: produzido por um chip Realtek ALC1220 (7.1 canais, relação sinal/ruído de 120 dB para as saídas e de 113 dB para as entradas, 32 bits, 192 kHz), saída SPDIF óptica on-board, mais um codec Realtek ALC4050H (especificações não divulgadas) e um amplificador NE5532 para a saída de áudio de fones de ouvido Rede on-board: uma porta Ethernet 2.5G controlada por um chip Realtek Dragon RTL8125AG, e uma porta Ethernet 10G controlada por um chip AQUANTIA AQC107 Rede sem fio: Wi-Fi 6, produzido por um módulo M.2 Intel AX200NGW Fonte de alimentação: 2 x EPS12V Slots: quatro slots PCI Express 4.0 x16 (trabalhando em x16/x8/x16/x8), dois slots 2280 M.2 PCI Express 4.0 x4 e um slot M.2 2280/22110 SATA-600/PCI Express 4.0 x4 Memória: oito soquetes DDR4-DIMM (até DDR4-4666, máximo de 256 GiB) Conectores para ventoinhas: um conector de quatro pinos para o cooler do processador e quatro conectores de quatro pinos para ventoinhas auxiliares Recursos extras: mostrador de código de erro, botões liga/desliga, reset, clear CMOS e BIOS Flashback, porta USB 3.2 Gen 2x2 Número de CDs/DVDs fornecidos: um Programas incluídos: drivers e utilitários da placa-mãe Mais informações: https://www.asrock.com Preço médio nos EUA*: US$ 460,00 * Pesquisado na Newegg.com no dia da publicação deste artigo. As placas-mãe soquete sTRX4, baseadas no chipset TRX40, são uma renovação interessante em relação às X399. Acompanhando os processadores Ryzen Threadripper de terceira geração, elas suportam as inovações trazidas por esta nova safra de processadores, principalmente a conexão PCI Express 4.0. A ASRock TRX40 Creator, como o próprio nome indica, é voltada para criadores de conteúdo que querem montar uma "workstation" (termo utilizado para designar um computador de alto desempenho voltado para uso profissional, como edição de vídeo). Isso fica claro na quantidade de recursos que ela suporta. Além de suportar os novos Ryzen Threadripper de terceira geração (especialmente o modelo mais topo de linha, o Ryzen Threadripper 3970X, que tem 32 núcleos e 64 threads), ela aceita oito módulos de memória, quatro placas de vídeo, oito unidades de armazenamento SATA, três SSDs M.2, além de trazer duas placas de rede de alto desempenho (uma 2.5G e uma 10G) e rede sem fio de alto desempenho. Além disso, seu circuito de áudio é topo de linha. E não se engane com o circuito regulador de tensão ter "apenas" oito fases: ele utiliza componentes de alta qualidade e deve até permitir um overclock razoável. A única coisa que realmente sentimos falta é da iluminação RGB, ausente na ASRock TRX40 Creator. Ironias à parte, faz sentido que uma placa-mãe voltada para fins profissionais não desperdice espaço, energia e custo com iluminação, mesmo que hoje em dia seja uma raridade uma placa-mãe topo de linha que não seja mais iluminada do que uma árvore de natal. Com um preço relativamente baixo (para o segmento que ocupa e a quantidade de recursos que oferece), a ASRock TRX40 Creator é uma ótima placa-mãe para o que se destina, com excelente relação custo-benefício para quem quer montar um computador para tarefas profissionais, como edição de vídeo, utilizando um processador Ryzen Threadripper de terceira geração.
  9. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Placa-mãe ASRock TRX40 Creator "Analisamos a ASRock TRX40 Creator, placa-mãe para processadores Ryzen Threadripper de terceira geração, com foco em PCs para criadores de conteúdo. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  10. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do processador Athlon 3000G "Testamos o Athlon 3000G, novo processador da AMD com dois núcleos, quatro threads, clock de 3,5 GHz e vídeo integrado Vega, desbloqueado para overclock. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  11. O Athlon 3000G é um novo processador da AMD, com dois núcleos, quatro threads, vídeo integrado Radeon Vega e compatível com soquete AM4. Vamos ver como é o desempenho deste modelo voltado ao mercado de entrada. O Athlon 3000G é um sucessor direto do Athlon 200GE. Ele tem especificações muito parecidas com a do seu irmão mais velho, como os dois núcleos, as quatro threads, as configurações do vídeo integrado Vega 3 (com 192 núcleos), o TDP (de 35 W) e até mesmo a tecnologia de fabricação (14 nm), baseada na arquitetura Zen de primeira geração. Isso mesmo que você leu: ao contrário do que poderíamos imaginar, ele não utiliza a arquitetura de segunda geração Zen+ (de 12 nm) utilizada, por exemplo, no Ryzen 3 3200G, e nem a tecnologia de 7 nm da arquitetura Zen 2 presente nos modelos Ryzen de terceira geração. O processador analisado tem controlador de memória de dois canais compatível com memórias DDR4-2666 e oito pistas PCI Express 3.0. O clock do motor gráfico é de 1,1 GHz. Seu cache L3 é de 4 MiB e há também 512 kiB de cache L2 por núcleo de processamento. Além do clock mais alto (3,5 GHz vs 3,2 GHz), a principal diferença do Athlon 3000G para o Athlon 200GE é que ele é desbloqueado para overclock, o que pode ser uma boa pedida caso você possua uma placa-mãe compatível com este recurso. Lembre-se, porém, que se você utilizar uma placa-mãe baseada no chipset mais simples da AMD, o A320, você não poderá fazer overclock. Assim como seu antecessor, o foco do Athlon 3000G é em sistemas de baixo custo e baixo consumo, sem necessidade de alto desempenho, como sistemas de automação comercial, ou computadores domésticos para uso básico. O seu principal ponto positivo é o seu preço, já que ele é um dos processadores mais baratos do mercado. Na Figura 1 vemos o processador Athlon 3000G testado. Ele é vendido com um cooler similar ao que vem junto com o Athlon 200GE. Figura 1: o Athlon 3000G O lado inferior do Athlon 3000G pode ser visto na Figura 2. Figura 2: lado inferior do Athlon 200GE Analisando seu preço nos EUA, o concorrente direto do Athlon 3000G é o Celeron G4900 da Intel. Infelizmente não temos este processador (nem o modelo um pouco mais caro, que seria o Pentium Gold G5400) disponível para uma comparação direta, de modo que vamos compara o Athlon 3000G ao Athlon 200GE, para termos ideia do ganho de desempenho do novo modelo. Também incluímos em nosso comparativo o Ryzen 3 2200G, que é um processador de uma categoria de preço um pouco superior, para termos ideia se vale a pena investir no modelo superior para quem deseja, por exemplo, um computador de baixo custo para jogos casuais. Em todos os testes, utilizamos o vídeo integrado dos processadores. Vamos comparar as principais especificações dos processadores testados na próxima página. Nas tabelas abaixo, comparamos as principais características dos processadores incluídos neste teste. Os preços foram pesquisados na Newegg.com no dia da publicação deste artigo. TDP significa Thermal Design Power e é a máxima quantidade de calor que o processador pode dissipar. Processador Núcleos HT/SMT IGP Clock Interno Clock Turbo Núcleo Tecn. TDP Soquete Preço nos EUA Athlon 3000G 2 Sim Sim 3,5 GHz - Raven Ridge 14 nm 35 W AM4 US$ 50 Athlon 200GE 2 Sim Sim 3,2 GHz - Raven Ridge 14 nm 35 W AM4 US$ 55 Ryzen 3 2200G 4 Não Sim 3,5 GHz 3,7 GHz Raven Ridge 14 nm 65 W AM4 US$ 85 Os preços foram pesquisados na Newegg.com no dia da publicação deste artigo. TDP significa Thermal Design Power e é a máxima quantidade de calor que o processador pode dissipar. Abaixo, podemos ver a configuração de memória de cada processador. Processador Cache L2 Cache L3 Suporte oficial à Memória Canais de memória Athlon 3000G 2 x 512 kiB 4 MiB Até DDR4-2666 Dois Athlon 200GE 2 x 512 kiB 4 MiB Até DDR4-2666 Dois Ryzen 3 2200G 4 x 512 kiB 4 MiB Até DDR4-2933 Dois Abaixo nós temos uma breve comparação dos motores gráficos dos processadores testados. Processador Motor Gráfico DirectX Clock máximo Núcleos Athlon 3000G Radeon Vega 3 12 1.100 MHz 192 Athlon 200GE Radeon Vega 3 12 1.000 MHz 192 Ryzen 3 2200G Radeon Vega 8 12 1.000 MHz 512 Durante nossas sessões de teste, nós usamos a configuração listada abaixo. Entre as sessões de teste, os únicos componentes variáveis foram os processadores sendo testados, além da placa-mãe para acompanhar os diferentes processadores. Configuração de hardware Placa-mãe: Gigabyte AB350N-Gaming WIFI Cooler do processador: cooler original de cada processador Memória: 16 GiB, dois módulos DDR4-3200 Geil de 8 GiB a 2.666 MHz Unidade de boot: Crucial P1 de 1.000 GiB Placa de vídeo: vídeo integrado Monitor de vídeo: Philips 236VL Fonte de alimentação: Corsair CX600 Configuração do sistema operacional Windows 10 Home 64 bit NTFS Resoluçao de vídeo: 1920 x 1080 Versões dos drivers Versão do driver AMD: 19.10.2 Software utilizado 3DMark Cinebench R20 CPU-Z 1.90 Handbrake PCMark 10 V-Ray Benchmark CS:GO PUBG Lite Tom Clancy's Rainbow Six Siege Margem de erro Adotamos uma margem de erro de 3%. Assim, diferenças abaixo de 3% não são consideradas relevantes. Em outras palavras, produtos com diferença de desempenho abaixo de 3% são considerados tendo desempenhos equivalentes. PCMark 10 O PCMark 10 é um programa de teste de desempenho que utiliza aplicativos reais para medir o desempenho do computador. Nós rodamos o teste padrão, que inclui testes de abertura de programas, navegação na internet, digitação de textos, edição de fotos, conversa por vídeo, edição de vídeo, vídeo conferência e renderização. Vamos analisar os resultados. No teste Home do PCMark 10, o Athlon 3000G foi 10% mais rápido do que o Athlon 200GE. 3DMark O 3DMark é um programa com um conjunto de testes de desempenho que criam cenários e simulações de jogos 3D. O teste Night Raid mede o desempenho em DirecX 12, sendo voltado a computadores com o vídeo integrado, o teste Fire Strike mede o desempenho DirectX 11 e é voltado a computadores topo de linha para jogos, enquanto o teste Sky Diver também mede desempenho DirectX 11, mas é voltado a computadores intermediários. Finalmente, o teste Cloud Gate mede o desempenho em DirectX 10. No teste Night Raid, o Athlon 3000G foi 9% mais rápido do que o Athlon 200GE. No teste Fire Strike, o Athlon 3000G foi 7% mais rápido do que o Athlon 200GE. No teste Sky Diver, o Athlon 3000G foi 8% mais rápido do que o Athlon 200GE. No teste Cloud Gate, o Athlon 3000G foi 39% mais rápido do que o Athlon 200GE. Cinebench R20 O Cinebench R20 é baseado no software Cinema 4D. Ele é muito útil para medir o ganho de desempenho obtido pela presença de vários núcleos de processamento ao renderizar imagens 3D pesadas. Renderização é uma área onde ter um maior número de núcleos de processamento ajuda bastante, pois normalmente esse tipo de software reconhece vários processadores. Já que nós estamos interessados em medir o desempenho de renderização, nós rodamos o teste CPU, que renderiza uma imagem “pesada” utilizando todos os processadores ou “núcleos” – tanto reais quanto virtuais – para acelerar o processo. O resultado é dado como uma pontuação. No Cinebench R15, o Athlon 3000G foi 12% mais rápido do que o Athlon 200GE. CPU-Z O famoso programa de identificação de hardware CPU-Z vem com uma ferramenta simples de medição de desempenho, utilizando apenas um núcleo e também todos os núcleos disponíveis. Note que os resultados foram todos obtidos com a mesma versão do programa (1.83), já que não é possível comparar resultados obtidos com versões diferentes. No teste que mede o desempenho de apenas um núcleo, o Athlon 3000G foi 12% mais rápido do que o Athlon 200GE. Já no teste que utiliza todos os núcleos disponíveis, o Athlon 3000G foi 5% mais rápido do que o Athlon 200GE. Handbrake O HandBrake é um programa de conversão de vídeo de código aberto. Nós convertemos um vídeo .mov de seis minutos em resolução Full HD em um arquivo .MP4, utilizando o perfil de saída “Fast 1080p30”. Os resultados estão em segundos, de forma que valores mais baixos são melhores. No Handbrake, o Athlon 3000G foi 11% mais rápido do que o Athlon 200GE. V-RAY O V-Ray Benchmark é uma ferramenta de medição de desempenho do processador e da placa de vídeo em tarefas de renderização de imagem. Ele renderiza duas imagens, uma utilizando o processador (CPU) e outra a placa de vídeo (GPU). Nós rodamos o teste nos processadores testados e comparamos o tempo gasto no teste CPU no gráfico abaixo. No V-Ray Benchmark, o Athlon 3000G foi 12% mais rápido do que o Athlon 200GE. Nos testes com jogos, medimos e colocamos nos gráficos os valores de taxas de quadros média e mínima. Vamos fazer o comparativo utilizando os valores de taxa média, enquanto a taxa dos 1% mínimos fica como informativo para que você possa tirar suas próprias conclusões. Lembre-se que em todos os testes desta página utilizamos o vídeo integrado de cada processador. Counter-Strike: Global Offensive O Counter-Strike: Global Offensive (ou simplesmente CS:GO) é um FPS bastante popular, lançado em Agosto de 2012, que utiliza o motor Source, sendo compatível com DirectX 9. Nós testamos o desempenho jogando no mapa "Inferno" contra bots, em 1920 x 1080 (Full HD), com a qualidade de imagem configurada em “média”, utilizando o MSI Afterburner para registrar as taxas de quadro médias e o 1% mínimo. Os resultados estão expressos em quadros por segundo (fps). Neste jogo, comparando a taxa de quadros média, o Athlon 3000G foi 8% mais rápido do que o Athlon 200GE. PUBG Lite O "Player Unknown's Battlegrounds" Lite é um jogo gratuito tipo "battle royale" lançado em dezembro de 2017, baseado no motor Unreal Engine 4. Para medir o desempenho usando este jogo, nós jogamos uma partida em 1920 x 1080 (Full HD), com a qualidade de imagem configurada em “média”, medindo a taxa de quadros média e os 1% mínimo utilizando o MSI Afterburner. Os resultados estão expressos em quadros por segundo (fps). Neste jogo, comparando a taxa de quadros média, o Athlon 3000G foi 6% mais rápido do que o Athlon 200GE. Rainbow Six Siege O "Tom Clancy's Rainbow Six Siege" é um jogo estilo FPS tático lançado em dezembro de 2015, baseado no motor AnvilNext, que é DirectX 11. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos o teste de desempenho embutido no mesmo, em resolução 1920 x 1080, com qualidade gráfica “baixa”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Rainbow Six Siege, o Athlon 3000G foi 6% mais rápido do que o Athlon 200GE. Ao contrário dos processadores Athlon anteriores, o Athlon 3000G tem multiplicador de clock destravado, significando que é possível fazer overclock nele modificando apenas este parâmetro. Fizemos testes simples de overclock, apenas aumentando o multiplicador de clock e mantendo a tensão de alimentação padrão do processador. Nesta situação, conseguimos atingir com estabilidade 3.825 MHz (100 MHz x 38,25). Acima disso, tínhamos erros no Prime95 ou travamento no Cinebench R20. Com este clock, o desempenho medido no Cinebench R20 foi de 945 pontos, 6% acima da pontuação obtida no clock original. Teoricamente, também é possível aumentar o clock do vídeo integrado Vega presente no Athlon 3000G. Porém, tentamos aumentar este clock pelo setup da placa-mãe e o mesmo não mostrou mudança. É possível tratar-se de um bug neste placa-mãe e ser possível fazer este overclock em outros modelos, mas não chegamos a testar esta possibilidade. Lembre-se, porém, que a capacidade de overclock de um processador depende da placa-mãe, do sistema de refrigeração, e também da sorte, pois dois processadores de mesmo modelo podem alcançar diferentes taxas de clock máximas. O grande trunfo do Athlon 200GE estava no fato de ele ser um dos processadores mais baratos do mercado, e mesmo assim trazer um desempenho suficiente para aplicações simples como automação comercial, navegação na Internet, reprodução de vídeos, digitação de textos etc. com baixo consumo, e até mesmo possibilitar rodar jogos pouco exigentes, como o popular CS:GO, graças ao seu vídeo integrado que, mesmo simples, é superior ao dos processadores da Intel. Já o Athlon 3000G, sendo um modelo ligeiramente superior graças ao clock um pouco mais alto, e ao mesmo tempo trazendo um preço ainda mais acessível, mantém essa característica de oferecer um ótimo custo-benefício para quem procura um PC simples e barato. O fato de ser desbloqueado para overclock, por um lado, oferece a possibilidade de extrair um pouco mais desempenho do processador, mas por outro lado não faz muito sentido, já que, para que seja utilizada, necessita de uma placa-mãe intermediária, o que certamente aumentará o custo total do computador, jogando por terra a vantagem do baixo preço do processador. Mas a grande pergunta que muitas pessoas podem estar fazendo é: este processador é uma boa alternativa para montar um PC para jogos de baixo custo? Embora o Athlon 3000G tenha se mostrado suficiente para rodar jogos mais simples, a resposta é negativa. Neste quesito, o Ryzen 3 2200G é bem mais potente e custa pouca coisa a mais. Logo, se você está montando um PC barato para jogos, escolha o Ryzen 3 2200G ou seu sucessor, o Ryzen 3 3200G (que infelizmente ainda não tivemos oportunidade de testar). Porém, se está procurando um processador para um computador simples, focado em tarefas "de escritório" (digitação de textos e planilhas), automação comercial, navegação na Internet ou apenas para assistir filmes e séries nas plataformas de streaming, gastando o mínimo possível, o Athlon 3000G é uma ótima opção.
  12. Olhar por fora não adianta muito, tem que remover e verificar se a pasta térmica está espalhada corretamente. Às vezes, a pessoa utiliza uma peça errada (usa espaçadores feitos para o soquete X no soquete Y) e o cooler não pressiona o processador corretamente. Outro motivo pode ser a alimentação da bomba d'água desligada ou ligada incorretamente.
  13. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Como escolher um notebook "Neste artigo, vamos trazer algumas dicas para você escolher o melhor notebook para as suas necessidades e entender as especificações dos notebooks atuais." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  14. Um dos produtos mais procurados a cada Black Friday, e nas promoções em geral, são notebooks. Seja por que você começou um curso ou trabalho novo e vai precisar de um computador portátil, ou por que o seu notebook atual está defasado, ou por que você quer um modelo mais compacto, ou por que quer um modelo para jogar, há uma grande chance de você estar pensando em comprar um novo neste momento. Neste artigo, vamos ajudá-lo a entender melhor as opções do mercado e melhorar suas chances de acertar na compra. Qual é o melhor notebook? O ponto básico aqui é que não existe apenas uma definição do que é um bom produto. Notebooks podem ter vários usos diferentes, e para cada tipo de uso você deve procurar diferentes características. Por exemplo, algumas pessoas precisam carregar o notebook o tempo todo, e portanto precisam que o modelo seja pequeno, leve e fino. Outras utilizam um notebook para executar trabalhos pesados (edição de vídeo, por exemplo) e precisam que ele tenha um hardware poderoso. Outros querem o notebook para jogar e, portanto, precisam de uma tela de excelente qualidade e um chip gráfico de última geração, enquanto outro usuário só vai usar redes sociais e precisa de um notebook que seja, principalmente, barato. Na próxima página, veremos os principais tipos de notebooks. A primeira coisa que você precisa definir é o tipo de notebook que você precisa, o que inclui o tipo de programa que você vai utilizar na maior parte do tempo, o quanto de mobilidade você precisa, se precisa de uma bateria de grande duração e, claro, o quanto pretende gastar. As médias de preço citadas abaixo são apenas uma referência geral e podem variar. Notebook "barato": se você quer um notebook para poder navegar na Internet, digitar textos e assistir vídeos, e quer gastar o mínimo possível, é este produto que você procura. Você vai simplesmente procurar um modelo o mais barato possível, mas isso não significa que você não pode comprar um produto um pouco melhor gastando quase a mesma coisa. Atente, principalmente, para que não seja um modelo antigo demais; mesmo um modelo super básico atual vai ter um desempenho e uma qualidade geral muito melhor do que um modelo básico que tenha sido lançado há anos atrás. Não confunda esse tipo de notebook com um Chromebook (falaremos mais sobre este produto mais abaixo). Em geral, custam menos de R$ 1.500. Notebook "médio": feito para quem pode gastar um pouco mais, mas ainda não necessita de muito poder de fogo. Em geral vai trazer um processador intermediário, ou até mesmo um intermediário superior, e um pouco mais de espaço de armazenamento. Neste tipo, evite equipamentos muito desbalanceados como, por exemplo, os que trazem um excelente processador, mas pouca memória (RAM) ou uma tela ruim. Seus preços variam muito, mas em geral fica entre R$ 1.500 e R$ 2.500. Notebook "ultra compacto": normalmente tem tela de menos de 14 polegadas. Pode ter um hardware bem básico, mas é mais fino, robusto e tem um design melhor do que o modelo "barato". Ideal para quem precisa levar o notebook para todos os lugares. Há notebooks "super compactos" com um hardware mais poderoso, mas aí se prepare, pois ele vai ser caro. O preço varia de acordo com o hardware, começando em R$ 1.500 e podendo ultrapassar os R$ 5.000. Notebook "superior": em geral, ele tem tela de 15,6 polegadas, mas pode ser mais fino e leve do que o modelo "médio". Traz um processador potente e, muitas vezes, um chip gráfico básico com memória de vídeo dedicada (tome cuidado, porque não é voltado a jogos, embora consiga rodar títulos mais antigos ou pouco exigentes). Infelizmente, muitos deles são desbalanceados, com um ou mais itens que os aproximam dos modelos "médios" como, por exemplo, a tela de baixa resolução. Em geral, custa entre R$ 2.500 e R$ 4.500. Notebook "profissional": também chamado de "workstation" ou "ultrabook" (esta definição já é obsoleta e se referia a notebooks finos e de alto desempenho), em geral traz um processador topo de linha, bastante memória (RAM), armazenamento em SSD, tela de alta qualidade e alta resolução, chip gráfico dedicado (porém não da linha voltada a jogos, e sim voltada a aplicações profissionais) e design refinado. Em geral, custa mais de R$ 4.000, podendo chegar a valores exorbitantes. Notebook "gamer": como o nome sugere, é voltado a jogos e, obrigatoriamente, tem um processador potente e um chip gráfico voltado a jogos, além de uma tela de boa qualidade. Atualmente, há desde modelos mais simples, com um chip gráfico básico e normalmente um pouco grandes e pesados, até modelos de alto desempenho e tela de altíssima qualidade. Há alguns modelos desta categoria que são bem finos, mas são caros e podem ter problemas de aquecimento ou barulho excessivo oriundo das ventoinhas de refrigeração. Em geral, a bateria não dura muito, pois não são pensados para você ficar jogando sem ele estar ligado na tomada. Podem custar a partir de R$ 3.500 e indo até mais de R$ 10.000. Notebook "híbrido": são notebooks que têm a tela sensível ao toque e dobradiças que permitem que você gire a tela em 360 graus, desta forma permitindo que ele seja utilizado como se fosse um tablet. Este tipo de notebook pode ser encontrado com as mais variadas configurações de hardware, desde muito básicas até configurações muito potentes. O preço, portanto, varia de R$ 1.000 até mais de R$10.000. Há ainda dois tipos de computadores portáteis que não abordaremos neste artigo: Chromebook: é um dispositivo que parece um notebook, mas utiliza um hardware semelhante ao de um smartphone e um sistema operacional próprio, que só serve para acessar a Internet, de forma que só executa tarefas ligadas a um determinado site. Pode ser útil para quem quer apenas usar redes sociais e assistir filmes e séries online, e mais nada. MacBook: é o nome utilizado pela linha de notebooks da Apple. São conhecidos pelo seu excelente design e pelo seu alto preço, e em geral só são recomendados para quem precisa (ou quer) utilizar o sistema operacional da Apple, sendo geralmente um produto voltado a um nicho muito específico. Nas próximas páginas, veremos algumas dicas de como entender a configuração de um notebook. Uma das principais características que definem um notebook é o tamanho de sua tela. O tamanho mais comum é de 15,6 polegadas, mas também há modelos menores com tela de 14 polegadas e 13,3 polegadas, e modelos maiores com tela de 17,3 polegadas, além de outros tamanhos menos comuns. Além do tamanho, a principal característica da tela é a sua resolução, ou seja, o número de pontos que ela pode mostrar. Infelizmente, o mercado nacional ainda está inundado de notebooks com tela de baixa resolução (HD, que equivale a 1366 x 768 pixels ou algo em torno disso), o que prejudica a definição quando você está visualizando vídeos e fotos mas, principalmente, prejudica sua visualização ao trabalhar. Por exemplo, se você vai usar um editor de textos em uma tela com baixa resolução, boa parte da tela vai ser ocupada por ícones e menus, sobrando menos espaço para você efetivamente visualizar o seu texto. Sempre dê preferência a modelos cuja tela tenha resolução pelo menos Full HD (1920 x 1080 pixels), que é o padrão mundial há anos. Há notebooks com tela Full HD em praticamente todas as faixas de preço, basta você ter paciência e procurar. Cuidado: há aparelhos caros e aparentemente com bom hardware que vêm com tela HD. Outras características da tela referem-se ao ângulo de visão, brilho e tratamento antirreflexo. O ângulo de visão deve preferencialmente ser grande, caso contrário você só verá uma imagem com boa qualidade caso esteja exatamente na frente da tela, e isso pode ser um problema caso você queira ver um filme junto com outra pessoa, por exemplo. Normalmente, telas do tipo IPS têm um excelente ângulo de visão, enquanto telas TFT apresentam distorções de cores se você não estiver olhando de frente. Uma tela sem antirreflexo pode tornar sua utilização difícil caso você esteja com uma fonte de luz (uma janela, por exemplo) atrás de você, e uma tela com pouco brilho pode dificultar a visualização em ambientes muito claros. Para saber sobre estas características, a melhor forma é pesquisar por testes em sites e veículos de sua confiança, já que muitos fabricantes não as informam claramente. Os demais pontos do design referem-se ao tamanho e peso, já que, por exemplo, os notebooks com tela de 15,6 polegadas variam bastante de tamanho, variando desde modelo bem grandes e pesados (com 3 kg ou mais) até outros compactos (graças a bordas finas na tela), finos e leves (menos de 2 kg). Obviamente, aqui vai da preferência e necessidade de cada um, já que algumas pessoas vão manter o notebook no mesmo lugar a maior parte do tempo, enquanto outras vão carregá-lo em uma mochila o tempo todo e utilizá-lo na rua, no ônibus, no avião etc. Em relação ao material, há modelos totalmente em plástico, outros com algumas partes em metal, e alguns totalmente feitos de metal. Claro que o acabamento em metal deixa o notebook com um ar mais refinado, mas muitos notebooks com corpo de plástico também têm bom acabamento e robustez. Em relação ao hardware, o ponto que mais chama a atenção é sempre o processador. Embora nos últimos anos a Intel tenha reinado quase absoluta no segmento de processadores para notebooks, recentemente os processadores Ryzen da AMD vêm ganhando espaço no mercado, oferecendo opções competitivas. Assim, provavelmente o notebook que você for pesquisar vai trazer um processador Ryzen 3, Ryzen 5 ou Ryzen 7, no lado da AMD, ou Core i3, Core i5 ou Core i7, no lado da Intel. Ainda há notebooks com processadores Celeron ou Pentium da Intel. São opções com menor desempenho, mas que vão dar conta bem de tarefas mais simples. A principal vantagem destes processadores em notebooks é o baixo consumo, o que se reflete em uma maior duração da bateria. Assim, se você precisa de um notebook que funcione fora da tomada por várias horas, e não vai rodar nenhuma aplicação pesada, um modelo com um desses processadores pode ser uma boa opção. Fuja dos modelos com processador "Atom" (a Intel parou de fabricar estes processadores em 2016) e modelos AMD série A (A4, A6, A8, A10 e A12), que também são processadores antigos e já ultrapassados. Se for comprar um notebook com processador Core i3, i5 ou i7, preste atenção na geração. A Intel já lançou processadores Core i para notebooks de décima geração, que são os mais recentes atualmente. Processadores Core i3, i5 ou i7 de oitava e nona gerações também são bem atuais e oferecem bom desempenho e baixo consumo, mas evite notebooks com processador Core de sétima geração ou anteriores, pois provavelmente trata-se de um notebook com projeto mais antigo. Uma dica importante: embora nos processadores para computadores de mesa, os Core i7 sejam bem mais poderosos do que os Core i5, em muitos dos modelos para notebooks a diferença de desempenho é pequena. Por exemplo, um Core i5-8265U tem especificações praticamente idênticas às de um Core i7-8565U: ambos são de oitava geração, têm quatro núcleos e oito threads. A principal diferença está nos clocks, um pouco mais altos no Core i7. Assim, se você encontrar dois notebooks semelhantes cuja principal diferença esteja no processador Core i5 ou Core i7, lembre-se que o desempenho, na prática, pode não ser muito diferente. Na dúvida, pesquise as especificações de cada processador. Uma característica fundamental em notebooks voltados para jogos ou aplicações profissionais é a presença de um chip gráfico com memória de vídeo dedicada. Em muitos casos você lerá que o notebook possui "placa de vídeo", o que nem sempre é exatamente correto, já que este termo indicaria a presença de uma placa fisicamente independente, que possa ser removida ou substituída, o que é raro atualmente. Todos os notebooks do tipo "básico" e "médio" trazem apenas o vídeo integrado, o que significa que o chip gráfico é embutido no processador e uma parte da memória (RAM) é utilizada como memória de vídeo. Isso provavelmente vai tornar impossível jogar qualquer jogo atual neste notebook, mas não vai ser um problema para uso básico, como navegar na Internet, assistir filmes e séries, ou digitar textos. Muitos notebooks do tipo "superior" trazem um chip gráfico e memória de vídeo dedicadas. Porém, na maioria dos casos, são chips de desempenho modesto e baixo consumo, cujo objetivo principal é liberar o processador e a memória RAM das tarefas relacionadas a vídeo, e não oferecer suporte a jogos. Porém, este tipo de chip pode até permitir que você consiga jogar alguns títulos mais antigos ou menos exigentes (CS:GO, por exemplo). Exemplos destes chips gráficos atuais que não são voltados para jogos são o GeForce MX 230 e GeForce MX 250 da NVIDIA, e Radeon 530 e Radeon 540 da AMD. Já os notebooks "gamer" são aqueles que trazem chips gráficos voltados para jogos, que utilizam a nomenclatura GeForce GTX ou GeForce RTX (no caso da NVIDIA) e Radeon RX (no caso da AMD). Esses notebooks trazem memória dedicada de vídeo de pelo menos 4 GiB, mas o ideal é que você procure modelos com no mínimo 6 GiB de memória de vídeo caso queira jogar os títulos mais recentes. Outro ponto importante em um notebook é a quantidade de memória (RAM). Atualmente, o mínimo aceitável para uso básico são 4 GiB, portanto fuja de modelos com 2 GiB. Dê preferência a modelos com pelo menos 8 GiB e, caso seu objetivo seja rodar jogos ou programas profissionais como de edição de fotos ou vídeo, pense em 16 GiB ou mais. Porém, leve também em consideração que a maioria dos notebooks permite que você aumente a quantidade de memória (RAM) com relativa facilidade e baixo custo. Assim, se você encontrou um notebook com uma ótima tela, design e processador, mas pouca memória (RAM), verifique se ele aceita que você instale mais memória. Para ter certeza disso, a melhor forma é procurar análises do produto, preferencialmente em veículos que abrem os notebooks e verificam se há soquetes livres para instalar mais memória, já que muitas vezes os fabricantes não deixam isso claro. Alguns modelos têm apenas um soquete para módulo de memória (RAM), então se, por exemplo, ele vier com 8 GiB e você precisa de 16 GiB, não adianta apenas comprar mais um módulo de 8 GiB, você precisará comprar um módulo de 16 GiB e substituir o módulo existente, o que vai sair mais caro. Outros modelos (especialmente os muito compactos ou muito baratos) vêm com a memória soldada na placa-mãe e não há possibilidade de aumentar a quantidade de RAM. Também é necessário ficar atento para o tipo de memória utilizada: modelos atuais utilizam memórias DDR4, então se o modelo que você está pesquisando usa memória DDR3, há uma grande chance de tratar-se de um modelo antigo e desatualizado. Finalmente, outro ponto que pode ser importantíssimo em um notebook é o seu armazenamento. Antigamente, este era obrigatoriamente um disco rígido (popularmente conhecido como "HD"), e capacidades típicas seriam de 500 GB, 1 TB ou 2 TB. Porém, atualmente, os SSDs (unidades de estado sólido) já são populares e praticamente tão baratos quanto os discos rígido. Um SSD tem a mesma finalidade de um disco rígido, armazenar dados de forma não volátil (ou seja, esses dados não são perdidos quando você desliga o aparelho), mas utilizam uma tecnologia totalmente diferente. Enquanto um disco rígido utiliza um disco magnético girando, onde os dados serão escritos e lidos por uma "agulha" magnética móvel, um SSD utiliza apenas chips de memória não volátil (memória do tipo "Flash" na maioria dos casos). Assim, um SSD é muito mais rápido, mais silencioso, consome menos energia e é menos sensível a impactos. A única desvantagem é que ele, normalmente, é mais caro do que um disco rígido de mesma capacidade. Porém, por exemplo, atualmente um SSD de 240 GiB pode ser mais barato do que um disco rígido de 1 TB, mantendo todas as vantagens de ser um SSD. Com isso, há duas configurações ideais para notebooks: se você não precisa de uma quantidade enorme de armazenamento, um notebook que traga apenas um SSD de 240 GiB ou 480 GiB está perfeito. Se você vai trabalhar com muitos arquivos grandes, o ideal é que o notebook tenha um SSD de 240 GiB (ou mais) para a instalação do sistema operacional e dos programas mais utilizados, e um disco rígido de 1 TB ou 2 TB como armazenamento secundário, onde você vai manter seus arquivos grandes. Porém, esta configuração ideal só é encontrada, na maioria dos casos, em notebooks do tipo "profissional" ou "gamer", e às vezes nem estes trazem de fábrica um SSD como unidade principal de armazenamento. A imensa maioria dos notebooks disponíveis no mercado brasileiro não vem com SSD, trazendo apenas um disco rígido, o que é uma péssima configuração pois gera uma sensação de lentidão geral ao equipamento. O motivo disso, aparentemente, está na legislação brasileira, que exige que um certo número de peças seja de fabricação nacional para que o produto receba incentivos fiscais. Como há vários modelos de discos rígidos fabricados por aqui, enquanto todos os SSDs são fabricados no exterior, a indústria prefere utilizar esta configuração. A boa notícia é que você não precisa descartar a compra de um notebook apenas porque ele não vem com SSD: é relativamente simples (e barato) substituir o disco rígido que vem no notebook por um SSD do formato de 2,5 polegadas (que é o mesmo formato utilizado pelos discos rígido de notebook). Basta você transferir o sistema operacional para o SSD (ou reinstalá-lo do zero) e seu notebook ficará "voando" (ou, pelo menos, levando muito menos tempo para carregar o sistema operacional e os programas). Outra solução, melhor ainda, é adquirir um SSD no formato M.2 (em forma de uma pequena plaquinha de circuito impresso) e instalar no notebook, mantendo o disco rígido como unidade secundária. Porém, para isso, é necessário que o notebook ofereça um slot do tipo M.2 disponível. A grande maioria dos notebooks atuais traz um slot destes, mas o ideal é que você se certifique disso antes da compra.
  15. Simplesmente porque não recebemos nenhum modelo da SanDisk.
  16. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Como escolher um celular "Vamos trazer algumas dicas valiosas para você escolher um novo smartphone. Confira!" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  17. Neste tutorial, vamos trazer algumas dicas para você escolher o melhor modelo de smartphone acordo com as suas necessidades. A imensa maioria das pessoas, hoje em dia, não imagina o seu cotidiano sem um smartphone sempre à mão, seja para conferir mensagens, acessar redes sociais, assistir filmes e séries ou caprichar nas fotos. E se o seu celular pifou, quebrou a tela, a bateria está viciada e não está durando nada, ou foi furtado, você vai querer comprar um novo. Ou então, ele até está funcionando bem, mas está defasado, ou simplesmente você quer investir em um modelo melhor para poder rodar jogos, tirar fotos melhores, ou assistir suas séries em uma tela maior. De qualquer forma, muita gente troca de celular pelo menos uma vez a cada dois anos. Para decidir qual smartphone comprar, a primeira coisa é definir o quanto você quer ou pode gastar. A partir daí, pesquise em lojas online, em lojas físicas e na sua operadora quais opções estão disponíveis neste valor. Porém, não existe uma resposta simples para a pergunta "qual o melhor celular do mercado neste valor?", já que cada modelo tem seus pontos fortes e seus pontos fracos. Até mesmo os modelos topo de linha disponíveis no mercado podem apresentar um determinado ponto no qual não são tão bons quanto outros modelos. Por isso, depois de definir o quanto gastar, você deve definir as suas prioridades. Para quê você usa o celular, principalmente? Se você usa mais para assistir filmes e séries, uma boa tela tem mais importância. Se gosta de jogar, um processador mais potente deve ser prioridade. Passa o dia fora de casa e depende do celular? Uma boa duração de bateria é essencial. Gosta de registrar tudo em fotos, seja para guardar ou para postar no Instagram? Uma boa câmera é o mais importante. Caso você esteja procurando um aparelho topo de linha, ou mesmo um intermediário, uma boa dica é evitar comprar um produto recém lançado. Praticamente todo celular chega ao mercado com um preço mais alto, e fica mais barato algumas semanas depois. Além disso, no momento que um celular novo é lançado, normalmente o seu antecessor baixa bastante de preço e, como muitas vezes a diferença de recursos entre o modelo anterior e o modelo novo é pequena, o modelo "velho" pode valer bem mais a pena. Assim, se tiver vontade de comprar um lançamento, pesquise para descobrir qual o modelo anterior, quanto ele está custando e quais as diferenças entre o modelo novo e seu antecessor. Nas próximas páginas, explicaremos um pouco sobre as principais características que você deve levar em conta ao escolher um smartphone. O objetivo deste texto é ajudar a você, que não é um especialista em tecnologia, a escolher melhor, mas não vamos sugerir quais modelos comprar, já que a quantidade de produtos disponível é imensa, os preços oscilam bastante (principalmente nesta época de ofertas) e a todo momento chegam novos modelos no mercado. Também não vamos sugerir uma marca específica, pois quase todas têm alguns bons produtos, e outros que não valem a pena. A característica mais visível de um smartphone é, literalmente, a sua tela. Há três características da tela que você deve prestar atenção: tamanho, resolução e tecnologia. Quanto ao tamanho, a opção é questão de preferência. Atualmente, o tamanho de tela varia aproximadamente entre 5,5 polegadas e 6,5 polegadas. Normalmente os aparelhos de tela menor são mais compactos, mas muitos modelos atuais praticamente não têm bordas, o que significa que podem ser bem compactos mesmo com uma tela grande. Em relação ao tamanho da tela e design, o ideal é você ir a uma loja física e segurar o modelo que você pretende comprar, mesmo que vá efetuar a compra online posteriormente. Isto evita que você compre um aparelho e só depois descubra que ele é grande ou pesado demais. Lembre que o tamanho ideal do celular depende também do tamanho de sua mão. Quanto à resolução (quantidade de pontos na tela), há três padrões comuns: 720p (HD), 1080p (Full HD) e 1440p (Quad HD). A resolução específica pode variar um pouco, já que, por exemplo, o padrão Full HD pode ser encontrado em 1920 x 1080, 2340 x 1080 (chamado Full HD+) ou 2400 x 1080. A diferença está no formato (tela mais ou menos alongada) e não há muita diferença na prática. Se você tem um orçamento muito limitado e pretende comprar um modelo barato, provavelmente vai ter de ficar com um celular com tela HD, mas se pretende assistir filmes e séries, pesquise se não há algum modelo acessível com tela Full HD. Em um celular de preço intermediário, Full HD é o padrão, mas há modelos relativamente caros com telas HD: fuja deles. Normalmente, smartphones topo de linha usam telas Quad HD. Já em relação à tecnologia da tela, podemos dizer que há dois tipos: LCD e AMOLED. Telas LCD (podem ser chamadas de TFT, IPS, LED, etc) são mais baratas e possuem menos contraste, já que necessitam de retroiluminação. Assim, quando estão ligadas, são totalmente iluminadas por trás, de forma que, mesmo que a maior parte da tela esteja preta, há um vazamento de luz e você vai perceber esta área como cinza escuro. Nas telas AMOLED (ou suas variações, como Super AMOLED), por outro lado, cada ponto emite luz individualmente. Assim, as áreas pretas da tela são realmente pretas, já que estão efetivamente desligadas. Isso faz com que o contraste seja maior, as cores mais vivas e a tela consuma muito pouca energia quando há apenas poucas áreas claras. Na prática, smartphones de baixo custo vão trazer telas LCD e aparelhos caros utilizam telas AMOLED. Já nos intermediários, você encontra os dois tipos de tela. Se você faz questão de boa qualidade de imagem, prefira aparelhos com tela AMOLED. Uma das características mais importantes de um smartphone é o seu hardware, ou seja, qual o processador (ou chipset) utilizado. Trata-se de um chip que é o coração do aparelho e contém o processador central, o chip gráfico e o modem. Muitas propagandas de smartphones citam o "destaque" do aparelho: "processador octa-core". Isso significa que seu processador tem oito núcleos de processamento. Só que, atualmente, quase todos os processadores para smartphones têm oito núcleos de processamento. Assim, o que conta mesmo é o modelo exato do chip. Há diversos fabricantes de chips, como Qualcomm (Snapdragon), MediaTek (Helio), HiSilicon (Kirin), Samsung (Exynos) e Apple (Axx), e cada um deles oferece vários modelos, com maior ou menor desempenho e diferentes características de consumo. É praticamente impossível saber o quão rápido é o processador apenas lendo suas características técnicas. Se você precisa de mais desempenho (principalmente desempenho gráfico, caso tenha interesse em jogos 3D), sua única saída é pesquisar, em sites especializados, sobre o desempenho de cada smartphone que você está pensando em comprar. Além disso, um chip mais recente vai provavelmente trazer mais desempenho e menor consumo do que um mais antigo, então um fator interessante para pesquisar é o ano de lançamento do modelo do processador utilizado. Evite celulares recém lançados que utilizem processadores lançados há mais de um ano. O chip gráfico (também chamado de GPU) é essencial se você pretende utilizar o smartphone para jogos 3D. Cada chip traz um determinado motor gráfico, como Adreno (da Qualcomm), Mali (ARM) e Bionic (Apple) em seus diferentes modelos. Aqui também, a regra é pesquisar e procurar testes que mostrem o desempenho 3D do smartphone que você está pensando em comprar. Outro fator importantíssimo para escolher bem um smartphone é a duração da bateria. Ninguém quer um smartphone que fique sem bateria na metade do dia. Só que a duração da bateria depende principalmente de três fatores: capacidade da própria bateria, tela e processador. A capacidade da bateria, atualmente, varia entre 3.000 mAh e 4.000 mAh (mAh significa "miliampère-hora"), ou em torno disso. Um processador mais potente, ou mais antigo, normalmente vai ter um maior gasto de bateria. Da mesma forma, uma tela maior também vai consumir mais energia. Por isso, não adianta comparar dois smartphones e achar que aquele com maior capacidade de bateria terá maior durabilidade. A única forma de descobrir se um determinado aparelho tem uma boa duração de bateria é pesquisar em testes daquele modelo. Quando falamos em "memória" de um smartphone, na verdade há duas características relacionadas: a RAM e a memória de armazenamento. A RAM é uma memória temporária, ligada diretamente ao processador. Nela ficam os dados e programas que o smartphone está utilizando naquele momento, como os apps abertos e as fotos que você está visualizando, por exemplo. Desta forma, a quantidade de RAM de um smartphone vai impactar diretamente na quantidade de apps que você pode manter abertos ao mesmo tempo, e no desempenho do aparelho quando você tiver vários apps abertos, já que, se a memória (RAM) ficar cheia, o sistema operacional vai precisar ficar fazendo trocas de dados e limpando áreas da memória todo o tempo, o que vai dar a sensação de um smartphone "travado" ou "engasgado". Atualmente, é desejável que um smartphone tenha ao menos 4 GiB de memória (RAM). Aparelhos topo de linha vão trazer 6 GiB ou mais. Esqueça aparelhos com 3 GiB ou menos, exceto se o seu orçamento for realmente apertado e você não se importa com problemas de desempenho ou engasgos. Já a memória de armazenamento é, como o próprio nome diz, onde serão armazenadas as suas informações (fotos, músicas, etc), bem como os apps instalados e o próprio sistema operacional. Grosso modo, é o equivalente, em um smartphone, a um disco rígido (HD) em um computador convencional, onde dados são armazenados e não são perdidos quando o aparelho é desligado. (Na verdade é o equivalente direto a um SSD em um computador convencional.) Atualmente, o mínimo de armazenamento são 32 GiB. Neste caso, aproximadamente metade deste espaço já vai vir ocupado pelo sistema operacional e apps, então não se iluda achando que terá 32 GiB para armazenar suas fotos e vídeos. Por isso, procure um smartphone com 64 GiB ou 128 GiB de armazenamento. Ainda há a possibilidade de aumentar a capacidade de armazenamento utilizando um cartão de memória. Porém, não são todos os smartphones que suportam um. Outra coisa a se ter em mente é que um cartão de memória é, normalmente, mais lento do que o armazenamento interno do smartphone. Além disso, muitas vezes você só pode utilizar o cartão de memória para alguns tipos de dados, como fotos e vídeos; a instalação de apps deve ser feita na memória de armazenamento interna do aparelho. A câmera em telefones celulares surgiu como uma mera curiosidade, mas hoje, em tempos de redes sociais, é um dos principais recursos de um smartphone para muitas pessoas. Se você é um destes, que faz questão de postar as melhores fotos possíveis nas redes sociais, ou apenas quer registrar todos os momentos de suas viagens, você vai querer um aparelho com uma ótima câmera. O problema é que dificilmente podemos saber sobre a qualidade da câmera apenas olhando suas especificações. A principal característica divulgada das câmeras de celulares é a resolução, ou seja, o número de pontos no sensor de imagem, dada em megapixel. Uma câmera com sensor de 12 Mpixel, assim, vai captar uma imagem com 12 milhões de pontos. Pode parecer que, quanto mais Mpixels, melhores serão as fotos, mas isso nem sempre é verdade, pois há vários outros fatores que interferem, como abertura das lentes, qualidade das lentes, qualidade do sensor e software de pós-processamento. Com isso, uma câmera de 12 Mpixel pode, em alguns casos, gerar imagens muito melhores do que outra de 25 Mpixel. Alguns smartphones até usam uma câmera cujo sensor tem uma resolução mais alta (por exemplo, 48 Mpixel) e utilizam toda esta informação para realizar um processamento e gerar uma imagem de resolução mais baixa, porém melhor qualidade. Uma característica bem importante é a abertura da câmera, que determina a quantidade de luz capaz de chegar ao sensor. A abertura é dada como f (a distância focal da câmera) dividida por um número, e tipicamente tem valores entre f/2,4 (abertura pequena, pior) e f/1,5 (abertura grande, melhor), e afeta diretamente a qualidade das fotos em situações de baixa luminosidade. Fotos em locais bem iluminados (sob o sol) em geral não são afetadas por uma abertura pequena. Como são inúmeros fatores para determinar a qualidade da foto, a única forma de você realmente saber se um determinado modelo de smartphone tem uma boa câmera, ou qual entre dois modelos tira as melhores fotos, é pesquisando e lendo análises dos modelos que você tem interesse. Além disso, há outros fatores envolvendo as câmeras de smartphones, como a presença de várias câmeras, onde além da câmera principal pode existir uma câmera grande angular, câmera tele, sensor de profundidade (que permite melhores efeitos de desfoque do fundo). Além disso, atente para a qualidade da câmera frontal (conhecida como câmera de selfie), que normalmente é uma câmera com qualidade inferior à principal. Alguns modelos utilizam um sistema onde a câmera principal gira em 180 graus para também tirar fotos frontais. Também é interessante verificar as capacidades de filmagem do smartphone, principalmente a resolução (Full HD ou 4K), taxa de quadros (modelos mais simples em geral só filmam a 30 quadros por segundo) e a presença ou ausência de um sistema de estabilização óptica, que permite que seus filmes fiquem menos tremidos, sendo um excelente recurso normalmente só visto em aparelhos mais caros.
  18. Só deixe ela desligada por um dia, na posição correta.
  19. Teria de descobrir qual foi o kit usado, como nós não fazemos testes de desempenho nessas análises de placas-mãe, em geral pegamos os módulos que estão mais à mão mesmo. Como está descrito na página 2 do artigo, o segundo slot PCI Express x16 trabalha em velocidade x8. Só vai trabalhar em 4.0 se a placa de vídeo for compatível.
  20. Exatamento por ser mais cara, ela não é uma concorrente direta. Por isso não incluímos a RTX 2070 SUPER.
  21. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste da placa de vídeo ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition "Testamos a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition, placa de vídeo baseada no chip Radeon XT 5700 XT, com um grande dissipador com três ventoinhas." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  22. A AMD lançou, em julho deste ano, suas novas placas de vídeo, a Radeon RX 5700 e a Radeon RX 5700 XT. Depois disso, começaram a surgir os modelos personalizados, com sistemas de refrigeração diferentes dos modelos de referência. Testamos o modelo ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition, que traz clocks mais altos e um grande cooler com três ventoinhas. Assim como o modelo de referência, a ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition é baseada no chip Navi 10 (fabricado em 7 nm), suporta PCI Express 4.0, tem 40 unidades computacionais, 2.560 núcleos de processamento e 8 GiB de memória GDDR6 rodando a 14 GHz, acessada a 256 bits, totalizando uma largura de banda de 448 GiB/s. A principal diferença, além do enorme cooler, está nos clocks. Enquanto o modelo de referência da Radeon RX 5700 XT tem clock base de 1.605 MHz, "game clock" de 1.755 MHz e clock boost de 1.905 MHz, o modelo testado hoje tem clock base de 1.770 MHz, "game clock" de 1.905 MHz e clock boost de 2.010 MHz (no "modo gaming") e base de 1.840 MHz, game clock de 1.965 MHz e boost de 2.035 MHz (no "modo OC"). O modo é selecionado por meio de um software da ASUS. Outra diferença está no preço: o modelo de referência (e os modelos mais baratos) custam, nos EUA, US$ 400, enquanto encontramos a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition por US$ 460. O TBP (consumo total da placa de vídeo) da Radeon RX 5700 XT de referência é de 225 W, porém a ASUS não informa o valor do TBP da ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition. A Figura 1 mostra a caixa da ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition. Figura 1: a caixa da ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition Você confere a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition na Figura 2. Ela usa um cooler semelhante ao que já vimos na ASUS ROG Strix GeForce GTX 2080 OC. Note que as ventoinhas têm uma moldura em torno das pás, o que segundo a fabricante proporciona um fluxo de ar mais direto para os dissipadores. Figura 2: a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition A Radeon RX 5700 XT concorre diretamente com a GeForce RTX 2060 SUPER. Assim, vamos comparar a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition ao modelo de referência e também à sua concorrente direta. Na tabela abaixo, comparamos as principais especificações das placas de vídeo incluídas neste teste. Os preços foram pesquisados na Newegg.com no dia da publicação do teste. Placa de vídeo Clock dos núcleos Clock turbo Clock da memória (efetivo) Interface de memória Taxa de transferência da memória Memória Núcleos de processamento TDP DirectX Preço ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition 1.770 MHz 1.905 MHz 14,0 GHz 256 bits 448 GiB/s 8 GiB GDDR6 2.560 225 W 12.1 US$ 460 Radeon RX 5700 XT 1.605 MHz 1.755 MHz 14,0 GHz 256 bits 448 GiB/s 8 GiB GDDR6 2.560 225 W 12.1 US$ 400 Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G 1.470 MHz 1.815 MHz 14,0 GHz 256 bits 448 GiB/s 8 GiB GDDR6 2.176 175 W 12.1 US$ 400 Você pode comparar as especificações destas placas de vídeo com outras através dos nossos tutoriais “Tabela comparativa dos chips Radeon da AMD (desktop)” e “Tabela comparativa dos chips GeForce da NVIDIA (desktop)”. Agora vamos dar uma olhada mais de perto na placa de vídeo testada. A ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition tem 305 mm de comprimento e ocupa três slots. Ela usa três ventoinhas de 90 mm. Na Figura 3 podemos ver os conectores de vídeo da placa, com três conectores DisplayPort 1.4 e um conector HDMI 2.0b. Figura 3: conectores de vídeo Na Figura 4 vemos a parte de cima da placa. Aqui vemos os logotipos que acendem com LEDs RGB, junto com algumas áreas da face de placa. Podemos ver também os dois conectores de alimentação PCI Express de oito pinos. Figura 4: vista de cima Na Figura 5 vemos a extremidade da placa de vídeo, que é aberta. Aqui há um conector RGB para controlar a iluminação RGB do gabinete do computador, de forma que toda a iluminação seja controlada pelo software Aura Sync da ASUS. Também vemos dois conectores de quatro pinos para ventoinhas, o que é interessante pois permite que a ventilação do gabinete seja atrelada ao aquecimento da placa de vídeo. Figura 5: extremidade Na traseira da placa de vídeo, vemos apenas uma placa protetora de metal. Aqui também temos um logotipo que acende com LEDs RGB. Figura 6: placa protetora Próximo ao canto da placa de vídeo, há uma pequena chave com duas posições, P e Q. Não achamos nenhuma informação no site da placa, nem no manual, sobre sua utilização, mas supomos que sirva para ativar um modo silencioso. Ainda há um botão que permite desligar a iluminação da placa de vídeo. Figura 7: chave e botão A Figura 8 mostra o lado da solda da placa analisada, depois de removida a tampa protetora. Figura 8: chapa protetora removida Na Figura 9 vemos o cooler principal da ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition removido. Trata-se de um enorme cooler com seis heatpipes que fica em contato também com os transistores do circuito regulador de tensão. Abaixo do cooler, há uma moldura metálica que atua como dissipador para as memórias. Figura 9: cooler removido Podemos ver esta moldura metálica removida na Figura 10. Figura 10: moldura removida Na Figura 10 podemos ver o chip Navi 10. Figura 11: chip Navi 10 Na Figura 12 vemos um dos chips de memória Micron MT61K256M32JE-14 (D9WCW), que tem velocidade máxima nominal de 14 GHz. Assim, esta memória já está trabalhando em sua velocidade máxima. Este é o mesmo chip de memória encontrado em várias placas de vídeo recentes, como a GeForce RTX 2080, a GeForce RTX 2080 Ti e a GeForce RTX 2060 SUPER FE. Figura 12: chip de memória O circuito regulador de tensão tem 11 fases. Figura 13: regulador de tensão As principais características da ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition incluem: Chip gráfico: AMD Radeon 5700 XT (Navi 10) Memória: 8 GiB GDDR6 Barramento: PCI Express 4.0 x16 Conectores de vídeo: três DisplayPort, um HDMI Consumo de energia: 225 W Fonte de alimentação recomendada: 600 W Cabos e adaptadores que vêm com a placa: nenhum Número de CDs/DVDs que acompanham a placa: um Jogos e programas incluídos: drivers da placa Mais informações: https://www.asus.com/ Preço sugerido nos EUA: US$ 460,00 Preço médio no Brasil: R$ 2.800,00 Durante nossas sessões de teste, usamos a configuração listada abaixo. Entre um teste e o outro, o único componente variável era a placa de vídeo sendo testada. Nos jogos, rodamos os testes em resolução Full HD (1920 x 1080) e 4K (3840 x 2160). Configuração de hardware Processador: Ryzen 9 3900X Placa-mãe: MSI MEG X570 GODLIKE Cooler do processador: PCYES NIX RGB 360 mm Memória: 32 GiB DDR4-3600 G.Skill Trident Z Royal, quatro módulos de 8 GiB configurados a 3.400 MHz Unidade de boot: Intel 905P de 960 GiB Gabinete: Thermaltalke Core P3 Monitor de vídeo: Samsung U28D590 Fonte de alimentação: EVGA 750 BQ Configuração de software Windows 10 Home 64-bit Versões dos drivers Driver de vídeo NVIDIA: 441.08 Driver de vídeo AMD: 19.11.1 Software usado 3DMark Battlefield V Deus Ex: Mankind Divided F1 2018 GTA V Mad Max Metro Exodus Shadow of the Tomb Raider The Witcher 3: Wild Hunt Wolfenstein: Youngblood Margem de erro Adotamos uma margem de erro de 3%. Assim, diferenças abaixo de 3% não são consideradas significativas. Em outras palavras, produtos com diferenças de desempenho abaixo de 3% são considerados tendo desempenho semelhante. O 3DMark é um programa composto por vários testes que verificam o desempenho 3D do computador. Rodamos os testes Time Spy, Fire Strike Ultra e Sky Diver. O teste Time Spy mede o desempenho nativo em DirectX 12, rodando testes na resolução de 2560 x 1440. Neste teste, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 4% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e ficou em empate técnico com a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. O teste Fire Strike Ultra mede o desempenho em DirectX 11 e é voltado a computadores “gamer” de alto desempenho. Ele roda na resolução 4K. Neste teste, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 4% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 19% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Já o teste 3DMark Sky Diver é voltado a computadores intermediários com simulações DirecX 11. Ele roda em 1920 x 1080. Neste teste, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition ficou em empate técnico com a Radeon RX 5700 XT de referência e foi 6% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Battlefield V Battlefield V é o mais recente título da série de jogos de tiro em primeira pessoa da EA, lançado em novembro de 2018, que utiliza o motor Frostbite 3, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho jogando a fase "Nordlys", com opções gráficas em “alta”. Medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Os resultados abaixo, em Full HD e 4K, estão em quadros por segundo. No Battlefield V em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 5% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 16% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 5% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 14% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Deus Ex: Mankind Divided Deus Ex: Mankind Divided é um RPG de ação e elementos de FPS, lançado em Agosto de 2016, que utiliza o motor Dawn, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, com DirectX 12 ativado, opções gráficas em “alto”, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner. Os resultados abaixo, em Full HD e 4K, estão em quadros por segundo. No Deus Ex: Mankind Divided em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 4% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 4% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 7% mais lenta do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. F1 2018 F1 2018 é um jogo de corrida de carros lançado em agosto de 2018, que utiliza o motor EGO 4.0. Testamos o desempenho utilizando o próprio teste incluído no jogo, com opções gráficas em “alta” e suavização TAA. Medimos a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner. Os resultados abaixo, em Full HD e 4K, estão em quadros por segundo. No F1 2018 em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition obteve desempenho similar ao da Radeon RX 5700 XT de referência e foi 12% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 5% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 14% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Grand Theft Auto V O Grand Theft Auto V, ou simplesmente GTA V, é um jogo de ação em mundo aberto lançado para PC em abril de 2015, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, sempre no mesmo ponto (parte em que a câmera acompanha o voo do avião). Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada como “muito alta” e MSAA em 2x. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No GTA V, em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition ficou empatada com a Radeon RX 5700 XT de referência e foi 3% mais lenta do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 3% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e ficou empatada com a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Mad Max O Mad Max é um jogo de ação em mundo aberto lançado em setembro de 2015, utilizando o motor Avalanche. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos a introdução do mesmo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Rodamos o jogo com a qualidade gráfica em “muito alta”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Mad Max, em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 6% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 12% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 6% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 8% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Metro Exodus Metro Exodus é um jogo de tiro em primeira pessoa com elementos de sobrevivência e horror, lançado em fevereiro de 2019, utilizando o motor 4A, sendo compatível com DirectX 12. Testamos o desempenho jogando a primeira cena do jogo e medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada em “alta”. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. No Metro Exodus, em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition ficcou em empate técnico com a Radeon RX 5700 XT de referência e com a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 5% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Shadow of the Tomb Raider O Shadow of the Tomb Raider é um jogo de aventura e ação lançado em setembro de 2018, baseado em uma nova versão do motor Foundation. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos o teste de desempenho embutido no mesmo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência, com DirectX 12 habilitado, qualidade gráfica “alta” e TAA habilitado. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. No Rise of the Tomb Raider, em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition ficou empatada com a Radeon RX 5700 XT de referência e foi 13% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Já na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 4% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 10% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. The Witcher 3: Wild Hunt O The Witcher 3: Wild Hunt é um RPG em mundo aberto, lançado em maio de 2015 e baseado no motor REDengine 3. Para medir o desempenho usando este jogo, ficamos andando pelo primeiro cenário do jogo, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada em “ultra”. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. Neste jogo, em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 7% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 6% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 4% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e empatou com a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Wolfenstein: Youngblod O Wolfenstein: Youngblood é um jogo de tiro em primeira pessoa, lançado em julho de 2019 e baseado no motor id Tech 6. Para medir o desempenho usando este jogo, jogamos uma partida rápida, medindo a taxa de quadros média e o 1% mínimo usando o MSI Afterburner, utilizando a média de três medições em sequência. Rodamos o jogo com a qualidade de imagem configurada em “ultra”. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo. Neste jogo, em Full HD, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 16% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 11% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Na resolução 4K, a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC edition foi 10% mais rápida do que a Radeon RX 5700 XT de referência e 9% mais rápida do que a Gigabyte GeForce RTX 2060 SUPER GAMING OC 8G. Em nosso comparativo geral, já havíamos chegado à conclusão que a Radeon RX 5700 XT de referência era levemente mais rápida do que a GeForce GTX 2060 SUPER. Verificamos agora que a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC tem um desempenho um pouco acima do modelo de referência, o que era de se esperar por conta dos clocks mais altos. O ganho de desempenho foi em torno de 5% na maioria dos jogos. Porém, a maior vantagem do modelo da ASUS é o seu enorme sistema de refrigeração, que permite (pelo menos em teoria) um maior potencial de overclock. É este sistema de refrigeração, juntamente com uma placa de circuito impresso maior e mais robusta, que permite que o clock padrão da placa seja mais alto do que o do modelo de referência. Além disso, ela foi bastante silenciosa, mantendo-se praticamente inaudível mesmo quando exigida. A temperatura do chip chegou a 89 graus Celsius (com temperatura ambiente de 19 graus Celsius), o que mostra claramente que a ASUS priorizou o baixo nível de ruído, em vez de focar em manter temperaturas mais baixas. Durante os testes, o clock máximo ficou em torno de 2.020 MHz. Nossos testes mostram que a ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC tem desempenho de sobra para segurar qualquer jogo em resolução Full HD, e que segura alguns jogos até em 4K. Isto também significa que fornece um excelente desempenho em resoluções intermediárias como Quad HD (1440p). O único ponto negativo da ASUS ROG Strix Radeon RX 5700 XT OC é o seu preço, consideravemente acima de modelos mais simples baseados no mesmo chip. Assim, ela é um produto superior, voltado a quem quer ter uma placa de vídeo baseada em um chip AMD, mas faz questão de um produto com um visual imponente, iluminação RGB e um sistema de refrigeração parrudo, capaz também de controlar a refrigeração e a iluminação do gabinete do computador.
  23. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do notebook ASUS VivoBook 15 X512FJ "Testamos o ASUS VivoBook 15 X512FJ, notebook compacto com tela Full HD de 15,6 polegadas, processador Core i7-8565U, 8 GiB de RAM e chip gráfico GeForce MX230. Vamos analisá-lo a fundo." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware http://www.clubedohardware.com.br
  24. O ASUS VivoBook 15 X512FJ é um notebook compacto, com tela Full HD de 15,6 polegadas, com processador Core i7 de oitava geração e chip gráfico independente. Vamos ver quais seus pontos positivos e negativos. Note que existem dois modelos muito similares, mas com diferenças importantes: o VivoBook 15 X512FA e o VivoBook 15 X512FJ. O X512FA tem uma configuração básica, com tela de 15,6 polegadas e resolução HD (1366x768), processador Core i5-8265U, 4 GiB de memória (RAM) e sem chip gráfico dedicado. Já o X512FJ tem tela Full HD (1920x1080) de 15,6 polegadas, 8 GiB de RAM, processador Core i5-8265U ou Core i7-8565U e chip gráfico GeForce MX230 com 2 GiB de memória dedicada. Ambos os modelos utilizam o mesmo chassi e a única opção de armazenamento disponível é um disco rígido de 1 TB. O VivoBook 15 X512FJ está disponível nas cores prata metálico e cinza. O modelo mais simples, X512FA, também pode ser encontrado nas cores azul e coral. O modelo que testamos é o mais topo de linha, com "part number" X512FJ-EJ228T. Ele tem a tela Full HD, processador Core i7-8565U, 8 GiB de RAM, chip gráfico GeForce MX230, 2 GiB de memória de vídeo dedicada e disco rígido de 1 TB, na cor prata. Um dos destaques do ASUS VivoBook 15 X512FJ é o seu tamanho, muito compacto para um notebook com tela de 15,6 polegadas, graças às bordas estreitas em torno da tela (que o fabricante chama de NanoEdge). Ele mede 357 x 230 x 19,9 mm e pesa 1,75 kg. Porém, é preciso ter em mente que, apesar de contar com um chip gráfico dedicado, o VivoBook 15 X512FJ não é um notebook voltado a jogos, e sim para uso profissional. Isso fica claro pelo modelo de chip gráfico utilizado, já que o GeForce MX230 não é voltado para jogos, já que os chips gráficos da NVIDIA voltados para este segmento trazem a nomenclatura "GTX" ou "RTX", como o GeForce GTX 1660 Ti que vimos neste notebook, este sim um modelo voltado para jogos. A Figura 1 mostra o ASUS VivoBook 15 X512FJ. A tampa dele é plástico, e não fica facilmente com marcas de dedo. Figura 1: o ASUS VivoBook 15 X512FJ Na Figura 2, vemos os acessórios que acompanham o ASUS VivoBook 15 X512FJ: a fonte de alimentação de 65 W e dois pequenos manuais. Figura 2: acessórios Vamos examinar o notebook mais de perto nas próximas páginas. Não há nenhum conector ou abertura na parte frontal do notebook. Figura 3: frente Do lado direito temos um leitor para cartões MicroSD, conector para fone de ouvido e microfone, uma porta USB 3.2 Gen1 tipo C, uma saída HDMI, uma porta USB 3.2 Gen 1 tipo A e o conector para a fonte de alimentação. Figura 4: lateral direita Na lateral esquerda, temos duas portas USB 2.0 e os LEDs indicadores de ligado e de carregamento da bateria. Figura 5: lateral esquerda Na traseira do notebook vemos as aberturas para ventilação. Figura 6: traseira A Figura 7 mostra o ASUS VivoBook 15 X512FJ com a tampa levantada. A tela de 15,6 polegadas é antirreflexiva e mantém a qualidade da imagem mesmo visualizada lateralmente. A resolução da tela é Full HD (1920 x 1080). Consideramos que esta é a resolução mínima aceitável para um notebook com tela deste tamanho, mas a maioria dos notebooks disponíveis no mercado usam telas HD (1366 x 768), inclusive o VivoBook 15 X512FA, versão mais simples deste notebook. Note as bordas bastante estreitas (5,7 mm) da tela, que permitem que o notebook seja muito compacto para um modelo com tela de 15,6 polegadas. Figura 7: o ASUS VivoBook 15 X512FJ aberto Na Figura 8, podemos ver a superfície principal do notebook, feita em plástico. O teclado tem as teclas bem espaçadas e conta com um teclado numérico compacto. O touchpad fica logo abaixo e é bem prático. Um detalhe que não gostamos muito é da cor utiliza na serigrafia das teclas. Embora seja bonito e mantenha o padrão prateado do notebook, dependendo da posição da sua fonte de luz, não é possível enxergar as marcações das teclas. Uma serigrafia em preto seria mais funcional. Figura 8: teclado e touchpad Na parte superior encontramos a webcam HD com LED indicador de funcionamento à direita. Dos dois lados, vemos as aberturas dos microfones. Figura 9: webcam e microfones Outro destaque do ASUS VivoBook 15 X512FJ é o que o fabricante chama de ErgoLift: quando a tela é aberta, ela eleva ligeiramente a traseira do notebook, o que melhoraria tanto o conforto na digitação quanto a ventilação do aparelho. Figura 10: dobradiça ErgoLift A Figura 11 mostra a parte de baixo do ASUS VivoBook 15 X512FJ. A bateria é interna e não é removível. Também não há tampas de acesso direto às memórias ou dispositivos de armazenamento. Figura 11: parte de baixo Removendo a tampa inferior (é necessário remover os parafusos e desencaixar a tampa), vemos a placa-mãe localizada na parte superior esquerda, o disco rígido na parte inferior esquerda e a bateria no canto inferior direito. Note que a memória vem com um dissipador colado. Figura 12: tampa inferior removida Na Figura 13 podemos ver a bateria do notebook, com 7,6 V, 4.050 mAh e 32 Wh. Figura 13: bateria Na Figura 14 vemos o módulo de memória DDR4-2400 de 8 GiB, da marca ADATA. Infelizmente, o VivoBook 15 X512FJ tem apenas um soquete para memória, de forma que, se você quiser aumentar a quantidade de RAM, precisa substituir este módulo por um de 16 GiB. Figura 14: módulo de memória A Figura 15 mostra o disco rígido de 1 TB, da Western Digital, modelo WD10SPZX, de 5.400 rpm e 128 MiB de cache. Figura 15: disco rígido Na Figura 16 você confere a placa de rede sem fio do ASUS VivoBook 15 X512FJ, padrão IEEE802.11ac, modelo Lite-on WCBN806A. Figura 16: adaptador de rede sem fio O ASUS VivoBook 15 X512FJ traz um slot M.2 2280 compatível com SSDs SATA e PCI Express. Figura 17: slot M.2 A Figura 19 mostra a placa-mãe com o cooler removido. Podemos ver à esquerda o processador e logo abaixo dele o soquete para memória RAM. Mais à direita, temos o chip gráfico com os dois chips de memória de vídeo. Figura 18: processador A Figura 19 mostra o processador Core i7-8565U, com quatro núcleos e oito threads (graças à tecnologia Hyper-Threading). Seu clock base é de 1,8 GHz, com clock máximo de 4,6 GHz. Ele tem 8 MiB de cache e seu TDP é de 15 W. Ele tem motor gráfico integrado Intel UHD 620, com clock máximo de 1.150 MHz. Figura 19: processador O chip gráfico NVIDIA GeForce MX230 é mostrado na Figura 20, junto com os dois chips de memória de vídeo GDDR5. Este chip gráfico tem 256 núcleos de processamento e roda em um clock máximo de 1.531 MHz. Ele acessa a memória de vídeo a 64 bits, e o clock da VRAM é de 6 GHz, o que resulta em uma largura de banda de 48 GiB/s. Figura 20: chip gráfico Para termos uma ideia do desempenho do ASUS VivoBook 15 X512FJ, rodamos alguns testes de desempenho, programas e jogos, comparando-o com outro notebook de configuração semelhante: o Dell Inspiron 15 5570-A30C (leia o teste dele aqui). PCMark 10 O PCMark 10 é um programa de teste de desempenho que utiliza aplicativos reais para medir o desempenho do computador. Rodamos o teste padrão, que inclui testes de abertura de programas, navegação na internet, digitação de textos, edição de fotos, conversa por vídeo, edição de vídeo, vídeo conferência e renderização. Vamos analisar os resultados. No teste Home do PCMark 10, o ASUS VivoBook 15 X512FJ obteve empate técnico com o Dell Inspiron 15 5570-A30C. 3DMark O 3DMark é um programa com um conjunto de testes de desempenho que criam cenários e simulações de jogos 3D. O teste Sky Diver desempenho DirectX 11, e o teste Cloud Gate mede o desempenho em DirectX 10. No teste Sky Diver, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 30% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. No teste Sky Diver, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 37% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. No teste Sky Diver, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 37% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. Cinebench R20 O Cinebench R20 é baseado no software Cinema 4D. Ele é muito útil para medir o ganho de desempenho obtido pela presença de vários núcleos de processamento ao renderizar imagens 3D pesadas. Renderização é uma área onde ter um maior número de núcleos de processamento ajuda bastante, pois normalmente esse tipo de software reconhece vários processadores (o Cinebench R20, por exemplo, reconhece e utiliza até 256 núcleos de processamento). Já que estamos interessados em medir o desempenho de renderização, rodamos o teste CPU, que renderiza uma imagem “pesada” utilizando todos os processadores ou “núcleos” – tanto reais quanto virtuais – para acelerar o processo. O resultado é dado como uma pontuação. No Cinebench R20, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 12% mais lento do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. CPU-Z O famoso programa de identificação de hardware CPU-Z vem com uma ferramenta simples de medição de desempenho, utilizando apenas um núcleo e também todos os núcleos disponíveis. Note que os resultados foram todos obtidos com a mesma versão do programa (1.83), já que não é possível comparar resultados obtidos com versões diferentes. No teste que mede o desempenho de apenas um núcleo, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 17% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. Já no teste que utiliza todos os núcleos disponíveis, o ASUS VivoBook 15 X512FJ obteve desempenho similar ao do Dell Inspiron 15 5570-A30C. V-RAY O V-Ray Benchmark é uma ferramenta de medição de desempenho do processador e da placa de vídeo em tarefas de renderização de imagem. Ele renderiza duas imagens, uma utilizando o processador (CPU) e outra a placa de vídeo (GPU). Rodamos o teste nos processadores testados e comparamos o tempo gasto no teste CPU no gráfico abaixo. No V-Ray Benchmark, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 9% mais lento do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. Nos testes com jogos, medimos (com o MSI Afterburner) e colocamos nos gráficos os valores de taxas de quadros média e o "1% mínimo", que é a média dos 1% dos quadros mais lentos. Vamos fazer o comparativo utilizando os valores de taxa média, enquanto a taxa do 1% mínimo fica como informativo para que você possa tirar suas próprias conclusões. Counter-Strike: Global Offensive O Counter-Strike: Global Offensive (ou simplesmente CS:GO) é um FPS bastante popular, lançado em Agosto de 2012, que utiliza o motor Source, sendo compatível com DirectX 9. Testamos o desempenho jogando no mapa "Inferno" contra bots, em 1920 x 1080 (Full HD), com a qualidade de imagem configurada em “médio”. Os resultados estão expressos em quadros por segundo (fps). Neste jogo, comparando a taxa de quadros média, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 48% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. Grand Theft Auto V O Grand Theft Auto V, ou simplesmente GTA V, é um jogo de ação em mundo aberto lançado para PC em abril de 2015, utilizando o motor RAGE. Para medir o desempenho usando este jogo, rodamos o teste de desempenho do jogo na parte em que a câmera acompanha o voo do avião. Rodamos o jogo em Full HD, com todas as opções de qualidade de imagem em “normal” e MSAA desligada. Os resultados abaixo estão expressos em quadros por segundo e são a média aritmética dos três resultados coletados. No GTA V, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 50% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. Rainbow Six Siege O "Tom Clancy's Rainbow Six Siege" é um jogo estilo FPS tático lançado em dezembro de 2015, baseado no motor AnvilNext, que é DirectX 11. Para medir o desempenho utilizando este jogo, rodamos o teste de desempenho embutido no mesmo, com qualidade gráfica “médio”. Os resultados abaixo estão em quadros por segundo. Neste jogo, o ASUS VivoBook 15 X512FJ foi 31% mais rápido do que o Dell Inspiron 15 5570-A30C. As principais especificações do ASUS VivoBook 15 X512FJ que nós analisamos incluem: Dimensões: 357 x 230 x 19,9 mm (L x P x A) Peso: 1,75 kg Tela: 15,6 polegadas, 1920 x 1080 Processador: Intel Core i7-8565U (quatro núcleos, oito threads, clock base de 1,8 GHz, clock turbo de 4,6 GHz, cache de 8 MB, TDP de 15 W) Chipset: integrado ao processador Memória: 8 GiB DDR4-2400, um módulo ADATA Chip gráfico: GeForce MX230 com 2 GiB de memória GDDR5 dedicada, Intel UHD 620 integrado ao processador Armazenamento: disco rígido de 1 TB (Western Digital, modelo WD10SPZX, de 5.400 rpm e 128 MiB de cache) Unidade óptica: nenhum Webcam: sim, HD Rede com fio: não Rede sem fio: IEEE 802.11ac de banda dupla, Lite-on WCBN806A Bluetooth: sim, versão não informada Portas: uma porta USB 3.2 Gen 1 tipo C, uma porta USB 3.2 Gen1 tipo A, duas portas USB 2.0, saída HDMI Leitor de cartões de memória: sim, padrão MicroSD Sistema operacional: Windows 10 Home Mais informações: https://www.asus.com/ Preço no Brasil: R$ 4.050 (na configuração testada) O ASUS VivoBook 15 X512FJ, na configuração que testamos, é um excelente notebook para atividades cotidianas e mesmo para trabalhos profissionais. Seu hardware é bem superior ao de modelos básicos, por conta do processador Core i7, da sua tela Full HD, pela a presença de um chip gráfico dedicado e pelo design bonito e compacto. Seu maior ponto negativo é que ele vem com um disco rígido de 1 TB, sem a possibilidade de já vir com um SSD, ou mesmo com uma memória Optane, o que já daria uma certa agilidade. Claro que isso é facilmente remediável, bastando trocar o disco rígido por um SSD formato 2,5 polegadas ou, melhor ainda, instalar um SSD no slot M.2, transferir (ou reinstalar) o sistema operacional para o SSD e manter o disco rígido como unidade de armazenamento secundário. Mas, hoje em dia, com um SSD de 480 GiB custando quase o mesmo que um disco rígido de 1 TB, não entendemos o motivo para não equipar um notebook dessa faixa de preço com um SSD já de fábrica. Apesar de o VivoBook 15 X512FJ não ser um notebook voltado para jogos, nossos testes deixaram claro que o chip gráfico GeForce MX230 é surpreendentemente capaz de rodar jogos, pelo menos os pouco exigentes, em resolução Full HD, com bom desempenho. Conseguimos até mesmo rodar o GTA V, em resolução Full HD e qualidade básica, com uma boa taxa de quadros. Assim, o VivoBook 15 X512FJ pode atender a jogadores casuais. O teclado é confortável, mas a escolha de cores para a serigrafia das teclas (na versão na cor prata) faz com que, dependendo da posição da sua fonte de luz, não seja possível identificar as teclas. O áudio do notebook é muito bom, ainda mais para um notebook compacto. Além disso, o VivoBook 15 X512FJ manteve-se silencioso mesmo quando exigido, em jogos ou programas mais pesados. E mesmo assim, o processador a plena carga ficou a 70 graus Celsius (com temperatura ambiente de 22 graus Celsius). Assim, fica claro que o notebook não tem problemas de aquecimento nem de barulho excessivo. Quanto à bateria, deixamos o notebook rodando vídeos do YouTube, com brilho da tela no máximo, até que ele se desligasse por falta de bateria, o que aconteceu depois de cerca de 3 horas, o que é uma marca razoável. Assim, o ASUS VivoBook 15 X512FJ é um bom notebook, com uma tela de boa qualidade, hardware competente e design compacto. Seu maior ponto negativo (além do fato de vir com disco rígido e não com um SSD) é o seu preço, já que é possível encontrar notebooks com hardware mais potente (embora não tão compactos) por menos. Pontos fortes Design compacto e leve Processador potente Vídeo dedicado Bom desempenho para trabalho e jogos casuais Tela Full HD Permite instalação de um SSD M.2 Excelente qualidade de áudio Pontos fracos Deveria vir com SSD Apenas um soquete para RAM Preço um pouco salgado

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