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Pincipi

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Tudo que Pincipi postou

  1. Eu acho que primeiramente entendi assim: Do meu ponto de vista não importa se fizer combinações diferentes de sentido do ar nos dois ventiladores da CPU, teria que fazer uma medição de temperatura nestes três pontos diferentes para ver qual a diferença, o que acredito ser pouca, por causa da recirculação de ar quente dentro do gabinete:
  2. Então, eu vejo a questão sobre o seguinte ponto de vista; uma vez a tampa fechada, o ar frio vai entrar de fora do gabinete para dentro e tudo lá dentro vai se misturar de alguma forma e o ar aquecido vai se compartilhar entre a GPU e a CPU, acreditando que não ocorreria uma mudança significativa no fato da posição para os lados ou para cima e para baixo. Pela minha linha de pensamento, apenas a fonte vai receber o ar frio de fora do gabinete, passar por ela e sair sem compartilhar este ar quente com o restante da máquina. Seria importante saber exatamente qual a direção do ar em cada ventilador que aparece na foto
  3. Minha esposa tinha um celular Samsung Galaxy S10 que também aparecia de vez em quando o ícone de carregando mesmo quando desligado ou sem estar de fato carregando, nenhum técnico soube dizer o motivo, eu imaginei que poderia ser algum defeito no controlador de carga. Ela conviveu de boa com o defeito até o fim da vida útil do aparelho e nunca descobrimos o porque do ícone mostrar carregando sem estar carregando. Quanto a estar hackeado, eu não tenho a menor ideia de como saber. Uma sugestão seria salvar todos os arquivos e depois fazer a formatação de fábrica, caso o defeito seja apenas lógico, ou seja, no sistema, acredito que vai resolver e o ícone só vai aparecer quando estiver realmente carregando. Se mesmo após a Restauração de fábrica o ícone permanecer sendo acionado sem estar carregando, pode ser que seja um defeito físico mesmo e apenas um técnico conseguiria reparar a placa.
  4. Eu estou estudando em como melhor armazenar minha herança digital e as soluções variam com o tempo, vou tentar explicar minha linha de pensamento em relação a usar HDD para armazenamento; num passado não muito distante, apostei minhas informações nas três tecnologias disponíveis na época, disquete, CD e HDD, cada uma com a mesma informação, deu um armário de disquete, uma maleta de CD e uma caixinha de HDD. De tempos em tempos eu ia lá e conferia a integridade das informações, vinte anos depois 60% dos disquetes não se encontravam em condições de leitura, 2% dos CDs idem e 100% dos HDDs inúteis sem possibilidade de recuperação, juntando o que foi possível recuperar de cada tecnologia, eu obtive zero perdas de informações. Hoje em dia tem disponível no mercado DVD+R de 8GB porém de baixa qualidade e tem arquivos maiores de 8GB que não posso dividir em partes, por este motivo descartei tentar armazenar em DVD. Também tem bons HDD no mercado mas, são de base mecânica e do meu ponto de vista, não tenho confiança, mesmo armazenados em condições ideais, sempre vou estar imaginando que ocorrerá oxidação nos terminais, a superfície magnética vai se descascar, algum outro componente como motores ou agulhas vão dar defeito, uma descarga solar vai desmagnetizar tudo etc, por causa deste estigma e juntando ao fato de que daqui a vinte anos é muito provável que ninguém esteja trabalhando em reparos nesta tecnologia, eu descartei o armazenamento em HDD. No final, hoje em dia optei concentrar minhas apostas em pendrivers e SSDs caros e de boa qualidade, eu tenho SSDs Samsung EVO e pendrivers Kingston com mais de dez anos de uso mantendo as informações em perfeito estado, prontas para leitura. No caso de armazenamento em nuvens eu sou cético, só acredito na informação que eu possa tocar fisicamente. Sinceramente não lhe recomendo HDD com o objetivo de preservar informações mas, mesmo assim se quiser arriscar, aconselho a manter as informações a salvo em paralelo, usando também outra tecnologia como SSDs caros e de boa qualidade, comprar SSD barato de baixa qualidade é jogar dinheiro no lixo e fatalmente vai perder as informações.
  5. Na minha experiência de vida eu tenho um relato de observações, desconsiderando o uso de estabilizadores ou nobreaks: Nenhum PC fora da tomada queimou. Já na tomada, com o PC desligado vi alguns queimarem, um por completo devido ao efeito de um raio e os demais queimaram apenas um ou outro componente como a fonte ou a placa-mãe, nunca vi o monitor queimar. E não tem essa de uma rede elétrica de um local ser mais segura ou estável que a outra. Tem uma curiosidade que observo; uma micro fagulha estilo riscar pedra de isqueiro, no escuro é bem fácil de ver e também produz um barulho de estalo fácil de ser ouvido. Considerando que a chave da fonte está ligada, a fagulha se dá ao encostar o plug na tomada, agora, quando a chave da fonte está desligada, nada acontece ao encostar o plug na tomada entretanto, quando se aciona a chave de ligar da fonte, ocorre a fagulha. Mesma coisa ocorre depois que desligo o computador, a fagulha sempre ocorre onde acionar primeiro, seja na tomada ou seja na chave liga/desliga. Fechando minhas observações vem a parte de preço/qualidade do material, tanto as fontes como as tomadas elétricas mais baratas e de menor qualidade, com o tempo desenvolvem uma espécie de crosta preta exatamente nos pontos de contato que cedo ou tarde impede a passagem da energia elétrica. Nunca vi isto em fontes e tomadas mais caras e de boa qualidade. Com esta base, afirmo que; no caso de materiais de baixo valor/qualidade, nem compensa ficar desligando da tomada, porque nada de informática neste mundo é eterno, mesmo os equipamentos mais caros um dia se deterioram ou ficam obsoletos. Por exemplo; consegui cuidar muito bem de minha fonte AT por anos a fio, ai se passou a se usar apenas ATX, depois avaliei a situação e conclui que pelo baixo valor da fonte, não compensou ter todo o trabalho de ficar tirando da tomada, achei melhor correr o risco e comprar uma nova quando precisar, mantendo uma de reserva estratégica.
  6. Três pontinhos/Configurações/Navegador padrão/ marque "apenas sites incompatíveis" e "padrão" conforme print acima. Formatar o computador também resolve. Coisas que não resolvem o problema de não abrir o .pdf e ficar na tela preta: -Reconfigurar o navegador (Ele mantém as configurações antigas). -Mudar o navegador padrão. -Mudar o aplicativo padrão de abrir o pdf para ser o Edge. Esta é a solução que encontrei para o problema específico do navegador Edge não abrir pdf quando o usuário está logado por senha ou por certificado digital no sistema ESAJ do TJSP (Tribunal de Justiça de SP). Considerando também que o Edge abre qualquer outro pdf de qualquer outra fonte ou site. Observação: acredito que o usuário necessitou usar algo que só funciona no internet explorer e não se lembra das modificações feitas. Deixo de dar maiores detalhes por se tratar de um sistema de uso restrito.
  7. Essa parte de ligar quando quer, nas vezes em que passei por isto, ou era uma trilha rompida ou era o sensor de temperatura do processador com defeito, em ambos os casos só resolveu com a troca da placa-mãe porque não achei um meio de reparar a micro trilha e também não consegui achar um meio de desativar o sensor ou então trocar. Pode ser que outro usuário tenha uma solução e para isso acho que mudando o título ou criando outro tópico específico apareça uma resposta.
  8. Então, eu não sei fazer as contas para se saber o tamanho certo, tem que dar um Google para procurar como se faz as contas e ainda tem a questão do material da antena, conforme o caso, a de arame de aço é melhor que a de cobre. O fato da frequência estar escrita no transmissor e no carro, não significa que estejam trabalhando casadas, apenas conferindo com o frequencimetro é que se pode ter certeza. A medição do tamanho é feita da base onde está soldada ou parafusada até a ponta. É um negocio muito intrincado, pela frequência de 27.195MHz sua antena deveria ter uns 4 metros para casar com o valor da metade do cumprimento de onda e assim, teria que trabalhar com divisões da onda, tipo um quarto ou oitavo de onda. É um novo mundo bem complexo.
  9. Desculpe se o texto ficou longo mas, procurei reduzir o máximo possível: Nesta parte de interferência no sinal, aqui em casa todas as lâmpadas de LED, quando acessas, produzem um chiado em todos os 80 canais do rádio PX (27MHz), em alguns canais mais fraco e em outros mais forte, sendo que após uns 10 metros de distância do LED, o chiado se torna imperceptível. Realmente existe muita interferência se propagando no ar mas, esta não será a causa de perda de sinal. Na parte da tensão elétrica, o pouco que sei é que mais tensão não significa melhor sinal de transmissão e não vou saber explicar o porquê disto, só sei que na prática é assim. Na parte da recepção do sinal eu tenho uma noção básica de que o tamanho da antena está diretamente relacionada com os canais utilizados ou mais especificamente falando, com a frequência exata que está sendo utilizada, isso envolve contas matemáticas que não sei fazer mas, seria tipo assim, num caso hipotético; uma antena cortada com exatos 35 cm funcionaria muito bem com os canais entre 27.650 e 27.850MHz enquanto que nas outras frequências abaixo de 27.600 e acima de 27.900 o sinal cai bastante, bem como o alcance, uma antena cortada com 30 cm pegaria melhor uma outra gama diferente de frequências. Outro fator que influi muito na qualidade do sinal é oxidação na antena, tanto no receptor (carro) como no transmissor (controle), uma antena polida e brilhante consegue emitir e receber a radiação com melhor qualidade e alcance do que uma antena oxidada ou enferrujada. Especial atenção nos contatos das bases das antenas. Também sei que na prática a antena do carro tem que estar a 90 graus, em pé, porque este é o melhor ângulo de recepção enquanto que a antena do controle tem que estar inclinada tipo uns 45 graus que é o melhor ângulo de propagação. Por fim uma última dica; se tiver um frequencímetro ou levar tudo num lugar onde programam controles remotos, dá para se estabelecer com precisão qual é a frequência exata da emissão para cada comando de virar a direita, virar a esquerda, seguir em frente e voltar de ré, formando uma tabela de TX (transmissão). Tendo estas medidas de frequência exatas, dá para ir testando com algum transmissor em diferentes frequências a cinco metros, a dez, a quinze a vinte e anotar quais os melhores resultados obtidos para cada comando, formando uma tabela de RX (recepção). Caso as frequências das duas tabelas casem muito próximas, não há mais o que se fazer e caso sejam muito distantes, o que é o normal de acontecer, acaba entrando na parte difícil que seria ajustar uma peças que esqueci o nome, que tem um x em cima para por a chave de fenda e girar para um lado ou outro para mudar as bandas de frequências de modo a que fiquem mais próximas (Cuidado, se não souber o que está fazendo pode arruinar tudo) e paralelamente testar também diferentes comprimentos da antena do controle que deve ser do tipo telescópica de estágios, vai testando ela toda aberta, depois testa sem abrir um dos estágios, ou seja, não abre ela toda e por ai vai, até achar a extensão de antena que transmite o melhor sinal para aquela frequência sendo utilizada. Se você conseguiu entender um décimo do que falei e se interessou no assunto, ai vai a frase: Seja bem vindo ao mundo do radiomodelismo!
  10. Tem um outro detalhe importante para se levar em consideração; se você for um cara fuçador como eu, que fica tirando e colocando/trocando toda hora processadores, memórias e placas, deve considerar que a falta de alguns espaçadores pode permitir que a placa sofra uma torção maior do que deveria e assim, pode romper alguma trilha ou dar mau contato em algum componente.
  11. @Terumi Seria bom abrir um tópico novo para este caso. Com apenas dois pés eu imagino que seja um slim com uma base de dois apoios e nunca tive problema de ruido com slim.
  12. Neste caso, se o seatools não identificou/listou o Seagate é porque está danificado mesmo. Eu já recuperei alguns quando aparecia a opção de atualização de firmware. https://www.seagate.com/br/pt/support/kb/firmware-updates-for-seagate-products-207931en/ No caso dos HDD, às vezes ele dá um aviso de SMART antes de pifar e muitas vezes simplesmente pifa sem aviso prévio. Pode ser que consiga executar uma ferramenta de diagnóstico de outro fabricante como a WD, teria que ir tentando um por um até achar um que faça uma análise, pelo menos obteria um código de erro para poder bater o martelo e condenar definitivamente. Eu nunca consegui recuperar um Seagate com procedimentos simples como apenas limpar os terminais entre a placa e a carcaça. Eu alguns WD e Samsung eu tive sorte de a placa lógica de um funcionar na placa lógica de outro, um estava com a placa lógica boa e o outro com a placa lógica ruim. Vice versa com a carcaça, a parte que tem os discos que ficam girando. Já com esta marca Seagate, a troca de placas lógicas nunca deu um resultado positivo. (Considerando serem de mesma marca e modelo) Dei uma olhada no datasheet: https://www.seagate.com/docs/pdf/pt-BR/datasheet/disc/sv35-data-sheet-ds1679-6-1112pt.pdf Lá aparece como otimizado para vigilância e existe uma possibilidade dele funcionar normalmente num NVR/SDVR ou híbrido PC. Se não me engano estes sistemas de vigilância são baseados em Linux e em alguns deles tem uma opção de verificar a unidade. Considerando que já salvou seus arquivos ou já deu como perdidos, talvez no Linux apareça alguma opção.
  13. Opa! Já passei por isto! Quando mudei uma vez a mesa de lugar, deu uma diferença na posição dos pés e a mesa torceu um pouquinho, o suficiente para o computador ficar apoiado em três pés e começar com um ruído surdo, tive que reajustar os pés da mesa para obter o nível e assim os quatro pés do computador ficaram apoiados sumindo o ruído. Tem uma sutileza para descobrir o motivo do barulho, no momento em que põe a mão no gabinete, o barulho para, se tira a mão o barulho volta. Também dá para identificar se conseguir empurrar uma folha de papel por baixo de um dos pés do computador.
  14. @Gabriel Torres Muito obrigado! Apenas por desencargo, se eu salvar uma cópia do tópico como html ou usar a opção de imprimir como .pdf vou violar alguma regra ou está tudo bem?
  15. Vamos por partes; às vezes o ruído é devido a mais de um motivo, comece pelo que é mais fácil e simples, tipo primeiro teste com a fonte fora do gabinete, se o ruído persistir, pode ser que o problema seja na placa-mãe e nem sempre precisa desmontar tudo, dá para ligar brevemente segurando as pás do ventilador, observando se tem o barulho, ai solta deixando girar, apenas tem que tomar cuidado onde toca e em não torcer ou empenar a placa. Depois, remova o conector do botão liga/desliga e tente ligar com a ponta de uma chave de fenda ou uma pinça, se o problema de ligar parcialmente persistir, já sabemos que não é no botão liga/desliga e pode ser algo na placa-mãe ou até mesmo na fonte ou na conexão destes.
  16. Eu tentei todas que estavam disponíveis através das telas de recuperação, perdi um dia de trabalho. Eu fiz um post na época mas, não lembro como encontrar. Se você tiver outro HD ou SSD bom, funcionando, poderia fazer uma nova instalação e através dela salvar os arquivos e ir tentando as opções de restauração. Em resumo pode ser um erro lógico, possível de ser reparado ou não, como pode ser um erro físico irreparável como um defeito no HDD ou SSD.
  17. Faz um tempo que eu estava namorando este kit X99 do ali pensando que era uma ASUS: https://www.ASUS.com/br/SupportOnly/X99-A/HelpDesk_CPU/ Como não consegui mais informações sobre o verdadeiro fabricante, desisti da compra.
  18. Parece ser um Seagate, já tentou a ferramenta do fabricante? Seatools.
  19. No meu caso eu só resolvi instalando de novo, nenhuma das outras opções de restauração funcionaram. Acabei perdendo os dados que não foram salvos. Depois de um tempo deu o mesmo problema e descobri que o SSD estava com defeito.
  20. Eu tenho um gabinete aqui em que o alumínio vibra mesmo estando com tudo bem firme e conectado. Nele eu Identifiquei duas fontes distintas de barulho, uma delas é o HD, quando tirei da baia e coloquei do lado de fora pude identificar que a base do dissipador do cooler do processador (775) não estava bem encaixada e fazia vibrar a placa-mãe, bastou desencaixar soltando os quatro engates e reencaixar para a vibração parar. A principio o encaixe da fonte deveria ser justo sem folgas, pode ser que exista uma rebarba de alumínio entre a fonte e o gabinete, já aconteceu comigo de ter a rebarba no buraco do parafuso. Pelo que entendi, seu gabinete é do tipo em que a fonte fica na parte de baixo e parece ser possível colocar um pedaço de borracha de pneu entre a fonte e o gabinete. Também tem a possibilidade de rever o momento em que dá o aperto dos parafusos de fixação da fonte, neste momento pode acontecer da fonte se levantar ou deslocar um pouco, quem sabe segurar firme a fonte com a mão, na hora de dar o aperto, mantenha ela na posição correta. Às vezes acontece de mesmo a fonte estando firme, o fato de estar um pouco desalinhada, permite a vibração. Eu também peguei uma fonte nova em que o ventilador não estava fixado corretamente, só descobri quando liguei ela fora do gabinete. Teve um gabinete que eu tive que alargar o buraco por onde o parafuso passava, à fim de alinhar a fonte na posição exata. Nesta parte da placa-mãe ligar parcialmente eu tive já tive problema de trilha rompida que dava contato quando queria, foi bem difícil identificar, se ela não ligasse nada, poderia ser problema no interruptor/botão liga/desliga.
  21. Tenho trabalhado no conceito de preservação de memória digital individual de forma privada (não é coletiva/publica), com a intenção de repassar aos herdeiros como herança digital para que em gerações futuras possam ter um legado digital de seus antepassados e uma das partes que pretendo preservar envolveria os tópicos em que participei no CDH. Daqui a alguns anos estes tópicos seriam irrelevantes num contesto público mas, se devidamente arquivados e preservados, repassando pelos herdeiros, daqui a alguns séculos seriam como uma cápsula do tempo, como por exemplo vão ser as cartas de namoro entre meus avós, fotografias muito antigas e documentos que digitalizei e salvei ao longo da vida. Tem como eu salvar os tópicos em que participei? Antes que sejam deletados.
  22. Tem que levar em conta também uns vídeos com fontes que ficam na parte de baixo do gabinete e as pessoas comentam que é melhor instalar elas com o ventilador voltado para baixo porque em teoria vai puxar o ar mais frio de fora do gabinete. De qualquer forma, dá a entender que é possível usar a fonte de ponta cabeça nestes gabinetes com a fonte na parte de baixo e abre precedente para usar a fonte de ponta cabeça nos gabinetes com a fonte na parte de cima, tipo fazendo uns furos no teto, com a desculpa de assim puxar só o ar frio da parte de fora, do meu ponto de vista isto seria um desastre com derramamento de algum liquido ou então qualquer coisa que fosse colocada em cima do computador iria tampar a entrada de ar. Voltando na configuração atual, gabinete com fonte na parte de cima pegando o ar já aquecido por outros componentes, dizem por ai que a vida útil da fonte vai diminuir cerca de um quinto, tipo assim; se a fonte deveria durar cinco anos pegando apenas ar frio, vai durar quatro pegando ar quente. Na prática é como dito acima: Esta resposta sim é a melhor solução deste post porque na parte do que fazer nesta situação é simplesmente não se preocupar com o aquecimento.
  23. Não me lembrava mais da direção do ar nas fontes antigas (ventilador pequeno e de pé) achava que o ar circulava sempre de dentro para fora como ocorre com as fontes mais novas (ventilador grande e deitado). Agora eu fiquei interessado mesmo é na questão da fonte de ponta cabeça: Acho que o cliente não vai conseguir encaixar com o ventilador para cima por conta do padrão do encaixe dos parafusos de fixação. Considerando que ele consiga encaixar de alguma forma, vai ter muito menos espaço para circular o ar, o ventilador vai ficar rente ao teto. Vai ser igual tentar inspirar fazendo biquinho. Neste caso, acho que a fonte vai assobiar. É natural o ar quente de dentro do gabinete passar por entre os componentes da fonte, tem gente que coloca mais ventiladores forçando a entrada de ar frio para amenizar mas, do meu ponto de vista, acaba não ajudando porque aumenta a carga de consumo da fonte e diminui sua vida útil.
  24. Quebrei a cabeça e não consegui entender a dúvida, fiquei sem referência. A fonte antiga tem um cooler pequeno que fica em pé? A fonte nova tem um cooler grande que fica deitado? Em ambos os casos o ar circula de dentro do gabinete para fora? Ou de fora para dentro? Como consegue colocar a fonte de ponta cabeça? É que tem os encaixes padrões de parafusos. Esse fan do cooler que sugaria o ar quente deu um nó no minha cabeça.
  25. Eu também não conheço. Se eu fosse comprar, não pagaria mais do que R$ 0,60 por GB mas, antes eu testaria para ver se funciona e analisaria a situação de vida útil dele.

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