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aphawk

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Sobre aphawk

  • Data de Nascimento 07-02-1960 (58 anos)

Informações gerais

  • Cidade e Estado
    São Paulo, SP
  • Sexo
    Masculino

Outros

  • Ocupação
    Hardware
  • Interesses
    Pescar, jogar, bons restaurantes, pesquisar novidades, andar de moto, inventar montagens, e principalmente criticar o Ensino do jeito que está sendo feito....
  1. Na verdade é que a sua "eletrônica" é algo que não vai funcionar ... Paulo
  2. @Isadora Ferraz , Sim, entendí o que significa, mas acho uma baita complicação de "protocolo" , muita complicação e conhecimento do compilador ..... Eu estou acostumado a fazer isso de uma maneira que me parece bem mais "legível" : Dim Num_Let_7Se(11) as Byte ; Num_Let_7Se(1) = &b00111111 ; Num_Let_7Se(2) = .............. Para usar um index X : Dim X as Byte ; x=1 Num_Let_7se(x) = &h031 e pronto o primeiro elemento mudou para esse valor. Agradeço o seu esforço por tentar me introduzir no C ( conforme leitura rápida e literal ) , mas realmente como diz o caipira, ocê não faz meu tipo kkkk Embora me sinta meio inútil nos dias de hoje, em que é tudo tipo IDE do Arduíno ou C, tento ajudar da minha velha maneira ! adicionado 2 minutos depois Sim, eu usei o mesmo conceito num post meu sobre um Gerador de Forma de Onda usando DDS, que gerava qualquer tipo de forma de onda de maneira perfeita e sem jitter ... Paulo
  3. ? ?? pois void é o tipo de retorno e me retornaria ... vazio. ?????? Meu Deus ..... acho que já passei de minha hora por aqui ..... Paulo
  4. Olha, tenho de concordar com a @Isadora Ferraz .... quanto mais eu leio esses comandos dessa linguagem, menos entendo .... Paulo
  5. @Rodrigojuara , O anodo do Led está ligado no +2,5 Volts. Para que ele acenda, a tensão de catodo deve ser colocada próxima de 0, assim ocorre a condução de corrente. Não vejo nada errado... Paulo
  6. @Gabriel G.S. 1023 , Sim, a IDE do Arduíno gera um código grande e ineficiente, que complica bastante quando precisamos de eficiência. Mesmo o Arduíno Uno tem um hardware com excelentes recursos, e nas mãos de quem sabe como funciona, dá para driblar essa IDE. Eu programo em Basic e Assembler, e já contornei tanta coisa usando um monte de interrupções geradas pelo hardware de um simples Atmega328 que posso afirmar que é muito raro precisar de mais desempenho ( para um projeto onde o uso de um microcontrolador é imprescindível, e não em algo tipo servidor Web. ) Claro que usar um hardware com desempenho 10x mais poderoso permite que programadores medíocres com pouco conhecimento do hardware consigam fazer um projeto funcional. Mas ver essas novas plaquinhas “ARMadas” com tanto poder de processamento alegra bastante os mais velhos como eu que um dia ficaram boquiabertos vendo a diferença de performance entre um 8080 rodando a 1 Mhz e um Z80 a 4 Mhz... que venham os novos tempos ! Paulo
  7. @Isadora Ferraz , O programa apresentado que mostrou 38 leituras, eu também queria saber de onde que saiu esse numero cabalístico heheh Claro que prá quem usou Assembler sempre usamos multiplos de 2 para facilitar as contas ! E mesmo em outras linguagens, tentamoa otimizar a velocidade do código. Paulo
  8. @Jinfo , Primeiro, temos de diferenciar as coisas : existem MICROCONTROLADORES e existem MICROPROCESSADORES. Os microprocessadores são bem mais possantes que os microcontroladores em termos de desempenho, mas são bem mais frágeis em termos de proteção , e não possuem todos os recursos necessários para serem usados como controladores de processos, como modos de baixíssimo consumo de energia, detecção de tensão mínima de alimentação, conversores A/d de múltiplas entradas, geradores de PWM por hardware, etc. Os Raspberry e os Intel são exemplos de microprocessadores. Excelentes para brincar de videogame ! Já os Arduinos são baseados em verdadeiros microcontroladores, a família Atmega de 8 bits, de vasto uso em ambiente industrial e em placas diversas. Eu desconsidero alguns modelos, como o DUE e o Galileo, que são pontos fora da curva na família.... Para uma simples automação residencial, eu iria de ESP8266, ou um único Arduino Uno gerenciando vários ESP8266. Paulo
  9. @Bruno S.. M. , O circuito que tem os dois Leds em paralelo é algo que na prática é uma loteria, porque os Leds podem ter bastante diferenças entre sí, e cada um teria correntes diferentes, com brilhos diferentes entre sí. Mas no simulador você não perceberia isso... Paulo
  10. @Luan Borges , Em uma das entradas, você calcula a média de 38 leituras. Nas outras duas, não... Sugiro que faça também uma média, de pelo menos 8 leituras nessas outras entradas, deve ajudar a estabilizar. Eu faria um pouco diferente, usaria uma interrupção e a cada vez faria a leitura de uma das entradas a cada vez, e na saida já mudaria o seletor de entradas do Adc para a próxima entrada ( ajuda bastante a estabilizar a leitura ) , e iria totalizando, até ter 8 leituras de cada uma das entradas, e nesse momento calcularia a média. Para melhorar ainda mais, usaria a interrupção a uma frequência de 3 * 8 * 60 hertz (1440 hertz), para ajudar a cancelar erros de leitura devidos à indução da frequência da rede de 60 Hz. Quando todas as leituras forem efetuadas, calcularia a média com 3 simples shifts, e um flag sinalizaria ao programa principal que existem dados válidos para serem feitos todos os calculos e medidas necessárias. Paulo
  11. @Diogo deba , Não se preocupe com isso. Um potenciômetro de volume nada mais é do que um divisor resistivo. Façamos algumas contas : Pot 1 - 21.5k / 100k = 0.215 => -6,7 dB Pot 2 - 20k / 100k = .200 => - 7dB Diferença de potência entre os canais em dB será de apenas 0,3 dB , totalmente impossível de ser percebida pelo ouvido. Dizem que para ser percebida, a diferença tem de ser de 3 dB ou maior. Paulo
  12. @Ricardo S Ferreira , Sim, já ví alguns cristais de referência "bailarem com a temperatura " , mas é bem mais raro do que ser necessário uma simples palitagem das bobinas corretas. O complicado é que existe um mixer para cada modo de emissão : AM, USB e LSB, 3 mixers diferentes que determinam as frequências de transmissão. Se todos estão fora na mesma diferença, pode ser mais provável o cristal oscilador de referência. Mas se cada banda está diferente, então tem de ajustar tudo, desde a referência até os mixers de modo de emissão. E isso se não tiver sido "chucrutado" kkkkkk senão tem mais coisa, como o ajuste do potenciômetro do meio dia. Mas , como disse, sem um frequencímetro não dá .... Paulo
  13. @luiz bt , As frequências são reguladas por algumas das bobinas internas. Mas precisará de um bom frequençimetro para poder fazer isso. Se você não tem experiência com isso, leve para um técnico de rádio com boa fama, peça para ele fazer a “palitagem” . Paulo
  14. Uma bateria desse tipo depende fundamentalmente da qualidade do chumbo utilizado. Existe um mercado fantástico para a recompra das baterias velhas, pois conseguem aproveitar um pouco de chumbo de boa qualidade, e infelizmente um monte de chumbo corroído e de péssima qualidade. Muitos “espertos” compram esse chumbo reaproveitado, cuja densidade é bem inferior, e o primeiro sintoma disso é que a bateria fica mais leve, portanto eu recomendo que fujam de qualquer bateria mais leve que o normal. Aqui em SP muita gente vende essas baterias inferiores, e como sabem que logo o comprador vai teclamar, dão apenas 3 meses de garantia ! Fujam desses também ... Existem baterias boas em muitos países, mas as chinesas sempre sao mais baratas pois os coitados dos trabalhadores nao precisam seguir as regras de saúde que existem nos países mais civilizados, e muitos acabam sendo despedidos com a saúde arrasada pela intoxificaçãp pelo chumbo e pelo vapor do ácido utilizado nelas. Aliás, cerca de uns 30 anos atrás eu ví isso pessolmente numa fábrica de baterias em Cumbica... vários funcionários manuseando tudo sem equipamentos adequados, respirando sem máscaras, e vários diziam que tinham problemas no pulmão e que a empresa acabava dispensando eles quando não conseguiam trabalhar.... pena que nao me lembro do nome da empresa, mas eram fabricantes de baterias para empilhadeiras. Paulo
  15. Montei um kit de rádio AM que tinha um potenciômetro muito semelhante a esse da foto, mas dois dos terminais eram apenas uma chave tipo liga-desliga, que só acionava a partir do canto do cursor.... os outros 3 terminais eram um potenciometro normal de 10K. Mesmo assim, não dá para controlar um motor DC diretamente, mas com a ajuda de um 555 e um MOSFET pode ser feito. Paulo

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