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Teste da Fonte de Alimentação bequiet! Straight Power E9 CM 680 W

       
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Vamos dar uma olhada nesta fonte de alimentação com certificação 80 Plus Gold da alemã bequiet!, que vem com sistema de cabeamento modular.

Teste da Fonte de Alimentação bequiet! Straight Power E9 CM 680 W
Gabriel Torres Editor executivo do Clube do Hardware

Introdução

A marca bequiet! pertence ao distribuidor alemão Listan, e esta empresa lançou várias fontes de alimentação com certificação 80 Plus Gold dentro da série Straight Power E9. Cinco delas (400 W, 450 W, 500 W, 600 W e 700 W) não têm sistema de cabeamento modular, enquanto três (480 W, 580 W e 680 W) têm. Os modelos com sistema de cabeamento modular têm as letras “CM” (Cable Management) no nome. Será que o modelo de 680 W é uma boa opção? Confira.

A fonte de alimentação bequiet! Straight Power E9 CM 680 W é fabricada pela FSP e é baseada na mesma plataforma da FSP Aurum CM Gold.

bequiet! Straight Power E9 CM 680 W
Figura 1: Fonte de alimentação bequiet! Straight Power E9 CM 680 W

bequiet! Straight Power E9 CM 680 W
Figura 2: Fonte de alimentação bequiet! Straight Power E9 CM 680 W

A bequiet! Straight Power E9 CM 680 W mede 16 cm de profundidade e tem uma ventoinha de 135 mm com rolamento de fluido dinâmico em sua parte inferior (bequiet! Silent Wings E9).

Como mencionamos, esta fonte tem sistema de cabeamento modular com sete conectores, dois para placas de vídeo, um para o cabo de alimentação ATX/EPS12V e quatro para cabos de alimentação SATA e periféricos. Apenas o cabo principal da placa-mãe está permanentemente conectado à fonte de alimentação. A fonte vem com os seguintes cabos:

  • Cabo principal da placa-mãe com um conector de 20/24 pinos, 55 cm de comprimento, permanentemente instalado na fonte de alimentação
  • Um cabo com dois conectores ATX12V que juntos formam um conector EPS12V, 55 cm de comprimento, sistema de cabeamento modular
  • Quatro cabos com um conector de seis/oito pinos para placas de vídeo (cada par é conectado em um único conector na fonte de alimentação), 55 de comprimento, sistema de cabeamento modular
  • Um cabo com quatro conectores de alimentação SATA, 55 de comprimento até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular
  • Um cabo com três conectores de alimentação SATA, 55 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular
  • Um cabo com quatro conectores de alimentação para periféricos, 57 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular
  • Um cabo com dois conectores de alimentação SATA, dois conectores de alimentação para periféricos e um conector de alimentação para a unidade de disquete, 55 cm até o primeiro conector, 15 cm entre os conectores, sistema de cabeamento modular

Todos os fios são 18 AWG, que é o mínimo recomendado.

A configuração de cabos é excelente para uma fonte de alimentação de 680 W, com quatro conectores de alimentação para placas de vídeo e nove conectores de alimentação SATA.

bequiet! Straight Power E9 CM 680 W
Figura 3: Cabos

Vamos agora dar uma olhada no interior desta fonte de alimentação.

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Comentários de usuários


Legal essa fonte eficiencia de 90% fornecendo 420w. Eu nao diria ser uma fonte ruim e nem merece o selo produto bomba. Foi capaz de fornecer 800w com eficiencia acima de 82%, ta bom que os valores ficaram meio baixo, mas na minha opiniao nao merece selo nem de recomendado e nem de produto bomba. As vezes pode ser problema de lote ruim vai saber, ja que a fonte foi desmontada e feito o teste antes? ou foi desmontada depois do teste?

Eu testaria outra dessa.

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É melhor não se impressionar com a eficiência. A fonte deveria ter um único barramento de +12V, os níveis de ripple não são bons (e sobem com a potência, como a maioria das fontes da FSP), os capacitadores poderiam ser melhores e a regulação de tensão em 3.3V, como vocês viram, jamé. E como o varistor não é necessário? Acho que a FSP merece uma explicaçãozinha...

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Mais um ótimo teste CDH , parabêns .

Agora uma ótima fonte internamente , cabos mais que apropriados para uma fonte desta faixa de potência , claro que com este teste acabou desbancando ela , mas será que esse problema na saida +3.3 V não seria um exemplar com defeito em vez de acharem que seria por causa da temperatura interna da fonte ? ou teria outros fatos tirando os capacitores que não são os melhores ou não ? seria mesmo a temperatura ? acho que não pois a temperatura interna foi o mesmo que fontes de outras marcas testadas como disse o 'ignacho' o padrão da temperatura está conforme os outros testes entre 45º e 50º . Não poderia ser como disse acima um exemplar com defeito ?

Editado por Gabriel Braga

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Contradições no teste:

1. Na oágina 6, ao analisar a etiqueta da fonte, é afirmado que a distribuição de múltiplos barramentos feita esta fonte é perfeita. Em seguida, nos testes de carga, é constatado que o barramento +12 V3 não suporta correntes maiores do que 21 A. Será que isso é realmente bom? Isso pode atrapalhar o uso de uma placa de vídeo mais possante, como a GeForce GTX 580. Se bem que é possível dividir com o barramento +12 V4, mas de qualquer maneira mostraram que o OCP desta fonte está mal configurado. Como dizer que esse projeto de múltiplos barramentos é perfeito?

2. Na página 10,´onde tem as partes de proteções listadas pelo fabricante, é afirmado que não confiramaram a presença de tais proteções. Como é que isso é possível, se na página 7 é afirmado que o Ocp entrou em ação no teste 5?

3. Acho estranho que se coloque a culpa do problema da regulação da linha de +3,3 V nas temperaturas. Basta voltar à tabela. A temperatura interna da fonte fica entre 45 e 50° C, o mesmo padrão para as ouras fontes.

No mais, é simplesmente lamentável que se tenha substituído capacitores japoneses por capacitores da CapXon. É no mínimo uma irresponsabilidade. Lamentável também a regulação de tensão, assim como os níveis de ripple que foram meio altos (isso eu já esperava, isso é um problema de projeto mesmo).

Editado por ignacho

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Contradições no teste:

1. Na oágina 6, ao analisar a etiqueta da fonte, é afirmado que a distribuição de múltiplos barramentos feita esta fonte é perfeita. Em seguida, nos testes de carga, é constatado que o barramento +12 V3 não suporta correntes maiores do que 21 A. Será que isso é realmente bom? Isso pode atrapalhar o uso de uma placa de vídeo mais possante, como a GeForce GTX 580. Se bem que é possível dividir com o barramento +12 V4, mas de qualquer maneira mostraram que o OCP desta fonte está mal configurado. Como dizer que esse projeto de múltiplos barramentos é perfeito?

Não há nenhuma contradição.

2. Na página 10,´onde tem as partes de proteções listadas pelo fabricante, é afirmado que não confiramaram a presença de tais proteções. Como é que isso é possível, se na página 7 é afirmado que o Ocp entrou em ação no teste 5?

Realmente é um erro, estou corrigindo.

3. Acho estranho que se coloque a culpa do problema da regulação da linha de +3,3 V nas temperaturas. Basta voltar à tabela. A temperatura interna da fonte fica entre 45 e 50° C, o mesmo padrão para as ouras fontes.

Não "coloquei a culpa" em ninguém. Eu apenas tentei elaborar o motivo desta falha. Veja que no texto original eu falo em possibilidade não afirmação em definitivo ou "culpa".

No mais, é simplesmente lamentável que se tenha substituído capacitores japoneses por capacitores da CapXon. É no mínimo uma irresponsabilidade. Lamentável também a regulação de tensão, assim como os níveis de ripple que foram meio altos (isso eu já esperava, isso é um problema de projeto mesmo).

Concordo.

Abraços,

Gabriel Torres

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Pois é, as aparências enganam mesmo, olhando essa fonte de cara parece show, boa aparência, ótima configuração de cabos, produto alemão e tal, mas os testes estão aí para desmascarar o que realmente a fonte é, um projeto infeliz, que pena, tinha carinha de boa, mas é ordinária, hehe.

Obrigado ao CdH por mais um teste esclarecedor...

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Essa fonte tinha tudo para ser impecável se não fosse trocado os bons capacitores japoneses por outro de qualidade inferior, a principal vantagem dela foi os 90,7% de eficiência quando estava fornecendo 20% da potência rotulada, significando que ela seria boa tanto para micros exigentes quanto para mais modestos

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Pois é, as aparências enganam mesmo, olhando essa fonte de cara parece show, boa aparência, ótima configuração de cabos, produto alemão e tal, mas os testes estão aí para desmascarar o que realmente a fonte é, um projeto infeliz, que pena, tinha carinha de boa, mas é ordinária, hehe.

Obrigado ao CdH por mais um teste esclarecedor...

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É a primeira fonte fabricada pela FSP que eu vejo falhar.

Acho que essa é a prova que eles fazem o que a "marca" manda.

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