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Sérgio Lembo

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  1. Esse relé não vai entrar nunca. A razão é simples: Esses relés pequenos possuem 420mW de consumo, um pouco menos quando são os de baixo consumo (e um pouco mais caros). Se a bobina é de 14V nominais isso resulta em 82R. Mesmo sem considerar a queda no led a divisão de tensão com o resistor de 330R resulta em 5V na bobina. Fazendo regra de 3 sobre os valores de um relé de 12V isso significa que a tensão de drop-in será de 10,5V (em 12V nominais é de 9V). Ainda dá para salvar o projeto com uma pequena modificação: coloque um resistor de 82R x 1/2W entre o positivo da fonte e o catodo do LED. Falei bobagem acima. Errei nas contas, a estimativa do valor correto da resistência da bobina é de 466R, isso resulta em 13,5V na associação série do circuito. É para funcionar exceto se o consumo do relé for muito diferente dos 420mW estimados. Peço ao autor do tópico que meça e divulgue a resistência da bobina.
  2. Quando a luz ambiente bater forte no LDR a tensão sobre a base do primeiro transistor será a da fonte, no seu caso 5V. Com o darlington teremos 1,3V entre a primeira base e o segundo emissor. Somando com 2,2V do led resulta em 3,5V. Nos 1,5V que ficarão no resistor calculamos o valor para o brilho máximo pretendido respeitando a corrente máxima do led. Sobre usar o darlington que tem no estoque dá na mesma. Observe bem a potência a ser dissipada no transistor darlington ou no segundo caso faça discreto. Pmax será 1,3V x corrente do led.
  3. O desenho da @.if é dependente do ganho do transistor que é dependente da temperatura. Difícil de controlar. Na proposta abaixo tento fazer um seguidor de tensão. O ajuste do potenciometro deve ser feito no escuro para se ter a ilumunação mínima desejada. Que a luz do led vai aumentar em função do aumento da luz ambiente não tenho dúvidas mas não sei dizer se será na "linearidade" pretendida. O resistor em série como led tem que ser recalculado, desconheço a Vf do led utilizado.
  4. Quando liga o circuito na fonte você depende da qualidade da fonte e a fonte consegue manter a tensão de saída em qualquer corrente que esteja dentro do máximo. Quando liga na bateria depende da bateria. Dito o óbvio, verifique a tensão na bateria antes e depois de colocar a carga. Caso a bateria arreie demais com a colocação da carga isso explicará seu problema. Quando diz que tem uma bateria de 12000mAh creio ser um pack ou uma bateria realmente grande.
  5. @MOR Caro Morris. O range de velocidade possível de ser regulada é bastante extenso. De 1ms a 65ms é o mesmo que dizer de RPM máximo até 1/65 do máximo. Não tenho experiência em modelagem de argila para saber se é necessário tudo isso. O interessante do método analógico é a informação instantânea do taco gerador, no uso de encoder temos que aguardar pela amostragem mínima. O interessante do método digital é a flexibilidade oferecida pelo programa. Velocidade máxima é simples: triac a 100%. Velocidade a 99% já exige regulação. Se 1ms já te dá a regulação necessária e a 99% terás 1000 pulsos então a granularidade de 1:1000 já te satisfaz, o que passar disso é lucro. Uma das limitações do encoder é a leitura dele, seja por transpasse ou por reflexo. Em situações apertadas entre largura de feixe luminoso versus largura de faixa preta vai ter uma senóide com componente DC e no centro desta o ajuste do comparador para fazer o zero-um. Um ideia simples: encoder com o dobro de pontos do calculado, ainda temos faixas bem largas. Criar uma segunda variável chamada ALVO. Dividir o SETUP em 2 áreas: 100% a 50% e 50% a zero velocidade. O módulo de tomada de tempo deverá ter 2 opções: tomada de tempo a cada 1 pulso de encoder ou a cada 2 pulsos de encoder. Caso o SETUP esteja na parte alta, ALVO=SETUP, variável ALVO é enviada ao módulo de regulagem e no módulo de tomada de tempo fazer tomada a cada 2 pulsos de encoder. Caso SETUP esteja na parte baixa, ALVO=SETUP*2, variável ALVO é enviada ao módulo de regulagem e no módulo de tomada de tempo fazer a tomada a cada 1 pulso de encoder.
  6. @MOR E o projeto? Entre o planejamento e a realização vai uma longa trilha de testes e correções, é a parte que mais me interessa. Abraços Sérgio PS: Encontrei com facilidade farto material sobre o Lugar das Raízes, tanto em vídeo quanto em PDF. Exige uma interpretação matemática acima do meu atual nível, mais precisamente quanto a interpretação do que são os polos e, na aplicação prática, como levanto os parâmetros que os definem para então iniciar o processo matemático. Sem entender o que são polos não dá para entender o resto.
  7. Se a memória apagada = FF ou um par = FFFF, o ato de apagá-la faz dela um ponteiro numa estrutura circular e também um valor proibido. Faz algum tempo estive olhando para algumas memórias eprom de alta ciclagem com poucos bytes, até 258. Encontrei da ST com 4.2mega ciclos e as de ferro, um pouco mais caras, com quantidade quase infinita de ciclos, dez elevado a um número estúpido. Na de ferro, se o valor fosse alterado 3 x por segundo, esta ainda aguentaria 100 anos.
  8. Estou interessado nisso. Por favor, descreva.
  9. A foto é idêntica aos motores de barbeador elétrico. Não vejo motivos para que o motor funcione mal com fonte chaveada (normalmente 65kHz). Funciona mal com controle PWM quando a frequência é muito elevada. 3 diodos 1N4007 darão a queda de tensão desejada.
  10. Não. Fusistor é um fusível de elevado valor ohmico, é como ter um resistor e um fusível em série na mesma peça. Dessa forma a resistência limita a corrente e o fusível protege de situações proibitivas.
  11. @MOR De vez em quando penso no desafio de regular esse prato de modelagem. Olhando para o processo, a carga varia em função da pressão das suas mãos. Essa é a parte mais fácil, um regulador de velocidade que não reaja à variação de carga é quanto muito uma fonte variável de tensão. É uma heresia quando falam em controle de velocidade dos motores DC com PWM sem qualquer tipo de realimentação. A parte que considero desafiadora é a carga de argila. Dependendo do peso a ser modelado e se este estará concentrado ao centro como um pino ou espalhado como um prato muda por completo o conjugado da carga. Creio que uma modelagem matemática que se comporte como um PROPORCIONAL, um simples amplificador de erro sem requintes de integrador e derivativo deva ser a resposta ao projeto. Não é uma aplicação que necessite de 0,1% de precisão e estabilidade. O que me animou a fazer o encoder (e farei outros se necessário) é poder acompanhar o desenvolvimento da solução para o problema apontado. Testes, testes e testes, só eles no dirão se o dragão tem 7 cabeças ou apenas 2. Nos mantenha informados, estou acompanhando com muito interesse esse tópico. Grande abraço Sérgio
  12. Todo capacitor de fonte é uma carga no início. Até mesmo no pequeno carregador de celular se tem ao menos 2: o primeiro logo após a ponte retificadora e o de saída para a carga. Por conta da pancada de corrente que o primeiro capacitor provoca costuma haver um resistor antes da ponte retificadora ou um fusistor que cumpre a função de limitar a corrente inicial.
  13. Cara, dá para fazer com qualquer número de pulsos sem grandes trabalhos, fica trabalhoso se o número for ímpar. Lembra daquele exercício de levantar os divisores que compõe um número? Passa por ali. Diga qual o número desejado que faço em poucos minutos.
  14. @.if O quadro da junta fria contém erro quando interpreta a entrada na placa. Da mesma forma que a junção metal1 com metal2 formam ddp as junções metal1 com metal3 e metal2 com metal3 também formam mas na soma vetorial da malha que contém as 3 junções as duas junções de entrada na placa tendem a se cancelar.

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