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Sérgio Lembo

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  1. @rodolfoib , belo núcleo o que tens aí. Sobre essa fonte de 14,5V, nos fale um pouco sobre o uso que pretende fazer dela. Caso seja uma fonte para uso geral vamos supor um circuito com baixo ripple e grande estabilidade de tensão. Caso seja para uso específico, conhecer as demandas do circuito que será o cliente dessa fonte nos dará os parâmetros do projeto. 14,5V nos faz lembrar um carregador de baterias e com a corrente disponível que esse núcleo grandão nos dá é até possível pensar numa carga rápida para baterias de 180Ah. Se for para isso, estabilidade de tensão aprimorada é dispensável e controle de ripple uma tolice mas controle de corrente se torna importante. Picos de tensão até se tornam desejáveis (veja os vídeos de John Bedini sobre carga de baterias de chumbo ácido com tensão pulsante). Sobre o uso de IGBT a capacitância de gate nos dá algumas limitações de frequência e nos obriga a ter um drive dos bons mas ainda é a melhor opção para altas correntes. Os mosfets tem melhorado muito na classe de 600V, permitem trabalhar com drivers menos robustos e maior frequência mas dependendo da corrente primária o IGBT ainda é a melhor opção.
  2. O circuito ressonante e respectiva forma de onda é que que fazem o desligamento dos mosfets (se dependesse do resistor de 4700R braços superior e inferior ficariam ligados direto). No paralelismo se os conjuntos são desligados pela mesma forma de onda então os conjuntos serão desligados juntos. No paralelismo de mosfets o que atrapalha são as capacitâncias parasitas e quanto mais baixo o Rds do mosfet e mais alto o Vgs mais elevada essa capacitância fica. O resultado acaba sendo uma interação ressonante com resultados catastróficos.Essa é a razão dos drivers independentes. Outra forma de controlar isso é com a utilização de ferrite beads na entrada do gate. Sai mais barato mas não domino isso para a correta seleção. Estou indo pelo mais fácil.
  3. Nesse circuito a corrente cresce absurdamente com a tensão. Quando o trafo era menor a elevada corrente arreava (creio eu) a tensão de saída e por conta disso os fets aguentavam o tranco. Nessa situação tínhamos um trafo em sobrecarga com consequente aquecimento e queda na tensão de saída programada. Ao aumentar a capacidade em VA do trafo a tensão ficou mais elevada e a corrente do circuito foi a um nível que os fets não suportam. Paralelismo de fets nesse circuito somente se os drivers forem individuais, De forma prática aqueles 2 resistores, 2 diodos e 2 zeners que estão antes do gate, 1 conjunto desses para cada par de mosfet.
  4. Cara, não estou entendendo nada. Nos 2 circuitos vejo o diodo led iluminando direto o transistor e um interruptor ligando um led D1, tb não entendi esse led D1. Creio que a representação do interruptor deveria ser feita na alimentação do led U2A se o que pretende é representar luz/sombra. Outra coisa: led D1 não é igual a lâmpada de filamento. Nesse circuito ele é o elemento superior de um divisor de tensão onde o elemento superior é o led D1 e o inferior é o fototransistor. A resistência entre o coletor e emissor na sombra é alta mas não é infinita. A resistência entre o anodo e o catodo do led abaixo da tensão de barreira é elevada a ponto de competir com o do fotoacoplador na sombra. Coloque um resistor de 100K em paralelo ao led D1 para garantir uma condução mínima na situação em que o fototransistor esteja na sombra e com isso tenha Vcc na entrada do comparador. Se funcionou por alguns instantes e depois parou é porque devia ter uma sujeira fazendo as vezes desse resistor que acabo de sugerir. Boa sorte.
  5. O programa e as peças que controlam essa máquina são muito precisos. Já vi router destinada a corte de madeiras (Móveis) apresentarem o mesmo tipo de problema devido a serragem, mais precisamente a parte mais fina do pó gerado no processo. Arrume quem tenha um bom compressor e faça um bom banho de ar comprimido no interior da sua máquina. Eliminará possíveis perdas de sinais importantes ao controle de posicionamento da máquina. Outra possível causa é o deslizamento do papel nos rolos de tracionamento. O sistema controla os rolos e através dele se pretende ter o controle do estilete em relação à mídia. Sujeira ou gordura no rolo recartilhado pode atrapalhar a tração correta. Papel é material abrasivo, dependendo do quanto essa máquina já ralou talvez esteja liso (lixado) demais e seja a hora de trocar o rolo. Nada dura para sempre. Não creio que o problema seja configuração, se estivesse errada a máquina jamais teria funcionado de forma correta, a não ser que alguém tenha fuçado e alterado isso. Boa sorte.
  6. Em correntes elevadas o primeiro pensamento é o IGBT. Na frequência sugerida, nem pensar. Acima de 25kHz começa a ter perdas significativas, os mais modernos mal chegam a 100kHz. Nos mosfets a tensão de barreira (IGBT) é substituida pelo Rds. Os de baixíssimo Rds possuem capacitância elevada, não são apropriados para alta frequência. Os de baixa capacitância possuem Rds mais elevados, alguns mais modernos conseguem aliar de forma moderada baixa capacitância com baixo Rds mas são mais caros. Os de Carberto de Silício fazem a tarefa ainda melhor, mas tem custo bem mais elevado. De qualquer forma cairá no paralelismo. Não cometa o erro de fazer o paralelismo no mesmo driver de gate. Vai ter ressonâncias nas capacitâncias de gate bem desagradáveis. Alguns truques tais como o ferrite beads ajudam nessa tarefa mas exigem bom laboratório e muito conhecimento para a implantação. Fazendo com driver de gate individual (podem compartilhar o mesmo sinal de comando, sem problemas) esse perigo desaparece. O fato do circuito LC trabalhar em ZVS (zero voltage swich) elimina as perdas de chaveamento, ficam apenas as de Rds.
  7. Complementando a resposta do Paulo @aphawk , lembre-se que pode utilizar a bateria estacionária em até 80% da carga sem provocar danos. Dessa forma, a bateria de 35Ah só pode fornecer 28Ah sem comprometer a vida útil. No caso da automotiva a coisa fica pior, o mesmo raciocínio para 20%. Lembre-se também que a capacidade é dada por alguns fabricantes para C5 (os mais honestos) ou C10 (os mais malandros, critério C10 aumenta o resultado). Se está dimensionando para 2 horas vai ter que encontrar o rendimento C2 dela.
  8. Falando agora apenas sobre o retificador que irá fornecer a energia ao aparelho, cabe ao você dimensionar a energia necessária (tensão, corrente, ripple máximo) de saída dessa fonte para a entrada do gerador de indução e a tensão de entrada que pretende utilizar (provavelmente rede pública). Em cima disso o desenho se torna fácil.
  9. Fazer um carregador de baterias por indução não chega a ser um grande problema, seria apenas um circuito aumentado do que já existe. O desafio vai ser fazer com que a indução ignore todas as ferragens existentes na parte frontal do veículo (chassis, motor, fiação, etc). Nessa condição uma simples abraçadeira metálica instalada numa mangueira de combustível é vista pela indução como uma bobina em curto, o que provoca elevadas correntes e aquecimento localizado. Quem disse que ovo não tem pêlo? E quanto mais se estuda mais cabeluda a coisa fica.
  10. Essa potência que eu calculei é puro calor. Para ter uma ideia, um transistor de potência aquece 65ºC acima da ambiente para cada Watt dissipado. Acima de 40ºC fica difícil manter a mão por tempo prolongado, 80ºC é a regulagem das cafeteiras elétricas de bar.
  11. Pela sua resposta, os leds vermelhos estão com 90% co corrente nominal e os vermelhos com 85% da corrente nominal. Nada mal. Cuidado com a temperatura dos leds, não gostam de trabalhar acima dos 70ºC, começam a dar problemas acima dos 85ºC no seu interior (temperatura de junção). Resistor de 10R dissipando 0,88W e de 18R dissipando 1,7W. Dá pra fazer bolha no dedo! Na série azul sobrou espaço elétrico para colocar +1 led sem comprometer a regulação de corrente. Se fizer isso o valor do resistor terá que ser alterado para menos. Na série vermelha, se colocar +1 led vai ficar uma tensão muito baixa sobre o resistor, não é recomendável para esse tipo de regulação.
  12. @Isadora Ferraz Realmente hoje existem leds de alto brilho com tensão de até 18V. Nessa condição, dada a baixíssima corrente de operação, é até viável se pensar numa redução de tensão linear de 8:1. fazendo as contas, um led de 200mW x 18V nos daria uma corrente de operação de 11mA. Nâo são necessários todos os lumens que esse led produz. Nesse caso, trabalhando com apenas 5mA teríamos apenas 600mW de consumo com excelente visualização de uma lâmpada piloto.
  13. Usar um resistor para reduzir a tensão de rede 110V para os poucos volts de um led é loucura. Vai aquecer e muito.Mais prático utilizar lâmpada mosquito ou lâmpada a gás. Caso queira utilizar led arrume um adaptador de 5V baratinho e coloque um resistor em série.
  14. Dio Santo. Quanta complicação. Fico com a afirmação da @Isadora Ferraz , 1img >> 1000txt
  15. Acredito que essa fonte seja um carregador de notebook. Sobre ter uma redução de 16V para 12V com 6A, isso significa que terá (16-12)V x 6A = 24W de aquecimento, quase a potência de um pequeno ferro de solda de aquecimento o que implica no uso de um bom dissipador e isso não sai de graça. Corre o risco do dissipador sair mais caro que um conversor step-down de 5A. Caso insista em fazer esse circuito de forma linear o uso de 1 regulador 7812 associado a um transistor de boost vai te dar a mesma capacidade de corrente de forma mais segura. Não é bom associar 2 reguladores em paralelo, uma mínima diferença entre eles faz com que o de menor valor pegue para si toda a corrente, isto é, o paralelismo não funciona.

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