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Sérgio Lembo

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  1. Cara, tens um probleminha chato conhecido como solda fria. E muitas vezes, ao bolinarmos a placa o mau contato da solda fria se esconde, mas é por pouco tempo, sempre volta a chata.; Refaça as soldas que deve resolver. No caso mais extremo, retire e recoloque cada um dos componentes sempre observando se a parte soldada não está preta (oxidação). Dá menos trabalho fazer o procedimento sugerido (não são tantos componentes assim) do que esquentar a cabeça com as teorias de funcionamento. Aja com delicadeza para não estourar as trilhas. Boa sorte.
  2. Paulo, com esse circuito dá pra @Isadora Ferraz recarregar o celular dela com as batatinhas. Eu fico com as pilhas de limão e depois faço uma caipírinha com as sobras! kkkk Querida Isadora, não fique magoada. Nâo resisto a uma piada. Abraços ao Paulo e Isadora.
  3. qual a placa que está usando? Não sobrou nenhum timer nela? Além de tempo esse periférico tb pode ser utilizado para contagem de eventos (seus pulsos). Possui internamente a função compare que dispara uma interrupção interna (se setada) quando o a contagem atingir o valor desejado. Não entendi aquele delay agindo junto com a interrupção. Possível fonte de bugs. Pense no seguinte fluxo utilizando o contador de 16 bits: - seu pino de pulso habilitado como clock do contador, prescaler = 1 zera o timer calcula a quantidade de pulsos equivalentes aos litros desejados carrega o comparador com a quantidade de pulsos (máx 64k) habilita o timer reseta a flag do comparador habilita o comparador liga a válvula while comparador == false( // durante a espera até dá para atualizar o display com a contagem faz leitura do timer (pulsos contados) converte pulsos para litros print litros ) desliga válvula o código fica mais simples e confiável Boa sorte adicionado 9 minutos depois Como não foi criada uma função a ser disparada por interrupção do compare não é necessário setar a interrupção por compare.
  4. @aphawk Paulo, se for para usar bobina auxiliar para quê o opto? Tá cheio de circuitos por aí com regulagem por bobina auxiliar, divisor resistivo e enfia no FB.
  5. Estou me lembrando dele agora. Tem o tamanho de um cigarro. Cruel esse treco de alta tensão. E se não souber trabalhar direito o trafo a tensão nem vai sair dele. No secundário creio que terá que fazer uma camada, passar uma fita de alto dielétrico e só aí passar para a camada seguinte. Desconheço o dielétrico do verniz mas não creio que suporte as tensões entre camadas.
  6. @Renato.88 E tem um montão de CIs que trabalham dessa forma. Um fácil de ser encontrado é o VIPER. Embora o autor não pretenda colocar carga, apenas ter ionização, nada acontece de graça. Vai haver um consumo sim mas não tenho a menor ideia de como estimar esse consumo. Apenas uma coisa me incomoda, e o diodo da bobina secundária? Com 3kV de nominal a refletida vai dar no mínimo 5kV de reversa. Nunca trabalhei com TV, nos passe a solução.
  7. @Renato.88 , sua descrição lembra as fontes de flyback com bobina auxiliar.
  8. Qual o uso? Vai ficar ao alcance de pessoas (perigo de choque)? Qual a corrente dessa string de leds?
  9. Uma pequena distração: mais de 11 segundos!!!!!!! @erich8 , desista da ideia de utilizar super-capacitores como bateria, não são adequados para isso. A função deles é manter estável a tensão em momentos de pico de consumo e o uso mais frequente é em aparelhos de som super-potentes em automóveis onde picos de consumo tendem a arrear a tensão de bateria. No intervalo dos picos o capacitor se recarrega e a balada segue com o som legal.
  10. Acabo de ler o artigo do Newton Braga. Sobre tomar choques os atuais são de plástico e as influências de campos magnéticos nos tubos não ocorrem nas telas de LCD. É certo que muitas vezes terás que ler tensões não referenciadas ao gnd. Exemplo: a tensão de gate de um mosfet colocado no braço superior de ponte H ou 1/2H. Nesse momento vai estar concentrado no seu problema e com certeza se esquecerá que o GND do aparelho está aterrado. Vai ser triste.
  11. Osciloscópio é instrumento caro e isso de deixar o GND dele ligado ao terra é perigoso. Uma exemplo bem simples: digamos que queiras ver a forma de onda sobre um diodo colocado na ponte retificadora que está na rede. Com certeza não vai prestar se o GND do osciloscópio estiver aterrado. Muitas pessoas vão ao requinte de colocar um transformador de isolação exclusivo para o osciloscópio para evitar surpresas desagradáveis.
  12. @Charles Assunção Temos situações onde o papel alumínio é um excelente protetor de tensões estáticas mas antes de falarmos disso vamos à origem e suas definições: Definimos como zero tensão a terra (solo) e assim sendo salvo outra referência todas as tensões são referenciadas a ela. Dessa forma o aterramento de algo nos deixa com zero V em relação ao solo. Na linha de distribuição urbana temos entre 13,4kV e 13,8kV e as aves que pousam na fiação não torram. O corpo inteiro delas fica na alta tensão. Então o que torra um corpo ou um semicondutor sensível é a diferença de potencial entre seus terminais (sorte dos pássaros). Ao embalar um semicondutor sensível em papel alumínio coloca todos seus terminais em curto e isso permite a manipulação dele sem perigo de torrá-lo mesmo que seu corpo esteja carregado. Esse método é muito utilizado no transporte de operacionais de instrumentação com entrada CMOS. Como foi dito acima fazer isso numa placa que contenha bateria talvez não seja boa ideia, deve removê-la antes. Num ambiente controlado, com seu corpo aterrado aí sim pode remover o papel alumínio para a colocação do semicondutor na placa.
  13. @Tito Fisher , a pedrada está no enunciado do problema proposto.. Todas as soluções são irracionais mesmo quando funcionam, é exercício de lógica escolar sem uso prático. Na verdade o único benefício do exercício é forçar o estudante a raciocinar sobre as necessidades de corrente adequada ao led em diferentes situações. Abraços Sérgio
  14. @Isadora Ferraz , é exercício de escola, os leds sempre estarão em série, é enunciado de problema lógico a ser resolvido.
  15. Mordendo a língua: me dei ao trabalho de ler a parte inicial do código. Está em código de máquina puro, para cada config primeiro aparece a carga do valor a ser carregado na memória e depois a transferência do valor para o registro. E ainda faz uso de endereçamento indireto. O que ajuda um pouco é que tem o comentário em menemônico após cada linha de comando. Cruel ler isso daí.

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