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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.

Sérgio Lembo

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  1. Procure pelos chips com prefixo TDA. São diversos modelos, diversas potências. São muito usados em áudio de TVs. Tb são fáceis de serem encontrados e baratos.
  2. Vamos por partes. Microfone e captores de toca disco, guitarra geram um sinal miserável de tensão e corrente, qualquer descuido e o sinal some. Normalmente se faz um pequeno amplificador para esses elementos apenas com a função de torná-lo mais robusto. Eventualmente se necessário se faz uma correção de curva de frequência como no caso dos toca-discos, a RIAA. Superada essa fase inicial de dar robustez ao sinal, pode-se trabalhar algumas características desse sinal, tal como graves e agudos, loudness e outras perfumarias. Depois de deixar o áudio ao seu gosto é que vem o amplificador de potência. Áudio é um tema interessante e espinhoso, até detalhes da construção dos transistores utilizados influem na qualidade final
  3. É difícil o processador perder a programação, mas acontece. Utilizando um multímetro verifique se o botão de reset está funcionando. Caso positivo, tente ligar seu roteador com o botão de reset previamente pressionado.
  4. @BloodCeltics Lopes , 13kV é a distribuição nos postes que vai até os transformadores de rua. Da subestação que tem nas entradas das cidades grandes até a subestações distribuidas nos bairros entre 45 e 69kV. Note que no caminho dessas torres de linhas se tem um terreno murado, sem vegetação elevada. Desconheço a utilização de linhas superiores a 69kV, mas posso estar errado, não sou desse segmento. Nas grandes linhas que vemos nas estradas o usual é acima dos 340kV, havendo algumas linhas de 700kV e 1000kV.
  5. Além dos módulos prontos se tem 2 tipos de amplificadores: tipo B (linear) e tipo D (chaveado). O bom do tipo D é que desperdiça pouca energia, trabalha frio. Seu contraponto é que vai ter que construir bobinas. O bom do tipo B é a simplicidade, com poucos componentes externos se alcança o objetivo. Seus contrapontos são: - Vai precisar de 16W de fonte para cada 10W de áudio. - Tem que investir em dissipadores de calor. Níveis de potência tem para todos os gostos e bolsos. Vale o mesmo raciocínio para níveis de qualidade. No geral todos eles apresentam excelente distorção para potência < 70% da nominal.
  6. Sobre o capacitor que fica logo na saída da ponte retificadora, não abusa muito do valor. O fator de potência fica prejudicado e aí teus VAs do trafo... Vai ter que conviver com esse trade-off.
  7. Montaste uma referência de 24V que é amplificada pelo transistor. Daí pra frente a tensão do circuito conta com a existência de uma tensão fixa entre a base e o emissor dos transistores de potência, isto é, sua tensão de saída passa a ser a saida do potenciômetro - (2 x Vbe). Funcionaria se essa tensão fosse fixa em toda a faixa de corrente do transistor. É um projeto pobre, com o mesmo investimento dá para fazer coisa melhor. Procure por projetos com uso do LM317 e assemelhados bombados com TIP para maior corrente. O colega @faller já abriu tópico com projetos de fonte de bancada muito elogiado e montado por muitos. O circuito que limita a corrente é bastante interessante, aparentemente funciona (olhei apenas a lógica, não conferi se os resistores foram bem dimensionados).
  8. Se nada acende, capacitor invertido. Verifique a pinagem do transistor pelo datasheet. Não existe padrão, cada um é cada um. Verifique possível erro na polaridade dos 2 diodos. Em qualquer situação a tensão sobre o capacitor deverá ser de uns 11Vdc.
  9. Supondo que o neutro disso esteja no terra que o cara desenhou, até dá para fazer isso, a tensão sobre o voltímetro será pequena, coisa de amostragem tal qual o TC realiza. Alguns cuidados de segurança devem ser implementados: - fusível de alta tensão acima dessa chave seletora. - Varistor em paralelo ao conjunto chave/voltímetro. adicionado 4 minutos depois Estou curioso onde se vai encontrar capacitores desse valor. É tensão de linha de transmissão! Enfim, alguém tem que estudar para tomar conta do nosso sistema elétrico, nossas tensões de transmissão são as maiores do mundo.
  10. O transistor que usou tem 190 mR, o original 80 mR. Tá aquecendo o dobro, daí funcionar por um tempo antes de torrar.
  11. Sua solução é mais simples do que o problema. C1, C2 e C3 terão valores diferentes, certo? Na posição 1 temos o valor de C2 Na posição 2 temos C2 + C3 Na posição 3 temos C2 + C4
  12. Já vi chaves com essas características especiais serem construidas em circuito impresso. De forma serial, isto é, produzidas em massa, só conheço a seletora de transformadores de corrente. Alguns fabricantes como a sueca ABB e outras grandes empresas de eletrotécnica produzem alguns modelos de chaves especiais utilizando blocos de contato padrões acionados por um came cujo desenho impõe a lógica de comutação. É produto industrial, custo elevado. Com uma chave seletora de onda aberta que tenha 2 tapes consegue-se desenhar essa função. Por desenhar a função entenda refazer as 2 plaquinhas. No primeiro tape se desenha a primeira e terceira posição e no segundo tape a segunda posição. Com uma chave seletora simples, 3 relés e pequena lógica tb se consegue implantar isso. adicionado 7 minutos depois
  13. Bluetooth é comunicação de rádio, dá para juntar o que quiser, depende do processador que está comandando e da sua habilidade em programar. Fone de ouvido consome pouco, muita potência te deixaria surdo. Supondo que o amplificador seja classe B ou AB o consumo de pico será de 2X a potência dos falantes. Na prática a média algo em torno de 1X a potência dos falantes. Sobre baterias de celular, as redondas 18650 possuem um custo muito menor por mA de armazenamento, as chatas de celular só compensam se o projeto exigir bateria de perfil muito baixo. Use baterias Samsung ou Parnasonic. Essas tranqueiras que prometem altas correntes por custo baixo não fornecem sequer 20% do anunciado. Sobre o desenho final da fonte de alimentação, só dá para fazer quando tiver o desenho final do seu projeto. Não dá para começar uma casa pelo telhado.
  14. Vamos botar ordem nessa conversa. Uma fonte é projetada em função do circuito que será alimentado. Bateria é uma solução de portabilidade, não um fim em si próprio. Fale do circuito que pretende alimentar, tensão mínima e máxima dele, consumo de corrente e tempo de autonomia que a bateria deverá ter. Com esses dados dá para se pensar em algo.
  15. Esse tipo de bateria quando cheia apresenta 4,2V. Sua tensão decai de forma expressiva a medida em que é descarregada. A 2,5V ou menos já se corre o risco de estragar a bateria. Sistemas inteligentes adotam 2,7V como limite inferior de descarga. Dá para se fazer algo bem simples mas vai depender do que deseja. Pretende apenas montar um carregador ou pretende colocar a bateria direto num circuito para que funcione como fonte alternativa na ausência de rede elétrica e se carregue de forma automática no retorno? Sabendo das intenções dá para fazer algo bem específico. Caso deseje apenas um carregador e uso geral tem módulos bons baratos e prontos a venda, não compensa desenvolver para ter algo pior.

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