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Sérgio Lembo

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  1. Motor com redutora rosca sem fim vai ser problema. Motor com redutora planetária (engrenagens dentadas) me parece mais adequado. O da foto abaixo ´tem 100rpm e torque bom para a aplicação. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1004995950-motor-dc-c-caixa-de-reduco-12v-100rpm-arduino-robs-_JM?quantity=1 A resistência ao giro pode ser simulada na ponte H excitando os mosfets inferiores. Quanto maior o duty maior a resistência mas para a aplicação de simular um volante automotivo talvez a imposição de velocidade contrária seja a melhor escolha. Vai precisar de um encoder e uma referência de ponto zero.
  2. A cor verde se encontra entre 500nm e 550nm. A cor que antecede é o azul e a que vem depois é o amarelo. Assim sendo,. adquirir um led com a irradiação bem no centro da faixa (520-530nm) irá te dar o verde mais puro. No link abaixo tem 100 peças de 5mm por R$21. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1060481745-100-pecas-led-alto-brilho-5mm-verde-520-530nm-546-oval-k1929-_JM?quantity=1 Código: K1929 Cor de Emissão: verde Potência: 60mW Corrente Direta: 20mA Tensão Direta: 3,0-3,4V Comprimento de Onda (nm): 520-530nm Fluxo Luminoso ou Intensidade Luminosa: 1000-1200mcd Ângulo de visão: 80/40° Cor do corpo: transparente Tensão Reversa [V]: <= 5 Corrente Reversa [uA]: <= 1 adicionado 31 minutos depois Aqui está mais barato https://www.dualshop.com.br/led-546-oval-verde-ultra-brilho-520-530nm-k1929
  3. @Gu1426 , isso significa que uma imagem ou, de preferência, um esquema do circuito vale mais que um texto longo. De qualquer forma o que tem é um adaptador com saída isolada. Verifique se no primário do trafo tem tensão oscilando. Isso já te ajudará a saber se o problema está antes ou depois.
  4. O PIC consome pouco, provavelmente vai conseguir fazer essa redução de 7,5V para 5V sem dissipador ou apenas com uma pequena lata presa. Sobre os relés, se são de 5V basta colocar em série um resistor de 50% do valor resistivo da bobina, potência mínima de 1/4W, 1/2W se não quiser abusar dos limites. (esses relés pequenos consomem 420mW na maioria dos casos). Caso use um SOT23 no regulador, área mínima no PCI ajuda (ver manual).
  5. Fico com a primeira resposta do Paulo @aphawk . Fazer esses trambolhões só faz sentido se desejar ter uma fonte 2 em 1 (fonte + fritadeira de ovos). Acredito ser melhor comprar uma fonte chaveada de 24V x 5 ou 10A e pendurar na sua saída módulos step-down. Talvez uma segunda fonte de 24V seja interessante para ter o recurso de simétricas. Cooler continua sendo interessante, não confie muito nas correntes máximas prometidas. Pode até parecer coisa de vagabundo pegar as coisas prontas, mas é que não faz sentido mesmo. Caso o ripple te incomode, nada que um reforço nos capacitores de saída não resolva.
  6. @a ovelha , ainda não falaste da carga que será aquecida pelo forno, em quanto tempo deseja obter a temperatura, o valor da temperatura, o tamanho da carga e outras coisas necessárias para dimensionamento do forno. Falar de como fazer sem saber o que vai fazer fica conversa de louco.
  7. @Cristiano Botero , bom dia. Desconheço o seu nível de conhecimento. Vou começar com coisas básicas que possivelmente você conhece. 1- Note que no shunt temos os terminais grandes onde se conecta a carga e 2 parafusos pequenos mais ao centro. É nos pequenos que irá conectar seu aparelho. Não utilize os terminais de carga, as resistências de contato irão sabotar a sua leitura para maior. 2- Seu aparelho é de 50mV e o shunt é de 60mV, 20% maior. Vamos ter que fazer um divisor resistivo para adequar isso. 3- Monte o divisor resistivo junto ao shunt. Não o colocaremos junto ao aparelho para evitar que a resistência do fio que liga o shunt ao medidor entre na matemática do funcionamento. Foi gasto um bom valor na aquisição do shunt e do medidor, ter perdas de precisão por conta de detalhes não faz sentido. 4- Utilize resistências de precisão (1% ou melhor). 5- Nas extremidades do divisor resistivo use o terminal para fixação no shunt. Não prenda por pressão, use solda na fixação resistor/terminal. Faremos isso por conta da oxidação futura. Os terminais possuem acabamento apropriados para isso, os resistores fatalmente terão resistência de contato no futuro.
  8. Sobre essa conta até deve passar dos 448 minutos se levarmos em conta que numa bateria com 4x mais Ah a descarga representará 1/4. Nas baterias quanto menor for a descarga em relação a sua capacidade melhor é o desempenho. Nessa bateria de 7Ah usaste sempre no limite e com isso acabaste mais rápido com a vida útil dela. Com uma bateria mais gorda a fazer o mesmo serviço a descarga representará menos da sua capacidade e a expectativa de vida útil se ampliará bastante por conta de um uso menos abusivo além da vantagem de te dar maior possibilidade de uso nas suas apresentações. A desvantagem além do maior desembolso é o maior volume e peso a transportar, mas isso faz parte. Nas seleções do desarme acabou se utilizando uma tensão bastante baixa para proteção da bateria. Já que vai comprar uma maior não seria o caso de selecionar uma tensão de proteção mais elevada? No desenho abaixo a tensão de desarme ficava em 10,2V, 300mV acima da atual montagem. Pode parecer pouco mas faz grande diferença quando já se está no limite.
  9. @MOR Grande Morris. Excelente tutorial! Assisti os 10 vídeos. No seu tutorial na parte da seleção do núcleo é considerado o tamanho do núcleo, a quantidade de energia a ser transferida por ciclo e a capacidade da janela em receber as espiras calculadas. A escolha da Thorton é importante para quem está na Terra Brasilis, vai ser difícil encontrar um núcleo TDK por aqui. Uma coisa na qual ainda apanho (a surra de um é a surra de muitos) é a seleção do material. Para cada tamanho e geometria se tem entre 2 e 3 opções de material. Sem querer abusar e já sendo folgado, nessa play list de 10 vídeos caberia mais um falando sobre isso? Usar as opções Thorton de material nos será bem útil. Abraços Sérgio
  10. Para os motores fracionários alumínio leva a vantagem de menor peso além de menor custo. No caso dos fracionários o aumento da bitola para uso de alumínio não tem grande influência no volume das bobinas. Com o bobinamento do rotor mais leve há a expectativa de um arranque um pouco mais rápido. Sobre a durabilidade isso depende mais da qualidade de quem monta do que da escolha cobre/alumínio.
  11. No primeiro circuito não há carga após C4 (saída o opamp). No simulador a possível carga está coberta pelos aparelhos. Experimente ler o sinal na saída do opamp. Afinal de contas, C4 é apenas um acoplador AC para o módulo seguinte, faz mais parte da entrada do módulo seguinte do que da saída deste. Pendure o scope na saída do opamp. Não entendi a existência de C1. É como se quisesse aumentar o ganho para frequências elevadas. Voz humana é baixa frequência, nem mesmo a voz feminina alcança 1kHz. Note que em baixíssimas frequências sua impedância é alta e com isso o ganho do opamp será 1+R5/R3. Com aumento da frequência, C1 passa a desviar parte da corrente que retorna por R5 e sua consequência é obrigar o opamp a ter uma saída mais elevada para ter o balanço das entradas. Caso a existência de C1 tenha por propósito fazer um filtro passa baixas coloque-o na mesma entrada do sinal, isto é, no nó entre C3 e R4. Acredito que a simples eliminação de C1 deva resolver a questão do ruído. Boa sorte. adicionado 3 minutos depois Analizando melhor, C1 é a causa do ruído. Está provocando um retardo na realimentação de um opamp de alta velocidade e consequente instabilidade.
  12. @rodolfoib , belo núcleo o que tens aí. Sobre essa fonte de 14,5V, nos fale um pouco sobre o uso que pretende fazer dela. Caso seja uma fonte para uso geral vamos supor um circuito com baixo ripple e grande estabilidade de tensão. Caso seja para uso específico, conhecer as demandas do circuito que será o cliente dessa fonte nos dará os parâmetros do projeto. 14,5V nos faz lembrar um carregador de baterias e com a corrente disponível que esse núcleo grandão nos dá é até possível pensar numa carga rápida para baterias de 180Ah. Se for para isso, estabilidade de tensão aprimorada é dispensável e controle de ripple uma tolice mas controle de corrente se torna importante. Picos de tensão até se tornam desejáveis (veja os vídeos de John Bedini sobre carga de baterias de chumbo ácido com tensão pulsante). Sobre o uso de IGBT a capacitância de gate nos dá algumas limitações de frequência e nos obriga a ter um drive dos bons mas ainda é a melhor opção para altas correntes. Os mosfets tem melhorado muito na classe de 600V, permitem trabalhar com drivers menos robustos e maior frequência mas dependendo da corrente primária o IGBT ainda é a melhor opção.
  13. O circuito ressonante e respectiva forma de onda é que que fazem o desligamento dos mosfets (se dependesse do resistor de 4700R braços superior e inferior ficariam ligados direto). No paralelismo se os conjuntos são desligados pela mesma forma de onda então os conjuntos serão desligados juntos. No paralelismo de mosfets o que atrapalha são as capacitâncias parasitas e quanto mais baixo o Rds do mosfet e mais alto o Vgs mais elevada essa capacitância fica. O resultado acaba sendo uma interação ressonante com resultados catastróficos.Essa é a razão dos drivers independentes. Outra forma de controlar isso é com a utilização de ferrite beads na entrada do gate. Sai mais barato mas não domino isso para a correta seleção. Estou indo pelo mais fácil.
  14. Nesse circuito a corrente cresce absurdamente com a tensão. Quando o trafo era menor a elevada corrente arreava (creio eu) a tensão de saída e por conta disso os fets aguentavam o tranco. Nessa situação tínhamos um trafo em sobrecarga com consequente aquecimento e queda na tensão de saída programada. Ao aumentar a capacidade em VA do trafo a tensão ficou mais elevada e a corrente do circuito foi a um nível que os fets não suportam. Paralelismo de fets nesse circuito somente se os drivers forem individuais, De forma prática aqueles 2 resistores, 2 diodos e 2 zeners que estão antes do gate, 1 conjunto desses para cada par de mosfet.
  15. Cara, não estou entendendo nada. Nos 2 circuitos vejo o diodo led iluminando direto o transistor e um interruptor ligando um led D1, tb não entendi esse led D1. Creio que a representação do interruptor deveria ser feita na alimentação do led U2A se o que pretende é representar luz/sombra. Outra coisa: led D1 não é igual a lâmpada de filamento. Nesse circuito ele é o elemento superior de um divisor de tensão onde o elemento superior é o led D1 e o inferior é o fototransistor. A resistência entre o coletor e emissor na sombra é alta mas não é infinita. A resistência entre o anodo e o catodo do led abaixo da tensão de barreira é elevada a ponto de competir com o do fotoacoplador na sombra. Coloque um resistor de 100K em paralelo ao led D1 para garantir uma condução mínima na situação em que o fototransistor esteja na sombra e com isso tenha Vcc na entrada do comparador. Se funcionou por alguns instantes e depois parou é porque devia ter uma sujeira fazendo as vezes desse resistor que acabo de sugerir. Boa sorte.

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