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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.

Sérgio Lembo

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  1. Procure deixar bem separados os caminhos da potência (IGBT+ bobina) do controle. Sempre faça isso quando trabalhar com potência, em especial as pulsantes, mesmo que o circuito seja analógico. adicionado 12 minutos depois Caso a fonte de 12V seja separada da placa de controle/chaveamento, considere o uso de 2 cabos de Vcc e 2 de GND. A ideia é matar a cobra da interferência no ninho. O próprio MCU que está utilizando faz uso dessa técnica, posuui um GND exclusivo para o ADC.
  2. E funciona mesmo. Atende aos requisitos de bom e barato. Serve para quase tudo, só não deve alimentar motores AC com ele (geladeira, ar condicionado). Pode ligar sem medo de ser feliz os eletrônicos da sua casa, microondas, iluminação, etc.
  3. Se o que deseja é uma sinalização, com pequenas modificações se tem 2 sinalizações sem perder as funcionalidades desse excelente circuito: adicionado 12 minutos depois Não fique preocupado achando que um possível curto na saída durante a carga irá estourar seu carregador ou o mosfet de potência. Razões: - o Icc (corrente de curto circuito) de um transformador não é muito elevado, corresponde a umas poucas vezes o I_nominal. Com o evento do curto durante a carga, em menos de 1us o mosfet terá parado de conduzir, por mais lerdo que tenha sido o modelo selecionado. - Olhando para os datasheets do mosfet e diodos da ponte retificadora, vai descobrir que a capacidade de surtos de corrente para t<1us é bem elevada, muito maior que o Icc do seu transformador.
  4. Para aplicação em carregador de baterias, o circuito que postou na abertura do tópico dá de 10 nisso aí que está montando. - protege de ligação invertida e ainda te avisa, tudo isso sem que passe um único miliampere entre o carregador e a bateria. - não liga se a saída estiver em curto. - só liga quando a bateria está conectada e com a polaridade correta. - não liga quando a bateria está conectada com a polaridade invertida. - caso ocorra um curto durante o processo de carga, desliga muito mais rápido (em us) do que um relé (dezenas de ms).
  5. Isto é só para se ter uma noção se a gasolina dá ou se já é hora de passar pelo posto, a precisão depende muito mais da resistência da bóia e da geometria do tanque combinada com a geometria da boia. Sua leitura será tão precisa quanto o original de fábrica. Mexer nesse circuito só se for para obter um efeito estético diferenciado. Sobre a compra do resistor, não precisa ser de exatos 10k. Se encontrar uma lampada led queimada, lampada econômica ou qualquer outra tranqueira parada aí na sua casa vai achar fácil resistores com valores iguais ou próximos a 10k.
  6. Aonde o homem põe a mão sempre dá problemas, especialmente se houverem partes móveis. Seu problema tem cara e cheiro de mau contato, o defeito mais sacana da eletrônica. - se os leds ficam piscando foi porque o software detectou alguma anomalia. Significa que a placa do processador tá boa. - Sobre a anomalia detectada, só mesmo conhecendo o programa para saber quais as condições que são monitoradas. Já que trocou o cabo de rede, um possível problema, caso seja a comunicação, seria um mau contato nas fêmeas em um dos extremos desse cabo. Fazer uma resolda nas conexões da fêmeas não é uma má ideia. Spray de limpa-contatos também ajuda. - A catraca certamente tem sensores de posição. É possível que uma condição anormal seja monitorada pelo programa, o que causaria também o alarme dos leds piscantes. Não sei se são mecânicos, óticos ou efeito hall. Vale fazer uma limpeza, verificação se as partes móveis estão sem travamento e se os conjuntos estão bem fixados. - reaperto dos parafusos em todas as borneiras. Por haver a vibração a cada giro de catraca, o reaperto deve ter programação periódica. Para a sua condição, a cada 12 meses. Em pontes rolantes, onde a vibração é maior se faz a cada 3 - 4 meses.
  7. A descrição é boa, corresponde as suas necessidades, mas se olhar as opiniões vai encontrar descontentes tb. É interessante que o carregador tenha uma corrente de saída baixa para não ferrar a sua bateria por excesso de corrente. Saída de 2A é um pouco alta para a bateria de 7Ah que tem aí, o recomendado para carga de estacionária é até 20% do Ah nominal, 1,4A no seu caso. Como disse que essa bateria já não está essas coisas, comprou de promoção, talvez seja velha/recondicionada e pretende substituir por uma de 12Ah nova, sem promoções malucas, esse do anúncio vai encaixar feito uma luva.
  8. Preste atenção ao seu circuito. Havendo um curto na saída durante o carregamento Q2 fica despolarizado e R1 promove o descarregamento do gate do transistor. Quanto ao led sinalizador, se for de 20mA, um resistor de 1k em série com o led, coloque isso em paralelo ao mosfet. Vai ganhar a sua sinalização e perder a parte mais interessante e bonita que esse simples circuito oferece. Note que Q2 necessita que haja tensão na bateria, mesmo que seja de apenas 1V para ter a sua base excitada. Q1 não oferece essa polarização, o resistor R1 garante a condição de desligamento inicial. Enquanto a saída negativa estiver flutuante, Q2 estará cortado e Q1 não será chaveado. Se a saída negativa for colocada em curto com a positiva, Q2 permanece cortado e Q1 também.
  9. No primeiro esquema foi desenhado a bobina, no segundo não. Pergunta: há a necessidade de uma das pontas da saida da bobina estar no GND? Se sim, procure fazer isso fora (e longe) da placa. Tb pode fazer um teste com a saída flutuante. Picos de alta tensão são uma loucura, bem vindo ao hospício. adicionado 7 minutos depois Tem uma coisa que pode fazer ainda com a primeira placa: - envolva a placa com 2 voltas de folha de papel (será seu isolante) - envolva essa coisa esquisita que ficou com papel alumínio. Como a bobina tem seu secundário (faiscador - alta tensão) com uma das pontas no GND deixe no primeiro teste a capa de alumínio flutuante. É simples, barato e rápido o teste. Vale a pena tentar.
  10. A entrada SIG (pino 5) necessita de apenas 25nA para funcionar. Aumente o valor de R4. Com 1k2 combinado com 680uf o RC dá 0,8s (2/3 da variação), dá uns 2 segundos para atualização completa da leitura, vai acabar lendo o balanço do tanque. Se aumentar para 47k o RC dá 30s, vai levar 90s para atualização completa da leitura. Uns 10k para R4 deve resultar no amortecimento desejado sem tornar o bargraph lento demais.
  11. o anúncio diz: carregar e balancear baterias Lion, LiPo, LiFe (A123), NiCd e NiMH. -OUTPUT: 12V -----5A Aparentemente é programável, mas não consegui entender se dá para programar aquilo que uma bateria de chumbo 12V nominais necessita.
  12. Não se ofenda, mas foi uma piada ter feito isolação galvânica (opto) e ter mantido a mesma fonte para potência e controle.
  13. Não sei quantos metros tem seu trilho e nem a velocidade de operação do seu robô. Caso a o trilho não seja muito longo e a velocidade seja moderada existe a opção de esteira porta cabo. Se livra da bateria e simplifica a sua vida tanto no quesito energia como no controle do robô. O sistema funciona semelhante ao flat cable que tem nas cabeças de impressora jato de tinta.
  14. Entenda que toda fonte é construida em função da sua carga. No caso de um inversor para uso geral, o projetista sabe que a carga poderá variar e o aparelho terá que se manter firme. No caso desse daí, foi projetado para uma lâmpada específica, não será estável com outras cargas.
  15. Em locomotiva se usa o pedal de homem morto. É o seguinte: o maquinista tem que pressionar e soltar um pedal com um intervalo máximo de tempo. Isso indica que ele está vivo e que o trem não está andando sem controle. Caso não o faça a máquina é desligada e freada. O sensor de presença sugerido pelo @Mestre88 é uma saída bem prática. No circuito 555 monoestável, se colocar um botão fazendo curto no capacitor acredito que dê para resetar o tempo e ganhar + 30 minutos.

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