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Gostaria de saber do pessoal mais experiente, se o Arduino trabalha como CMOS ou TTL.

 

Precisaria saber mais especificamente a partir de qual tensão ele começa a conduzir para aceitar como "UM" nas portas digitais.

 

Aqui pergunto sobre o Arduino nano (acho que é o mesmo MC do uno)

E quanto aos PICs da vida? alguém sabe?

 

obrigado.

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22 horas atrás, Blumer Celta disse:

Gostaria de saber do pessoal mais experiente, se o Arduino trabalha como CMOS ou TTL.

 

Precisaria saber mais especificamente a partir de qual tensão ele começa a conduzir para aceitar como "UM" nas portas digitais.

 

Aqui pergunto sobre o Arduino nano (acho que é o mesmo MC do uno)

E quanto aos PICs da vida? alguém sabe?

 

obrigado.

Só um detalhe para clarificar.

Não é o Arduino que trabalha na tecnologia TTL ou CMOS,é no Hardware que voce deve se concentrar sobres isso.

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Exato, quis me referir, no caso ao atmega328P, pelo que entendo no Arduíno os IOs vão direto para os pinos da placa do arduino, então acho que não deve ter nada que interfira no caminho.

Então eu deveria perguntar: O atmega328P trabalha com TTL ou CMOS?

 

e seu eu ler os pinos analógicos como se fossem digitais? eles (lidos desta forma) também aceitarão o "UM" a partir da mesma tensão que os pinos propriamente ditos como "digitais"?

 

Obrigado.

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36 minutos atrás, Blumer Celta disse:

Exato, quis me referir, no caso ao atmega328P, pelo que entendo no Arduíno os IOs vão direto para os pinos da placa do arduino, então acho que não deve ter nada que interfira no caminho.

Então eu deveria perguntar: O atmega328P trabalha com TTL ou CMOS?

 

e seu eu ler os pinos analógicos como se fossem digitais? eles (lidos desta forma) também aceitarão o "UM" a partir da mesma tensão que os pinos propriamente ditos como "digitais"?

 

Obrigado.

Sim.

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@Blumer Celta ,

 

Pode tratar tudo como CMOS.

voce pode configurar as entradas analógicas para serem entradas digitais comuns, que irão seguir os níveis definidos no Datasheet ( gostou disso ???  Os níveis tanto de entrada como de saída, inclusive com níveis de corrente diferente, estão todos definidos no Datasheet .... ) !

 

Por exemplo, alimentando com 5 V, Uma saída com nível alto fornecendo 2 mA pode atingir 4,9 Volts, mas se puxar 20 mA dela pode cair para 4,5 Volts .... esses valores eu chutei pela experiência,   mas tem os valores exatos no Datasheet.

 

Se você precisa saber exatamente qual o nível de entrada que define como HIGH ou LOW, sugiro que use um schimidt trigger na entrada , pois vai ter problemas nas transições.

 

Eu trabalho assim : abaixo de 45% do VCC tenho certeza que será sempre LOW, e acima de 55% também tenho certeza de que será nível HIGH.

 

Na faixa de 45 a 55 %, é puro chute , então uso o famoso schimidt trigger para evitar isso. Tudo depende do tipo de sinal que vai ter na entrada.

 

Paulo

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42 minutos atrás, Blumer Celta disse:

ler os pinos analógicos como se fossem digitais

Ninguém em sã consciência faria isso nem mesmo hipoteticamente. Quanto aos níveis de tensão 0 e 1, basta uma olhadela no d.s. do mc pag 258 que diz:

Input low voltage, except XTAL1 and RESET pinVCC = 2.7V to 5.5VVIL–0.5 0.3VCC(1)V

Input high voltage, except XTAL1 and RESET pinsVCC = 2.7V to 5.5VVIH 0.6VCC(2)VCC + 0.5V

0.3*vcc pra baixo entende como zero

0.6*vcc pra cima entende como um

Entre os 2... mistério...😁... de fato vale o estado anterior... ou use o s.t. do Paulão pra decidir. Se bem que acho que o mc pode ter entrada s.t. ...

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50 minutos atrás, Blumer Celta disse:

ler os pinos analógicos como se fossem digitais?

IF, Não sei se fui claro,

Não quero fazer assim: analogRead(analogPin); e depois definir se é UM ou ZERO, a partir do valor recebido.

 

Quero fazer assim: digitalread() Mas nos pinos analogicos (pela numeração deles).

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entendi. Até onde sei você define se pino vai ser digital ou analógico antes de tudo. Também penso que os pinos analógicos nascem como entradas digitais mesmo. Pra torna-lo analogico você tem que setar registros ou usar alguma função mastigada arduina. Confirme olhando o d.s. do mc do seu arduino.

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As entradas analógicas podem virar saídas digitais se for necessários. Acrescentando que não vi ninguém comentar acima, elas são numeradas a partir da última porta digital.
Ex: no Uno, a porta analogica 0 é a digital 14, a analógica 1 é a digital 15, e assim por diante.

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15 horas atrás, if. disse:

0.3*vcc pra baixo entende como zero

0.6*vcc pra cima entende como um

Entre os 2... mistério...😁... de fato vale o estado anterior... ou use o s.t. do Paulão pra decidir. Se bem que acho que o mc pode ter entrada s.t. ...

 

Isso que é ler o datasheet kkkkk

 

14 horas atrás, if. disse:

Até onde sei você define se pino vai ser digital ou analógico antes de tudo.

 

Em qualquer momento você faz o que quiser com quase qualquer um dos pinos dos Avrs ... já ví uma aplicação que o cara usava uma bobina para "sentir" que um imã estava se aproximando, e quando a tensão caia abruptamente para zero, sabia que o imã tinha chegado perto , passado a frente da bobina e estava começando a se distanciar da parte traseira dela, então o cara mudava a função, transformava em saída, e gerava uma corrente na bobina para ajudar a repelir o imã, para ele ganhar velocidade. Era um pendulo muito legal !

 

Paulo

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1 hora atrás, aphawk disse:

Em qualquer momento você faz o que quiser com quase qualquer um dos pinos

Claro. Pra uso fixo é obrigatório decidir antes de tudo. Óbvio d+? 🤪

 

Me fez lembrar...Certa feita fiz um meio que conversor ad com pic12f508 com esta técnica. De fato era leitor de potenciômetro. Época das vacas magras sem mc com ad. Imagine o pot entre +5 e entrada e um cap pro gnd.

1º configurava como saída e zerava - descarrega o cap.

TRISIO0=GPIO0=0;

 

depois tornava entrada

TRISIO0=1;

 

Aguardava atingir o nível 1 (a entrada era s.t.) e incrementava uma variável

pot=0;
while(!GPIO0) pot++;

Pronto! Taí meu pot.😁

 

Me fez lembrar parte II...

Vi uma aplicação em era usado um led comum como sensor de luminosidade. Ele piscava e era sensor ao "mesmo tempo". Usa 2 pinos. Algo como: ligado reversamente meio que carrega um cap nele cuja descarga é proporcional a luz incidida... qualquer momento acho o link. Projeto bacaninha pra pobres como eu que não tem led i.r., foto transistor, sensor de luz, ldr e afins.

 

E costumo deixar os pinos não usados como saída e em nível zero. Isso fecha a porta pra influências externas. Vá-te reto!

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@if. ,

 

Eu postei essa aplicação do Led no tópico do meu Tutorial em Bascom heheh , achei muito legal a ideia do autor ....

 

Também usei técnica parecida de descarregar o capacitor para calcular o valor do Pot ... idos de 1986, Z80... ainda tinha cabelo de monte naquela época kkk.


Paulo

 

 

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