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O que são os numeros que aparecem no multímetro quando mede diodo?


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esses  números são  os valores  Ôhmico  do diodo  que é apresentado   nesta escala que geralmente é 500r  530r  dependendo do diodo 

exemplo: os diodos zener geralmente  tem um  valor Ôhmico mais alto  750 r se não me engano então  se você medir  por acaso  e este valor tiver  menor  pode ser  que esteja ruim ou se caso estiver aberto não vai apresentar valor algum espero ter ajudado

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peço desculpa por  ter  errado meu poste  uma vez que tensão direta e a forma  correta porém  sempre testei assim e  achando que era valor Ôhmico " na escala de diodo "  porém de uma maneira ou de outra deu  e continua dando certo  porém  devo me corrigir  segue o tópico

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@circuit,

Opa meu amigo, não foi um erro, afinal se a medição for feita numa escala de resistências, aparecerá uma baixa resistência no sentido direto e uma altíssima no sentido reverso.

Só que nesse caso essa indicação de resistência não teria nenhum valor prático, apenas ajudaria a identificar o catodo e o anodo.

Eu tenho dois multímetros, um daqueles analógicos simples que nem sei o porque ainda não joguei fora.... E com ele eu usei dessa maneira que voce mesmo disse !

Mas hoje, acho que todos os digitais, mesmo os simplezinhos, tem o teste de diodos...

Paulo

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Nao existe valor ôhmico para diodo.... então qualquer valor que o multimetro der na escala ohm, é so o que o multimetro acha...

Na escala diodo, o valor é a tensão, esse sim é correto

Deve existir valor ôhmico. Senão os diodos seriam super condutores kkk.

Mas deve ser insignificante por ser muito baixo.

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@mroberto98

 

 

 

O que você diz tem como base os circuitos lineares equivalentes do diodo, que não correspondem a rigor ao diodo real. Pela equação de Shockley, o diodo prático é claramente um resistor não-linear F5Rua4D.gif.

 

 

 

Em se tratando dos circuitos equivalentes do diodo, de fato existe a denominada resistência dinâmica, que é a resistência que costuma aparecer em série nos modelos. Contudo, há ainda a resistência estática do diodo, que é utilizada para substituir um diodo por um resistor linear equivalente em situações apropriadas.

 

 

 

Espero ter ajudado GbhmuXl.gif.

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@mroberto98

O que você diz tem como base os circuitos lineares equivalentes do diodo, que não correspondem a rigor ao diodo real. Pela equação de Shockley, o diodo prático é claramente um resistor não-linear F5Rua4D.gif.

Em se tratando dos circuitos equivalentes do diodo, de fato existe a denominada resistência dinâmica, que é a resistência que costuma aparecer em série nos modelos. Contudo, há ainda a resistência estática do diodo, que é utilizada para substituir um diodo por um resistor linear equivalente em situações apropriadas.

Espero ter ajudado GbhmuXl.gif.

Nao ajudou muito ja que, Seguindo esse seu pensamento, tudo é resistencia, a borracha é resistencia, o capacitor é resistencia.... O transistor é resistencia, so que......... Nao uma resistencia fixa ou talvez nem linear.... Kkkkkkkk

Um transistor conduzindo 1A com 10V de queda, posso dizer que ele assumiu 10 ohm de resistencia....

Isso tanto faz como tanto fez!

Voltando ao assunto do topico, o que é o valor apresentado no multimetro?

É a queda de tensão, nao da pra medir resistencia de diodo com multimetro porque diodo nao é uma resistencia!

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@rjjj,

Sim, voce está certo. O modelo do diodo é claramente não linear, e apresenta uma resistência.

@mroberto98,

Concordo que o diodo apresenta resistência e não é exatamente um resistor ! Mas podemos sim medir a resistência que ele representa em uma determinada situação, mesmo sem ter algum valor prático para isso !

Também entendo que quando passa uma certa corrente, e existe uma certa diferença de potencial sobre o diodo, posso dizer que nesse momento a sua resistência equivalente é exatamente a divisão dessa tensão por essa corrente. Por exemplo, os famosos diodos que fazem a proteção térmica em um estágio de saída podem ser entendidos como um termistor NTC com baixa sensibilidade térmica. E se existir esse NTC no mercado, poderia substituir que iria funcionar exatamente da mesma maneira.

Agora, quando usamos a escala de resistência para medir um diodo, o que vamos obter é uma resistência que só vale para aquela tensão aplicada e pela corrente que está passando. Algo sem nenhum valor prático, porém eficaz para identificarmos os terminais de Anodo e Catodo.

Já quando usamos a escala correta de teste do multímetro para diodos, existe uma fonte de corrente constante que força essa corrente no diodo, e mede a tensão sobre ele. Assim, conseguiremos a tensão de condução desse diodo.

Paulo

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@rjjj,

Sim, voce está certo. O modelo do diodo é claramente não linear, e apresenta uma resistência.

@mroberto98,

Concordo que o diodo apresenta resistência e não é exatamente um resistor ! Mas podemos sim medir a resistência que ele representa em uma determinada situação, mesmo sem ter algum valor prático para isso !

Também entendo que quando passa uma certa corrente, e existe uma certa diferença de potencial sobre o diodo, posso dizer que nesse momento a sua resistência equivalente é exatamente a divisão dessa tensão por essa corrente. Por exemplo, os famosos diodos que fazem a proteção térmica em um estágio de saída podem ser entendidos como um termistor NTC com baixa sensibilidade térmica. E se existir esse NTC no mercado, poderia substituir que iria funcionar exatamente da mesma maneira.

Agora, quando usamos a escala de resistência para medir um diodo, o que vamos obter é uma resistência que só vale para aquela tensão aplicada e pela corrente que está passando. Algo sem nenhum valor prático, porém eficaz para identificarmos os terminais de Anodo e Catodo.

Já quando usamos a escala correta de teste do multímetro para diodos, existe uma fonte de corrente constante que força essa corrente no diodo, e mede a tensão sobre ele. Assim, conseguiremos a tensão de condução desse diodo.

Paulo

Isso mesmo! Nao é pratico, nao serve de nada aquele valor de resistencia apresentado pelo multimetro porque esse componente nao é um resistor!

Quando se projeta alguma coisa que depende da queda de tensão em funcao da temperatura do diodo, também nao serve pra nada, me serve a CURVA desse diodo!

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sem querer criar disputa etc...  pra  mim medindo na escala de diodo  e de acordo com o que esta apresentando em números se é valor Ôhmico ou se é tensão direta uma coisa eu digo tem me salvado a travez dos valores  quando o diodo  esta ruim ou  bom e é justamente  isso que o aparelho  informa  eu fabrico reguladores para motos e quando os diodos estão com valores  igual ou menor que 300 estão ruim  fica a dica   segue o tópico

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Eu sabia que era volts o tempo todo. Só não quis te contrariar pois você teve boa intenção. O mesmo faço agora. Tem diodos que dão 0,200V ou menos e estão bons. São diodos rápidos. Não sei se são usados em motos. Pro seu caso talvez não valha a pena mas uma maneira de ver se o diodo está bom é aplicar uma tensão reversa de uns 24V ou + com um resistor chute 100K ou + e medir a tensão. Ele deve manter os 24V. Se der menos ele é suspeito (ou é zener)

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Por conta da dopagem dos materiais P-N (Anodo-Catodo) de um diodo, é criado entre eles uma camada chamada de barreira de potencial. A passagem de elétrons é barrada por essa barreira em um sentido quando a tensão aplicada no diodo é contraria a polarização dos materiais (salvo o diodo Zener). Mas quando a tensão aplicada no diodo é direta, a barreira de potencial é diminuída a ponto de NÃO OFERECER SIGNIFICATIVA RESISTÊNCIA à passagem de elétrons, porém, por se opor ao potencial aplicado sobre os materiais, provoca uma queda de tensão FIXA na malha quando este está conduzindo a corrente. Tipicamente ~700mV em diodos de silício e ~300mV em diodos de germânio (esses valores podem variar em questão de diodo, tensão aplicada e frequência em uso).

Ao medir um diodo, o multímetro aplica uma tensão conhecida nas pontas de prova e aguarda a chegada de corrente pelo circuito. A queda de tensão percebida pelo conversor A/D do microcontrolador do multímetro fará com que ele saiba com quantos milivolts são necessários para romper a barreira de potencial e haver condução na malha. 

 

Espero ter ajudado.

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@Felipe Yoshino,

 

Opa... nada como um post vindo direto dos estudos da escola !!!!!

 

Mas creio que a física está errada. Temos de fornecer tensão suficiente para superar a barreira de potencial, e só a partir daí existe corrente significativa pelo diodo. A partir desse momento, se voce forçar um pequeno aumento de tensão, teremos um enorme aumento de corrente, e se forçarmos ainda mais, destruímos a junção PN. Por este motivo é que dizemos que existe uma tensão de condução mínima, por exemplo como você disse de 700 mV para diodos normais de silício. Mas alguns chegam a até 1,2 volts quando conduzem altas correntes, tipo 50A ou mais. Ou seja, não é linear, e nem é fixa, ela depende de duas coisas : corrente e temperatura.

 

O meu multímetro fornece uma corrente constante... eu medí essa corrente com um outro multímetro, e testei em vários diodos... sempre passa a mesma corrente. E o efeito dessa fonte de corrente é justamente manter o diodo em condução, e é essa tensão apresentada que é medida pelo multímetro.

 

Não se preocupe em fazer um post, meu amigo. Sempre ajuda, e o Fórum agradeçe !

 

 


@Isadora Ferraz,

 

Esses diodos de baixa tensão de condução são os diodos rápidos, tecnicamente chamados de diodos Schottky. Estão sendo muito usados em fontes chaveadas e alguns defendem o uso até em fontes normais por não apresentarem tendência a oscilar no limiar da reversão ( embora eu nunca ví isso ). 

 

Claro que como voce ainda está na flor da idade não deve se lembrar daquelas fontes utilizadas nos aparelhos de som japoneses da Sansui ... eles sempre punham capacitores em paralelo com cada diodo retificador, dizendo que isto diminuia o nível de ruído do amplificador.... se era verdade eu não sei, mas até no ARRL HANDBOOK existiam circuitos de fontes de alta corrente para os transmissores, e eles punham os capacitores também, alegando que isso retirava a possibilidade de ruídos gerados em alta frequência. Vai saber ....

 

Paulo

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@Felipe Yoshino,

 

Opa... nada como um post vindo direto dos estudos da escola !!!!!

 

Mas creio que a física está errada. Temos de fornecer tensão suficiente para superar a barreira de potencial, e só a partir daí existe corrente significativa pelo diodo. A partir desse momento, se voce forçar um pequeno aumento de tensão, teremos um enorme aumento de corrente, e se forçarmos ainda mais, destruímos a junção PN. Por este motivo é que dizemos que existe uma tensão de condução mínima, por exemplo como você disse de 700 mV para diodos normais de silício. Mas alguns chegam a até 1,2 volts quando conduzem altas correntes, tipo 50A ou mais. Ou seja, não é linear, e nem é fixa, ela depende de duas coisas : corrente e temperatura.

 

O meu multímetro fornece uma corrente constante... eu medí essa corrente com um outro multímetro, e testei em vários diodos... sempre passa a mesma corrente. E o efeito dessa fonte de corrente é justamente manter o diodo em condução, e é essa tensão apresentada que é medida pelo multímetro.

 

Não se preocupe em fazer um post, meu amigo. Sempre ajuda, e o Fórum agradeçe !

 

 

@Isadora Ferraz,

 

Esses diodos de baixa tensão de condução são os diodos rápidos, tecnicamente chamados de diodos Schottky. Estão sendo muito usados em fontes chaveadas e alguns defendem o uso até em fontes normais por não apresentarem tendência a oscilar no limiar da reversão ( embora eu nunca ví isso ). 

 

Claro que como voce ainda está na flor da idade não deve se lembrar daquelas fontes utilizadas nos aparelhos de som japoneses da Sansui ... eles sempre punham capacitores em paralelo com cada diodo retificador, dizendo que isto diminuia o nível de ruído do amplificador.... se era verdade eu não sei, mas até no ARRL HANDBOOK existiam circuitos de fontes de alta corrente para os transmissores, e eles punham os capacitores também, alegando que isso retirava a possibilidade de ruídos gerados em alta frequência. Vai saber ....

 

Paulo

Sim Paulo, obrigado pelos esclarecimentos! 

Eu não sabia que havia uma fonte de corrente pra testar o componente. Muito bem observado.

Eu tentei resumir a teoria porque a pergunta do post era simplesmente o que significava a escala do multímetro em específico. Sim, mesmo polarizando diretamente o componente, só haverá condução de corrente após superada a tensão limiar ou "tensão de condução" ou ainda "threshold voltage" do diodo. Como sua "resistência equivalente" é muito baixa, usa-se sempre limitadores de corrente (no caso de leds) ou cargas máximas definidas a fim de não ultrapassar a corrente máxima de condução "forward current" do componente, destruindo a junção P-N devido ao aquecimento. O mesmo vale para a polarização reversa, onde se excedida a tensão aplicada sobre o componente ultrapassando a "tensão de ruptura" ou "breakdown voltage" haverá o efeito avalanche, destruindo o mesmo e na maioria dos casos conduzindo reversamente. Tentei ser simples na explicação e acabei omitindo o fato de a tensão limiar ser um valor "simbólico", que não é fixo e nem linear como mencionou. Apenas no caso do diodo ideal. Espero que entenda as considerações!

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O não deve se lembrar daquelas fontes utilizadas nos aparelhos de som japoneses da Sansui ... eles sempre punham capacitores em paralelo com cada diodo retificador, dizendo que isto diminuia o nível de ruído do amplificador.... se era verdade eu não sei, mas até no ARRL HANDBOOK existiam circuitos de fontes de alta corrente para os transmissores, e eles punham os capacitores também, alegando que isso retirava a possibilidade de ruídos gerados em alta frequência. Vai saber ....

 

Paulo

 

Eu não só vi fonte com esse capacitor em paralelo com os diodos retificadores como também já observei o ruído que a falta deles provoca.

 

Eu já montei receptores de HF para a faixa dos 40m bastante sensíveis e de áudio de ganho elevado . E havia esse ruído que aparecia quando não colocava um capacitor cerâmico de 1000pF em paralelo com os diodos da fonte. Parecia como fritura ou uma lâmpada fluorescente.

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boa @LMolinari ... bem conectado.... no meu interfone que deve ter um alto ganho no microfone 'aparece' mesmo um ruidinho de 60Hz. Será que se colocar caps nos diodos melhora? Testar... publicar resultado ... acho.

 

Não é esse ruído de 60Hz, é diferente. É chiado, semelhante a estática que se ouve em ondas curtas durante o dia.

 

Esse ruído de 60Hz é oriundo da rede elétrica, não dos diodos. Pode ser ripple ou mesmo indução, da fiação da rede ou mesmo do transformador.

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