Andre Gordirro
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Teste do Teclado Aivia Osmium (MX Brown) da Gigabyte
Andre Gordirro postou um tópico em Comentários de artigos
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Teclado Aivia Osmium (MX Brown) da Gigabyte "Linha Aivia ganha outro teclado Osmium, agora com iluminação branca e teclas mecânicas Cherry MX Brown. Confira a nossa comparação com o modelo anteriormente testado, de mesmo nome." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br -
Teste do Teclado Aivia Osmium (MX Brown) da Gigabyte
Andre Gordirro postou uma análise em Dispositivos de entrada
Há pouco tempo recebemos o teclado Aivia Osmium da Gigabyte para testar. Qual não foi nossa surpresa ao receber um segundo Osmium, com quase nenhuma diferença gritante na apresentação – a não ser pela iluminação deste teclado ser branca (a do outro era azul) e pelas teclas mecânicas serem do modelo Cherry MX Brown (no outro periférico testado, era a Cherry MX Red). As caixas têm apresentações visuais diferentes, mas, essencialmente, o consumidor tem que estar atento ao texto para saber qual Osmium está levando, pois não há diferença no nome (algo como “Osmium Brown” ou “Osmium Red”, por exemplo). Vamos analisar esse novo Osmium e compará-lo com o modelo já testado, pois aqui o que importa mesmo é saber a diferença de desempenho dos dois tipos de teclas mecânicas. Figura 1: Teclado Osmium A não ser pela iluminação branca, esse Osmium é gêmeo idêntico do outro. Ele tem o mesmo corpo pesado e robusto, que não se move sobre a mesa, e conta com um apoio de pulso destacável (de plástico). O painel com nome Aivia, no canto superior direito, também age como um botão para trocar de perfis de usuário e muda de cor de acordo com cada escolha. Ali também ficam os leds da trava de maiúsculas, do teclado numérico e da rolagem. Figura 2: Painel Aivia No canto superior esquerdo, vemos o detalhe visual mais característico do Osmium: uma parte protuberante com o banco de teclas de macro (G1-G5) e duas rodas denteadas e iluminadas que controlam o volume e a intensidade da iluminação. É o grande diferencial em termos de visual em comparação com outros modelos do mercado. Figura 3: Teclas de macro e rodas de controle O Osmium oferece duas entradas USB (2.0 e 3.0) e duas conexões de áudio (som e microfone). As duas de áudio e a USB 3.0 ficam na lateral superior direita, enquanto a USB 2.0 se encontra logo na curva da lombada superior direita. Esse hub é alimentado pelas conexões na ponta do cabo, todas devidademente protegidas por tampas de borracha. O cabo sai da lombada superior e é bem grosso e pesado. Figura 4: Saídas de áudio e portas USB 2.0 e 3.0 Figura 5: Cabo Virando o teclado de cabeça para baixo, vemos dois encaixes para o apoio de pulso e quatro pés retráteis. Figura 6: Parte inferior Geralmente, teclados de jogos oferecem um conjunto extra de teclas WASD, mas o Osmium inclui quatro teclas com desenhos, que servem tanto para decorar o periférico quanto para destacar alguma programação especial feita pelo usuário. Acompanha uma ferramenta de extração de teclas. Figura 7: Acessórios O Osmium é um teclado mecânico totalmente iluminado, com funções programáveis e até uma porta USB 3.0. Como já dissemos, o modelo que recebemos tem luz branca e teclas mecânicas com a tecnologia Cherry MX – só que dessa vez foram as marrons (Cherry MX Brown), em vez das vermelhas. As cores das Cherry MX indicam as diferenças entre a força e o tipo de resposta, e se a tecla é silenciosa ou não. O modelo marrom é silencioso e tem uma resposta tátil suave, isso é, o usuário sente o “calombo” do acionamento da tecla. A reação, no então, é leve, pois a tecla necessita de pouca força para ser apertada. Já o modelo vermelho (Cherry MX Red) também é silencioso, mas tem resposta linear suave, ou seja, a tecla desce direto ao ser pressionada, sem passar por uma “lombada” como um carro na rua. Figura 8: Tecla Cherry MX Brown O software da Gigabyte é muito simples e conta com uma iconografia amigável que rapidamente situa o usuário. É possível programar as teclas G1-G5 para funções corriqueiras ou gravar macros (uma longa seqüência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). A memória do Osmium armazena 70 configurações novas, que podem até combinar comandos do teclado com botões de mouse. É um sistema integrado de macros bem completo e digno de elogios. O teclado tem a capacidade de criar cinco perfis, indicados por cores no painel Aivia, como já descrevemos. Figura 9: Interface de configuração Figura 10: Gravação de macros O Osmium conta ainda com uma tecnologia anti-ghosting que permite que até 64 teclas sejam apertadas ao mesmo tempo sem que haja erro de registro. Como não conhecemos nenhum ser humano com 64 dedos, fica difícil provar se a propaganda da Gigabyte é verdadeira ou não. O Osmium com teclas Cherry MX Brown foi feito para quem gosta de sentir uma resposta ao apertá-las, ainda que suave; ao contrário das Cherry MX Red (do modelo de iluminação azul), que são tão discretas que nem parecem mecânicas em si. Aqui vai, novamente, a crítica à falta de uma nomenclatura melhor por parte da Gigabyte para distinguir os dois produtos; se isso pode causar confusão em um texto, imagine na prateleira de uma loja. Independente da tecnologia das teclas, o Osmium tem uma precisão impressionante; a sensação de “estar no comando” é um pouco mais acentuada nesse modelo pela resposta tátil das teclas Cherry MX Brown. Sentimos que é mais difícil errar um clique, pois a sensação nos dedos confirma ou não a digitação. Figura 12: Apoio de pulso encaixado Consideramos as macros mal localizadas, porque ficam muito acima no topo do teclado e obrigam o jogador a abandonar o conjunto WASD para acionar as G1-G5; seria interessante que elas ficassem à esquerda ou que houvesse as duas opções (acima e à esquerda), para o usuário deixar os comandos mais ofensivos na lateral, onde o acionamento é mais ágil, enquanto reservava as macros do topo para funções menos urgentes. Como as macros ficam distantes, programamos apenas ações que não têm relação com combate, como a venda de itens sem valor no World of Warcraft. Figura 13: Teclado iluminado A ideia de ter rodas parecidas com as de um mouse no teclado é ótima. O acionamento do volume e da luz é mais instintivo dessa forma, porém os comandos multimídia mereciam um conjunto próprio, similar ao das macros, em vez de ficarem relegados à associação com as teclas de função F1-F4. Em termos de resistência, por ser pesado, o Osmium ficou perfeitamente estável sobre a mesa, mesmo no calor do combate em partidas de FPS. O cabo pesado não é tão flexível e, dependendo da disposição dos equipamentos do usuário, pode dar um pouco de trabalho para ser plugado. Por outro lado, com um hub completo à disposição, é possível plugar no teclado um mouse e um headset (tanto digital quanto analógico), sem nunca mais se preocupar em fuçar atrás da torre do PC. As principais especificações do teclado Aivia Osmium da Gigabyte incluem: Teclado mecânico para jogos Iluminação branca Taxa de resposta: 1.000 Hz Teclas Cherry MX Brown Teclas programáveis: Cinco Macros programáveis: 70 Perfis de usuário: Cinco Entrada de som e microfone de 3,5 mm Hub USB: 2.0 e 3.0 Dimensões: 45,4 x 25,7 x 4,5 cm Peso: 1.500 g Mais informações: http://www.gigabyte.com Preço médio nos EUA*: US$ 129,99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Osmium com teclas Cherry MX Brown dá uma sensação mais presente de digitação, em comparação com as teclas Cherry MX Red. A resposta auxilia a mera digitação de textos e passa mais confiança na hora de jogar; o teclado parece mais “mecânico” dessa forma. O conjunto de macros é mal localizado e exige que o usuário afaste a mão dos comandos principais. As rodas de controle de luz e volume são uma grande ideia, e o hub torna bem prática a troca de periféricos como mouse e headset. Pontos Fortes Pode optar por uma tecla mecânica Cherry MX Brown em vez da Cherry MX Red Iluminação plena Pesado e muito estável Conexões de áudio e USB, incluindo 3.0 Software com iconografia simples que agrega mouse e teclado Rodas de controle de iluminação Teclas extras com símbolos para personalizar as configurações Pontos Fracos Sem nomenclatura que diferencie os modelos com diferentes teclas mecânicas Controles multimídia associados às teclas de função Teclas de macro distantes dos comandos principais Cabo pode causar dificuldade de conexão, dependendo da disposição dos equipamentos -
Teste do teclado Apex [RAW] da SteelSeries
Andre Gordirro postou um tópico em Comentários de artigos
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do teclado Apex [RAW] da SteelSeries "Empresa lança versão “nua e crua” do modelo Apex. O teclado iluminado de membrana oferece programação de macros em um corpo de design elegante. Leia nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br -
Teste do teclado Apex [RAW] da SteelSeries
Andre Gordirro postou uma análise em Dispositivos de entrada
A SteelSeries resolveu retirar todos os balangandãs do modelo Apex e lançar um novo produto com o codinome [RAW] – uma versão mais simples que, em bom português, seria “nua e crua”. O teclado perdeu as portas USB, os setores illuminados com cores diferentes e o cabo envolto em tecido, porém manteve o que importava: 17 teclas para macros, que podem gravar até 34 novas funções, o bom software de programação e o design estiloso. Vamos descrever o produto primeiro e depois avaliar como esse modelo mais básico se comportou. Figura 1: Teclado Apex [RAW] O Apex [RAW] é um teclado grande, com entorno fosco e rugoso; no miolo liso e lustroso ficam as 125 teclas de membrana. O apoio de pulso é integrado ao corpo. Um friso branco corre pela frente e laterais, onde termina em um belo detalhe que lhe confere um visual elegante e meio cibernético. Figura 2: Detalhe da lateral As teclas são ligeiramente espaçadas e algumas têm um formato diferente. A barra de espaço está mais para bloco do que mesmo uma barra comprida; já as quatro setas tradicionais ganharam a companhia de duas novidades: setas que apontam para diagonais superiores. Figura 3: Barra de espaço Figura 4: Conjunto de setas O Apex [RAW] tem 17 teclas de macro (longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão); 12 chamadas de M1-M12 dispostas sobre as tradicionais teclas de função F1-F12, e outras cinco localizadas na lateral esquerda, batizadas de MX1-MX5. Logo acima desse conjunto, ficam duas teclas L1-L2 que acionam diferentes níveis de macros, essencialmente dobrando para 34 o número de teclas programáveis. Figura 5: Teclas de macro superiores Figura 6: Teclas de macro laterais Virando o Apex [RAW], vemos quatro apoios redondos de borracha, sendo que os dois superiores podem ser trocados por pés mais altos, que aumentam o ângulo do teclado de sete para dez graus em relação ao tampo da mesa. Figura 7: Visão inferior com apoios baixos Figura 8: Visão inferior com apoios altos Figura 9: Apoios sobressalentes Da lombada superior sai o cabo USB emborrachado Figura 10: Lombada superior e cabo A principal característica do Apex [RAW] é ser um teclado iluminado e de membrana. Ele nada contra a maré da moda, que são os teclados mecânicos. Ao contrário dos modelos mecânicos, onde as teclas funcionam individualmente, aqui existe um conjunto inteiriço sobre uma chapa de circuitos. A iluminação (com luz branca) tem oito níveis de intensidade, controlados pelo software ou pela tecla com o símbolo da SteelSeries em conjunto com F5 e F6. Os controles multimídia (F7-F12) são acionados da mesma forma. Figura 11: Teclado iluminado Falando no software, ele é simples, objetivo e elegante. Ao explorá-lo, o usuário descobre que, além das 17 teclas de macro (M1-M12 e MX1-MX5), as demais também podem ser programadas para outras funções. O aplicativo permite ainda associar cada macro a um programa executável; por exemplo, o usuário reúne todas as macros criadas para o Battlefield 3 em um perfil, e a seguir associa tal perfil ao Battlefield3.exe, de forma que, quando o ícone do jogo for clicado para iniciá-lo, as macros seriam imediatamente ativadas. Figura 12: Configuração de teclas Figura 13: Associação de macros Algumas teclas têm formatos diferentes para facilitar a digitação. Além da barra de espaço com formato fora do comum, as teclas de macro M1-M12 são menores e projetadas em relação às de função F1-F12. A tecla W tem dois pequenos relevos para o usuário localizar o conjunto WASD sem a necessidade de uma iluminação especial (como no modelo de luxo do Apex, em que vários setores do teclado podem ganhar luzes diferentes). Depois de vários testes seguidos com teclados mecânicos, foi estranho voltar ao que até então sempre tinha sido o padrão do mercado. A principal diferença é a sensação tátil: em um teclado de membrana, há a impressão de que se faz mais força para digitar (por mais paradoxal que isso pareça) e que o produto não aguentará as agruras de partidas animadas de jogos de FPS e RPG. O pequeno distanciamento entre as teclas também induziu a erros de digitação algumas vezes, mas com o tempo nos acostumamos. A disposição das teclas de macro é excelente. Quem gosta de tê-las ao alcance de um rápido movimento para a esquerda, pode optar por usar apenas as cinco teclas laterais, que são capazes de armazenar dez macros. E não há como errar as teclas superiores, levemente elevadas em relação às de função. A barra de espaço, usada pela pular em quase todos os jogos, tem um resposta ótima, e seu formato compacto faz com que seja mais facilmente acionada pelo polegar. É hora de outros teclados deixarem o conceito “barra” para trás e adotar o formato do Apex [RAW]. Não houve atraso nos registros dos comandos, nem falha na precisão. Só tivemos que aprender a posicionar o teclado sobre a mesa, pois como o apoio de pulso é integrado, o Apex [RAW] ocupa mais espaço do que um modelo que tenha um apoio destacável. Os pés de borracha deixam o periférico bem estável sobre a mesa, embora nós prefiramos os pés retráteis, mais rápidos de acionar. Em termos de programação, o produto merece elogios. A associação de executáveis de jogos e programas ao conjunto de macros gravadas é muito prático e inteligente. Das diferenças entre o Apex [RAW] e o modelo luxo do Apex, só sentimos falta das portas USB, que são sempre uteis para quem manter o mouse conectado ao teclado. As principais especificações do teclado Apex [RAW] da SteelSeries incluem: Teclado de membrana para jogos Iluminação branca com 8 níveis de intensidade Teclas de macro: 17 Macros programáveis: 34 Dimensões: 50 x 22 x 3 cm Cabo emborrachado de 1,8 m Conexão: USB Peso: 1,2 kg Mais informações: http://steelseries.com Preço médio nos EUA*: US$ 69,99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Nem todo mundo entrou na onda dos teclados mecânicos. Para quem ainda prefere os modelos de membrana, o Apex [RAW] é um produto eficiente que deixa os adereços de lado e trabalha muito bem os elementos básicos. A facilidade de programação e a disposição das teclas torna o periférico indicado para quem gosta de macros. O design é elegante e, apesar de não ter a robustez dos teclados mecânicos, o Apex [RAW] é bem resistente a horas de jogatina. Os pés de borracha deixam o teclado estável, mas não são tão rápidos de ajustar quanto os retráteis. Pontos Fortes Farta opção de macros com teclas bem posicionadas Boa opcão para quem não gosta de teclados mecânicos Programação inteligente que se associa aos jogos e programas Botões com formatos diferentes facilitam a digitação Iluminação regulável Design elegante Pontos Fracos Pés de borracha pouco práticos para ajustar Ausência de porta USB para ligação de outros periféricos -
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse MS-3 da Func "Empresa californiana volta à ativa com linha nova de mouse e mousepad que incluiu o MS-3, um modelo para mão grandes. Leia nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Há um público que não recebe tanta atenção dos fabricantes de mouses para jogos: pessoas com mãos grandes. Pensando nesses jogadores, a Func, empresa californiana que volta à ativa no mercado, lançou o MS-3, um mouse grande, com 5.670 dpi de resolução e doze funções programáveis, além de um design ergonômico com apoio para todos os dedos da mão. Testamos juntamente com ele o mousepad Surface 1030, também da Func. Vamos apresentar primeiro os produtos e depois analisá-los. Figura 1: Mouse MS-3 da Func O MS-3 tem um largo corpo emborrachado, com nichos para o polegar, anelar e mindinho. Ele é todo preto e tem iluminação na roda, no botão Instant Aim (no nicho do polegar) e em três discretos LEDs na borda esquerda, que marcam o nível de resolução. Além do botão Instant Aim, o nicho do polegar conta com os dois botões tradicionais de avanço e retrocesso de navegação, e outro que emudece o áudio. Embaixo da roda ficam dois botões para troca do nível de sensibilidade. Na ponta direita há um botão para trocar os perfis de usuário. Todas essas funções podem ser reprogramadas. Figura 2: Visão lateral esquerda Figura 3: Visão lateral direita Figura 4: Detalhe da roda e botões Na parte inferior do MS-3, não há sistema de ajuste de pesos, e sim quatro pés de Teflon nas quatro pontas para melhor deslizamento. Bem no centro fica o sensor Avago UGS 9500 que chega a 5.670 dpi de resolução. Da ponta do mouse emerge um cabo de 2 metros envolto em tecido que termina em um conector USB banhado a ouro. Figura 5: Visão inferior do MS-3 Figura 6: Cabo e conector USB O mousepad Surface 1030 que recebemos para testar é o modelo XL, com 36 x 28 cm de área, e duas superfícies – uma mais rugosa, com mais atrito, para maior precisão; e outra lisa, que privilegia a velocidade de resposta. Para trocar de superficie, basta erguer a rugosa, que funciona como uma espécie de tampa para a superficie mais lisa. A parte inferior tem nove apoios emborrachados que não deixam o mousepad escapar pela mesa. Figura 7: Surface 1030 XL, primeira superfície Figura 8: Surface 1030 XL, segunda superfície Figura 9: Surface 1030 XL, visão inferior O MS-3 tem doze funções programáveis através de um programa com interface elegante, limpa, sem exageros de design com intuito de tornar o produto “radical”. Através dele, o usuário pode criar três perfis (associados a jogos ou aplicativos de trabalho), que ficam armazenados na memória interna de 512 kiB, o que significa que é possível trocar de computadores sem perder a personalização do periférico. As novas funções podem ser associadas a nove botões e a três funções na roda de rolagem. Figura 10: Programação de botões Há um menu para selecionar as cores da iluminação, entre 16,8 milhões de opções. É possível escolher iluminação independente para a roda de navegação e para o botão lateral associado à função Instant Aim. A luz colorida pode também ser desligada ou deixada em pulsação. Figura 11: Seleção de cores O MS-3 tem um sistema de gravação de macros (longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). O editor consegue gravar até dez comandos por macro, em um total de 60 macros acessíveis a qualquer perfil. Figura 12: Gravação de macros A resolução pode ser programada em três níveis até o limite de 5.670 dpi. De fábrica, o MS-3 vem com três níveis ajustados: 450, 900 e 1.800 dpi, que são facilmente alteráveis pelo programa. É possível também ajustar a sensibilidade no eixo X-Y, a velocidade do ponteiro, e o ajuste da distância de levantamento do mouse; isto é, a precisão quando o MS-3 é erguido, em vez de arrastado pelo mousepad. O MS-3 ainda conta com a função Instant Aim no botão central do nicho do polegar, que fica iluminado. Ele altera resolução enquanto for apertado, para depois voltar ao patamar anterior. A função serve para um momento em que uma alteração na sensibilidade é emergencial e apenas momentânea, como na hora de um tiro preciso ou em resposta à aparição surpresa de um inimigo. O MS-3 é um mouse para quem gosta de uma pegada de mão cheia sobre periférico. É excelente para quem tem mão grande e prefere modelos pesados. No entanto, testamos uma pegada com a ponta dos dedos e, graças ao apoio para mindinho e nicho para polegar, o MS-3 se movimentou surpreendentemente bem para o tamanho. A distribuição dos botões ao redor do polegar é muito boa e não causa acionamentos acidentais. O botão de emudecer o áudio, que trocamos para plantar minas no Battlefield 3, é muito bem posicionado. Já o botão de troca de perfil, na extrema direita, ficou sem uso pois achamos distante. É realmente uma questão de posicionamento e tamanho da mão, mas o MS-3 oferece opções bem distribuídas para vários tipos de jogador (que sejam destros, naturalmente). Figura 13: Mouse iluminado Em contraste com modelos que já passam dos 6.000 dpi de resolução, o limite de 5.670 dpi é bastante aceitável. Como sempre, sugerimos valores baixos para momentos que requerem precisão e valores altos para controlar agilmente múltiplas unidades e selecionar vários inimigos na tela em partidas de RTS e MMORPGs. O MS-3 pareceu responder melhor sobre o Surface 1030 XL com a superfície lisa, onde deslizou com mais agilidade em relação ao grande tamanho. Com nove apoios emborrachados, o mousepad nem se moveu apesar da ação intensa a que foi submetido. As bordas arredondadas dão um toque elegante e não machucam os pulsos, como ocorre com outros modelos. A programação das novas funções é simples graças ao aplicativo com uma interface descomplicada e objetiva. Foi uma grata surpresa ver um conceito elegante e fácil de compreender. Para os aficionados em gravação de macros, porém, vale pontuar que não é possível programar lapsos de tempo entre um comando e outro. As funções são básicas e não há como editar cada teclada individual; se errar, o usuário tem que regravar a macro do início. As principais especificações do mouse MS-3 da Func são: Mouse para jogos Design destro Conexão: USB folheada a ouro Funções ajustáveis: Doze Perfis do usuário: Três Resolução de rastreamento: Até 5.670 dpi (em três níveis) Aceleração máxima: 30 g Tempo de resposta: ajustável até 1 kHz Memória: 512 kiB Dimensões: 127 x 69 x 42,3 milímetros Peso: 127 gramas Cabo: 2 metros Preço médio nos EUA*: USD 79.99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. As principais especificações do mousepad Surface 1030 XL da Func são: Superfície de policarbonato Base com nove pés emborrachados Dimensões: 360 mm x 280 mm e 4 mm de espessura Peso: 422 gramas Preço médio nos EUA: USD 39.99* * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O MS-3 é ideal para usuários com mão grande e que preferem uma pegada com a palma inteira posicionada sobre o mouse. Ele é muito confortável graças aos apoios para os dedos, e o peso bem distribuído torna desnecessário um sistema adicional de ajuste. O posicionamento dos botões no nicho do polegar é perfeito. A Func acertou ao fazer um aplicativo com interface simples, porém elegante; só peca nas funções bem básicas de gravar macros, que deixaram a desejar. O Surface 1030 XL complementa bem o produto ao oferecer duas superficies para o usuário selecionar a que melhor responde ao estilo de jogo e à resolução selecionada para o mouse. Pontos Fortes Atende aos usuários de mãos grandes Doze funções programáveis Excelente disposição dos botões Confortável, com apoio para mão inteira Aplicativo simples, porém elegante Função Instant Aim para troca emergencial de sensibilidade Iluminação bela e discreta Solução engenhosa para oferecer duas superficies no mesmo modelo de mousepad Bordas arredondadas no mousepad Pontos Fracos Usuários de mãos pequenas podem achá-lo um trambolho Gravação rudimentar de macros
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Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Headset Siberia V2 Cross-Platform da SteelSeries "A consagrada linha Siberia V2 ganha modelo de headset que funciona no PC e nos consoles Xbox 360 e PlayStation 3. Confira nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Teste do Headset Siberia V2 Cross-Platform da SteelSeries
Andre Gordirro postou uma análise em Áudio
A linha Siberia V2 é um dos carros-chefes dos produtos de áudio para games da Steelseries. Ela se torna mais completa agora com o modelo Cross-Platform, que atende a usuários que jogam tanto no PC quanto nos consoles Xbox 360 e PlayStation 3. É uma opção inteligente para quem possui várias plataformas e não pretende ter um headset para cada uma. O Siberia V2 Cross-Platform é um modelo grande, com alto-falantes de 50 mm, porém apresenta uma estrutura levíssima e um discreto microfone retrátil. Veremos esses características físicas detalhadamente agora, e depois analisaremos o desempenho. Figura 1: Headset Siberia V2 Cross-Platform O Siberia V2 Cross-Platform é um headset grande com fones que encobrem todo o ouvido. Um grande aro duplo une os dois alto-falantes, e a alça em si fica suspensa por um engenhoso sistema de cabos que regula não só a altura, como também a própria posição da alça na cabeça. Figura 2: Alça suspensa Os alto-falantes acolchoados têm borda de couro. No alto-falante esquerdo fica um microfone unidirecional retrátil, marca registrada da linha Siberia V2. Figura 3: Alto-falante e microfone contraído Figura 4: Interior do alto-falante e microfone estendido Do alto-falante esquerdo brota um cabo de um metro com conectores 3,5 mm de som e microfone. Esse cabo em si não é muito comprido, porém sua função é ser ligado ao AudioMixer, a unidade de controle de volume que, por sua vez, conecta o Siberia V2 às várias plataformas atendidas pelo modelo. Figura 5: Audiomixer Do Audiomixer sai um cabo de 3 metros para ligá-lo ao PC, PS3/Xbox 360 e ao televisor. A unidade tem entradas 3,5 mm, controles de volume independentes para som de voz e dos jogos, botão para emudecer e seletor da função LiveMix, sobre a qual falaremos mais adiante. O cabo termina em um conector USB (para voz em conversas durante as partidas) e um único conector 3,5 mm para o som do jogo em si. Figura 6: Acessórios Além do Audiomixer, o conjunto de acessórios inclui um cabinho com conector 3,5 mm para conexão ao controle do Xbox 360, e outro cabinho com conversores para plugues RCA (para ligar o headset ao televisor). O Siberia V2 Cross-Platform vem com um manual em várias línguas com diagramas de conexão bem simples e fáceis de acompanhar, que permitem que o usuário ligue o headset na configuração que quiser. Basicamente, o Siberia V2 Cross-Platform é um headset estéreo que funciona tanto no PC quanto em consoles de última geração. Além de ser polivalente, ele tem como destaque o microfone retrátil e a função LiveMix. Ela é acionada pelo seletor lateral do AudioMixer. Figura 7: Seletor do LiveMix O LiveMix realiza uma equalização no ato, de forma que o usuário controle a potência do som do jogo para poder ouvir a conversa com os colegas de partida, através do chat interno dos games ou de programas como TeamSpeak e Skype. Ele tem quatro níveis: desligado, que não altera nada, obviamente; baixo, que reduz o som do jogo em 5 dB; médio, com redução de 15 dB; e alto, que diminui em 25 dB. Tudo isso acontece enquanto o canal de voz permanece inalterado; portanto o jogador detém o poder de privilegiar ou não o falatório com os amigos enquanto o som da partida ecoa nos ouvidos. Outra característica fundamental é o conforto, graças à estrutura aberta do arco que sustenta os alto-falantes e à alça de cabeça suspensa. Por outro lado, o sistema não permite uma vedação completa do ouvido, mesmo que os alto-falantes sejam do tipo que encobre toda a orelha. As impressões sobre o funcionamento do Siberia V2 Cross-Platform vêm a seguir. Já pontuamos um detalhe em outros testes de headsets estéreo: quem opta por modelos do gênero abre mão da imersão sonora da mixagem em seis canais do sistema 5.1. Jogos como Battlefield 3 fazem uso excelente da trilha em som surround, cujos efeitos se perdem em headsets simplesmente estereofônicos. Com esse detalhe em mente, vamos analisar o desempenho do Siberia V2 Cross-Platform. Não há como reclamar de graves anêmicos quando se tem um alto-falante de 50 mm. Com o ouvido (praticamente) todo coberto, a sensação de explosões, tiros e ronco de motores é bem forte. Músicas baseadas em frequências baixas, como hip-hop e eletrônica, também ganham registro possante. Caso o jogo tenha opções de áudio, é bom conselho selecionar som estéreo 2.0 para evitar cacofonia. O que mais impressiona no Siberia V2 é o registro de voz, tanto pelo microfone que praticamente pode ser colocado dentro da boca, quanto pela função LiveMix, que destaca a voz dos colegas na conversa sem tornar ensurdecedora a experiência sonora do jogo. Chega de mandar os amigos falarem mais baixo para se conseguir ouvir as instruções dos personagens na tela. Figura 8: Siberia V2 Cross-Platform na cabeça Quanto ao conforto, dá para entender por que o Siberia V2 Cross-Platform é um dos carros-chefes da Steelseries. É levíssimo na cabeça, apesar do tamanho, e extremamente confortável. A alça suspensa evita que um único ponto sirva de apoio ao peso do headset, pois o usuário pode movê-la mais para frente ou para trás do cocoruto. A única questão desse design mais leve e aberto é que os alto-falantes não vedam totalmente o ouvido, apesar de a Steelseries divulgar que eles promovem isolamento acústico. Pelo menos a entrada de ar refresca as orelhas em horas de jogatina, uma vez que o headset é tão confortável que o tempo passa e o usuário não sente o peso na cabeça. Finalmente, vamos à principal característica do produto, que é atender a várias plataformas de jogos. Apesar dos vários adaptadores e cabos, cada um tem sua função, seja no PC ou em consoles, e os diagramas no manual apontam rapidamente como fazer as conexões. Testamos em nosso PC e PlayStation 3, e contamos com a colaboração de um amigo dono de um Xbox 360 para ver se o Siberia V2 realmente cumpria a promessa de funcionar nas três plataformas. Foi tudo simples e descomplicado – e o grande fio de 3 metros chega ao televisor e ao console sem problemas (atenção, donos de gatos: o fio SERÁ motivo de curiosidade e brincadeiras indevidas). A única reclamação quanto ao uso é o fato de os controles de volume no AudioMixer serem pequenos e difíceis de achar no escuro. Um LED cairia bem, especialmente para diferenciar visualmente entre as rodas de volume de voz e do som do jogo em si. As principais especificações do headset Siberia V2 Cross-Platform incluem: Headset analógico estéreo 2.0 Microfone unidirecional retrátil Conectores: dois 3,5 mm, um USB Cabo do headset: 1 m Cabo do AudioMixer: 3 m Cabo do Xbox 360: 1 m Especificações dos alto-falantes: Alto-falantes de 50 mm Resposta de frequência: 18Hz – 28 kHz Impedância: 32 Ω Sensibilidade: 112 dB (em 1 kHz) Especificações do microfone: Resposta de frequência: 50 Hz – 16 kHz Sensibilidade: -38 dB (em 1 kHz) Mais informações: http://www.steelseries.com Preço médio nos EUA*: US$ 123,99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Só vimos um problema imediato no Siberia V2 Cross-Platform: ele não ter som surround 5.1. De resto, é um dos modelos mais confortáveis que já testamos, mesmo sendo grande. O produto tem graves possantes e ótima nitidez de médios e agudos, e a função LiveMix é um achado para quem joga em conferência e quer evitar cacofonia de vozes e som da partida. Como o headset tem que atender a várias plataformas de jogos, o cabo comprido é um mal necessário; se o usuário joga apenas no PC, é melhor dar preferência ao modelo mais simples do Siberia V2, unicamente voltado para computadores pessoais, pois isso evita ter um cabo de 4 metros à toa em meio a tantos outros fios que um PC já acumula normalmente. Pontos Fortes Microfone retrátil Engenhosa alça suspensa Design leve e comfortável, mesmo sendo grande Som estéreo de qualidade, com graves fortes Indicado para quem joga em PCs e consoles Função AudioMixer para controlar o volume do jogo Cabeamento simples, com conexões fáceis para três plataformas Pontos Fracos Apenas som estéreo Controles do AudioMixer são pequenos e difíceis de identificar -
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Headset Flux da SteelSeries "Modelo compacto e dobrável serve tanto para computadores de mesa e notebooks quanto para dispositivos móveis, além de permitir personalização. Confira nosso teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Com o celular cada vez mais presente como plataforma de entretenimento digital (games e multimídia), é natural que o usuário queira um headset que possa servir tanto para jogar em um desktop/laptop quanto para ouvir música e realizar ligações em um telefone móvel. O modelo portátil Flux, da SteelSeries, atende a essas necessidades e ainda oferece vantagens como cabos de borracha que não se enroscam e capacidade de personalização. O produto é vendido em uma edição padrão e outra de luxo, com mais acessórios. Recebemos a edição de luxo para avaliar, mas primeiro falaremos do headset em si, depois descreveremos os acessórios e avaliaremos seu desempenho. Figura 1: Headset Flux O Flux é um headset de tamanho médio com auriculares posicionados sobre a orelha, sem tapá-la. O corpo dobrável conta com fones que giram no próprio eixo, e cada lateral tem uma dobradiça conectada à haste superior, que é vazada e emborrachada. Além do ajuste de tamanho em cada lateral, a haste também é muito flexível e abre bem para aceitar várias dimensões de cabeça. Figura 2: Corpo dobrado Figura 3: Haste vazada e emborrachada Não há cabos fixos ao headset. Cada auricular tem uma saída própria de som, onde o usuário pode escolher em qual irá plugar o cabo. Para dar um toque pessoal ao Flux, é possível trocar por outros modelos o acolchoamento dos fones (embaixo fica o slogan “vencer é tudo/winning is everything” da SteelSeries) e os discos externos, que são presos magneticamente. A edição de luxo inclui dois discos pretos e dois modelos que imitam um circuito integrado, com a marca Flux no meio. Figura 4: Alto-falantes e discos externos O headset vem com dois cabos: um com microfone integrado e dois plugs de 3,5 mm (microfone e áudio) para ligar ao desktop/notebook; e outro com um botão de tocar/pausar e microfone com apenas um plug de 3,5 mm, para conectar a dispositivos móveis (celulares e iPod). Ambos os cabos são coloridos na edição luxo e envoltos em borracha grossa. Figura 5: Acolchoamento trocável Figura 6: Cabos e extensor Como os cabos não são tão compridos, a edição de luxo inclui um extensor para que ele chegue à parte traseira de um desktop. O acessório é dispensável se o Flux for ligado a um notebook ou a um celular dentro do bolso. A edição de luxo também conta com uma bolsinha de transporte. Figura 7: Detalhe do microfone e botão tocar/pausar Figura 8: Bolsa de transporte O Flux tem como características a mobilidade, a versatilidade e a personalização. Ele é movél por ser dobrável e ter cabos destacáveis que não se enroscam, mesmo quando enfiados de qualquer maneira dentro de uma mochila ou junto com o headset na bolsinha de transporte. A versatilidade vem da dupla função: de headset para games a fone para celular. E, em termos de personalização, é possível criar 1.152 opções de montagem para o Flux, através da combinação de peças e acessórios, O headset foi feito para o usuário móvel, para quem viaja frequentemente e que leva um laptop mais parrudo, capaz de rodar games. Serve também quem viaja acompanhado, pois a segunda saída nos alto-falantes pode ser ligada a outro fone, o que permite compartilhar o som. Falando em som, que é a característica mais importante de um fone, o Flux não é capaz de reproduzir uma mixagem surround 5.1, seja em filmes ou games. Como tem apenas um plug estéreo, o aparelho não nota as nuances da ambientação sonora de um jogo como Battlefield 3, por exemplo. De resto, ele conta com um possante alto-falante de 40 mm que registra graves fortes e tem alta sensibilidade (118 dB) para os médios e agudos. Falaremos da experiência de uso a seguir. Como o Flux é um headset com múltiplas utilidades, o teste foi além do simples plugar e jogar/ouvir música. Inicialmente, testamos a mobilidade, andando pela cidade ouvindo música no celular e usando para fazer ligações via VoIP e operadora. O grande destaque vai para os cabos: eles são facilmente enroláveis em volta do headset dobrado, mas não se enroscam. O microfone omnidirecional, por estar na altura do peito, funcionou melhor quando levado à boca, pois na rua sempre há muito barulho (fora que o gesto indica que a pessoa não é maluca de falar sozinha na calçada). A audição de música foi excelente; ouvimos muitíssimo bem os canais de música eletrônica da rádio virtual Digitally Imported, que sempre exigem um grave robusto e registro fiel das camadas sonoras. O Flux já virou o fone oficial do nosso celular. Figura 9: Altura do microfone Quanto a jogar em casa, há perda da ambientação sonora pelo fato de o Flux ser um headset estéreo, que não registra mixagem em 5.1 canais. No entanto, há quem ache que o som surround em um fone de ouvido é simplesmente uma mera simulação do efeito. Seja como for, vale a dica de selecionar estéreo 2.0 no menu de áudio dos games para evitar cacofonia, se houver esta opção. Mesmo sem pode notar nuances como a aproximação de um tanque inimigo por trás no Battlefield 3, o Flux se saiu bem na reprodução de explosões e disparos de armas. Outra pequena questão é o microfone. Levá-lo à boca enquanto caminhamos ao falar ao telefone é perfeitamente normal, mas não dá para fazer o mesmo gesto jogando, com as mãos ocupadas no teclado e mouse. Sozinhos em casa, não houve problema na captação do registro de voz segundo os companheiros de time, durante a teleconferência nas partidas, mas em um ambiente com outras pessoas jogando, sentimos falta de um microfone mais direcionado à boca. Claro que o microfone integrado ao cabo foi a solução para tornar o Flux mais estiloso e permitir que a pessoa use o aparelho com o celular sem parecer com a Madonna ou um atendente de telemarketing no meio da rua. Apesar de não envolver as orelhas, e sim se apoiar nelas, o Flux é muito confortável. O modelo comum vem com alto-falantes envolvidos em tecido; a versão de luxo conta com acolchoamento de couro. Como o usuário pode trocá-los, fica a dica de comprar um par extra apenas para usar na academia e deixar suar bastante. Jogamos por horas a fio, percorremos a cidade de metrô ouvindo música, e o Flux não incomodou. As principais especificações do headset Flux da SteelSeries incluem: Headset analógico estéreo 2.0 Conectores: 3,5 mm Cabo: 1,45 m Especificações dos Alto-Falantes: Alto-falantes de 40 mm Resposta de frequência: 18Hz – 28kHz Impedância: 29 Ω Sensibilidade: 118 dB Especificações do Microfone: Registro: omnidirecional Resposta de frequência: 50 Hz – 16kHz Sensibilidade: -38 dB Mais informações: http://steelseries.com Preço médio nos EUA*: US$ 122,84 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Se o usuário procura um headset prático de transportar e versátil a ponto de servir tanto para o celular quanto para jogar, o Flux é o modelo certo. A falta de som surround 5.1 é questão de gosto, pois os modelos desta categoria são grandes demais para serem facilmente transportados e usados na rua de maneira discreta. A personalização dá um charme ao headset, mas o grande achado é o cabeamento. Apenas o microfone deixa a desejar um pouco, como qualquer um pendurado ao fio, mas as ligações e teleconferências não foram prejudicadas. O uso contínuo não incomoda, pois o produto é muito confortável. Pontos Fortes Cabeamento de borracha Dobrável Confortável Uso versátil para desktop, laptop e dispositivos móveis Personalização estilosa Fácil de transportar Som possante Pontos Fracos Som estéreo 2.0 Microfone no cabo, longe da boca
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Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Cobertura do NAIAS 2013 (Salão do Automóvel de Detroit) "Vimos novas tecnologias de simuladores de direção que mais parecem supervideogames. Confira." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Cobertura do NAIAS 2013 (Salão do Automóvel de Detroit)
Andre Gordirro postou um artigo em Feiras e eventos
Carros são sinônimo de tecnologia. Com este pensamento em mente, aceitamos o convite da Ford para participar do Salão do Automóvel de Detroit, o NAIAS (North American International Autoshow). Vimos, naturalmente, um desfile das novidades da indústria automobilística, com grande enfoque nos modelos híbridos e elétricos. Mas nosso olhar sempre esteve voltado para o hardware, para a interação computador/veículo e, claro, para os videogames. Pois encontramos a encruzilhada desses três temas nos simuladores presentes na feira e em outro instalado na própria sede da Ford. Dentro do salão, esbarramos com o ST Simulator, usado para test-drive virtual dos modelos Focus ST e Fiesta ST, da Ford. O aparelho conta com um trio de monitores e assentos montados sobre um aparato hidráulico que responde aos movimentos do volante e dos pedais. A volta pelo circuito virtual inclui várias curvas, especialmente uma traiçoeira no final do percurso que tira qualquer um da pista – não fomos os únicos a rodar, das várias pessoas que formavam a fila para o brinquedo. Ao sair da simulação, ficou aquela vontade de montar uma engenhoca dessas para aposentar o Gran Turismo no PlayStation 3, mas o preço salgado de 300 mil dólares acabou com nosso sonho. Figura 1: ST Simulator da Ford Figura 2: Visão lateral Ao contrário do Virttex, o supersimulador que abordaremos adiante, o objetivo do ST Simulator não é aperfeiçoar as técnicas de direção e segurança dos motoristas, e sim adoçar a boca dos clientes. “Sabemos que nossos consumidores adoram videogame”, diz a gerente da marketing da linha ST da Ford, Lisa Schoder. “O simulador é programado com as especificações reais do veículo para que as pessoas experimentem a dinâmica de seu desempenho”. Pelo resto do evento, ainda vimos outros simuladores e cabines de direção, como o Eco Assist Challenge da Honda e o Lacrosse eAssist da Buick. Ambos tinham propostas mais didáticas sobre sistemas de economia de combustível das montadoras. Eles variavam entre vídeos demonstrativos e joguinhos cujo objetivo era obter a melhor relação de quilometragem por combustível consumido. Depois da adrenalina do ST Simulator, aprender sobre economia verde pareceu um tanto enfadonho Figura 3: Ao volante do Lacrosse eAssist da Buick Fora do NAIAS é que encontramos o verdadeiro casamento entre tecnologia e automobilística, o sistema Virttex. Quando visitamos a sede da Ford, em Detroit, fomos apresentados ao Virttex, um domo de 7 metros de diâmetro ligado a um complexo sistema hidráulico para reproduzir fielmente a experiência de direção. O domo tem um fundo falso para troca de veículos, de maneira que a montadora possa utilizá-lo com vários modelos. Só há outro aparelho similar nos EUA, bancado pelo governo, que se encontra na Universidade de Iowa. Ao contrário do modestos 300 mil dólares do ST Simulator, aqui o preço é mais salgado: sete milhões de dólares. Figura 4: O Virttex Contudo, o objetivo do simulador não é brincar, nem aguçar a vontade do consumidor. No Virttex, são conduzidos estudos de segurança que analisam vários cenários de direção, como o motorista distraído ao celular ou sonado após dirigir por várias horas. Uma imagem de 45 megapixels é projetada no domo, e câmeras e sensores registram a atitude e o tempo de resposta de vários condutores, de adolescentes que mal tiraram a habilitação (nos EUA é permitido dirigir desde os 16 anos de idade) a motoristas idosos. Figura 5: Ao volante, dentro do Virttex No teste que presenciamos, uma condutora precisava ler um texto em um tablet ao lado do volante, como se recebesse uma mensagem de texto no celular. Neste mesmo momento, o carro era fechado na pista da direita por um ônibus. O objetivo era medir a reação da motorista. A equipe já realizou experiências mais complexas, como colocar ao volante um condutor que estava sem dormir há um dia (uma pulseira eletrônica garantiu que o sujeito veio, de fato, sonado para o teste) e fazê-lo dirigir por três horas durante a simulação de uma viagem por uma estrada à noite. Figura 6: O carro dentro do domo O Virttex serve para testar novos mecanismos de alerta e detecção de desvio de rota que estão sendo colocados nos novos carros da Ford ou se encontram na fase de protótipo. Uma das tecnologias acompanha o movimento da retina do condutor; outro mede a variação de movimento do eixo para ver se o carro não está costurando na pista, sob o (des)controle de um motorista prestes a cochilar. A grande questão, segundo um engenheiro da Ford, era como alertar o condutor de maneira que o aviso seja ao mesmo tempo eficiente e sutil, para não constrangê-lo diante dos eventuais passageiros. É a segurança veicular preocupada não somente com o bem-estar do motorista, como também em evitar magoar seus sentimentos. O jornalista viajou a convite da Ford. Agradecimentos aos colegas Juan Lourenço, Márcio Cimatti e William Marchiori pelo compartilhamento de fotos e registro do jornalista em ação. -
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse Level 10 M da Tt eSports "Linha de periféricos para jogos da Thermaltake ganha modelo estiloso com chassi de alumínio com desenho assinado pela BMW. Leia nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Teste do Mouse Level 10 M da Tt eSports
Andre Gordirro postou uma análise em Dispositivos de entrada
A caixa do Level 10 M vem com o slogan “nascido para ser visto”. O periférico da divisão de produtos para gamers da Thermaltake, Tt eSports, é realmente chamativo; o design, feito em conjunto com profissionais da BMW, lembra um carro-conceito de salões de automóveis. O mouse tem chassi de alumínio vazado para estimular a circulação de ar, conta com 11 botões configuráveis e chega a 8.200 dpi de resolução. Vamos descrever as impressionantes características físicas para depois avaliá-lo em ação. Figura 1: O mouse Level 10 M O mouse inteiro é feito de alumínio. A base e as laterais mantém a aparência metálica, mas a lombada em si é emborrachada em quatro opções de cores: preto, branco, verde-oliva ou vermelho. Uma faixa preta longitudinal divide o periférico ao meio, passa pela roda emborrachada e termina em um parafuso para ajuste da altura da lombada. No botão principal direito ficam quatro LEDs que indicam o nível vigente de resolução; no esquerdo, um LED indica a cor associada ao perfil de usuário. Figura 2: Ponta do mouse Na lateral esquerda, há os dois botões tradicionais e um terceiro, o botão Z, que funciona como um joystick e aciona quatro funções (aumento/diminuição de resolução, avanço/retrocesso na lista de perfis). No lado esquerdo da lombada, uma grade com buracos hexagonais deixa o ar passar. A lateral direita tem mais dois botões programáveis. Não há nichos para o polegar ou mindinho. Figura 3: Lateral esquerda Figura 4: Lateral direita Na base de aluminío o usuário encontra cinco apoios de Teflon, sendo que o maior é um retângulo no centro, em volta do sensor laser Avago ADNS-9800. Figura 5: Parte inferior A base se projeta à frente do mouse e forma um apoio para o cabo, que sai reto do Level 10 M, sem tocar na mesa. O cabo em si é envolto em tecido e termina em uma conexão USB folheada a ouro. Há uma tampa que protege o plugue, presa ao cabo. Sinais de capricho. Figura 6: Apoio do cabo e conexão USB No lado inferior direito, há outro parafuso que controla o ajuste de inclinação do corpo (cinco graus de um lado para o outro). O primeiro parafuso na lombada, que já descrevemos, ajusta a altura do mouse em 5 milímetros. Figura 7: Parafuso de ajuste e visão interior Além de CD de instalação, o Level 10 M ainda vem com uma bolsa de transporte e uma chave de ajuste. Figura 8: Bolsa de transporte e chave de ajuste. A principal característica do Level 10 M é o aspecto chamativo, com um design meio futurista, meio industrial. O corpo é levemente ambidestro; isto é, com botões de cada lado e ajuste na inclinação da lombada, ele pode ser usado tanto por destros quanto canhotos, apesar de dois detalhes: os botões principais não têm o mesmo tamanho; e a lateral esquerda conta com o botão Z, que é dificil de operar com o mindinho por um canhoto. O botão meio que perde a função. Deixando o aspecto visual inusitado de lado, o Level 10 M segue o padrão dos melhores mouses do mercado. Tem grande número de funções ajustáveis, capacidade de gravar macros (longa seqüência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão) e criar perfis diferentes, gravados na memória interna de 128 kiB, o que significa que o usuário pode trocar de computadores sem perder a personalização do periférico. Figura 9: Programa de configuração Tudo é controlado pelo software da Tt eSports que, infelizmente, não acompanha o design do produto. A interface é confusa e de mau gosto, pouco amigável. Assim que o usuário se localiza em meio à poluição visual, é possível programar os 11 botões do Level 10 M ou até mesmo cancelar o uso dos botões laterais, deixando apenas os principais no topo do mouse. O usuário pode escolher quatro níveis de resolução até o limite de 8.200 dpi. De fábrica, o Level 10 M vem com quatro níveis: 800, 1.600, 3.200 e 5.000 dpi. Apesar da interface inicial confusa, a gravação de macros é simples e ainda oferece a capacidade de editar o intervalo em que os comandos ocorrem. Figura 10: Gravação de macros O programa também permite controlar a iluminação do LED na ponta do botão principal esquerdo e do símbolo da Tt eSports que fica embaixo da grade de buracos hexagonais. Outras funções ajustáveis são a sensibilidade no eixo X-Y, a velocidade do ponteiro, e o ajuste da distância de levantamento do mouse; isto é, a precisão ao ser erguido, em vez de ser arrastado pelo mousepad. Figura 11: Ajustes de desempenho A príncipio, o Level 10 M intimida um pouco pelo visual e leva a uma pergunta imediata: será que é confortável? Bem, comecemos pelo peso: feito em alumínio, o Level 10 M pesa 185 gramas; portanto, é justificável que não venha com ajuste de peso como os demais mouses feitos de plástico. No entanto, como o corpo é vazado, o periférico se revela leve na mão, e com controles tão avançados de sensibilidade e resposta, é possível minimizar o deslizamento do Level 10 M para a mão não ficar cansada. Figura 12: Mouse iluminado Quanto ao conforto em si, o mouse não oferece nichos emborrachados para o polegar e mindinho, e esses dedos ficam justamente apoiados na borda de metal do corpo. A experiência, portanto, não é das mais confortáveis para quem usa a palma inteira da mão para mexer no mouse. Quem tentar controlá-lo com a ponta dos dedos, na pegada conhecida como “claw grip”, não passará tanto por este problema, mas o Level 10 M podia ter um ajuste de comprimento (assim como de altura e inclinação da lombada) para torná-lo mais facilmente controlável por quem não tem dedos tão compridos, uma vez que o mouse é longo. Grande parte dos botões têm ótima resposta ao toque, mas o botão C (primeiro da lateral direita) é bem duro de ser acionado, especialmente pelo anelar da mão direita. Já o botão Z, que altera a sensibilidade e os perfis, é sensível demais e várias vezes foi acionado acidentalmente pelo polegar. Mesmo com cuidado e várias horas de uso, ocasionalmente no calor do combate o botão Z foi apertado. O conceito de um botão joystick é ótimo, mas o posicionamento ficou meio precário. A roda tem uma das melhores pegadas que já testamos e também um clique perfeito. Pena que não faz navegação horizontal. Em termos de desempenho, o Level 10 M é só elogios. O programa permite que o usuário determine os níveis de resolução em quatro patamares. Como sempre, sugerimos valores baixos para momentos que requerem precisão e valores altos para controlar agilmente múltiplas unidades e selecionar vários inimigos na tela. Nesse aspecto, os indicadores visuais e o botão Z permitiram trocas rápidas de perfil e resolução, apesar do risco que o botão oferece de ser acionado acidentalmente. As principais especificações do mouse Level 10 M da Tt eSports são: Mouse laser para jogos Corpo ambidestro Conexão: USB folheada a ouro Funções ajustáveis: onze Perfis do usuário: Cinco Resolução de rastreamento: Até 8.200 dpi (em quatro níveis) Tempo de resposta: 125, 250, 500, 1000 Hz Memória: 128 kiB Dimensões: 147 x 67,5 x 38,8 mm Peso: 185 g Cabo: 1,8 m Mais informações: http://www.ttesports.com Preço médio nos EUA*: US$ 99,99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Level 10 M é, primeiramente, um mouse para quem quer tirar onda. Ele se destaca pelo belo projeto de design. A ideia de torná-lo arejado funcionou, e o periférico compensa o peso com um corpo ágil e um laser bem preciso. O design, porém, ficou no caminho do conforto: o Level 10 M é indicado para quem controla o mouse com a ponta dos dedos, pois não há descanso para mindinho e polegar. O botão joystick é uma ideia otima, mas ficou mau posicionado. E o usuário brasileiro vai ter que penhorar o computador para pagar o mouse: ao custo de US$ 100 lá fora (já considerado caro pelos padrões internacionais), aqui o “custo Brasil” vai torná-lo tão caro quanto, de fato, um carro da BMW. Pontos Fortes Design impressionante Ajuste do corpo Bolsa de transporte Não esquenta a mão Altíssima precisão Roda de navegação excelente Botão parecido com joystick Pontos Fracos Desconfortável para quem pega o mouse com a mão pousada sobre o periférico Botão joystick mal posicionado Canhotos desperdiçam botão joystick Software com interface feia e confusa, que não combina com o produto Caro nos EUA, vendido a preço exorbitante no Brasil -
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse Force M7 Thor da Gigabyte "Com o nome do mitológico deus do trovão, o periférico é uma opção simples e barata para quem quer um mouse para jogos sem grandes recursos. Veja nossa avaliação.<br /> " Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Teste do Mouse Force M7 Thor da Gigabyte
Andre Gordirro postou uma análise em Dispositivos de entrada
Quem pega um mouse que leva o nome do deus do trovão da mitologia nórdica imagina ter em mãos um periférico poderoso, digno do filho de Odin. Contudo, o Force M7 Thor (que só chamaremos de Thor a partir de agora) é um mouse com poucos recursos e preço mais em conta, voltado para quem não gastar muito. Como não grava macros, não é indicado para títulos de RPG online, mas se sai bem em jogos de tiro. Comentaremos a respeito disso mais adiante, depois de descrevermos o produto. Figura 1: Mouse Thor À primeira vista, o Thor é um mouse grande e comprido, largo na parte superior onde ficam os dois botões principais, como se fosse um pé de pato. Entre os botões fica a roda de navegação, e embaixo dela, o botão de controle de resolução, ajustável em três níveis até o máximo de 6.000 dpi. Três LEDs azuis indicam a sensibilidade vigente. No dorso do corpo de plástico fosco há o nome “Thor” com raios saindo das letras, em um detalhe lustroso. Figura 2: Detalhe do nome Da ponta surge o cabo de plástico que termina em uma conexão USB folheada a ouro. Figura 3: Ponta com cabo As laterais têm um desenho ergonômico idêntico, mas apenas o lado direito conta com os dois botões tradicionais. As laterais formam nichos suaves e emborrachados, para garantir uma pegada melhor. Figura 4: Lateral direita Figura 5: Lateral esquerda Na parte inferior o usuário encontra o sensor laser de 6.000 dpi de resolução e três pés emborrachados para um deslizamento preciso. Não há sistema que altere o peso original do Thor, que é de 110 gramas. Figura 6: Visão inferior O Thor é um mouse simples, sem os recursos mais comuns nos produtos top de linha do mercado, mas ainda assim apresenta cinco funções (quatro botões mais a roda de navegação) que podem ser programadas através de um aplicativo muito simples, longe da abrangência do software Ghost que controla os periféricos mais avançados da Gigabyte. O programa basicamente permite designar novas funções e configurar três níveis de sensibilidade. Não há gravação de perfis de usuário ou macros, nem controle de iluminação. É bem básico mesmo. Figura 7: Programa de configuração Sendo assim, o alvo do Thor é o jogador que quer economizar, mas deseja ter recursos como um sensor de alta de resolução e alguma configuração, mesmo que mínima. Detalhes que encarecem um mouse – como pés de Teflon, cabo envolto em tecido, sistema de peso e memória interna para armazenamento de configurações – foram cortados. A falta de memória, por exemplo, significa que as alterações do usuário estão presas àquele computador; caso ele conecte o Thor em outra máquina, terá que refazer a programação de funções e de sensibilidade. O Thor é um periférico grande e comprido, mas ao mesmo tempo é leve para o tamanho e apresenta boa mobilidade na mão, mesmo para quem está acostumado a controlar um mouse com a ponta dos dedos. O desenho ergonômico é interessante, e os nichos suaves e emborrachados garantem firmeza e conforto à pegada. Os botões laterais são bem localizados e com ótima resposta, além de um clique audível. A roda e o botão de sensibilidade seguem o mesmo padrão. Cabe aqui um parênteses: se o design do corpo é ambidestro, bem que poderia haver mais dois botões no outro lado para que um canhoto pudesse aproveitar o recurso dos botões laterais. O mouse tem sensibilidade suficiente para as exigências de jogos dinânimos como Battlefield 3 e Call of Duty. O usuário fixa três niveis de resolução até o máximo de 6.000 dpi. Valores mais alto são indicado para momentos de ação intensa; já níveis menores servem para os momentos de precisão, de movimentos curtos, quando o usuário joga como franco-atirador. A resposta precisa do botão de sensibilidade garante que a troca de resolução seja ágil. Não ficamos na mão durante as partidas. Não sentimos falta de ajuste de peso, mas entendemos que há jogadores que gostam de deixar o mouse mais pesado ou mais leve de acordo com seu gosto. A gravação de macros (longa seqüência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão) fez falta em partidas de World of Warcraft e até mesmo deixamos de aproveitar uma ou outra macro em jogos de tiro, mas o foco do Thor é ser um mouse simples, e as cinco funções programáveis dão conta das ações básicas dos FPS (recarregar arma, facada, acionar equipamento etc). As principais especificações do mouse Force M7 Thor da Gigabyte incluem: Mouse laser para jogos Corpo ambidestro, uso destro Conexão: USB folheada a ouro Funções ajustáveis: cinco (quatro botões mais uma função na roda de navegação) Resolução de rastreamento: até 6.000 dpi Velocidade máxima: 380 centímetros/segundo Aceleração: 30 G Dimensões: 137 x 78 x 41 mm Peso: 110 g Cabo: 1,8 metro Mais informações: http://www.gigabyte.com Preço sugerido nos EUA: US$ 29,99 O Thor é um mouse indicado para quem curte jogos de tiro e não se importa de ficar sem os recursos mais modernos do mercado. Ele é bem básico: tem cinco botões programáveis e uma sensibilidade alta. É confortável para jogar e tem resposta precisa da resolução e dos botões bem localizados. Mas está longe de ser um Mjolnir, o martelo mágico do deus do trovão. Pontos Fortes Pegada confortável Alta resolução de 6.000 dpi Botões bem localizados e de clique preciso Software bem simples Opção econômica Pontos Fracos Design ambidestro, porém sem botões laterais para canhotos Não grava macros Não permite criação de perfis de usuário Não tem sistema de ajuste de peso -
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse Evolution da Mymax "Empresa brasileira lança mouse para jogos de nível internacional, com recursos dos melhores modelos do mercado de importados. Confira nosso teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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É comum nos rendermos ao lugar-comum de considerar todo produto nacional uma porcaria e endeusar os importados. O mouse Evolution da Mymax não dá chance para este tipo de pensamento: o periférico brasileiro segue o manual de excelência dos melhores modelos dos grandes fabricantes em um resultado final que, se peca pela falta de personalidade, ao menos responde em pé de igualdade ao que os mouses topo de linha têm a oferecer. Vamos descrevê-lo incialmente e depois analisá-lo. Figura 1: O Mymax Evolution O Evolution é um mouse de corpo grande e design voltado para destros. Ele tem uma cobertura emborrachada em dois tons: preto em cima e cinza em volta. Em um nicho à esquerda ficam os botões laterais. Na borda superior esquerda há um dois leds, um que indica a resolução vigente e outro que ilumina a marca Mymax. Figura 2: Lateral esquerda Figura 3: Lateral direita No topo ficam os dois botões principais, a roda de navegação (vertical e horizontal), e embaixo dois botões marcados com +/- para controlar a resolução, e um seletor de perfis. Figura 4: Detalhe do topo Na frente do Evolution, há duas saídas de luz ao lado do cabo, que é envolto em tecido e termina em um conector USB banhado a ouro. Uma tira com velcro ajuda a manter o fio enrolado. Figura 5: Ponta do mouse e cabo No outro extremo, no lombro do mouse, fica outra saída de luz. Figura 6: Lombo do mouse Na parte inferior, o usuário encontra o canhão laser de 6.000 dpi, cinco pequenos pés redondos, e o discreto compartimento do sistema de ajuste de peso, com quatro escaninhos para pesos. Figura 7: Visão inferior com compartimento aberto O Evolution vem acompanhado de uma caixinha de metal para os oito pesos (quatro de 4 gramas e quatro de 5 gramas) e de uma prática bolsinha para armazenar o mouse. Figura 8: Acessórios O Evolution tem tudo que se espera de um mouse para jogos, a começar pelo alto número de funções programáveis. São 12 botões configuráveis no total, sendo cinco funções somente na roda de navegação. Tudo é feito através do programa da Mymax, que tem uma interface simples e descomplicada, através da qual o usuário rapidamente configura os seis perfis individuais e a resolução. É possível estipular valores de 200 a 6.000 dpi em seis patamares, além de gravar macros (longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). O programa vem em um CD de instalação. Figura 9: Configuração de botões O aplicativo também permite controlar a velocidade do ponteiro e da rolagem da roda, além de ajustar a iluminação. O Evolution emite um sinal sonoro se for desplugado; o aviso pode ser desligado pelo software. Como curiosidade, o aplicativo também informa quantos cliques o usuário deu com o Evolution ao longo do tempo. Figura 10: Controle de resolução Apesar de grande, o conceito do Evolution é ser um mouse portátil, pois vem com bolsinha de transporte e a fita para prender o cabo. Como tem memória interna de 256 kiB, as configurações do usuário são mantidas mesmo que ele troque de computador. Figura 11: Evolution iluminado O Evolution é um mouse indicado para jogadores com mão grande e que gostem de controlar o periférico com a palma completamente apoiada sobre ele (ou seja, não é o modelo ideal para quem prefere a pegada “claw grip”, com a ponta dos dedos). Os botões laterais são bem posicionados e têm um clique preciso. A estrela do Evolution é a roda, porque além de executar até cinco funções programáveis, ainda realiza navegação tanto vertical quanto horizontal. Os pesos podiam ser melhor distribuídos pela parte inferior ou haver mais compartimentos além dos quatro oferecidos. É possível aumentar o peso do Evolution em apenas 4 gramas (com a inserção de apenas um peso) ou até no máximo 20 gramas (com a colocação de quatro pesos de 5 gramas). Os pés deslizantes podiam ser maiores e acompanhar o contorno do mouse em vez de ser apenas cinco pequenos círculos emborrachados. Com 6.000 dpi e seis estágios de resolução, o Evolution deixa o usuário bem à vontade para configurar a sensibilidade necessária para suas necessidades em jogos. Como pode gravar macros e tem até cinco perfis de usuário, ele se sai bem para jogos de MMORPG como World of Warcraft, além de fazer bonito em jogos de tiro como Battlefield 3. A versatilidade da roda de navegação compensa o fato de o Evolution não ter mais dois botões na lateral direita; por outro lado, nem todo jogador gosta de usar a roda para tantas coisas. Talvez mais dois botões isolados fossem uma alternativa melhor. As principais especificações do mouse Evolution da Mymax são: Mouse laser para jogos Uso para destros Conexão: USB folheada a ouro Funções ajustáveis: 12 Resolução de rastreamento: até 6.000 dpi Perfis de usuário: seis Memória: 256 kiB Dimensões: 130 x 82 x 42 mm Peso: 150 g (ajustável até 170 g) Cabo: 2 metros Mais informações: http://www.mymax.ind.br Preço sugerido no Brasil: R$ 139,00 O Evolution é um mouse que não deve nada aos modelos importados topo de linha. Tem corpo grande, indicado para quem controla o periférico com a palma da mão. É feito para ser levado de um lado a outro, pois vem com uma prática bolsa e uma fita com velcro para pender o cabo. No início do teste, comentamos a falta de personalidade do projeto; na verdade, o comentário foi voltado ao design simples do produto, que segue os padrões mais genéricos do mercado. Tirando o aspecto estético, o Evolution tem tudo o que um grande mouse deve ter e serve tanto para jogos FPS quanto MMORPGs. Uma boa opção para quem não quer gastar uma fortuna com os modelos importados vendidos a preço de ouro (leia-se “custo Brasil”) no país. Pontos Fortes Alta resolução de 6.000 dpi Botões bem localizados e de clique preciso Bom para jogos FPS e MMORPG Ajuste de peso Excelente roda de navegação Software simples e amigável Bolsa de transporte e fita para prender cabo Opção econômica por ser um modelo nacional Pontos Fracos Design genérico Configuração centrada na roda de navegação Indicado apenas jogadores com mãos grandes Ajuste de peso podia ser melhor distribuído
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Teste do Teclado Quick Fire TK da CM Storm
Andre Gordirro postou um tópico em Comentários de artigos
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Teclado Quick Fire TK da CM Storm "Empresa lança versão compacta do teclado Quick Fire Pro, também com teclas mecânicas e iluminadas, voltada para jogos de tiro. Confira nossa avaliação.<br /> " Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br -
Teste do Teclado Quick Fire TK da CM Storm
Andre Gordirro postou uma análise em Dispositivos de entrada
Mobilidade é uma das palavras do momento. Para o jogador que curte participar de campeonatos ou simplesmente ir jogar na casa de um amigo, o pior periférico para ser transportado é o teclado, especialmente os modelos mecânicos da moda, que além de grandes, são pesados. Com esse jogador em mente, a CM Storm lança o Quick Fire TK, versão compacta do Quick Fire Pro, que já testamos, que cabe uma mochila. O modelo também é indicado para quem não tem muito espaço à mesa. Mesmo pequeno, ele apresenta teclado numérico, controles multimídia e de iluminação, e só não permite configuração de teclas e macros. Primeiro vamos descrever o Quick Fire TK para depois avaliá-lo. Figura 1: Teclado Quick Fire TK Assim como o Quick Fire Pro, o irmão menor também chama a atenção pela robustez: ele parece um tijolo preto com teclas mecânicas com a tecnologia Cherry MX. Elas podem ser de três tipos: Cherry MX Red (vermelha), Brown (marrom) ou Blue (azul). A caixa do produto indica o modelo de tecla. Cada uma tem uma característica própria, que falaremos a seguir. A iluminação também segue a tecla de cada modelo: luz vermelha para a Cherry MX Red; azul para a Cherry MX Blue; e branca para o modelo Cherry MX Brown. A iluminação é controlada pelas teclas de função F1-F4. Para que o corpo ficasse compacto, o teclado numérico absorveu as setas e mais as teclas Insert, Home, Page Up, Page Down, Delete, End, Print Screen, Scroll Lock e Pause. Elas foram incorporadas aos números e podem ser acionadas através da tecla Numlk, que altera a configuração do teclado numérico para esses comandos. Uma solução engenhosa. Os controles multimídia dividem as teclas de função F5-F11, e a tecla F12 trava as teclas do Windows ao lado da barra de espaço. Esses comandos extras são acionados em conjunção com a tecla de Função, ao lado do Control direito. Figura 2: Teclado numérico Figura 3: Teclas de função No canto superior direito fica o símbolo da CM Storm, ao lado de três LEDs que indicam o travamento das maiúsculas, do teclado numérico e de rolagem. Na parte inferior, há a porta mini-USB em um nicho de onde partem três trilhos que servem para conduzir o cabo para direita, esquerda ou para cima do corpo do teclado. O Quick Fire TK se apóia em quatro pés antiderrapantes ou dois pés destacáveis. Figura 4: Porta mini-USB O cabo envolto em tecido tem 1,80 metro de comprimento e conectores banhados a ouro mini-USB/USB. Figura 5: Cabo conduzido pelo trilho Visto de lado, o teclado é bem alto e vai de quase 2 centímetros de altura na frente até 3 centímetros na parte detrás. Ele vem com uma ferramenta de extração de teclas para facilitar a limpeza. Figura 6: Altura do teclado A principal característica do Quick Fire TK é ser um teclado mecânico iluminado e compacto. Aqui cabe a explicação de como são as teclas Cherry MX, que já dissemos em outros produtos com a mesma tecnologia. Na prática, a diferença entre as cores indica a força de resposta (de 45 a 60 g), o tipo de resposta (linear ou força) e se as teclas são silenciosas ou não. Resposta linear significa que a tecla desce suavemente, sem o dedo sentir resistência; a resposta de força, naturalmente, é mais notável. Nós recebemos o modelo Cherry MX Blue, que é o mais barulhento e tem resposta mediana (50 g). Figura 7: Tecla Cherry MX Blue com LED Apesar de voltado para jogos, o Quick Fire TK não tem funções programáveis ou teclas de macro (uma longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). Ele, portanto, é mais voltado para jogos de tiro como Battlefield, Call of Duty etc. Quem prefere criar sequências de comandos é melhor contar com um bom mouse que grave macros. Outra característica do periférico é poder trocar a rolagem de teclas. O que é isto? É a capacidade de o teclado perceber o aperto simultâneo de várias teclas sem perder um registro. Ao acionar o número 6 em conjunto com a tecla ESC, o usuário muda o sistema de 6KRO para NKRO. Explicando: 6KRO significa que é possível apertar seis teclas mais uma modificadora (Control, Alt etc) simultaneamente; com o NKRO acionado, não há limite para o número de teclas apertáveis ao mesmo tempo. Jogadores de MMO vão gostar desta característica se optarem pelo Quick Fire TK, mas é preciso saber que a ausência de teclas de macro não o torna o teclado ideal para esse gênero de jogo. O usuário pode escolher entre três tipos de iluminacão (com cinco intensidades): total, pulsante ou apenas no conjunto WASD, o mais usado para jogos de tiro. Figura 8: Teclado todo iluminado Figura 9: Conjunto WASD iluminado Pesado e compacto, o Quick Fire TK ficou um pouco sumido em nossa grande mesa de avaliações, mas ele tem um tamanho interessante para quem usa aquelas mesinhas para computador realmente pequenas. O periférico aguentou os trancos e ficou firme no lugar. Como ele é alto, pegamos um apoio de pulso destacável de outro teclado já testado para maior conforto – sem nivelarmos a mão, o acesso às teclas de função F1-F12 ficaria um pouco distante. A tecla Cherry MX Blue é bem barulhenta; uma digitação intensa lembra aquelas cenas de filmes ambientados em repartições ou redações antigas, cheias de máquinas de escrever. Os colegas de esquadrão virtual do Battlefield 3 ouviram nitidamente o som através do headset em partidas multiplayer. Como no Quick Fire Pro, a solução do cabo destacável não é muito boa, pois a inserção do conector na porta mini-USB é difícil pelo pouco espaço disponível. Também não uma porta USB extra para conexão de um mouse ou um headset USB, o que é comum em teclados para jogos. A ideia do cabo destacável não pareceu muito boa: há pouco espaço para inserir o conector na porta mini-USB. Pelos menos os trilhos organizam melhor o cabo. Também sentimos falta de uma porta USB para ligar outro periférico, seja o mouse ou um headset USB. É sempre uma característica útil, porém não obrigatória. Uma vez que não há teclas programáveis, é bom ter um bom mouse cheio de botões para complementar o Quick Fire TK. A resposta é precisa como era de se esperar em um teclado mecânico, e de todas as cores de Cherry MX que já testamos, a azul nos agradou mais, porém é puro gosto pessoal. O clique audível é um sinal de que o dedo já pode sair de cima da tecla, pois a mola a impulsionará de volta para cima; com um pouco de treino, o usuário verá que a digitação ficará mais fluida e menos cansativa. As principais especificações do teclado QuickFire Pro da CM Storm incluem: Teclado mecânico para jogos Iluminação total ou parcial Tempo de responta: 1ms Opções de teclas: Cherry Blue, Brown ou Red Dimensões: 37,7 x 13,8 x 3,3 cm Cabo: 1,8 m Conexão: mini-USB/USB Peso: 544 g Mais informações: http://www.cmstorm.com Preço médio nos EUA*: US$ 89,99 *Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Quick Fire TK é um dos melhores teclados que já testamos para quem joga FPS (não por acaso, nosso estilo predileto). Robusto, compacto, elegante e imóvel sobre a mesa, ele tem iluminação controlável e um engenhoso sistema de dupla função de teclas para enxugar o espaço sem cortar comandos. Caso a mão do usuário não seja grande, aconselhamos o uso de um apoio de pulso para deixá-la nivelada ao teclado. Não sentimos falta de programação de macros dentro das exigências de um jogo de FPS, e essa deficiência pode ser sanada com um bom mouse programável, que todo jogador que se preze deve ter. Ainda assim, a ausência pode ser uma questão para quem gosta de personalizar comandos. Pontos Fortes Teclas mecânicas de alta precisão com tecnologia Cherry MX Corpo robusto e sólido sobre a mesa Design compacto Iluminação regulável Trilhos para orientar o cabo Pontos Fracos Falta de um apoio de pulso Conector mini-USB de acesso complicado Não oferece teclas programáveis Ausência de porta USB para ligação de outros periféricos -
Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse DeathTaker da Genius "Empresa lança periférico para jogos com resolução de 5.700 dpi e nove botões configuráveis dentro da linha GX Gaming. Leia nosso teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Assim como outros fabricantes de periféricos, a Genius tem uma linha própria para produtos voltados ao mercado de games, com acabamento e funções mais sofisticadas. Ela coloca no mercado o DeathTaker como um mouse voltado para jogos no estilo MMORPG/RTS – ou seja, isso significa que o periférico pode gravar macros (longa seqüência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão). Ele chega a 5.700 dpi de resolução, tem nove botões configuráveis e um engenhoso sistema de ajuste de peso. Analisaremos o desempenho assim que descrevermos suas características físicas. Figura 1: Mouse DeathTaker O DeathTaker é um mouse de tamanho médio para destros que foge ao padrão mais elegante vigente no mercado: a superfície tem inspiração industrial e de carros tunados. Se o usuário prefere um visual mais discreto, o DeathTaker não é o modelo indicado. Ele tem três tipos diferentes de cobertura: uma emborrachada no vão do dedão; uma superície fosca black piano no corpo em si (onde estão os dois botões principais) e uma tampa lustrosa com o escorpião e o slogan da linha GX Gaming para o compartimento de ajuste de peso. Figura 2: Lateral esquerda Ainda há um detalhe prateado (com o nome GX Gaming) que envolve os dois botões laterais, e outros destaques prateados para os botões X, Y e o de macro. Um pequeno botão vermelho D troca a resolução do mouse. Embaixo dele, barras luminosas indicam a resolução vigente. A decoração carnavalesca fica completa com a faixa luminosa no meio da barra de rolagem. Figura 3: Lateral direita Figura 4: Close nos botões Na parte inferior do DeathTaker ficam o sensor laser Avago ADNS-9500 que atinge 5.700 dpi de resolução e dois pés de Teflon para um deslize mais preciso e controlado. Figura 5: Parte inferior Como já descrevemos anteriormente, ao contrário de outros modelos, o sistema de ajuste de peso não fica na parte inferior, mas sim no bojo. A tampa é retirada com uma leve pressão do dedo e um puxão para a direita. Desta forma, o usuário libera um pequeno compartimento de borracha onde são inseridos seis pesos de 4,5 g cada um, para um aumento total de 27 g. Ela é fechada magneticamente. Não há um estojo para armazenar os pesos que sejam retirados. Figura 6: Sistema de ajuste de peso O cabo de 1,8 metro de comprimento é envolto em tecido, termina em uma conexão USB dourada e conta com uma prática presilha de velcro para mantê-lo enrolado. Figura 7: Cabo com presilha A Genius vende o DeathTaker como um mouse indicado para quem joga MMORPG/RTS (jogos de RPG ou estratégia) pelo fato de ele ter nove botões programáveis, mas a verdade é que ele também se presta a jogos FPS (de tiro) – apenas o usuário não teria tanta necessidade assim de configurar complicadas combinações de comando. O pacote incluiu um CD de instalação com o programa de configuração da GX Gaming. Através dele, o usuário pode configurar oito botões e mais a roda de navegação para acionar 11 funções diferentes (a roda pode executar três tarefas). Figura 8: Configuração de botões Como de costume, é possível controlar a velocidade do ponteiro, estabelecer cinco valores de resolução (de 100 a 5.700 dpi) e gravar cinco perfis de usuário na memória interna; útil para manter a programação sempre à mão, sem necessidade de instalar o software em outros computadores. Cada perfil pode ter até 11 macros, em total de 55 macros graváveis no DeathTaker. Figura 9: Configuração de macros A gravação de macros não foge à regra do mercado, mas tem diferença: o programa permite apenas a gravação de vinte teclas em sequência, porém, o usuário pode configurar um botão para agir como uma tecla Shift e, em combinação com o botão designado para troca de perfis, acionar macros gravadas em outros perfis. Com um pouco de organização e testes, esta pode ser uma ferramenta poderosa nas mãos de alguém que goste de manter os vários comandos complexos de um MMORPG literalmente na ponta dos dedos. Por fim, o usuário pode apagar a iluminação do mouse ou escolher entre 16 milhões de tons RGB para que ele pulse ou simplesmente fique aceso na faixa da roda e embaixo do texto GX Gaming no destaque prateado. Da mesa direto para a Marquês de Sapucaí. Figura 10: DeathTaker iluminado A primeira impressão é que o mouse oferece uma pegada mista: como ele tem um bojo bem alto e botões adicionais muito na ponta, é praticamente impossível controlá-lo apenas com a ponta dos dedos, ao estilo “claw grip”; por outro lado, por ter um corpo médio, usuários com mãos maiores não conseguem pousar a palma inteiro por completo no DeathTaker, ao estilo “palm grip”. É preciso costume para encontrar a pegada certa, mas o nicho para o polegar e a ótima disposição dos botões adicionais deixam o periférico bem confortável. Como há fartura na oferta de botões, o usuário pode escolher aquele que melhor alcança para distribuir as macros e outros comandos da maneira que quiser. Programamos com relativa facilidade os comandos mais óbvios de World of Warcraft (invocar montaria, rotação de ataques variados etc) e, como usamos um monitor grande, selecionamos resoluções altas para cobrir o máximo de espaço de tela com o mínimo de movimento de mão. Em combates com vários oponentes amontoados, diminuímos a resolução para selecionar alvos com mais precisão, sem que o mouse deixasse um inimigo escapar. O DeathTaker respondeu com excelência em todos os momentos – e o conforto na pegada garantiu horas de jogo preciso, sem cansar a mão. Deixamos os pesos dentro do mouse, mas o sistema de retirada e armazenamento é bem interessante. A lamentar apenas a ausência de um estojinho para guardar os pesos que o usuário decida retirar, o que é padrão em outros modelos do mercado. As principais especificações do mouse DeathTaker da Genius são: Mouse laser para jogos Uso destro Conexão: USB Funções ajustáveis: Onze (oito botões mais três funções na roda de navegação) Perfis do usuário: Cinco Resolução de rastreamento: Até 5.7000 dpi (em cinco níveis) Tempo de resposta: 250 Hz, 500 Hz e 1000 Hz Cores: 16 milhões RGB Dimensões: 115 x 80 x 35 mm Sistema de peso: Seis pesos de 4,5 g Cabo: 1,8 m Mais informações: http://www.gx-gaming.com Preço médio nos EUA*: US$ 70,00 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O DeathTaker é um bom mouse para jogos no estilo MMORPG/RTS que também pode servir aos jogadores de FPS, apesar de que seria melhor oferecer níveis mais altos de resolução para tanto. Ele é confortável, mas fica no meio termo entre estilos de pegada e pode desagradar os jogadores com mãos maiores. Os botões têm resposta precisa e são bem distribuídos. A tampa magnética facilita a troca de pesos, e a localização no bojo dispensa que o mouse seja virado para ajuste de peso. O gosto duvidoso do produto (poluição visual com muitos logos e textos; três superfícies diferentes) pode ser um fator decisivo para quem procura um mouse mais discreto e elegante. Pontos Fortes Solução interessante para o sistema de ajuste de peso Botões em grande quantidade e bem localizados Grande número de macros Roda de navegação armazena três macros Pegada confortável Pontos Fracos Design de gosto duvidoso Não tem estojo para guardar os pesos retirados
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Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Headset Ceres 400 da CM Storm "Empresa lança modelo estéreo leve e com grandes alto-falantes. Veja nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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Depois de lançar o modelo estéreo Sonuz (testado por nós aqui), a CM Storm coloca no mercado outro headset 2.0, o Ceres 400. As diferenças mais notáveis entre os dois são o alto-falante menor (de 53 mm do Sonuz versus 40 mm do Ceres) e a aparência mais leve do novo modelo. Tanto o Sonuz quando o Ceres 400 são opções mais baratas para quem não quer investir em um headset com som 5.1, geralmente mais caros. Primeiro descreveremos o produto para depois então realizarmos o teste. Figura 1: Headset Ceres 400 O Ceres 400 é um headset de tamanho médio para grande, com fones de 90 mm que encobrem todo o ouvido. O acolchoamento é muito macio e coberto por tecido com microfurinhos para os ouvidos respirarem. O mesmo material também cobre o interior da alça, que fica confortavelmente apoiada na cabeça. Figura 2: Alça acolchoada Figura 3: Alto-falante e microfone O microfone está localizado no alto-falante esquerdo. Ele gira e sobe para ficar fora do caminho quando o usuário quiser que o Ceres 400 seja apenas um headphone, mas não é destacável como o microfone do Sonuz. O cabo é bem comprido (de 2,5 m) e de plástico, ao contrário do Sonuz, que é envolto em tecido. Ele termina em conectores 3,5 mm de som e microfone e tem uma unidade a 50 cm do alto-falante para controlar o volume e emudecer o microfone. A principal característica do Ceres 400 é ser um headset 2.0 que funciona como opção menos avantajada (e mais barata) do que o Sonuz, dentro da linha de produtos da CM Storm. Ele mantém o estilo de grandes alto-falantes, sem chegar ao exagero meio trambolho do modelo mais caro. O resultado é um headset muito confortável para quem gosta de auriculares que abrigam o ouvido inteiro. Figura 4: Ajuste da haste O microfone é flexível, mas geralmente volta à posição normal e precisa ser dobrado novamente. Figura 5: Microfone subido O controle tem um botão deslizante para emudecer o microfone um pouco duro, o que evita que seja acionado por acidente no meio de uma conversa. A roda de volume podia ser um pouco maior. Figura 6: Unidade de controle Quem escolhe um headset estéreo está ciente que deixou de lado o som envolvente da mixagem em seis canais do sistema 5.1. Por outro lado, há quem ache que o som surround em um fone de ouvido é meramente um arremedo de simulação da capacidade de um home theater. O fato é que determinados jogos ganham efeitos impressionantes de ambientação sonora, como é o caso do Battlefield 3, e isto é perdido quando se decide jogar em estéreo. Mas como se saiu o Ceres 400? Com um alto-falante de 40 mm, o grave do headset é forte. Na atual expansão Armored Fury do Battlefield 3, com ênfase em batalhas de tanques, o avanço dos blindados e os disparos dos projéteis soou trepidante. Demais sons e diálogos soaram nítidos. Tanto neste jogo quanto em outros com várias opções de mixagem, é preciso se lembrar de selecionar estéreo 2.0 para evitar cacofonia. O mesmo conselho vale para quem for assistir a um filme em DVD ou Blu-ray no PC. Tirando a perda da ambientação sonora, o Ceres 400 não fez feio. Para ouvir música, que essencialmente existe em estéreo, o Ceres executa bem a função com um grave forte e alta sensibilidade (108 dB) nos médios e agudos. Em termos de conforto, um quesito muito importante para um periférico que ficará horas na cabeça durante extensas maratonas de jogatina, o Ceres 400 é um dos headsets mais confortáveis que já testamos. O tamanho médio para grande não representa um trambolho pesado, pois ele é leve. Os ouvidos são envolvidos por auriculares muito macios, e o controle do tamanho da haste faz com que o Ceres 400 não aperte a cabeça. As principais especificações do headset Ceres 400 da CM Storm incluem: Headset analógico estéreo 2.0 Conectores: dois 3,5 mm Cabo: 2,5 m Especificações dos Alto-Falantes Alto-falantes de 40 mm Resposta de frequência: 20Hz – 20kHz Impedância: 32 Ω Sensibilidade: 108 ± 4 dB (em 1 kHz) Especificações do Microfone Resposta de frequência: 100 Hz – 10kHz Sensibilidade: -38 dB ± 3 dB (em 1 kHz) Razão sinal-ruído: 50 dB Mais informações: http://www.cmstorm.com Preço médio nos EUA*: USD 49.99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Na comparação direta com o Sonuz, o outro modelo estéreo da CM Storm, achamos o Ceres 400 uma escolha mais vantajosa por ser mais leve e confortável, além de menos trambolho. O microfone é mais flexível do que o do modelo maior, mas ainda assim precisa de ajustes de vez em quando para ficar dobrado na posição escolhida pelo usuário. Certas diferenças como o fato de o microfone não ser destacável e o cabo não ser envolto em tecido não valem o preço mais caro cobrado pelo Sonuz; preferimos a simplicidade e leveza do Ceres 400 aliadas ao som competente, mesmo que apenas estéreo. Pontos Fortes Som estéreo de qualidade, com graves fortes Extremo conforto Headset leve Ótimo para ouvir música Controle com tem chave dura para emudecer o microfone Pontos Fracos Microfone podia dobrar mais Roda do volume no controle pequena demais
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Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Headset Sonuz da CM Storm "Empresa lança modelo estéreo com design futurista e microfone destacável. Confira o teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
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