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Andre Gordirro

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Tudo que Andre Gordirro postou

  1. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Headset Vengeance 1300 da Corsair "Empresa lança headset analógico dentro da nova linha Vengeance em substituição ao modelo digital HS1, que já testamos anteriormente. Confira a novidade aqui." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  2. A Corsair entrou no mercado de headsets para jogos com o modelo digital HS1, que já testamos. Agora a empresa coloca nas prateleiras a linha Vengeance, com o modelo analógico 1300 e equivalente digital 1500. Testaremos o primeiro produto a seguir. Como sempre, analisaremos os aspectos físicos do equipamento para depois avaliarmos seu desempenho. Figura 1: O Vengeance 1300 da Corsair O Vengeance 1300 é um modelo grande de headset, com auriculares que cobrem completamente a orelha. Eles abrigam uma caixa de som de 50 mm e giram no próprio eixo para facilitar o transporte. As bordas de espuma são cobertas por courino. Figura 2: O headset aberto Para quebrar a monotonia do corpo todo preto, há um elegante aro azul em volta de cada auricular. Do lado esquerdo sai o microfone, que pode ser erguido quando o usuário estiver apenas escutando música ou simplesmente transportando o Vengeance 1300. Figura 3: Fones virados O cabo envolto em tecido termina em dois conectores de 3,5 mm (áudio e voz). No meio do cabo fica a unidade de controle, com uma roda para aumentar/diminuir o volume e uma chave para emudecer o microfone. Ao contrário do HS1 e do modelo Vengeance 1500, a unidade do Vengeance 1300 não acende. Figura 4: Unidade de controle de volume A principal característica do Vengeance 1300 é ser um headset analógico; dessa forma, ele pode ser usado assim que for retirado da caixa, sem necessidade de instalação de um software. Por outro lado, exatamente por ser analógico, ele não aproveita a mixagem em som Dolby Digital de quase todos os games mais famosos do mercado. O usuário perde a definição e clareza superiores do som digital, bem como a divisão por canais. O Vengeance só reproduz em estéreo. Figura 5: Faixa acolchoada O Vengeance tem um ajuste de até 7,5 centímetros de cada lado da haste, cuja parte superior conta com um acolchoamento extremamente macio. Na cabeça, o Vengeance 1300 é um dos mais headsets mais confortáveis que usamos; a haste faz uma leve pressão contra as orelhas, o que ajuda no isolamento acústico. Não sentimos desconforto após nossa usual jornada de quatro horas de jogatina. Figura 6: Detalhe do microfone O microfone é unidirecional com cancelamento de ruído. Em nosso teste, a captação de voz foi elogiada e, mesmo diante das explosões e intenso tiroreito das partidas de Battlefield 3, os colegas de esquadrão virtual elogiaram a clareza com que nossa voz era ouvida. O microfone foi a melhor característica do Vengeance 1300, junto com o conforto do acolchoamento na haste e nos auriculares. Como dissemos, por dispensar software, o Vengeance 1300 foi plugado diretamente na saída de som on-board de nossa placa Intel Pearl Creek DG31PR. O ajuste inicial, através do gerenciador de áudio do Windows 7, levou algum tempo: tivemos que acabar com um insistente chiado e regular o ganho do microfone para não captarmos uma obra no prédio ao lado (apesar do cancelamento de ruído). Uma vez feito tudo isso, o Vengeance mostrou ser um headset de desempenho estéreo modesto; foi então que abrimos o equalizador do sistema operacional para regularmos as frequências ao nosso gosto. Aí tudo mudou sensivelmente. O resultado final do Vengeance 1300 foi um bom desempenho na audição musical e um resultado mediano em jogos de ação, pois, por ser analógico, o Vengeance 1300 perde as nuances de ambientação dos canais 5.1 ou 7.1 da mixagem em Dolby Digital. Ele reproduziu bem as passagens em estéreo de aeronaves no céu em Battlefield 3, e conseguimos localizar de que lado vinham as rajadas inimigas, mas a imersão plena sonora não aconteceu. Logicamente, esse é o preço pela escolha de um headset analógico; é um limitante, não um defeito do produto em si. Como já elogiamos no modelo anterior HS1, o controlador de volume é fácil de localizar no meio do cabo e pode até ser pousado em cima da mesa; apesar de não ser iluminado, o polegar encontra facilmente a roda de volume e a chave para emudecer o microfone. Como os auriculares giram no próprio eixo, o Vengeance 1300 é fácil de ser colocado sobre a mesa e também cabe sem problemas em uma mochila; nesse caso, por ser analógico, ele também é prático de ser usado em outros computadores, pois dispensa software – mas é sempre bom reservar um tempo para os ajustes no Windows 7, pois cada placa de som on-board tem suas características próprias. As principais especificações do headset Vengeance 1300 da Corsair incluem: Especificações dos Fones: Alto-falantes de 50 mm Resposta de frequência: 20Hz – 20kHz Impedância: 32 Ω em 1kHz Cabo: 3 metros Peso: 375 g Especificações do Microfone: Microfone unidirecional cancelador de ruído Impedância: 2.2 Ω Resposta de frequência: 100Hz – 10kHz +/- 2dB Sensibilidade: -41dB +/-3 dB Especificações Gerais: Mais informações: http://www.corsair.com Preço médio nos EUA*: US$ 69.99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Vengeance 1300 é um produto para quem não se importa com som digital multicanais e quer simplesmente um headset muito confortável e de fácil transporte ou armazenamento. Ele tem ótima captação de voz, mas necessita de algum tempo na equalização para que o som tenha um ganho maior, especialmente para os usuários com placa de som on-board. A imersão sonora, porém, não ocorre plenamente por ser um headset analógico. Pontos Fortes Facilidade de transporte Isola bem o ouvido Confortável no topo da cabeça Controle independente de volume e microfone Microfone com ótima captação de voz Pontos Fracos Não aceita mixagem digital multicanais (como Dolby Digital) Precisa de equalização para obter maior ganho Som estéreo não permite grande imersão sonora em jogos
  3. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse M.M.O.7 da Cyborg "A divisão de periféricos para jogos da Mad Catz lança um modelo de mouse para adeptos de RPG online com 78 funções programáveis e corpo remontável. Confira nosso teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  4. A Cyborg já tinha em catálogo uma linha voltada para jogos no estilo FPS, os modelos R.A.T.; agora a empresa lança o M.M.O.7, com basicamente o mesmo corpo e direcionado para MMORPGs, os jogos online de RPG para multijogadores que têm no World of Warcraft seu exemplo mais famoso. O M.M.O.7 se destaca entre a concorrência pelo corpo parecido com um Transformer: ele tem partes expostas e é remontável, ou seja, o usuário pode trocar peças e ajustá-lo ao tamanho da mão. O mouse oferece 13 botões configuráveis que chegam a comandar 78 funções diferentes, seu sensor alcança 6.400 dpi de resolução, e o corpo tem peso ajustável. De início, vamos descrever as características físicas do M.M.O.7 para depois vermos sua configuração e funcionamento. Figura 1: O mouse M.M.O.7 Voltado para destros, o M.M.O.7 tem um visual mecanizado, com corpo preto vazado e cheio de detalhes na cor laranja. Ele oferece três opções de troca para o apoio da palma da mão e do mindinho, maiores e menores, emborrachadas ou não, para se ajustar aos diferentes tipos de “pegada” do usuário. O apoio do polegar não foi esquecido: apesar de não ser trocável, a peça pode ser ajustada para deixar os botões acessíveis. Figura 2: Lateral esquerda Em termos de botões, há um perto na lateral direita, acima do apoio do mindinho; três independentes na ponta, além dos tradicionais dois cliques, do botão de controle de resolução e da roda de navegação; cinco botões no apoio de polegar e mais um individual redondo, que lembra um controle analógico de videogame; e, finalmente, uma outra roda que realiza navegação horizontal. No total, são 13 opções. É muita coisa, porém, graças aos ajustes no corpo do mouse, o usuário consegue achar um formato do M.M.O.7 que deixe todos os botões ao alcance dos dedos. Figura 3: Lateral direita Figura 4: Visão frontal Na parte inferior o usuário encontra o sensor de 6.400 dpi de resolução, o sistema com cinco pesos de 6 gramas para ajuste, pés de Teflon, e a ferramenta para trocar as peças do M.M.O.7. O mouse ainda apresenta um cabo envolto em tecido que termina em uma conexão USB banhada a ouro. A aparência do M.M.O.7 pode assustar a princípio, mas os ajustes físicos são facilmente feitos. Uma ferramenta guardada na traseira do mouse serve para retirar os apoios do mindinho e da palma da mão. Os sobressalentes ficam guardados um estojo. Basta soltar o parafuso, trocar a peça e reaparafusá-la para deixar o M.M.O.7 ao gosto do usuário. O apoio do polegar pode ser mexido com uma rosca para melhor posicioná-lo. Figura 5: Ajuste do apoio do polegar Figura 6: Peças do apoio do mindinho Os pesos também são facilmente trocáveis. A mesma rosca que guarda a ferramenta pode ser girada para soltar os pesos e a mola que os mantém presos. O estojo também tem um compartimento para o usuário guardá-los. Toda a configuração física do M.M.O.7 é feita rapidamente; o que demora mesmo é encontrar o ajuste certo. Isso só vem depois de algumas trocas de peças e horas de jogo. Não indicaremos aqui a melhor configuração pois ela depende do tamanho da mão e gosto de cada pessoa. Figura 7: Peças do apoio da palma da mão Figura 8: Estojo para as peças sobressalentes Figura 9: Sistema de ajuste de peso Não adiantaria nada ter tantos botões se o M.M.O.7 fosse complicado de programar. Felizmente, o software (baixável do site da Cyborg) não somente é simples, como já vem com vários configurações disponíveis para os principais MMORPGs do mercado; basta dizer que o recém-lançado Star Wars: The Old Republic já conta com um perfil para o M.M.O.7 que otimiza a configuração dos botões. Mas o grande achado é um programa adicional para World of Warcraft que abre uma interface no próprio jogo para configurar o M.M.O.7: basta arrastar os ícones de feitiços, poderes e ações para os botões e pronto. É a melhor característica de configuração de MMORPG que já vimos. Além de três modos de configuração, o botão acima do mindinho funciona como uma tecla Shift que abre outros três modos de configuração; no total, o M.M.O.7 chega a 78 comandos programáveis. É um grande exagero, e duvidamos que alguém chegue a configurar todas essas possibilidades, mas o bom do M.M.O.7 é oferecer tantos botões que o usuário pode escolher aqueles mais fáceis de serem apertados pelos dedos, por exemplo. Em nosso teste, achamos um ou outro botão um tanto difícil de ser usado; felizmente, a oferta era tanta que procuramos outro, sem problemas. Quando terminamos de programar o M.M.O.7 para nossas partidas de World of Warcraft, faltou somente o prosaico ajuste do nível de resolução. São quatro níveis que vão de 25 a 6.400 dpi – o M.M.O.7 já vem como default em 800, 1.600, 3.200 e 6.400. Figura 10: Configuração de resolução Os ajustes físicos, como já dissemos, são completamente pessoais. Em nosso caso, como gostamos de levantar o mouse durante a ação, retiramos todos os pesos; porém, mesmo assim, pelo formato avantajado do corpo, o M.M.O.7 não se presta esse tipo de gesto. Como gostamos de pegar o mouse com a ponta dos dedos e a mão arqueada, em um estilo chamado de “claw grip” em inglês (pegada em garra), ajustamos o M.M.O.7 até ficar a nosso gosto. Figura 11: Interface do World of Warcraft com o M.M.O.7 Uma grande vantagem no M.M.O.7 é que os pequenos botões imediatamente à direita e à esquerda da roda de navegação, chamados de “ActionLock”, travam os botões de clique como se eles fossem acionado interruptamente: é uma solução ótima para longos momentos caminhada/cavalgada/voo em World of Warcraft, que teoricamente cansam o dedo indicador que tem que manter o clique esquerdo apertado continuamente. Um led verde é aceso na ponta do mouse e indica que o botão de clique esquerdo está travado. Pronto: é só deixar nosso herói no World of Warcraft voar em linha reta em sua montaria alada e pegar um café na cozinha, sem ficar com as juntas do indicador doloridas. Figura 12: O M.M.O.7 aceso Claro que não ficamos apenas no World of Warcraft e encaramos uma partida de nosso FPS predileto, Battlefield 3. Mudamos toda a configuração e, obviamente, sobraram muitos botões sem uso; porém, como já comentamos, a grande oferta significa que fomos capazes de escolher os botões mais facilmente acionáveis para as funções que queríamos. Além disso, o botãozinho direcional redondo, bem no meio do apoio de polegar, serve praticamente como um botão auxiliar de mira. Ele pode ser configurado com uma resolução de precisão de rápido alcance. Foi uma das melhores soluções do gênero que encontramos. As principais especificações do mouse M.M.O.7 da Cyborg incluem: Mouse laser para jogos Uso para destros Conexão: USB Acessórios: três apoios de mindinho e três apoios de palma da mão Funções ajustáveis: 78 (em 13 botões) Resolução de rastreamento: até 6.400 dpi Velocidade máxima: 600 centímetros/segundo Aceleração: 50 G Dimensões: 170 x 98 x 264 milímetros Ajuste de peso: cinco pesos de 6 gramas cada Mais informações: http://cyborggaming.com Preço médio nos EUA*: USD 129.99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O M.M.O.7 tem um visual que divide opiniões. Uma pessoa que viu o mouse em nossa mesa o achou parecido com uma barata; em nossa fantasia nerd, ele lembra um Transformer. O número de botões pode parecer exagerado, mas com isso é possível escolher os de acesso mais fácil para programação. O software da Cyborg é simples de programar e, melhor ainda, vem com ótimos perfis para todos os principais MMORPGs no mercado, até os menos populares como Star Trek Online, por exemplo. Quem treme diante da tarefa de programar um periférico não tem mais do que reclamar. E o M.M.O.7 é o mouse obrigatório para jogadores de World of Warcraft: com a interface de configuração integrada à do jogo, nunca foi tão fácil deixar o poder de Azeroth literalmente na ponta dos dedos. Pontos Fortes Grande oferta de botões (13) e funções (78) programáveis Botões coloridos são fáceis de achar Programa amigável com várias opções pré-programadas Ajuste do corpo à mão do usuário Botão “ActionLock” trava o clique esquerdo e poupa cansaço do indicador Indicado para jogadores de World of Warcraft pela excelente configuração Pontos Fracos Mesmo sem os pesos, é um mouse avantajado para ser erguido Preço: se já é considerado caro no exterior (por USD 130), aqui no Brasil deve chegar à casa dos R$ 600 (como alguns modelos da Razer) O visual pode não agradar a todos os gostos
  5. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse Kone[+] da Roccat "Empresa alemã lança mouse para jogos com uma tecnologia que expande funções programáveis para 22. Conheça essa e outras novidades do produto no teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  6. Boa parte dos mouses para jogos no mercado oferecem entre seis e nove botões programáveis; o Kone[+] da Roccat tem oito, porém chega a 22 funções graças à tecnologia EasyShift[+], que funciona sob o mesmo princípio da tecla Shift do teclado. O [+] no nome do produto se refere a essa tecnologia, para diferenciar do modelo Kone comum, que não consta com EasyShift[+]. No geral, o Kone é um mouse para destros que chega a 6.000 dpi de resolução, tem sistema de ajuste de peso e uma roda de navegação multidirecional. Vamos examinar suas características físicas e depois testá-lo. Figura 1: O mouse Kone[+] O Kone[+] tem um design levemente destro que não torna de todo impossivel o uso para um canhoto (apesar de sacrificar o uso dos botões laterais esquerdos e a função EasyShift[+]; mais sobre isso adiante). O corpo é todo emborrachado, com botões laterais apenas no lado esquerdo. Duas faixas com LEDs percorrem o mouse de ponta a ponta para iluminá-lo. As luzes podem ser apagadas via software. Figura 2: Lateral esquerda Na cabeça do Kone[+] ficam a roda de navegação (que realiza navegação horizontal, além da tradicional vertical), dois botões com sinais de +/- para controlar a intensidade da resolução e, bem na ponta, um botão com o símbolo barra tripla (≡). A parte debaixo conta com três pés de Teflon, o sensor de 6.000 dpi e um espaço para o usuário colocar até quatro pesinhos de 5 gramas para personalizar o peso do periférico. Ao contrário da maioria dos mouses de ponta no mercado, o Kone[+] não tem um cabo envolvo em tecido, nem um conector USB banhado a ouro. Figura 3: Lateral direita O carro-chefe do Kone[+] como produto é a função EasyShift[+], uma maneira inteligente de aumentar virtualmente a quantidade de botões programáveis sem aumentar fisicamente o número de botões do mouse. O botão cinco (na lateral esquerda, que em outros mouses aciona o “voltar” na navegação) funciona como a tecla Shift de um teclado. Ao apertá-lo em conjunto com os outros botões ou a roda de navegação, o usuário aciona uma outra função. Assim, através do software de configuração, é possível programar até 22 funções, indo além dos oito botões mais a roda. Além da função EasyShift[+], o Kone[+] ainda conta com a tecnologia Easy-Aim para troca automática de resolução, e a função Easy-Wheel que faz com que a roda de navegação controle o volume do som do computador, por exemplo. Tudo isso é ajustável via software. Figura 4: Programação das teclas EasyShift[+] O usuário pode programar cinco patamares de variação da resolução até o limite de 6.000 dpi. Também é possível criar cinco perfis para jogos e aplicativos na memória interna de 128 KB. Como gravar macros (uma longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão) geralmente é uma tarefa ingrata, o Kone[+] já oferece um pacote de macros para jogos populares como Starcraft e Battlefield Bad Company 2 e também aplicativos como Firefox e Photoshop. Para quem curte o aspecto estético de configuração, é possível alterar a iluminação das faixas de LEDs com 35 opções de cores e de intensidade da luz (ela pode piscar, fluir de uma ponta a outra, ficar plenamente acesa ou apagada etc). Figura 5: Programação de cores Figura 6: Mouse aceso Realmente a grande diferença – e atrativo – do Kone[+] é a função EasyShift[+]. É uma grande ideia que se saiu bem em nosso teste, exceto por um aspecto: apenas um botão aciona a tecnologia; no caso, o botão cinco, como já dissemos. Ele é geralmente reservado ao “voltar” na navegação e, em nosso caso, sempre o programamos para “facada” em jogos do gênero FPS. Como a função EasyShift [+] não pode ser atribuída a outro botão, se o usuário quiser tirar proveito dela terá que mudar seus hábitos (como aconteceu conosco). Realmente o botão cinco é o mais lógico para tal tarefa por ser o de melhor acionamento, mas com isso ficamos sem usá-lo para a boa e velha facada virtual. De resto, assim que nos acostumamos, o EasyShift[+] tornou o mouse bem mais versátil, inclusive com aplicativos. O formato do corpo do Kone[+] permite tanto uma pegada com a palma da mão plenamente apoiada sobre o mouse quanto um controle com a ponta dos dedos; porém, pelo tamanho, dependendo da pegada ficará difícil acionar alguns botões. Contudo, botão com o símbolo de barra tripla (≡) é bem difícil de ser clicado, não importa a pegada. O dedo tem que passar sobre a roda de navegação para enfim acertá-lo. Os 6.000 dpi de resolução são mais do que suficientes para qualquer partida. O sistema Easy-Aim permite uma troca bem rápida de nível de resolução, bom para aqueles momentos em que o jogador passa do rifle de atirador de elite (que exige um dpi mais baixo para a mira ficar mais fixa) para a pistola diante da aproximação súbita de um inimgo. O usuário pode optar por um aviso sonoro para cada alteração de dpi – é bem mais útil que ter que desviar o olho da tela para uma luz qualquer piscando no mouse. O ajuste de peso depende do gosto de cada usuário. Colocamos os pesos para o teste, mas penamos para abrir a tampinha do compartimento – e demoramos mais ainda para fechá-la de volta. Uma simples lingueta teria resolvido a questão. Figura 7: Compartimento de peso Figura 8: Estojo com pesos As principais especificações do mouse Kone[+] da Roccat incluem: Mouse laser para jogos Uso para destros Conexão: USB Funções ajustáveis: 10 (oito botões mais dois na roda de navegação) Perfis do usuário: Cinco Resolução de rastreamento: Até 6.000 dpi Velocidade máxima: 165 cm/s Aceleração: 30 G Tempo de resposta: 1 ms Processador: 72 MHz Memória: 128 KB Dimensões: 135 x 78 x 40 mm Peso: 126 gramas mais quatro pesos opcionais de 5 gramas cada Mais Informações: http://www.roccat.org Preço médio nos EUA*: USD 99.99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. O Kone[+] tem como destaque a inteligente solução do EasyShift[+]. O corpo tem um desenho interessante que até um canhoto poderia usá-lo, mas perderia o EasyShift[+] por não ter acesso aos botões laterais. A inclusão de macros para jogos e programas badalados é um presente para quem nunca arriscou personalizar o mouse a esse ponto. A tampa do compartimento de peso merece voltar para a mesa de desenho. Pontos Fortes Tecnologia EasyShift[+] oferece 22 funções programáveis Belo efeito de cores Roda faz navegação horizontal Sistema rápido de troca de resolução com aviso sonoro Já vem com macros sugeridas para jogos e aplicativos Pontos Fracos Botão 5 preso à função EasyShift[+] Botão com o símbolo de barra tripla (≡) é bem difícil de ser clicado Tampa do compartimento de peso difícil de abrir e fechar Preço já considerado alto no exterior se tornará extorsivo no Brasil
  7. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse Sensei da SteelSeries "Modelo voltado para games chega a 11.400 dpi de resolução e conta com visor LCD para acessar suas funções de personalização. Acompanhe nosso teste." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  8. A cada nova geração de mouses para games, as empresas se superam: a SteelSeries acaba de lançar o Sensei, modelo ambidestro que chega a impressionantes 11.400 dpi de resolução, e ainda conta com um processador de 32 bits dedicado para os cálculos de precisão de movimento, sem necessidade de depender de software ou mesmo do PC do usuário. Todo esse poderio ainda pode ser ajustado por um programa que permite configurar o Sensei nos mínimos detalhes, dos botões à seleção de 16,8 milhões de cores para decorar o periférico. Vamos analisá-lo a seguir, começando pelas características físicas. Figura 1: Visão de cima O Sensei tem um design ambidestro com dois botões em cada uma das laterais emborrachadas. O dorso é de plástico metalizado, com uma curva acentuada própria para quem usa o mouse com toda a palma da mão apoiada sobre o periférico. No topo, há a roda de navegação iluminada e o seletor de resolução. No fim da curva fica a logomarca também iluminada da SteelSeries. Essas luzes podem ser apagadas via software. Figura 2: Visão lateral Embaixo há três pés de Teflon, o canhão laser do sensor e um pequeno LCD que o usuário pode decorar a gosto (mais detalhes adiante). O mostrador também serve para o usuário selecionar suas configurações caso esteja em um PC alheio que não tenha o software do Sensei instalado. A seleção é feita pela roda de navegação e botão seletor de resolução. Figura 3: Visão inferior Figura 4: LCD inferior O cabo do mouse é envolto em tecido e termina em um plug USB banhado a ouro. O Sensei vem pronto para usar de fábrica, mas, naturalmente, é preciso instalar o programa de configuração (disponível no site da SteelSeries; não vem com disco de instalação) para se ter acesso a todos os recursos. A interface é elegante, mas a mecânica da configuração em si dos oito botões programáveis e da gravação de macros (uma longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão) é um pouco complicada. Levamos um tempo para deixar o Sensei de acordo com nosso gosto para o teste, após frustrantes erros e tentativas. É possível gravar cinco perfis de usuário na memória interna. Figura 5: Configuração Através do programa, o usuário pode calibrar os recursos oferecidos pelo processador de 32 bits do Sensei. Ele trabalha com a tecnologia ExactTech, que controla a aceleração e a desaceleração do ponteiro, a precisão da distância de levantamento do mouse e, finalmente, os patamares de variação da resolução, que pode chegar a 11.400 DPI, como já dissemos. A tecnologia ExactTech permite extrapolar os movimentos do mouse e prever sua trajetória, trabalhando ainda mais rápido do que a mão (e reflexo) do usuário. Assim, quando o jogador de FPS começar a diminuir o movimento do Sensei ao tentar mirar em um inimigo, o mouse vai reagir desacelerando ainda mais. Quem considerar que esse recurso atrapalha seu estilo de jogo ou fere a esportividade pode desligá-lo via software. Figura 6: Iluminação O programa também controla a iluminação do mouse e a personalização do mostrador LCD da parte inferior. Ele pode ser decorado com várias opções de bitmaps ou o usuário pode fazer a sua própria arte no site da SteelSeries e depois carregar no Sensei. Não é exagero dizer que o Sensei está muito à frente da concorrência. Sim, consideramos desnecessário oferecer um patamar tão alto de resolução, praticamente o dobro da precisão dos modelos disponíveis na prateleira. Contudo, o Sensei brilha mesmo com a tecnologia ExactTech: é como se fosse um reforço biônico aos reflexos do jogador comum; um doping digital, digamos assim. Testamos várias calibragens e realmente o Sensei aumenta a reação do ponteiro/mira, indo mais rápido quando acelerado ou diminuindo mais quando desacelerado. O Sensei entreou em combate no novo Battlefield 3. Colocamos a resolução no topo, mas o que o mouse ganha em velocidade, perde em precisão de ajuste fino de mira. Ter um patamar de 4.000 dpi é mais do que satisfatório para o nosso estilo de jogo. No uso físico, consideramos o botão principal esquerdo um pouco duro (mas dá para se acostumar). O bojo do mouse é indicado a usuários com mãos maiores e que prefiram controlá-lo com a palma inteiramente pousada sobre o periférico; quem gosta de uma pegada na ponta dos dedos (em inglês, o estilo “claw grip”) não vai ficar à vontade com o Sensei. Não se engane com a existência de quatro botões laterais; na verdade, há dois botões de cada lado apenas para o Sensei ter uso ambidestro. Os botões que ficam do lado do mindinho (seja o usuário destro ou canhoto) são praticamente impossíveis de ser acionados por ele, não importa de que lado estejam. Portanto, em sua estratégia, considere apenas os dois botões do polegar (seja na configuração para destro ou canhoto). Figura 7: Botões laterais As principais especificações do mouse Sensei da SteelSeries incluem: Mouse laser para jogos Uso ambidestro Conexão: USB banhada a ouro Funções ajustáveis: Oito Perfis do usuário: Cinco Resolução de rastreamento: Até 11.400 dpi Velocidade máxima: 40 centímetros/segundo Aceleração: 30 G Processador: 32 bits Dimensões: 68,3 x 38,7 x 125,5 milímetros Peso: 102 gramas Cabo: Dois metros Mais informações: http://www.steelseries.com Preço médio nos EUA*: USD 89.99 * Pesquisado na Amazon.com no dia em que publicamos este teste. O Sensei realmente é um mouse top de linha, graças à tecnologia ExactTech, ao altíssimo alcance de resolução e grande capacidade de configuração, e só consideramos digno de ressalva o fato de o programa não ser tão amigável e ter praticamente sacrificado dois botões para manter o design ambidestro. Pontos Fortes Altíssima resolução de 11.400 dpi Tecnologia ExactTech antecipa decisões do usuário Design elegante com personalização via LED Pontos Fracos Botão principal esquerdo um pouco duro Design ambidestro praticamente sacrifica dois botões laterais Software de programação pouco amigável
  9. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Teclado Valo da Roccat "Empresa alemã de periféricos para jogos lança modelo de teclado iluminado com mostrador LCD e 41 teclas dedicadas para macros. Leia o que achamos do produt" Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  10. O teclado Valo da Roccat chama a atenção para o grande número de teclas adicionais. São 41 dedicadas apenas para gravar macros, com até 500 (!) toques em uma única sequência de programação. Além disso, ele conta com teclas iluminadas e até mesmo um pequeno microfone que pode ser plugado na lateral, para quem não quiser ter um headset. Esses e outros recursos serão analisados no teste a seguir, que começa pela descrição física do produto. Antes vamos recordar o que é macro. Como já explicamos aqui algumas vezes, macro é uma longa sequência de comandos que pode ser programada para entrar em ação a partir de uma única tecla. Para quem joga, uma macro bem feita poupa tempo (e, às vezes, a vida virtual) durante uma partida, como poder acionar a montaria de seu personagem com um simples botão em World of Warcraft. Figura 1: O teclado Roccat Valo Além das 105 teclas de um teclado padrão, o Valo conta com mais outras 55, distribuídas em teclas de macro, controle multimídia e outras funções. É, portanto, um modelo grande, com praticamente o mesmo tamanho de um teclado regular mais um apoio para pulso. Na borda superior esquerda há uma porta USB 1.1; no lado oposto ficam as entradas de áudio para conexão de um headset ou de um microfone fornecido pela Roccat. Figura 2: Porta USB Figura 3: Entradas de som Figura 4: Microfone No canto superior direito há um mostrador LCD que pode informar o usuário sobre o perfil de configuração vigente, se chegou e-mail, data e hora, uso da memória RAM e outros tipos de informação programáveis através do software de configuração. O cabo de plástico do Valo termina em duas conexões USB e duas de áudio (voz e som) a serem contectadas no computador. Figura 5: O mostrador LCD Acima das teclas comuns, ficam as duas fileiras de teclas de macro. Bem à esquerda, três teclas controlam a gravação das macros. A Roccat incluiu um conjunto de 45 teclas coloridas (em tons de vermelho, azul-claro e azul-escuro) para o usuário substituir pelas pretas e, assim sendo, dar mais destaque e personalizar o seu Valo. Para trocar as teclas, basta usar a ferramenta incluída no pacote. Fechando o conjunto de acessórios, há um microfone para ser plugado na entrada de som na borda direita. Figura 6: Teclas de gravação e de macro Figura 7: Teclas coloridas Figura 8: Conjunto de acessórios O Valo conta com iluminação em todas as teclas. O grau de intensidade da luz das teclas – e também do mostrador LCD – pode ser controlado por botões na borda superior do teclado. Figura 9: Iluminação Agora que examinamos os aspectos físicos do Valo, vamos à programação e ao uso. Programar macros não é a coisa mais simples do mundo. Ainda bem que o software da Roccart facilita um pouco as coisas e tem uma interface amigável. Através dele, as macros podem ser salvas em cinco perfis, cada um com quatro subperfis chamados de “layers” (camadas), em um total de vinte perfis diferentes para cada uma das 41 teclas de macro. É muita coisa, acredite – mais do que o jogador casual irá necessitar, mas certamente um prato cheio para quem gosta de se preparar para controlar tudo na literal ponta dos dedos. Em jogos como World of Warcraft (MMORPG) e Starcraft (RTS), o usuário pode gravar comandos complexos que tomam tempo (combo de ataques, construção de unidades etc) e costumam ser repetidos várias vezes em uma partida. O Valo tem uma memória interna de 2 MB para armazenar as macros. Figura 10: Gravação de macros O programa também permite configurar as informações que aparecem no mostrador LCD e a intensidade da iluminação das teclas. Figura 11: Controle de iluminação Bem, como antes da diversão vem o trabalho, primeiro começamos a testar o Valo como um teclado comum, ou seja, para digitação de textos, conversas em comunicadores instantâneos etc. Nesse quesito, ele se saiu muito, muito mal: as teclas são pequenas (para poder acomodar as outras 55 adicionais) e mais resistentes (para aguentar o tranco das partidas). Acabamos errando várias teclas, algumas letras saíram puladas, acionamos o Caps Lock várias vezes sem querer. A experiência foi ruim e consideramos que o Valo não pode ser usado para trabalho. Durante as partidas, quando precisamos digitar pequenas mensagens para os colegas de jogo, o texto saiu truncado pela dificuldade de digitação. Se a digitação foi péssima, ao menos jogando as teclas respondem muito bem, apesar de termos errado alguns comandos pelo que já falamos: os botões são um pouco pequenos e induzem ao erro. Em dado momento, lançamos uma granada ao invés de darmos uma facada. Em termos de programação, aí sim o Valo é imbatível. É tanta possibilidade que, realmente, a inclusão de teclas coloridas faz sentido. Só achamos que os tons de azul são meio parecidos; talvez uma opção amarela ou laranja teria sido melhor. Outra ideia era copiar alguns modelos do mercado e oferecer um conjunto WASD sobressalente, pois são as teclas que ficam mais gastas com o tempo. Ainda estamos tentando entender por que a Roccat decidiu incluir um porta USB 1.1 no Valo; não estamos exigindo uma USB 3.0, mas, do jeito que está, o teclado não reconheceu um mísero HD externo de 250 GB e a porta só serviu mesmo para ligarmos o mouse. Ao menos as entradas de áudio servem para quem, como nós, vive trocando de headset – mas a inclusão do microfone externo é uma bobagem, pois quem joga sabe como é importante o isolamento acústico de um bom headset, que já vem com microfone integrado, afinal de contas. O Valo foi testado durante partidas de Call of Duty e World of Warcraft. Com a capacidade praticamente infinita de gravação de macros, ele se presta mais a jogos de MMORPG e RTS do que FPS, onde os controles mais comuns podem ser gravados em um bom mouse. Lamentamos só a dificuldade de digitar mensagens entre os colegas de jogo por conta das teclas pequenas, mas, no que o Valo se propõe, ele se destaca: o teclado é o modelo ideal para fissurados em macros e configuração abrangente. As principais especificações do teclado Valo da Roccat incluem: Teclado USB para jogos Uma porta USB 1.1 e duas entradas 3,5 mm para microfone e áudio Teclas adicionais: 55 Teclas de macro: 41 Memória interna de 2 MB Dimensões do teclado: 495 x 200 x 28 mm Dimensões do mostrador LCD: 65 x 15 mm Mais informações: http://www.roccat.org Preço médio nos EUA*: US$ 129,99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Abaixo você confere um resumo do que achamos do teclado Valo da Roccat. Pontos fortes Teclado iluminado Impressionante capacidade de programação Software amigável e elegante Mostrador LCD Teclas coloridas facilitam a memorizar a abragente personalização Pontos fracos Porta USB 1.1 em vez de 2.0 Péssima experiência de digitação Muito caro, ainda mais considerando que o usuário precisa de outro teclado para trabalhar
  11. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Headset Sirus da CM Storm "A linha de produtos para gamers da Cooler Master, CM Storm, ganha seu primeiro headset – um modelo 5.1 com um grande módulo de controle. Acompanhe nossa análise." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  12. Após lançar uma linha de mouses, a CM Storm – o selo de produtos para jogos da Cooler Master – agora entra no nicho de headsets com o Sirus. Só falta um teclado para fechar a tríade de periféricos especializados. O Sirus é um headset grande, daqueles que cobrem as orelhas, que pode ser ligado tanto por plugues analógicos à placa de som do PC ou via duas USBs. Tem uma aparência robusta, mas é bem confortável.Vamos descrevê-lo inicialmente para depois testar seu desempenho. Figura 1: O headset Sirus O pacote do Sirus vem com o headset em si, uma unidade de volume e controle em forma de disco chamada de “Tactical Mixing Console” (console de mixagem tática) e dois conjuntos de conexões – cabos com plugues 3,5 mm e com duas USBs. O headset é feito de plástico robusto com detalhes emborrachados, vem com um microfone flexível que pode ser abaixado, e acolchoamento na parte interna da haste. Os fones tapam completamente os ouvidos e são cobertos por tecido; o usuário pode trocá-los por um par sobressalente de courino. Não é possível girar os fones para facilitar o transporte ou guardá-lo em uma gaveta. Figura 2: Detalhe do fone e da haste Figura 3: Topo da haste Figura 4: Saídas de som O console é o que mais chama a atenção: é um disco bem pesado com base emborrachada que apenas um terremoto é capaz de mover de cima da mesa. Ele tem um dial para controlar o volume de cinco canais (frontal, central, traseiro, grave e geral) que lembra um mixer de CDs para DJs. Um botão seleciona o canal a ter o volume alterado, e outros dois botões desligam o headfone e o microfone independentemente. O console precisa de duas portas USBs para ser ligado ao PC. Caso o usuário opte pela conexão analógica, via plugues de 3,5 mm, o console é dispensado. Mesmo com essa opção, é necessário usar uma entrada USB para deixar o headset iluminado. Figura 5: O módulo de volume/controle Figura 6: A parte de baixo do módulo A forma de ligação depende do usuário. O Sirus pode ser ligado às saídas analógicas 5.1 do PC ou funcionar como um dispositivo de áudio via USB. Feito isso, o reconhecimento é instantâneo por parte do gerenciador de áudio do Windows. O Sirus oferece um software que, infelizmente, é bem primitivo, com controles de volume para som e voz,e uma seleção de pré-mixagem para jogos e música. Sem instalar o programa ou mesmo um driver, o Sirus foi plenamente reconhecido e até realizamos chamadas via MSN; o Skype, porém, por mais que indicasse que reconhecia o Sirus e até mesmo que realizasse chamadas teste bem sucedidas, na hora de uma ligação comum não reconhecia o microfone do Sirus. Foi realmente preciso instalar o driver para o problema ser sanado – a culpa era do Skype, naturalmente, mas vale a dica de instalar o driver e o aplicativo apenas para garantir que o headset funcione a contento com todos os programas de áudio. Figura 7: Aplicativo Por conta da interface pouco intuitiva, deixamos de perceber que existe, sim, um menu mais avançado dentro aplicativo: basta clicar nos ícones do microfone e dos alto-falantes para acionar um equalizador, um recurso de aumento da potência do grave e até efeitos de ambientação. Infelizmente foi preciso que a Cooler Master nos avisasse de tal conteúdo por conta de estar tão escondido. Figura 8: Funções adicionais Quando nos deparamos com um headset 5.1, sempre pegamos faixas de teste para este fim. No caso, usamos as oferecidas gratuitamente pelo site Lynne Music e Stealth Settings. Através do “console de mixagem tática” e dessas faixas, é possível calibrar o volume dos canais de acordo com o gosto do usuário. Esse módulo é o grande achado do produto porque permite controlar o som quase como um DJ mesmo, em plena partida de um jogo sem que seja necessário sair e abrir um aplicativo de áudio. Durante nossas partidas de Battlefield Bad Company 2 – jogo que consideramos com uma das experiências sonoras mais complexas e possantes –, conseguimos diminuir o grave das explosões (que são muitas) sem necessariamente tirar os olhos da tela ou dar Alt+Tab para um aplicativo qualquer. Aliás, sentimos que falta grave ao headset. Se o programa da CM Storm viesse com um mixer melhor, isso poderia ser corrigido. Também notamos diferença na conexão do Sirus via plugues analógicos e USB. Ligado via console, o som ficou mais chapado, sem tantas nuances, enquanto que a experiência via plugues de áudio foi melhor. São necessárias algumas partidas para o ouvido se acostumar com o surround dentro do confinamento do fone de ouvido (que, afinal, não é o espaço de um home theater 5.1, logicamente) e assim tirar proveito tático de reconhecer que há um inimigo por trás ou um tanque está se aproximando pelo flanco esquerdo. Em jogo, aproveitamos a decolagem de helicópteros aliados para, debaixo dos veículos, captar a passagem do som pelos canais como se ele desse mesmo uma volta completa por cima. No que o Sirus decepcionou um pouco foi a captação do microfone. É preciso dobrá-lo bem sobre a boca e deixar o volume no máximo (tanto no jogo quanto no gerenciador de áudio do Windows) para evitar reclamações do tipo “sua voz está baixa” e “não escuto você” que ouvimos nos primeiros testes. Por outro lado, ele não captou sons distantes da rua que às vezes incomodam os companheiros de jogo – o que acontece em modelos com microfones mais sensíveis. Contudo, a CM Storm entrou em contato conosco e disse que o microfone da primeira leva do Sirus, enviado para testes, foi modificado para a versão que chega às lojas. Segundo a assessoria, ele agora é um tipo diferente e unidirecional. Portanto, a opinião anterior se baseia no que modelo testado. No quesito conforto, um dos mais importantes para quem vai passar horas jogando, o Sirus tem uma robustez que engana, pois é bem confortável, apesar de não ser exatamente leve na cabeça. O isolamento acústico dos fones, especialmente os de tecido, é grande – telefones tocaram e não notamos ao jogar. As principais especificações do headset Sirus da CM Storm incluem: Headset surround 5.1 Conexões USB (2) ou 3,5 mm + 1 USB Driver dos canais frontal, traseiro, central: 30 mm Driver do subwoofer: 40 mm Impedância dos canais frontal, traseiro, central: 32 Ω Impedância do subwoofer: 16 Ω Sensibilidade: > 105 dB Resposta de frequência dos fones: 10 Hz a 20 kHz Distorção: menos de 1% Microfone unidirecional Impedância do microfone: 2.2 Ω Resposta de frequência do microfone: 100 Hz a 10 kHz Sensibilidade do microfone: -46dB +/-3 dB Mais informações: http://www.cmstorm.com Preço sugerido para venda nos EUA: US$ 129,00 Abaixo você confere um resumo do que achamos do headset Sirus da CM Storm: Pontos Fortes Som 5.1 de verdade, e não uma simulação Grande isolamento acústico Duas opções de cobertura para os fones Haste confortável Módulo de volume por canais Duas opções de conexão Design robusto, porém não é pesado Pontos Fracos Grave pouco possante Som com menos nuances na conexão USB Não é dobrável para ser guardado/transportado mais facilmente Microfone do modelo enviado para teste precisou de ajustes para captar bem a voz
  13. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do mouse Avatar S da NZXT "Empresa lança modelo mais simples de seu primeiro periférico para games, voltado para o usuário menos exigente. Leia nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  14. Nem todo mundo quer um mouse com lastro, uma dezena de botões programáveis e um programa de configuração que parece ter sido feito pela NASA. Esses super mouses afastam o jogador menos exigente que deseja um periférico superior ao usado no escritório, mas que também não custe uma fortuna ou tenha mais funções do que ele necessita. Se você é assim, o Avatar S da NZXT pode ser o modelo que você procura. Vamos mostrar por que assim que descrevermos o produto. Figura 1: O Avatar S da NZXT O modelo S segue basicamente o design do primeiro Avatar, que testamos em 2008. O corpo tem pegada ambidestra e a configuração (destro/canhoto) pode ser trocada através do programa do próprio mouse. Ele vem nas cores branca ou preta, e tem detalhes em LED nas laterais e na logomarca da empresa (que também podem ser apagados via software). O símbolo da NZXT brilha nas cores azul, rosa e vermelha dependendo do nível de resolução vigente. Figura 2: Visão lateral Figura 3: Mouse aceso Cada lateral tem apenas um botão acima do nicho que abriga o polegar e o mindinho. A roda de navegação é escura e fica sozinha na ponta do mouse, sem apresentar os clássicos botões de resolução dos modelos mais avançados. A parte debaixo tem três apoios de teflon e o canhão laser que atinge o máximo de 1600 DPI de precisão. O cabo não é envolto em tecido, mas termina em uma conexão USB banhada a ouro. Como o Avatar irmão mais velho, o S chama a atenção pelo design alongado, que hoje contrasta com os modelos mais achatados e parrudos cheios de botões. Ele é bem leve na mão. Figura 4: Visão da parte de baixo Apesar da proposta simples, ainda assim o Avatar S é um modelo para jogos que permite configurar botões e criar até cinco perfis para fins diferentes – ou seja, o usuário pode criar cinco conjuntos de configurações para jogos, aplicativos de trabalho etc. O programa é fácil de usar e torna possível alterar a sensibilidade do mouse em três patamares fixos: 400 (LED vermelho), 800 (rosa) e 1600 DPI (azul). Os valores são um pouco baixos e incomoda o fato de eles serem fixos; entendemos que o modelo é simples, mas um pouquinho de sensibilidade a mais e a liberdade de escolher os três níveis de resolução fizeram falta. Figura 5: Programa de configuração O Avatar S não vem com CD de instalação, e sim com um cartão indicando o site da NZXT para baixar o programa e o manual em PDF. Quando começamos a realizar o teste, o link estava com problema, mas o erro foi sanado e agora o download funciona como deveria. Pela simplicidade, o Avatar S foi um dos modelos que mais rapidamente entraram em combate nas nossas mãos. Uma vez que são poucas as opções de configuração, reprogramamos os cinco botões e entramos no front com nossos títulos preferidos – World of Warcrat e Battlefield Bad Company 2 – para ver como o mouse se comportava. Como comentamos, achamos os valores de sensibilidade muito baixos e a limitação imposta irritante – o valor de 400 DPI proposto pela NZXT, por exemplo, não nos agrada, e com isso o Avatar S passou a ter apenas dois níveis de resolução para nós, 800 dpi e 1600 dpi. O modelo é um pouco leve demais e o design alongado não favorece a quem pega o mouse pela ponta dos dedos, sem quase pousar a mão sobre ele (em inglês, chamam essa pegada de “claw grip”) – que é o nosso estilo de uso. Como só há um botão de cada lado, se o usuário quiser acionar outra função lateral terá que contar com o mindinho. Acabamos deixando praticamente de lado esse botão e o reservamos para algo que exigisse menos precisão ou urgência (como abrir as bolsas do personagem no World of Warcraft). Entendemos que a divisão dos botões laterais segue a ideia de que o modelo seja ambidestro, mas podia haver a compensação de existir um botão abaixo da roda de navegação. Acionar aquele botão com o mindinho, seja o usuário destro ou canhoto, não é prático. Em nossa experiência, o Avatar S cumpriu o que prometia ser: um mouse para jogos simples, voltado para usuários menos exigentes. Só nos incomodou mesmo haver limites fixos de sensibilidade e estes serem tão baixos. Tivemos que nos ajustar à pegada e sentimos que ele podia ser mais leve, mas isso depende do jeito de cada um. As principais especificações do mouse Avatar S da NZXT incluem: Mouse laser sem fio para jogos Uso ambidextro Conexão: USB banhada a ouro Funções ajustáveis: cinco Memória interna de 16 KB Perfis do usuário: cinco Resolução de rastreamento: até 1600 dpi em três níveis fixos de ajuste Velocidade máxima: 76 centímetros/segundo Aceleração: 20 G Dimensões: 70 x 40 x 130 milímetros Mais informações: http://www.nzxt.com Preço sugerido nos EUA: USD 39.99 Abaixo você confere um resumo do que achamos do mouse Avatar S da NZXT. Pontos Fortes Uso para destros e canhotos Programa simples de configuração Opção de cor branca e preta Pontos Fracos Bem leve Baixa resolução Patamares fixos de sensibilidade Pequena opção de botões torna obrigatório usar o do mindinho Corpo alongado não é bem para adeptos do “claw grip” Um pouco caro (mesmo nos EUA) para um modelo simples
  15. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse Aivia M8600 da Gigabyte "Gigabyte lança modelo sem fio com bateria extra e design que atende a destros e canhotos. Leia nossa avaliação." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  16. Jogadores costumam fugir de modelos de periféricos sem fio, sempre com um pé atrás diante de uma possível falta de energia. Correr atrás de um cabo em um momento crucial de uma partida online é praticamente sinônimo de derrota. Pensando nisso, a Gigabyte lançou um modelo sem fio de mouse para jogos que conta com bateria de longa duração – 50 horas – e ainda uma bateria extra que pode ser trocada rapidamente. Além dessas características, o Aivia M8600 atinge 6.500 dpi de resolução, tem um corpo que serve para destros e canhotos e impressionantes 10 botões reprogramáveis. Vamos falar de suas características físicas para depois testar o funcionamento sem fio. Figura 1: O Aivia M8600 Seguimos o pensamento que a embalagem de um produto nunca deve influenciar em seu teste; por isso raramente comentamos como um periférico vem embalado. Porém, raramente não quer dizer nunca, então o Aivia M8600 é uma das poucas exceções: a Gigabyte realmente inovou ao oferecer o mouse em uma embalagem tubular. Ao abrir as duas partes do tubo, o usuário encontra o mouse em si e uma bolsinha, também em formato de tubo, com os acessórios – dois cabos USB-mini USB, o receptor/base para carga, um mini CD com o software Ghost e uma bateria extra. Figura 2: Embalagem tubular Figura 3: Bolsa e acessórios O mouse tem corpo longitudinal e simétrico, com quatro botões laterais, dois de cada lado. A superfície superior é de plástico liso e, nas laterais, há uma textura para que o Aivia M8600 não fuja da mão. Abaixo da roda, que realiza navegação horizontal, fica o indicador led de resolução e perfil ativo de usuário e dois botões para trocar o nível de sensibilidade. Figura 4: Visão lateral Na ponta, um nicho com tampa retrátil permite a inserção do cabo USB para que o mouse funcione com fio. A bateria fica na traseira e é ejetada ao acionarmos um botão na parte debaixo do periférico. Figura 5: Bateria ejetada Para que o Aivia M8600 funcione, basta conectar a base a uma porta USB e acionar os botões de paridade do receptor/carregador e do do mouse em si, que fica na parte debaixo. Assim que ambos conversarem entre si, o Aivia M8600 está pronto para ser usado no modo sem fio. Caso queira usá-lo com fio, o usuário pode deixar a base de lado e simplesmente ligar o mouse a uma porta USB pela conexão frontal – o que, sinceramente, invalida toda a proposta do Aivia M8600, mas ainda assim é bom que a Gigabyte tenha oferecido a chance de usá-lo com fio. Figura 6: Conexão frontal Para personalizar o Aivia M8600, é preciso instalar o software Ghost da Gigabyte. Através dele, é possível reprogramar 10 botões do mouse – uma quantidade impressionante – e trocar a forma como é usado, de destro para canhoto (no caso, com um simples apertar de botão). A memória interna de 32 KB grava até 5 perfis diferentes, ou seja, o usuário pode criar 5 conjuntos de configurações que atendam a vários jogos e até programas de trabalho. Um indicador luminoso debaixo da roda de navegação avisa qual o perfil ativo no momento. Falando em iluminação, o Ghost também permite escolher entre 27 opções de cores para o led indicador do nível de resolução, que pode ser ajustado em quatro patamares até 6.500 dpi. Existe a opção mouse apagado para usuários mais discretos – basta escolher a cor preta. Figura 7: Software Ghost O programa é muito simples de usar, com ícones representando os botões a serem reprogramados, tudo de maneira fácil e intuitiva – um alívio em meio a tantos softwares confusos. Até para os não muito afeitos a programar macros (uma longa sequência de comandos que pode ser resumida a um apertar de botão), o Ghost oferece sugestões pré-definidas. Outras funções corriqueiras podem ser ajustadas, como a sensibilidade independente nos eixos X/Y e velocidade de navegação vertical e horizontal da roda. Não há como ter dor de cabeça, mas é preciso atentar para o fato que é necessário conectar o mouse com fio. Figura 8: Na base A bateria da Sanyo de 1500 mAh dura 50 horas, segundo estimativa da Gigabyte. Na prática, trocamos no quinto dia de uso intenso, sem acionar o modo de economia de bateria (que faz o mouse hibernar, ideal quando está sendo usado para trabalhar). Deixamos a bateria extra pré-carregada, porém, apesar de rápida, a inserção não leva dois segundos como na propaganda da empresa – a não ser que o usuário fique a postos para isso como um pistoleiro prestes a sacar rápido em um duelo. É preciso virar o mouse de ponta-cabeça, acionar o botão de ejeção, puxar a bateria e encaixar a nova. O encaixe do Aivia M8600 na base é meio precário e exige costume; na dúvida, ele pode ser carregado diretamente na USB do computador e ainda funcionar durante o processo. O melhor realmente é deixar a bateria extra sempre carregada e, quando for necessário, carregar a bateria extra na base, deixando assim o mouse sempre à disposição. Figura 9: Bateria extra carregando Figura 10: Visão debaixo Cheio de ângulos pungentes, o M8600 lembra uma arma ou engenhoca do Batman de O Cavaleiro das Trevas. A lombada alta em cunha não é confortável, especialmente porque, dado o tamanho e peso, é preciso pousar a mão inteira sobre o mouse, o que deixa o meio da palma bem em cima da ranhura que divide o periférico. Falando em peso, por conta da bateria, o M8600 não tem sistema de ajuste; pelo contrário, ele é mais pesado que os concorrentes – é bom deixar a resolução em um nível um pouco mais alto do que o normal para compensar o esforço maior em movê-lo. Dos vários modelos que testamos, ele é o que mais precisou de um tempo para nos acostumarmos à pegada, ao incômodo da lombada no meio da mão e ao estilo diferente de pegada. Definitivamente, o conforto não foi prioridade diante das boas soluções para torná-lo um periférico sem fio confiável e repleto de possibilidades de personalização – os botões são ótimos, têm resposta precisa e estão bem localizados, por exemplo; um acerto que não se repete no desenho geral do mouse, que não oferece tanto conforto. Isso vai do gosto e do tamanho de mão de cada um, mas o Aivia M8600 não nos agradou no aspecto do manuseio, apesar da liberdade do uso sem fio e da facilidade de personalização variada. Como sempre, testamos o M8600 jogando títulos no estilo FPS, como Call of Duty: Black Ops, e o MMORPG World of Warcraft. Em ambos os casos, a precisão e programação do modelo foram excelentes, mas pesou o desconforto do uso. Para um mouse tão caro, na casa dos US$ 100 (que no Brasil, por conta da picaretagem de sempre, sairá ao preço de um carro popular), é um problema pagar mais para não ter uma experiência à altura. As principais características do mouse Aivia M8600 da Gigabyte incluem: Mouse laser sem fio para jogos (aceita uso com fio também) Modelo para destros e canhotos Conexão: USB banhada a ouro Funções ajustáveis: 10 Memória interna de 32 KB Perfis do usuário: Cinco Resolução de rastreamento: até 6.500 dpi em quatro níveis de ajuste Velocidade máxima: 380 centímetros/segundo Aceleração: 50 G Dimensões: 134.3 x 72.7 x 42.7 mm Peso: 148 g com a bateria (100 g sem a bateria) Mais informações: http://www.gigabyte.com Preço médio nos EUA*: US$ 104,99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Abaixo você confere um resumo do que achamos do mouse Aivia M8600 da Gigabyte. Pontos Fortes Uso para destros e canhotos Grande número de botões programáveis Melhor programa de configuração que já testamos Alta resolução de 6.500 dpi Funciona com ou sem fio Bateria extra garante que o usuário não ficará na mão Botões fáceis de serem acionados Pontos Fracos Modelo pesado Formato desconfortável com cunha incômoda na lombada Encaixe precário na base carregadora Troca de bateria não é praticamente imediata como promete a propaganda Caro para os padrões americanos, o que ira torná-lo tão caro quanto um computador aqui no Brasil
  17. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Teclado Meka G1 da Thermaltake "Linha Tt eSports da empresa ganha modelo robusto para aguentar horas de jogatina pesada. Veja como ele se comportou em nossa análise." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  18. Compacto, simples, direto e robusto. Adjvetivos que vêm rapidamente à mente quando analisamos o Meka G1 da Thermaltake, um teclado feito para durar horas de jogo e despido da maioria dos balangandãs dos similares: não tem teclas de função programáveis nem iluminação. A ideia é ser uma ferramenta que aguente o rojão e não dê trabalho, pois inclui duas portas USB e entrada de audio e microfone para que o usuário não se abaixe atrás do desktop. Será que o Meka G1 cumpriu as expectativas? Acompanhe o teste depois da descrição do produto. Figura 1: O Meka G1 Como não tem teclas extras para funções programáveis, o Meka G1 tem um tamanho de teclado convencional, fora do padrão do mercado dos modelos para jogos. As teclas tradicionais de função funcionam como botões multimídia da F1 a F7, desde que sejam apertadas em conjunto com a tecla Fn, que substituiu o botão Windows entre o Control e Alt esquerdos – que foi deslocado para a direita. Um cabo grosso de um centímetro de espessura reúne os quatro cabos que saem do teclado: dois de USB (um para conectar o Meka G1 em si, outro para o hub) e dois de microfone e áudio. O plugue do teclado em si vem com um velho adaptador PS/2, que dá ao teclado a capacidade plena de “anti-ghosting”; ou seja, não importa que o usuário aperte trinta teclas ao mesmo tempo (sabe-se lá como), o Meka G1 não deixará de entender nenhuma delas. Ligado apenas via USB, o Meka G1 só garante a compreensão de seis teclas pressionadas simultaneamente. Figura 2: Cabos Na lombada superior direita do teclado ficam as duas portas USBs e entradas de áudio. Preferíamos, porém, que elas fossem localizadas à esquerda, pois cria uma acúmulo de fios e conexões justamente na área do mouse, operado à direita do teclado pela grande maioria de usuários destros. Figura 3: Portas do teclado Como não tem pés dobravéis, o teclado apresenta um corpo ligeiramente inclinado e vem com um apoio para pulso de plástico. É recomedado usá-lo, pois o Meka G1 é alto e pode forçar o pulso do usuário para que as teclas sejam alcançadas. As teclas são mecânicas, isto é, são robustas e voltam imediatamente à posição inicial assim que o dedo é erguido. Teclados mecânicos não são geralmente voltados para o mercado de jogos, que prefere modelos de membrana, onde as teclas são parte de um conjunto inteiriço sobre um chapa de circuitos. Sendo mecânico, o Meka G1 conta com teclas que trabalham individualmente e, acredite, são muito resistentes, conforme comentaremos na parte do teste em si. Como não tem funções programáveis, o Meka G1 dispensa software de instalação e basta ser plugado para funcionar. Colocamos na traseira do desktop juntamente com os plugues de áudio e, apesar de o cabo grosso ser uma boa ideia para manter os quatro fios do Meka G1 organizados, ele não é tão flexível assim e pode ser difícil guiá-lo em meio a outros cabos do PC, dependendo do arranjo de cada usuário. A seguir, plugamos nosso mouse e um pen drive no hub USB do teclado e pegamos um headset que funcionasse com cabos de áudio com conectores de 3.5 mm (o nosso é um modelo sem fio que usa USB). Tudo certo, prontamente reconhecido e funcionando, e o acesso aos arquivos do pen drive foi rápido como se estivesse ligado diretamente à placa-mãe ou mesmo a outro hub que utilizamos. Figura 4: Teclas da esquerda Depois trocamos a conexão de áudio, deixando no Meka G1 um mouse e o dispositivo USB wireless e de outro headset. Tudo OK também, nota 10 no quesito conectividade. A inclusão de um segundo cabo para dar energia às portas USB foi uma ótima decisão da Thermaltake. Às vezes, determinados teclados para jogos colocam à disposição duas USB, mas usam apenas um cabo para se conectar ao desktop, o que gera mensagens de que alguns dispositivos que consomem muita energia não podem ser ligados ao hub do teclado. Figura 5: Teclas da direita Quem pensa em adquirir um Meka G1 e gostar de programar funções vai ter que investir em um bom mouse cheio de botões para isso, pois o teclado, como já dissemos, não tem essa característica. Seu forte é a robustez: é preciso pressão no dedo para acionar as teclas. Pode parecer cansativo, porém, além de não ser, passa a sensação de que o teclado não vai romper nem de que vá ocorrer uma teclada errada que pode custar uma partida. Em mais de duas semanas de uso enquanto fazíamos testes de outros periféricos, em momento algum apertarmos uma tecla acidental com o Meka G1. Além disso, a robustez ajuda a preservar certas teclas como a W, que é apertada por horas a fio para conduzir o herói de um Call of Duty ou World of Warcraft. Mais do que a ausência de programação, que sempre é útil, o que nos chateou mesmo foi a falta de iluminação das teclas, essencial para quem joga bem ambiente pouco iluminado ou pretende levar o teclado para competições, geralmente realizadas em locais escuros. É, como sempre, questão de gosto subjetivo, mas para nós é uma falha grave. Figura 6: Montado E quanto à parte chata, digamos, ao trabalho? Bem, o Meka G1 lembra as velhas máquinas de escrever de nossos pais e avós por ser um teclado mecânico. Em diversas partidas online, os colegas comentaram o barulho da digitação que foi captado pelo microfone enquanto conversávamos por teleconferência. Pela resistência oferecida pelas teclas, ao longo de algumas horas a digitação intensa de texto tornou-se mais cansativa – algo que não deve preocupar quem pretende usar o Meka G1 para jogar e fazer digitação casual leve. Em consideração final, o Meka G1 é indicado para jogadores que preferem deixar a personalização para os mouses ou não ligam muito para isso. O tamanho compacto é bom para espaços pequenos e o hub de conexões USB e de áudio vem a calhar, apesar de criar uma acúmulo de fios à direita que pode comprometer o uso do mouse. A robutez é ponto alto, mas provoca certo cansaço em quem usa o teclado para prolongada digitação fora dos momentos de lazer. As principais especificações do teclado Meka G1 da Thermaltake incluem: Teclado USB para jogos Adaptador PS/2 para função “anti-ghosting” Conexões banhadas a ouro Duas portas USB e entrada 3,5 mm para microfone e áudio Teclas multimídia: 7 Cabo envolto em tecido de 1,5 metro com 1 cm de espessura Dimensões: 430 x 160 x 40mm Apoio de pulso destacável Mais informações: http://www.thermaltakeusa.com Preço médio nos EUA*: US$ 129.99 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Abaixo você confere um resumo do que achamos do teclado Meka G1 da Thermaltake. Pontos Fortes Compacto Teclas robustas Tem duas entradas de áudio e duas USB à disposição Cabo grosso reúne os quatro que saem do teclado Pontos Fracos Não permite programar teclas Teclado não iluminado Cabo grosso é pouco flexível e pode ser difícil de arrumar Localização das entradas de áudio e USB causam acúmulo de cabos perto do mouse Muito caro, mesmo para o usuário norte-americano
  19. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse CM Storm Spawn da Cooler Master "Modelo da Cooler Master tem formato adequado para quem controla o mouse com a ponta dos dedos, sem usar a palma da mão. Veja como esse diferencial se saiu no teste.<br /> " Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  20. Nem todo mundo pega em um mouse da mesma forma, mas há duas formas mais comuns de controlar o periférico: com a mão inteiramente pousada sobre ele, os movimentos sendo realizados pelo pulso e a pressão da palma da mão; ou com a mão arqueada, na forma de uma garra de águia, com as pontas dos dedos sendo responsáveis pelo controle do mouse. Adeptos desse último estilo, chamado de "claw grip" em inglês (pegada em garra), ganharam um mouse especial desenhado para dar conforto e precisão: o CM Storm Spawn da Cooler Master. Com até 3.500 dpi de resolução e sete funções programáveis, vamos ver como se saiu no teste após analisarmos as características físicas. Figura 1: A pegada em garra O Spawn é pequeno, pois não há necessidade de um lombo muito grande para o apoio da palma da mão. Ele tem um formato achatado com espaço para o anular e uma saliência emborrachada para o mindinho, à direita. O nicho do polegar é emborrachado e conta com os tradicionais botões de volta/avanço de navegação na internet. Figura 2: O Spawn Na parte de cima a roda de navegação fica no topo dos dois botões de seleção da resolução, fixa em patamares de 800, 1800 ou 3500 dpi. Não há indicador luminoso do nível de sensibilidade. Embaixo ficam o canhão laser e dois pés de teflon para garantir melhor deslizamento. Figura 3: Lateral direita Figura 4: Lateral esquerda O corpo de plástico tem tratamento metalizado em um tom de vermelho puxado para o vinho. Dele brota o cabo USB emborrachado, sem ser envolto em tecido como em outros modelos. O Spawn é um mouse bastante simples de configurar, até por não ter muitos recursos: não há como criar perfis para certos jogos e programas individualmente. Outra limitação é o fato de o usuário estar preso às opções de resolução oferecidas pela CM Storm: não há como designar valores como 600, 2000 e 3000 dpi, por exemplo, apenas os já citados 800, 1800 ou 3500 dpi. É um bom alcance, mas limitante ainda assim. Figura 5: Programa de configuração O programa de configuração, baixado do site da CM Storm, permite configurar seis botões mais a roda de navegação. Uma vez que o Spawn não permite grandes configurações, o programa é simples e objetivo, permitindo a criação de macros, o ajuste da velocidade do ponteiro e do clique, e, principalmente, ligar e desligar a função Angle Snapping. Ela usa um algoritmo para ajudar o usuário a traçar retas e círculos, calculando próximo movimento da mão. É bacana quando se usar um software de desenho, mas no caos do combate virtual, a função pode alterar uma mudança de mira do jogador em nome da “correção de curso” e, portanto, mais atrapalhar do que ajudar. Conselho nosso: deixe a função Angle Snapping desligada quando for jogar. A memória interna de 32 KB garante que suas modificações ficarão armazenadas no Spawn e funcionarão em qualquer PC em que ele seja plugado. Figura 6: Visão inferior Ficamos muito empolgados ao receber o Spawn porque, de fato, nosso estilo de controle do mouse é via pegada com a ponta dos dedos. Nesse quesito, o modelo tem um desenho perfeito, irretocável, com o tamanho dos sonhos para quem o controla dessa forma. Ele tem borracha nos pontos certos e não fugiu dos dedos em momento algum. Ponto altíssimo que garantiu precisão nos tiros ao jogarmos Call of Duty Black Ops e Battlefield Bad Company 2. É um modelo obrigatório, mas que pode ser melhorado em termos de configuração. Figura 7: Visão de cima A limitação quanto aos valores de sensibilidade não nos afetou tanto, porém repetimos que a capacidade de configuração deixa a desejar – especialmente levando em conta que o Spawn não permite criar perfis. É melhor concentrar funções básicas que atendam o maior número de jogos – mas para usarmos com World of Warcraft, tivemos que mexer em tudo de novo. Grave, no entanto, é não haver um indicador luminoso (seja na roda de navegação ou um símbolo com LED) do nível de resolução. Quando à questão da resolução fixa, se os patamares oferecidos forem iguais ou similares aos que o jogador está acostumado a usar, não vemos porque não dar chance para um modelo tão agíl e plenamente adequado aos adeptos do “claw grip”. A lamentar as limitações de configuração em um mercado que, nos dias de hoje, oferecem modelos que só faltam preparar o cafezinho entre o carregamento de um mapa e outro. As principais especificações do mouse CM Storm Spawn da Cooler Master incluem: Uso para destros que usam a ponta dos dedos para controlar o mouse Conexão USB banhada a ouro Funções ajustáveis: 7 Memória interna: 32 KB Tempo de resposta: 1 m/s Aceleração: 20 G Processamento de imagem: 5.8 megapixels/seg Resolução de rastreamento: 800, 1.800 e 3.500 dpi Dimensões: 75,5 x 110 x 35 mm Peso: 142 g Mais informações: http://www.cmstorm.com Preço sugerido nos EUA: USD 49.99 Pontos Fortes Ideal para quem controla o mouse com a ponta dos dedos Pegada emborrachada não permite que ele saia da mão Ótimo desempenho Ponto Fraco Não permite criar perfis para vários jogos Sem indicador luminoso de nível de resolução Patamares fixos de resolução
  21. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste de Mousepads: Themaltake Dasher vs. Mionix Propus 380 "Colocamos no ringue dois mousepads voltados para o público gamer: o Dasher da Thermaltake e o Propus 380 da Mionix. Veja aqui o resultado do embate." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  22. Não adiantar investir em um dos (caros) mouses para jogos que sempre testamos aqui se a pessoa for usá-lo sobre aquele mousepad com o símbolo do time de coração. Esses periféricos são excelentes, mas realmente atingem o pico de desempenho sobre um mousepad que permita deslizamento perfeito e que não atrapalhe o rastreamento do feixe laser. Recebemos dois modelos com a mesma proposta de permitir um desempenho excepcional de um mouse, porém com duas abordagens diferentes: um é flexível e feito de tecido (o Dasher da Thermaltake), o outro é rígido e feito de plástico metalizado (Propus 380 da Mionix). Fizemos um teste casado que você acompanha agora. Primeiro vamos descrevê-los um a um, para depois ver como se comportaram. Figura 1: O Dasher da Thermaltake e o Propus 380 da Mionix O Dasher é o maior do dois, com 40 x 32 cm de área, com 4 mm de espessura. Tem base emborrachada para não deslizar sobre a mesa e é feito de tecido. Note o desenho estiloso com a borda superior esquerda arredondada. Ele vem enrolado em uma bolsinha de tecido, preso por uma correia de velcro com o Tt da Thermaltake. Figura 2: Dasher da Thermaltake O Propus 380 tem área menor de 38 x 26 cm com os mesmos 4mm de espessura. Ele é um sanduíche composto por uma base emborrachada, uma camada de PVC verde e uma superfície rígida de plástico metalizado. Figura 3: Propus 380 da Mionix Primeiro, para termos uma ideia melhor sobre as dimensões dos mousepads, colocamos os dois sobrepostos, juntamente com um tradicional, o mousepad exclusivo da edição de colecionador de World of Warcraft: Cataclysm. Vendo a imagem, fica claro que é preciso muito espaço na mesa para qualquer um dos dois modelos testados. Ambos se saem bem no quesito oferta de área de rastreamento: não há como “faltar mousepad” em longos movimentos, seja jogando ou até mesmo trabalho. O mouse não vai sair pela borda, isso é garantido. Figura 4: Mousepads sobrepostos Tanto o Dasher quanto o Propus 380 empataram no quesito firmeza: as bases emborrachadas pareciam ter grudado sobre o tampo de vidro da mesa e também sobre uma mesinha auxiliar de plástico. Aguentaram horas de movimentos bruscos e constantes de sessões de jogos sem se moverem 1 milímetro. Apesar de vir enrolado, o Dasher rapidamente assume uma forma plana, sem calombos a não ser pela ponta superior direita – que, francamente, vai ser muito difícil de ser usada. Levamos o mouse até lá e o próprio peso do periférico deixou a pontinha plana e em nada atrapalhou o movimento. Por ser de tecido, com o uso ele apresentou pequenas manchas causadas pelo atrito com a base do pulso. Esses esbranquiçamento saiu com um pano levemente umedecido. Mesmo flexível e macio ao toque, o Dasher parece um asfalto lisinho por onde o mouse desliza com graça e precisão, respondendo à alta sensibilidade dos modelos profissionais. Saiu-se com louvor em horas de World of Warcraft e Call of Duty: Black Ops. Figura 5: Dasher enrolado e bolsa de transporte O Propus 380 passa a impressão de ser um chapa metalizada sobre a mesa – e os pontinhos prateados cintilam sobre a superfície negra e dão uma ideia de espaço sideral (Propus é, afinal, o nome de uma estrela da constelação de Gêmeos). A camada de PVC verde serve para absorver impactos e deixá-lo um pouco menos rígido. O desempenho foi ligeiramente superior ao do Dasher: o Propus permitiu um deslizamento ainda mais suave e preciso. Figura 6: a camada de PVC do Propusn 380 As principais especificações do mousepad Dasher da Thermaltake incluem: Superfície de tecido Base emborrachada Dimensões: 400 mm x 320 mm x 4 mm Indicado para mouses para jogos, com tecnologia laser ou óptica Enrolável, acompanha correia de velcro e bolsa de tecido para transporte Mais informações: http://www.ttesports.com Preço médio nos EUA*: US$ 18,00 As principais especificações do mousepad Propus 380 da Mionix incluem: Superfície de plástico metalizado Base emborrachada Dimensões: 380 mm x 260 mm x 4 mm Indicado para mouses para jogos, com tecnologia laser ou óptica Mais informações: http://www.mionix.net Preço médio nos EUA**: USD 19,00 ** Pesquisado no Google Shopping no dia em que publicamos este teste. ** Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos este teste. Na comparação direta, o Propus se saiu melhor no desempenho, mas por pequeníssima margem. Na questão subjetiva do comforto/experiência de uso, o mousepad da Mionix também ficou na frente. Se o usuário se desloca para jogar em outras máquinas (casa de amigos, lan houses, lan parties, campeonatos), o Dasher é o modelo mais indicado por, além de permitir alto desempenho como o Propus 380, ser mais fácil de transportar. Ambos são excelente produtos e merecem o nosso selo de "Produto Recomendado". Mas lembre-se: ambos precisam de espaço à mesa. Abaixo você confere um resumo do que achamos do mousepad Dasher da Thermaltake: Pontos Fortes: Precisão e rastreio do mouse excelentes Transportável Mesmo flexível, fica imediatamente plano ao ser desenrolado Perfeita estabilidade sobre a mesa Fácil de limpar Grande dimensão impede que o mouse fuja do mousepad Pontos Fracos: Não precisava ser tão grande assim Abaixo você confere um resumo do que achamos do mousepad Propus 380 da Mionix: Pontos Fortes: Precisão e rastreio do mouse excepcionais Grande, mas na medida certa Perfeita estabilidade sobre a mesa Camada de PVC impede que seja tão rígido Ponto Fracos: Não encontramos
  23. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Teclado Challenger Pro da Thermaltake "Empresa lança teclado para games com apresentação de primeira e algumas novidades como uma ventoinha para refrescar a mão. Veja a análise do periférico.<br /> " Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br
  24. Conhecida pelas ventoinhas e gabinetes, a Thermaltake passou a investir no nicho de produtos voltados para games, lançando a linha Tt eSports. Dentro dessa filosofia, saiu do forno o teclado Challenger Pro, que conta com dez teclas programáveis, duas portas USB, cabo destacável e uma novidade que salta aos olhos: um miniventilador para refrescar a mão. Será que não é muita pluma e paetê para pouco samba no pé? Veremos ao longo do teste. Figura 1: O Challenger Pro De cara, notamos que o Challenger Pro é um produto com uma apresentação de primeira: tem cabo destacável envolvo em tecido (e com enorme logo da Thermaltake no plugue USB) dentro uma bolsinha; oito teclas sobressalentes (conjunto WASD e as setas), além de “teclas mortas” para substituir tecla do Windows (e evitar que seja acionada em plena partida); uma ferramente para extrair as teclas; e a tal ventoinha para ser presa ao teclado. Figura 2: Os acessórios O Challenter tem cinco teclas programáveis (T1 a T5) dispostas verticalmente à esquerda e mais cinco (T6 a T10) do lado oposto. Em ambos os cantos é possível afixar o miniventilador. No lado superior direito ficam as teclas multimídia e de trocar de perfil de usuário (é possível criar até quatro, indicados pelas cores vermelha, verde, azul e roxa). Figura 3: O ventilador no canto esquerdo e teclas programáveis. Figura 4: Teclas multimídia e programáveis. Na borda do topo, o usuário encontra as duas portas USB, o plugue do cabo destacável e mais um nicho para guardar o miniventilador quando não estiver sendo usado. No verso do teclado há quatro apoios de borracha, dois pés dobráveis a altura e uma ranhura para prender o cabo. Figura 5: Nicho da ventoinha de mão Figura 6: Portas USB e plugue do cabo O teclado funciona sem necessidade de instalação de programas, mas só é possível configurar as dez teclas novas e a intensidade de iluminação através do aplicativo da Thermaltake. Figura 7: Parte inferior do teclado Figura 8: O Challenger iluminado O software é bem direto. Ele sugere funções típicas para cada tecla (cortar, copiar, colar, imprimir, salvar etc) e permite gravar macros mais elaboradas de acordo com o jogo e as necessidades do usuário. Como é possível criar até quatro perfis diferentes, o produto oferece quarenta opções de configuração. O relógio em destaque no programa serve para marcar o tempo de jogo – uma ferramenta um pouco deprimente quando a pessoa descobre que passou das cinco horas no World of Warcraft. Tem coisa que é melhor não saber... Figura 9: Programa de configuração Antes da hora boa de testar o Challenger jogando, passamos pela mundana tarefa da digitação, envio de e-mails etc. Bem, achamos as teclas extramente próximas, o que acarretou em quase sempre apertarmos o Caps Lock ao tentarmos acertar a letra A. O resultado foram várias palavras saindo em caixa alta e tendo que ser apagadas, atrasando o serviço e conversas online. O fato se repetiu também nas sessões de jogos, quando abríamos caixa de conversa entre os colegas jogadores em World of Warcraft e Call of Duty Black Ops. Muito chato isso. As tradicionais teclas de função, Print Screen e ESC também são bem pequenas e coladinhas. Algumas vezes também acionamos a tecla programável T1 por ficar bem ao lado do minúsculo Esc. Exatamente naquilo que é o cerne de um teclado – as teclas – o Challenger Pro deixou a desejar. A ventoinha é uma grande besteira. Mesmo se funcionasse bem, ainda seria um supérfluo, mas ela sequer gera vento suficiente para refrescar (apenas) uma mão. Deixamos ligada sem perceber benefício algum e logo foi parar no nicho feito para ela. O Challenger acerta na iluminação, que não se limita apenas ao miolo das letras/números/símbolos, mas também engloba a própria placa onde ficam as teclas, gerando um belo efeito, ótimo para jogar e trabalhar. Seria melhor se o apoio para o pulso fosse destacável, mas ele não chegar a tornar o teclado imenso e nem sentimos necessidade de retirá-lo. Nos testes de jogo, só realmente temos a reclamar da proximidade das teclas. Erramos o ESC algumas vezes, apertando o T1 em seu lugar, e o Caps Lock sempre se intrometia na digitação da letra A de texto de conversa. Pelo menos entre si, as teclas programáveis mantém uma boa distância e não houve confusão na hora do acionamento. A robustez das teclas tornou agradáveis as horas jogando. Ao tentar criar um teclado de jogos de dimensões mais enxutas, a Thermaltake dimensionou mal as teclas. Talvez se não tivesse se preocupado com um elemento supérfluo como o miniventilador para a mão e se concentrado em outros aspectos, teria saído um produto melhor. Ficam elogios apenas à apresentação de luxo e ao programa simples e objetivo. As principais especificações do teclado Challenger Pro da Thermaltake incluem: Teclado USB para jogos Dez teclas programáveis Seis teclas multimídia Duas portas USB 2.0 Cabo envolto em tecido de 2 metros Ventoinha para a mão de 30 mm Dimensões: 505 x 195 x 27 mm Mais informações: http://www.ttesports.com Preço médio nos EUA*: USD 69.00 * Pesquisado na Newegg.com no dia em que publicamos esta resenha. Abaixo você confere um resumo do que achamos do teclado Challenger Pro da Thermaltake: Pontos Fortes Apresentação de primeira linha Teclas sobressalentes e ferramenta removedora Iluminação com seleção de intensidade 40 opções de configuração Programa simples e objetivo Pontos Fracos Teclas muito próximas e mal posicionadas atrapalham a digitação e até o jogo Ventoinha não acrescenta em nada
  25. Tópico para a discussão do seguinte conteúdo publicado no Clube do Hardware: Teste do Mouse EC1 da Zowie "Empresa lança um mouse para jogos sem mil possibilidades de configurações, como opção mais simples dentro do mercado. Leia nossa opinião sobre o produto." Comentários são bem-vindos. Atenciosamente, Equipe Clube do Hardware https://www.clubedohardware.com.br

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