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rmlazzari58

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Tudo que rmlazzari58 postou

  1. Pessoal, para reaproveitar uns netbooks que têm apenas um conector USB e que tem teclado, touchpad e eventualmente esse dois periféricos comprometidos, gostaria de indicações. Seria para conexão de mouse e teclado, eventualmente um pendrive ou uma impressora. Dificilmente serão usados equipamentos como HD externo mas como vi num outro tópico menção a hub passivo, aproveito para perguntar sobre isso de, ativo/passivo... hubs ativos têm uma fonte dedicada? Enfim, como não conheço nada desses hubs, o que puderem me ajudar, agradeço.
  2. Sim, uma das coisas mais legais de se aposentar é poder se dar ao luxo de não ficar competindo, de poder procurar ser legal com todo mundo. Essa, como você bem o disse, "eliminação de concorrentes", o tal do "posso até não ser capaz de ganhar mas pelo menos sou capaz de fazer você perder", é, a meu ver o oposto de progresso. Se fosse possível calcular a diferença entre o que as pessoas realizam e o que poderiam realizar se não houvesse tal "eliminação", se não houvesse sabotagem de potencial das pessoas - inclusive entre pessoas que se amam -, com certeza daria um número astronômico. "Competit
  3. Vamos ver, Alexandre, rs... eu ficaria de boa com um fio pendurado mas o autor do tópico... Mas eu também aguardaria a opinião de quem entende mais que eu.
  4. Só para tentar evitar de repintar, e se eu entortasse - com cuidado e clama - os terminais de fora para fora e os de dentro para dentro... ou seja, o - do capacitor que está no -25v entortaria sobre a trilha - e o + do que está no +25, sobre a trilha +. Os dois de dentro, esses sim eu dobraria para dentro. Se a questão é área de contato dos terminais e não vibração, será que não poderia fazer assim? De fato não só é a primeira vez que uso um capacitor não só com essas garras mas também tão grande assim - tanto em tamanho quanto em capacitância, 10000uF - como ainda não tinha fei
  5. Tava vendo... essas baterias são mais raras e mais caras que as 18650. Se o @RMIRANDABH não se importar com um fio pendurado, dá para fazer algo com 3 baterias 18650, um BMS 3S, um regulador de tensão do tipo LM2596, que suporta pico de 3A e corrente regular de uns 1,5A ou, se precisar mais corrente, XL4015, que fornece até 5A e uma fonte para carregar as baterias. Essa fonte, seria legal que tivesse mais que 12,6v na saída, embora com 12v, que é mais comum, ela também sirva.
  6. Bem útil! Valeu!
  7. Procurei fazer aquele GND "buraco negro" de elétron. O problema é que se eu dobrar os terminais do capacitor seguindo sua tendência (prá dentro), as duas pontas quase que encostam, fica pouco espaço entre as trilhas + e -. Os furos estão feitos mas, como podem ver, ainda dá tempo de tirar a tinta e refazer, se for necessário. Olha a placa aí: E aqui marcados os furos para o capacitor: Aqui o "garrincha": Eu tava pensando em vibração mecânica, mas se a experiência de vocês não desrrecomenda, eu enfio os terminais na PCB
  8. Pessoal, tenho visto que em PCB industrial os capacitores eletrolíticos dos que ficam em pé estão sempre grudados com a parte de baixo na PCB. Como tenho que soldar uns capacitores do tipo snap-on, mas abrir mais os furos para os pinos entrarem até o talo significa diminuir a área da trilha, gostaria de deixá-los com a parte de baixo em pouco acima da PCB. É que depois que já apareceu pino suficiente para soldar do lado cobreado, ainda ficaria uma parte desses pinos exposta. Ou seja, o fundo do capacitor, se puder, não ficará grudado na PCB mas sim um pouco acima dela.
  9. Falei em Norton mas na verdade foi o Stacker que a gente comprou, Paulo. O Norton que a gente comprou apenas era capaz de manipular arquivos comprimidos, para check disc, defrag, essas coisas. Mas o que a gente comprou era software, não placa... Agora, sobre a tal Lei de Gerson... o nome completo nunca revelado do Bill Gates sempre foi William Henry Gerson Gates, rs... Essa lei só virou brasileira depois de importada e isso foi antes de inventarem PCs. (Brincadeira, o nome do cara é sem o "Gerson")
  10. Ah, mas isso é Deus, não deus. Mas fora Ele, ninguém zipa arquivo zipado. E só Jesus salva, rs...
  11. Na verdade eu disse contator, mesmo, porque estava entendendo, desde o começo, que contatores são grandes e caros (mais até que os relés de estado sólido) e que esquentavam, e que triacs e mocs são pequenos, baratos e também precisam de dissipador, mesmo sendo usados por tempos nunca maiores que 10 minutos. Mas se contator não é tão grande, não é tão caro e ainda por cima não precisa dissipador, aí não tem porque não recomendá-los ao colega.
  12. Nesse caso, será que tem outro jeito além de colocar um sensor de fluxo d'água lá no chuveiro, sensor esse que teria que passar os fios até a caixa onde o timer está? Não é mais fácil mexer só no lugar onde o timer fica, talvez na caixa de disjuntores... êpa! É mesmo, né? Onde é que a gente vai botar a caixa com Arduino Nano, a fontezinha, releś, moc, triacs, contatores etc., etc., etc...? Na caixa de disjuntores é que não, claro, senão a molecada descobre e desativa. Ou lá mesmo e trancar essa caixa de forma que, se cair um disjuntor por outra razão qualquer, adiós...
  13. A gente comprou um programa da Norton que prometia fazer isso, também não lembro o nome. Mas o i/o de disco ficou insuportávelmente lento. Talvez seja um recurso para esses pendrives promissões: o tempo que gasta prá ler, gravar... Se demorar muito, vai ver tá compactando. Ou como o Paulo disse, copiar um arquivo só de texto e um outro, zipado, e verificar os tamanhos. Nem deus zipa arquivo zipado... (Se zipasse, já pensou? Era só ir zipando até chegar a 1 byte, rs...)
  14. Talvez um conjunto bateria 18650 LiÍon + TP4056 + um carregadorzinho de celular... Uma bateria dessa fornece facilmente 500mA por horas, sei lá... se for daquelas de 3.000mAh, dá uma 4 horas ou + em seguida, sem recarregar. Som consome variável, né? Depende da música... Mas quanto pode consumir um moc? Um moc consome igual a um led comum? Se bem que moc = led + um transistor que tem lá dentro, não é isso? (Quando a gente terminar o projeto, os filhos do colega @Silvatsc já casaram e mudaram, rs...)
  15. Só prá botar lenha na fogueira, esse timer precisaria cortar a energia ao chuveiro e não fornecer essa energia. Se o timer falhar (bateria do arduino, fonte de carga dessa bateria, travamento do processador, incêndio total no timer), que os banhos possam continuar sendo tomados. O timer precisaria ter um "normalmente fechado", será que não? (Se bem que... como é que algo pode cortar sem ser o que fornece, né? "Não me tires o que não me podes dar", rs...)
  16. E ainda tem uns relés de estado sólido, tipo um moc, como os (sem fazer propaganda) Fotek, que não são tão caros assim (uns R$ 50 cada) e prometem conduzir 220v/40A tranquilamente. Mas tem outras marcas, também. Aí só teria que inverter a lógica do programa: em vez do relé conduzir quando desativado, conduz quando ativado. Ou seja, caso o pai deseje desligar o timer, seria apenas passar por cima do contador de tempo. Já vi à venda inclusive com dissipador. (Venda casada? Pode isso, Arnaldo? rs...) E caso a pessoa goste de segurança extrema, poderia usar um por fase. De novo, sem fa
  17. Não é frio, é menos quente. Na parte amarela da chama da vela tem até quem ponha o dedo, para posar de machão em festa de criança. Mas cada tipo de fogo tem uma temperatura. Fogo de álcool, então, é quase frio, testa lá, rs... (Brincadeira, não testa não. Mas que é menos quente, isso é.) Isso é bom de saber prá quem solda, quem fecha solda com macarrão contrátil... ixi, na eletrônica, se não pensar em calor, ou vira pirofóbico ou piromaníaco Fiquei pensando nisso. Dessa forma, se a pessoa não tem um terra confiável, a rigor, o que? Nem deveria botar chuve
  18. Boa, Xará! Vou tentar fazer um pouco diferente, tentar dobrar os dentes para dentro com duas ferramentas: alicate e paciência. Dá até para dar uma desentortada nas mandíbulas da boca do jacaré banguela de forma a fazê-las ficarem paralelas... ou quase isso, que paralela exata depende da espessura do que vai ser mordido, né? Mas dá para colocar um pedaço de garrote de látex na boca desdentada, para minimizar o ângulo de ataque da mordida, rs...
  19. Aos mestres ("com carinho", como diz o filme): aqui em casa tem um chuveiro de 7500w alimentado com 220v do tipo multitemperaturas. Se girar o potenciômetro para o limite de um dos lados, a água sai fria. E nesse momento, medindo a corrente na caixa de disjuntores no ramal que vai exclusivamente ao chuveiro, aparece zero. O diâmetro do braço que sai da parede, na altura do potenciômetro, é algo perto de 9cm. Ou seja não é grande. E não parece esquentar, já que ali tudo é PVC, que amolece até com chama de vela. O que será que tem naquele circuito?
  20. Ah, vá... falaí, rs... Brincando, não quer, não fala. Mas tenho até um vídeo de uma vitrolinha que montei para minha filha que, no final, era isso mesmo: GND insuficiente...
  21. Fiquei pensando na prática aqui, caro @snider607, e lembrei do seguinte: as garras do terceiro braço que uso é uma garra daquelas que vem nos cabos de multímetro, de metal. E justo por ser de metal, elas são duras. Então quando prendo um componente mais sólido - tava lembrando de pontes retificadoras - elas ficam presas por apenas 2 pontos da garra, geralmente apenas duas pontas do serrilhado, uma em cima e outra embaixo. Qualquer pressão, um leve empurrar com a ponta do ferro já é suficiente para o componente sair do lugar. Ainda não encontrei uma solução mas acho que vou tentar a
  22. Nada, isso é o verdadeiro ouro, Xará: a experiência prática. Também já quebrei a cara tentando entender porque é que determinada coisa, que na teoria parecia que estava tudo bem mas que na prática não era "bem assim".
  23. Ué, mas os capacitores da fonte estão no tap central... São dois capacitores: o que tem o + no +25 tem o - no tap central assim como o que tem o - no -25, tem o = no tap central. Tap central esse que acaba na trilha de maior área na PCB, não é isso? E sim, o manga apenas leva a alimentação de uma caixa de ferro à caixinha onde estão o amp, o preamp, o controlador de velocidade da ventoínha e o TTP223. O sinal de áudio nunca sai dessa caixinha.
  24. é mole? rs... Mas contribua aí, Serginho: que relé serviria para nosso amigo @Silvatsc? Porque a ideia de programar um processador no Arduino é boa, não é?
  25. O problema aqui é o "cabra" achar que acabou a luz, desencanar e for jogar bola, "lá embaixo". Se bem que, em 20 minutos, a geladeira volta e aí o sorvete não vira uma pedra, hehe... Questões domésticas, kkk...

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