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Controlar a velocidade de um motor DC 12 v 15A usando um sensor hall


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Olá amigos!
Sou novato por aqui.
Preciso de um cirquito simples para controle de velocidade de um motor DV 12V com pico de 15A usando um sensor hall no lugar do potenciometro.
Fiz alguns testes mas não obtive bons resultador.
alguém tem algum cirquito simples que possa compartilhar?
Abrigado 

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Olá Renato 
Quero controlar a velocidade de um motor DC 12V que tem uma corrente de pico de 15A
mas não quero usar um potenciometro  e sim um sensor hall no lugar

Fiz um esquema usando um mosfer irf530  e o sensor hall ligado no gate dele o motor no Dreno em paralelo com um diodo para proteção
Mas não funcionou bem
Por isso recorri aos amigos se tem algum cirquito nos arquivos que seja mais eficiente 
Por exemplo usando um pwm com 555 ,
Procurei na web mas não achei nada usando um sensor hall 
Todos com potenciometro, conforme o exemplo pego aqui mesmo no forum
image.png.331d49a21ebfda69eda1a4433035b3d6.png

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@Paulo Ribeiro de Souza

Sem desejar ser ofensivo, sabe o que vem a ser um sensor hall? É um detector de magnetismo, apenas isso. O que deseja controlar no motor? Torque, velocidade? Se, no eixo do motor for colado um pequeno ímã e na estrutura próxima a este instalado um hall, cada vez que o ímã passar perto do hall terás um pulso. Pelo intervalo dos pulsos dá para se deduzir a rotação. No caso estaria funcionando como um encoder de um único pulso por revolução. Também é possível ler a corrente do motor pelo magnetismo da corrente sobre o condutor, uma tarefa complicada, requer calibração um a um, hall não é componente de precisão.

Para melhor aproveitar a experiência dos frequentadores deste forum fale do objetivo antes de discutir o método.

 

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Também fiquei curioso... Controlar a rotação de um motor através de um sensor hall parece igual a controlar a temperatura de algo através de um termômetro.

 

O sensor hall poderia informar a um circuito a velocidade em que motor está rodando e esse circuito sim se encarregaria de manter o motor na velocidade desejada, dispensando assim o uso do potenciômetro para esse ajuste.

 

Assim, se a velocidade do motor diminuísse (digamos que uma força qualquer fosse aplicada ao eixo do motor fazendo-o "brecar", o circuito a aumentaria.

 

Mas na medida em que essa força "brecante" fosse aliviada, a tendência do motor seria aumentar a velocidade. Aí então o circuito cuidaria de abaixar essa velocidade.

 

Quem controlaria a velocidade de rotação seria o circuito. O sensor hall apenas informaria ao circuito qual é a velocidade em que o motor está rodando. Será que é isso que o amigo deseja?

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Desculpe aos colegas! 
Mas este sensor é utilizado sim, nos aceleradores de bicicleta e patinetes elétricos.
Quando você aproxima do polo positivo do ima, ele aumenta a tensão de saída que varia conforme o tipo do sensor entre 0 a 3 ou 5v 
e quando aproxima do polo  negativo ele vai diminuindo esta tensão, Internamente ele tem um drive para aumentar a potência de saída , para poder escitar a base do um transistor ou o Gate de um mosfet.

Eu até fiz uma adaptação em um cirquito pronto que comprei na internet e funcionou, porém não me deu uma boa precisão na aceleração por causa do cirquito.
ficava sempre com um consumo mínimo nunca zerava a saida do drive fazendo com que o motor continuace rodando muito devagar quase impeseptível.

Substitui o potenciometro pelo sensor hall colocando 

image.png.77ebaaaf80be951bf293e3b958caca63.png

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3 horas atrás, Paulo Ribeiro de Souza disse:

Mas este sensor é utilizado sim, nos aceleradores de bicicleta e patinetes elétricos.

Tem razão, caro Paulo. Vivendo e aprendendo...

 

Se se pensar em PWM, a questão seria como converter variação de tensão de saída do sensor hall, entre 0v e 5v,  em variação de frequência... ou melhor, em variação de duty cycle.

 

Não tenho muita experiência mas chuto que para fazer analógico, variando a tensão diretamente num gate ou na base de um transistor trabalhando na região linear, para 15A acho que vai ter problema de aquecimento... Além do que tem a questão da partida no motor, que demanda muito mais corrente do que para mantê-lo rodando.

 

Seguindo suas dicas (e-bikes) encontrei algo na Internet mas tudo em inglês. Não sei se ajuda mas olha lá (clique).

 

Pelo pouco que entendi fiquei com a impressão de que a turma ali (clique) está tentando resolver o problema da linearidade desse tipo de arranjo. Assim. digamos que o sensor hall zere a saída a 5cm (ou mais) de distância do ímã e, claro, só bote 5v na sua saída quando o sensor hall encostar no polo norte desse ímã. A 2,5cm de distância entre o ímã e o sensor não vai haver 2,5v na saída...

 

Infelizmente para o circuito que te atende, não tenho conhecimento. Mas agora que a questão ficou clara, acho que os mestres daqui podem te dar uma luz.

 

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@Paulo Ribeiro de Souza , pelo que entendi no último post fizeste um circuito linear, controlando a velocidade pela excitação do gate. Em um motor de 15A não é uma boa ideia. Se conseguiste fazer um circuito que vai de uma tensão mínima a uma máxima como referência da velocidade desejada, para transformar isso num PWM é a coisa mais fácil.

Abaixo temos o desenho de uma gerador de rampa:

Sem título.png

R1 e R2 fazem o centro da onda.

R3 faz a amplitude pico a pico.

R4 faz a frequência.

Alimentação do operacional: 0V e 12V

Na simulação foi admitida saturação negativa do operacional em zero Volt e positiva em 10V.

 

Um PWM é quando comparamos uma rampa como a acima e a comparamos com o sinal de um potenciômetro ou, no seu caso, com o sinal de um hall. Com os valores acima se o sinal de entrada for inferior a 2.142V o duty é zero, acima disso vai subindo até alcançar 100% aos 8.573V.

 

Estou com preguiça de fazer um desenho novo, vou aproveitar o abaixo. Pense no seu sensor hall como sendo o amplificador com detalhe em verde, daí para frente é o seu circuito.

Sem título.png

 

OBS: no segundo desenho o sinal de rampa parece sair do operacional. Na verdade é obtido no capacitor, na saída do operacional se tem uma onda quadrada, inútil ao propósito.

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Não conheço este sensor hall

image.png

mas pelo símbolo da histerese me parece que é digital, ou seja não varre de 0 a 5 mas sim só dá 0 [e 5 com pullup]

Se achar que deve, link o datasheet do que você pretende usar. Ou se sentir que é interessante, publique desenhos/fotos e etc do que você fez

13 horas atrás, Paulo Ribeiro de Souza disse:

uma adaptação em um cirquito pronto que comprei na internet e funcionou, porém

 

Caso este faça a varredura - gere tensão proporcional - uma alternativa ainda + minimalista é você programar um mc - o disponível mais barato possível : ele pode fazer a leitura analógica e gerar pulso com largura proporcional. Um substituto mínimo ao desenho de Serjão com arduino:

 

setup()
{
...
}
loop()
{
analogwrite(saida,analogread(entrada));
}

🙃

 

Vi agora no link contribuição do amigo @rmlazzari58

zZoSUN8.jpg

De fato este sim é linear....

9 horas atrás, rmlazzari58 disse:

Vivendo e aprendendo...

😁

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Obrigado Sergio pela sugestão e aos outros colegas pelos comentários.
Na verdade Sergio, o motor tem 5a mas como a tensão de pico e uma margem de segurança coloquei para 15a.
Até comprei uma placa na internet com dizia ter 15ª, fiz umas adaptações para substituir o potenciômetro pelo sensor hall, porém nos primeiros testes 15 minutos de funcionamento a placa esquentou muito e queimou, ou seja não tem 15a, porque a bateria usada foi a de nobreack que tem 7A.
Por isso vou tentar construir um circuito próprio.
Vou fazer uns testes criando um PWM  usando um NE555 e o IRF 530 para drive e ver se da certo. 
A muitos anos que não mexo com eletrônica, apenas programação de computadores.

Estou um pouco enferrujado e sem equipamentos.
Apenas um multímetro e ferro de soldas rsrs.


Abaixo está é a placa que comprei. 
Ela usa um pequeno CI que não da para identificar. Não achei o esquema da placa , identifiquei que o potenciômetro recebia 5V de um lado e 0v do outro e o meio dele era usado no circuito para o controle, mas a placa tem face no meio não deu para identificar o caminho do cirquito.
Coloquei o 7805 para dar os 5v reais para o sensor hall  e coloquei a saída dele no circuito. 
Funcionou porém tive que colocar um potenciômetro de 100k na saída do sensor para terra para regula e dar 0V quando o polo sul do Imã estava próximo do sensor porque não chegava a 0v fazendo com que a aceleração diminuía, mas não parava.
Sem contar que a placa apenas ligada consumia 1.5A  causando consumo desnecessário quando não estava acelerado.

placa.png.d86f4839fb6893198913715836926725.png

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1 hora atrás, Paulo Ribeiro de Souza disse:

Obrigado Sergio pela sugestão e aos outros colegas pelos comentários.
Na verdade Sergio, o motor tem 5a mas como a tensão de pico e uma margem de segurança coloquei para 15a.
Até comprei uma placa na internet com dizia ter 15ª, fiz umas adaptações para substituir o potenciômetro pelo sensor hall, porém nos primeiros testes 15 minutos de funcionamento a placa esquentou muito e queimou, ou seja não tem 15a, porque a bateria usada foi a de nobreack que tem 7A.

Essas baterias de 7Ah de nobreak, drenam fácil 50 amperes por pouco tempo.  

 

 

 

Quando elas estão instaladas no próprio nobreak, drenam até 25 amperes. Os nobreaks exigem isso delas quando em potência máxima. 

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@Paulo Ribeiro de Souza , seu circuito esquentou e possivelmente torrou por ter sido construido de forma linear. Há quem use essa técnica para controle de baixas potências, sem problemas. Para potências maiores o indicado é o PWM.

Para se fazer um controle PWM o que se faz é:

- estabelecer uma base de tempo. Estamos falando da frequência do PWM. Em se tratando de motor a frequência não pode ser muito alta por conta da indutância do motor. Em altas frequências a indutância impede que o motor atinja a corrente necessária e o motor fica com o torque comprometido. Para motores de 1CV (750W) ou maior 120Hz é uma boa frequência. Para motores menores uma frequência maior é bom para diminuir o ronco do motor mas não se sobe demais a frequência por conta do torque. Essa base de tempo pode ser feita num gerador de rampa ou no timer de um microprocessador, é o mesmo princípio.

- estabelecer um princípio de controle. Aqui definimos se o sinal do acelerador irá indicar a tensão a ser enviada ao motor ou a velocidade deste. A diferença é que ao indicar a tensão as ser enviada o sinal do acelerador vai direto para a comparação com o gerador de rampa ou para o compare do timer do microcontrolador, o resultado é o mesmo. Caso deseje o controle de velocidade terá que ter um sinal de retorno de velocidade, complica um pouco e não é o indicado para o uso proposto. Da comparação analógica ou digital já se tem o sinal de PWM, basta aplicá-lo ao transistor.

 

Indo para o circuito:

Foi selecionado por ti uma montagem de ímâ + transistor Hall para geração do sinal. Pelo que entendi dos posts conseguiste um sinal proporcional à posição do acelerador. Pouco importa se começa ou não do zero, tendo-se uma geração de sinal que reflita o desejo do condutor é o que importa. Um ponto importante é que o comportamento da sua montagem seja repetitivo independente de temperatura, solavancos do veículo ou qualquer outra coisa. Tem que ser confiável, há uma vida sobre o veículo.

Com a geração de sinal resolvida, adaptar esta ao gerador de rampa ou ao timer do microprocessador é tarefa simples.

A solução de se usar o 555 não é das melhores.

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1 hora atrás, Paulo Ribeiro de Souza disse:

A muitos anos que não mexo com eletrônica, apenas programação de computadores.

Estou um pouco enferrujado e sem equipamentos.
Apenas um multímetro e ferro de soldas rsrs.

 

Você parece ter certa habilidade com programação; já considerou trabalhar com Arduino?

Com o Arduino, é possível programar a entrada analógica para interpretar uma faixa de 0 a 5V como representando desde ausência de potência até a potência máxima.

Utilizando a plataforma Arduino, é viável gerar sinais PWM (Pulse Width Modulation) variando de zero até o valor máximo.

Provavelmente, você encontrará recursos prontos na internet para isso. Além disso, o Chat GPT-3 está disponível e pode ser uma ferramenta útil para auxiliar na programação do Arduino.

 

 

Ainda pode usar o driver IR2127 que já vem com uma proteção de corrente pro mosfet:

images?q=tbn:ANd9GcQ10JfKjAzJf1zCxxaJl0w

 

  

Este driver mede a corrente que flui pelo MOSFET usando a própria resistência entre Dreno e Source como um resistor Shunt.

Quando a corrente ultrapassa os limites definidos pelos valores de R2 e R3, o driver envia imediatamente um sinal de falha para o pino 3 do CI (Circuito Integrado).

Esse sinal é extremamente rápido, com um tempo de resposta de cerca de 600 nanossegundos. Esse intervalo é suficiente para prevenir danos ao MOSFET. Para lidar com essa situação, é necessário programar o Arduino para interpretar esse sinal e desativar o sinal PWM, alertando sobre a sobrecarga.

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3 horas atrás, albert_emule disse:

programar o Arduino para interpretar esse sinal e desativar o sinal PWM,

 

Em 01/12/2023 às 07:26, .if disse:

 

 

#define FAULT n //número do pino de entrada
setup()
{
...
}
loop()
{
if (digitalread(FAULT)) analogwrite(saida,analogread(entrada);
else analogwrite(saida,0);
}

🙃

 

3 horas atrás, Sérgio Lembo disse:

possivelmente torrou por ter sido construido de forma linear

Segundo o google lens (clique pra teste e me fale se deu certo) aquilo lá é pwm mesmo... preguiça de procurar esquema...

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Em 01/12/2023 às 07:26, .if disse:

programar um mc

Aí já é covardia, hein? Arduíno ou não, dá até para pensar num calibrador: entrou na rotina de calibração, você vira a chave com sensor hall toda para um lado, aperta um botão e... fixou o valor máximo. Aí faz o mesmo para o outro lado e pronto. Caso a segunda "apertada" de botão informe o mesmo valor de tensão no sensor hall, o programa despreza... ou usar dois botões, um para o máximo e outro para o mínimo. Dá para criar várias rotina de consistência e erro. Dá até para criar um indicador com LED, uma escala de 1 a 5, digamos... E pelo que já andei lendo, PWM (aquele que não torra transistor na região ativa) e mc digital são amicíssimos... além do preço de um Arduíno Nano, por exemplo...

 

Uma pergunta de leigo aos mestres em mcs: tem como guardar o valor de uma determinada variável mesmo com a alimentação cortada? Digo para não ter que calibrar toda vez. Se bem que pode ter uma calibração defaut mas, eventualmente re-calibrar...

 

Um dia faço as pazes com o digital, rs...

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44 minutos atrás, rmlazzari58 disse:

Uma pergunta de leigo aos mestres em mcs: tem como guardar o valor de uma determinada variável mesmo com a alimentação cortada? Digo para não ter que calibrar toda vez. Se bem que pode ter uma calibração defaut mas, eventualmente re-calibrar...

 

Um dia faço as pazes com o digital, rs...

Sim, é possível guardar o valor de uma variável mesmo quando a alimentação é cortada. Existem várias formas de fazer isso, dependendo do contexto e dos recursos disponíveis:

1. **Armazenamento em memória não volátil:** Você pode usar dispositivos de armazenamento não volátil, como EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory) ou Flash memory. Muitos microcontroladores têm uma certa quantidade de memória EEPROM integrada para armazenar valores que precisam ser mantidos mesmo quando a energia é desligada.

2. **Baterias ou supercapacitores:** Em alguns casos, pode-se usar baterias ou supercapacitores para manter uma pequena quantidade de energia suficiente para manter os dados na memória quando a energia principal é cortada. Isso é comum em dispositivos eletrônicos que precisam reter informações, como relógios ou configurações de dispositivos.

3. **Armazenamento externo:** Se for necessário armazenar grandes quantidades de dados ou se a retenção de dados é crítica, você pode optar por armazenamento externo, como cartões de memória SD, pendrives ou serviços de armazenamento em nuvem, dependendo do contexto do seu projeto.

4. **Backup periódico:** Em alguns casos, mesmo sem memória não volátil, você pode implementar um sistema para realizar backups periódicos dos dados em intervalos regulares. Isso minimiza a perda de informações em caso de corte de energia.

É importante considerar o consumo de energia, a durabilidade do armazenamento e a forma como os dados são acessados e atualizados ao escolher a melhor opção para o seu projeto.

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2 horas atrás, rmlazzari58 disse:

guardar o valor de uma determinada variável mesmo com a alimentação cortada

França lhe deu reposta completa. Uma minimalista é: grande parte dos mc's possui eeprom que é própria pra isso. Um mc que não possui eeprom dedicada é um st-f051xxx mas ele possui rotina pra emular ( se precisar ... @albert_emule😁) a eeprom na sua própria flash. Mó chatisse  pra manipular pois apaga 1K por vez. Ralei dias pra criar um algoritmo pra gravar/ler apenas 1 byte de setup com relativa frequência. Além do que tive que 'jogar fora' 1k.

Obs: não é RAM onde você pode gravar e ler dados pela eternidade. Há limite de gravações de 1K (o meu) a 10M. Há macetes pra durar +. P.ex. no meu caso como é 1 byte (2 na verdade) gravo na sequência e só apago 1000 gravações depois.

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Pensei em gravar dois bytes, apenas: um, a tensão de saída do sensor hall quando na posição "totalmente norte" e outro, com a tensão na posição "totalmente sul".

 

Só para não ter que recalibrar de maneira mais precisa do que usando valores defaut, a cada ligada. Vai que, por alguma razão mecânica, com o tempo e o uso, na posição "totalmente norte"  o sensor ponha 4,9v na sua saída, e na "totalmente sul", 0,2v... Um algoritmo poderia proporcionalizar o duty cycle: em vez de

 

5v -> 100% e 0v -> 0%

 

poria

 

4,9v -> 100% e 0,2v -> 0%

 

E tem uns LEDs, que poderiam indicar quanto do curso do acionador do sensor. Pensei o seguinte: numa e-bike, se o manete está no meio do curso e você está numa reta, você está numa determinada velocidade. Mas se você pega uma subida, vai ver que para manter aquela mesma velocidade vai ter que "abrir o gás no talo"...

 

Certamente o usuário (ah, esse eterno ingrato, rs...) terá demandas que reles programadores como nós não chegam nem a perceber...

 

São firulas e mordomias que só os mcs são capazes de fazer, né?

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1 hora atrás, rmlazzari58 disse:

demandas que reles programadores como nós não chegam nem a perceber...

Mas é bom intuir. Comigo aconteceu algo similar: entrei na mente do cliente (do cliente) pra deixar o sistema otimizado e melhorado. Boca fechada não entra mosquito... me ferrei pois a programação ficou mais complexa mas o mais legal: o cliente aceitou mas nem um réles 'valeu' recebi.

 

1 hora atrás, rmlazzari58 disse:

4,9v -> 100% e 0,2v -> 0%

Um insight (ou princípio) que possuo é que não se precisa pensar ou fazer o mc pensar em valores reais de V, I e etc. O que ele vê são apenas valores numéricos. Isso:

if (ad>511) ... //2.5V numa entrada ad. Basta ler os registradores

o deixa mais confortável que

if (V>2.5) ... //tem que fazer conta

Fica bom pra quem programa mas pra converter pra V em float...mêo ... p q p ...come um tempo e memória fundidos do mc

 

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1 hora atrás, rmlazzari58 disse:

Pensei em gravar dois bytes, apenas: um, a tensão de saída do sensor hall quando na posição "totalmente norte" e outro, com a tensão na posição "totalmente sul".

 

Só para não ter que recalibrar de maneira mais precisa do que usando valores defaut, a cada ligada. Vai que, por alguma razão mecânica, com o tempo e o uso, na posição "totalmente norte"  o sensor ponha 4,9v na sua saída, e na "totalmente sul", 0,2v... Um algoritmo poderia proporcionalizar o duty cycle: em vez de

 

5v -> 100% e 0v -> 0%

 

poria

 

4,9v -> 100% e 0,2v -> 0%

 

E tem uns LEDs, que poderiam indicar quanto do curso do acionador do sensor. Pensei o seguinte: numa e-bike, se o manete está no meio do curso e você está numa reta, você está numa determinada velocidade. Mas se você pega uma subida, vai ver que para manter aquela mesma velocidade vai ter que "abrir o gás no talo"...

 

Certamente o usuário (ah, esse eterno ingrato, rs...) terá demandas que reles programadores como nós não chegam nem a perceber...

 

São firulas e mordomias que só os mcs são capazes de fazer, né?

 

Código para arduino: 

 

Segue um código para implementar um PWM de 5 kHz e ajustar a faixa de tensão do acelerador da bicicleta elétrica (0.8V a 3.6V).

Você pode usar a biblioteca TimerOne para gerar o sinal PWM com a frequência desejada.

 

Certifique-se de ter a biblioteca "TimerOne" instalada no Arduino IDE. Para isso, vá em "Sketch" -> "Incluir Biblioteca" -> "Gerenciar Bibliotecas" e procure por "TimerOne".

 

 

 

#include <TimerOne.h>

const int sensorHallPin = A0; // Pino do sensor Hall conectado ao pino analógico A0 do Arduino
const int motorPin = 9;       // Pino PWM conectado ao motor

int sensorValue = 0;
int potValue = 0;

void setup() {
  pinMode(sensorHallPin, INPUT);
  pinMode(motorPin, OUTPUT);

  Timer1.initialize(200);  // Configura a frequência do timer para 5 kHz (200 microssegundos de período)
  Timer1.pwm(motorPin, 0); // Configura o pino para PWM
}

void loop() {
  sensorValue = analogRead(sensorHallPin); // Lê o valor do sensor Hall

  // Mapeia o valor lido do sensor Hall (0.8V a 3.6V) para o intervalo de 0 a 255 para o PWM
  potValue = map(sensorValue, 205, 921, 0, 255);
  potValue = constrain(potValue, 0, 255); // Garante que o valor esteja no intervalo correto

  Timer1.setPwmDuty(motorPin, potValue); // Define o ciclo ativo do PWM no pino do motor

  // Adicione qualquer lógica adicional necessária para o seu aplicativo aqui
}

 

Este código agora usa a biblioteca TimerOne para gerar um sinal PWM com uma frequência de aproximadamente 5 kHz no pino 9 do Arduino. Além disso, mapeia os valores lidos do sensor Hall (0.8V a 3.6V) para o intervalo de 0 a 255, que é usado para controlar o ciclo ativo do PWM para o motor.

Certifique-se de testar e ajustar conforme necessário para garantir o comportamento desejado do motor em resposta à tensão do sensor Hall da bicicleta elétrica.

 

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59 minutos atrás, .if disse:

Mas é bom intuir.

 

1 hora atrás, .if disse:

o cliente aceitou mas nem um réles 'valeu' recebi.

Cedo aprendi que Processamento de Dados não é profissão, é sacerdócio... Deu sorte, Isa, que o usuário não te sabotou só para ganhar poder na empresa.

 

6 horas atrás, rmlazzari58 disse:

Um dia faço as pazes com o digital

 

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2 horas atrás, albert_emule disse:
Timer1.initialize(200);  // Configura a frequência do timer para 5 kHz (200 microssegundos de período)

Grande Albert! Montou a receita do bolo.

Sobre o PWM, não acha 5kHz uma frequência elevada para um motor de 60W? Não ficaria melhor algo entre 400Hz e 1kHz? Meu receio é que a máquina não alcance a corrente de trabalho em períodos tão curtos assim. Caso isso ocorra o usuário só irá achar torque quando o duty estiver em 100%.

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10 horas atrás, Sérgio Lembo disse:

Grande Albert! Montou a receita do bolo.

Sobre o PWM, não acha 5kHz uma frequência elevada para um motor de 60W? Não ficaria melhor algo entre 400Hz e 1kHz? Meu receio é que a máquina não alcance a corrente de trabalho em períodos tão curtos assim. Caso isso ocorra o usuário só irá achar torque quando o duty estiver em 100%.

 

A frequência maior, faz a variação de corrente ser menor na indutância do motor.

Esse ripple de corrente fica menor na frequência maior. 

A indutância do motor tem o poder de armazenar energia, semelhante a um capacitor. Quando o período é grande, o ripple também fica maior. 

Períodos menores, fazem a ondulação de corrente ser menor. Fica mais contínua. 

fig11_por.jpg?h=338&iar=0&w=800&rev=-1&h

 

 

A intenção é evitar ruídos desagradáveis. 

Eu colocaria até mais alto, uns 10Khz, para ficar mais silencioso.   

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