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  • Comunicados

    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.
EDNER DI SESSA

Ponte h com sg 3525 e drive ir2110

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@Bommu Perneta solda não é curto, é um resistor de baixo valor, mas há momentos em que se tem curto. Quanto a limitação de corrente, o circuito é indutivo, isso controla a velocidade com que a corrente aumenta e viabiliza o tempo de propagação do circuito limitador.

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@Sérgio Lembo

hum...Mas mesmo baixo valor vai passar um boa corrente e pelo que mostrou ai no vídeo ai em cima dá para passar bastante corrente dependendo do circuito ^^ ... isso que estava em dúvida ^^

 

Ainda não tinha ouvido falar dessa parte que você falou, vou estudá-la ^^

Editado por Bommu Perneta

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@Bommu Perneta mais louco ainda é o controle de corrente das máquinas antigas de solda. Se afasta fisicamente o secundário do primário com uso de manivela e com isso se limita a interação entre as bobinas.

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3 horas atrás, Sérgio Lembo disse:

@Bommu Perneta mais louco ainda é o controle de corrente das máquinas antigas de solda. Se afasta fisicamente o secundário do primário com uso de manivela e com isso se limita a interação entre as bobinas.

 

Eu tenho uma máquina dessas. O que se faz lá é mover o núcleo do transformador com a manivela, mas é a mesma coisa.

Ainda tinham aquelas máquinas em que o trafo tinha vários TAPs pra alterar a tensão de saída e consequentemente a corrente.

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4 horas atrás, Bommu Perneta disse:

Pensei que ele queria alimentar um motor ou coisa do tipo onde tem limite de corrente... O curto para arco voltaico não vai fritar os power mosfets dele como esta* corrente*? Vai passar mais que 5.1A contínuo ... ou estou enganado? 

A lampada tá limitando e tal, mas o uso que ele quer é um curto ou arco ou seja o que for...

 

 

A corrente é bruta.

Deve usar IGBT daqueles de 60 amperes, no no mínimo. 

 

Uma maquina destas de 240 amperes está custando no mercado de R$2.200,00 a R$2.500,00

 

O rapaz é bem esperto kkkkk

Vais ganhar uma grana preta. 

Editado por albert_emule

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  • Autor do tópico
  • agora, albert_emule disse:

     

    Na verdade a carga não é um curto-circuito.

    É um arco, voltaico formado por ar ionizado. 

    Apesar da maquina ter 54V a vazio, essa tensão inicial é para abrir o arco fácil. A condição de máxima corrente é quando a distância do arco-voltaico diminui a ponto da corrente da máquina atingir o valor máximo. 

     

    Eu estive lendo uns dois manuais de manutenção.

    A condição de corrente máxima é atingida quando a tensão abaixa a uns 20V. A carga aumenta com a diminuição da distância do arco e ao mesmo tempo a corrente vai aumentando junto e a tensão vai caindo proporcionalmente. 

    Em aproximadamente 20V atinge a condição de corrente máxima. 

     

    https://www.youtube.com/watch?v=LGFSLGTuzD8&feature=youtu.be

     

     

     

     

    adicionado 0 minutos depois

    Acho que ele quer fabricar artesanalmente maquinas inversora de solda para vender.

    ok!!!! gostei muito desse video, e nao tenho a intençao de fabricar nao, pois nao compensa,se fosse o caso eu importaria da china, pois ninguem tem preço competitivo igual a eles; estive lendo a respeito de conversres dc ac , dcdc , e outras topologias, e como tenho um trafo que ja foi projetado de fabrica com as espiras corretas, fio correto, ja deve ter sido calculado perdas e aquele monte de calculo para trafos de ferrite, inclusive o tipo de ferrite utilizado, ira servir de base para calculos futuros com outras montagens que pretendo realizar com inversro solar; e na verdade, tambem coloco essa maquina para funcionar, pois posso utiliza-la tambem; na placa onde esse trafo estava montado, o chaveamento do primario era feito por ponteh; alem de aumentar a vida util dos mosfets, pois quando em plena carga, consome apenas 15amp no primario; se tiver condiçoe de me auxiliarem no funcionamento da ponte h, é tudo que preciso, pois a unica coisa que nao esta funcionando é a ponte h; estou alimentando aponte h inicialmente com 12vcc, 24vcc, 40vcc, e a tensão de saida esta dobrando de tensão; meu tempo morto está ok; so nao estou conseguindo manter a mesma alimentaçao na saida da ponte h, ou seja, se entra 12vcc, teria que sair 12 vac, e isto nao esta ocorrendo nao sei porque; estou pensando em mudar de driver ir2110 para 2101, ja encomendei, e tomara que nao aconteça o mesmo defeito;pois  nao consigo manter a mesma tensão de entrada na saida da ponte;valeu!!!!!obrigado pelo apoio;

    adicionado 6 minutos depois
    agora, Sérgio Lembo disse:

    @Bommu Perneta solda não é curto, é um resistor de baixo valor, mas há momentos em que se tem curto. Quanto a limitação de corrente, o circuito é indutivo, isso controla a velocidade com que a corrente aumenta e viabiliza o tempo de propagação do circuito limitador.

    OLÁ! EU to apanhando para chavear 4 mosfets apenas; eu so preciso disso, mas toda a vez que alimento a ponte h, a tensão de saida nao é a mesma da qual esta sendo alimentada alimento com 24vcc, e sai 48vac, ja pensou se eu alimentar com 310vcc? vai explodir tudo; mas estou pensando em mudar o drive para ir2101, para verificar se o problema ainda continua; nao tenho mais o que fazer, e agradeço muito a tods pelo apoio que estão me dando;obrigado a todos do clube!!!!

    adicionado 14 minutos depois
    agora, albert_emule disse:

    A corrente é bruta.

    Deve usar IGBT daqueles de 60 amperes, no no mínimo. 

     

    Uma maquina destas de 240 amperes está custando no mercado de R$2.200,00 a R$2.500,00

     

    O rapaz é bem esperto kkkkk

    Vais ganhar uma grana preta. 

    OLÁ! Realmente ja pensei nisso, mas nao compensa; se fosse o caso, é so importar placas inversoras prontas da china, ou ate mesmo maquinas montadas; mas estou me baseando no trafo que possuo, para montar inversor solar com ponte h; 

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  • Autor do tópico
  • agora, isadora ferraz disse:

    me lembro vagamente disso também

     

    só não me lembro da resposta e nem o que comi na janta ontem

    bom dia isadora!!1! gostaria de te agradecer,, pois graças a voce mudei a topologia para conversor foward com dois mosfets com diodo nao primario e funcionou!!!!!!! obrigado pelo seu conselho, pois foi com ele que consegui resolver o meu problema; voce entrou na minha mente; fica com deus!!!!!!!!

    • Amei 1

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    A maioria das maquinas de soldas usam topologia dual-forward com acionamento dos IGBTs por transformador de pulso. 

    A maquina que mostrei num vídeo mais acima é assim. 

    Entra um sinal num transformador pequeno e sai 4 sinais que acionaram 2 pares de IGBTs.

     

    A maioria usam transformador de pulso. Não sei o motivo. 

     

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    @albert_emule Possivelmente pelo custo, esses IRs de driver não são baratos e se o sujeito já tem equipamento de enrolar bobinas, porque não? É simples depois de calculado.

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    Vejam a forma de onda na entrada do trafo driver.

    Daí eu fiz uns testes. 

    Coloquei a saída em curto-circuito enquanto observava a forma de onda na entrada do trafo driver:

     

    Esta maquina me fez cair em pegadinha.

    Estava com a etapa de pré carga dos capacitores DC de entrada, com defeito. 

    Daí carregava os capacitores mas não fechava o relé de potência que garante a alta corrente. 

    Isso eu resolvi. 

     

    O que eu não observei é que a etapa de potência tem que desligar rapidamente quando se fecha curto-circuito na saída.

    Acredito que desligue em uns 2 segundos.

    Essa não está desligando, o que faz os eletrodos ficarem grudando, pois se o eletrodo encosta no metal, a ponta aquece rapidamente com a corrente, se fundo, une-se com o metal daí a rápida dissipação do metal faz esfriar rapidamente a ponta e o eletrodo fica grudado, como se estivesse sido soldado por solda ponto. 

     

     https://youtu.be/BtUfCH9dh9U

     

     

     

    adicionado 7 minutos depois

    Essa maquina tem 6 IGBTs de cada lado na placa de cima.

    Também tem 6 diodos duplos de retificação na placa de baixo, 6 unidades de cada lado. 

    Tudo isso para fornecer 200 amperes.

     

    Tem marcado TIGG/MMA240 mas isso é só o modelo. 

    A corrente vai até 200 apenas. O potenciômetro tem escala de até 200A. 

    Eu também abri todo o potenciômetro. Vi que só vai até 200A. 

    adicionado 23 minutos depois

    Olha só que mentira a respeito do fator de potência.

    Pelo que analisei aqui no circuito, do retificador a rede vai direto para 4 capacitores eletrolíticos, cada um de 470uF por 400V.

    Todos em paralelo. Formam um banco de 1880uF. 

    Depois da tensão filtrada, vai para os IGBTs de potência. 

    https://v8brasil.com.br/wpv8/wp-content/uploads/2014/03/Manual-TIG-MMA-240_2012.pdf

    image.png.72304d323a33753c8ecabef72222981f.png

    • Curtir 1

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    @albert_emule

    O que eu não observei é que a etapa de potência tem que desligar rapidamente quando se fecha curto-circuito na saída.

    Acredito que desligue em uns 2 segundos.

    Essa não está desligando, o que faz os eletrodos ficarem grudando, pois se o eletrodo encosta no metal, a ponta aquece rapidamente com a corrente, se fundo, une-se com o metal daí a rápida dissipação do metal faz esfriar rapidamente a ponta e o eletrodo fica grudado, como se estivesse sido soldado por solda ponto. 

     

    Tenho um transformador de solda para eletrodos do tipo bastão. Um Banbozzi MN250 (ou algo assim).

    Quando o eletrodo gruda na peça metálica, o que é frequente, ele gruda em bem menos de um segundo. 

    Observe alguns vídeos de gente soldando no YouTube. Quando gruda, gruda logo. 

    Até tenho uma técnica para reduzir este problema. Tenho uma barra de alumínio aparafusada no terminal terra, aquele oposto ao do bastão de solda. Antes de soldar a peça, raspo a ponta do eletrodo no alumínio, até que ele "acenda" (inicie a soldagem). Logo a seguir, parto para a peça a ser soldada. Com a ponta muito quente do bastão do eletrodo, a soldagem começa e não gruda, justamente por já estar muito quente e, consequentemente, com a ponta macia. 

    Raspando a ponta do bastão no alumínio, eu acendo a ponta do bastão de solda e como o ponto de fusão do alumínio é menor que o do ferro, sempre dá para "não grudar" no alumínio.

    MOR_AL

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    Tam

    1 hora atrás, MOR disse:

    @albert_emule

    O que eu não observei é que a etapa de potência tem que desligar rapidamente quando se fecha curto-circuito na saída.

    Acredito que desligue em uns 2 segundos.

    Essa não está desligando, o que faz os eletrodos ficarem grudando, pois se o eletrodo encosta no metal, a ponta aquece rapidamente com a corrente, se fundo, une-se com o metal daí a rápida dissipação do metal faz esfriar rapidamente a ponta e o eletrodo fica grudado, como se estivesse sido soldado por solda ponto. 

     

    Tenho um transformador de solda para eletrodos do tipo bastão. Um Banbozzi MN250 (ou algo assim).

    Quando o eletrodo gruda na peça metálica, o que é frequente, ele gruda em bem menos de um segundo. 

    Observe alguns vídeos de gente soldando no YouTube. Quando gruda, gruda logo. 

    Até tenho uma técnica para reduzir este problema. Tenho uma barra de alumínio aparafusada no terminal terra, aquele oposto ao do bastão de solda. Antes de soldar a peça, raspo a ponta do eletrodo no alumínio, até que ele "acenda" (inicie a soldagem). Logo a seguir, parto para a peça a ser soldada. Com a ponta muito quente do bastão do eletrodo, a soldagem começa e não gruda, justamente por já estar muito quente e, consequentemente, com a ponta macia. 

    Raspando a ponta do bastão no alumínio, eu acendo a ponta do bastão de solda e como o ponto de fusão do alumínio é menor que o do ferro, sempre dá para "não grudar" no alumínio.

    MOR_AL

     

    Veja: 

    image.png.45fb7666cbe395c589c504529685e5d8.png

     

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    @albert_emule

     

    Sim. É o meu sonho de consumo. 

    Agora entendi ao que você se refere, que ele apenas corta a corrente com um curto ou sub tensão. Ele não evita que o eletrodo grude. 

    Se esta máquina aceitar eletrodos daqueles do tipo bastão revestido, então minha dica é válida e tem funcionado comigo. Contudo, como uso minha máquina ocasionalmente, não vale a pena investir numa máquina deste tipo, pois o custo passaria de uns 350 Temers para cerca de mil e tal Temers. Outro detalhe é que o custo dos arames de solda por quilo é mais caro que o dos bastões revestidos.

    Sem contar o fato de quem é bom soldador solda direito com qualquer máquina. Infelizmente não sou soldador, sou "derretedor de solda". Derreto mais solda para obter a mesma resistência, que um soldador obteria, com menos solda. Sem contar as falhas. Ao final da minha soldagem, sempre tenho que usar o esmeril para retirar o excesso de solda na forma de ervilhas. Hehehe! :( 

    MOR_AL

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  • Autor do tópico
  • agora, albert_emule disse:

    Vejam a forma de onda na entrada do trafo driver.

    Daí eu fiz uns testes. 

    Coloquei a saída em curto-circuito enquanto observava a forma de onda na entrada do trafo driver:

     

    Esta maquina me fez cair em pegadinha.

    Estava com a etapa de pré carga dos capacitores DC de entrada, com defeito. 

    Daí carregava os capacitores mas não fechava o relé de potência que garante a alta corrente. 

    Isso eu resolvi. 

     

    O que eu não observei é que a etapa de potência tem que desligar rapidamente quando se fecha curto-circuito na saída.

    Acredito que desligue em uns 2 segundos.

    Essa não está desligando, o que faz os eletrodos ficarem grudando, pois se o eletrodo encosta no metal, a ponta aquece rapidamente com a corrente, se fundo, une-se com o metal daí a rápida dissipação do metal faz esfriar rapidamente a ponta e o eletrodo fica grudado, como se estivesse sido soldado por solda ponto. 

     

     https://youtu.be/BtUfCH9dh9U

     

     

     

    adicionado 7 minutos depois

    Essa maquina tem 6 IGBTs de cada lado na placa de cima.

    Também tem 6 diodos duplos de retificação na placa de baixo, 6 unidades de cada lado. 

    Tudo isso para fornecer 200 amperes.

     

    Tem marcado TIGG/MMA240 mas isso é só o modelo. 

    A corrente vai até 200 apenas. O potenciômetro tem escala de até 200A. 

    Eu também abri todo o potenciômetro. Vi que só vai até 200A. 

    adicionado 23 minutos depois

    Olha só que mentira a respeito do fator de potência.

    Pelo que analisei aqui no circuito, do retificador a rede vai direto para 4 capacitores eletrolíticos, cada um de 470uF por 400V.

    Todos em paralelo. Formam um banco de 1880uF. 

    Depois da tensão filtrada, vai para os IGBTs de potência. 

    https://v8brasil.com.br/wpv8/wp-content/uploads/2014/03/Manual-TIG-MMA-240_2012.pdf

    image.png.72304d323a33753c8ecabef72222981f.png

    OLÁ ALBERT! ESSA MAQUINA É PEGADINHA MESMO; veja na imagem em anexo as caracteristicas de uma inversora vira lata da esab; verifique que os fabricantes devem fornecer o ciclo de trabalho da mquina quando em modo tig e mma; veja que nas duas situaçoes, o ciclo de trabalho nunca vai ser o mesmo; se na maquina vem escrito 180 amp; a primeira pergunta que voce deve fazer é: 180 amperes com que ciclo de trabalho? ciclo de trabalho de 35% para 180 amperes, ou seja, voce pode soldar nessa corrente por 3,5 minutos e descansar 6,5; isso é uma media para que o soldador nao queime a maquina devido a nao seguir aquilo que a fabrica projetou para o funcionamento; veja neste anexo que a maquina foi projetada para soldar a 100% com apenas 90 amperes; nessa corrente, voce pode soldar 24horas sem parar que a maquina aguenta; é assim que eles fazem testes na fabrica; alem disso, se voce for utiliza-la como tig, verifique que ela foi feita de fabrica para trabalhar a 100%(24hrs) logico que ninguem trabalha a 100% por isso o soldador deve ter bom senso ao utilizar quelquer maquina, ate mesmo essa ai que voce mostrou no video é pegadinha; ela diz que o ciclo de trabalho é de 60% baseado em que? na ampragem maxima  da maquina é que nao é; e outra e quando voce estiver soldando em modo tig, cade a tabela comparativa? o soldador que utilizar essa maquina e nao tiver conhecimento de ciclo de trabalho da maquina, ira queima-la facilmente caso a maquina nao possua as devidas proteçoes como as da lincoln electric, esab, e anos de garantia, pois essa marcas tem sensores pra tudo quanto e lado; e outra observaçao importante, é que o anti stick nao desliga a maquina quando o eletrodo gruda, e sim aumenta para um pico de partida bem elevado de corrente por alguns ms apenas na abertura do arco, e depois baixa a corrente para aquela que voce selecionou no ajuste de corrente da maquina; ela nao pode desligar o eletrodo na partida pois, ai sim é que ele iria grudar; e o cara pra grudar um eletrodo na maquina de solda inversora tem que ser muito bom, eu até hoje nao consegui; a menos que a maquina nao possua essa funçao acima mensionada; outra coisa é que os igbts nao necessitam ser de alta capacidade, pois eles controlam apenas o primario do trafo; quando a maquina esta soldando a 200 amperes no secundario, no primario (depende da maquina) consome no maximo 25ampers da rede; quem segura a porrada da solda é o indutor, os diodos de saida e o secundario do trafo; veja que mesmo essa maquina do video, ela nao é ruim nao, apenas deve ser consultado o manual do fabricante, e trabalhar dentro do ciclo de trabalho para o qual ela foi fabricado, que nao ira queimar,voce pode ter certeza disso;um grande abraço e obrigado pelos seu apoio e pelos seu videos;

    MAQUINA TIG E MMA ESAB.jpg

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    16 horas atrás, EDNER DI SESSA disse:

     observaçao importante, é que o anti stick nao desliga a maquina quando o eletrodo gruda, e sim aumenta para um pico de partida bem elevado de corrente por alguns ms apenas na abertura do arco, e depois baixa a corrente para aquela que voce selecionou no ajuste de corrente da maquina; ela nao pode desligar o eletrodo na partida pois, ai sim é que ele iria grudar; e o cara pra grudar um eletrodo na maquina de solda inversora tem que ser muito bom, eu até hoje nao consegui; a menos que a maquina nao possua essa funçao acima mensionada; outra coisa é que os igbts nao necessitam ser de alta capacidade, pois eles controlam apenas o primario do trafo; quando a maquina esta soldando a 200 amperes no secundario, no primario (depende da maquina) consome no maximo 25ampers da rede; quem segura a porrada da solda é o indutor, os diodos de saida e o secundario do trafo; veja que mesmo essa maquina do video, ela nao é ruim nao, apenas deve ser consultado o manual do fabricante, e trabalhar dentro do ciclo de trabalho para o qual ela foi fabricado, que nao ira queimar,voce pode ter certeza disso;um grande abraço e obrigado pelos seu apoio e pelos seu videos;

    MAQUINA TIG E MMA ESAB.jpg

     

     

    Essa aqui não tem esse anti stick. Consultei o fabricante.

     

    Vejam mais testes: 

    Quando eu assisti ao vídeo do teste, notei que talvez precise trocar o banco de capacitores de filtro de entrada. 

     

    Deem suas opiniões  

    @MOR 

    @EDNER DI SESSA

    @Sérgio Lembo

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=YMUa1zVS9TY&feature=youtu.be

     

     

     

     

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    @albert_emule , assisti ao vídeo, muito interessante. Inicialmente, devo dizer que minha única experiência com solda elétrica foi ter a vista ardendo e a descoberta do colírio de eufrasia. Considerações sobre o que vi no vídeo:

    - Independente do uso, o que se tem é uma fonte chaveada.

    - Sobre a queda da rede por ocasião da potência, 10% não é para causar esse estrago todo.

    - Se P = R x I², será que a resistência de carga não estava muito alta? Lembro que em fontes de corrente o raciocínio da resistência é inverso, isto é, quanto maior a resistência maior o consumo.

    - Notei a queda da tensão de barramento DC por ocasião da solicitação de maior corrente. Isso é típico de quando a corrente medida no shunt do transistor que faz o boost (primeiro estágio da fonte) atinge o limite de segurança, o que me faz reforçar a ideia de que usaste uma carga muito alta, isto é, um resistor de valor muito alto como carga.

    - Não sei como é o segundo estágio dessa fonte, provavelmente um LLC. Um shunt que monitore a corrente do primário tb dispararia a corrente limite de proteção dentro do raciocínio anterior.

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    24 minutos atrás, Sérgio Lembo disse:

    Notei a queda da tensão de barramento DC por ocasião da solicitação de maior corrente. Isso é típico de quando a corrente medida no shunt do transistor que faz o boost (primeiro estágio da fonte) atinge o limite de segurança, o que me faz reforçar a ideia de que usaste uma carga muito alta, isto é, um resistor de valor muito alto como carga.

    - Não sei como é o segundo estágio dessa fonte, provavelmente um LLC. Um shunt que monitore a corrente do primário tb dispararia a corrente limite de proteção dentro do raciocínio anterior.

     

    Suas colocações são bastante relevantes. 

     

    Só que esta maquina possui etapa de entrada mais simples do que você imagina.

    Não possui correção de fator de potência.

    Não cheguei a analisar a topologia do circuito de potência.

    Mas já te digo que a grande maioria delas são em  dual forward com retificador simples na entrada. 

     

    Este é o esquema do retificador desta maquina do vídeo. 

    Bruto não é? 

    Imagine as harmônicas na rede? 

    image.thumb.png.795f179e0877bd7cf8bd3505d428c571.png

     

    adicionado 2 minutos depois
    25 minutos atrás, Sérgio Lembo disse:

    - Sobre a queda da rede por ocasião da potência, 10% não é para causar esse estrago todo.

     

    O que me faz pensar que os capacitores estejam com problema.

     

    Editado por albert_emule

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    O que não se faz pra ganhar um dim dim. Numa indústria, onde o relógio mede o FP isso significa um VA = 2x a potencia utilizada, o que é um crime nesse nível de potência.

    adicionado 2 minutos depois

    Ainda assim, continuo acreditando que um resistor de valor alto como carga deva ter limitado a potência máxima do aparelho, 10% de queda de rede não é tão alto assim, mas posso estar errado.

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    1 hora atrás, Sérgio Lembo disse:

    Ainda assim, continuo acreditando que um resistor de valor alto como carga deva ter limitado a potência máxima do aparelho, 10% de queda de rede não é tão alto assim, mas posso estar errado.

    Note que quando a rede começa a cair, o ventilador diminui a potência. 

     

    Este ventilador é de 25V DC e está ligado numa fonte Flyback estabilizada que alimenta os circuitos eletrônico da maquina. 

    Se cai a tensão no ventilador, também deve cair a tensão em todas as outras saídas da fonte Flyback.  

    Talvez por isso a maquina limite a corrente.

     

    A tensão no barramento DC que deveria ser 308V DC, abaixa para 212V DC quando joga 100 amperes lá na carga.

    22854764_1366694696791833_1906149188_n.p

     

    Veja a rede com a corrente mínima na maquina: 

    22883180_1366693133458656_737800929_n.pn

     

    Agora veja a rede com os 100 amperes na carga: 

    22835732_1366695140125122_1012522899_n.p

    adicionado 2 minutos depois

    Pelo que vi a tensão no barramento DC cai bastante pois os picos da senoide não suportam e começam a ficarem achatados ao invés de manter a senoide. 

    adicionado 12 minutos depois

    @Sérgio Lembo Pelo que eu observei, pelo menos aqui e minha bancada, está havendo uma queda de tensão de quase 100V DC no barramento DC. Deveria se manter em 308V, mas cai para 212V DC.

    Isso está ocorrendo pois os picos da senoide não estão suportando.

     

    Embora na alimentação AC esteja ocorrendo queda de 14 a 15%, na saída DC está ocorrendo queda de 31%.

    É um fenômeno diferente: 

    A senoide não está caindo por inteiro. É apenas o topo da senoide que dá uma queda. 

     

     

    adicionado 15 minutos depois

    Vídeo de mais um teste: 

    https://youtu.be/FSlWrUNXpG4

     

     

     

    Editado por albert_emule

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    A queda da tensão do barramento DC é esperada, mesmo que não haja queda da rede AC, pois quanto maior a carga mais os capacitores são descarregados entre os picos dos semiciclos, o que reduz a tensão média entre picos. Quanto ao Flyback citado, fica uma pergunta: é um SMPS independente ou é bobina auxiliar do circuito de potência. Se for independente, mesmo que aproveitando o barramento DC para economia de alguns diodos e capacitores, então é bem vagabundo para não aceitar uma variação de 10% da tensão AC de entrada.

    adicionado 24 minutos depois

    Olhando melhor as imagens postadas, note que mesmo quando se tem 100A na carga, o ripple é relativamente baixo, bem parecido quando se tem um circuito boster como primeiro estágio. Supondo que o primeiro estágio seja um simples retificador com capacitores, não deveríamos ter a ntensão de pico na imagem? mesmo com o achatamento do AC verificado na 3ª imagem, i pico teria que ser muito mais que os 200V apresentados. Nem todos os circuitos boster são PFC, embora todos os PFCs sejam boster, o que é uma pena, pois muda apenas o controle que é pouca coisa mais caro.

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    @albert_emule

     

    1 - Sem conhecer o diagrama esquemático, fica difícil eu poder opinar. Mas vamos lá.

     

    2 - Meça a tensão que alimenta os circuitos, sem corrente corrente e com a corrente máxima que pode ser ajustada. Verifique se esta tensão cai a ponto de tornar inviável o funcionamento. Ei particularmente não acho que faça diferença. 

     

    3 - Concordo com o Sérgio. Uma fonte de corrente funciona como uma fonte de corrente DENTRO DA REGIÃO LINEAR de funcionamento. Pode estar ocorrendo que a tensão nos terminais de saída esteja no máximo, deixando de funcionar como fonte de corrente. Por outro lado, me corrija se não peguei os detalhes, parece que a limitação da tensão AC se deve ao fato de que o trafo 110/220 está saturando com correntes altas. Meça a tensão de entrada e a de saída do trafo 110/220 e verifique se o corte da senóide ocorre nele. Mas cuidado com a ponteira terra do osciloscópio na rede. Verifique se esta medição pode ser feita com o seu osciloscópio, caso contrário, ele pode queimar. Neste caso use um trafo de isolação galvânica no osciloscópio e cuidado com choques elétricos.

     

    4 - Você não dispõe de duas fases aí? Caso afirmativo poderia eliminar um possível problema; um trafo com menor capacidade que a carga pode consumir.

     

    5 - Reduza um pouco a resistência para ver se a corrente limita por causa dela. Mas deveria ter uma alimentação com fase-fase. 

     

    6 - Não sei se a limitação do tempo Ton se deve ao fato de haver pouca tensão. O potenciômetro de ajuste da corrente ainda não tinha chegado ao final, quando o Ton limitou? Talvez o valor de Ton esteja correto, mas com a limitação da alta tensão DC, ou da resistência de carga alta, a corrente fique limitada. 

     

    Em resumo:

     

    1 - O aparelho pode até estar funcionando corretamente. Arranje uma fonte AC com 220V e substitua a resistência por um eletrodo ou pelo arame de solda e meça a corrente na carga. Ele não foi feito para funcionar com uma resistência de carga com valor fora das especificações.

     

    2 - Melhore o contato dos fios na conexão com os bornes do aparelho. A resistência de contato pode não ser desprezível em relação à resistência mergulhada.

     

    3 - Se for usar a resistência mergulhada, use a lei de ohm. Tensão média CC na resistência  = Valor da resistência (a uns 150ºC?) vezes a corrente máxima. Considere o valor máximo da tensão durante a solda (cerca de 20V?).

     

    Dúvida:

     

    Se a tensão de saída pode ser CC, deve haver algo (um indutor de potência) que limite esta corrente, já que circuito push-pull puro não limita. Um circuito Forward já tem um indutor no secundário. 

     

    Por favor, encare o próximo parágrafo como uma crítica construtiva... Sem intenção de menosprezar o seu belo esforço. 

    Digo isso porque já fui professor e tive que melhorar a dicção, aumentar o tom de voz e falar com mais clareza. 

     

    Se der, nos próximos vídeos:

     

    1 - Aumente a resolução para que seja possível observar as escalas do osciloscópio. 

    2 - Quando necessário mover a imagem, mova mais suavemente a câmera. Por alguns instantes não dá para acompanhar. 

    3 - Fale um pouco mais alto e claro. Em alguns momentos não deu para entender o que você falou.

    4 - Não se importe em cortar movimentos ou partes desnecessárias. Acredito que você não esteja cortando para provar que não alterou nada, mas não é necessário. Sabemos que não haveria necessidade de alterar algo para mostrar que funciona.

    MOR_AL

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  • Autor do tópico
  • agora, albert_emule disse:

     

     

    Essa aqui não tem esse anti stick. Consultei o fabricante.

     

    Vejam mais testes: 

    Quando eu assisti ao vídeo do teste, notei que talvez precise trocar o banco de capacitores de filtro de entrada. 

     

    Deem suas opiniões  

    @MOR 

    @EDNER DI SESSA

    @Sérgio Lembo

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=YMUa1zVS9TY&feature=youtu.be

     

     

     

     

    BOA TARDE A TODOS!!! Pelo que entendi, o problema estava no rele de pre carga dos capacitores, e os testes que foram feitos do trafo driver, mostram que o resistor shunt de saida, e o contro de corrente estão ok; ele so nao conseguiu testar com uma corrente maior, devido a rede eletrica dele nao suportar a potencia da maquina, mas do resto achei excelente; um outro problema muito comum, é quando queimam um ou dois igbts apenas e a maquina fica chocha, a corrente nao atinge mais a potencia total, e se continuar usando, vai queimar o restante. tive um grande aprendizado com estes testes e caso eu esteja errado, estou aberto para mais opinioes. obrigado a todos do Clube do Hardware, estou estudando bastante, e quero aprender eltronica de potencia; conto com o apoio de todos; valeu!!!!!!!

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    7 minutos atrás, EDNER DI SESSA disse:

    estou estudando bastante, e quero aprender eletronica de potencia; conto com o apoio de todos; valeu!!!!!!!

    Bem vindo ao clube dos doidos. Vai aprender que ovo tem pelo e que a coisa é bem cabeluda!:P

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    1 hora atrás, MOR disse:

    @albert_emule

     

    1 - Sem conhecer o diagrama esquemático, fica difícil eu poder opinar. Mas vamos lá.

     

    2 - Meça a tensão que alimenta os circuitos, sem corrente corrente e com a corrente máxima que pode ser ajustada. Verifique se esta tensão cai a ponto de tornar inviável o funcionamento. Ei particularmente não acho que faça diferença. 

     

    3 - Concordo com o Sérgio. Uma fonte de corrente funciona como uma fonte de corrente DENTRO DA REGIÃO LINEAR de funcionamento. Pode estar ocorrendo que a tensão nos terminais de saída esteja no máximo, deixando de funcionar como fonte de corrente. Por outro lado, me corrija se não peguei os detalhes, parece que a limitação da tensão AC se deve ao fato de que o trafo 110/220 está saturando com correntes altas. Meça a tensão de entrada e a de saída do trafo 110/220 e verifique se o corte da senóide ocorre nele. Mas cuidado com a ponteira terra do osciloscópio na rede. Verifique se esta medição pode ser feita com o seu osciloscópio, caso contrário, ele pode queimar. Neste caso use um trafo de isolação galvânica no osciloscópio e cuidado com choques elétricos.

     

    4 - Você não dispõe de duas fases aí? Caso afirmativo poderia eliminar um possível problema; um trafo com menor capacidade que a carga pode consumir.

     

    5 - Reduza um pouco a resistência para ver se a corrente limita por causa dela. Mas deveria ter uma alimentação com fase-fase. 

     

    6 - Não sei se a limitação do tempo Ton se deve ao fato de haver pouca tensão. O potenciômetro de ajuste da corrente ainda não tinha chegado ao final, quando o Ton limitou? Talvez o valor de Ton esteja correto, mas com a limitação da alta tensão DC, ou da resistência de carga alta, a corrente fique limitada. 

     

    Em resumo:

     

    1 - O aparelho pode até estar funcionando corretamente. Arranje uma fonte AC com 220V e substitua a resistência por um eletrodo ou pelo arame de solda e meça a corrente na carga. Ele não foi feito para funcionar com uma resistência de carga com valor fora das especificações.

     

    2 - Melhore o contato dos fios na conexão com os bornes do aparelho. A resistência de contato pode não ser desprezível em relação à resistência mergulhada.

     

    3 - Se for usar a resistência mergulhada, use a lei de ohm. Tensão média CC na resistência  = Valor da resistência (a uns 150ºC?) vezes a corrente máxima. Considere o valor máximo da tensão durante a solda (cerca de 20V?).

     

    Dúvida:

     

    Se a tensão de saída pode ser CC, deve haver algo (um indutor de potência) que limite esta corrente, já que circuito push-pull puro não limita. Um circuito Forward já tem um indutor no secundário. 

     

    Por favor, encare o próximo parágrafo como uma crítica construtiva... Sem intenção de menosprezar o seu belo esforço. 

    Digo isso porque já fui professor e tive que melhorar a dicção, aumentar o tom de voz e falar com mais clareza. 

     

    Se der, nos próximos vídeos:

     

    1 - Aumente a resolução para que seja possível observar as escalas do osciloscópio. 

    2 - Quando necessário mover a imagem, mova mais suavemente a câmera. Por alguns instantes não dá para acompanhar. 

    3 - Fale um pouco mais alto e claro. Em alguns momentos não deu para entender o que você falou.

    4 - Não se importe em cortar movimentos ou partes desnecessárias. Acredito que você não esteja cortando para provar que não alterou nada, mas não é necessário. Sabemos que não haveria necessidade de alterar algo para mostrar que funciona.

    MOR_AL

    Agradeço as dicas.

     

     

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  • Autor do tópico
  • Em 25/10/2017 às 20:48, albert_emule disse:

    A maioria das maquinas de soldas usam topologia dual-forward com acionamento dos IGBTs por transformador de pulso. 

    A maquina que mostrei num vídeo mais acima é assim. 

    Entra um sinal num transformador pequeno e sai 4 sinais que acionaram 2 pares de IGBTs.

     

    A maioria usam transformador de pulso. Não sei o motivo. 

     

    FALA ALBERT! Estive lendo tutoriais a respeito dos trafos de pulso, e realmente é uma excelente aplicaçao como driver. eu vi no seu video, que nem precisa de dead time, e uma caracteristica imteressante demais; existem fabricantes como........ NAO POSSO CITAR NOMES, SEI LA, que utiliza driivers eletronicos dentro de um encapsulado; é segredo deles; mas para fabricaçao em grandes quantidades deve sair mais barato e totalmente funcional a utilizaçao de trafos de pulso como driver; eles devem pagar uma mixaria por esse componentes, nao que nao seja bom mas sim barato para poderem ter preço de mercado para competirem com achina; como sou leigo e estou no inicio de aprendizado de drivers, decidi fazer com ir2110 com o tal bootstrap; isso facilita pra mim, e é funcional, so que é caro; veja que como foi mensionado nos comentarios(SERGIO), QUE ELES NEM SE PREOCUPARAM EM FAZER CONTROLE DO FATOR DE POTENCIA, TUDO PARA ENXUGAR O CIRCUITO DE MODO COMERCIAL; algumas maquinas de nome, se dao ao luxo de compensar a falta de controle de potencia, fazendo algums filtros melhorados para prjudicar o minimo, a rede eltrica; pelo menos isso; POR QUE? MUITAS INDUSTRIAS DE GRANDE PORT JA POSSUEM EM SUAS INSTALAÇOES, GRANDES BANCOS DE CAPACITORES E CORREÇAO DE FATO DE POTENCIA COM CONTROLE AUTOMATICO; então NESSES CASOS , NAO É NECESSARIO O CONTROLE DE FATOR DE POTENCIA;  OBRIGADO POR FALAR DA TOPOLOGIA DUAL FORWARD, AINDA SIM NAO É A MAIS EFICIENTE, POR ISSO QUE EU ESTAVA TENTANDO COM PONTE H, ELA E´A MELHOR TOPOLOGIA QUE JA VI, POIS AUMENTA AVIDA UTIL DOS IGBTS E MOSFETS, E LOGICO É TUDO O QUE ELES NAO QUEREM; ESTOU ESTUDANDO ELETRONICA DE POTENCIA E POR ISSO FIZ ESSA MONTAGENS DOIDAS QUE POSTEI AQUI NO CLUBE;NAO PENSEM vocês QUE ESTOU TENTANDO FABRICAR MAQUINAS DE SOLDA, POIS É INVIAVEL, MAS ESTA SERVINDO DE GRANDE APRENDIZADO NESSA AREA. OBRIGADO POR COMPARTILHAR TODO O SEU CONHECIMENTO COM TODOS AQUI; UM ABRAÇO, EDNER DI SESSA

    adicionado 7 minutos depois
    Em 25/10/2017 às 20:53, Sérgio Lembo disse:

    @albert_emule Possivelmente pelo custo, esses IRs de driver não são baratos e se o sujeito já tem equipamento de enrolar bobinas, porque não? É simples depois de calculado.

     

    agora, Sérgio Lembo disse:

    Bem vindo ao clube dos doidos. Vai aprender que ovo tem pelo e que a coisa é bem cabeluda!:P

    OBRIGADO SERGIO!!!! GOSTO MUITO DE SUA PESSOA, E voce SEMPRE PASSA INFORMAÇOES DE GRANDE VALOR,E TEM MUITA DEDICAÇAO EM ENSINAR E AJUDAR AQUELES QUE NECESSITAM;UM GRANDE ABRAÇO

    adicionado 16 minutos depois
    agora, albert_emule disse:

    agradeço as dicas.

     

     

    fala mor_al!!!!! estou estudando fontes chaveadas, o push pull, e enfim o real funcionamento de todos os conversores,comprei livro de semicondutores e uma hora eu aprendo.rsssrsrsrs! obrigado por seus conselho, pois eu estava fazendo tentando medir tensoes em alta frequencia com multimetro analogico; tenho que comprar um osciloscopio, se desejo fazer mediçoes verdadeiras, e o pouco que consegui foi com multimetro true rms, que eu tambem nao confio muito, devido aos surtos de alta frequencia; a diminuiçao do comprimento dos caminhos ate os mosfets tudo isso tem me ajudado muito; agradeço a todos do clube do hardware; valeu!!!!! 

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