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    • Gabriel Torres

      Seja um moderador do Clube do Hardware!   12-02-2016

      Prezados membros do Clube do Hardware, Está aberto o processo de seleção de novos moderadores para diversos setores ou áreas do Clube do Hardware. Os requisitos são:   Pelo menos 500 posts e um ano de cadastro; Boa frequência de participação; Ser respeitoso, cordial e educado com os demais membros; Ter bom nível de português; Ter razoável conhecimento da área em que pretende atuar; Saber trabalhar em equipe (com os moderadores, coordenadores e administradores).   Os interessados deverão enviar uma mensagem privada para o usuário @Equipe Clube do Hardware com o título "Candidato a moderador". A mensagem deverá conter respostas às perguntas abaixo:   Qual o seu nome completo? Qual sua data de nascimento? Qual sua formação/profissão? Já atuou como moderador em algo outro fórum, se sim, qual? De forma sucinta, explique o porquê de querer ser moderador do fórum e conte-nos um pouco sobre você.   OBS: Não se trata de função remunerada. Todos que fazem parte do staff são voluntários.
Carlosst

Tda ou stk, qual afinal é o melhor?

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Eu tenho um mini system da kenwood que foi comprado em 2004, mais ou menos e tem um stk. Creio que essa marca seja muito boa e tradicional, pois fazem amplificadores e receivers de alta qualidade desde os anos 60, creio eu. Tem gente que fala que esses chips são muito rudimentares e sensíveis, e que estão ultrapassados, dando preferência aos tdas. Tem gente que fala que os stks são melhores pois são maiores e com uma área de dissipação de calor maior, coisa que os tdas atuais não tem. Por causa dessa falta de área de dissipação, estes,  não aguentam muita potência e acabam distorcendo muito a qualidade de som em volumes altos. Qual a opinião de vocês que sabem mais de eletrônica? Eu sou eletrotécnico e só tenho noções de eletrônica, e passei a me interessar por amplificadores há pouco tempo.

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Vou de STK, é o que mais se assemelha a amplificadores transistorizados. 

Já o tda é mais útil em equipamentos portáteis devido ao seu tamanho menor e com tensões menores também. 

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  • Autor do tópico
  • Eu comprei um som automotivo da pioneer recentemente. Muito provavelmente usa um tda. Vi nas especificações que ele tem um thd de 10%. Quando eu uso ele com a amplificação pura, ou seja, com equalizador flat, sem o loudness e sem incrementar o bass, eu posso aumentar o volume quase chegando ao limite e não vejo a qualidade de som se alterar muito, já utilizando todos esses recursos, o volume fica bem mais alto e começo a escutar muitos ruidos. O mini system da kenwood tem um som muito bom, mas não tem muitos recursos, ele é bem cru, quanto a essas opções, então eu não tenhos muitos parâmetros para identificar qual é o melhor, de acordo com o chip.

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    Eu também considero os STK bem superiores aos TDA's em termos de alta potência com qualidade.

     

    Paulo

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    Prefiro o STK, tenho um mini system Aiwa NSX-V300 antigo que usa um STK405-030 de 40W, ele tem o melhor equalizador que eu consegui achar em um mini system até hoje, além de um bass boost fenomenal. Além de ter uma resposta de frequência melhor (segundo o datasheet ele chega até os 50kHz) ele tem uma qualidade de som que eu considero superior aos TDAs em potências mais elevadas.

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  • Autor do tópico
  • Eu também tenho um mini system da Aiwa, é um daqueles que deve ser igual o seu em algumas coisas. Tem bandeja pra 3 cds, tape deck e rádio, ganhei de um primo. Só que ele não tem muitos recursos, a equalização  é pré definida, tipo, rock, clássico, jazz , são poucas opções , o loudness é fraco, não tem  esse recurso de bass boost, mas ele tá funcionando, O kenwood que eu considero uma marca melhor, passou a não ler alguns cds depois de um tempo, não sei o que acontece, le alguns , mas não outros. Esse aiwa que eu tenho deve ter um stk também, eu ainda vou abrir pra ver, ele já deve ter quase uns vinte anos.

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    Isso é um destes. O que eu faço é dar um pre-set do equalizador no mini system, escolho entre os gêneros musicais pré definidos, e em seguidos escolho o nível do bass boost (que é o T-Bass), depois faço o ajuste mais fino no software do computador, o software que uso é o Breakway Audio Enhancer pago (um software muito muito bom que substitui o controlador da audio card do laptop) e rodo a música pela entrada auxiliar do mini system, fica realmente muito bom. Como eu só uso entrada aux toca cds e toca fitas (pasme, ainda tinha toca fitas) eu desliguei para não me incomodar, quando não estou usando os alto-falantes ainda assim conecto um fone de ouvido (JBL J55i) na saída para fone do mini system, para poder usar o t-bass e o equalizador.

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    48 minutos atrás, Carlosst disse:

    Esse aiwa que eu tenho deve ter um stk também, eu ainda vou abrir pra ver, ele já deve ter quase uns vinte anos.

    Uma vez peguei um Aiwa desses aí do finalzinho dos anos 90, e me assustei quando vi a saída transistorizada (jurava que ia ver um STK).

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  • Autor do tópico
  • Felipe Z, eu comprei o som automotivo pioneer faz poucos dias, e também uso ele no pc, pois também tem entrada auxiliar. Eu ia comprar caixa de som 2.2 da multilaser, com entrada usb , sd e auxiliar, com controle de grave , agudo e volume. Eu tinha feito até a compra, mas depois que vi o anúncio do pioneer, com um preço muito bom, acabei cancelando a caixa de som. Não me arrependi de ter trocado, pois esses recursos que você falou, tem todos nesse som. Com certeza a qualidade de amplificação também é bem melhor. Como eu já tinha uma fonte de pc reserva, eu usei pra ligar o som. As caixas que eu to usando são o do aiwa, ficou ótimo! Eu uso o Linux no pc, e tenho um software equalizador muito bom também, ele tem 15 bandas, posso fazer o ajuste fino ou eu posso usar as várias opções pré definidas também.

    Mestre 88, com certeza esse som é mais velho que o meu. Acabei de abrir o aiwa e ele tem um stk 4122ii, de 30 w. Olha uma coisa que eu não sabia: o tda não é novo assim, eu imaginava que fosse uma tecnologia recente, mas fiquei surpreso ao abrir um toca fitas da philips que eu tenho guardado, e que comprei ele mais ou menos em 88/89. Tinha um tda 1510, pensei que ele fosse criado depois dos stks.

    adicionado 3 minutos depois

     

    Editado por Carlosst

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    @Carlosst Os tda's são mais antigos, são do final dos anos 70.

    Já os stk são do início dos anos 80. 

    Já vi propagandas desses cis em revistas de eletrônica antigas, também tenho um 2 em 1 com um STK 4122 ll aqui, foi fabricado em 1985.

    O som que eu falei deve ser da mesma época que o seu, algo como 96 ou 97. Talvez não usavam ci em todos. 

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  • Autor do tópico
  • Mestre88, esse aiwa meu primo trouxe do Japão,e não tem o mesmo modelo aqui no Brasil, ele foi fabricado para ser usado em outros países, tanto é que a faixa de frequencia fm é bem extensa, vai de 76 Mhz até uns 108 Mhz.  O kenwood que eu trouxe é da faixa normal do japão, vai de 76 Mhz e uns 92 Mhz mais ou menos. O stk da aiwa é daqueles grandões, ja o da kenwood é bem pequeno, creio que um quarto do tamanho.

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    Em 10/10/2016 às 23:05, Mestre88 disse:

    Uma vez peguei um Aiwa desses aí do finalzinho dos anos 90, e me assustei quando vi a saída transistorizada (jurava que ia ver um STK).

    Amplificadores transistorizados podem tem uma qualidade de áudio muito superior e uma taxa de distorção muito menor que a maioria dos circuitos integrados, apesar de serem menos eficientes energeticamente.

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  • Autor do tópico
  •  Não vejo necessidade de som limpo em volumes bem altos, e esse é o problema dos amplificadores, você começa num volume baixo e vai até o médio, a qualidade é ótima, depois disso ela despenca,  pois eu nem posso ficar tocando direto em casa, por mais que a gente goste de certas músicas, vai ter um monte de vizinhos que vão preferir o silêncio. rs Vi nuns vídeos da internet amplificadores com transistores com um ínfimo THD de 0,015 % e com uma potência considerável de 100 W. O meu som , se eu  colocar os 4 canais pra funcionar, fica em 92 W, é muito barulho. Eu faço uns testes de vez em quando, em volume alto, mas é questão de poucos minutos, pra não encher o saco de ninguém.  Ainda tem gente que usa um som em casa e coloca módulos bem parrudos, com caixas acústicas monstro, pra piorar ainda colocam funk e outras músicas com super bass. Ninguém merece!

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    @Carlosst  Eu tenho um classe AB com ótima qualidade e THD de 0,002% em 100W... bom, 0,002% é o que o projetista diz né.

    Más que ele é muito bom, isso ele é, não distorce nem com 100% do volume, agudos bem definidos, médios limpos e claros, e graves razoáveis. Isso com caixas balanceadas em 3 vias, só o amplificador e as caixas.

     

    Não sou audiófilo, mas tenho um certo gosto musical, digo, de qualidade do áudio, sempre fui assim mesmo antes de entender alguma coisa de áudio.

    Eu penso que o problema dos aparelhos de hoje são os falantes pouco sensíveis, são projetados para amplificadores muito potentes e por isso tem suspensão muito dura.

     

    O que o pessoal não entende é que 3 Watts é uma boa potencia para um som ambiente, 50 Watts já é uma potencia absurda com os falantes certos.

    Claro, isso tudo que estou dizendo é baseado em Watts RMS, musica balanceada, com falantes macios de cone de papel e tweeter de domo de seda condizentes com a potencia do amplificador.

    Muita gente só acredita quando se compara cara a cara um classe D de 1000W THD 10% com um Hi End classe AB de 100W, THD 0,002% de distorção com falantes macios de 100W.

     

    Mas como você disse: a qualidade não importa muito em altos volumes.

    Editado por cesardelta1
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  • Autor do tópico
  • Eu sei que foge do assunto, realmente existe esse aspecto dos alto falantes, eles tem um limite onde tem a máxima eficiência, passando disso, eles precisam de uma suspensão mais dura pra aguentar mais potência, o que significa que eles não vão aumentar mais decibéis, são projetados pra aguentar mais, só isso. Tenho 2 pares de caixas acústicas, um é de suspensão bem macia e um meio duro, quando eu coloco pra testar aqueles graves fortes os mais macios em certo volume começam a bater no fundo o cone, já o outro par ainda tem o som normal. Isso significa que  com um volume bem menor o som do primeiro é bem mais alto do que o segundo. Esses anúncios de propaganda de que alto falante tal tem 100 w de potência só serve pra vender mais, no final precisa-se de muito mais potência pra fazer o mesmo que um falante de menor potência conseguia fazer tranquilo. Eu vejo hoje em dia anúncios de mini system com mais de 1500 w rms, com apenas 2 ou 3 caixas acústicas pequenas. Isso é um absurdo estamos voltando no tempo do watts pmpo. kkkk

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    4 minutos atrás, Carlosst disse:

     Eu vejo hoje em dia anúncios de mini system com mais de 1500 w rms, com apenas 2 ou 3 caixas acústicas pequenas. Isso é um absurdo estamos voltando no tempo do watts pmpo. kkkk

    Na verdade os classe D conseguem entregar mais que isso, porém com distorções monstruosas a meio volume como você mesmo disse antes.

    Consequentemente os falantes tem que suportar mais potencia e realmente tem alguns que suportam 500W, porém precisam de 300W para começar a se mexer, e com a mesma potencia sonora que um de 100w.

    Essa é a sacanagem maior.

     

    Bom falar com quem entende e gosta do assunto!

    Abraço

     

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  • Autor do tópico
  • Não sou um entendedor do assunto, mas isso é interessante. Abraço

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    @cesardelta1 não exatamente. Tomo o meu por base. Tenho um MC-870 da "sem sunga"... o que se faz hoje é somar os RMS de cada alto-falante. Um RMS disfarçado.

    MX-D870!ZD-BIG.jpg

    o C870 não tem projeção.

     

    Ele tem os 1200W RMS? digamos que sim.. #SQN

     

    200*2= 400

    260*2 = 520

    90*2=180 portanto 920+180=1200

     

    Agora é efetivos? não... eu entendo isso tudo por 520W RMS que é mais ou menos a potencia dele "aos meus ouvidos" comparados com um corzus ht600 tocando um conão seco 600W rms em flat.

     

    Aí está "o milagre da multiplicação dos pães". Agora, em vez de pmpo, tão somando os rms... só que, esquecem-se que no som estéreo são duas fontes reproduzindo a mesma coisa, portanto não se soma... 

    MX-C870-C850-C830-NO_POR-B-CMS.pdf - Opera.jpg

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    É mais ou menos isso, somar os RMS.

    Nos anos 70 inventaram o tal de "The Standards of the Institute of High Fidelity" (IHF)

    Era uma associação de fabricantes de amplificadores de áudio, rádios e afins.

    O que eles faziam era ligar um amplificador e "tocar" um pulso de alta frequência na entrada de um dos canais, coisa de meio segundo, só um pulso mesmo.

     

    Isso gerava um pico enorme no gráfico do medidor de sinal de saída.

    Então pegavam esse resultado gigante e absurdo, multiplicavam por 2, (pois eram dois canais) e carimbavam o aparelho com aquela potencia.

    Esse pulso era uma pancada tão forte e tão rápida que não dava tempo dos capacitores da fonte descarregar e dar a queda de tensão que daria tocando uma musica, e isso em um só canal.

     

    O que dava uma medida duas ou três vezes maior que os testes de hoje.

    Hoje em dia geram um sinal senoidal de 1kHz continuo na entrada do aparelho e mede-se assim a potencia dos dois(ou mais) canais juntos, gerando queda de tensão na fonte, o aquecimento e tudo mais que tiver que gerar perdas.

    Só não lembro por quantos minutos fazem isso. 

    Não estudei muito os classe D, mas já vi dados de amplificadores que geram potencias enorme, assim como suas distorções harmônicas, mas não lembro se a fonte era confiável.

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    Colegas, não conheço a mágica que os fabricantes usam para quantificar a potência de saída de som dos aparelhos, o que me baseio é no consumo de energia máxima do aparelho!

    Se um aparelho diz consumir 500W da rede elétrica, não tem mágica que faça ele fornecer 1200W de potência na saída! Mesmo sendo um classe D com eficiência de 98%, não tem como!!!...

    Ai tem gente que fala: "Mas minha potência tem super capacitores na alimentação", e ai? Mesmo tendo uma usina de força dentro desses classes D, não tem como eles fornecerem potências RMS superiores ao consumo!, Podem sim fornecer Potência de "pico" potência "transitória" mas nunca RMS!...

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    @Bcpetronzio  na verdade, o RMS seria obtido por ruido rosa. O grande lance é... o THD de um classe AB phillips AH 621, por exemplo, é de 1%

     

    no semsunga, é 10% (?!?!?!)

     

    @cesardelta1  eu já havia observado isso, e quando tenho de explicar para leigos isso, eu digo "imagine o seguinte. deixe o volume na metade, meta um microfone na frente da caixa de som... vai dar o ruído certo? isso é o pmpo... agora, isso é musica?

     

    Ainda BCP... vamos lá, peguemos um módulo qualquer... que dê 470W rms.. Salvo ledo engano, ele dará 470 rms considerando-se o estéreo. Porque se for mono, o som produzido será agudos/graves por canal (direito/esquerdo)... então teremos uma subtração da potencia. Se pegares um woofer 470w rms ele não dará o máximo, porque o canal deu 235. Então é balela "somar", ou melhor, é truque da industria

     

    agora, claro, o pmpo tá manjado, mas a industria tratou de melhorar isso. 

     

    Até porque, imaginemos o consumo de um equipamento nestas condições?!?!?

     

    vamos comparar? meu sonho de consumo:

    http://www.audiorama.com.br/gradiente/amplificador3.htm#MODEL A-1

    Citação

     

    Potência (por canal): 200W RMS (8 Ohms / 0,03% THD / 20Hz - 20kHz)

                                   350W RMS (4 Ohms / 0,05% THD / 20Hz - 20kHz)

                                   210W RMS (8 Ohms / 0,05% THD / 1kHz)

                                   360W RMS (4 Ohms / 0,05% THD / 1kHz)

                                   240W IHF (8 Ohms / 0,05% THD / 1kHz)

                                   460W IHF (4 Ohms / 0,05% THD / 1kHz)

    Potência (em ponte) Mono: 700W RMS (8 Ohms / 0,05% THD)

                                            900W IHF (8 Ohms / 0,05% THD)

    Impedância de saída para operação em modo estéreo: 4 a 16 ohms

    Impedância de saída para operação em ponte (mono): 8 a 16 Ohms

     

     

    bora pro consumo?

    Alimentação: 117/127/220/240V (50/60Hz)

    Consumo: 60VA (sem sinal)

                   600VA (máx. sinal / 8 Ohms)

                  1100VA (máx. sinal / 4 Ohms)

     

    neste ponto, eu também me baseio pelo que o @Bcpetronzio disse, mas para dar um tom mais "leigo" à parada... a indústria tá somando os RMS dos alto falantes... só que a saída é una... uma saída de sub de 320W RMS dará 160 por canal, e não 320. Porque se for 320, serão 640....

     

    Então, em estéreo, que é pre-requisito para o surround funcionar, o total é o determinante. Neste meu som, comparativamente, ele tem a mesma potencia de algum outro com 600W RMS!

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    Longe desse A1, tenho aqui o 246 super A! E digo! A volume 6 a 7 dos 10, o som é fortíssimo e pode incomodar vizinhos a mais de 50 metros ou mais!... , se você analisar as características, não foge muito do que foi mencionado no A1!...

    http://www.audiorama.com.br/gradiente/amplificador4.htm#MODEL 246

     

    PS dê atensão ao detalhe de consumo de energia da rede elétrica!!!...

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    ah cara... equalização RIAA... meu deus, os jovens de hoje jamais saberão o que é isso

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    @cesardelta1 Aqui em casa eu tenho um phillips AH 621, AB, e tenho caixinhas de som Boston que usa um TA8227. O sistema está ligado com o frontal no phillips, e surround e central nestas caixinhas. O TA é de 3W. 

     

    Lhe digo que em meus dias de fúria, não deve em nada, na qualidade, para o tal semsunga. ah... claro, esqueci, e dois AF de TV de tubo, aqueles de grave, para grava ligado num corzuz ht600 para um pouco de grave.

     

    Hoje baseia-se muito na potencia, mas, eu não quero corneta em meu carro, mas o bom e redondo cone-seco, e módulo se for o caso, AB. para graves até usaria um digital, para a batida sub, mas... cone-seco e classe AB, não fujo disso. Ah, cones-seco de 8ohms, sou bem crica quanto a isso.

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