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Gabriel Torres

Certificação CDH - fase 2 - delineação do projeto

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Pessoal,

 

Verificando que há interesse no projeto -- ver http://forum.clubedohardware.com.br/topic/1114470-certifica%C3%A7%C3%A3o-cdh-fase-1-estudo-de-viabilidade/ -- passamos para a segunda fase, que é a delineação do projeto em si. (Sugerimos ler o tópico acima antes de prosseguir.)

 

Segue abaixo uma lista do que pensamos até o momento, onde indicamos também as dúvidas que temos. Ideias e sugestões sobre o que listamos abaixo e sobre pontos que não listamos são bem vindos. Opinem à vontade, afinal as nossas certificações serão para vocês!

  • Começaríamos com duas certificações, Hardware I (montagem de micros -- livro "Montagem") e Hardware II (conhecimentos mais aprofundados -- livro "Hardware")

  • As provas seriam “online”. O objetivo é baratear o valor o máximo possível. Uma prova em um local físico aumentaria consideravelmente os custos.

  • Qual o valor por prova? (estamos trabalhando inicialmente com o valor de R$ 200 por certificação e possivelmente um valor promocional de R$ 150 nos primeiros meses, para promovê-la)

  • Quantas questões por prova?

  • Qual é a “média” para “passar”?

  • Cronômetro geral e por questão? Quanto tempo?

  • Nota será impressa no certificado?

  • Para provas de nível II, o profissional teria de fazer a prova de nível I ou poderia fazer direto a prova de nível II?

  • O valor da certificação nível II seria o mesmo da certificação nível I?

  • A certificação teria validade? Esta é uma questão interessante, pois o mercado de hardware muda com frequencia. Um conhecimento de 10 anos atrás, se o profissional não se mantiver atualizado, pode não se aplicar muito bem hoje. Sugestões?

  • O certificado será emitido eletronicamente: o profissional recebe pelo email imediatamente ao ser aprovado. Não emitiremos certificado de papel pelo correio para mantermos os nossos custos e os valores os mais baixos possíveis (obs: várias certificações profissionais já fazem desta forma)

  • Algum diferencial se o profissional gabaritar a prova

  • Sistema de pesquisa no site para verificar se um profissional é realmente certificado

  • Banco de dados público de profissionais certificados (por motivos de privacidade, o profissional na hora da inscrição opta por ter ou não seu nome divulgado no site)

  • Algum tipo de cadastro para listar as empresas que têm em seu quadro profissionais certificados

  • Parcerias com cursos para pacotes (o alvo aqui são cursos menos conhecidos), isto é, para oferecer aos alunos a prova de certificação como parte do curso. Vantagem para o curso: seria divulgado no site e teria uma certificação mais reconhecida. Vantagem para o aluno: teria uma certificação mais reconhecida a um custo menor (pois o preço seria embutido no preço do curso, saindo mais barato do que fazer a certificação avulsamente). Vantagem para o CDH: venderíamos um pacote de “x” certificações de uma tacada só (apesar do menor custo; no volume vale a pena), além de nos ajudar na própria divulgação da certificação. Vantagem indireta para o GT: potencial para cursos adotarem os seus livros.

  • Pacotes promocionais certificações + livros

  • Gastos com divulgação para tornar a certificação mais conhecida no mercado e “aceita”.

OBS: após termos definido todos os pontos principais do projeto, eu criarei uma página onde os profissionais poderão expressar seu interesse em fazer a prova de certificação. Nós verificaremos internamente quantas certificações teríamos de ter no mínimo para poder pagar o custo de se criar o projeto/sistema, e colocarei um “termômetro” com a meta. Para não colocarmos o “burro na frente da carroça” e não termos prejuízo, só começaremos a desenvolver o sistema após atingirmos este número mínimo de profissionais interessados. Haverá bastante divulgação quando esta página estiver no ar. Esta será, portanto, a terceira fase do projeto.

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Ótima iniciativa!

 

Bom, em relação as questões, 60 questões no nível I e 80 no nível II estariam de bom tamanho, com cerca de 2 minutos por questão, totalizando 2 horas e 2h40m, respectivamente.

Aprovação poderia ser, com no mínimo, 75% de acerto.

Não acho legal a nota ser impressa, tendo em vista que alguns certificados "valeriam" mais que outros no mercado de trabalho.

Acho que deveria ser obrigado o nível I para poder tentar o nível II.

Sobre valores, vou ficar devendo.

No quesito validade, sim, deveria ter. O profissional (ou não) certificado teria que refazer novas provas de 2 em 2 anos, sendo que seria necessário refazer apenas a de nível II, nos casos de quem o tiver. Seria legal, também, que a renovação fosse mais barata que uma nova certificação.

Conseguí pensar apenas nisso. Não é regra, apenas sugestões. Não vejo a hora de ter a minha!

 

valeu!

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Começaríamos com duas certificações, Hardware I (montagem de micros -- livro "Montagem") e Hardware II (conhecimentos mais aprofundados -- livro "Hardware")

OK.

 

As provas seriam “online”. O objetivo é baratear o valor o máximo possível. Uma prova em um local físico aumentaria consideravelmente os custos.

OK.

 

 

Qual o valor por prova? (estamos trabalhando inicialmente com o valor de R$ 200 por certificação e possivelmente um valor promocional de R$ 150 nos primeiros meses, para promovê-la)

R$ 150,00 para promoção talvez não seja tão atrativo, acho que algo como "R$ 129,90 nos primeiros 3 meses" chamaria mais a atenção.

 

Quantas questões por prova?

50 para prova I, 75 para prova II.

 

Qual é a “média” para “passar”?

Se não houver categorias (por curso, empresa, etc): média 90/100

 

Cronômetro geral e por questão? Quanto tempo?

90 min para prova 1, e 130 minutos para prova II;

 

Nota será impressa no certificado?

Não acho necessário. Se passou e a prova é difícil, é sinal de capacidade. MAAS, pode ser que haja categorias tipo "Aprovado - Categoria 7" que seria um aluno que tirou 70/100. "Aprovado - Categoria 10" seria um aluno que gabaritou.

 

Para provas de nível II, o profissional teria de fazer a prova de nível I ou poderia fazer direto a prova de nível II?

Poderia fazer a prova nível 2 direto, desde que as questões da mesma forem de fato difíceis.

 

O valor da certificação nível II seria o mesmo da certificação nível I?

Depende. A certificação 2 poderia ser como um aperfeiçoamento da 1? Ou seria algo completamente sem relação com a prova 1? De qualquer forma a 1 fica mais barata, afinal "valeria menos" no mercado.

 

A certificação teria validade? Esta é uma questão interessante, pois o mercado de hardware muda com frequencia. Um conhecimento de 10 anos atrás, se o profissional não se mantiver atualizado, pode não se aplicar muito bem hoje. Sugestões?

Teria sim, desde que as perguntas fossem atuais. O certificado deveria ser renovado há cada 2 anos, por exmeplo.

 

 

O certificado será emitido eletronicamente: o profissional recebe pelo email imediatamente ao ser aprovado. Não emitiremos certificado de papel pelo correio para mantermos os nossos custos e os valores os mais baixos possíveis (obs: várias certificações profissionais já fazem desta forma)

Pode ser, mas é preciso ter um local genérico e confiável onde qualquer um possa consultar, como nesse site em uma categoria nova ao lado do aceso VIP ou algo assim.

 

Algum diferencial se o profissional gabaritar a prova

Se não houver categorias por nota, não. Apenas acho que usuários que passarem e recebem certificado deveriam entrar em uma categoria nova, com nome "Usuário certificado CdH" ou coisa parecida.

 

Sistema de pesquisa no site para verificar se um profissional é realmente certificado

Lógico que deve existir, com nome completo, foto, e talvez até RG ou CNH para identificação.

 

Banco de dados público de profissionais certificados (por motivos de privacidade, o profissional na hora da inscrição opta por ter ou não seu nome divulgado no site)

Acho desnecessário esconder os nomes.

 

Algum tipo de cadastro para listar as empresas que têm em seu quadro profissionais certificados

Uma categoria para cada empresa? Exemplo: "Certificado - Rede de Info Tal" ou "Certificado - Autodidata"

 

Parcerias com cursos para pacotes (o alvo aqui são cursos menos conhecidos), isto é, para oferecer aos alunos a prova de certificação como parte do curso. Vantagem para o curso: seria divulgado no site e teria uma certificação mais reconhecida. Vantagem para o aluno: teria uma certificação mais reconhecida a um custo menor (pois o preço seria embutido no preço do curso, saindo mais barato do que fazer a certificação avulsamente). Vantagem para o CDH: venderíamos um pacote de “x” certificações de uma tacada só (apesar do menor custo; no volume vale a pena), além de nos ajudar na própria divulgação da certificação. Vantagem indireta para o GT: potencial para cursos adotarem os seus livros.

Seria bom, mas nesse caso acho que seria melhor criar mais categorias ainda. Parece complicado, mas posso criar um gráfico sobre como ficaria.

 

Pacotes promocionais certificações + livros

Se os preços forem justos, por que não? O curso e o livro com 20% de desconto no total?

 

 

Gastos com divulgação para tornar a certificação mais conhecida no mercado e “aceita”.

Esses gastos não deveriam vir do nosso bolso.

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@Gabriel Torres

  • Começaríamos com duas certificações, Hardware I (montagem de micros -- livro "Montagem") e Hardware II (conhecimentos mais aprofundados -- livro "Hardware")

OK

  • As provas seriam “online”. O objetivo é baratear o valor o máximo possível. Uma prova em um local físico aumentaria consideravelmente os custos.

OK

  • Qual o valor por prova? (estamos trabalhando inicialmente com o valor de R$ 200 por certificação e possivelmente um valor promocional de R$ 150 nos primeiros meses, para promovê-la)

Concordo com @AmarildoJr

  • Quantas questões por prova?

Difícil. Pode ser 50 questões claras, para que o tempo seja bem aproveitado mas não dê tempo de pesquisas do tipo "frase exata".

  • Qual é a “média” para “passar”?

É um critério importante. 90% da prova não é nada demais dependendo no nível da prova. Pode ser até menos, como 80%.

  • Cronômetro geral e por questão? Quanto tempo?

Por questão dá mais tranquilidade. Você pode dar umas pausas rápidas entre uma e outra questão. É bom também ter um tempo limite total, caso alguém queira passar o dia fazendo prova rsrs.

  • Nota será impressa no certificado?

Não vejo nenhum problema nisso. A pessoa vai informar só que passou ou não. Ela não vai andar com o certificado (penso que não rsrs) mas vai ter uma lembrança da pontuação.

Essa categoria do @AmarildoJr acho que não faz muito sentido rsrsrs.

  • Para provas de nível II, o profissional teria de fazer a prova de nível I ou poderia fazer direto a prova de nível II?

Acredito que deva ter como pré-requisito o nível I, mas ainda com um pouco de indecisão.

  • O valor da certificação nível II seria o mesmo da certificação nível I?

Não. Considerando facultativa ter o nível I, os valores podem ser diferenciados.

Coisa como 200-220 para quem tem nível I e 300 para quem não fez a primeira prova.

  • A certificação teria validade? Esta é uma questão interessante, pois o mercado de hardware muda com frequencia. Um conhecimento de 10 anos atrás, se o profissional não se mantiver atualizado, pode não se aplicar muito bem hoje. Sugestões?

Eu não usaria a palavra "validade". Pode ser um certificado tipo: "Nível I 2015" ou outra abreviação que indique a época do certificado, como se fossem as provas da Microsoft quando lançam um produto novo. Quem tem certificação Server 2003 não tem o mesmo conhecimento de quem tem o Server 2012. Mesmo assim, isso não o desqualifica totalmente de ser certificado.

  • O certificado será emitido eletronicamente: o profissional recebe pelo email imediatamente ao ser aprovado. Não emitiremos certificado de papel pelo correio para mantermos os nossos custos e os valores os mais baixos possíveis (obs: várias certificações profissionais já fazem desta forma)

Desde que não seja "feio" tudo bem.

  • Algum diferencial se o profissional gabaritar a prova

Certificado dourado? Acho que não rsrsrs.

  • Sistema de pesquisa no site para verificar se um profissional é realmente certificado

Sim. Mas a forma de cadastro precisará mudar. Como saber se o usuário X é o Joaozinho? O cadastro pode informar nome real e outra forma de identificação.

  • Banco de dados público de profissionais certificados (por motivos de privacidade, o profissional na hora da inscrição opta por ter ou não seu nome divulgado no site)

Sim.

  • Algum tipo de cadastro para listar as empresas que têm em seu quadro profissionais certificados

Isso se encaixaria mais em outra fase do projeto. Talvez sim.

  • Parcerias com cursos para pacotes (o alvo aqui são cursos menos conhecidos), isto é, para oferecer aos alunos a prova de certificação como parte do curso. Vantagem para o curso: seria divulgado no site e teria uma certificação mais reconhecida. Vantagem para o aluno: teria uma certificação mais reconhecida a um custo menor (pois o preço seria embutido no preço do curso, saindo mais barato do que fazer a certificação avulsamente). Vantagem para o CDH: venderíamos um pacote de “x” certificações de uma tacada só (apesar do menor custo; no volume vale a pena), além de nos ajudar na própria divulgação da certificação. Vantagem indireta para o GT: potencial para cursos adotarem os seus livros.

OK.

  • Pacotes promocionais certificações + livros

OK. 

  • Gastos com divulgação para tornar a certificação mais conhecida no mercado e “aceita”.

Tudo bem. "Aceita" envolve também nível da prova.

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Bom ver que o projeto está saindo do chão  :joia:

 

Minha opinião sobre alguns dos itens, os outros ainda estão em processamento  :eiei:  

 

  • A mim um certificado de montagem não 'soa legal', parece algo meio trivial, não sei. Acho que seria mais atrativo fazer a divisão dos níveis de certificação utilizando expressões como: "Express", Standard", "Advanced", "Expert" etc.

 

  • Acho que o tempo não pode ser o mesmo para todas questões. Haverão questões longas e outras nem tanto. Haverão questões mais difíceis que as outras, também. Uma função de tempo por número de palavras e dificuldade seria interessante. Tempo máximo entre 120 segundos e 150 segundos (considerando as longas/e/ou difíceis) e intervalo de 3 minutos entre as etapas/fases da prova (caso a prova seja dividida em etapas/fases).

 

  • O valor da prova é uma questão bem delicada @Gabriel Torres. As pessoas tendem a 'linkar' preço com qualidade, logo, 'o que é mais caro é melhor', pelo menos é isso que o sistema capitalista prega. Uma sugestão agradável ao meus olhos seria: certificado nível 1 - R$ 150++. E certificado nível 2 - R$ 200++. Qualquer certificado reconhecido pelo Coursera ou edX, por exemplo, não sai por menos de U$ 99.

 

  • O número de questões tem que acompanhar o valor da prova, definindo um valor fixo por questão. Para os valores acima, considerando os níveis, uma divisão de R$ 3/questão seria razoável no meu ponto de vista, sendo então 50 questões pro nível 1 e +- 70 questões pro nível 2.

 

  • O mínimo de 70% de acerto para obtenção o certificado. Para aqueles que alcançarem mais de 85% (ou algum valor simbólico), acho interessante destacar esse percentual no link de validação online do certificado (algo como clubedohardware.com.br/validacao por ex). A pessoa vai verificar a validade do certificado, e lá vai constar essa pontuação, com alguma espécie de menção de mérito, etc. A pontuação só seria mostrada no certificado de quem obteve 85%++ de acertos. Essa forma diferencia quem teve mais acertos, e não desvaloriza quem não alcançou. 
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Essa de Express, Standard, Advanced, Expert.... ficou muito bom :D

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só tenho uma duvida acho que a pessoa que tentou a prova e falhou deveria ter 50% de desconto para tentar novamente e essas nomenclaturas de express,standard.. não convém pois o Clube do Hardware é conhecido por falar direto ao ponto e imparcial então se é montagem de micros coloca montagem de micros se é montagem de micros avançada acho que isso deveria ficar bem claro;

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Não vou comentar muito, pois estou gostando do que li até o momento, mas... acho que qualquer tipo de ranking não deve existir, seja, nota ou nome (pra determinar sua nota) isso só vai servir pra dizer que fulano é melhor que o outro, pra tornar tudo neutro é simples, se o cara fez e atingiu a pontuação mínima e passou na "x" prova, segue a sugestão do amigo que cito abaixo, vai está na prova que tipo de certificação é e pronto, vai ser pela prova que fez e se passou, sem classificação alguma, todos fizeram? todos passaram? portanto todos são iguais, pois atingiram o mínimo necessário, a partir dai vai de cada um ter interesse a ter mais conhecimento adiante a medida que novas coisas surgem e não parar no tempo por já ter tal certificado, o que segue valido a ideia da renovação de tempos em tempos sem custo tão elevado para manter o profissional atualizado.

 

se é montagem de micros coloca montagem de micros se é montagem de micros avançada acho que isso deveria ficar bem claro;

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Minhas ideias:

- O preço do nível avançado pode ser o mesmo do básico, desde que seja necessário ter o básico para fazer o teste do avançado.

- Mínimo para aprovação 70%. É uma marca acessível mas ao mesmo tempo aparenta ser uma prova "puxada". Não pode ser fácil demais, senão desvaloriza a certifcação.

- Tem como fazer desconto para quem já comprou o livro? Existe um banco de dados de "números de série" ou algo assim?

- Cronômetro geral e por questão. O geral bem dilatado (prevendo que a pessoa possa fazer pausas) e o por questão definido por questão mesmo na hora da elaboração da questão. Algumas podem dar apenas 60 segundos, outras podem necessitar de até 5 minutos.

- Acho que pode constar um "conceito" no certificado. Se fez mais de 90%, é A, se fez entre 80% e 90% é B, entre 70% e 80% é C. Gabaritar não depende só de conhecimento, então não vejo porque premiar isso. Ou então simplesmente informa a pontuação para a pessoa, mas não divulga no certificado, o fato de ter de mostrar um conceito "C" ou nota baixa pode fazer o profissional simplesmente não usar o certificado, isso prejudica a divulgação do mesmo.

- Gostei da questão do ano. "Certificamos que Fulano de Tal foi aprovado na certificação de Montagem de Computadores/2015". Fica claro que, daqui a dez anos, essa certificação vai valer muito pouco.

- Uma questão chave: seria uma prova única, igual para todos, ou ela seria montada aleatoriamente a partir de um banco de questões?

- A verificação é simples, no certificado vai uma "chave" que, digitada em uma página específica, valida a certificação. Isso já é utilizado em vários documentos oficiais.

- Acho importante o candidato ter a opção de não ser listado no cadastro público, para evitar problemas.

- Excelente a ideia de parceria com cursos.

- Também pode ser feita parceria com empresas, ou seja, a empresa compra X provas com desconto para que seus funcionários a façam, como forma de qualificar a equipe.

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Não vou comentar muito, pois estou gostando do que li até o momento, mas... acho que qualquer tipo de ranking não deve existir, seja, nota ou nome (pra determinar sua nota) isso só vai servir pra dizer que fulano é melhor que o outro, pra tornar tudo neutro é simples, se o cara fez e atingiu a pontuação mínima e passou na "x" prova, segue a sugestão do amigo que cito abaixo, vai está na prova que tipo de certificação é e pronto, vai ser pela prova que fez e se passou, sem classificação alguma, todos fizeram? todos passaram? portanto todos são iguais, pois atingiram o mínimo necessário, a partir dai vai de cada um ter interesse a ter mais conhecimento adiante a medida que novas coisas surgem e não parar no tempo por já ter tal certificado, o que segue valido a ideia da renovação de tempos em tempos sem custo tão elevado para manter o profissional atualizado.

Ninguém precisa saber quanto a outra pessoa tirou. A nota pode aparecer no certificado.

Quanto a classificação, realmente não é necessário. Só traria discussão desnecessária.

Essa é minha opinião.

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Ninguém precisa saber quanto tu tirou. O certificado é teu. Você divulga sua nota se quiser.

Quanto a classificação, realmente não é necessário. Só traria discussão desnecessária.

Essa é minha opinião.

É exatamente isso, você resumiu o que eu disse! Não precisa está exposto, mas falei por já está em aberto tais questões acima...

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Pessoal,

 

Vou comentar sobre a questão da nota aparecer no certificado, pois foi, inclusive, minha sugestão e irei expor o meu raciocínio.

 

Foi dito que este tipo de iniciativa só serviria para dizer que uma pessoa é mais capacitada que a outra, apenas. Não vejo dessa forma. Até porque, se houvesse o mesmo raciocínio em escolas e faculdades, os valores serviriam de base para que um fosse melhor que o outro, e não é isso, mas sim para que cada um veja o quanto tem de potencial para si. Você não faz uma prova para mostrar que é mais capaz que o outro, você faz a prova para testar seu conhecimento e o quanto você é capaz. Poderia ser um raciocínio secundário de que "eu posso ser melhor que o outro", como forma de competição, o que para nós não há o porquê pensarmos dessa forma, nós somos apenas avaliadores.

 

Ao meu ver, há a necessidade de verificar se um é melhor que o outro, também. O mercado de trabalho é assim! Obviamente, dentro das suas variações de personalidades. Pode ter uma pessoa que gabaritou uma prova, não ser capaz psicologicamente para atender a função X. Só que este não é o nosso objetivo. Nosso objetivo, é mostrar que a pessoa é capaz racionalmente e o quanto é capaz. 

 

O outro motivo da nota aparecer é para ser mais profissional, realista  e menos paternalista. Entenda que algumas empresas possam pedir o certificado. A nota seria um mecanismo de aprovação ou exclusão a candidatos que estão com a mesma pontuação ou mesmo nível de igualdade no processo seletivo. Neste ponto sim será a forma de melhor capacitação, mas é por isso que temos que facilitar o mercado de trabalho.

 

Outra coisa que vejo, é que seria um estímulo para pessoa querer gabaritar o certificado. E por que não? Ele faz a prova, viu que sua pontuação só serviu para receber o certificado e não gostou. Ele teria a possibilidade de refazê-la para melhorar a sua certificação. Nesse ponto achei excelente a ideia das categorias. O que poderia, então, resolver a questão das notas aparecerem. Em vez de colocar categoria 7, 8, 9 ou 10, colocar categoria, sei lá, médio, plus, avançado e expert, por exemplo.

 

Vou citar um exemplo do porquê cheguei a esta ideia de pontuação. Minha namorada fez recentemente o teste de segurança de voo (Comissário de Bordo) e suas notas ficam expostas para os avaliadores das companhias aéreas. Além disso, existe a validade do, digamos, "brevê" dela. Esta validade segue uma lógica. Como são várias etapas para receber o certificado, se, em algumas das etapas o candidato for ruim, a validade do certificado cairá, obrigando, assim, a se submeter mais rapidamente a uma nova avaliação. 

 

Só para finalizar, temos que pensar no candidato sim, mas somos nós que estamos avaliando. Fora que, como somos bem claros em tudo que fazemos, acho que seria correto e justo ter este tipo de informação no certificado. 

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Pessoal,
 
Agradeço enormemente por todas as sugestões dadas. Todas elas serão levadas em consideração, e nos ajudarão a melhorar o projeto.
 
Esclareço dois pontos que eu aparentemente não deixei claro:
 
1. Gastos com divulgação serão feitos por nós; eu só listei acima para deixar claro que haverá estes gastos. O custo de investimento para nós será o custo do sistema mais o custo com divulgação, e teremos de verificar se há profissionais interessados suficiente para cobrir este investimento inicial. Enfim, só queria ter enfatizado que gastaremos com propaganda, sendo este custo bancado pelos valores arrecadados pelas provas.
 
2. Quanto ao banco de dados de perguntas, esclareço que seria um banco de dados o maior possível e as "x" perguntas da prova seriam sorteadas aleatoriamente deste banco de dados. Por exemplo, banco de dados com 500 perguntas e são sorteadas 50 perguntas. Logo, cada prova seria diferente. Da mesma forma, o banco de dados estaria em constante revisão, com perguntas que ficaram "velhas" sendo removidas e sendo inseridas perguntas mais "novas".
 
Quanto a sugestão de nomes diferentes, esclareço que os nomes serão "Hardware Nível I" e "Hardware Nivel II", sem adjetivos. Logo, o nome da certificação não será "Montagem", mas sim "Nível I". Soa muito mais profissional. Além disso, a classificação por níveis nos permite, no futuro, criar níveis maiores.
 

- Tem como fazer desconto para quem já comprou o livro? Existe um banco de dados de "números de série" ou algo assim?

 

Olha, a ideia é boa, o problema que livros não têm número de série. Mas há como contornar isso. Por exemplo, pedindo ao usuário apresentar a nota fiscal ou outro comprovante de compra em nome dele. Seria uma boa ideia especialmente nos primeiros meses do projeto, para atrair mais profissionais.

 

Quanto a mostrar ou não a nota e algo diferenciado para quem gabaritar, é só uma ideia. Aliás, tudo aqui por enquanto é "só ideia", e justamente coloco aqui para a gente discutir e ver o que o nosso público-alvo acha das ideias apresentadas. Eu vou contratar um consultor, que conhece a área de certificações mais a fundo (conhece todas as provas existentes), depois que tivermos todas essas questões mais amadurecidas, para poder dar a opinião dele e comparar com o que as demais empresas de certificação oferecem.

 

O que eu postei na minha mensagem original é apenas um roteiro inicial das questões que temos a decidir. Fiquem a vontade em darem mais sugestões sobre pontos que eu não levantei ainda.
 
Abraços,
Gabriel Torres
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@Gabriel Torres

 

Penso como vantagem sim, o usuário que fez a inscrição e a prova poder emitir o Certificado por outros meios.

 

Mas penso eu, ser muito mais coerente, o Clube do Hardware fazer a emissão do Certificado que certamente será uma emissão em um material diferenciado (seja modelo do papel, seja tinta usada na impressão, pois se for gráfico, certamente terá uma qualidade diferenciado do que os impressos em qualquer impressora por aí), além do modelo que deveria ser, mas isso daí, podemos ver depois.

 

Mas para mim, quando fazemos uma Certificação, acho muito melhor, quando eu recebo o Certificado pela empresa que emite, até porque vem assinado manualmente, e o material é diferente e isso pode ter grande valia para alguns, dá claramente uma retorno diferenciado para esse usuário..

 

Não vou muito longe, eu quando fiz o Curso Oficial da Borland Embarcadero para Java e Delphi, eu tinha opção de emitir o Certificado Eletronicamente, ou receber o Certificado por Correios. Após a avaliação do Curso, optei por receber os Certificados pelos Correios, e não me arrependi, até o material que foi utilizado para imprimir o Certificado Borland veio diferenciado, o que eu não conseguiria emitindo eletronicamente aqui, embora eles também disponibilizaram a emissão eletronica, para que eu possa imprimir quando e onde eu estiver.

 

O pessoal vai fazer a Certificação, está pagando por esse "Certificado", então, acho jus, a emissão de um Certificado pelo próprio Clube e enviado para esses usuários, mesmo que também disponibilizemos a emissão eletrônica desses Certificados para esses usuários.

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@Dj Rayke

 

Sobre a emissão de certificado em papel pelos correios:

 

A ideia do projeto é oferecer uma certificação a mais barata possível. A emissão de certificado em papel pelos correios vai na contra-mão desta ideia. Porque? Porque gera mais trabalho (funcionário para ficar imprimindo e despachando esses certificados) e mais custo (imprimir um certificado em gráfica em papel couchê colorido não é barato -- seria um template onde na impressora laser imprimimos o nome do profissional e outros dados). A assinatura teria de ser eletrônica (escaneada), não há como fisicamente ficar assinando todos os certificados. Fora que eu moro fora do Brasil e o pessoal possivelmente vai quer ver meu nome e assinatura no certificado. São por essas razões que preferi não optar por certificado em papel. Garanto que as certificações que emitem certificado em papel pelos correios custam bem mais de R$ 200. Uma solução, para aqueles que realmente quiserem, é a emissão em papel pelos correios mediante uma taxa (ex: R$ 50). Da mesma forma que qualquer escola ou faculdade cobra para emissão de certificado (isto está correto?).


Pensei em mais alguns pontos, gostaria da opinião de vocês:

 

Termos de serviço

 

Algum tipo de "termos de serviço", um contrato legal dizendo o que o profissional pode ou não dizer em relação à nossa marca. Meu medo aqui é ter um pessoal "sem noção" dizendo que é "técnico do Clube do Hardware" ou que "trabalha no Clube do Hardware" ou é "recomendado pelo Clube do Hardware". Eu não cheguei a pensar ainda em um "código de ética", se seria viável e/ou aplicável, mas é algo nessa linha. Algo para nos preservarmos caso algum técnico certificado faça besteira e depois o cliente venha querer nos processar.

 

Gabarito e revisão de prova

 

Sempre vai ter aqueles querendo ver o "gabarito" e, aqueles que não passarem, uma "revisão de prova". O problema que eu vejo, de um lado, é o usuário ficar com as questões documentadas, que poderiam ser usadas por amigos dele, ou mesmo o camarada colocá-las online. Por outro lado, entendo que deva haver algum método para o usuário contestar a nota, para caso, de fato, exista algum erro em alguma questão nossa. Sugestões?

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"Termos de serviço


 


Algum tipo de "termos de serviço", um contrato legal dizendo o que o profissional pode ou não dizer em relação à nossa marca. Meu medo aqui é ter um pessoal "sem noção" dizendo que é "técnico do Clube do Hardware" ou que "trabalha no Clube do Hardware" ou é "recomendado pelo Clube do Hardware". Eu não cheguei a pensar ainda em um "código de ética", se seria viável e/ou aplicável, mas é algo nessa linha. Algo para nos preservarmos caso algum técnico certificado faça besteira e depois o cliente venha querer nos processar."


 


De fato, eu não cheguei a pensar nessa possibilidade... mas realmente, existe muita gente sem noção. Acho que bastaria colocar uma nota, nos termos de serviço, que o CdH não se responsabiliza por ações ou serviços dos certificados.


Algo assim.


 


 


Gabarito e revisão de prova


 


"Sempre vai ter aqueles querendo ver o "gabarito" e, aqueles que não passarem, uma "revisão de prova". O problema que eu vejo, de um lado, é o usuário ficar com as questões documentadas, que poderiam ser usadas por amigos dele, ou mesmo o camarada colocá-las online. Por outro lado, entendo que deva haver algum método para o usuário contestar a nota, para caso, de fato, exista algum erro em alguma questão nossa. Sugestões?"


 


Fiz um curso de redes online uma vez, em que achei interessante o sistema deles. O aluno fazia a prova, e logo depois de revisar, clicava em finalizar e era mostrado a prova que ele fez, indicando onde estava errado e a resposta certa, ainda, sendo justificada por que era a correta. Seria legal o CdH fazer algo parecido. E o melhor, é que não conseguia salvar a prova e não corria o risco que você cita.


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  • Termos de serviço

Acho importantíssimo ter justamente pelo que foi dito. Como será feito? Somente por um advogado mesmo.

 

  • Gabarito e revisão de prova

Acho que deve ter sim. O problema realmente é como. A sugestão do Inmortus é excelente. 

 

  • Certificado em papel

Concordo com o Gabriel. Muito trabalho. Temos que ser mais dinâmico neste ponto. 

 

  • Captura de tela

 

Agora, tenho uma dúvida (mais técnica), como o usuário pode fazer a prova em casa, ele teria condições de capturar a tela, correto? Existe alguma forma nos dias de hoje de impedir este tipo de ação? Pergunto isso, porque, com certeza, irão criar um tópico em um fórum qualquer da vida, com as capturas de telas do certificado CDH. Assim como as respostas oficiais dos gabaritos.

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@Adriano Goes

 

Realmente não pensei nessa questão da captura de tela.

 

Uma coisa porém que eu pensei, pois sei que existe, é usarmos uma plataforma já existente, em vez de desenvolvermos a nossa própria. Com certeza deve ter alguma plataforma pronta que tenha todas essas proteções. Mas acabei de adicionar à minha lista de dúvidas sobre o projeto.

 

No meu mestrado, algumas matérias têm provas online, sendo que ao final, você tem que concordar com os termos, que diz que foi você mesmo que fez, não plagiou, etc.

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  • Captura de tela

Mesmo com todas as formas seguras de não copiar, brasileiro encontra uma forma de burlar. Mesmo tirando foto da tela... 

 

  • Termos

 

No primeiro mundo, é uma questão em que as pessoas levam bem a sério, mas aqui no Brasil...

 

Brasil... sil...sil  :bandeira:

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Mesmo que a captura de tela seja algo "impossível" de evitar, pode usar alguns métodos para dificultar quem faz tal coisa.

Uma delas é encher a tela de marca d'água com o identificador do participante, como fazem em alguns vídeos.

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@Math.Pi excelente solução.

 

@Adriano Goes se a gente for por este caminho (ficar pensando que todo mundo no Brasil é trambiqueiro) a gente não faz nada... Melhor fechar o site e irmos plantar alface.

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Em momento algum disse que não era para ser feito, apenas atentei ao fato da desonestidade brasileira e que, por isso, deve ser feito algo com mais segurança. Se você achasse que estou errado, você não moraria na Austrália.

Quanto a marca d'água, ótima soluçãO!

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Vim à acompanhar o assunto um pouco tarde, visto que a primeira fase do projeto já estava fechada para discussão. Acho a ideia excelente, visto que o Clube do Hardware possui um nome e um nível de associados muito bom. Já alguns anos atrás, havia proposto algo nesse sentido aos administradores. Bem. mas voltando ao assunto, acredito que a meta proposta na primeira fase e a discussão da segunda fase se distorcem um pouco, visto que na primeira discutia-se a certificação de pessoas que possuem algum conhecimento e poderiam obter uma certificação. O que na minha opinião é maravilhoso, pois incentivaria as pessoas a estudarem e se aprofundarem nos conhecimentos. Na segunda fase já se fala em tempo de conclusão de cada questão, custo para um livro ou outro, com certificação emitida digital ou gráfica. Acho que isso foge ao assunto principal que é ajudar as pessoas a se habilitarem, a se aprofundarem, sendo que o Clube do Hardware ganharia o respeito geral e receberia novos associados até um momento de ter filtrar e apenas admitir mediante convite, pois tornaria-se a ancora para quem quer conhecimento e certificação. Voltando a  segunda fase da discussão, percebe-se que são pessoas já habilitadas e com alguma experiência, e que preferencialmente irão participar da certificação apenas na de nível II. Volto a afirmar. A ideia é excelente, e valeria também para outras modalidades. Mas, fica a pergunta. O Clube do Hardware quer continuar sendo um site que ajudam as pessoas, ou tornar-se um site de certificação de especialistas, pois dependendo da resposta não há o que se falar em tempo de questão e nem valor de certificação no momento, pois se de ajuda haveria de ser um montante um pouco superior aos custos atribuídos, para pequenas eventualidades.  

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@Flavio Ota

 

Não acho que o que está sendo discutido aqui distoe. Por exemplo, precisamos saber o quanto as pessoas estão dispostas a pagar para ver se há viabilidade comercial no projeto. Não adianta nada eu chegar com a ideia e falar que vai custar R$ 1.000 e neste preço só atendermos meia dúzia de profissionais e não cobrir os nossos custos de investimento. Como disse, a proposta é ter o valor o mais baixo possível, para que possamos atender ao maior número possível de pessoas, mas que dê para cobrir os custos. Nós não somos obra de caridade e, portanto, se verificarmos que haverá prejuízo em tocar o negócio adiante, nós não o faremos. Por isso tive essa ideia de discutir abertamente todo o projeto com vocês. Lembrando que a certificação A+ é da CompTIA, que se diz ser sem fins lucrativos, mas cobra US$ 400 (posso estar enganado) US$ 194. Conhecendoos brasileiros do jeito que eu conheço, o preço é o principal fator para o nosso público-alvo.

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Olá,

 

Sendo professor de computação, e atuante no Ensino à Distância, minha análise é a seguinte:

 

  • As provas seriam “online”. O objetivo é baratear o valor o máximo possível. Uma prova em um local físico aumentaria consideravelmente os custos.
  • Prova online não significa baixo custo. Reduz apenas o custo do papel. O que reduz preço é a automatização da correção. Para isso, as questões devem ser de múltipla escolha.
  • Quantas questões por prova?
  • Deve ser proporcional a quantidade de conteúdo passado e ao tempo para responder as questões. Em média uma questão para cada 3 minutos de prova.
  • Qual é a “média” para “passar”?
  • Média de dificuldade das perguntas ? ou média de acerto das respostas ?
  • Se for das perguntas, depende do tipo de pergunta. Perguntas com resposta descritiva podem ser pequenas e focar na "justificativa". Perguntas de múltipla escolha são difíceis se as respostas de cada escolha for grande, ou se houver pequenas mudanças nas opções de escolha para a resposta.
  • Se for das respostas, dependerá da "qualidade" que você quer dos profissionais certificados. Se quiser profissionais de alta qualidade, sugiro que considere 80% de respostas certas.
  • Cronômetro geral e por questão? Quanto tempo?
  • Tempo Total, e Tempo por questão. 3 minutos por questão.
  • Elaborar a questão, e apresentá-la como imagem, evitando que o candidato faça "ctrl-c" e "ctrl-v" na Internet. (ele gastará tempo para digitar a questão)
  • A certificação teria validade ?
  • Depende de como o certificado for concedido. Uma coisa é "Certificado para montar computadores", outra coisa é "Certificado para montar computadores com base na placa mãe XYZ e processador ABC". No segundo caso, perde a validade naturalmente depois de alguns anos.
  • O certificado será emitido eletronicamente:
  • Não sei se faria sentido, acho que os mais interessados são os que precisam de um papel anexado ao curriculo na hora de procurar emprego. Entregar papel pelo correio é barato.

Concordo com os outros tópicos.

 

Espero ter ajudado,

Abraços.

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